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  • Sungrow apresenta novas soluções híbridas de inversores e baterias para o mercado residencial na Intersolar South America 2026

    Sungrow apresenta novas soluções híbridas de inversores e baterias para o mercado residencial na Intersolar South America 2026 Empresa apresenta bateria MBL, solução MGSplit e avança na comercialização da linha de inversores híbridos MGRL para atender à crescente demanda por armazenamento de energia no Brasil; Com 16,5 GW em inversores fotovoltaicos comercializados no Brasil e 25 GW em equipamentos na América Latina, Sungrow amplia presença em um mercado estratégico para a expansão de geração solar e armazenamento de energia. Brasil, 24 agosto de 2026 – A Sungrow, líder global em soluções de energia renovável e armazenamento de energia, participa da Intersolar South America 2026 com importantes novidades para o mercado brasileiro de armazenamento residencial. Durante o evento, que será realizado entre os dias 25 a 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, Brasil, a companhia receberá clientes, parceiros e profissionais do setor em seu estande localizado no Pavilhão Branco, W4.10. Entre os destaques estão a nova bateria MBL, desenvolvida para ampliar a integração dos sistemas de armazenamento, e o MGSplit, solução criada para aplicações em sistemas split-phase. Os lançamentos reforçam a estratégia da empresa de oferecer um ecossistema completo de geração, gerenciamento e armazenamento de energia para residências. As novidades complementam a linha MGRL, composta por inversores híbridos monofásicos de 5 kW a 10 kW, apresentada ao mercado brasileiro na Intersolar South America 2025 e que agora entra em uma nova fase de comercialização e distribuição no país. Segundo a Sungrow, o mercado brasileiro vive um momento de forte expansão das soluções de armazenamento de energia, impulsionado pela busca por maior independência energética, segurança no fornecimento e otimização do consumo de eletricidade. MGRL traz arquitetura inovadora e maior flexibilidade para os consumidores Um dos principais diferenciais da linha MGRL é sua arquitetura com quatro portas independentes para Grid, Backup, PV e Bateria. Essa configuração oferece maior flexibilidade para instalação e operação dos sistemas, permitindo diferentes arquiteturas conforme a necessidade do consumidor. A solução pode ser aplicada em projetos que combinam geração fotovoltaica e armazenamento, sistemas de backup parcial ou total da residência, controle de exportação de energia e futuras expansões do sistema. Outro destaque é a integração das funções de conversão e gerenciamento de energia em uma única plataforma. A linha MGRL oferece ainda até 20 A por string, múltiplos MPPTs, tempo de transição para backup de até 4 milissegundos e capacidade de sobrecarga de até 200% da potência nominal por 10 segundos. Nova bateria MBL amplia integração e simplifica a instalação A chegada da bateria MBL representa mais um passo na estratégia da Sungrow de oferecer soluções totalmente integradas para armazenamento residencial. Com a novidade, a empresa passa a disponibilizar ao mercado uma combinação de inversor e bateria desenvolvidos pela própria fabricante, proporcionando maior compatibilidade entre os equipamentos e simplificando os processos de especificação, instalação, operação e suporte técnico. Além disso, a linha MGRL permanece compatível com baterias de baixa tensão que atendam aos requisitos de comunicação e homologação exigidos pelo mercado. MGSplit amplia aplicações para diferentes padrões de tensão Outra novidade apresentada na Intersolar South America 2026 é o MGSplit, desenvolvido para atender instalações residenciais que utilizam padrões de tensão 127/220V ou 120/240V. Enquanto o MGRL foi projetado para aplicações monofásicas em 220V, o MGSplit amplia o alcance das soluções híbridas da Sungrow para diferentes configurações elétricas residenciais, permitindo que mais consumidores tenham acesso aos benefícios do armazenamento de energia. A solução amplia a flexibilidade de aplicação dos sistemas híbridos da companhia e atende às particularidades de diferentes mercados e regiões. Solução atende autoconsumo, backup e expansão futura A linha MGRL foi desenvolvida para atender uma ampla gama de aplicações residenciais, incluindo autoconsumo, armazenamento de energia, backup parcial ou total da residência, controle de exportação e projetos de retrofit. Sua arquitetura modular permite que o sistema seja expandido de acordo com o crescimento da demanda energética do consumidor, possibilitando a integração com novos equipamentos e funcionalidades ao longo do tempo. Essa flexibilidade garante maior proteção ao investimento realizado pelo consumidor e facilita a adaptação às futuras necessidades energéticas da residência. Comercialização avança no Brasil Após sua apresentação oficial ao mercado brasileiro durante a Intersolar South America 2025, a linha MGRL já está disponível para ordens de importação pelos distribuidores da Sungrow no país. As primeiras unidades destinadas ao mercado brasileiro encontram-se em processo de transporte marítimo, marcando o início de uma nova etapa de comercialização da solução no Brasil. A expectativa da companhia é ampliar a disponibilidade dos equipamentos e fortalecer sua rede de distribuição para atender ao crescimento da demanda por sistemas híbridos e armazenamento residencial. Mercado brasileiro é estratégico para o crescimento do armazenamento Para a Sungrow, o armazenamento de energia representa uma das maiores oportunidades de crescimento do setor elétrico brasileiro nos próximos anos. A expansão da geração distribuída, a necessidade de maior confiabilidade no fornecimento de energia, os eventos climáticos extremos e a busca por maior eficiência energética estão impulsionando a adoção de baterias e sistemas híbridos em todo o país. Com a ampliação de seu portfólio, a companhia reforça seu compromisso de apoiar a transição energética brasileira por meio de soluções tecnológicas capazes de proporcionar maior autonomia, segurança e eficiência para os consumidores. Sungrow já ultrapassou 16,5 GW comercializados no Brasil A expansão da atuação da Sungrow acompanha o forte crescimento da companhia nos mercados brasileiro e latino-americano. Desde o início de suas operações no Brasil, em 2017, a empresa já comercializou 16,5 GW em inversores fotovoltaicos, sendo 7,49 GW destinados ao segmento de Geração Distribuída (GD) e 9,03 GW para projetos de Geração Centralizada (GC). Na América Latina, a companhia alcançou a marca de 25 GW em equipamentos comercializados, incluindo mais de 12 GWh em sistemas de armazenamento de energia, consolidando sua presença em uma das regiões mais importantes para a expansão das energias renováveis no mundo. O avanço da empresa reflete a crescente demanda por soluções de geração e armazenamento de energia capazes de aumentar a eficiência energética, reduzir custos operacionais e garantir maior segurança no fornecimento de eletricidade para residências, empresas, indústrias e propriedades rurais. Sobre a Sungrow A Sungrow é líder global em tecnologia de energia renovável e pioneira no desenvolvimento de soluções sustentáveis há mais de 28 anos. Em dezembro de 2025, a companhia alcançou a marca de 1.000 GW de conversores eletrônicos de potência instalados em todo o mundo. Reconhecida pela BloombergNEF como a fabricante de inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia mais financiável do mundo, a empresa impulsiona projetos de energia limpa em diversos mercados globais. Com uma rede de mais de 520 pontos de atendimento e suporte, a Sungrow combina inovação tecnológica, excelência operacional e serviços especializados para contribuir com a construção de um futuro energético mais sustentável, seguro e eficiente. Sungrow apresenta novas soluções híbridas de inversores e baterias para o mercado residencial na Intersolar South America 2026

  • Artéria Energia transforma gestão de energia em estratégia de negócios e aposta em mercado livre, BESS e eletrificação

