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- Trael apresenta transformador que corrige oscilações de energia sem interromper o fornecimento
Tecnologia desenvolvida pela indústria mato-grossense foi destaque na EnergyFarm e apresenta solução para reduzir problemas de tensão em propriedades rurais, pivôs de irrigação e redes de distribuição Trael apresenta transformador que corrige oscilações de energia sem interromper o fornecimento A estabilidade no fornecimento de energia elétrica para o agronegócio esteve no centro das discussões da Energy Farm, evento realizado dentro da GreenFarm, em Cuiabá. Na quinta-feira (28.05), o engenheiro da Trael Transformadores, Elton Jeser, apresentou uma tecnologia que vem ganhando espaço nas concessionárias de energia e que pode ajudar a resolver um dos principais desafios enfrentados no campo: as oscilações de tensão em regiões atendidas por longas redes de distribuição. A palestra abordou os transformadores de distribuição autorreguláveis, equipamento desenvolvido pela Trael em parceria com a empresa Alemã MR que consegue corrigir automaticamente variações de tensão sem a necessidade de desligar a rede elétrica. A solução é considerada estratégica para áreas rurais onde a distância das subestações, o crescimento da geração solar e a utilização de equipamentos de alta potência, como pivôs de irrigação, costumam provocar quedas ou elevações na tensão fornecida. Segundo Elton Jeser, os transformadores convencionais exigem interrupções no fornecimento para que ajustes sejam realizados. Já o modelo autorregulável opera com um sistema de comutação sob carga, permitindo correções automáticas enquanto o equipamento permanece energizado. “Quando a tensão sai da faixa adequada, o próprio transformador identifica essa variação e faz os ajustes necessários automaticamente. Isso acontece sem interromper o fornecimento de energia e garante maior estabilidade para o consumidor”, explicou. A tecnologia utiliza um sistema de monitoramento contínuo da tensão e realiza correções em tempo real por meio de um comutador automático instalado no equipamento. O processo de ajuste leva poucos segundos e permite manter a qualidade da energia dentro dos parâmetros exigidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Embora tenha sido inicialmente desenvolvida para aplicações industriais na Europa, a solução vem sendo adotada pelas concessionárias brasileiras e começa a despertar interesse do setor agropecuário. De acordo com o engenheiro, propriedades rurais localizadas em finais de linha, áreas com geração distribuída e sistemas de irrigação estão entre os principais beneficiados. “O agro tem particularidades que exigem estabilidade de tensão. Em muitos casos, as redes são extensas e as cargas são elevadas. O transformador autorregulável ajuda a corrigir essas distorções e permite que os equipamentos continuem operando de forma adequada”, afirmou. Pioneira no desenvolvimento desse tipo de transformador para redes de distribuição, no Brasil, a Trael atua há cerca de dois anos nesse mercado e já fornece equipamentos para algumas das maiores concessionárias do país, entre elas CPFL, RGE e CEMIG. Dados apresentados durante a palestra mostram que a tecnologia tem contribuído para reduzir índices de transgressão de tensão monitorados pela Aneel, melhorando a qualidade da energia entregue aos consumidores e reduzindo a necessidade de investimentos mais complexos em expansão de redes e infraestrutura elétrica. Com fábrica instalada em Cuiabá há 34 anos, a Trael produz mais de 6 mil transformadores por mês e soma mais de 800 mil unidades fabricadas ao longo de sua história, atendendo o mercado nacional e clientes internacionais. Trael apresenta transformador que corrige oscilações de energia sem interromper o fornecimento
- MT Trifásico é avanço, mas estado precisa de plano energético mais amplo, diz Sindenergia
Presidente da entidade avalia que programa lançado pelo Governo de Mato Grosso ajuda a reduzir gargalos históricos, mas alerta que a demanda por energia cresce mais rápido que a capacidade de expansão da infraestrutura. MT Trifásico é avanço, mas estado precisa de plano energético mais amplo, diz Sindenergia O lançamento do programa MT Trifásico pelo Governo de Mato Grosso na quinta-feira (28.05) foi recebido como um passo importante para ampliar a oferta de energia no interior do estado, mas ainda insuficiente diante do ritmo de crescimento da demanda energética mato-grossense. A avaliação é do presidente do Sindenergia Mato Grosso, Carlos Garcia, que defende a construção de uma política mais ampla para garantir a segurança energética necessária ao desenvolvimento econômico nas próximas décadas. Anunciado pelo Governo do Estado em parceria com a Energisa, o programa prevê investimentos de R$ 1,4 bilhão até 2030 para implantação de cinco mil quilômetros de rede trifásica, beneficiando assentamentos, pequenas propriedades rurais, agroindústrias e regiões que ainda enfrentam limitações no fornecimento de energia. Para Garcia, o valor representa apenas uma parcela dos investimentos necessários para solucionar os desafios estruturais do setor, mas inaugura um