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- Energia solar integrada à arquitetura é tema de evento paralelo na The smarter E South America
Objetivo é mostrar como transformar projetos fotovoltaicos em um diferencial de mercado São Paulo, 12 de agosto de 2026 - Ampliar as possibilidades de atuação de construtoras, integradores fotovoltaicos e arquitetos, desenvolvendo um olhar estratégico sobre o uso das superfícies das edificações na geração de energia solar, é o foco do evento paralelo Energia solar integrada à arquitetura: da sobreposição de módulos à integração fotovoltaica, que ocorre no próximo dia 26, às 10h, dentro da programação da The smarter E South America. Ministrado pela arquiteta e doutora em engenharia civil Clarissa Zomer, o evento vai apresentar exemplos práticos de como identificar soluções que vão além dos sistemas convencionais em coberturas, explorando aplicações em fachadas, pergolados e outros elementos arquitetônicos, transformando o projeto solar em um diferencial de mercado. Serão abordadas as diferenças entre sistemas convencionais, BAPV e BIPV, ferramentas para análise de potencial solar, irradiação e sombreamento, módulos e soluções de fixação adequados à arquitetura, além de princípios de dimensionamento para diferentes condições de orientação, inclinação e sombreamento. "O evento é voltado principalmente para arquitetos, integradores, construtoras e incorporadoras imobiliárias que desejam investir em edificações mais sustentáveis. A ideia é mostrar que é possível pensar de forma realmente integrada a partir de uma abordagem estética de um projeto fotovoltaico", afirma Clarissa, que também é diretora de Integração de Energia e Arquitetura da Associação Brasileira de Mulheres da Energia (ABME). Mais informações e link para inscrições estão disponíveis no site Arquitetando Energia Solar na The Smarter E South America. Sobre The smarter E South America “Acelerar soluções integradas de energia” – essa é a meta do evento The smarter E South America, a maior aliança de feiras para o setor energético da América Latina. O objetivo é criar uma realidade energética voltada para o futuro e, para isso, focamos não apenas em energias renováveis, descentralização e informatização, mas também em soluções cruzadas incluindo os setores de eletricidade, calor e transportes para chegarmos a um fornecimento sustentável e ininterrupto de energia. Abrangendo quatro feiras,The smarter E South America 2026 reunirá profissionais e líderes dos mercados mais influentes do mundo para apresentar e conhecer as mais recentes novidades, tendências e tecnologias em energia. As feiras, juntamente com seus quatro congressos, serão realizadas no Expo Center Norte, São Paulo, em 25–27 de agosto de 2026. Intersolar South America: A maior feira e congresso da América Latina para o setor solar ees South America: O evento essencial para baterias e sistemas de armazenamento de energia na América Latina Power2Drive South America: A feira e congresso fundamental para infraestrutura de recarga e eletromobilidade na América Latina Eletrotec+EM-Power South America: A feira de infraestrutura elétrica e gestão de energia Organização: The smarter E South America é organizado pela Solar Promotion International, Pforzheim e Freiburg Management und Marketing International, e coorganizado pela Aranda Eventos & Congressos, São Paulo. www.ThesmarterE.com.br Energia solar integrada à arquitetura é tema de evento paralelo na The smarter E South America
- Blockchain e inteligência artificial começam a redesenhar a cadeia de energia no Brasil
Debate no Rio Innovation Week reuniu especialistas dos setores de tecnologia, energia, óleo e gás e direito para discutir novas aplicações e os desafios regulatórios da transformação digital; Tecnologias emergentes ganham espaço no setor energético, enquanto nova regulamentação abre caminho para tokenização, contratos inteligentes e gestão digital de ativos. Brasil, 11 de agosto de 2026 - A combinação de blockchain, inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT) e outras tecnologias emergentes começa a avançar sobre a cadeia energética brasileira, criando novas possibilidades para gestão de ativos, rastreabilidade, contratos, créditos de energia e modelos de negócios. O movimento foi discutido durante a Rio Innovation Week 2026, no painel “Blockchain e IA na Cadeia da Matriz Energética Brasileira”. A discussão foi mediada por João Carvalho, CEO e fundador da Mentors Energy Consulting, especialista em gestão de ativos e com mais de 30 anos de experiência no setor elétrico. O painel reuniu Magno Alves Cavalcante, Hélio Moraes e Alexandra Marinho Santiago, com diferentes perspectivas dos segmentos de tecnologia, energia, óleo e gás e direito. Para Carvalho, a mudança regulatória representa um avanço importante para a incorporação de tecnologias digitais ao setor elétrico. “A Resolução 1.150 marca um avanço regulatório ao reconhecer blockchain, inteligência artificial, internet das coisas, medidores inteligentes e computação em nuvem como tecnologias capazes de criar novas soluções e modelos de negócio no setor elétrico”, afirma. Segundo ele, o reconhecimento regulatório também cria espaço para aplicações que já vinham sendo discutidas pelo mercado, como tokenização de ativos, rastreamento da procedência da energia, automação de transações e contratos inteligentes. “A blockchain pode permitir registros mais seguros e transparentes, além de contratos inteligentes capazes de automatizar pagamentos, liquidações e compensações entre os agentes do mercado”, diz Carvalho. Sobre o tema, o executivo também destacou o potencial de plataformas descentralizadas, registros digitais e novas estruturas para gestão e governança de ativos. Regulação acompanha avanço tecnológico Um dos principais pontos do debate foi a Resolução Normativa nº 1.150 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), publicada em janeiro de 2026. A norma passou a reconhecer tecnologias emergentes como blockchain e inteligência artificial no ambiente regulado do setor elétrico, ampliando o espaço para o desenvolvimento de soluções digitais. A mudança ocorre em um momento em que empresas do setor buscam novas formas de aumentar a eficiência operacional, reduzir custos e melhorar o controle sobre ativos e transações. A digitalização também abre possibilidades para maior rastreabilidade da energia, certificação de origem, automação de processos e criação de novos modelos de comercialização. Para Carvalho, entretanto, o avanço tecnológico precisa estar acompanhado de critérios de maturidade, segurança e qualidade. A própria regulamentação estabelece requisitos para que as soluções adotadas pelas concessionárias apresentem maturidade tecnológica e segurança operacional. O debate também abordou a tokenização, que pode transformar ativos e certificados relacionados à energia em representações digitais, e os chamados smart contracts, contratos programáveis capazes de executar automaticamente determinadas condições previamente estabelecidas. Blockchain chega também ao mercado de energia renovável A discussão não ficou restrita ao setor elétrico. Os participantes também analisaram os impactos da digitalização sobre a agenda de descarbonização, especialmente nos mercados de gás natural, biometano e combustíveis renováveis. Entre os temas estiveram a Lei do Combustível do Futuro, de 2024, e seu decreto regulamentador, de 2025, além do Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano. Nesse contexto, o Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB) foi apresentado como uma ferramenta de rastreabilidade capaz de registrar digitalmente a origem renovável do combustível e ampliar a transparência das operações. A digitalização da cadeia de energia tende, assim, a aproximar diferentes mercados. Eletricidade, gás natural, biometano, combustíveis renováveis e créditos ambientais passam a compartilhar uma infraestrutura cada vez mais baseada em dados, rastreabilidade e certificação digital. Tecnologia exige nova agenda de governança Para Carvalho, o avanço da blockchain no setor energético não deve ser analisado apenas pelo aspecto tecnológico. A adoção em escala depende também de segurança jurídica, governança e integração entre diferentes sistemas. “O desafio agora é aproximar inovação, regulação e os agentes do setor para construir um ambiente seguro, interoperável e transparente, capaz de acompanhar a velocidade da transformação tecnológica”, afirma. A avaliação converge com a trajetória do executivo na área. Carvalho idealizou o 1º Fórum Brasileiro Blockchain em Energia, realizado em 2019, e participou de iniciativas voltadas à aplicação da tecnologia no setor energético nos anos seguintes. O movimento indica que blockchain e inteligência artificial começam a deixar o campo das experiências isoladas para ocupar espaço nas discussões estratégicas do setor energético brasileiro. A combinação entre novas tecnologias e um ambiente regulatório mais aberto pode acelerar o desenvolvimento de modelos digitais de gestão, certificação e comercialização de energia. Para um setor que passa por uma transformação marcada pela expansão das fontes renováveis, descentralização da geração e necessidade de maior flexibilidade, a digitalização dos ativos e das transações poderá se tornar uma das próximas fronteiras de eficiência e competitividade. Blockchain e inteligência artificial começam a redesenhar a cadeia de energia no Brasil
- El Niño reforça a importância da eficiência energética para a competitividade industrial