    Empresa catarinense já ajudou clientes a economizar mais de R$ 20 milhões e amplia atuação com soluções que combinam mercado livre, sustentabilidade, armazenamento e mobilidade elétrica. Brasil, 24 de agosto de 2026 - Durante anos, a energia elétrica foi tratada pelas empresas como uma despesa inevitável. Hoje, porém, o cenário começa a mudar. Com a abertura gradual do mercado livre, a evolução das tecnologias de armazenamento e o avanço da eletrificação, a gestão energética passa a ocupar espaço mais estratégico nas decisões empresariais. É nesse movimento que a Artéria Energia vem ampliando sua atuação. A empresa já ajudou quase 1.000 clientes a economizarem mais de R$ 20 milhões e aposta em um modelo que combina consultoria, gestão de energia e novas tecnologias para transformar a conta de luz em uma variável que pode ser administrada de forma mais eficiente. À frente dessa estratégia está Casiane Moczulski, Fundadora e CEO da Artéria Energia, que vê uma mudança importante no comportamento dos consumidores. Segundo ela, a busca por economia deixou de ser o único fator de decisão. Empresas e consumidores começam a considerar também previsibilidade, autonomia, sustentabilidade e tecnologia. Mercado livre deixa de ser assunto apenas para grandes empresas Um dos principais vetores dessa transformação é o mercado livre de energia. Nesse ambiente, o consumidor pode negociar condições de fornecimento e escolher seu fornecedor, criando oportunidades para reduzir custos e obter maior previsibilidade na gestão energética. Para a Artéria, a economia não depende apenas da migração. Ela resulta da combinação entre negociação, análise do perfil de consumo e gestão estratégica da energia. Empresas com consumo relevante e demanda mais previsível tendem a encontrar oportunidades mais significativas. Mas a expansão do mercado livre também começa a alcançar empresas de médio porte, comércio e serviços. Esse movimento é especialmente relevante na Região Sul, onde a forte presença industrial cria um mercado potencial para novas migrações. Santa Catarina, em particular, reúne uma base empresarial diversificada e intensiva em energia, o que abre espaço para a expansão de soluções de gestão e contratação no ambiente livre. Informação ainda é uma das principais barreiras Apesar do avanço do mercado, a falta de informação continua sendo um dos obstáculos para muitas empresas. Mais de 800 empresas já se cadastraram para utilizar os serviços da Artéria, segundo a companhia. Para Casiane, o número demonstra que existe uma demanda crescente por alternativas capazes de reduzir custos e dar mais controle ao consumidor. Ao mesmo tempo, ainda existe a percepção de que o mercado livre é excessivamente complexo ou destinado apenas às grandes corporações. A mudança desse cenário passa, portanto, pela democratização da informação. Quanto mais empresas compreenderem seu perfil de consumo e as alternativas disponíveis, maior tende a ser o espaço para a migração. Energia também entra na agenda ESG A transformação não acontece apenas pelo lado financeiro. A gestão energética passou a ocupar uma posição relevante nas estratégias de sustentabilidade das companhias. A possibilidade de reduzir custos simultaneamente à redução das emissões de carbono aumenta o valor estratégico das decisões relacionadas à energia. Para a Artéria, esse movimento transforma a energia de uma simples linha de despesa em uma ferramenta de descarbonização. A lógica é direta: ao melhorar a contratação, otimizar o consumo e utilizar soluções de menor impacto ambiental, a empresa pode combinar eficiência econômica com metas ambientais. Do mercado livre ao consumidor residencial A Artéria também busca ampliar o alcance desse modelo para consumidores residenciais. A empresa oferece soluções que podem proporcionar economia de até 25% na conta de energia sem a necessidade de instalação de painéis solares. O modelo atende a uma mudança de comportamento de consumidores que querem reduzir a conta de luz, mas não necessariamente desejam investir em uma instalação fotovoltaica própria. Esse mercado potencial é amplo no Brasil e pode ganhar relevância à medida que o consumidor passa a ter mais opções para escolher como comprar e utilizar energia. Carregadores elétricos ampliam o ecossistema A entrada no mercado de carregadores para veículos elétricos representa outro passo na estratégia da companhia. A eletrificação das frotas tende a aumentar a demanda por infraestrutura de recarga, principalmente entre empresas que estão incorporando veículos elétricos às suas operações. Para a Artéria, atuar nesse segmento é uma extensão natural de seu negócio. A empresa passa a oferecer uma solução que conecta a gestão da energia consumida pela operação à energia necessária para movimentar suas frotas. A estratégia acompanha uma tendência maior de convergência entre energia, transporte e tecnologia. Baterias ganham espaço na gestão energética Outro componente dessa transformação é o armazenamento de energia. Os sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems) permitem armazenar eletricidade e utilizá-la posteriormente, dando ao consumidor maior controle sobre o momento em que consome energia. Na prática, a tecnologia pode ser utilizada para armazenar energia em períodos mais vantajosos e disponibilizá-la em momentos de maior demanda ou diante de situações de instabilidade. Para consumidores industriais e comerciais, o armazenamento pode representar uma nova ferramenta para administrar custos e aumentar a autonomia energética. A tecnologia também estabelece uma ponte entre diferentes modelos de geração e consumo, incluindo mercado livre e geração distribuída. Uma empresa de energia em transformação A estratégia da Artéria reflete uma mudança maior no próprio setor elétrico. O consumidor está deixando de ocupar uma posição passiva para assumir um papel mais ativo na gestão da energia. Mercado livre, geração distribuída, armazenamento, mobilidade elétrica e ferramentas digitais começam a formar um ecossistema no qual diferentes tecnologias podem ser combinadas de acordo com o perfil de cada cliente. Nesse cenário, empresas capazes de integrar essas soluções tendem a disputar uma posição diferente no mercado: não apenas como comercializadoras ou consultorias, mas como gestoras de energia. A visão da Artéria para os próximos cinco anos passa justamente por essa convergência. Para Casiane, o consumidor terá cada vez mais protagonismo na escolha e na gestão da própria energia. A ambição da empresa é acompanhar essa transformação combinando três vetores: economia, tecnologia e sustentabilidade. Artéria Energia transforma gestão de energia em estratégia de negócios e aposta em mercado livre, BESS e eletrificação

  • Digital Grid leva automação, inteligência de dados e novas soluções para gestão de energia à Intersolar 2026 

    Com mais de 400 MW sob gestão e atuação em 24 estados brasileiros, startup prepara lançamentos para a feira e aposta em tecnologia para enfrentar um dos desafios da expansão da GD: transformar uma operação cada vez mais complexa em um negócio escalável, automatizado e financeiramente eficiente. Digital Grid leva automação, inteligência de dados e novas soluções para gestão de energia à Intersolar 2026 A expansão da geração distribuída no Brasil abriu espaço para milhares de novos projetos de energia renovável, mas também trouxe um desafio que cresce à medida que o mercado ganha escala: como administrar, com eficiência, milhares de unidades consumidoras, créditos de energia, faturas, cobranças, pagamentos e informações provenientes das distribuidoras? É nesse ponto da cadeia que a tecnologia começa a assumir um papel cada vez mais estratégico. Com foco na digitalização da gestão de usinas de Geração Distribuída (GD), a Digital Grid chega à The smarter E South America / Intersolar South America 2026, que acontece entre os dias 25 e 27 de agosto, em São Paulo, apresentando sua visão sobre o futuro da operação do setor e preparando novos recursos para sua plataforma. A empresa desenvolve uma plataforma SaaS voltada à gestão de energia para usinas de GD, combinando automação financeira, inteligência de dados e ferramentas destinadas a organizar a relação entre geradores de energia renovável e consumidores finais. Segundo dados fornecidos pela companhia ao EnergyChannel, a Digital Grid já atua em 24 estados brasileiros, atende mais de 60 mil unidades consumidoras, ultrapassou 1 milhão de faturas processadas e possui mais de 400 MW de potência sob gestão. Os números ajudam a dimensionar uma transformação que acontece nos bastidores da geração distribuída: conforme as carteiras de clientes aumentam, processos que anteriormente poderiam ser conduzidos de forma manual passam a exigir sistemas capazes de integrar dados energéticos, financeiros e comerciais. Da geração de energia à gestão financeira A proposta da Digital Grid é justamente concentrar diferentes etapas dessa operação dentro de um mesmo ambiente tecnológico. O processo começa pela medição da energia gerada e pela definição dos percentuais de rateio dos créditos entre as unidades consumidoras. Na sequência, sistemas automatizados capturam faturas diretamente nos portais das distribuidoras, processam as informações e transformam os documentos em dados estruturados. A plataforma também realiza o acompanhamento dos créditos de energia, geração de faturas em modelo white-label, integração bancária, emissão de boletos e QR Code PIX, além do acompanhamento dos pagamentos e conciliação financeira. Outro componente importante está na gestão da inadimplência e no acompanhamento das unidades consumidoras, permitindo que operadores de GD tenham maior visibilidade sobre a performance energética e financeira de suas carteiras. Na prática, trata-se de trazer para a geração distribuída uma camada tecnológica semelhante à encontrada em outros setores que passaram por processos acelerados de digitalização. Novidades serão apresentadas na Intersolar A participação na Intersolar 2026 também será utilizada pela Digital Grid para apresentar novas funcionalidades de sua plataforma. Entre os lançamentos previstos está uma nova solução de CRM, desenvolvida para ampliar a capacidade de gestão comercial e melhorar a experiência dos clientes. A empresa também prepara o Conversational Analytics, conjunto de relatórios e análises destinado a ampliar a capacidade de interpretação das informações geradas pela operação. As novidades fazem parte de uma estratégia de expansão tecnológica que também inclui investimentos em inteligência artificial. IA para um dos pontos mais sensíveis da GD Um dos projetos em desenvolvimento pela empresa é o motor de Rateio Inteligente, tecnologia que utiliza Inteligência Artificial Preditiva para automatizar a gestão dos créditos das usinas de geração distribuída. O desenvolvimento recebeu R$2,1 milhões após a Digital Grid ser selecionada na chamada pública “Deep Tech – Inserção no Mercado e Tração Comercial”, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A tecnologia busca aumentar a precisão da distribuição dos créditos de energia, reduzindo erros operacionais e regulatórios e contribuindo para a proteção do fluxo de caixa dos ativos. O tema ganha relevância em um mercado no qual pequenas inconsistências de rateio, quando multiplicadas por milhares de unidades consumidoras, podem representar impactos financeiros significativos para geradores e investidores. Tecnologia brasileira com reconhecimento internacional A trajetória da Digital Grid também ganhou projeção internacional em 2025. A empresa foi uma das vencedoras do SolarX Startup Challenge 2025 – edição Caribe e América Latina, iniciativa da International Solar Alliance (ISA). A competição recebeu 113 candidaturas de 29 países, e a Digital Grid foi reconhecida entre as dez startups mais inovadoras da América Latina e Caribe na área solar. O anúncio ocorreu durante a COP30, realizada em Belém no mês de novembro, e o reconhecimento garantiu à empresa aporte financeiro e participação em um programa de aceleração da organização internacional. Além do software: formação e conexão do mercado Outra frente que a Digital Grid pretende apresentar ao setor é o Hub DG, iniciativa criada em 2026 para capacitação, treinamento executivo e troca de experiências entre profissionais da geração distribuída. O projeto já realizou encontros em Belo Horizonte e Florianópolis reunindo executivos, especialistas jurídicos, profissionais de backoffice e empresas do setor para discutir temas como regulação, Lei 14.300, compliance, gestão de unidades consumidoras, eficiência operacional e automação. A iniciativa sinaliza uma percepção importante: a transformação tecnológica da geração distribuída não depende apenas de software. Ela também exige qualificação profissional, conhecimento regulatório e maior integração entre os diferentes agentes do mercado. O próximo capítulo será na Intersolar Com a geração distribuída brasileira entrando em uma fase de maior maturidade, eficiência operacional, previsibilidade financeira e capacidade de administrar grandes carteiras passam a ocupar espaço crescente nas discussões do setor. É justamente nesse cenário que a Digital Grid desembarca na Intersolar South America 2026. Durante a feira, o EnergyChannel realizará uma cobertura especial da participação da empresa, acompanhando seus lançamentos e conversando com seus executivos sobre tecnologia, inteligência artificial, gestão financeira e os próximos passos da digitalização da geração distribuída brasileira. A cobertura especial da Digital Grid na Intersolar 2026 continua no EnergyChannel. Digital Grid leva automação, inteligência de dados e novas soluções para gestão de energia à Intersolar 2026