modelo importante de atuação conjunta entre o poder público e a concessionária. "Em termos de investimento, ele representa pouco do que precisamos para solucionar o problema energético do estado. Mas representa muito na construção de um caminho para enfrentar esse desafio, principalmente porque cria uma solução sem transferir esse custo para a tarifa do consumidor", afirmou. Segundo o presidente do Sindenergia, a energia elétrica se tornou o principal gargalo de infraestrutura de Mato Grosso após os avanços registrados em áreas como rodovias e ferrovias. Ele cita que o estado conseguiu avançar na logística de transporte nos últimos anos e agora precisa voltar sua atenção para a expansão da infraestrutura energética, considerada essencial para sustentar o crescimento do agronegócio, da indústria e de novos empreendimentos. "A energia elétrica é hoje o principal desafio de infraestrutura do estado. O MT Trifásico é um início importante, mas precisamos construir uma solução mais abrangente para acompanhar o desenvolvimento que Mato Grosso está vivendo", destacou. Garcia também voltou a defender a criação de um programa estadual de desenvolvimento energético, reunindo governo, setor produtivo, concessionária e investidores para planejar as necessidades futuras do estado. Na avaliação dele, já existem diversas iniciativas isoladas em andamento, mas falta uma estratégia integrada capaz de identificar prioridades, coordenar investimentos e antecipar demandas que surgirão nos próximos anos. "Precisamos organizar tudo o que já está sendo feito, entender o que ainda falta e construir um planejamento de longo prazo. A demanda energética de Mato Grosso cresce cerca de 50% acima da média nacional e isso exige uma resposta à altura", afirmou. O dirigente ressalta que os investimentos atualmente previstos, incluindo os anunciados na renovação da concessão da Energisa, são voltados principalmente para corrigir deficiências já existentes na rede. "Esses investimentos ajudam a resolver os gargalos atuais. Eles não estão sendo feitos para atender a demanda futura, mas para suprir necessidades que já existem hoje", observou. Com a expectativa de crescimento de aproximadamente 50% da produção agrícola nos próximos dez anos, Garcia acredita que Mato Grosso precisará diversificar sua matriz energética e aproveitar melhor outras fontes disponíveis no estado. MT Trifásico é avanço, mas estado precisa de plano energético mais amplo, diz Sindenergia
- Sindenergia cobra política de Estado para evitar apagão no crescimento de MT
Sindenergia cobra política de Estado para evitar apagão no crescimento de MT Durante painel na GreenFarm, Carlos Garcia defendeu a criação de um programa estadual de desenvolvimento energético e alertou que a infraestrutura atual não acompanhará a demanda do agronegócio e da indústria O presidente do Sindenergia Mato Grosso, Carlos Garcia, defendeu a criação de um programa estadual de desenvolvimento energético para garantir que o crescimento econômico de Mato Grosso não seja freado pela falta de infraestrutura elétrica. O posicionamento foi feito durante o Painel "Energia que Move o Agro: Liderança, Política e Futuro do Brasil", realizado na quinta-feira (28.05), dentro da programação da GreenFarm. Segundo Garcia, a expansão da demanda por energia no estado já ocorre em ritmo superior à média nacional e tende a se acelerar nos próximos anos com o avanço do agronegócio, da industrialização, da geração distribuída, da eletromobilidade e de novas tecnologias no campo. Para ele, Mato Grosso precisa deixar de atuar apenas para solucionar problemas pontuais e passar a planejar o futuro energético do estado de forma estratégica. "O principal desafio de infraestrutura de Mato Grosso hoje é a energia elétrica. Se não houver um plano estruturado, o estado corre o risco de enfrentar gargalos que podem comprometer o desenvolvimento econômico", afirmou. Durante o debate, Garcia destacou que Mato Grosso possui características únicas, tanto pela extensão territorial quanto pela velocidade de crescimento econômico. Como consequência, a demanda energética estadual cresce cerca de 50% acima da média nacional, impulsionada principalmente pelo agronegócio. Além disso, projeções apontam aumento de superior 50% na produção de grãos nos próximos dez anos, cenário que exigirá ainda mais investimentos em geração, transmissão e distribuição de energia. Na avaliação do presidente do Sindenergia, ampliar apenas a infraestrutura convencional não será suficiente para atender a essa expansão. Por isso, ele defendeu que o Estado trabalhe simultaneamente em diferentes frentes, incluindo biogás, biometano, biodiesel, energia solar, armazenamento de energia e novas tecnologias voltadas à sustentabilidade. "Precisamos desenvolver todas as alternativas energéticas disponíveis. Mato Grosso tem potencial para liderar esse processo, mas precisa ser mais ousado na construção de uma política energética de longo prazo", disse. Outro ponto levantado pelo dirigente foi a necessidade de criar incentivos para sistemas de armazenamento de energia, tecnologia que, segundo ele, ganhará protagonismo nos próximos anos diante das