Especialista alerta que mudanças climáticas podem elevar o consumo de eletricidade e pressionar custos operacionais da indústria e de outros setores A possibilidade de um novo episódio de El Niño reforça um alerta para o setor produtivo: o clima passou a ser também uma variável de negócio. Alterações no regime de chuvas e temperaturas mais elevadas podem influenciar o consumo de energia, os custos operacionais e o planejamento das empresas. A indústria ganha foco especial nesse cenário, já que o segmento é onde a eletricidade representa uma parcela significativa das despesas de produção. No Brasil, essas mudanças podem reduzir a disponibilidade hídrica para geração de energia e aumentar a necessidade de despacho de usinas termelétricas, cuja produção possui custo superior ao das hidrelétricas. Além dos efeitos sobre a geração, o aumento das temperaturas também tende a elevar a demanda por eletricidade em indústrias, comércios e edifícios, principalmente pelo maior uso de sistemas de climatização e refrigeração. A Agência Internacional de Energia (IEA) destaca, no relatório Energy Efficiency 2024, que as ondas de calor vêm elevando a demanda por eletricidade em diversos países, pressionando os sistemas elétricos e aumentando a necessidade de investimentos em eficiência energética. Segundo o estudo, mais de 40 países, entre eles o Brasil, registraram recordes de demanda durante episódios de calor extremo em 2024, por exemplo. Planejamento Na avaliação do diretor da Eletron Energia, Ricardo Kenji, as organizações precisam incorporar as variáveis climáticas ao planejamento energético para reduzir riscos e aumentar a previsibilidade dos custos. "Empresas que acompanham esse movimento conseguem antecipar riscos e reduzir a exposição às oscilações do setor elétrico. A eficiência energética passa a ser uma estratégia de proteção financeira e de competitividade", afirma. Segundo o especialista, a eficiência energética vai além da economia na conta de luz. " A modernização de equipamentos, o monitoramento em tempo real, a automação e a revisão dos processos produtivos permitem ganhos permanentes de eficiência", diz Kenji. A busca por maior otimização no consumo energético ganhou força nos últimos anos, impulsionada pelo aumento dos custos da eletricidade, pelas metas de descarbonização e pela necessidade de elevar a competitividade. Nesse contexto, empresas têm investido em tecnologias capazes de reduzir desperdícios e aumentar a produtividade utilizando a energia de forma mais inteligente. Atuação especializada Especializada em projetos de eficiência energética para os setores industrial, comercial e institucional, a Eletron Energia acumula mais de R$ 200 milhões em projetos executados no Paraná e em Santa Catarina. A empresa atua na modernização de sistemas térmicos, substituição de equipamentos de alto consumo, automação de processos e projetos desenvolvidos por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), da Aneel. Para Ricardo Kenji, a eficiência energética ganha ainda mais relevância diante de um cenário de maior instabilidade climática e pressão sobre os custos de energia. “Não é possível controlar o clima, mas é possível controlar a forma como a energia é utilizada. As empresas que investirem desde já em eficiência energética estarão mais preparadas para enfrentar períodos de maior volatilidade no setor elétrico e preservar sua competitividade”, conclui. El Niño reforça a importância da eficiência energética para a competitividade industrial
- Victron Energy destaca oportunidades de negócios com armazenamento de energia para integradores brasileiros
Com forte expansão no Brasil, a Victron Energy reforça sua aposta em armazenamento de energia, sistemas híbridos e soluções que ampliam a autonomia, segurança e eficiência energética; Evento online para integradores solares apresenta tecnologias, novos mercados e casos de sucesso de uma das empresas mais experientes do mundo em sistemas de armazenamento de energia com baterias. Brasil, 11 de agosto de 2026 – A Victron Energy, referência mundial em soluções para energia independente, chega à Intersolar South America 2026 em um momento de forte expansão no mercado brasileiro. O avanço da geração distribuída, dos sistemas híbridos e, principalmente, das aplicações de armazenamento de energia vem acelerando a busca por tecnologias capazes de garantir maior autonomia, segurança e eficiência no fornecimento de eletricidade. Nesse cenário, o Brasil ganha importância estratégica para a companhia. A crescente necessidade de reduzir a dependência da rede elétrica, enfrentar instabilidades no fornecimento e otimizar os custos de energia abre espaço para soluções mais inteligentes, flexíveis e escaláveis, exatamente o segmento em que a Victron Energy vem ampliando sua atuação. Esse cenário impulsionou os resultados da empresa no país. A Victron Energy registrou crescimento de 113% nas operações brasileiras ao longo de 2025 e alcançou 133% de expansão em participação de mercado no primeiro trimestre de 2026, consolidando o Brasil entre os mercados mais estratégicos da companhia no mundo. Com o webinar e sua participação na Intersolar South America 2026, a empresa busca estreitar ainda mais o relacionamento com integradores, distribuidores e parceiros, apresentando tecnologias que acompanham a rápida evolução do mercado brasileiro de armazenamento de energia e contribuem para acelerar a transição energética no país. Victron Energy destaca oportunidades de negócios com armazenamento de energia para integradores brasileiros A poucos dias da Intersolar South America, a Victron Energy realizará um webinar exclusivo voltado aos integradores solares brasileiros. O encontro online, acontece amanhã (12/8), das 16h às 17h, e tem como objetivo apresentar novas oportunidades de negócios e demonstrar como os sistemas híbridos e de armazenamento vêm transformando o mercado de energia no Brasil. Batizado de "Esquenta Intersolar – Descubra novas oportunidades com a Victron Energy", o webinar reunirá especialistas da companhia para compartilhar conhecimentos técnicos, aplicações práticas e tendências que impulsionam a expansão dos sistemas de armazenamento de energia em diferentes segmentos. Segundo a empresa, o evento foi desenvolvido para profissionais que desejam ampliar seu portfólio de soluções, conquistar novos mercados e conhecer tecnologias que oferecem maior autonomia energética, confiabilidade operacional e inteligência no gerenciamento dos sistemas. Especialistas apresentam soluções, automação e novos mercados Durante uma hora de apresentação, os participantes conhecerão as principais tecnologias da Victron Energy e as possibilidades de aplicação em projetos residenciais, comerciais, industriais, rurais, marítimos e sistemas isolados (off-grid). Entre os temas que serão abordados estão: Visão geral das soluções Victron e suas aplicações; Portfólio completo de equipamentos; Conectividade, monitoramento remoto e automação; Cases de sucesso e novas oportunidades de mercado; Sessão ao vivo de perguntas e respostas. O conteúdo será conduzido por profissionais que atuam diretamente na implantação e no desenvolvimento de projetos em toda a América Latina: Edmar Prumucena, gerente da Victron Energy Brasil; Oscar Koijima, embaixador da Victron Energy; Sávio Santos, embaixador da Victron Energy. A equipe técnica compartilhará experiências reais obtidas em projetos de alta potência, além de apresentar boas práticas de configuração, comissionamento e gerenciamento inteligente dos sistemas. As inscrições para o webinar são gratuitas e podem ser realizadas pelo link: https://latam.victronenergy.com/webinar-intersolar-2026/ Webinar antecipa novidades da estreia da Victron na Intersolar South America O webinar também marca a preparação da empresa para sua participação na Intersolar South America 2026, principal feira latino-americana dos setores de energia solar, armazenamento de energia, mobilidade elétrica e infraestrutura energética, que acontece entre os dias 25 e 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. Em sua estreia com um estande próprio de 28m² (Rua W5, W5.33 – Pavilhão Branco), a empresa apresentará seu portfólio completo de soluções para geração, baterias e gerenciamento de energia. O grande destaque será a Victron Microgrid, nova arquitetura desenvolvida para ampliar a capacidade de sistemas off-grid de forma modular, escalável e altamente confiável. A solução representa uma evolução no conceito de microrredes ao permitir que múltiplos sistemas independentes operem de forma integrada, eliminando a necessidade de controladores centrais e reduzindo significativamente a complexidade dos projetos de grande porte. "A demanda por soluções energéticas mais resilientes, flexíveis e independentes da rede elétrica cresce em diversos segmentos da economia. A Victron Microgrid foi desenvolvida justamente para atender esse novo cenário, oferecendo escalabilidade, simplicidade operacional e elevada disponibilidade para aplicações críticas", destaca Edimar Prumucena, Gerente Victron Energy Brasil. Victron Energy destaca oportunidades de negócios com armazenamento de energia para integradores brasileiros
- ees South America traz novidades do mercado de baterias e debate sobre leilão de armazenamento