  • Da casa à fazenda: como a Victron Energy quer transformar bateria em seguro contra apagões na Região Sul 

    ● Com eventos climáticos extremos pressionando a infraestrutura elétrica dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sistemas de armazenamento permitem manter cargas essenciais funcionando até a rede ser restabelecida e colocam a independência energética no centro da estratégia de consumidores e produtores; ● Arquitetura flexível da Victron integra geração solar, armazenamento e gerenciamento inteligente de energia, permitindo a conexão de sistemas fotovoltaicos existentes a soluções de backup e microgrid para ampliar a autonomia energética, aumentar a confiabilidade operacional e reduzir a dependência da rede elétrica em aplicações críticas. Brasil, 18 de agosto de 2026 - Os recentes temporais que atingiram a Região Sul do Brasil nos últimos meses, voltaram a expor um dos pontos mais frágeis da infraestrutura elétrica brasileira: a dependência quase absoluta da rede convencional. Ventos fortes, árvores sobre a fiação, postes danificados e interrupções no fornecimento podem deixar residências, condomínios, empresas e propriedades rurais sem energia por horas, e, em alguns casos, por períodos ainda maiores. Em julho e agosto, o Inmet chegou a alertar para tempestades nos três estados do Sul com ventos de até 100 km/h. O cenário ganha uma dimensão adicional diante da perspectiva de avanço do El Niño em 2026. O próprio Inmet aponta que o fenômeno pode alterar os padrões de chuva nas regiões Sul e Sudeste do Brasil e reforça a necessidade de monitoramento climático. As interrupções atuais estão associadas principalmente aos eventos meteorológicos severos e aos danos provocados na rede de distribuição. Nesse ambiente, a busca por autonomia energética deixa de ser apenas uma questão de sustentabilidade e passa a ser também uma estratégia de segurança operacional. É justamente nesse mercado que entra a Victron Energy, fabricante reconhecida mundialmente por seus sistemas modulares de inversão, armazenamento, monitoramento e gerenciamento de energia. A crescente busca por segurança energética, redução de custos operacionais e maior autonomia em relação à rede elétrica tem impulsionado a adoção de sistemas cada vez mais inteligentes e integrados. Nesse contexto, a Victron Microgrid surge como uma solução robusta para atender aplicações que exigem alta confiabilidade, combinando geração distribuída, armazenamento de energia e gerenciamento avançado em uma única plataforma. Sua arquitetura modular permite expansão conforme a demanda do projeto, garantindo flexibilidade para diferentes segmentos, desde propriedades rurais e indústrias até operações remotas e infraestrutura crítica. "A demanda por soluções energéticas mais resilientes, flexíveis e independentes da rede elétrica cresce em diversos segmentos da economia. A Victron Microgrid foi desenvolvida justamente para atender esse novo cenário, oferecendo escalabilidade, simplicidade operacional e elevada disponibilidade para aplicações críticas. Trata-se de uma tecnologia que permite ao cliente ampliar sua autonomia energética, otimizar o uso dos recursos disponíveis e garantir maior segurança no fornecimento de energia, mesmo em ambientes desafiadores", destaca Edimar Prumucena, Gerente da Victron Energy Brasil. A lógica é simples: armazenar energia antes do apagão A proposta de um sistema de backup com baterias é relativamente simples. Enquanto a rede elétrica está funcionando, ou enquanto os painéis solares estão produzindo, o sistema carrega as baterias. Quando ocorre uma interrupção, o inversor assume automaticamente a alimentação das cargas selecionadas. O MultiPlus-II, um dos principais equipamentos da Victron para esse tipo de aplicação, combina inversor e carregador e pode operar integrado à rede, às baterias, a sistemas fotovoltaicos e até a geradores. Durante uma falha da rede a transferência para a alimentação pelas baterias ocorre em menos de 20 milissegundos, permitindo manter computadores e outros equipamentos eletrônicos funcionando sem interrupção perceptível. Na prática, isso significa que o consumidor não precisa necessariamente tentar manter toda a casa ou toda a fazenda funcionando durante um apagão. É possível criar um circuito de cargas prioritárias. Geladeira, freezer, iluminação, internet, câmeras de segurança, portões, bombas, equipamentos de comunicação, servidores, computadores e sistemas de automação podem continuar ligados, enquanto equipamentos de alto consumo, como chuveiros elétricos, aquecedores e determinados motores, ficam fora do circuito de emergência. O “seguro” energético para uma residência Para uma residência com quatro moradores, uma configuração inicial poderia utilizar um inversor de aproximadamente 5 kVA associado a uma bateria de cerca de 5 kWh. É uma solução voltada principalmente para cargas essenciais, e não para reproduzir durante o apagão todo o consumo normal da residência. Uma bateria de 4,8 kWh, por exemplo, pode representar algumas horas de autonomia dependendo da carga conectada. Se a residência consumir continuamente 500 watts em geladeira, iluminação, internet, televisão, computadores e outros equipamentos essenciais, teoricamente a energia armazenada permitiria várias horas de funcionamento. Na prática, perdas de conversão, reserva operacional e características da bateria reduzem a energia efetivamente disponível. Para quem quer atravessar uma noite inteira ou enfrentar interrupções mais prolongadas, o caminho é ampliar o banco de baterias. Uma configuração residencial mais robusta poderia chegar a aproximadamente 10 kWh de armazenamento, com inversor de 5 kVA e, opcionalmente, painéis solares. Nesse caso, o sistema deixa de ser apenas um nobreak de grande capacidade e passa a funcionar como um verdadeiro sistema de armazenamento residencial. As soluções da Victron também permitem expansão modular, inclusive com sistemas em paralelo e configurações trifásicas, o que abre espaço para projetos maiores. Bateria não é apenas “reserva”: ela pode trabalhar todos os dias Uma das diferenças em relação a um gerador convencional é que a bateria não precisa ficar parada esperando o próximo temporal. Em um sistema de armazenamento de energia, a bateria pode ser carregada pelos painéis solares durante o dia e utilizada à noite. Dependendo da configuração e da regulamentação aplicável, o sistema também pode administrar o uso da energia da rede e da bateria. O MultiPlus-II é o componente central de muitos sistemas ESS (Energy Storage Systems), da Victron. A plataforma pode combinar rede, bateria e energia solar, além de permitir recursos de gerenciamento energético. É aí que o investimento começa a ganhar uma segunda justificativa econômica: o equipamento deixa de ser apenas um seguro contra apagões e passa a fazer parte da gestão diária da energia da propriedade. E se a fazenda já tiver energia solar? Melhor ainda. A Victron foi concebida para trabalhar com diferentes arquiteturas de geração e armazenamento. Um sistema existente de geração fotovoltaica pode, dependendo do projeto e da compatibilidade dos equipamentos, ser integrado a uma arquitetura de armazenamento e backup. Em uma fazenda, isso permite criar uma espécie de microrrede particular: os painéis produzem durante o dia, as baterias armazenam o excedente e o sistema mantém cargas selecionadas funcionando quando a rede pública cai. A própria Victron destaca em casos reais em seu site (www.victronenergy.com) aplicações de armazenamento, backup e sistemas off-grid, com arquiteturas que combinam energia solar, baterias, rede e até geradores. Controle pelo celular e monitoramento remoto Outra característica importante para propriedades rurais é o monitoramento. Com equipamentos como o Cerbo GX e a plataforma Victron Remote Management, o proprietário pode acompanhar remotamente informações do sistema, incluindo estado das baterias e operação dos equipamentos. Para uma fazenda localizada longe dos centros urbanos, isso pode ser tão importante quanto a própria bateria. O produtor consegue saber se o sistema está carregando, quanto de energia está armazenada e se alguma condição exige intervenção. O futuro pode ser menos dependente da rede Os apagões provocados por tempestades mostram que a discussão sobre energia está mudando. Durante décadas, a lógica predominante foi simples: a rede elétrica fornece energia e o consumidor compra. Agora, com a queda do custo das baterias, expansão da geração solar distribuída e evolução dos sistemas de gerenciamento, cresce uma terceira possibilidade: o consumidor produzir, armazenar e administrar parte da própria energia. Para uma residência, isso pode significar manter geladeira, iluminação, internet e segurança funcionando durante um temporal. Para um condomínio, pode significar preservar elevadores, iluminação de emergência, portões, bombas e sistemas essenciais. Para uma empresa, pode evitar a paralisação de servidores, equipamentos e processos críticos. E, para o agronegócio, pode representar a diferença entre uma interrupção controlada e uma perda operacional. A proposta da Victron não é necessariamente tornar cada consumidor 100% independente da rede. Em muitos casos, o objetivo economicamente mais racional é outro: ter autonomia suficiente para atravessar o período crítico até que o serviço seja restabelecido. Em um cenário de eventos climáticos extremos, essa autonomia deixa de parecer luxo e começa a assumir características de infraestrutura. Energia, afinal, não é apenas uma despesa mensal. Para quem depende dela para morar, trabalhar ou produzir, também é uma questão de continuidade. Victron leva à Intersolar seu portfólio completo para energia solar e armazenamento Todos esses equipamentos, arquiteturas e soluções estarão em demonstração no estande da Victron Energy durante a Intersolar South America 2026, considerada a principal feira latino-americana de energia solar, armazenamento, mobilidade elétrica e infraestrutura energética. Os visitantes poderão conhecer de perto a Victron Microgrid, os inversores/carregadores MultiPlus-II, sistemas de armazenamento com baterias, controladores solares MPPT, plataformas de monitoramento e gerenciamento inteligente de energia, além de aplicações para residências, agronegócio, indústrias e operações críticas. A participação da empresa ocorrerá de 25 a 27 de agosto, das 12h às 20h, no Expo Center Norte, em São Paulo. A Victron estará no estande W5.33, no Pavilhão Branco, apresentando soluções voltadas à autonomia energética, backup e microgrids. Sobre a Victron Energy Fundada em 1975, na Holanda, a Victron Energy é uma das maiores empresas do mundo em soluções para energia independente e armazenamento de energia. Seu portfólio reúne inversores, carregadores, controladores solares MPPT, conversores, sistemas de monitoramento remoto e plataformas inteligentes de gerenciamento de energia, utilizados em aplicações residenciais, comerciais, industriais, marítimas, veículos especiais e sistemas off-grid. Presente em mais de 60 países, a empresa é reconhecida mundialmente pela confiabilidade, inovação tecnológica e alta eficiência de suas soluções, desempenhando papel relevante na transição energética e na expansão dos sistemas de armazenamento de energia em escala global. Da casa à fazenda: como a Victron Energy quer transformar bateria em seguro contra apagões na Região Sul