limitações da rede elétrica e da expansão da geração solar. O armazenamento pode ajudar produtores rurais e indústrias a reduzir custos, melhorar a qualidade da energia e aumentar a autonomia energética em regiões onde a infraestrutura não acompanha o ritmo do desenvolvimento econômico. "Mato Grosso é um dos líderes no País em produção de energia renovável, mas ainda enfrenta dificuldades para transformar esse potencial em desenvolvimento local. Precisamos criar condições para que a sustentabilidade também gere retorno econômico para quem investe", afirmou. Ao encerrar sua participação, o presidente do Sindenergia voltou a defender a criação de um programa estadual de desenvolvimento energético, reunindo governo, setor produtivo e investidores para planejar a expansão da oferta de energia nas próximas décadas. Segundo ele, o desafio vai além de garantir eletricidade para atender a demanda atual. A meta deve ser preparar Mato Grosso para sustentar o crescimento econômico projetado para os próximos anos sem que a energia se torne um obstáculo ao desenvolvimento do estado. Sindenergia cobra política de Estado para evitar apagão no crescimento de MT
- 🇧🇷 EP20 – Inteligência artificial e o futuro do trabalho: profissões, desemprego e novas habilidades
Série Especial EnergyChannel | Inteligência Artificial: Tudo o Que Precisamos Saber 🇧🇷 EP20 – Inteligência artificial e o futuro do trabalho: profissões, desemprego e novas habilidades O que é inteligência artificial e o futuro do trabalho A inteligência artificial e o futuro do trabalho representam a transformação profunda das relações profissionais impulsionada pela automação, algoritmos e sistemas inteligentes. A IA passa a assumir tarefas repetitivas, analíticas e até criativas. Esse movimento redefine funções, carreiras e modelos de emprego. Como a inteligência artificial e o futuro do trabalho se conectam A conexão entre inteligência artificial e o futuro do trabalho ocorre por meio da automação de processos, da análise de dados e do suporte à tomada de decisão. Empresas utilizam IA para aumentar produtividade, reduzir custos e melhorar eficiência. O trabalho humano passa a ser redesenhado. Inteligência artificial e o futuro do trabalho nas profissões atuais A inteligência artificial e o futuro do trabalho impactam profissões em diferentes níveis. Algumas funções são automatizadas, enquanto outras se transformam com o apoio de sistemas inteligentes. Profissões técnicas, administrativas e criativas já sentem esses efeitos. Inteligência artificial e o futuro do trabalho e o risco de desemprego O avanço da inteligência artificial e o futuro do trabalho gera preocupação com o desemprego tecnológico. Atividades altamente repetitivas estão mais expostas à automação, exigindo políticas de transição e requalificação. O desafio está em equilibrar eficiência e inclusão social. Inteligência artificial e o futuro do trabalho e a criação de novas profissões Ao mesmo tempo, a inteligência artificial e o futuro do trabalho criam novas carreiras ligadas a dados, tecnologia, ética digital e gestão de sistemas inteligentes. A economia digital amplia oportunidades em áreas emergentes. Inteligência artificial e o futuro do trabalho e as novas habilidades A inteligência artificial e o futuro do trabalho exigem novas habilidades, como pensamento crítico, criatividade, alfabetização digital e capacidade de trabalhar com IA. Competências humanas tornam-se mais valiosas. Inteligência artificial e o futuro do trabalho e a educação profissional A formação profissional precisa acompanhar a inteligência artificial e o futuro do trabalho. Programas de capacitação e educação continuada tornam-se essenciais para manter a empregabilidade. A aprendizagem ao longo da vida passa a ser regra. Inteligência artificial e o futuro do trabalho e relações trabalhistas A inteligência artificial e o futuro do trabalho impactam contratos, jornadas e modelos de trabalho remoto e híbrido. Plataformas digitais e algoritmos influenciam a gestão do trabalho. A legislação trabalhista enfrenta novos desafios. Inteligência artificial e o futuro do trabalho e desigualdade social Sem políticas adequadas, a inteligência artificial e o futuro do trabalho podem ampliar desigualdades sociais e econômicas. O acesso desigual à educação e à tecnologia pode aprofundar diferenças. A inclusão digital torna-se estratégica. O futuro da inteligência artificial e o futuro do trabalho O futuro da inteligência artificial e o futuro do trabalho será definido pela forma como governos, empresas e sociedade lidam com essa transição. A IA pode ser uma aliada do desenvolvimento humano ou um fator de exclusão. A governança tecnológica será decisiva. 🇧🇷 EP20 – Inteligência artificial e o futuro do trabalho: profissões, desemprego e novas habilidades
- Artigo 4 – Povos originários, agricultura familiar e inclusão social no mercado de carbono