Evento é parte da The smarter E South America, maior aliança de feiras e congressos para o setor energético da América Latina São Paulo, 11 de agosto de 2026 – O debate sobre a adoção de sistemas de baterias para modernizar o sistema elétrico brasileiro entrou em uma nova etapa. Mais do que discutir sua necessidade, o desafio agora é definir como essa tecnologia será incorporada em larga escala no país. A expectativa é que 2026 marque um ponto de virada, impulsionado pela realização do primeiro leilão de reserva de capacidade voltado a essas soluções e pelos avanços regulatórios. Atenta a esse cenário, a ees South America reunirá, de 25 a 27 de agosto, em São Paulo, as principais novidades da indústria e promoverá debates sobre os temas que devem orientar o desenvolvimento desse mercado. Embora conte com uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, o Brasil também figura entre os países com maiores volumes de cortes de geração renovável (curtailment), provocados por restrições operativas do sistema. Para Markus Vlasits, presidente da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE), o excesso de geração durante o dia e o déficit de potência à noite evidenciam a falta de flexibilidade do sistema elétrico brasileiro diante da expansão das fontes renováveis. "O crescimento contínuo da geração distribuída demanda urgentemente a instalação rápida de soluções de armazenamento. Sem isso, o sistema elétrico enfrentará desafios cada vez maiores de operação. Nesse contexto, as baterias passam a ser um componente estratégico para promover essa flexibilização," observa. Sobre o potencial de crescimento do setor, Vlasits aponta que o armazenamento deve avançar em cinco grandes frentes: projetos de grande porte (utility scale), aplicações descentralizadas, sistemas isolados, transmissão e, no futuro, a integração entre veículos elétricos e rede elétrica. "Temos um potencial de mercado superior a R$ 80 bilhões nos próximos 8 ou 9 anos, e nossa próxima projeção já deve atingir a marca de três dígitos", afirma. Durante o congresso ees South America, Vlasits comandará o painel Flexibilidade, potência e serviços ancilares - O papel do BESS de grande porte no SIN, que discutirá como os sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) de grande porte podem contribuir para a segurança, flexibilidade e eficiência do Sistema Interligado Nacional (SIN). A sessão, que acontece na quarta-feira (26), às 9h, abordará a importância do BESS no planejamento da expansão, nos leilões de capacidade, na prestação de serviços ancilares e na integração de fontes renováveis variáveis. Um dos principais temas do painel, o leilão de reserva de capacidade representa um marco para o mercado brasileiro de baterias, ao atrair investidores, estimular a indústria e consolidar esse novo segmento. "Estamos falando de uma contratação da ordem de 4 GW de potência, correspondente a cerca de 16 GWh de capacidade de armazenamento, considerando sistemas com duração de quatro horas. Isso representa multiplicar por mais de dez vezes a capacidade instalada de armazenamento no país, com entrada em operação prevista para 2028 e investimentos superiores a R$ 10 bilhões", afirma Fabio Monteiro Lima, diretor-executivo da ABSAE. Para que esse potencial se concretize, a entidade defende um ambiente regulatório estável, previsível e isonômico, capaz de atrair investimentos de longo prazo e assegurar ampla competitividade. Outro tema central para a consolidação desse mercado é o avanço da regulamentação. Na avaliação do presidente do conselho da ABSAE, ainda que tenha ocorrido de forma lenta, o processo tem avançado nos últimos meses. "A regulamentação do armazenamento é naturalmente mais complexa do que a de outras tecnologias, porque as baterias não se encaixam facilmente na divisão tradicional do setor elétrico. Dependendo da situação, elas podem consumir energia, armazená-la, fornecê-la ao sistema e prestar diversos serviços à rede, rompendo a lógica convencional que separa geração, transmissão, distribuição e consumo", explica Vlasits. Apesar dessa complexidade, o executivo afirma que o setor evoluiu com a publicação das primeiras resoluções específicas da Aneel e que o armazenamento passou a integrar a agenda prioritária dos órgãos responsáveis pelo planejamento e operação do sistema elétrico. Paralelamente aos desafios regulatórios, o cenário favorável à expansão do armazenamento de energia cria oportunidades relevantes para a indústria nacional. Apresentado por Gabriella Reigada, membro do grupo de trabalho de comunicação da ABSAE, o painel Cadeias produtivas e industrialização – Inserção do Brasil na cadeia de valor do armazenamento de energia discutirá como o país pode combinar competitividade, segurança de abastecimento, desenvolvimento tecnológico e atração de investimentos para fortalecer sua participação nesse mercado. O debate abordará oportunidades relacionadas a minerais estratégicos, componentes, montagem, fabricação de equipamentos, políticas industriais e instrumentos de incentivo para consolidar uma base industrial voltada às soluções de armazenamento. A ees South America é parte da The smarter E South America, maior aliança de feiras e congressos para o setor energético da América Latina. Também integram o evento: ● Intersolar South America - principal feira da América Latina para energia solar fotovoltaica, reunindo toda a cadeia de valor do setor. ● Power2Drive South America - focada em infraestrutura de recarga e veículos elétricos, conectando eletromobilidade e inovação urbana. ● Eletrotec + EM Power South America - dedicada à infraestrutura elétrica e à gestão inteligente de energia em edifícios, bairros e redes. Os links para visitação gratuita às feiras e aquisição de ingresso para os congressos estão disponíveis na página https://www.thesmartere.com.br/ingressos. The smarter E South America Data: 25 a 27 de agosto de 2026 Horário: 9h às 20h Local: Expo Center Norte Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme - São Paulo/SP https://www.thesmartere.com.br/ Sobre The smarter E South America Com suas quatro feiras paralelas de energia, The smarter E South America é a maior plataforma latino-americana para a nova realidade energética e de mobilidade. Sua abordagem abrangente nas questões do novo mundo da energia apresenta um cruzamento de soluções e tecnologias. The smarter E South America cria oportunidades de abordar todas as áreas essenciais da cadeia de valor do setor. Destacando geração, armazenamento, distribuição e uso da energia e as maneiras como esses aspectos interagem e podem se articular inteligentemente, o evento congrega interessados no futuro da energia vindos dos mercados mais influentes do mundo. Com o franco avanço do novo mundo da energia, oferecemos aqui informações gerais bem como notícias sobre mudanças importantes em geração, armazenamento, distribuição e uso de energia, e as maneiras como esses aspectos interagem. ees South America traz novidades do mercado de baterias e debate sobre leilão de armazenamento
- The smarter E South America 2026: fortalecendo a transição integrada de energias na América Latina
São Paulo, 07 de agosto de 2026 – Com o avanço da energia na América Latina rumo a um futuro mais eletrificado, descentralizado e digitalizado, a The smarter E South America 2026 retorna a São Paulo como a principal plataforma do continente para a nova realidade energética. O evento, que reúne as principais empresas nos setores de energia solar, armazenamento de energia, eletromobilidade e gestão de energia, ocorre entre 25 e 27 de agosto, no Expo Center Norte, concentrando temas ligados à inovação, inteligência de mercado e oportunidades de negócios no mesmo local. The smarter E South America 2026: fortalecendo a transição integrada de energias na América Latina O momento é dos mais oportunos. O Brasil permanece como o maior mercado de energia renovável da América Latina e um dos mais dinâmicos do mundo. Sua capacidade instalada de energia solar ultrapassou 72 GW, consolidando a energia solar como um dos pilares da matriz energética do país. As projeções do setor indicam que, até o final deste ano, o Brasil poderá atingir 76 GW de capacidade solar acumulada, apesar dos desafios contínuos relacionados a restrições da rede, restrições de geração e custos de financiamento. A transição energética continua ganhando impulso na América Latina e no Caribe. O continente agora usa fontes limpas para gerar aproximadamente 65% de sua eletricidade. As energias eólica e solar já representam juntas quase um quinto da geração total de energia, significativamente acima da média global. Ao mesmo tempo, a implantação de sistemas de armazenamento de energia vem se acelerando, o que ajuda a fortalecer a resiliência da rede e a apoiar a crescente aceitação de energias renováveis variáveis. Nesse contexto, a The smarter E South America serve como um ponto de encontro estratégico para líderes, investidores, desenvolvedores de projetos, concessionárias, fabricantes e profissionais de inovação engajados no futuro da energia no continente. Quatro feiras, um ecossistema integrado de energia The smarter E South America reúne quatro feiras especializadas que refletem a crescente convergência das tecnologias de energia: Intersolar South America : a maior feira e congresso da América Latina para o setor solar. ees South America: o evento essencial para baterias e sistemas de armazenamento de energia na América Latina. Power2Drive South America: a principal feira e congresso para infraestrutura de recarga e eletromobilidade na América Latina. Eletrotec+EM-Power South America: iniciativa com foco em infraestrutura elétrica, gestão de energia e soluções digitais. A inovação no centro das atenções Um dos destaques das feiras será, mais uma vez, a Área de Startups, onde empresas emergentes do setor de energia apresentarão inovações em tecnologias e modelos de negócios. Focalizando desde sistemas de gestão de energia utilizando IA e aplicações avançadas de armazenamento até soluções inovadoras de mobilidade e plataformas digitais, a área oferece a investidores, parceiros e clientes uma primeira visão da próxima geração de inovações em energia limpa. Enquanto isso, a Power2Drive South America reflete a notável expansão da eletromobilidade no Brasil e no resto do continente. A crescente adoção de VEs, a expansão das redes de recarga e a eletrificação crescente das frotas vêm transformando o transporte e criando novas fronteiras para a integração de energias renováveis e flexibilidade energética. A América Latina emerge como uma das regiões mais promissoras do mundo para a eletromobilidade. Na ees South America, o visitante verá os mais recentes avanços em tecnologias de baterias, armazenamento em larga escala, sistemas comerciais e industriais de armazenamento de energia, usinas híbridas e soluções de suporte à rede. Na medida em que o armazenamento revela-se um facilitador crítico para integrar energias renováveis, o setor deixa de ser um mercado restrito e torna-se um elemento central da transição energética. Um programa de congressos voltado à transformação do mercado Paralelamente às feiras, os congressos Intersolar South America, ees South America, Power2Drive South America e Eletrotec+EM-Power South America contarão com a presença de especialistas latino-americanos e de outras regiões, que irão compartilhar informações de alto nível. Os principais temas abordados na programação dos congressos de 2026 incluem: Armazenamento de energia e design de mercado: o avanço de marcos regulatórios e modelos de negócios que deslanchem a implantação de armazenamento