  • EENOVANCE leva soluções de armazenamento de energia à The smarter E South America 2026

    Empresa apresentará em São Paulo soluções para armazenamento residencial e comercial e industrial, reforçando sua presença no mercado latino-americano A EENOVANCE, empresa global especializada em tecnologias e soluções de armazenamento de energia, estará presente na The smarter E South America 2026, que acontece entre os dias 25 e 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. A companhia receberá clientes, parceiros e profissionais do setor no Hall B2, estande B2.90, onde apresentará parte de seu portfólio de sistemas de armazenamento de energia voltados a diferentes aplicações. A participação acontece em um momento em que o armazenamento ganha cada vez mais relevância na transformação dos sistemas elétricos, impulsionado pela expansão das fontes renováveis, pela necessidade de maior flexibilidade e resiliência energética e pelo avanço de novas aplicações de energia distribuída. Do residencial às aplicações comerciais e industriais Com atuação em soluções de armazenamento residencial, comercial e industrial (C&I) e de maior escala, a EENOVANCE desenvolve sistemas integrados que combinam diferentes tecnologias para gerenciamento, armazenamento e utilização inteligente da energia. Entre as tecnologias próprias destacadas pela companhia estão EMS (Energy Management System), BMS (Battery Management System) e PCS (Power Conversion System), componentes fundamentais para a integração e gerenciamento de sistemas modernos de armazenamento. Para a edição 2026 da The smarter E South America, a empresa preparou uma exposição que reúne diferentes famílias de produtos. Na área residencial, estão previstas soluções das linhas SQ, MANA e CHAKRA, contemplando inversores e diferentes configurações de baterias para aplicações de armazenamento de energia. Para o segmento comercial e industrial, a EENOVANCE levará equipamentos da família E-MATE, incluindo soluções com diferentes arquiteturas e sistemas de refrigeração, além da linha G-Power, direcionada a sistemas de armazenamento de maior capacidade. A proposta é demonstrar como diferentes configurações de armazenamento podem atender desde consumidores residenciais até empresas e projetos com demandas energéticas significativamente maiores. Estratégia global com presença no Brasil A EENOVANCE vem ampliando sua presença internacional e atualmente informa cobertura comercial em mais de 60 países e regiões, além de uma estrutura global de escritórios e centros de atendimento. A empresa também mantém presença no Brasil, mercado considerado estratégico diante do crescimento das fontes renováveis e das novas oportunidades relacionadas ao armazenamento de energia. À frente da atuação da companhia na região está Robson Meira, Country Manager LATAM da EENOVANCE, que estará presente durante a The smarter E South America 2026 recebendo clientes, parceiros e profissionais do mercado brasileiro. A participação de Robson reforça a estratégia da empresa de ampliar sua proximidade com o setor local e desenvolver novas oportunidades para soluções de armazenamento de energia no Brasil e na América Latina. Robson estará acompanhado por Caio Garbelotto, Pre-Sales Technical Manager LATAM, que dará suporte às discussões técnicas sobre aplicações de energia solar e sistemas BESS, aproximando o portfólio global da EENOVANCE das necessidades e características dos projetos desenvolvidos na região. Seu portfólio internacional inclui soluções para três grandes segmentos: Residential ESS, C&I ESS e Utility ESS. Além dos equipamentos, a estratégia tecnológica da companhia inclui sistemas inteligentes de gerenciamento de energia, buscando integrar hardware, software, monitoramento e controle das instalações. Armazenamento no centro das discussões A participação da EENOVANCE na The smarter E South America também coloca a companhia no centro de uma das discussões mais relevantes para a próxima etapa da transição energética brasileira: como integrar armazenamento, geração renovável e gerenciamento inteligente de energia. Sistemas BESS vêm ampliando suas possibilidades de aplicação em diferentes mercados, desde o armazenamento residencial e a busca por maior autonomia energética até aplicações comerciais e industriais relacionadas a gerenciamento de demanda, continuidade operacional e maior flexibilidade no consumo de energia. Para a EENOVANCE, a feira será também uma oportunidade de apresentar suas tecnologias ao mercado latino-americano e ampliar o relacionamento com integradores, distribuidores, desenvolvedores de projetos e demais empresas do setor. EENOVANCE na The smarter E South America 2026 Data: 25 a 27 de agosto de 2026Local: Expo Center Norte — São Paulo, BrasilHall: B2Estande: B2.90 Robson Meira e a equipe da EENOVANCE estarão no estande B2.90 durante os três dias da feira para receber o mercado brasileiro, apresentar as soluções da companhia e conversar sobre as oportunidades para o avanço do armazenamento de energia no Brasil e na América Latina. A cobertura da participação da EENOVANCE na The smarter E South America 2026 terá acompanhamento especial do EnergyChannel, que estará na feira trazendo conteúdos, imagens e informações diretamente do evento. Durante a exposição, o EnergyChannel também realizará entrevistas especiais com executivos da EENOVANCE, aprofundando a conversa sobre armazenamento de energia, tecnologia, estratégia para o Brasil e as perspectivas da companhia para o mercado latino-americano. Acompanhe a cobertura especial do EnergyChannel diretamente da The smarter E South America 2026. EENOVANCE leva soluções de armazenamento de energia à The smarter E South America 2026

  • Ecori celebra 15 anos e apresenta novo momento da empresa durante a Intersolar South America 2026

    Distribuidora leva à principal feira de energia solar da América Latina um portfólio ampliado de soluções para diferentes aplicações, reforçando seu posicionamento "Do micro ao macro". Brasil, agosto de 2026 – A Ecori participa da Intersolar South America 2026, principal feira da América Latina voltada aos setores de energia solar, armazenamento de energia (BESS), mobilidade elétrica e infraestrutura energética. O evento acontece entre os dias 25 e 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, reunindo fabricantes, distribuidores, integradores e especialistas para apresentar as principais tendências e inovações do mercado. Durante a feira, a empresa receberá parceiros, clientes e profissionais do setor no estande #41, localizado na Rua G3, onde apresentará as novidades de seu portfólio e celebrará seus 15 anos de história. A edição deste ano marca um momento especial para a Ecori, que chega ao evento apresentando um novo posicionamento institucional e um ecossistema ainda mais completo de soluções para atender às diferentes demandas do mercado de energia. Com o conceito "Do micro ao macro", a empresa reforça a evolução de sua atuação nos últimos anos. Reconhecida por sua trajetória na distribuição de tecnologias para geração solar, a Ecori amplia sua presença em diferentes segmentos e passa a oferecer um portfólio organizado por aplicação, acompanhando a transformação do mercado e as novas necessidades dos integradores. Durante a Intersolar, os visitantes poderão conhecer soluções de microinversores, inversores híbridos, armazenamento de energia, equipamentos financiáveis via Finame e sistemas BESS para aplicações comerciais e industriais. A ampliação do portfólio reflete a estratégia da empresa de oferecer tecnologias capazes de atender desde projetos residenciais até aplicações de maior porte, mantendo o compromisso com a qualidade, a inovação e o suporte técnico especializado. "Ao longo desses 15 anos, acompanhamos de perto a evolução do setor e buscamos selecionar tecnologias capazes de atender às necessidades de cada momento do mercado. Hoje, nosso portfólio reflete essa trajetória e amplia as possibilidades para que integradores encontrem, em um só lugar, soluções para diferentes perfis de projeto", destaca a Ecori. Mais do que ampliar seu portfólio, a empresa reforça seu compromisso de conectar o mercado brasileiro às tecnologias mais adequadas para cada aplicação, mantendo como pilares a curadoria técnica, o suporte especializado e o relacionamento próximo com seus parceiros. Ao completar 15 anos, a Ecori reafirma seu propósito de evoluir junto com o setor, oferecendo mais possibilidades para integradores e contribuindo para o desenvolvimento do mercado de energia no Brasil. Ecori celebra 15 anos e apresenta novo momento da empresa durante a Intersolar South America 2026