(Parte da série de 15 artigos sobre o SBCE e a nova economia verde no Brasil) Artigo 4 – Povos originários, agricultura familiar e inclusão social no mercado de carbono O Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), criado pela Lei nº 15.042, não é apenas um mecanismo econômico e ambiental. Ele também abre espaço para uma transformação social profunda, ao incluir povos originários e agricultores familiares como protagonistas na geração de créditos de carbono e na valorização dos ativos ambientais. Este quarto artigo da série mostra como comunidades tradicionais podem se beneficiar diretamente desse novo mercado e quais desafios precisam ser superados para garantir inclusão justa e efetiva. 📌 Benefícios para comunidades tradicionais Valorização da floresta em pé: povos indígenas e agricultores familiares que preservam ecossistemas passam a ser remunerados por serviços ambientais. Renda sustentável: projetos de reflorestamento e conservação podem gerar créditos de carbono certificados, vendidos no mercado regulado. Fortalecimento cultural: ao reconhecer o valor econômico da preservação, o SBCE reforça modos de vida tradicionais. Segurança territorial: remuneração por serviços ambientais ajuda a proteger terras indígenas contra invasões e desmatamento ilegal. ⚙️ Como funciona na prática Inventários de emissões: comunidades podem participar de projetos que mensuram e reduzem emissões. Créditos de carbono: cada tonelada de CO₂ evitada ou removida pode ser transformada em crédito negociável. Fundos ambientais: há propostas de destinar parte dos créditos para remunerar diretamente povos originários e agricultores familiares. Parcerias com empresas: companhias que precisam compensar emissões podem financiar projetos locais, garantindo renda contínua. 🎯 Inclusão social e desafios Capacitação: comunidades precisam de suporte técnico e jurídico para acessar o mercado sem serem exploradas por intermediários. Transparência: fundos e percentuais destinados às comunidades devem ter regras claras para evitar desvios. Justiça social: é essencial garantir que os benefícios cheguem de forma equitativa, evitando concentração de recursos em poucos projetos. Resistência de setores econômicos: alguns segmentos podem judicializar ou tentar limitar a participação de comunidades no mercado. 🌱 Impacto esperado Comunidades locais: acesso a novas fontes de renda e fortalecimento da autonomia. Empresas: possibilidade de construir parcerias sustentáveis e melhorar sua imagem ESG. Sociedade: inclusão social e valorização da diversidade cultural. Meio ambiente: preservação efetiva de ecossistemas, com benefícios diretos para o clima global. ⚖️ Reconhecimento aos guardiões da natureza O SBCE não é apenas um mercado de carbono: é também uma ferramenta de inclusão social. Povos originários e agricultores familiares, que sempre foram guardiões da natureza, passam a ser reconhecidos como agentes econômicos da nova economia verde. Este quarto artigo da série reforça que a transição para uma economia de baixo carbono precisa ser também uma transição justa e inclusiva. No próximo texto, vamos comparar o SBCE com outros mecanismos existentes no Brasil e no mundo, mostrando como o país se posiciona nesse cenário global. Artigo 4 – Povos originários, agricultura familiar e inclusão social no mercado de carbono
- Armazenar energia é o próximo passo da revolução energética no agro, afirma Merivaldo Brito
Palestrante da Energy Farm, Merivaldo Britto defende que baterias e sistemas de armazenamento serão fundamentais para garantir segurança energética, autonomia e expansão da produção rural Armazenar energia é o próximo passo da revolução energética no agro, afirma Merivaldo Brito O avanço do armazenamento de energia será um dos fatores mais importantes para sustentar o crescimento do agronegócio brasileiro nos próximos anos. A avaliação é de Merivaldo Brito, fundador da Tudo Energia, que participou como palestrante e mediador de debates na Energy Farm, realizada dentro da programação da GreenFarm, em Cuiabá (MT). Segundo ele, a discussão sobre energia no campo já não se resume apenas à geração, especialmente por meio da energia solar. O desafio agora é garantir que essa energia esteja disponível quando o produtor precisar, reduzindo a dependência da rede elétrica e aumentando a segurança operacional das propriedades rurais. "Não basta apenas gerar energia. É preciso armazenar. O armazenamento é o que garante autonomia e segurança energética para o produtor, principalmente em locais onde a infraestrutura ainda apresenta limitações", afirmou. Durante o evento, Brito destacou que o setor elétrico brasileiro vive uma transformação semelhante à ocorrida com a energia solar na última década. Se antes havia resistência à geração fotovoltaica, hoje o mesmo acontece com os sistemas de armazenamento por baterias, conhecidos como BESS (Battery Energy Storage System). Para ele, a tendência é que a tecnologia se popularize rapidamente à medida que os custos continuem caindo e os benefícios se tornem mais evidentes para consumidores rurais e industriais. "O armazenamento está passando por uma mudança significativa. Assim como aconteceu com a energia solar, os preços estão caindo e a tecnologia está ficando mais acessível. Isso abre uma oportunidade enorme para o agronegócio", avaliou. Merivaldo observou que grande parte das propriedades rurais de Mato Grosso ainda enfrenta limitações de infraestrutura