em toda a América Latina. Modernização e flexibilização da rede: restrições de geração, gestão de sobrecarga e resiliência da rede em sistemas com alto índice de energias renováveis. Hidrogênio verde e Power-to-X: o papel emergente da América do Sul como fornecedora global de combustíveis renováveis e soluções de descarbonização industrial. Eletromobilidade e recarga inteligente: conectando a eletromobilidade aos recursos energéticos distribuídos, aplicações veículo-rede e infraestrutura inteligente. Geração distribuída e cooperativas de energia: a expansão do acesso à energia limpa por meio de soluções descentralizadas. Digitalização, IA e gestão de energia: o aproveitamento de tecnologias digitais na otimização de edifícios, operações industriais e redes elétricas. O mercado solar do Brasil continua liderando O Brasil permanece como um dos mercados mais atraentes do mundo. Enquanto os consumidores residenciais, comerciais, industriais e agrícolas mantêm uma forte demanda, estimulando investimentos em geração distribuída, os projetos solares em escala pública contribuem expressivamente para a expansão do fornecimento de eletricidade renovável. Apesar de desafios tais como sobrecarga da rede, restrições de geração e custos de financiamento, a energia solar continua a desempenhar um papel central na melhoria da segurança energética, na redução das emissões e no fortalecimento da competitividade dos países. A energia solar também permanece como principal fonte de novas adições de capacidade de geração no Brasil. Sobre o evento, Rodrigo Lopes Sauaia, Diretor Executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e Presidente do Congresso Intersolar South America, comenta:“O Congresso Intersolar South America continua a desempenhar um papel central na conversa sobre o futuro da energia solar no Brasil e na América Latina. Ele combina informações de mercado de alto nível, contatos estratégicos e oportunidades valiosas de negócios para empresas atuantes em todo o continente”. O armazenamento como elemento essencial Com a crescente utilização de energias renováveis, o armazenamento torna-se indispensável para manter a estabilidade da rede e maximizar o valor da geração renovável. O mercado de armazenamento de energia no Brasil entrou em uma nova fase de desenvolvimento, impulsionado pela crescente demanda por serviços de flexibilidade, energia de reserva, arbitragem de energia e integração de renováveis. O armazenamento é cada vez mais reconhecido na América Latina como solução fundamental para sobrecarga da rede e para incrementar resiliência do sistema elétrico. Em relação a esse cenário, Markus Vlasits, Presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Armazenamento de Energia (ABSAE) e Presidente do Congresso ees South America, observa:“O armazenamento de energia atingiu um momento crucial no Brasil. O Congresso ees South America oferece uma plataforma essencial para discutir o progresso regulatório, as oportunidades de negócios e a evolução tecnológica –aspectos que irão decidir a próxima etapa de crescimento do mercado.” A eletromobilidade avança na América Latina A eletromobilidade consolida-se como elemento definidor da transição energética na América Latina, e o Brasil desponta como um dos mais dinâmicos mercados de veículos elétricos. Como o apoio da expansão da infraestrutura de recarga, do aumento na adesão dos consumidores, da eletrificação das frotas corporativas e dos crescentes aporte das montadoras internacionais, o continente vive uma profunda transformação nos transportes. Ao mesmo tempo, novas oportunidades para sistemas energéticos mais inteligentes e flexíveis são geradas pela convergência da eletromobilidade, energias renováveis e armazenamento. O veículo elétrico passa a ser visto não apenas como meio de transporte limpo, mas também como participante ativo no ecossistema energético com recarga inteligente, aplicações veículo-rede e integração de energia distribuída. Segundo Rafael Cunha, presidente do Congresso Power2Drive South America 2026, “o evento acontece em um momento em que a eletromobilidade ganha maturidade e escala no Brasil. O participante pode esperar discussões que vão além das tendências, e vão enfocar desafios reais do mercado, experiência operacional e o preparo estratégico necessário para a próxima etapa do setor.” Construindo as bases de um futuro digital e eletrificado A Eletrotec+EM-Power South America – a feira de infraestrutura elétrica e gestão de energia – terá em destaque as últimas tecnologias em distribuição de energia elétrica, bem como serviços e soluções informáticas para gestão de energia aos níveis de rede, de serviços públicos e de edificações. Além disso, o congresso Eletrotec+EM-Power South America abordará a evolução tecnológica e regulatória do setor, abrangendo temas essenciais em infraestrutura elétrica e gestão de energia, sendo voltado a projetistas, instaladores, integradores e consultores. As palestras, apresentadas por especialistas, engenheiros e peritos em normas técnicas, focarão temas como proteção contra raios, energia solar fotovoltaica, infraestrutura da rede elétrica, inteligência artificial, segurança, qualidade e gestão de riscos e eletromobilidade. O evento é uma plataforma excepcional onde profissionais podem trocar conhecimentos, discutir a implementação de novas normas e explorar soluções para um sistema energético mais inteligente e resiliente”, afirma Celso Mendes, consultor sênior do congresso. A definição do próximo capítulo na história da energia na América Latina Com expectativa de receber mais de 55.000 visitantes e mais de 600 empresas expositoras, a The smarter E South America 2026 oferece uma visão abrangente das tecnologias, políticas e modelos de negócios que definirão o futuro da energia na América Latina. Em um momento em que o continente acelera a implantação de energias renováveis, moderniza suas redes elétricas e eletrifica os transportes,The smarter E South America permanece como a plataforma definitiva de cooperação, inovação e crescimento, congregando as pessoas e ideias que vêm forjando o futuro da energia limpa na América Latina. The smarter E South America 2026 Datas: 25–27 de agosto de 2026 Horário da feira: das 12h às 20h Horário do congresso: das 9h às 20h Expo Center Norte – São Paulo, SP Para mais detalhes, acesse www.ThesmarterE.com.br Sobre The smarter E South America “Acelerar soluções integradas de energia” – essa é a meta do evento The smarter E South America, a maior aliança de feiras para o setor energético da América Latina. O objetivo é criar uma realidade energética voltada para o futuro e, para isso, focamos não apenas em energias renováveis, descentralização e informatização, mas também em soluções cruzadas incluindo os setores de eletricidade, calor e transportes para chegarmos a um fornecimento sustentável e ininterrupto de energia. Abrangendo quatro feiras,The smarter E South America 2026 reunirá profissionais e líderes dos mercados mais influentes do mundo para apresentar e conhecer as mais recentes novidades, tendências e tecnologias em energia. As feiras, juntamente com seus quatro congressos, serão realizadas no Expo Center Norte, São Paulo, em 25–27 de agosto de 2026. Intersolar South America: A maior feira e congresso da América Latina para o setor solar ees South America: O evento essencial para baterias e sistemas de armazenamento de energia na América Latina Power2Drive South America: A feira e congresso fundamental para infraestrutura de recarga e eletromobilidade na América Latina Eletrotec+EM-Power South America: A feira de infraestrutura elétrica e gestão de energia Organização: The smarter E South America é organizado pela Solar Promotion International, Pforzheim e Freiburg Management und Marketing International, e coorganizado pela Aranda Eventos & Congressos, São Paulo. www.ThesmarterE.com.br The smarter E South America 2026: fortalecendo a transição integrada de energias na América Latina
- Do espaço para a economia: o Brasil diante de uma nova fronteira de inovação
Do espaço para a economia: o Brasil diante de uma nova fronteira de inovação A economia espacial está deixando de ser um território restrito a governos e grandes programas tecnológicos para se consolidar como uma plataforma de inovação, negócios e desenvolvimento econômico. E o Brasil começa a estruturar as bases para ocupar esse espaço. Essa é uma das principais mensagens que emerge da programação do 2º Space Industry Workshop, realizado de 3 a 5 de agosto, no Rio Innovation Week, no Rio de Janeiro. Promovido pela Agência Espacial Brasileira (AEB), em parceria com UNOOSA, PNUD, ArcaHub e Rio Innovation Week, o encontro reúne governo, indústria, investidores, academia e parceiros internacionais em torno de uma agenda que vai muito além da exploração espacial: transformar capacidades tecnológicas em oportunidades concretas para a economia. O desenho da programação é, por si só, revelador. Ao lado de temas tradicionalmente associados ao setor, como sistemas de satélites, constelações, acesso ao espaço e exploração lunar, aparecem assuntos como financiamento, venture capital, dados, startups, parques tecnológicos, sustentabilidade, conectividade e aplicações empresariais. É uma mudança importante de perspectiva: o espaço deixa de ser apenas destino e passa a ser infraestrutura para resolver problemas aqui na Terra. Da tecnologia à geração de valor Um dos eixos centrais do Workshop é justamente a transformação de dados e ativos espaciais em produtos, serviços e soluções capazes de gerar valor econômico. Observação da Terra, por exemplo, já permite aplicações em agricultura, mudanças climáticas, infraestrutura, gestão territorial e mercados digitais. A inteligência obtida por satélites pode apoiar decisões em setores tão diversos quanto agronegócio, seguros, finanças, logística, meio ambiente e políticas públicas. Essa lógica aparece em painéis como “Earth Observation and the Data Economy”, “Downstream for the Environment”, “Building Sustainable Business with Space Data” e “Space-Enabled Decisions”. O denominador comum é claro: não basta produzir tecnologia espacial. É necessário transformar conhecimento e dados em soluções escaláveis, competitivas e capazes de responder a demandas reais da sociedade e da economia. Essa perspectiva abre uma oportunidade particularmente relevante para o Brasil. Um país de dimensões continentais, forte vocação agroindustrial, grande biodiversidade, extensa costa, desafios logísticos e necessidades crescentes de monitoramento ambiental possui um enorme mercado potencial para aplicações espaciais. Capital: o elo entre inovação e mercado Outro ponto estratégico da programação é o financiamento. O desenvolvimento de tecnologias espaciais exige capital paciente, pesquisa, infraestrutura e capacidade de assumir riscos. Por isso, discutir a economia espacial também significa discutir subvenção, bancos de desenvolvimento, fundos de investimento, corporate venture capital e novos instrumentos financeiros. A presença de instituições como FINEP e BNDES, ao lado de investidores e estruturas de CVC, evidencia que a construção de uma indústria espacial competitiva depende de uma combinação de recursos públicos e privados. Esse é um aprendizado importante para o ecossistema brasileiro de inovação: tecnologia sem acesso a capital dificilmente chega ao mercado; capital sem bons projetos e empresas inovadoras também não produz transformação. Startups, parques tecnológicos e ecossistemas A programação do dia 5 amplia ainda mais essa discussão ao colocar no centro as startups espaciais e os ambientes de inovação. O painel sobre o ecossistema brasileiro de startups espaciais, que tive a oportunidade de mediar, como consultora do PNUD, aborda empreendedorismo, preparação para investimentos e criação de novos negócios. Na sequência, a discussão sobre parques tecnológicos evidencia o papel desses ambientes na conexão entre empresas, universidades, infraestrutura tecnológica e capital. É justamente nessa interseção que pode surgir uma das maiores oportunidades para o Brasil: construir um ecossistema capaz de transformar conhecimento científico em propriedade intelectual, tecnologia, empresas competitivas e consequentemente soberania tecnológica. Não por acaso, o Workshop também reserva espaço para discutir microgravidade, manufatura avançada, biotecnologia, sistemas de satélites, constelações e economia lunar. São fronteiras que ainda estão em construção e nas quais países e empresas que desenvolverem competências hoje poderão ocupar posições estratégicas amanhã. A oportunidade brasileira é construir conexões Talvez o elemento mais importante da programação seja a própria arquitetura do evento. Ao conectar governo, indústria, investidores, academia e parceiros internacionais, o Workshop reconhece que nenhuma organização, empresa ou instituição conseguirá construir sozinha uma economia espacial competitiva. O desafio brasileiro não é apenas desenvolver tecnologia espacial. É criar condições para que diferentes competências se encontrem, cooperem, compartilhem riscos, desenvolvam negócios e ampliem a presença do país nas cadeias globais de valor. É nesse contexto que ganha especial relevância o painel “Ecossistema Brasileiro de Inovação Espacial”, dedicado justamente à conexão entre governo, indústria, startups, academia e investimentos para uma nova economia espacial. O espaço como política de desenvolvimento A discussão sobre espaço precisa, portanto, deixar de ser percebida como uma agenda isolada de ciência e tecnologia. Ela também é uma agenda de política industrial de estado e não apenas de governo, transformação digital, sustentabilidade, competitividade, segurança, desenvolvimento regional e inserção internacional. O Brasil possui ativos importantes: capacidade científica, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, recursos naturais, biodiversidade, território e uma demanda concreta por soluções baseadas em dados e conectividade. A agenda espacial também começa a ganhar maior relevância no contexto da Nova Indústria Brasil (NIB), política industrial que busca elevar a produtividade, a inovação, a competitividade e a soberania tecnológica do país. A conexão é especialmente evidente na Missão 6: Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacional, que inclui satélites, veículos lançadores e radares entre as cadeias prioritárias. Ao estimular o desenvolvimento de capacidades nacionais nesses segmentos, a política industrial cria condições para que tecnologias espaciais deixem de ser vistas apenas como infraestrutura estratégica e passem a contribuir também para a geração de negócios, empregos qualificados, inovação e inserção do Brasil em cadeias globais de valor. O próximo passo é transformar esses ativos em um ecossistema articulado. A verdadeira corrida espacial do século XXI talvez não seja apenas para chegar mais longe. É também para transformar conhecimento espacial em soluções para a Terra, gerar novos negócios, formar talentos, atrair investimentos e ocupar posições estratégicas na economia global. E, nesse cenário, o Brasil tem uma janela de oportunidade que não deveria desperdiçar. A pergunta já não é se o espaço fará parte da economia do futuro. A pergunta é: qual será o lugar do Brasil nessa economia? Nesse contexto, mapear e dar visibilidade às empresas, ICTs, ambientes de inovação e demais atores que compõem essa cadeia torna-se fundamental para fortalecer conexões, ampliar oportunidades e consolidar um ecossistema espacial brasileiro mais integrado e competitivo. É justamente essa a proposta do Catálogo da Indústria Espacial Brasileira, iniciativa da Agência Espacial Brasileira (AEB) voltada à divulgação e conexão do setor, inclusive internacionalmente. Se sua empresa, ICT ou projeto atua com soluções relacionadas ao setor espacial, faça parte desse movimento. Cadastre sua organização no Catálogo da Indústria Espacial Brasileira e ajude a tornar mais visível a capacidade brasileira de inovar, desenvolver tecnologias e gerar negócios a partir do espaço. Do espaço para a economia: o Brasil diante de uma nova fronteira de inovação
- Victron Energy promove Webinar para mostrar oportunidades em armazenamento de energia antes da Intersolar South America
Victron Energy promove Webinar para mostrar oportunidades em armazenamento de energia antes da Intersolar South America Evento online para integradores solares apresenta tecnologias, novos mercados e casos de sucesso de uma das empresas mais experientes do mundo em sistemas de armazenamento de energia com baterias; A equipe técnica compartilhará experiências reais em projetos de alta potência, apresentará boas práticas de configuração, comissionamento e gerenciamento inteligente de sistemas, e mostrará aplicações práticas durante o webinar. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em Webinar Victron Energy: https://latam.victronenergy.com/webinar-intersolar-2026/ Brasil, 5 de agosto de 2026 – A poucos dias da Intersolar South America 2026, a Victron Energy, referência mundial em soluções para energia independente, realizará um webinar exclusivo voltado aos integradores solares brasileiros. O encontro online, acontece no dia 12 de agosto (quarta-feira), das 16h às 17h, e tem como objetivo apresentar novas oportunidades de negócios e demonstrar como os sistemas híbridos e de armazenamento vêm transformando o mercado de energia no Brasil. Victron Energy promove Webinar para mostrar oportunidades em armazenamento de energia antes da Intersolar South America Batizado de "Esquenta Intersolar – Descubra novas oportunidades com a Victron Energy", o webinar reunirá especialistas da companhia para compartilhar conhecimentos técnicos, aplicações práticas e tendências que impulsionam a expansão dos sistemas de armazenamento de energia em diferentes segmentos. Segundo a empresa, o evento foi desenvolvido para profissionais que desejam ampliar seu portfólio de soluções, conquistar novos mercados e conhecer tecnologias que oferecem maior autonomia energética, confiabilidade operacional e inteligência no gerenciamento dos sistemas. Especialistas apresentam soluções, automação e novos mercados Durante uma hora de apresentação, os participantes conhecerão as principais tecnologias da Victron Energy e as possibilidades de aplicação em projetos residenciais, comerciais, industriais, rurais, marítimos e sistemas isolados (off-grid). Entre os temas que serão abordados estão: Visão geral das soluções Victron e suas aplicações; Portfólio completo de equipamentos; Conectividade, monitoramento remoto e automação; Cases de sucesso e novas oportunidades de mercado; Sessão ao vivo de perguntas e respostas. O conteúdo será conduzido por profissionais que atuam diretamente na implantação e no desenvolvimento de projetos em toda a América Latina: Edmar Prumucena, gerente da Victron Energy Brasil; Oscar Koijima, embaixador da Victron Energy; Sávio Santos, embaixador da Victron Energy. A equipe técnica compartilhará experiências reais obtidas em projetos de alta potência, além de apresentar boas práticas de configuração, comissionamento e gerenciamento inteligente dos sistemas. As inscrições para o webinar são gratuitas e podem ser realizadas pelo link: https://latam.victronenergy.com/webinar-intersolar-2026/ Webinar antecipa novidades da estreia da Victron na Intersolar South America O webinar também marca a preparação da empresa para sua participação na Intersolar South America 2026, principal feira latino-americana dos setores de energia solar, armazenamento de energia, mobilidade elétrica e infraestrutura energética, que acontece entre os dias 25 e 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. Em sua estreia com um estande próprio de 28m² (Rua W5, W5.33 – Pavilhão Branco), a empresa apresentará seu portfólio completo de soluções para geração, baterias e gerenciamento de energia. O grande destaque será a Victron Microgrid, nova arquitetura desenvolvida para ampliar a capacidade de sistemas off-grid de forma modular, escalável e altamente confiável. A solução representa uma evolução no conceito de microrredes ao permitir que múltiplos sistemas independentes operem de forma integrada, eliminando a necessidade de controladores centrais e reduzindo significativamente a complexidade dos projetos de grande porte. "A demanda por soluções energéticas mais resilientes, flexíveis e independentes da rede elétrica cresce em diversos segmentos da economia. A Victron Microgrid foi desenvolvida justamente para atender esse novo cenário, oferecendo escalabilidade, simplicidade operacional e elevada disponibilidade para aplicações críticas", destaca Edimar Prumucena, Gerente Victron Energy Brasil. Crescimento acelerado reforça importância do mercado brasileiro A presença da Victron na Intersolar ocorre em um momento de forte expansão da companhia no Brasil. O crescimento da geração distribuída, dos sistemas híbridos e das aplicações com armazenamento de energia vem ampliando significativamente a demanda por soluções capazes de garantir maior segurança energética, redução de custos e independência da rede elétrica. Esse cenário impulsionou os resultados da empresa no país. A Victron Energy registrou crescimento de 113% nas operações brasileiras ao longo de 2025 e alcançou 133% de expansão em participação de mercado no primeiro trimestre de 2026, consolidando o Brasil entre os mercados mais estratégicos da companhia no mundo. Com o webinar e sua participação na Intersolar South America 2026, a empresa busca estreitar ainda mais o relacionamento com integradores, distribuidores e parceiros, apresentando tecnologias que acompanham a rápida evolução do mercado brasileiro de armazenamento de energia e contribuem para acelerar a transição energética no país. Victron Energy promove Webinar para mostrar oportunidades em armazenamento de energia antes da Intersolar South America
- A Revolução Digital da Conformidade: O Impacto da Consulta Pública Inmetro nº 12/2026 no Setor de Energia
A modernização dos selos do Inmetro, através do projeto "Inmetro na Palma da Mão", promete transformar a rastreabilidade de equipamentos vitais para a transição energética, como módulos solares, baterias de lítio e cabeamento. A Revolução Digital da Conformidade: O Impacto da Consulta Pública Inmetro nº 12/2026 no Setor de Energia A rastreabilidade e a segurança de produtos regulamentados no Brasil estão prestes a passar por uma transformação digital sem precedentes. O Diário Oficial da União publicou a Consulta Pública Inmetro nº 12/2026, abrindo espaço para a sociedade debater a proposta de Portaria que altera significativamente os Selos de Identificação da Conformidade. Esta medida afeta diretamente categorias cruciais para a infraestrutura energética do país, com destaque para fios e cabos elétricos, baterias de lítio para armazenamento de energia em larga escala (BESS), além de sinalizar o futuro para equipamentos de geração distribuída. A essência desta consulta reside na integração destas categorias ao projeto "Inmetro na Palma da Mão", um ecossistema digital concebido para elevar a gestão, a rastreabilidade e a verificação de autenticidade a um novo patamar. Para o mercado de energia, as implicações vão muito além de uma simples troca de etiquetas; trata-se de uma reestruturação profunda nas operações logísticas e de conformidade regulatória que impactará desde a importação de componentes até a instalação final em campo. O Novo Paradigma da Rastreabilidade Digital A proposta submetida à consulta delineia um novo modelo de selo, incorporando elementos de segurança robustos e, fundamentalmente, um QR Code autenticável via smartphone. Esta inovação transfere o poder de fiscalização primária para as mãos do consumidor, do instalador integrador e do operador de usina, que poderão verificar instantaneamente a originalidade e a certificação do produto através do aplicativo oficial do Inmetro. Para as empresas, a transição exigirá: Adequação de Processos: Os fornecedores deverão registrar rigorosamente a utilização dos novos selos, o que demandará sistemas internos de controle mais sofisticados e integrados às plataformas do Inmetro. Isto inclui a sincronização com sistemas ERP, a rastreabilidade de lotes e a documentação de conformidade em tempo real. Novos Padrões Físicos: As alterações incluem novas dimensões, formas de aplicação e requisitos mais estritos de resistência e durabilidade dos selos, impactando diretamente as linhas de embalagem e produção global. Fabricantes precisarão validar novamente seus processos de impressão e aplicação. O Impacto Direto na Cadeia de Energia Solar e Armazenamento Embora a consulta pública aborde uma gama diversificada de produtos, as repercussões para os setores de energia solar, armazenamento e infraestrutura elétrica são particularmente sensíveis: 1. Fios, Cabos e Cordões Flexíveis Elétricos O cabeamento é a espinha dorsal de qualquer instalação elétrica, especialmente em sistemas fotovoltaicos onde a exposição às intempéries e à corrente contínua exige altíssima confiabilidade. Atualmente, a regulamentação Inmetro para fios e cabos flexíveis já estabelece requisitos rigorosos de isolamento, resistência térmica e mecânica, mas o mercado ainda sofre com a concorrência desleal de produtos subdimensionados—os chamados fios "desbitolados"—que representam grave risco de incêndio e falha de sistemas. A adoção do selo digital com QR Code dificultará imensamente a falsificação e a importação irregular de cabeamento não conforme. Instaladores e consumidores finais poderão validar a conformidade do cabo no momento da compra ou instalação, criando uma barreira efetiva contra produtos fraudulentos. Para fabricantes que investem em qualidade e conformidade técnica, isto representa uma proteção significativa de mercado e margem operacional. A rastreabilidade digital também facilita o mapeamento da origem do cabeamento em caso de falhas ou incidentes, permitindo recalls mais ágeis e precisos. Isto é especialmente relevante em grandes instalações de geração distribuída, onde um lote de cabo defeituoso pode comprometer múltiplos sistemas simultaneamente. 2. Baterias de Lítio e a Transformação do Armazenamento de Energia As baterias de lítio representam o futuro do armazenamento de energia em larga escala no Brasil. Com a aceleração da transição energética e a necessidade crescente de flexibilização da matriz elétrica, o mercado de sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems) está em trajetória exponencial de crescimento. Diferentemente das baterias de chumbo-ácido, que são tecnologia madura e com aplicações limitadas, as baterias de lítio oferecem densidade energética superior, maior ciclo de vida, melhor eficiência de conversão e custos decrescentes. A modernização do selo Inmetro para produtos de armazenamento é estratégica neste contexto. Baterias de lítio exigem rigorosos requisitos de segurança—incluindo proteção contra sobrecarga, curto-circuito, superaquecimento e explosão—que devem ser validados e rastreados ao longo de toda a vida útil do sistema. A implementação de um QR Code autenticável permite que operadores de usinas solares com armazenamento validem a autenticidade das baterias no momento da instalação e monitorem sua conformidade regulatória continuamente. Isto é particularmente relevante dado o volume crescente de importações de baterias de lítio da Ásia (especialmente China) e a sofisticação cada vez maior das operações de fraude. Um sistema BESS fraudulento ou subdimensionado pode representar riscos significativos de segurança, falha operacional e perda financeira para o operador da usina. A rastreabilidade digital via QR Code cria uma barreira efetiva contra produtos não conformes e falsificados. Além disso, a rastreabilidade permite que fabricantes e operadores implementem manutenção preditiva, monitorando o desempenho das baterias ao longo do tempo e identificando degradação precoce ou anomalias. Isto otimiza a vida útil dos sistemas BESS e maximiza o retorno sobre investimento. 3. Módulos Fotovoltaicos e Inversores (A Próxima Fronteira) Embora os módulos fotovoltaicos e inversores sejam regidos especificamente pela regulamentação Inmetro para equipamentos de geração de energia, a digitalização dos selos proposta pela Consulta Pública nº 12/2026 estabelece o padrão tecnológico que, inevitavelmente, será estendido a todos os equipamentos de geração. O setor solar, que já lida com a complexidade de importações e certificações rigorosas, deve observar este movimento de perto. A rastreabilidade via QR Code será uma ferramenta poderosa para combater o contrabando de painéis solares (descaminho) e garantir que apenas equipamentos com eficiência atestada pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) sejam conectados à rede. Isto é particularmente relevante dado o volume crescente de importações de módulos asiáticos e a sofisticação cada vez maior das operações de fraude. Para instaladores integradores e proprietários de usinas, a capacidade de verificar instantaneamente a conformidade de um painel solar via smartphone representa uma redução significativa de risco operacional e legal. Não há mais espaço para dúvidas sobre a autenticidade de um equipamento; a verificação é imediata, transparente e rastreável. Impactos Regulatórios e Estratégicos: O Que Observar Ao analisar a Consulta Pública Inmetro nº 12/2026 sob uma ótica estratégica e regulatória, dois pontos emergem como cruciais para o planejamento corporativo no setor de energia: 1. Controle de Estoque e Prazos de Transição A gestão do phase-out dos selos antigos será um teste de eficiência para a cadeia de suprimentos global, especialmente para importadores de equipamentos asiáticos. Fabricantes precisarão sincronizar a produção com os prazos de adequação estipulados, evitando a obsolescência regulatória de estoques nos portos e centros de distribuição. A experiência com transições regulatórias anteriores demonstra que o varejo costuma ter um prazo estendido (frequentemente até meados do ano subsequente à obrigatoriedade para a indústria), mas o alinhamento B2B deve ser imediato. Para empresas com operações integradas (fabricação, importação e distribuição), isto exigirá planejamento fino de produção e logística. Aquelas que não se prepararem adequadamente enfrentarão custos significativos de destruição de estoques ou multas por comercialização de produtos não conformes. 2. Combate à Concorrência Desleal e Fraudes A introdução do QR Code e a centralização da impressão na Casa da Moeda do Brasil representam um duro golpe contra a falsificação e a importação irregular. Para empresas que operam estritamente dentro da legalidade, arcando com a carga tributária correta e os custos de certificação, este movimento nivela o campo de jogo, protegendo market share e valor de marca contra players irregulares no mercado de geração distribuída, grandes usinas e sistemas BESS. A rastreabilidade aprimorada também facilita o trabalho dos órgãos de fiscalização (Inmetro, Polícia Federal, Receita Federal) no combate ao contrabando e à falsificação. Isto reduz a pressão competitiva de produtos irregulares e cria um ambiente mais previsível para investimentos em conformidade e qualidade. O Futuro do Armazenamento: Baterias de Lítio como Infraestrutura Crítica A transição para baterias de lítio como tecnologia dominante de armazenamento de energia representa uma mudança estrutural no mercado de energia brasileiro. Diferentemente da geração solar, que é descentralizada e pulverizada, os sistemas BESS tendem a ser concentrados em grandes usinas híbridas (solar + armazenamento) ou em parques de armazenamento dedicados. Isto amplifica o impacto regulatório e a necessidade de rastreabilidade rigorosa. A Consulta Pública Inmetro nº 12/2026 é, portanto, um sinal claro de que o regulador está preparando o arcabouço legal e tecnológico para a era do armazenamento em larga escala. Fabricantes e operadores que não se adaptarem rapidamente a este novo paradigma de rastreabilidade digital correrão riscos significativos de não conformidade, multas e perda de competitividade. Conclusão: A Hora de Agir O período de consulta pública é a janela crítica para que o setor produtivo alinhe as exigências técnicas da portaria com a realidade operacional das fábricas e importadoras. Participar ativamente deste debate não é apenas um exercício institucional, mas uma necessidade estratégica para mitigar riscos e moldar um ambiente de negócios mais seguro e competitivo na transição energética brasileira. Para fabricantes e importadores de cabos, baterias de lítio e equipamentos solares, o momento é agora: validar a compatibilidade dos processos produtivos com os novos padrões de selo, avaliar o impacto nos prazos de adequação e, acima de tudo, reconhecer que a rastreabilidade digital não é um custo regulatório, mas uma oportunidade de diferenciação competitiva e proteção de marca em um mercado cada vez mais sofisticado e exigente. A era do armazenamento de energia em larga escala está chegando. Quem se preparar agora estará à frente. Daniel Pansarella é executivo com vasta experiência no setor de energia solar, especializado em tributação, logística, cadeia produtiva de equipamentos e desenvolvimento de negócios para equipamentos solares nos mercados brasileiro e latino-americano. Atualmente, atua como Public Affairs & Business Developer Latam na Trina Solar, uma das principais fabricantes de módulos fotovoltaicos, Trackers e Storage do mundo. É também Vice-Presidente de Cadeia Produtiva do Conselho da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Diretor do Derex-FIESP e Conselheiro de empresas como Brasol (Siemens e BlackRock), Greener e Pacto Energia. Conheça mais em seu perfil no LinkedIn. A Revolução Digital da Conformidade: O Impacto da Consulta Pública Inmetro nº 12/2026 no Setor de Energia
- Scholz Energy inicia operações para ampliar acesso de empresas e consumidores ao Mercado Livre de Energia
Scholz Energy inicia operações para ampliar acesso de empresas e consumidores ao Mercado Livre de Energia Com atuação na Região Sul, nova Gestora de energia aposta em consultoria especializada para reduzir custos com energia e ampliar a competitividade de empresas por meio do Ambiente de Contratação Livre. Brasil, 4 de agosto de 2026 - A expansão do Mercado Livre de Energia vem criando oportunidades para empresas reduzirem custos e aumentarem a previsibilidade das despesas com eletricidade. De olho nesse cenário, a Scholz Energy inicia suas operações oferecendo serviços de gestão energética voltados a consumidores dos grupos A e B, além de soluções de energia por assinatura e consultoria para clientes residenciais. A proposta da empresa é simplificar o acesso às modalidades disponíveis no mercado de energia, realizando desde a análise do perfil de consumo até a gestão integral dos contratos, sem necessidade de investimentos em infraestrutura, instalação de equipamentos ou interrupção do fornecimento. Entre os diferenciais da empresa está a atuação consultiva para identificar o potencial de economia de cada consumidor. Segundo a Scholz Energy, empresas atendidas pela RGE podem obter redução de até 25% na conta de energia, enquanto consumidores da área de concessão da CEEE podem economizar até 15%, dependendo das características da unidade consumidora. Scholz Energy inicia operações para ampliar acesso de empresas e consumidores ao Mercado Livre de Energia O modelo também contempla soluções de energia por assinatura, permitindo que consumidores tenham acesso à energia proveniente de fontes renováveis sem a necessidade de instalar sistemas fotovoltaicos próprios. "O mercado de energia está passando por uma transformação importante, e muitas empresas ainda desconhecem que podem reduzir significativamente seus custos sem realizar obras ou alterar sua operação. Nosso papel é justamente tornar esse processo simples, transparente e seguro, permitindo que a energia deixe de ser apenas uma despesa e passe a ser uma ferramenta de competitividade", afirma Ester Caroline Scholz, fundadora da Scholz Energy. Ester Caroline Scholz, fundadora da Scholz Energy. Com mais de duas décadas de atuação na área comercial, Ester destaca que a empresa foi criada para oferecer uma gestão personalizada, baseada na análise técnica e financeira do consumo de cada cliente. "Cada empresa possui um perfil energético diferente. Antes de qualquer recomendação, realizamos um diagnóstico detalhado para identificar a melhor estratégia de contratação. Não vendemos apenas energia; entregamos gestão, previsibilidade e acompanhamento permanente para que nossos clientes possam focar em seus negócios enquanto cuidamos de toda a gestão energética. Mais do que vender uma solução, queremos ser parceiros dos nossos clientes", explica. Além do Mercado Livre de Energia, a Scholz Energy também acompanha oportunidades relacionadas à geração compartilhada e à energia por assinatura, modalidades que vêm ampliando o acesso de consumidores aos benefícios das fontes renováveis sem necessidade de investimentos próprios. Segundo a empresa, a expectativa é acompanhar o crescimento da migração de consumidores para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), movimento impulsionado pela abertura gradual do mercado brasileiro de energia e pela busca das empresas por maior eficiência operacional e redução de custos. Com atuação focada em consultoria personalizada, a empresa tem sede em Porto Alegre/RS e pretende expandir sua presença no Sul do Brasil, acompanhando o avanço do Mercado Livre de Energia, que deve atrair um número crescente de pequenas e médias empresas nos próximos anos. Sobre a Scholz Energy A Scholz Energy é uma empresa especializada em gestão estratégica de energia, oferecendo soluções para Mercado Livre de Energia, energia por assinatura e consultoria para consumidores dos grupos A, B e clientes residenciais. A empresa realiza a análise completa do perfil de consumo, identifica oportunidades de redução de custos e gerencia todo o processo de contratação, proporcionando economia, previsibilidade e transparência na gestão da energia. Scholz Energy inicia operações para ampliar acesso de empresas e consumidores ao Mercado Livre de Energia
- Produção de biometano cresce 75% no Brasil e pauta o 13º Fórum do Biogás
Com 21 plantas autorizadas e 48 em processo de autorização na ANP, país entra em uma nova fase do combustível renovável; encontro reunirá autoridades, investidores e empresas nos dias 11 e 12 de agosto, no São Paulo Expo Produção de biometano cresce 75% no Brasil e pauta o 13º Fórum do Biogás SÃO PAULO – O biometano brasileiro vive um momento de forte expansão. Em 2025, a produção nacional do combustível renovável cresceu aproximadamente 75%, saltando de 606,6 mil metros cúbicos por dia, em 2024, para 1,06 milhão de metros cúbicos diários. É nesse cenário de avanço acelerado que o Fórum do Biogás chega à sua 13ª edição, ampliando o debate sobre as oportunidades de crescimento do mercado e os desafios para sustentar esse ritmo nos próximos anos. Promovido pela Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABiogás), o evento será realizado nos dias 11 e 12 de agosto, no São Paulo Expo, em São Paulo. Os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) reforçam esse movimento. O país já soma 21 plantas de biometano autorizadas para comercialização, com capacidade instalada de aproximadamente 1,33 milhão de metros cúbicos normais por dia (Nm³/dia), além de 48 empreendimentos em processo de autorização, totalizando 69 unidades. Com a entrada em operação desses novos projetos, a capacidade nacional de produção poderá alcançar aproximadamente 3,37 milhões de Nm³/dia até 2028, ampliando a oferta de combustível renovável no país. “O crescimento da produção e o número de projetos em desenvolvimento mostram que o combustível deixou de ser apenas uma promessa e passou a ocupar um espaço estratégico no mercado de energia. O Fórum acontece justamente para reunir quem tem capacidade de transformar esse movimento em investimentos, infraestrutura e oferta efetiva para o país”, afirma Josiani Napolitano, presidente-executiva da ABiogás. Josiani Napolitano Novo ambiente regulatório será destaque no Fórum A expansão do biometano ocorre paralelamente à implementação do Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, criado pela Lei do Combustível do Futuro. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) estabeleceu uma meta inicial de redução de 0,5% das emissões no mercado de gás natural, a ser cumprida por meio da incorporação do biometano à matriz de suprimento de gás. O percentual corresponde a uma demanda estimada de 181,7 milhões de metros cúbicos no ano, ou 504,8 mil metros cúbicos por dia. Outro avanço foi a regulamentação, pela ANP, do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB). O instrumento permite comprovar a origem e a rastreabilidade do combustível renovável e será utilizado no cumprimento das metas de descarbonização estabelecidas para produtores e importadores de gás natural. Esses temas estarão entre os principais debates do 13º Fórum do Biogás, com painéis sobre o mandato do biometano na Lei do Combustível do Futuro, a regulamentação e a operacionalização do CGOB, a infraestrutura e a logística necessárias para o escoamento da produção e os benefícios tributários ao longo da cadeia. “Em 2026, o setor passa da construção das regras para a implementação da política pública. A previsibilidade sobre certificação, tributação, infraestrutura, financiamento e contratação de longo prazo será determinante para a velocidade dos novos investimentos. O Fórum permitirá que essas discussões aconteçam diretamente entre empresas, investidores e autoridades responsáveis pelas decisões”, destaca a presidente-executiva da ABiogás. Fórum reunirá agentes responsáveis pelo novo ciclo do mercado Considerado o maior encontro do setor na América Latina, o 13º Fórum do Biogás reunirá representantes do poder público, investidores, produtores, consumidores, instituições financeiras e empresas de toda a cadeia do biogás e do biometano. Entre os participantes confirmados estão representantes da ANP, do Ministério de Minas e Energia, da Empresa de Pesquisa Energética, de governos estaduais, da indústria, do setor de transportes e de empresas responsáveis por projetos de produção, infraestrutura e comercialização do combustível. A programação também abordará segurança energética, abertura do mercado de gás, mobilidade urbana, gestão de resíduos, transporte de cargas, tributação, financiamento, desenvolvimento tecnológico e novas aplicações para o biogás e o biometano. A edição anterior, realizada em setembro de 2025, reuniu mais de 1.500 participantes e 55 patrocinadores no São Paulo Expo. Durante o evento, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, assinou o decreto que criou o programa Bio SP, estabelecendo regras para a incorporação progressiva do biometano à frota municipal de ônibus e veículos de coleta de resíduos. Patrocínio e apoio institucional O 13º Fórum do Biogás segue com a Orizon como patrocinadora Master e a Solví como patrocinadora Diamante, além de patrocinadores Ouro e Prata e apoio institucional de entidades como CIBiogás, APINE, Amplum Biogás, ACATE, Rede Mulheres do Biogás, COGEN e EMBRAPII, entre outras. Inscrições As inscrições para o 13º Fórum do Biogás já estão abertas. O Ingresso Padrão está no Lote 3, válido até 12 de agosto, com acesso aos conteúdos dos dois dias, à área de exposição e ao certificado digital de participação. Associados da ABiogás contam com valor especial, mediante solicitação de código de desconto. Há ainda o Ingresso VIP, em lote único, com acesso integral aos dois dias, entrada exclusiva na sala de palestrantes, acesso à área de imprensa e kit personalizado do evento. Dia 1 — 11 de agosto 9h00 – Cerimônia de abertura 11h00 – Plenária Principal - Biogás e biometano: diversificando a matriz e fortalecendo a segurança energética 14h00 – “Mandato de biometano na Lei Combustível do Futuro” e “Infraestrutura e logística do biometano” 16h00 – “Integração do biometano à política climática” e “Biometano nas cidades: mobilidade urbana e gestão de resíduos” Dia 2 — 12 de agosto 09h00 – “CGOB: regulação e operacionalização” e “Valorização do digestato e economia circular” 11h00 – “Os benefícios tributários ao longo da cadeia do biogás e biometano” e “Biometano no transporte de carga” 14h00 – “Biometano na abertura do mercado de gás” e “Descentralização do biogás: pequenos projetos, inclusão social e sustentabilidade socioambiental” 16h00 – “Desenvolvimento tecnológico, eficiência operacional e segurança na cadeia de valor do biogás” e “Diversificação dos usos do biogás” Serviço Data: 11 e 12 de agosto de 2026 Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, Km 1,5 Vila Água Funda, São Paulo/SP – CEP 04329-900 Inscrições e informações completas: www.forumdobiogas.com.br Produção de biometano cresce 75% no Brasil e pauta o 13º Fórum do Biogás
- Com recorde de público e debates sobre transição energética, Curitiba sediou o 31º Fórum GD, 7º Fórum ABREN e 13ª Feira Reciclação
Megaevento unificado reuniu mais de dois mil congressistas, investidores e lideranças setoriais no Centro de Eventos Positivo para debater transição energética, bioenergia e economia circular CURITIBA (PR) — Realizado com o apoio oficial da WCA (World Biogas Association) e da ABREN (Associação Brasileira de Energia de Resíduos), o encontro unificado que reuniu a 13ª Feira Reciclação, o 31º Fórum Regional de Geração Distribuída (Fórum GD Sul/Sudeste) e o 7º Fórum de Energia de Resíduos (Fórum ABREN) encerrou sua programação na última semana, no Centro de Eventos Positivo (Parque Barigui), consolidando Curitiba como o grande centro de debates sobre transição energética e sustentabilidade no país. Organizado pelo Grupo FRG Mídias & Eventos e pela Monte Bello Feiras & Eventos, o evento reuniu mais de duas mil pessoas ao longo dos três dias de imersão entre executivos do setor elétrico, recicladores, gestores públicos, especialistas e investidores. A programação integrada destacou a convergência estratégica entre geração solar distribuída, recuperação energética de resíduos, saneamento e soluções em bioenergia e biometano para o mercado nacional. Imersão Técnica, Regulamentação e Tendências Tecnológicas Ao longo de três dias de intensa programação técnica distribuída em 11 painéis estratégicos e palestras temáticas, o público acompanhou discussões profundas sobre os caminhos da energia limpa e da gestão de resíduos no Brasil: Regulamentação e Segurança Jurídica: Painéis detalharam os impactos da Lei nº 14.300, riscos fundiários na aquisição de terras e novos modelos de negócios focados em geração compartilhada, consórcios e crédito. Inovação e Armazenamento: A integração de smart grids, minirredes inteligentes (com palestra de abertura do IEE-USP) e o papel do armazenamento de energia diante da demanda de Data Centers e da digitalização via Inteligência Artificial ganharam destaque no segundo dia. ESG, Indústria e Agronegócio: Casos práticos demonstraram a aplicação da geração distribuída para redução de custos na indústria, no comércio e no setor rural (irrigação e agroindústria), além da incorporação de infraestruturas para mobilidade elétrica e cidades inteligentes (smart cities). Estratégias Comerciais: Painéis focados em automação, CRM, aceleração de vendas e capacitação técnica orientaram integradores e empresários sobre a bancabilidade econômico-financeira de projetos e estratégias de escalabilidade de mercado. Vozes do Setor Para Tiago Fraga, CEO do Grupo FRG Mídias & Eventos, a integração entre as diferentes pontas da cadeia sustentável em um único local foi o grande divisor de águas desta edição. "O principal triunfo deste megaevento foi conseguir conectar, no mesmo ambiente, quem desenvolve tecnologia, quem opera no campo, os órgãos reguladores e os fundos de investimento. O Brasil enfrenta desafios regulatórios e econômicos em energia renovável, mas também carrega um passivo ambiental em resíduos que pode ser transformado em matéria-prima para a geração de energia limpa. Curitiba mostrou que a convergência entre solar, bioenergia e economia circular é o caminho definitivo para impulsionar negócios e acelerar a transição energética nacional” destaca ele. A consolidação do mercado de recuperação energética também foi destacada pelo presidente executivo da ABREN. "O 7º Fórum ABREN foi um sucesso absoluto e confirmou que a energia de resíduos deixou de ser uma promessa e virou uma agenda concreta de investimento no Brasil. Durante dois dias, reunimos em Curitiba empresas nacionais e internacionais, gestores públicos, investidores e especialistas em torno de um mesmo objetivo: transformar os resíduos que o Brasil gera por ano em energia, receita e desenvolvimento local. Saímos do evento com um ambiente de negócios muito mais maduro e com a certeza de que os R$ 500 bilhões em potencial de investimento no setor irão se materializar em projetos reais” pontua Yuri Schmitke, presidente executivo da ABREN. Pela organização da Feira Reciclação, o balanço positivo reforçou o papel de ponte entre tecnologia e oportunidades comerciais: "A Reciclação 2026 encerra cumprindo seu propósito de reunir empresas, profissionais, recicladores, especialistas e gestores públicos em um ambiente voltado à inovação e à geração de negócios para os setores de reciclagem, saneamento, energias alternativas e economia circular. O evento se reafirma como o principal promotor da sustentabilidade ambiental no Sul do Brasil, e já projetamos a próxima edição em Camboriú (SC), sob a marca Reciclação - Waste Tech Brasil 2027” finaliza Valdi Bello, Diretor da Empresa Montebello Eventos. Entre os patrocinadores e apoiadores, por sua vez, estiveram empresas como INOXPAR, Bao Ribeiro Advogados, Carbon Global, CCM Estruturas, Inox Power, Garantia Solar BIPV, Matsuoka Engineering, Coli Advocacia, Estrutech, Sunfix, Bazico, Redivivus, Sanepar, TPI Power, Pwave Plan, EBP e Keppel Seghers. Sobre o Evento O que é: 13ª Feira Reciclação | 31º Fórum GD Sul/Sudeste | 7º Fórum ABREN (Energia de Resíduos) Aconteceu: 29, 30 e 31 de julho Local: Centro de Eventos Positivo (Parque Barigui) – Curitiba/PR Apoio Oficial: WCA (World Biogas Association) e ABREN (Associação Brasileira de Energia de Resíduos) Realização: Grupo FRG Mídias & Eventos e Monte Bello Feiras & Eventos Eixos Temáticos: Geração Distribuída Solar, Valorização Energética de Resíduos, Biogás/Biometano, Cidades Inteligentes, Mobilidade Elétrica e Reciclagem Industrial. Com recorde de público e debates sobre transição energética, Curitiba sediou o 31º Fórum GD, 7º Fórum ABREN e 13ª Feira Reciclação