  • Do ar que respiramos à energia que produzimos: a transição começa pela saúde

    Porto Alegre se prepara para receber, nos dias 26 e 27 de agosto, o II Fórum Nacional de Educação Energética, evento que promete colocar a capital gaúcha no mapa das grandes discussões nacionais sobre transição energética e recursos energéticos distribuídos. Mais do que um encontro técnico, o fórum se apresenta como espaço de convergência entre ciência, saúde, meio ambiente e inovação, consolidando o Sul do Brasil como protagonista de uma pauta que já não pode mais ser adiada. O lançamento oficial do Pacto Rio-grandense pela Descarbonização da Saúde durante o evento reforça essa conexão, mostrando que a transição energética não é apenas uma questão de eficiência econômica ou redução de emissões globais, mas também de qualidade de vida e saúde pública. A transição energética, entendida como o processo de substituição progressiva dos combustíveis fósseis por fontes limpas e renováveis, ganha nova densidade quando associada aos recursos energéticos distribuídos. Trata-se de um modelo que descentraliza a produção de energia, permitindo que residências, empresas, hospitais e escolas se tornem não apenas consumidores, mas também produtores. Painéis solares, sistemas de armazenamento, microgeração e redes inteligentes compõem esse mosaico que democratiza o acesso à energia e fortalece a resiliência das comunidades. Ao trazer esse debate para Porto Alegre, o fórum sinaliza que o futuro da energia no Brasil passa pela integração entre inovação tecnológica e responsabilidade socioambiental, com impacto direto sobre o cotidiano das pessoas. O Pacto pela Descarbonização da Saúde, apresentado no SIMERS e agora projetado em escala nacional, dialoga diretamente com essa agenda. Ao reconhecer que os ambientes internos concentram poluentes em níveis muitas vezes superiores ao ar externo, o documento propõe estratégias de mitigação que incluem eletrificação eficiente e inserção de energias renováveis. Essa conexão é poderosa: ao modernizar sistemas de aquecimento, cocção e ventilação com soluções limpas, não apenas se reduz a emissão de gases nocivos, mas também se melhora a qualidade do ar que respiramos. A saúde, portanto, torna-se argumento central para acelerar a transição energética, reforçando que a pauta não é abstrata, mas concreta e urgente. O fórum em Porto Alegre terá papel decisivo ao reunir especialistas em saúde, energia e meio ambiente, criando um espaço de diálogo que ultrapassa fronteiras disciplinares. A presença de médicos, pesquisadores e gestores públicos amplia a legitimidade da discussão e fortalece a construção de soluções integradas. Ao mesmo tempo, o evento abre espaço para debates sobre mercado de carbono, ESG e inovação tecnológica, temas que conectam a transição energética às demandas globais por sustentabilidade e competitividade. Porto Alegre, nesse contexto, não é apenas sede do evento, mas símbolo de uma nova etapa: a cidade que coloca a saúde e a energia lado a lado, mostrando que o futuro sustentável depende da articulação entre diferentes áreas do conhecimento. A pauta dos recursos energéticos distribuídos ganha destaque especial, pois representa a possibilidade de transformar consumidores em agentes ativos da transição. Ao descentralizar a produção e estimular a geração local, cria-se uma rede mais robusta e menos dependente de grandes sistemas centralizados. Essa lógica fortalece a autonomia das comunidades, reduz perdas e amplia a eficiência, ao mesmo tempo em que abre espaço para novas formas de participação social e econômica. No contexto do pacto, essa descentralização se conecta diretamente à saúde, já que ambientes mais limpos e energeticamente eficientes reduzem riscos e melhoram a qualidade de vida. O lançamento do pacto no fórum é, portanto, mais do que um gesto simbólico: é a materialização de uma nova frente de diálogo que coloca a transição energética no coração da agenda nacional. Ao unir saúde e energia, Porto Alegre inaugura um movimento que pode inspirar outras regiões do país a adotar estratégias semelhantes. A capital gaúcha se torna referência, mostrando que é possível construir soluções integradas e inovadoras, capazes de enfrentar os desafios das mudanças climáticas e da poluição interna. A transição energética, ao ganhar essa nova dimensão, deixa de ser apenas uma pauta técnica e se transforma em causa coletiva, mobilizando diferentes setores da sociedade em torno de um futuro mais sustentável. Em um momento em que o Brasil busca consolidar sua posição no cenário global da sustentabilidade, o Fórum Nacional de Educação Energética em Porto Alegre se apresenta como marco. Ao destacar os recursos energéticos distribuídos e ao lançar o Pacto pela Descarbonização da Saúde, o evento mostra que o caminho para um futuro limpo e saudável passa pela integração entre ciência, inovação e responsabilidade social. Porto Alegre, no coração do Sul, se torna palco de uma transformação que pode irradiar para todo o país, reafirmando que a transição energética não é apenas uma questão de tecnologia, mas de vida. Do ar que respiramos à energia que produzimos: a transição começa pela saúde

  • Victron Energy: integradores precisam se reinventar para aproveitar o boom do armazenamento de energia

    Victron Energy prevê mudança de paradigma e coloca baterias no centro dos novos negócios e ressalta que integradores que dominarem armazenamento liderarão a próxima fase do mercado, diz Victron Energy; Victron Energy reúne integradores de todo o Brasil em webinar de sucesso e aquece mercado para a Intersolar 2026; Evento online destacou soluções híbridas, armazenamento de energia e novas oportunidades de negócios, reforçando o crescimento acelerado da companhia no mercado brasileiro. Brasil, 14 de agosto de 2026 - A poucos dias da abertura da Intersolar South America 2026, a Victron Energy promoveu um dos principais encontros virtuais voltados ao mercado brasileiro de energia independente. O webinar "Esquenta Intersolar – Descubra novas oportunidades com a Victron Energy" reuniu integradores, distribuidores e profissionais do setor para apresentar tecnologias, tendências e oportunidades de negócios ligadas aos sistemas híbridos e de armazenamento de energia. O evento, realizado de forma online, foi considerado um sucesso pela companhia e teve ampla participação de profissionais interessados em ampliar sua atuação em um mercado que cresce impulsionado pela busca por maior autonomia energética, segurança operacional e redução da dependência da rede elétrica. Durante uma hora de apresentação, os especialistas Sávio Santos, Edimar Prumucena e Oscar Kojima detalharam o ecossistema de soluções da Victron Energy, abordando desde aplicações residenciais até projetos comerciais, industriais, rurais, marítimos e sistemas off-grid de grande porte. Os participantes tiveram acesso a uma visão abrangente do portfólio da empresa, incluindo recursos de conectividade, monitoramento remoto, automação, gerenciamento inteligente de energia e casos reais de sucesso desenvolvidos em diferentes regiões da América Latina. Um dos pontos altos do webinar foi a demonstração de como o armazenamento de energia vem criando novas oportunidades para integradores e empresas do setor solar. Os especialistas destacaram que a combinação entre geração fotovoltaica, baterias e sistemas inteligentes de controle está abrindo espaço para projetos mais robustos, resilientes e rentáveis. "O mercado está evoluindo rapidamente e os integradores precisam estar preparados para oferecer soluções completas aos clientes. O armazenamento de energia deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade em diversos segmentos", ressaltou Edimar Prumucena, gerente da Victron Energy Brasil. Além das apresentações técnicas, o encontro contou com uma sessão ao vivo de perguntas e respostas, permitindo a troca de experiências entre os participantes e a equipe da companhia. O webinar também serviu como uma prévia das novidades que serão apresentadas pela Victron Energy durante a Intersolar South America 2026, que acontece entre os dias 25 e 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. Em sua estreia com estande próprio na feira, a empresa exibirá seu portfólio completo de soluções para geração, armazenamento e gerenciamento de energia. Entre os destaques estará a Victron Microgrid, arquitetura desenvolvida para ampliar a capacidade de sistemas off-grid de forma modular e escalável. A solução permite que múltiplos sistemas operem de forma integrada sem a necessidade de controladores centrais, reduzindo a complexidade dos projetos e aumentando a confiabilidade operacional. A participação na Intersolar ocorre em um momento estratégico para a companhia. A Victron Energy registrou crescimento de 113% nas operações brasileiras ao longo de 2025 e alcançou expansão de 133% em participação de mercado no primeiro trimestre de 2026, consolidando o Brasil como um dos mercados mais relevantes para a empresa globalmente. Para quem não conseguiu acompanhar a transmissão ao vivo, a gravação completa do webinar já está disponível no YouTube. O conteúdo apresenta detalhes sobre as soluções da empresa, aplicações práticas e oportunidades de mercado que deverão ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. Com o sucesso do Esquenta Intersolar, a Victron Energy reforça sua estratégia de aproximação com integradores e parceiros brasileiros, apostando na disseminação de conhecimento técnico e no avanço das tecnologias de armazenamento como pilares para o crescimento sustentável do setor energético nacional. *Assista o Webinar completo da Victron Energy no Youtube Victron Energy: integradores precisam se reinventar para aproveitar o boom do armazenamento de energia

  • Norvento TECHnPower chega à Intersolar 2026 em meio ao avanço do armazenamento e da hibridização energética

    Empresa espanhola de tecnologia para energias renováveis participa da Intersolar South America 2026 em um momento no qual armazenamento, eletrônica de potência e sistemas híbridos ganham protagonismo na transformação do setor elétrico São Paulo, 14 de Agosto - A transição energética global está entrando em uma nova fase. Depois de anos marcados pela rápida expansão das fontes solar e eólica, um novo desafio começa a ocupar o centro das discussões do setor elétrico: como converter, armazenar, controlar e integrar volumes cada vez maiores de energia renovável aos sistemas elétricos. É nesse cenário que a espanhola Norvento TECHnPower desembarca no Brasil para participar da Intersolar South America 2026, que acontece entre os dias 25 a 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa estará no estande B6.85, apresentando tecnologias voltadas principalmente ao armazenamento de energia, geração solar fotovoltaica em escala utility e sistemas híbridos de energia renovável. Mais do que a participação de uma empresa europeia em uma das principais feiras de energia solar da América Latina, a presença da Norvento ajuda a revelar uma transformação mais ampla em curso no setor. À medida que aumenta a participação das fontes renováveis na matriz elétrica, a discussão deixa de estar concentrada apenas na instalação de nova capacidade de geração. Flexibilidade, armazenamento, eletrônica de potência, gerenciamento energético e integração entre diferentes fontes passam a ocupar uma posição cada vez mais estratégica. Da geração renovável à inteligência energética A história da Norvento no setor de energias renováveis começou em 1981. Ao longo de mais de quatro décadas, o grupo espanhol desenvolveu projetos e tecnologias envolvendo geração renovável, autoconsumo industrial, energia eólica, armazenamento, microrredes e gerenciamento energético. Atualmente, a companhia informa possuir mais de 350 MW de ativos renováveis em operação e mais de 1.000 MW em desenvolvimento. Parte importante dessa estratégia tecnológica está hoje concentrada na Norvento TECHnPower, divisão que reúne soluções desenvolvidas pelo grupo para geração, conversão e armazenamento de energia. Seu portfólio inclui turbinas eólicas, conversores eletrônicos de potência, inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia em baterias, com aplicações que vão de instalações comerciais e industriais e microrredes até grandes projetos de geração renovável. A estratégia acompanha uma mudança importante que começa a ocorrer em diferentes mercados. Painéis solares e turbinas eólicas continuam sendo fundamentais para a descarbonização do setor elétrico. Mas gerar eletricidade renovável já não representa, isoladamente, toda a complexidade da transição energética. A infraestrutura que existe ao redor dessa geração passa a ser igualmente importante. A eletrônica de potência ganha protagonismo Uma das tecnologias que ilustram esse novo momento é a plataforma nXL PCS, desenvolvida pela Norvento para grandes projetos de armazenamento de energia em baterias. O sistema de conversão de potência pode alcançar até 9 MVA em uma configuração de 20 pés, utilizando uma arquitetura modular formada por quatro módulos independentes de potência. Segundo a empresa, essa arquitetura permite gerenciar de maneira independente diferentes entradas de baterias, ao mesmo tempo em que amplia a redundância e a disponibilidade operacional do sistema. A Norvento também informa eficiência de conversão próxima de 99%, além de funcionalidades destinadas à interação e ao suporte da rede elétrica. Essas características ajudam a explicar por que o Power Conversion System — PCS está se tornando um componente estratégico dentro dos grandes projetos de armazenamento. Em uma instalação BESS, as baterias armazenam energia. Mas é a eletrônica de potência que determina como essa energia será convertida e como o sistema irá interagir com a rede elétrica. Os conversores controlam o fluxo entre corrente contínua e corrente alternada e permitem que os sistemas de armazenamento respondam às necessidades da rede. À medida que os projetos de baterias avançam para instalações cada vez maiores, eficiência, disponibilidade e capacidade de controle desses equipamentos passam a ter impacto direto sobre o desempenho técnico e econômico dos projetos. Armazenamento passa a fazer parte da infraestrutura elétrica O armazenamento de energia é outro dos pilares da estratégia tecnológica da Norvento. A companhia desenvolve os sistemas nGM BESS, incluindo soluções conteinerizadas e em skid destinadas a instalações industriais, redes de distribuição, usinas renováveis e microrredes. O avanço dessas tecnologias mostra como o papel das baterias está mudando. Um sistema de armazenamento pode absorver eletricidade renovável quando existe maior disponibilidade de geração e devolver essa energia ao sistema posteriormente. Mas os projetos modernos de BESS podem desempenhar funções adicionais, incluindo gerenciamento de demanda, suporte à rede, backup energético e hibridização de ativos renováveis. Para sistemas elétricos com participação crescente de geração solar e eólica, essa flexibilidade tende a ganhar importância. Em vez de tratar geração renovável, armazenamento e infraestrutura elétrica como elementos independentes, o setor começa a projetá-los como partes de um mesmo sistema energético. É justamente nesse ponto que a hibridização ganha espaço. ## Solar, eólica e baterias começam a operar como um único sistema O portfólio tecnológico da Norvento inclui soluções capazes de combinar geração renovável, armazenamento de energia e sistemas avançados de controle. A companhia possui experiência no desenvolvimento de sistemas híbridos e microrredes que podem integrar tecnologias como geração solar fotovoltaica, energia eólica e baterias. Um exemplo é a nED750, um aerogerador de até 750 kW com tecnologia direct-drive, desenvolvido para aplicações como autoconsumo industrial, microrredes e sistemas híbridos de geração, bem como para repotenciação eólica, permitindo substituir aerogeradores existentes de 600–750 kW para aumentar a produção de energia, prolongar a vida útil dos parques e otimizar o CAPEX do projeto. A turbina pode operar em conjunto com sistemas fotovoltaicos, armazenamento em baterias e outras tecnologias de geração, inclusive em aplicações envolvendo redes elétricas frágeis ou sistemas isolados. Essa arquitetura aponta para um cenário no qual diferentes ativos energéticos estarão cada vez mais conectados. Uma planta solar não precisa necessariamente funcionar apenas como uma usina solar. Uma instalação eólica também não precisa depender exclusivamente das condições momentâneas do vento. Quando combinadas com armazenamento, eletrônica de potência e sistemas digitais de controle, diferentes fontes podem operar dentro de um mesmo ecossistema energético. Para indústrias, utilities e operadores de infraestrutura, essa integração pode significar maior flexibilidade e melhor aproveitamento dos ativos existentes. Da Galícia para uma nova geração da indústria energética Por trás da estratégia tecnológica da Norvento existe ainda outro projeto que ajuda a revelar as mudanças na cadeia industrial da transição energética. Em Lugo, na região da Galícia, na Espanha, a companhia está desenvolvendo a Norvento Enerxía Factory Zero — neFO, nova unidade industrial destinada à fabricação das diferentes famílias de tecnologias desenvolvidas pela TECHnPower. O projeto, com um investimento total de mais de 50 milhões de euros, recebeu 27,5 milhões de euros em apoio do Innovation Fund da União Europeia. A Norvento apresenta a instalação como uma fábrica orientada à autossuficiência energética e às emissões líquidas zero, destinada à produção de tecnologias relacionadas à geração renovável, conversão de potência e armazenamento de energia. A iniciativa também coloca em evidência outra discussão importante. À medida que diferentes países aceleram seus investimentos em energias renováveis, a questão industrial passa a acompanhar a discussão energética. Não se trata apenas de definir onde a eletricidade limpa será produzida, mas também onde serão desenvolvidas e fabricadas as tecnologias necessárias para sustentar essa transformação. Baterias, conversores, inversores, sistemas de controle e plataformas de gerenciamento energético estão se tornando componentes estratégicos de uma cadeia global de energia limpa em rápida expansão. Por que o Brasil importa O Brasil oferece um ambiente particularmente relevante para essa discussão. O país já possui uma das matrizes elétricas mais renováveis entre as grandes economias mundiais e continua ampliando sua capacidade instalada de geração solar e eólica. Entretanto, uma participação maior dessas fontes também traz novos desafios técnicos. Como acomodar volumes crescentes de geração variável nas redes elétricas? Como deslocar energia produzida em determinados períodos para momentos de maior necessidade do sistema? Como aumentar a autonomia energética de indústrias e grandes consumidores sem comprometer segurança e confiabilidade? E qual será o papel das baterias e da eletrônica de potência na próxima etapa de expansão das energias renováveis no país? São questões que colocam armazenamento, hibridização e sistemas avançados de conversão de potência cada vez mais próximos do centro do debate energético brasileiro. Esse cenário também ajuda a explicar a transformação da própria Intersolar South America. A feira deixa progressivamente de ser apenas uma vitrine de módulos fotovoltaicos e equipamentos tradicionais do setor solar para refletir uma convergência muito maior entre geração solar, armazenamento de energia, eletrônica de potência, digitalização e infraestrutura de rede. Um olhar para a próxima fase da transição energética A participação da Norvento TECHnPower na Intersolar South America 2026 pode, portanto, ser observada para além da presença de mais um fornecedor europeu de tecnologia no mercado brasileiro. Ela representa uma oportunidade de compreender como a própria arquitetura dos sistemas elétricos começa a mudar. O primeiro grande capítulo da expansão das renováveis esteve concentrado principalmente em produzir eletricidade limpa em escala e a custos cada vez mais competitivos. O próximo tende a ser mais complexo. A questão passa a ser também quando essa energia será utilizada, onde será armazenada, como será convertida e de que maneira diferentes recursos energéticos poderão interagir com a rede em tempo real. Empresas que desenvolvem as tecnologias responsáveis por essas interações tendem, portanto, a ocupar um espaço cada vez mais relevante na transformação do setor energético global. Dos grandes sistemas de conversão para baterias aos projetos BESS, passando por geração distribuída eólica e sistemas híbridos de energia, as tecnologias desenvolvidas pela Norvento oferecem uma perspectiva sobre como essa próxima etapa começa a tomar forma. O EnergyChannel acompanhará essa discussão diretamente da Intersolar South America 2026, em São Paulo, onde nossa equipe realizará uma cobertura especial com a Norvento TECHnPower para conhecer suas tecnologias, conversar com seus executivos e entender quais oportunidades a empresa enxerga para o Brasil e a América Latina. EnergyChannel | Cobertura Especial Intersolar South America 2026 São Paulo | 25 a 27 de agosto de 2026 Norvento TECHnPower chega à Intersolar 2026 em meio ao avanço do armazenamento e da hibridização energética

  • Seu sistema atual sabe a diferença entre ‘compensável’ e ‘compensado’? Se não sabe, você está perdendo eficiência sem saber quanto.

    Seu sistema atual sabe a diferença entre ‘compensável’ e ‘compensado’? Se não sabe, você está perdendo eficiência sem saber quanto. Por Marcelo Figueiredo CEO - Iquira Energy innovation Existem dois estados distintos que um crédito de energia gerado por geração distribuída pode ocupar, e a confusão entre eles é uma das fontes mais silenciosas de perda de eficiência em operações de gestão de créditos de GD. "Compensável" é o crédito que existe, foi gerado, está registrado e está disponível para uso dentro da janela regulatória de compensação vigente. "Compensado" é o crédito que efetivamente foi aplicado contra uma fatura de consumo, ou seja, que se transformou em benefício econômico realizado, não apenas potencial. A distância entre esses dois estados é exatamente onde a eficiência de alocação vaza, e ela vaza de uma forma particularmente difícil de detectar: do ponto de vista puramente contábil ou de registro, o crédito "existe", ele está lá, no sistema, com seu volume corretamente contabilizado. Mas se esse crédito não foi efetivamente compensado dentro da janela de tempo em que a regulação permite seu uso, ou se foi alocado de forma subótima a uma UC que não conseguiu absorver todo o volume disponível, o resultado prático é idêntico a nunca ter existido: não há benefício econômico realizado, apesar de o registro mostrar que o crédito estava tecnicamente disponível. Esse tema, que já era relevante do ponto de vista puramente operacional, ganhou também um componente regulatório concreto em 2026. A ANEEL abriu consulta pública, entre abril e junho, para discutir o tratamento contábil e regulatório dos créditos de geração distribuída que expiram sem uso, créditos que, pela Lei 14.300/2022, têm validade de 60 meses e, vencido esse prazo, são revertidos em benefício da modicidade tarifária, sem qualquer compensação para quem os gerou. Como a regra vale desde 2023, os primeiros volumes expressivos de créditos vencidos devem começar a aparecer a partir de 2027, o que significa que, de agora em diante, cada crédito "compensável" não aproveitado dentro da janela regulatória deixa de ser apenas uma ineficiência interna da comercializadora: passa a ser, também, um valor que sai do controle do titular e vai para o sistema como um todo. Sistemas que não fazem essa distinção de forma explícita e monitorada, que tratam "crédito gerado" e "crédito efetivamente compensado" como praticamente sinônimos, ou que só verificam a diferença entre os dois de forma retroativa, no fechamento, quando já é tarde para agir, não têm visibilidade real sobre a perda de eficiência que estão sofrendo. Eles conseguem informar, com precisão, quanto crédito foi gerado no período. Não conseguem informar, com a mesma precisão e em tempo hábil para correção, quanto desse crédito gerado foi efetivamente monetizado contra o potencial total disponível. Essa lacuna de visibilidade tem uma consequência direta: sem separar essas duas métricas de forma clara e monitorá-las continuamente, não existe forma de medir, e portanto de corrigir, a ineficiência estrutural do processo de rateio. É impossível otimizar o que não é medido corretamente. Uma comercializadora pode estar operando com uma eficiência de compensação significativamente abaixo do que seu volume de créditos compensáveis permitiria, e não ter nenhum indicador interno que revele isso, porque o relatório que a equipe olha todo mês mostra "créditos gerados", não "créditos efetivamente compensados versus créditos que poderiam ter sido". O mecanismo técnico que resolve esse problema é monitoramento contínuo de saldo de créditos combinado com controle proativo: acompanhar em tempo real quanto crédito está disponível para cada UC, prever quando esse crédito vai expirar dentro da janela regulatória, e planejar proativamente a distribuição desse crédito para os meses seguintes, em vez de tratar cada ciclo de compensação como um evento isolado, resolvido reativamente no momento do fechamento. Esse controle proativo é o que permite fechar a distância entre "compensável" e "compensado" antes que o crédito expire ou seja alocado de forma subótima, e não depois, quando a oportunidade de corrigir já passou. Há uma implicação estratégica importante aqui, além da operacional. Comercializadoras que reportam apenas volume de créditos gerados, sem acompanhar sistematicamente a taxa de conversão desse volume em compensação efetiva, estão, na prática, gerenciando o negócio com um indicador incompleto. É como medir vendas apenas pelo volume de propostas enviadas, sem acompanhar taxa de conversão em contrato fechado, o número de propostas pode parecer saudável, enquanto o negócio real, medido pelo que efetivamente virou receita, pode estar comprometido. A pergunta que toda comercializadora deveria conseguir responder com precisão, e que a maioria não consegue hoje, é: "qual a nossa taxa de conversão entre crédito gerado e crédito efetivamente compensado, mês a mês, e essa taxa está melhorando, piorando ou estagnada?". Sem uma plataforma que trate essas duas métricas como conceitos distintos, monitorados de forma independente e contínua, essa pergunta não tem resposta numérica, só tem suspeita de que "provavelmente estamos perdendo alguma coisa", sem saber quantificar quanto. Com a ANEEL formalizando regras de reversão para créditos expirados, essa suspeita deixa de ser um problema apenas de gestão interna e passa a ter um prazo regulatório correndo contra ela. Seu sistema atual sabe a diferença entre ‘compensável’ e ‘compensado’? Se não sabe, você está perdendo eficiência sem saber quanto.

  • Mercado livre na baixa tensão: o decreto foi assinado, mas o desafio começa agora

    Com calendário definido, proteção ao consumidor e uma nova arquitetura para o varejo de energia, a abertura do mercado livre deixa de ser promessa e entra na fase de implementação. Seu sucesso, porém, dependerá de governança, informação, segurança regulatória e concorrência de verdade. Mercado livre na baixa tensão: o decreto foi assinado, mas o desafio começa agora Por Daniel Pansarella | Colunista EnergyChannel O Brasil acaba de dar um dos passos mais importantes das últimas décadas na modernização de seu mercado de energia elétrica. Em 12 de agosto, o governo federal assinou o decreto que regulamenta a abertura do mercado livre para consumidores atendidos em baixa tensão — inferior a 2,3 kV —, universo que inclui pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais, indústrias de menor porte, hospitais e escolas e que, posteriormente, alcançará também milhões de consumidores residenciais. A medida integra um pacote mais amplo de regulamentações voltadas à transição energética brasileira, anunciado no mesmo dia pelo governo federal, que também contempla o hidrogênio de baixa emissão de carbono, as atividades de captura e armazenamento geológico de carbono (CCS/CCUS) e o Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV). No caso específico do mercado livre, o decreto transforma em calendário operacional a diretriz estabelecida pela Lei nº 15.269/2025: consumidores industriais e comerciais atendidos em baixa tensão poderão escolher de quem comprar energia a partir de 25 de novembro de 2027. Para os demais consumidores, incluindo os residenciais, essa possibilidade estará disponível a partir de 25 de novembro de 2028. O decreto também estabelece regras para a migração ao Ambiente de Contratação Livre (ACL), trata da representação dos consumidores por agentes varejistas e cria a estrutura do Supridor de Última Instância (SUI). É um marco importante para o setor elétrico brasileiro. Mas seria um erro reduzir uma transformação dessa dimensão a uma simples promessa de redução da conta de luz. A abertura do mercado não altera a física do sistema elétrico. A energia continuará chegando ao consumidor pela infraestrutura das distribuidoras, responsáveis pela rede e pela continuidade do serviço de distribuição. O que muda é a relação comercial. O consumidor passa a ter a possibilidade de escolher de quem compra sua energia, sob quais condições contratuais e, potencialmente, considerando atributos como origem renovável, previsibilidade de preços, flexibilidade e qualidade de atendimento. Um calendário que muda a dimensão do mercado A abertura será realizada em etapas. 25 de novembro de 2027Consumidores industriais e comerciais atendidos em baixa tensão poderão optar pelo mercado livre. 25 de novembro de 2028Os demais consumidores de baixa tensão, incluindo os residenciais, poderão exercer o mesmo direito. Até 31 de dezembro de 2030As distribuidoras exercerão a função de Supridor de Última Instância. Após 2030 Outros agentes poderão desempenhar essa função, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A maior virtude desse calendário é trazer previsibilidade. Comercializadoras, geradores, distribuidoras, empresas de tecnologia, prestadores de serviços e consumidores passam a trabalhar com um horizonte definido para uma transformação que poderá levar o mercado livre definitivamente à escala de varejo. Para a cadeia de energia solar e de novas tecnologias energéticas, abre-se uma frente de negócios que vai muito além da venda de equipamentos. Contratos de fornecimento renovável, geração distribuída, armazenamento de energia, gestão de demanda, eficiência energética, agregação de consumidores e soluções híbridas poderão ocupar um espaço cada vez maior nessa nova relação entre consumidor e energia. O verdadeiro desafio começa na baixa tensão Previsibilidade regulatória, entretanto, não significa execução automática. O mercado livre só será efetivamente competitivo se o consumidor conseguir entender e comparar as ofertas disponíveis de maneira simples e confiável. Esse talvez seja um dos maiores desafios da abertura. No segmento de alta tensão, decisões relacionadas à contratação de energia normalmente passam por gestores especializados, consultorias, áreas financeiras e departamentos jurídicos. Na baixa tensão, a realidade será completamente diferente. Será necessário traduzir uma arquitetura sofisticada de contratação de energia para a realidade da pequena indústria, da mercearia, da escola, do hospital, da propriedade rural e, a partir de 2028, de milhões de famílias brasileiras. A complexidade não pode simplesmente ser transferida do sistema para o consumidor. ANEEL terá papel decisivo na construção desse mercado A ANEEL terá uma responsabilidade central nesse processo. O próprio desenho apresentado pelo governo atribui à agência a tarefa de disciplinar a transição entre os ambientes regulado e livre, incluindo mecanismos de informação e proteção ao consumidor, comparação de ofertas e regras para a migração entre os modelos de contratação. Isso deverá passar por contratos compreensíveis, critérios claros para comparação de preços, transparência sobre tarifas de uso da rede e encargos, regras de migração, condições de saída e mecanismos eficientes contra práticas comerciais abusivas. O consumidor precisa saber exatamente o que está contratando. Quanto custa a energia? Quanto continua sendo pago pela utilização da rede? O preço contratado é fixo ou indexado? Existe multa de rescisão? Qual é o prazo contratual? O que acontece se o fornecedor escolhido deixar de operar? Essas perguntas parecem básicas, mas serão determinantes para a confiança no novo mercado. O SUI é muito mais do que uma sigla regulatória Em qualquer processo de abertura de mercado, o risco não está apenas no preço. Está também na continuidade do atendimento. O consumidor que decide migrar precisa saber o que acontecerá caso sua comercializadora enfrente dificuldades ou simplesmente deixe de atendê-lo. É exatamente nesse ponto que entra o Supridor de Última Instância. Segundo o decreto, o SUI será responsável por garantir o fornecimento caso o fornecedor escolhido pelo consumidor deixe de prestar o serviço. Até 31 de dezembro de 2030, essa função será exercida pelas distribuidoras; posteriormente, poderá ser desempenhada por outros agentes, conforme regulamentação da ANEEL. Não considero isso um detalhe operacional. É um mecanismo essencial para a construção de confiança durante os primeiros anos da abertura. Liberdade de escolha não pode significar vulnerabilidade. O desafio regulatório será garantir que esse mecanismo funcione como uma verdadeira rede de proteção sem produzir subsídios implícitos ou transferências inadequadas de custos. Quem poderá recorrer ao SUI? Durante quanto tempo? Em quais circunstâncias? A que preço? Como seus custos serão distribuídos? A qualidade dessas respostas terá impacto direto sobre a eficiência do novo mercado. Até 20% de economia? É preciso entender o que esse número significa Ao anunciar o decreto, o governo federal apresentou um número que naturalmente deverá chamar a atenção do mercado e dos consumidores. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pequenos negócios, como mercearias e serralherias, poderão obter redução de até 20% na conta de luz com a abertura. É uma sinalização relevante sobre o potencial econômico da medida. Mas precisa ser interpretada corretamente. Economia possível não significa economia garantida. O benefício efetivo da migração dependerá do perfil de consumo, da estrutura tarifária, do preço contratado, dos encargos, das condições de flexibilidade, dos custos de gestão e da qualidade da oferta comercial. A abertura tende a aumentar a concorrência e pressionar o mercado por inovação, mas não elimina os custos da rede, os tributos nem os demais componentes associados ao fornecimento de energia. Esse esclarecimento será fundamental para evitar frustrações. Um mercado livre saudável não é aquele que simplesmente anuncia descontos. É aquele no qual o consumidor consegue compreender exatamente quanto paga, pelo que paga e quais riscos está assumindo em troca daquela condição comercial. Sem isso, corremos o risco de substituir a complexidade da conta de luz pela complexidade de contratos que poucos consumidores conseguem compreender. A oportunidade para a energia solar é comercial, e não apenas tecnológica Para o setor solar, a abertura da baixa tensão representa uma mudança particularmente importante. A energia solar poderá ser oferecida cada vez mais como uma solução integrada de valor, e não apenas como um ativo físico de geração. O consumidor poderá buscar contratos associados a energia renovável, previsibilidade orçamentária, geração local, armazenamento em baterias, eficiência energética e gestão inteligente de carga. Há uma oportunidade concreta para empresas capazes de combinar tecnologia, produto, serviço, financiamento, gestão e transparência. Mas isso também exigirá amadurecimento do próprio setor. Não será suficiente prometer sustentabilidade ou economia. Será necessário administrar contratos, explicar riscos, prestar atendimento de qualidade e construir soluções compatíveis com a realidade financeira e operacional de cada consumidor. A energia solar possui características particularmente favoráveis nesse ambiente: é descentralizada, competitiva e alinhada à crescente demanda por fontes renováveis. Mas, em um mercado aberto, vantagem tecnológica só se transforma em vantagem competitiva quando consegue ser traduzida em experiência simples e resultado mensurável para o consumidor. A decisão energética ficará mais sofisticada Também haverá impactos tributários, financeiros e de planejamento. A migração para o mercado livre não acontece isoladamente. Contratos, créditos tributários, enquadramentos regulatórios, custos de distribuição, geração própria, armazenamento e estratégias de gestão energética precisarão ser avaliados de forma integrada. Empresas que tratarem a abertura apenas como uma oportunidade para trocar de fornecedor poderão deixar valor sobre a mesa. O movimento mais interessante será compreender a energia como parte da estratégia financeira, operacional e de sustentabilidade das organizações. O decreto abre a porta. A qualidade do mercado decidirá o resultado. A assinatura do decreto representa um passo histórico para o setor elétrico brasileiro. Pela primeira vez, existe uma rota objetiva para que milhões de consumidores atualmente cativos possam exercer o direito de escolher seu fornecedor de energia. Mas o sucesso dessa transformação não deverá ser medido simplesmente pelo número de consumidores que migrarem nos primeiros meses. Será medido pela qualidade das ofertas, pela solidez dos agentes, pela proteção ao consumidor, pela transparência dos contratos e pela capacidade de o sistema incorporar concorrência sem comprometer segurança e confiabilidade. O Brasil possui uma matriz elétrica majoritariamente renovável, uma cadeia solar consolidada e uma oportunidade rara de transformar energia em instrumento de competitividade. A abertura da baixa tensão pode ampliar significativamente essa vantagem. Para isso, governo, reguladores e empresas precisarão compreender que o consumidor não pode ser tratado apenas como destino de uma nova campanha comercial. Ele precisa ser protagonista de uma nova relação com a energia. O decreto foi assinado. Agora começa o trabalho que realmente importa: transformar liberdade de escolha em uma decisão informada, segura e capaz de gerar valor sem criar novos desequilíbrios. Sobre o autor Daniel Pansarella é executivo com vasta experiência no setor de energia solar, especializado em tributação, logística, cadeia produtiva de equipamentos e desenvolvimento de negócios para equipamentos solares nos mercados brasileiro e latino-americano. Atualmente, atua na Trina Solar e é Vice-Presidente de Cadeia Produtiva do Conselho da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), além de Diretor do Derex-FIESP e conselheiro de empresas do setor. Daniel Pansarella é colunista do EnergyChannel. Os artigos assinados representam análises e opiniões de seus autores e contribuem para o debate sobre os caminhos da transição energética. Mercado livre na baixa tensão: o decreto foi assinado, mas o desafio começa agora

  • PZ Log busca referências em polos logísticos de Santa Catarina para empreendimento em Sinop

    Equipe técnica e imobiliária parceira conheceram condomínios e empresas para avaliar modelos de gestão, infraestrutura, localização e operação logística PZ Log busca referências em polos logísticos de Santa Catarina para empreendimento em Sinop A PZ Empreendimentos realizou uma visita técnica a alguns dos principais condomínios e operadores logísticos do Norte de Santa Catarina para conhecer modelos consolidados no setor e identificar práticas que poderão ser incorporadas ao PZ Log, empreendimento em desenvolvimento em Sinop (MT). A agenda foi realizada no dia 16 de julho e reuniu representantes da PZ e corretores da Imobiliária Celeste, parceira na comercialização do PZ Log. Pela PZ, participaram o diretor Comercial e de Operações do PZ Log, Antonio Pereira; o diretor de Marketing e Comercial, Bruno Kotaka; a corretora interna Ana Nocon; e o advogado Rodrigo Moura. O roteiro começou em Joinville, no Perini Business Park, empreendimento construído e administrado pela Perville. Além de conhecer a estrutura dos galpões, o grupo acompanhou de perto o modelo de administração do condomínio e os serviços que contribuem para manter a eficiência da operação e a valorização do empreendimento ao longo dos anos. Para Antonio Pereira, diretor Comercial e de Operações do PZ Log, conhecer empreendimentos já consolidados permite avaliar soluções que vão além dos aspectos construtivos e entender o funcionamento de todo o ecossistema logístico. “Esta experiência mostrou que um condomínio logístico é muito mais do que uma construção. É uma plataforma de negócios que conecta infraestrutura, eficiência, tecnologia e desenvolvimento econômico. Observamos como localização, estrutura e gestão caminham juntas para atrair empresas e é essa visão que estamos levando para Sinop com o PZ Log”, afirmou. Durante a visita ao Perini, a equipe analisou aspectos relacionados à segurança, controle de acesso, manutenção e conservação das áreas comuns, organização do tráfego interno e padronização do empreendimento. Esses elementos fazem parte de uma gestão profissional e influenciam diretamente a experiência das empresas instaladas no condomínio. PZ Log busca referências em polos logísticos de Santa Catarina para empreendimento em Sinop Em um galpão ainda sem operação, foram avaliadas características como pé-direito, resistência do piso, número e posicionamento das docas, espaço para manobra de carretas, iluminação e ventilação naturais, sistema de combate a incêndio, cobertura, mezanino administrativo e capacidade elétrica. A agenda também incluiu uma operação da XPM Logistic, especializada em armazenagem e movimentação de mercadorias. A visita possibilitou acompanhar como a estrutura física do condomínio é utilizada por uma empresa cuja atividade está diretamente ligada à eficiência no recebimento, armazenamento e movimentação de produtos. Outro modelo conhecido foi o da Galzer, empresa que distribui máquinas e equipamentos de marca própria para diferentes regiões do Brasil e para o mercado internacional. No local, o grupo pôde observar a integração entre indústria e logística e como o galpão deixa de exercer apenas a função de armazenagem para fazer parte da estratégia de distribuição das empresas. O roteiro seguiu pelo Condomínio Logístico Serpa, em Garuva, e pelo DVR Business Park, em Araquari. Nesses empreendimentos, a localização e a conexão com importantes corredores de transporte estiveram entre os principais pontos observados. A característica encontra paralelo com o projeto desenvolvido pela PZ em Mato Grosso. Enquanto os condomínios catarinenses aproveitam a estrutura logística do Sul do país, o PZ Log está localizado em Sinop e tem a BR-163 como principal eixo de conexão com o mercado, em uma região marcada pela expansão da produção e das atividades econômicas. A visita também teve caráter de capacitação para os profissionais envolvidos na comercialização do empreendimento. Ao conhecer condomínios e operações em funcionamento, os corretores da Imobiliária Celeste puderam visualizar características técnicas, operacionais e de gestão que fazem parte do conceito do PZ Log. “Conhecer esses empreendimentos amplia a perspectiva de quem está apresentando o projeto ao mercado. Os participantes puderam entender não apenas os diferenciais construtivos de um galpão moderno, mas como todo o ecossistema funciona e gera valor para empresas, investidores e locatários”, completou Antonio. Ao final da agenda técnica, o grupo seguiu para Balneário Camboriú, onde conheceu o PZ Ecomall. Na sexta-feira (17), os participantes também realizaram um roteiro pela cidade antes do encerramento da programação. PZ Log busca referências em polos logísticos de Santa Catarina para empreendimento em Sinop

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