elétrica, principalmente em regiões atendidas por redes monofásicas ou distantes dos grandes centros de distribuição. Nesse cenário, o armazenamento surge como alternativa para garantir maior estabilidade energética sem depender exclusivamente da expansão da rede convencional. "O produtor não pode ficar esperando apenas a chegada de novas linhas ou de investimentos da distribuidora. As novas tecnologias permitem que ele tenha mais autonomia e mais segurança para produzir", disse. O empresário também destacou experiências internacionais que vêm acelerando a adoção de baterias em larga escala. Ele citou exemplos observados nos Estados Unidos, China e África do Sul, onde o armazenamento tem sido utilizado para complementar a geração solar e aumentar a confiabilidade do sistema elétrico. Na Califórnia, segundo ele, uma parcela significativa da energia fotovoltaica já passa por sistemas de armazenamento antes de ser utilizada. Já na África do Sul, onde interrupções no fornecimento são frequentes, as baterias se tornaram essenciais para garantir o funcionamento de propriedades rurais e empresas. Além dos desafios tecnológicos, Brito defende avanços regulatórios e maior qualificação profissional para acelerar a adoção dessas soluções no Brasil. Para ele, o desenvolvimento do setor passa pela integração entre governo, empreendedores, distribuidoras e consumidores. "O armazenamento não é apenas uma questão tecnológica. É uma questão regulatória, de capacitação e de planejamento. Quando esses fatores caminham juntos, a transição energética acontece de forma mais rápida e eficiente", afirmou. Na avaliação do fundador da Tudo de Energia, o maior desafio do setor energético brasileiro continua sendo transformar as necessidades já conhecidas do mercado em soluções efetivamente implementadas. Ele defende também a criação de políticas públicas e programas permanentes voltados à formação de profissionais, à inovação e ao planejamento energético, especialmente em estados como Mato Grosso, onde o crescimento econômico ocorre em ritmo superior à média nacional. "O Brasil já conhece os problemas e já possui muitas das soluções. O que falta é conectar esses dois pontos com planejamento, qualificação e execução. É isso que vai garantir a energia necessária para sustentar o crescimento do agro e da economia nos próximos anos", concluiu. Armazenar energia é o próximo passo da revolução energética no agro, afirma Merivaldo Brito
- Energia solar para empresas: eficiência operacional, previsibilidade e vantagem competitiva
A adoção de energia solar no setor empresarial deixou de ser apenas uma iniciativa de redução de custos. Hoje, ela se consolida como uma ferramenta estratégica para melhorar eficiência, aumentar previsibilidade e fortalecer a competitividade. A energia passa a ser um ativo gerenciável dentro da operação do negócio. Muito além da economia na conta de luz Historicamente, o principal driver da energia solar para empresas foi financeiro: Redução de despesas operacionais Proteção contra aumento tarifário Mas, com a evolução do setor, o valor vai além. Empresas passam a enxergar a energia solar como: Ferramenta de controle de custos Recurso estratégico de operação Parte da agenda de sustentabilidade Diferencial competitivo Consumo simultâneo: onde está o ganho real Diferente do setor residencial, muitas empresas consomem energia durante o dia — justamente no horário de maior geração solar. Isso cria um cenário altamente favorável: Maior aproveitamento da energia gerada Menor dependência da rede elétrica Redução de perdas associadas à compensação O sistema deixa de ser apenas compensação e passa a atuar diretamente na operação. Previsibilidade energética Para empresas, previsibilidade é essencial. Oscilações de custo impactam diretamente: Margens de lucro Planejamento financeiro Competitividade Com energia solar, é possível: Estabilizar parte do custo energético Reduzir exposição a variações tarifárias Melhorar o planejamento de longo prazo Gestão inteligente da energia A evolução tecnológica permite que empresas não apenas gerem energia, mas gerenciem seu uso. Com sistemas mais avançados: Monitoramento detalhado da geração Análise de consumo em tempo real Identificação de desperdícios Otimização de processos energéticos Energia passa a ser gerida como qualquer outro recurso estratégico da empresa. Redução de perdas operacionais Ambientes comerciais e industriais frequentemente apresentam desafios como: Equipamentos com consumo variável Picos de demanda Ineficiências energéticas Com maior visibilidade, é possível: Ajustar processos Melhorar eficiência operacional Reduzir perdas invisíveis Segurança e continuidade operacional Para empresas, interrupções e falhas podem gerar prejuízos significativos. Por isso, a segurança dos sistemas solares ganha ainda mais relevância. Soluções mais modernas oferecem: Maior controle sobre o sistema Redução de riscos elétricos Monitoramento contínuo Resposta mais rápida a falhas Retorno financeiro ampliado O retorno do investimento em energia solar para empresas vai além da economia direta. Inclui: Redução de custos operacionais Aumento da eficiência energética Valorização do ativo Melhoria da imagem institucional Sustentabilidade como estratégia A energia solar também se conecta à agenda ESG das empresas. Redução de emissões Uso de energia limpa Posicionamento de marca Cada vez mais, isso influencia decisões de clientes, investidores e parceiros. Escalabilidade para acompanhar o crescimento Empresas crescem — e seu consumo energético também. Sistemas solares mais flexíveis permitem: Expansão conforme a demanda Ajustes ao longo do tempo Melhor adaptação a mudanças operacionais O cenário brasileiro No Brasil, o segmento comercial é um dos que mais cresce na adoção de energia solar. Ao mesmo tempo, as empresas estão mais exigentes: Querem previsibilidade Exigem performance Buscam controle Isso impulsiona a adoção de soluções mais inteligentes. A energia como vantagem competitiva A principal mudança talvez seja essa: Energia deixa de ser custo fixo e passa a ser vantagem estratégica. Empresas que conseguem controlar melhor sua energia operam com mais eficiência, mais previsibilidade e maior competitividade. Conclusão: da economia à estratégia A energia solar empresarial evoluiu. Ela não é mais apenas uma solução para economizar, mas uma ferramenta para melhorar a operação como um todo. E, em um ambiente competitivo, quem controla melhor seus custos e recursos sai na frente. Próximo episódio No próximo capítulo: Energia solar em apartamentos: o avanço da geração urbana e a democratização do acesso Energia solar para empresas: eficiência operacional, previsibilidade e vantagem competitiva
- Artigo 3 – Empregos verdes: a nova fronteira do trabalho no Brasil
Oportunidades do novo mercado verde Artigo 3 – Empregos verdes: a nova fronteira do trabalho no Brasil A criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) pela Lei nº 15.042 não impacta apenas empresas e investidores. Ela abre espaço para uma nova fronteira no mercado de trabalho: os empregos verdes. São funções voltadas para atividades que reduzem emissões, preservam ecossistemas e impulsionam a transição para uma economia de baixo carbono. Este artigo mostra como o SBCE pode transformar o mundo do trabalho no Brasil, criando oportunidades em diversos setores e exigindo novas qualificações profissionais. 📌 O que são empregos verdes Definição: ocupações que contribuem diretamente para a proteção ambiental e para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Exemplos globais: engenheiros de energias renováveis, especialistas em economia circular, auditores ambientais, técnicos em eficiência energética. No Brasil: funções ligadas à agricultura sustentável, reflorestamento, gestão de resíduos e inovação tecnológica. ⚙️ Setores com maior potencial de geração de empregos verdes Energia renovável: instalação e manutenção de painéis solares, turbinas eólicas e sistemas de biomassa. Construção civil: arquitetos e engenheiros especializados em edificações sustentáveis e certificações ambientais. Resíduos e reciclagem: profissionais voltados para logística reversa, reaproveitamento de materiais e economia circular. Agronegócio: técnicos em práticas regenerativas, bioinsumos e manejo sustentável. Finanças verdes: analistas e gestores de fundos ESG e créditos de carbono. Tecnologia: desenvolvedores de softwares de monitoramento ambiental e blockchain para rastrear créditos. 🎯 Inclusão social e qualificação profissional Capacitação: será necessário investir em programas de formação técnica e universitária voltados para sustentabilidade. Inclusão: comunidades locais e povos originários poderão ser protagonistas em projetos de reflorestamento e conservação, gerando renda e empregos. Agricultura familiar: terá acesso a novas oportunidades ligadas ao mercado de carbono e serviços ambientais. 🌱 Impacto esperado Empresas: terão acesso a mão de obra especializada para atender às exigências do SBCE. Trabalhadores: surgirão novas carreiras e oportunidades de ascensão profissional. Sociedade: empregos verdes contribuem para inclusão social e redução da desigualdade. Meio ambiente: cada novo emprego verde representa uma ação concreta de preservação e redução de emissões. ⚖️ Desafios Formação insuficiente: o Brasil ainda carece de cursos e programas voltados para profissões verdes. Distribuição desigual: empregos podem se concentrar em grandes centros, deixando regiões periféricas de fora. Reconhecimento profissional: muitas funções ainda não possuem regulamentação clara. 🔑 Mundo do trabalho em transformação O SBCE inaugura uma nova era para o mercado de trabalho brasileiro. Os empregos verdes não são apenas uma tendência, mas uma necessidade para que o país consiga cumprir suas metas ambientais e se posicionar como protagonista global. Este terceiro artigo mostra que a transição para a economia de baixo carbono é também uma transição no mundo do trabalho. No próximo texto, exploraremos como povos originários e agricultores familiares podem se beneficiar diretamente desse novo mercado, reforçando a inclusão social e a valorização da floresta em pé. Artigo 3 – Empregos verdes: a nova fronteira do trabalho no Brasil
- Geração Distribuída: entre a realidade técnica e a suposição mal-intencionada
Por Daniel Lima - ECOnomista e Especialista em Soluções Energéticas Geração Distribuída: entre a realidade técnica e a suposição mal-intencionada A geração distribuída (GD) já soma 47 GW oficialmente registrados, consolidando-se como a segunda maior fonte da matriz elétrica brasileira. Recentemente, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estimou que haveria 14 GW adicionais não cadastrados, elevando a potência percebida para cerca de 61 GW. A leitura gerou polêmica: estamos diante de uma onda de clandestinidade ou de uma narrativa inflada para desacreditar a GD? O ONS não atua na rede de distribuição, mas observa o balanço energético agregado. Ao comparar a curva de carga medida com os dados oficiais de GD, percebeu uma discrepância: Base oficial: potência nominal AC registrada pela Aneel e distribuidoras. Curva observada: redução maior da carga líquida em horários de pico solar. Inferência: haveria cerca de 14 GW adicionais injetando energia na rede. A metodologia é robusta para o sistema, mas não distingue entre clandestinidade real e sobrecarga técnica (DC > AC). Na prática, na GD é comum instalar módulos em potência pico (DC) 30% a 100% superiores à potência nominal AC do inversor. Isso garante operação próxima ao limite por mais horas do dia. O fator de capacidade aumenta: uma usina de 100 kW nominal com 150 kWp pode ter 20–22%, contra 17% sem sobrecarga. Em casos extremos, com 100%, pode chegar a 23–25%. Ou seja, parte da diferença percebida pelo ONS pode ser explicada por projetos otimizados, não por clandestinidade. Sim, existem ampliações não comunicadas, mas são minoria. Inflar números sem detalhar áreas ou perfis gera estigmatização. O risco é transformar o usuário regular em suspeito, quando na verdade está apenas otimizando seu sistema. O "Armazenamento distribuído" é a chave para o equilíbrio. O avanço da GD não precisa ser visto como ameaça, mas como oportunidade. A integração de baterias em residências, comércios e pequenas indústrias pode ser a solução para equilibrar a curva de carga, ou seja, armazenar excedente solar durante o dia e liberar energia à noite. A GD é parte essencial do sistema elétrico. O problema está na forma como os números são interpretados. Irregularidades pontuais devem ser combatidas com rigor. Mas narrativas infladas não podem criminalizar o setor. Armazenamento distribuído é a solução técnica que pode transformar a GD em um ativo ainda mais confiável e previsível. O Brasil precisa enxergar a GD como aliada estratégica. Com geração e armazenamento distribuídos, podemos avançar para uma matriz mais limpa, flexível, resiliente e democrática. Geração Distribuída: entre a realidade técnica e a suposição mal-intencionada
- Delegação brasileira visita projeto de armazenamento de 228 MW no Chile com SMA, e-STORAGE e Colbún
Uma delegação brasileira formada por representantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Eneva participou de uma visita técnica ao Chile para conhecer de perto um dos mais avançados projetos de armazenamento de energia em baterias da América Latina. A iniciativa, organizada pela SMA, e-STORAGE e Colbún, teve como foco a troca de experiências sobre o desenvolvimento e operação de sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems), além da aplicação de tecnologias como o Grid Forming, essenciais para garantir estabilidade em redes com alta participação de fontes renováveis. A agenda começou em Santiago, com reuniões técnicas na sede da Colbún e com o Coordenador Nacional de Energia Elétrica. Durante os encontros, foram discutidos os desafios da integração de energias renováveis ao sistema elétrico chileno, além do papel crescente do armazenamento na transição energética. Na sequência, a delegação seguiu para a Região do Atacama, onde visitou o projeto BESS Diego de Almagro Sur II, uma das iniciativas mais relevantes do país no segmento. O empreendimento é desenvolvido pela Colbún, com fornecimento e implementação da e-STORAGE, subsidiária da Canadian Solar especializada em armazenamento. O projeto incorpora tecnologia de ponta da SMA, incluindo subestações de média tensão (MVPS) equipadas com inversores Sunny Central Storage, integrados a transformadores e sistemas de média tensão. A solução adotada será a plataforma SolBank 3.0 da e-STORAGE, baseada em baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP). O sistema conta com gerenciamento ativo das baterias e arquitetura avançada de resfriamento líquido, garantindo alto desempenho, segurança operacional e confiabilidade no longo prazo. A empresa também é responsável pelo contrato de serviços de longo prazo (LTSA). Com capacidade instalada de 228 MW e armazenamento de 912 MWh, o sistema permitirá armazenar excedentes de energia solar durante o dia e disponibilizá-los nos horários de maior demanda. A infraestrutura inclui ainda 67 inversores Sunny Central Storage 4400, com tecnologia MOSFET de carbeto de silício (SiC), conectados à subestação Inca de Oro, com potencial para atender o consumo equivalente a mais de 55 mil residências. Entre os diferenciais da solução estão funcionalidades como fornecimento de inércia sintética e suporte à rede, aumentando a estabilidade e a resiliência do sistema elétrico, além de eficiência de até 99,45%. O projeto também conta com um sistema avançado de controle de usina, baseado no SMA Power Plant Manager, que permite operação segura, flexível e otimizada em larga escala. Durante a visita, os representantes brasileiros puderam acompanhar de perto o funcionamento das tecnologias e o avanço do Chile na implementação de soluções capazes de lidar com a variabilidade das fontes renováveis. “O Chile se consolidou como um laboratório natural para a integração em larga escala de energias renováveis. Hoje, o armazenamento é essencial para sistemas mais flexíveis e resilientes. Na SMA, contribuímos com soluções que vão além do armazenamento, oferecendo estabilidade à rede por meio de recursos como o Grid Forming”, afirmou Fernando Zurita, da área de Desenvolvimento de Negócios. Para César Novoa, gerente de projetos de energia solar e baterias da Colbún, a infraestrutura representa um avanço estratégico: “O armazenamento é fundamental para garantir que a energia renovável esteja disponível quando mais necessária. Isso fortalece uma matriz energética mais eficiente e preparada para os desafios futuros”. A visita ocorre em um momento em que o armazenamento de energia se consolida como elemento-chave na transição energética na América Latina, viabilizando maior integração de fontes renováveis e maior segurança operacional dos sistemas elétricos. Delegação brasileira visita projeto de armazenamento de 228 MW no Chile com SMA, e-STORAGE e Colbún
- LIVE BESS X DIESEL - ANALISE VIABILIDADE - ESTUDO DE CASO
BESS ACADEMY APRESENTA: A analise de viabilidade para um Sistemas de Armazenamento de Energia em Bateria (BESS) para substituir um gerador diesel. O BESS devido seu baixo custo operacional e confiabilidade, aliado a aplicações como arbitragem e peak shave, o colocam em vantagem em relação aos geradores diesel em alguns mercados. Não perca nossa live on line e gratuita. Live no nosso canal do YouTube @energiaplusbrasil Dia: 02 de junho de 2026 Hora: 19 hs Nesta live falaremos com especialistas do mercado de sistemas híbridos com armazenamento de energia. Sydney Ipiranga Engenheiro Eletricista, especialista em energias renováveis, CEO da Energia Plus Brasil. Inscreva-se neste link para ter acesso a live: https://forms.gle/k32Jb7A6BC8YcdGJ7 Segue link de informações e inscrições das próximas turmas no curso de sistemas híbridos. CURSO BESS ACADEMY - DIMENSIONAMENTO E PROJETO DE SISTEMAS HÍBRIDOS COM BATERIAS. - ON LINE ÚLTIMAS VAGAS - DIAS 22 a 26/06/2026 - 18 ÀS 22 HS • SÃO PAULO - PRESENCIAL - ÚLTIMAS VAGAS - DIAS 08 e 09/06/2026 - 09 ÀS 17 HS • FORTALEZA/CE - PRESENCIAL - ÚLTIMAS VAGAS - DIAS 13 a 17/07/2026 - 18 ÀS 22 HS https://energiaplusbrasil.com.br LIVE BESS X DIESEL - ANALISE VIABILIDADE - ESTUDO DE CASO
- 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
Episódio 34 – É melhor instalar energia solar ou investir o dinheiro em outra aplicação? Diante do valor inicial do sistema solar, muitos consumidores se perguntam: vale mais a pena investir em energia solar ou aplicar esse dinheiro no mercado financeiro? Neste episódio, o EnergyChannel analisa essa comparação com critérios realistas, sem promessas fáceis. 💰 Energia solar é investimento ou consumo? Energia solar é um investimento produtivo, que reduz um custo fixo mensal. Diferente de aplicações financeiras, ela não gera renda, mas economia recorrente. Isso muda a lógica da comparação. 📊 Retorno previsível O retorno da energia solar vem na forma de: Redução imediata da conta de luz Economia mensal constante Proteção contra reajustes O risco de mercado é baixo. 📉 Investimentos financeiros têm volatilidade Aplicações financeiras: Sofrem oscilações Dependem de cenário econômico Estão sujeitas a impostos e taxas O retorno não é garantido. 🧮 Comparação prática Em muitos casos: A economia anual da energia solar supera rendimentos conservadores O payback ocorre entre 4 e 7 anos Após o retorno, a economia vira “lucro indireto” Mas isso varia conforme perfil e região. 🛠️ Manutenção x gestão financeira Enquanto investimentos exigem acompanhamento e decisões constantes, a energia solar: Funciona de forma automática Exige pouca manutenção Tem vida útil longa É uma solução de baixa complexidade. ⚠️ Não são escolhas excludentes Energia solar não impede outros investimentos. Pelo contrário: ao reduzir gastos fixos, pode liberar recursos para investir melhor no futuro. 🧭 Decisão depende do perfil do consumidor Quem busca: Previsibilidade → energia solar Liquidez → investimento financeiro Diversificação → combinação dos dois Não existe resposta única. 🔎 Energia solar é uma forma de “travar” custos Mais do que competir com o mercado financeiro, a energia solar atua como uma estratégia de proteção patrimonial e eficiência financeira. No próximo episódio, o EnergyChannel aborda um tema técnico importante: 👉 Como escolher uma empresa confiável para instalar energia solar? 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa SaberInformação clara, independente e orientada à decisão consciente. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber











