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- Anfavea intensifica pressão contra isenção à BYD e alerta para risco de desindustrialização no setor automotivo
Com o fim do regime especial para veículos CKD e SKD se aproximando, a indústria automotiva cobra do governo uma mudança de rota na política de incentivos Anfavea intensifica pressão contra isenção à BYD e alerta para risco de desindustrialização no setor automotivo A poucos dias do encerramento da isenção do imposto de importação para veículos eletrificados montados a partir de kits desmontados (CKD e SKD), o setor automotivo brasileiro entrou em um novo capítulo de tensão. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) intensificou a pressão sobre o governo federal contra a renovação do benefício fiscal, apontando riscos relevantes para o emprego, a indústria nacional e a cadeia produtiva. O regime especial, criado como medida temporária em 2025, permitiu a importação de veículos parcialmente desmontados com alíquota zero dentro de uma cota específica. Na prática, o modelo tem sido utilizado por fabricantes que ainda não operam com produção totalmente nacionalizada, com destaque para a BYD, que avança na montagem de veículos em sua unidade industrial na Bahia. Alerta para empregos e efeito cascata na cadeia produtiva A Anfavea avalia que a manutenção da isenção pode gerar impactos significativos sobre o nível de produção local. Segundo a entidade, a consolidação do modelo CKD e SKD, sem exigências mais rigorosas de nacionalização, pode resultar na eliminação de até 69 mil empregos diretos no setor automotivo. Além disso, a associação projeta efeitos indiretos sobre fornecedores de autopeças, logística, serviços industriais e centros de engenharia, com reflexos sobre mais de 200 mil postos de trabalho ao longo da cadeia. Para a entidade, o risco vai além do emprego e atinge a própria estrutura industrial do país. Pressão contra a estratégia de montagem parcial No centro do debate está a preocupação com o que a indústria chama de “industrialização de baixo impacto”. Para a Anfavea, a ampliação do uso de veículos montados a partir de kits importados reduz o valor agregado local, enfraquece a base de fornecedores nacionais e compromete investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento. A entidade defende que a política industrial para veículos eletrificados deve estimular fábricas completas, com produção de componentes, desenvolvimento tecnológico no país e geração de empregos qualificados, evitando modelos que se aproximem de uma importação disfarçada. BYD e a disputa pelo modelo de transição Do outro lado da disputa, a BYD sustenta que o uso do regime CKD e SKD faz parte de uma fase de transição enquanto amplia gradualmente sua capacidade produtiva no Brasil. A montadora chinesa busca consolidar sua presença no mercado nacional de veículos eletrificados, que cresce em ritmo acelerado impulsionado pela eletrificação da frota. A possibilidade de prorrogação da isenção, no entanto, encontrou forte resistência das montadoras já estabelecidas no país, que veem no benefício um fator de desequilíbrio competitivo e um risco à sustentabilidade da indústria local no longo prazo. Decisão estratégica para o futuro do setor Com o prazo da isenção se esgotando, o governo federal se vê diante de uma decisão estratégica que pode redefinir os rumos da indústria automotiva brasileira. O desafio envolve conciliar a atração de novos investimentos em mobilidade elétrica com a preservação do parque industrial, da geração de empregos e da arrecadação. Para o setor, o desfecho dessa discussão será determinante não apenas para a competitividade do mercado automotivo, mas também para o papel do Brasil na nova geografia industrial global, cada vez mais orientada pela eletrificação e pela transição energética. Anfavea intensifica pressão contra isenção à BYD e alerta para risco de desindustrialização no setor automotivo
- A Inércia do SIN e a Estabilidade de Redes na Transição Energética
Por Fernando Caneppele, Professor da USP GEPEA/USP – GESEL/UFRJ – CISTEM A Inércia do SIN e a Estabilidade de Redes na Transição Energética O êxito da transição energética brasileira é comumente quantificado pela expansão da capacidade instalada renovável e pelos sucessivos recordes de geração eólica e solar. Entretanto, a integridade do Sistema Interligado Nacional (SIN) impõe um desafio técnico de natureza dinâmica que exige urgência na pauta regulatória, operativa e acadêmica: a preservação da inércia do sistema diante da descarbonização da matriz. O Paradigma da Massa Girante e a Estabilidade de Frequência A estabilidade da frequência de operação no Brasil, rigidamente mantida em 60 Hz, fundamentou-se historicamente na inércia natural de grandes máquinas síncronas. Turbinas de hidrelétricas e termelétricas possuem imensas massas rotativas que, ao estarem mecanicamente acopladas à rede, armazenam energia cinética. Esta energia atua como um amortecedor intrínseco e imediato. Diante de distúrbios — como o desligamento súbito de uma unidade geradora ou uma falha em grandes troncos de transmissão — essa inércia limita a velocidade de queda da frequência, fenômeno conhecido como Rate of Change of Frequency (RoCoF). Em termos práticos, a inércia "compra tempo" para que os sistemas de controle governamental (Regulação Primária) e os esquemas de alívio de carga atuem antes que a frequência atinja níveis críticos que poderiam levar a um colapso sistêmico ou blackout . A "Rede Leve": O Efeito da Eletrônica de Potência A atual reconfiguração da matriz elétrica brasileira integra, de forma acelerada, fontes eólica e solar fotovoltaica. Diferente da geração hidrelétrica clássica, estas fontes operam via conversores eletrônicos de potência. Na prática, isso significa que não há um acoplamento mecânico direto entre a fonte primária de energia e a frequência da rede elétrica. Em termos de dinâmica de sistemas de potência, estas são fontes "inercialmente invisíveis". À medida que o Operador Nacional do Sistema (ONS) despacha maiores volumes de renováveis em detrimento de máquinas síncronas convencionais, o SIN caminha para uma configuração de "baixa inércia" ou "rede leve". Em cenários de alta penetração de inversores, o sistema perde sua rigidez característica. Qualquer variação de carga ou contingência provoca oscilações de frequência muito mais rápidas e severas. Essa volatilidade amplia o risco de desligamentos indesejados e dificulta a recomposição do sistema, exigindo uma sofisticação inédita nos algoritmos de proteção e controle. Fronteiras Tecnológicas: Grid-Forming e Resposta Rápida A manutenção da segurança operativa em uma rede descarbonizada não implica o retrocesso da transição, mas a adoção de novas camadas de tecnologia e inteligência. Dois pilares são essenciais para esta nova arquitetura: Inversores Formadores de Rede ( Grid-Forming ): Diferentemente dos inversores convencionais ( Grid-Following ), que apenas mimetizam a rede existente e dependem de uma referência de tensão estável, a tecnologia Grid-Forming permite que o conversor atue ativamente. Ele é capaz de estabelecer uma referência de tensão e frequência, fornecendo suporte dinâmico e "inércia sintética" para sustentar o sistema em momentos de instabilidade. Ativos de Suporte e Serviços Ancilares: A aplicação de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) e de condensadores síncronos torna-se estratégica. Estes ativos passam a ser vistos não apenas como provedores de energia ou reserva de potência, mas como garantidores de estabilidade sistêmica. Eles são capazes de injetar potência ativa e reativa em milissegundos, contendo a queda da frequência de forma quase instantânea. Desafios Regulatórios e Soberania Tecnológica O domínio técnico sobre a estabilidade de sistemas de potência em ambientes de baixa inércia é, hoje, uma questão de soberania tecnológica. Para a engenharia brasileira, especialmente em centros de pesquisa de ponta, o desafio reside no desenvolvimento de modelos de simulação computacional que reflitam com precisão essas novas dinâmicas não lineares. No entanto, a tecnologia por si só não resolve o impasse se não houver evolução na governança. Atualmente, os serviços de suporte à rede (serviços ancilares) muitas vezes carecem de mecanismos de remuneração adequados que incentivem o investimento nessas soluções. É imperativo que a regulação e o planejamento energético passem a valorizar a "confiabilidade dinâmica" tanto quanto valorizam o megawatt-hora gerado. Conclusão O sucesso da transição energética brasileira no século XXI não será garantido apenas pela abundância de recursos naturais ou pelo volume de elétrons limpos injetados na rede. A verdadeira liderança global do Brasil no setor dependerá da nossa capacidade de garantir que essa energia seja entregue com resiliência. A inércia, embora invisível, é o alicerce técnico sobre o qual a sustentabilidade deve ser construída. Preparar o SIN para operar com segurança em um cenário de alta complexidade eletrônica é o grande imperativo que definirá a confiabilidade do nosso futuro energético. A Inércia do SIN e a Estabilidade de Redes na Transição Energética
- Inversor Solar Hopewind de 150 kW: um ativo estratégico para projetos solares C&I e de geração distribuída
À medida que o mercado solar amadurece e os projetos ganham escala, o inversor deixa de ser apenas um equipamento de conversão de energia para assumir um papel estratégico na performance, na confiabilidade e na rentabilidade dos sistemas fotovoltaicos . Inversor Solar Hopewind de 150 kW: um ativo estratégico para projetos solares C&I e de geração distribuída Nesse contexto, o inversor solar Hopewind de 150 kW se posiciona como uma solução desenhada para maximizar a produção de energia, reduzir custos operacionais e garantir desempenho consistente mesmo em condições adversas , atendendo às demandas reais de projetos comerciais, industriais e de geração distribuída de maior porte. Este artigo especial do EnergyChannel analisa por que a classe de potência de 150 kW se tornou um novo padrão de mercado e como a Hopewind transforma essa potência em valor econômico e operacional . Da potência instalada ao valor entregue Em projetos solares de maior escala, a vantagem competitiva não está apenas no número de módulos instalados, mas em como essa capacidade é gerida ao longo do tempo . A aplicação de inversores de 150 kW permite: Reduzir o número total de inversores por projeto Simplificar a arquitetura elétrica Diminuir custos de instalação e cabeamento Aumentar a confiabilidade do sistema A Hopewind posiciona o inversor de 150 kW como um ativo central da planta , capaz de simplificar o projeto e aumentar a eficiência operacional desde a fase de implantação. Maximização da geração de energia na prática A performance energética é o principal indicador de sucesso de qualquer usina ou sistema fotovoltaico. O inversor Hopewind de 150 kW foi desenvolvido para extrair o máximo potencial de geração mesmo em cenários reais de operação, marcados por: Diferentes orientações de módulos Sombras parciais Arranjos elétricos complexos Sua arquitetura de múltiplos MPPTs permite o controle independente das strings, reduzindo perdas e garantindo maior geração anual de energia . Em regiões de alta irradiância e temperaturas elevadas, como grande parte do território brasileiro, o desempenho térmico estável do equipamento evita perdas por derating e contribui diretamente para melhores resultados financeiros do projeto . Redução de custos operacionais e do LCOE Mais do que gerar energia, um sistema solar eficiente precisa ser economicamente sustentável ao longo de toda a sua vida útil. O inversor Hopewind de 150 kW contribui de forma direta para a redução do OPEX ao: Concentrar mais potência em menos equipamentos Simplificar processos de instalação e comissionamento Oferecer monitoramento e diagnóstico integrados Reduzir a necessidade de intervenções corretivas Essa combinação impacta diretamente o LCOE (Custo Nivelado da Energia) , tornando o projeto mais competitivo e previsível para investidores, empresas e integradores. Confiabilidade em ambientes e redes desafiadoras Projetos solares operam em condições longe do ideal. Calor intenso, umidade, poeira e oscilações na rede elétrica fazem parte da realidade de muitos mercados, especialmente no Brasil. O inversor Hopewind de 150 kW foi concebido com foco em: Robustez construtiva Gerenciamento térmico eficiente Proteções elétricas avançadas Estabilidade em redes com variações de tensão Esses fatores garantem maior disponibilidade do sistema, menos paradas não programadas e fluxo de geração mais previsível , elementos essenciais para projetos de médio e longo prazo. Um aliado estratégico para o mercado brasileiro O segmento comercial e industrial brasileiro vive um momento de forte expansão, impulsionado por tarifas elevadas de energia, metas de descarbonização e pela consolidação da geração distribuída. Nesse cenário, o inversor de 150 kW se destaca por: Ser ideal para grandes coberturas industriais e comerciais Oferecer excelente desempenho em climas tropicais Facilitar projetos escaláveis e expansões futuras Atender às demandas operacionais das redes trifásicas locais Mais do que atender à regulação, o equipamento se mostra alinhado à realidade operacional do mercado brasileiro . Aplicações onde desempenho e confiabilidade são decisivos O inversor Hopewind de 150 kW é especialmente indicado para: Indústrias com alto consumo energético Centros logísticos e grandes galpões Plantas solares distribuídas Projetos corporativos de autoprodução e descarbonização Em todos esses casos, o inversor atua como um habilitador de desempenho , garantindo que a energia instalada se converta em geração real, previsível e financeiramente eficiente. Conclusão: mais do que um inversor, um ativo de negócio O inversor solar Hopewind de 150 kW representa uma evolução no posicionamento dos equipamentos de potência no mercado fotovoltaico. Ao unir: Alta geração de energia Redução consistente de custos operacionais Robustez para ambientes adversos Aderência às demandas do mercado brasileiro a Hopewind entrega uma solução que vai além da tecnologia — oferecendo um ativo estratégico para projetos solares profissionais , orientados a resultado, eficiência e longevidade. Inversor Solar Hopewind de 150 kW: um ativo estratégico para projetos solares C&I e de geração distribuída
- Be8 leva experiência de Rota Sustentável da COP 30 na Brazil House durante Fórum Econômico Mundial de Davos
O Presidente da Be8, Erasmo Carlos Battistella, participa de três painéis destacando os resultados do uso do Be8 BeVant® para a redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa em aplicação em motores Mercedes-Benz Euro 6 Be8 leva experiência de Rota Sustentável da COP 30 na Brazil House durante Fórum Econômico Mundial de Davos Davos (Suíça) — A Be8, empresa de energias renováveis e líder nacional em produção de biodiesel, patrocina pelo segundo ano consecutivo a Brazil House, espaço idealizado pelo BTG Pactual para representar o Brasil em Davos durante a Reunião Anual de 2026 do Fórum Econômico Mundial, que acontece de 19 a 23 de janeiro. Como parte da agenda da Casa , Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8 participará de três painéis. Em destaque, a experiência da Rota Sustentável COP 30 idealizada pela empresa em parceria com a Mercedes-Benz do Brasil. O objetivo da Rota foi apresentar, com transparência e rastreabilidade, a diferença nas emissões totais de gases de efeito estufa entre veículos abastecidos com Diesel em comparação com o novo biocombustível desenvolvido pela empresa, o Be8 BeVant®. A demonstração foi desenvolvida com base na operação real de dois caminhões e dois ônibus da Mercedes-Benz por 4 mil quilômetros do Rio Grande do Sul até Belém (PA), sede da COP 30 realizada em novembro no Brasil. O resultado foi a redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa com Be8 BeVant® em motores Mercedes-Benz Euro 6. Essa redução foi alcançada dentro do conceito do “tanque à roda”, com os resultados auditados pelo Instituto Mauá de Tecnologia. “Esta foi uma jornada feita com precisão em planejamento e excelência em realização - os quatro veículos mostraram o alto nível tecnológico da marca Mercedes-Benz em performance e conforto”, disse Battistella. “O objetivo de demonstrar o Be8 BeVant® como solução de descarbonização para o agora foi plenamente atingido, levando reconhecimento e respeito por cada estrada e cada posto que passamos. A Rota Sustentável COP 30 excedeu todas as nossas expectativas e vamos compartilhar essa experiência durante o Forum Econômico”, completou. “A Rota Sustentável COP 30 conectou inovação, ciência e sustentabilidade, mostrando na prática como os biocombustíveis podem reduzir emissões imediatamente, sem necessidade de grandes investimentos ou mudanças estruturais”, Camilo Adas, diretor de Transição Energética e Relações Institucionais da Be8. BRAZIL HOUSE* Dia 20 de janeiro – 10h (horário local)Projeto Be8 Rota Sustentável - COP 30 Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8Luiz Carlos Moraes, Diretor de Comunicação e Relações Institucionais da Mercedes-Benz do Brasil Dia 21 de janeiro – 11h (horário local)COP 30 – Insights Moderador: John Defterios – Jornalista CNN International – ModeradorDaniel Randon, CEO da RandoncorpGrazielle Parenti, VP de Sustentabilidade – ValeErasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8 Dia 21 de janeiro – 12hInvestimentos Sustentáveis: Tendências, Desafios e Oportunidades Moderadora: Consuelo Remmert, Office of the CEO Palantir TechnologiesDaniel Randon, Presidente e CEO da RandoncorpErasmo Carlos Battistella, Presidente Be8 Fórum Econômico Mundial Erasmo Carlos Battistella também fará parte de um encontro na Zona K do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro dos Combustíveis Limpos, que acontecerá no dia 20 de janeiro, às 7h30. Esta sessão privada reúne líderes da indústria, do governo, das finanças e da tecnologia para traçar um roteiro focado para a implementação na próxima década. Na agenda, os participantes vão debater sobre alinhamento de políticas, investimentos e infraestrutura para acelerar a produção e a adoção de combustíveis limpos; mobilização de modelos de financiamento para reduzir os riscos dos projetos e ampliar as tecnologias emergentes e desbloqueio da demanda por meio da colaboração intersetorial e do desenvolvimento do mercado global. Be8 BeVant® Desenvolvido pela Be8, o Be8 BeVant® é um biocombustível renovável que pode ser utilizado 100% puro em motores a diesel, sem necessidade de adaptações técnicas ou investimentos adicionais em infraestrutura. Além de manter o mesmo desempenho operacional do diesel convencional, o combustível oferece uma redução expressiva das emissões de carbono ao longo de todo o ciclo de uso, tornando-se uma alternativa imediata e eficaz para a descarbonização do transporte pesado e urbano. Brazil House Organizada pelo BTG Pactual, em parceria com a Be8, Gerdau, Randoncorp e Vale, a Brazil House está localizada na Promenade, principal avenida de Davos, e se tornou o principal ponto de encontro de lideranças empresariais, autoridades públicas e investidores globais interessados no futuro do Brasil no cenário internacional. O local foi concebido para destacar o potencial do país em liderar debates sobre infraestrutura sustentável, inovação e energia limpa, reforçando o Brasil como um destino estratégico para investimentos verdes e negócios alinhados à nova economia de baixo carbono. Perfil da Be8 A Be8 é uma empresa líder em produção de biodiesel com foco global em energias renováveis, implementa novas matrizes energéticas por meio de um ecossistema circular de inovação. Com foco em uma produção que garante um futuro com recursos naturais, fazendo entregas sustentáveis para as pessoas, os negócios e o planeta. A Companhia é integrante da holding ECB Group e foi fundada em 2005. A sede da Companhia fica em Passo Fundo (RS) e conta com escritórios administrativos em São Paulo (SP), em Cuiabá (MT), em Genebra, na Suíça e em Dubai (Emirados Árabes Unidos), responsáveis por comercializar a produção de Passo Fundo (RS), Marialva (PR), Nova Marilândia (MT), Floriano (PI), Santo Antônio do Tauá (PA), La Paloma (Paraguai) e Domdidier (Suíça). Be8 leva experiência de Rota Sustentável da COP 30 na Brazil House durante Fórum Econômico Mundial de Davos
- APROBIO coloca biodiesel brasileiro na agenda internacional em 2026
Jerônimo Goergen, Presidente da Associação, participa a partir desta segunda-feira (19/01) da Clean Fuels Conference, nos Estados Unidos, e inicia estratégia de abertura de mercados para combustíveis renováveis do Brasil APROBIO coloca biodiesel brasileiro na agenda internacional em 2026 São Paulo, janeiro de 2026 – A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) iniciará, em 2026, uma agenda internacional estratégica voltada à abertura de mercados e ao fortalecimento da imagem do biodiesel brasileiro no exterior. Jerônimo Goergen, Presidente da entidade, participa da Clean Fuels Conference, que acontece de segunda a quinta-feira, de 19 a 22 de janeiro, no Orlando World Center Marriott, nos Estados Unidos, reunindo produtores, fornecedores de matéria-prima, fabricantes de motores e equipamentos, comerciantes de combustíveis, formuladores de políticas e usuários finais de todo o mundo. A participação num dos principais fóruns globais sobre combustíveis renováveis, marca o começo dessa ofensiva, que busca posicionar ainda mais o Brasil como referência mundial na transição energética. Segundo Goergen, a decisão reflete a maturidade do setor brasileiro de biocombustíveis e o potencial do país em atender diferentes mercados. “Definimos a atuação internacional como uma prioridade estratégica em 2026. O Brasil possui um produto competitivo, capaz de atender tanto o mercado interno quanto o externo, e o biodiesel já é uma marca do país no universo dos combustíveis renováveis. Ao longo do ano, vamos desenvolver uma série de ações focadas na abertura de mercados e no posicionamento do biodiesel brasileiro no cenário global”, afirmou. Brasil como referência em combustíveis renováveis Para a APROBIO, o evento é uma plataforma estratégica para apresentar o modelo brasileiro de produção de biodiesel, baseado em sustentabilidade, rastreabilidade, inovação e integração com o agronegócio. Com uma das maiores capacidades de produção de biodiesel do mundo, o Brasil se consolidou como um player relevante na transição energética global. O país alia escala industrial, diversidade de matérias-primas e um marco regulatório consolidado, fatores que tornam o biodiesel brasileiro altamente competitivo no cenário internacional. “O mundo está em busca de soluções energéticas limpas, seguras e economicamente viáveis. O biodiesel brasileiro reúne todos esses atributos. Queremos mostrar que o Brasil não é apenas um grande produtor, mas também um parceiro estratégico para países que desejam avançar na descarbonização de suas matrizes energéticas”, destacou Jerônimo. Impulsionando o crescimento apesar da incerteza política Artigo de Scott Fenwick , diretor técnico da Clean Fuels Na edição impressa de Biobased Diesel®, Scott Fenwick, diretor técnico da Clean Fuels, apresenta razões sólidas para otimismo em relação ao crescimento futuro do biodiesel nos Estados Unidos. Confira principais destaques do artigo: “A indústria de diesel à base de biomassa dos EUA encontra-se em um momento crítico. Biodiesel, diesel renovável e combustível de aviação sustentável (SAF) são soluções comprovadas e escaláveis que reduzem as emissões e fortalecem a segurança energética. No entanto, apesar do aumento da oferta e da capacidade de produção doméstica, a incerteza política continua a lançar uma sombra sobre o mercado.” “Mesmo em meio a essa incerteza, uma verdade é clara: o setor está pronto para entrar em operação, respaldado por confiança técnica, desempenho comprovado e valor essencial para os agricultores.” “As tecnologias de fluxo a frio, a certificação BQ-9000® e as certificações de misturas de alta concentração garantem o desempenho confiável do biodiesel em diversos setores, proporcionando confiança a frotas, fabricantes de equipamentos originais (OEMs) e operadores de sistemas de aquecimento.” QUALIDADE “O oitavo Relatório Anual de Qualidade do Biodiesel BQ-9000® confirmou que os produtores credenciados fornecem consistentemente combustível que excede os padrões ASTM. Essa garantia permite que fabricantes de equipamentos originais (OEMs) e frotas adotem misturas com maior concentração de biodiesel com confiança. Em 2025, a John Deere anunciou a aprovação do uso de biodiesel B30 em todo o seu portfólio de motores Tier 4. Os modelos de motor fabricados antes de 2010 estão aprovados para usar misturas de biodiesel de até B100.” “Essas conquistas técnicas demonstram que a qualidade e a confiabilidade permanecem constantes, possibilitando a adoção pelo mercado e mantendo a confiança de investidores e consumidores, mesmo em meio à incerteza regulatória.” SETOR DE AQUECIMENTO “As parcerias com a National Oilheat Research Alliance ampliaram essa confiança para o setor de aquecimento. As certificações da Underwriters Laboratories agora permitem que os equipamentos operem com misturas de até B100, e os distribuidores de óleo para aquecimento no Nordeste e no Meio-Atlântico estão comercializando com sucesso misturas de B40 e superiores.” SETOR MARÍTIMO “A norma ISO 8217:2024 da Organização Internacional de Normalização agora aprova o B100, permitindo uma maior adoção do biodiesel no transporte marítimo global.” AGRICULTURA “O diesel à base de biomassa não é apenas uma solução climática, mas também essencial para a segurança agrícola. Como os agricultores enfrentam altos custos de produção, o mercado interno de biodiesel e diesel renovável é crucial. A produção representa aproximadamente 10% do valor de toda a soja cultivada nos EUA, consumindo em média 1 bilhão de libras de óleo de soja por mês e adicionando US$ 42,4 bilhões à economia americana, segundo a GlobalData.” INVESTIMENTO “Desde 2023, a indústria de processamento de soja investiu mais de US$ 6 bilhões na expansão da capacidade produtiva. Enquanto isso, os produtores americanos de biodiesel, diesel renovável e SAF (combustível derivado de soja) já possuem mais de 6 bilhões de galões de capacidade instalada e pronta para operar.” “Esses investimentos garantem que, assim que houver clareza nas políticas públicas, a indústria possa ampliar imediatamente a produção para atender à demanda, apoiando os agricultores, as economias rurais e a segurança energética dos EUA.” INCERTEZA POLÍTICA “Programas importantes, como o crédito de produção de combustível limpo 45Z, sofreram atrasos insustentáveis na regulamentação, deixando agricultores, fornecedores de matéria-prima e produtores sem condições de planejar contratos ou operações antes do início do ano. Da mesma forma, o Padrão de Combustível Renovável (Renewable Fuel Standard) não foi finalizado antes do início do ano de conformidade. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) propôs volumes robustos de diesel à base de biomassa para 2026 e 2027, as primeiras propostas alinhadas ao crescimento do setor, mas as regras finais foram adiadas.” “A realocação integral das isenções para pequenas refinarias (SREs) também é essencial. A não realocação de 100% das isenções concedidas recentemente pode prejudicar a produção em 500 milhões a 1 bilhão de galões na safra 2026-2027 e reduzir os preços da soja em 10 a 40 centavos de dólar por bushel (unidade de medida de volume para produtos agrícolas secos, como grãos, por exemplo), comum nos EUA. Os agricultores não podem se dar ao luxo de perder esse valor.” “A combinação de uma capacidade de produção robusta, programas técnicos avançados e um forte fornecimento nacional de matéria-prima posiciona a indústria para uma rápida expansão com segurança política. A qualidade do combustível, a confiabilidade e o desempenho comprovado continuarão a impulsionar a adoção, proteger a renda agrícola e apoiar a descarbonização, demonstrando que a indústria de diesel à base de biomassa está pronta para entrar em operação e entregar resultados.” Clean Fuels Conference As sessões da conferência irão explorar o debate dos seguintes temas: Combustíveis limpos em um cenário global em transformação: tendências e perspectivas de mercado para biodiesel, diesel renovável e SAF em 2026; Gerenciamento de Ofertas Restritas e Regras Mais Rigorosas para Óleos Vegetais, Gorduras e Óleo de Cozinha Não Utilizado: Mercados de matéria-prima cada vez mais restritos, pressões regulatórias e estratégias de fornecimento em constante evolução estão moldando o futuro da produção de biodiesel e diesel renovável; Explorando as Oportunidades Marítimas: Crescentes oportunidades para combustíveis limpos no setor marítimo, impulsionadas pela crescente demanda e por novas regulamentações; Alinhando-se com a cadeia de suprimentos de combustíveis líquidos: onde os combustíveis limpos se encaixam hoje, onde podem crescer e o que ambos os lados precisam para acelerar o progresso em conjunto; Do campo ao tanque de combustível: Liderança orientada por um propósito e cadeias de suprimentos coordenadas estão impulsionando o uso de combustíveis limpos, desde os campos agrícolas até os tanques de combustível em todo o país. Além da programação principal, as sessões paralelas da conferência oferecerão discussões aprofundadas sobre políticas, mercados e padrões de combustíveis, relatórios de sustentabilidade e implementação regulatória, proporcionando aos participantes uma visão abrangente do cenário de combustíveis limpos. A conferência contará mais uma vez com uma Mostra de Veículos, destacando veículos pesados, equipamentos e tecnologias movidos a biodiesel e diesel renovável. A Conferência de Combustíveis Limpos é organizada pela Clean Fuels Alliance America, a associação comercial dos Estados Unidos que representa o biodiesel, o diesel renovável e o combustível de aviação sustentável. Associada APROBIO patrocina evento A Be8, empresa global de energias renováveis e associada APROBIO, estará presente da Clean Fuels Conference, evento que patrocina pelo quarto ano seguido. APROBIO coloca biodiesel brasileiro na agenda internacional em 2026
- A transição energética brasileira está desalinhada — e isso já cobra seu preço
Quando liderança pública, regulação e mercado não avançam de forma coordenada, uma agenda estratégica se transforma em risco sistêmico. Por Laís Victor – Especialista em energias renováveis e Diretora Executiva de Parcerias A transição energética brasileira está desalinhada — e isso já cobra seu preço O paradoxo da transição brasileira Ao longo da minha atuação no setor de energia, acompanhando ciclos de expansão, reformas regulatórias e mudanças estruturais do mercado, é raro observar um país simultaneamente tão bem-posicionado em termos de recursos naturais e tão pressionado do ponto de vista da coordenação sistêmica. A matriz elétrica majoritariamente renovável segue sendo um ativo estratégico relevante do Brasil, frequentemente destacada em fóruns internacionais como diferencial competitivo. Na realidade operacional e institucional, porém, a transição energética brasileira avança em velocidade e volume sem que os instrumentos de coordenação evoluam na mesma proporção. Esse descompasso já se reflete em sinais operacionais, econômicos e regulatórios que não podem mais ser tratados como ruído conjuntural. À medida que a transição se acelera, torna-se cada vez mais evidente a necessidade de alinhar planejamento, regulação e operação, um ponto recorrente nas discussões técnicas que acompanho com agentes, investidores e formuladores de políticas públicas. Quando o curtailment deixa de ser exceção e vira sintoma estrutural A leitura recorrente dos dados operativos dos últimos anos mostra que o curtailment deixou de ser um evento pontual associado a contingências específicas e passou a assumir características estruturais. Relatórios do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em especial os Programas Mensais da Operação (PMO) e os boletins de acompanhamento do Sistema Interligado Nacional publicados entre 2023 e 2025, passaram a registrar de forma consistente restrições elétricas em regiões com forte expansão de fontes eólica e solar, sobretudo no Nordeste. Essas restrições não decorrem de escassez de energia, mas da dificuldade do sistema em escoar, absorver ou flexibilizar a geração no momento em que ela ocorre. Sob a ótica do mercado, análises divulgadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) ao longo de 2024 e 2025 indicam que o aumento dos cortes de geração coincidiu com maior volatilidade do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e com a intensificação de despachos fora da ordem de mérito, inclusive em cenários hidrológicos mais favoráveis. Para quem acompanha semanalmente esses indicadores e discute seus efeitos com empresas e investidores, os sinais convergem: a expansão da oferta renovável ocorre em ritmo superior ao avanço da transmissão, da flexibilidade operativa e dos mecanismos de resposta da demanda. Esse diagnóstico, inclusive, já estava presente no planejamento setorial. Nos Planos Decenais de Expansão de Energia (PDE 2032 e PDE 2034), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) destaca que o aumento da participação de fontes intermitentes amplia a necessidade de reforços de transmissão, integração regional e valorização de atributos como flexibilidade, confiabilidade e capacidade. Quando esses elementos não avançam de forma coordenada, o curtailment deixa de ser apenas perda física de geração e passa a representar destruição de valor econômico e aumento do risco percebido pelos investidores. Do corte de geração ao custo sistêmico Quando a energia renovável já contratada deixa de ser entregue ao sistema por restrições estruturais, o impacto não se encerra na geração cortada. Para manter o equilíbrio e a segurança operativa, o sistema recorre a outras fontes e serviços, muitas vezes com custo mais elevado e menor eficiência econômica. É nesse ponto que o curtailment se conecta diretamente à formação de preços, aos encargos setoriais e à percepção de risco. Esse mecanismo ajuda a explicar por que, mesmo em um contexto de expansão renovável, o custo sistêmico não se reduz na mesma proporção. O problema não está na abundância de energia limpa, mas na forma fragmentada como o sistema é conduzido. O custo invisível da falta de coordenação Quando decisões são tomadas de forma desarticulada, uma expansão acelerada de renováveis de um lado, ajustes regulatórios reativos de outro e uma operação cada vez mais pressionada no meio, o custo não desaparece. Ele apenas se redistribui. O sistema se torna mais caro de operar, mais complexo de equilibrar e menos previsível para investidores e consumidores. Dados consolidados da CCEE mostram que despesas associadas a despacho térmico fora da lógica econômica, serviços de segurança e encargos do sistema ganharam relevância nos últimos ciclos. Em interlocuções estratégicas com investidores, esse ponto surge de forma recorrente: a percepção de risco não está relacionada à falta de energia, mas à falta de coordenação institucional. A transição energética, que deveria reduzir incertezas no longo prazo, passa a introduzir novas camadas de complexidade quando não é conduzida de forma integrada. Governança como próximo estágio da transição Esse cenário reforça uma constatação construída ao longo dos anos: o principal desafio da transição energética brasileira não é tecnológico. O país dispõe de recursos naturais, projetos competitivos e conhecimento técnico amplamente reconhecido. O desafio é institucional. A transição tem sido conduzida como a soma de agendas paralelas, e não como uma política sistêmica de Estado. Os próprios documentos da EPE indicam que a expansão da geração precisa caminhar de forma coordenada com a evolução da transmissão, da operação e do desenho de mercado. A ausência dessa integração cria um ambiente em que decisões técnicas e regulatórias não se reforçam mutuamente, elevando a complexidade do sistema justamente em um momento em que previsibilidade e clareza deveriam ser ativos centrais. Coordenação não é escolha, é condição A experiência internacional reforça essa leitura. Relatórios recentes da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), como o Innovation Landscape for Sustainable Development powered by Renewables (2026), mostram que os países que avançaram de forma mais consistente na transição energética foram aqueles que trataram coordenação institucional como prioridade estratégica. Governança clara, definição de papéis, sinais econômicos coerentes e previsibilidade regulatória aparecem como fatores tão relevantes quanto tecnologia ou recursos naturais. A próxima etapa da transição energética brasileira não será definida apenas pela quantidade de novos projetos ou pela velocidade de expansão da capacidade instalada. Ela será definida pela capacidade do país de alinhar liderança pública, regulação e mercado em um sistema cada vez mais complexo. Sem coordenação entre esses pilares, a transição deixa de ser vetor de competitividade e passa a ser um risco sistêmico. É um custo que nenhum país, investidor ou consumidor pode se dar ao luxo de assumir. Sobre a autora Laís Victor é especialista em energias renováveis e diretora executiva de parcerias, com mais de 15 anos de atuação no setor de energia. Atua no desenvolvimento de negócios, na estruturação de alianças estratégicas e no apoio à atração de investimentos para projetos de transição energética, com foco em governança, integração sistêmica e acompanhamento contínuo da evolução regulatória, operacional e de mercado no Brasil e no cenário internacional. A transição energética brasileira está desalinhada — e isso já cobra seu preço
- EP2 – Terra: O Maior Ativo do Agro
Antes de qualquer máquina, tecnologia ou insumo, existe um ativo que sustenta toda a cadeia do agronegócio: a terra . É ela que define produtividade, viabilidade econômica e o futuro do campo. Sem solo saudável, não há segurança alimentar, competitividade nem sustentabilidade possível. No Brasil, a dimensão territorial é uma das maiores vantagens estratégicas do agro. O país reúne solos variados, diversidade climática e uma das maiores áreas agricultáveis do planeta. Mas essa abundância vem acompanhada de um desafio central: produzir mais, sem comprometer o próprio recurso que sustenta a produção . Solo: riqueza invisível O solo é um organismo vivo. Ele concentra nutrientes, água, micro-organismos e matéria orgânica que determinam o rendimento das lavouras. Quando bem manejado, permite altas produtividades por décadas. Quando degradado, transforma-se em prejuízo econômico e risco ambiental. EP2 – Terra: O Maior Ativo do Agro Estudos indicam que a degradação do solo causada por erosão, compactação e uso inadequado pode reduzir drasticamente a produtividade agrícola. Por isso, o manejo correto deixou de ser uma opção técnica e passou a ser uma estratégia econômica . Produtividade e preservação caminham juntas Ao contrário do que ainda se imagina, produtividade e preservação não são conceitos opostos. Países líderes do agronegócio mostram que cuidar da terra é a forma mais eficiente de manter competitividade no longo prazo. No Brasil, práticas como plantio direto , rotação de culturas e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) vêm ganhando espaço. Essas técnicas reduzem a erosão, aumentam a retenção de água no solo e melhoram a eficiência no uso de fertilizantes. Nos Estados Unidos, o uso de tecnologias de conservação do solo é parte central das políticas agrícolas. Já na União Europeia, normas ambientais mais rígidas impulsionam práticas regenerativas. Na China, o desafio é restaurar áreas degradadas enquanto se mantém a produção em níveis elevados para atender à demanda interna. Tecnologia a serviço da terra A digitalização do campo transformou a forma como o solo é monitorado e preservado. Sensores, imagens de satélite, mapas de produtividade e análise de dados permitem decisões mais precisas, reduzindo desperdícios e impactos ambientais. Hoje, agricultores conseguem identificar variações de fertilidade em tempo real, aplicar insumos de forma localizada e prever riscos de degradação com antecedência. O resultado é um uso mais racional da terra, com ganhos econômicos e ambientais. Terra como ativo estratégico Em um cenário global de crescimento populacional, mudanças climáticas e restrições ambientais, a terra deixou de ser apenas um recurso natural. Ela se tornou um ativo estratégico , valorizado e disputado. Garantir sua preservação significa assegurar produtividade futura, estabilidade econômica e segurança alimentar. Para o Brasil, isso representa não apenas manter sua posição de destaque no agro global, mas também liderar um modelo de produção mais eficiente e sustentável. No próximo episódio da série, o foco se amplia para um desafio ainda maior: como o agronegócio garante alimentos para bilhões de pessoas em um mundo cada vez mais pressionado por clima, logística e desigualdade . EP2 – Terra: O Maior Ativo do Agro
- Crise na Groenlândia abala mercados globais e leva ouro a novo recorde histórico
O agravamento da crise geopolítica na Groenlândia provocou um novo choque nos mercados financeiros internacionais nesta semana. Bolsas de valores ao redor do mundo operaram em forte queda, enquanto o ouro disparou e alcançou seu maior valor histórico, reforçando o movimento de busca por ativos considerados mais seguros em períodos de instabilidade. Crise na Groenlândia abala mercados globais e leva ouro a novo recorde histórico O aumento das tensões na região estratégica tanto do ponto de vista energético quanto geopolítico elevou a aversão ao risco e reacendeu preocupações sobre cadeias globais de suprimento, segurança energética e estabilidade das rotas no Ártico. Bolsas reagem com forte correção Os principais índices acionários registraram perdas expressivas, refletindo o temor de que o impasse na Groenlândia possa se desdobrar em impactos econômicos mais amplos. Setores mais sensíveis ao risco, como tecnologia, indústria pesada e transporte, lideraram as quedas. Investidores passaram a reduzir posições em ativos de maior volatilidade, optando por liquidez e proteção, em um movimento típico de momentos de incerteza geopolítica. Ouro se consolida como porto seguro Em sentido oposto ao das bolsas, o ouro avançou com força e atingiu um novo recorde histórico de preço. O metal precioso voltou a desempenhar seu papel clássico de proteção patrimonial diante de cenários de instabilidade política e econômica. A valorização reflete não apenas o aumento da demanda por segurança, mas também expectativas de que tensões prolongadas possam pressionar inflação, juros e crescimento global nos próximos meses. Energia e recursos naturais no centro da tensão A Groenlândia ocupa uma posição estratégica no tabuleiro global de energia e minerais críticos, essenciais para a transição energética, como terras raras, além de potenciais reservas de petróleo e gás no Ártico. Qualquer escalada no conflito aumenta o risco de atrasos em projetos, restrições comerciais e disputas por controle de recursos naturais. Esse cenário gera impacto direto sobre empresas do setor energético, mineração e infraestrutura, ampliando a volatilidade dos ativos ligados à transição energética e à segurança de suprimentos. Reflexos no mercado de energia O nervosismo também se estendeu aos mercados de energia, com investidores monitorando possíveis efeitos sobre a oferta global. Embora não haja interrupções imediatas, o risco geopolítico elevou prêmios de incerteza, especialmente em contratos futuros e ativos relacionados ao fornecimento estratégico. Para o setor, o episódio reforça a importância da diversificação de fontes, da segurança energética e da aceleração de investimentos em geração renovável descentralizada. Perspectivas seguem incertas Analistas de mercado avaliam que a volatilidade deve continuar enquanto não houver sinais claros de estabilização política na região. Até lá, a tendência é de maior cautela, fortalecimento de ativos defensivos e ajustes nas carteiras globais. Para o EnergyChannel, o episódio na Groenlândia evidencia como geopolítica, energia e mercados financeiros estão cada vez mais interligados e como crises regionais podem rapidamente se transformar em choques globais com impacto direto sobre investimentos, transição energética e segurança econômica. Crise na Groenlândia abala mercados globais e leva ouro a novo recorde histórico
- Setor Espacial Global Deve Atrair Novos Investimentos e Ultrapassar Recordes em 2026
O setor de tecnologia espacial está prestes a vivenciar mais um ano de forte expansão de investimentos, com projeções positivas para 2026 após um desempenho histórico em 2025. Fontes do mercado indicam que as injeções de capital continuaram crescendo, impulsionadas por uma combinação de interesse governamental, inovação tecnológica e ambições comerciais que vão além da órbita terrestre. Setor Espacial Global Deve Atrair Novos Investimentos e Ultrapassar Recordes em 2026 Recuperação após Queda e Crescimento Privado Segundo dados compilados por analistas, o investimento global privado em tecnologia espacial registrou um avanço expressivo em 2025, com um salto de cerca de 48% em relação ao ano anterior, atingindo aproximadamente US$ 12,4 bilhões. Esse volume superou marcas anteriores e representa uma recuperação consistente após a desaceleração observada em 2022. O último trimestre de 2025 foi particularmente dinâmico, contribuindo com quase US$ 4 bilhões dos investimentos totais, um sinal de que tanto investidores institucionais quanto fundos de capital de risco estão apostando na trajetória de longo prazo do setor. Estados Unidos na Vanguarda, China e Europa em Movimento Os Estados Unidos permaneceram como o principal destino de recursos, concentrando cerca de 60% dos investimentos globais no ano passado próximo a US$ 7,3 bilhões. Esse movimento reflete uma forte interação entre contratações ligadas à defesa, como sistemas de lançamento e infraestrutura orbital, e a priorização nacional da tecnologia espacial como vetor estratégico de segurança e economia. A China também manteve um ritmo elevado de investimentos, especialmente em capacidades de lançamento e fabricação de satélites, com cerca de US$ 2 bilhões alocados em projetos domésticos. Na Europa, apesar de mais modesto, o crescimento foi constante, refletindo a consolidação de iniciativas públicas e privadas no continente. Fatores que Devem Impulsionar 2026 Os analistas destacam que o cenário para 2026 está sendo moldado por vários vetores: Prioridade Nacional e Defesa: A crescente visão do espaço como ativo estratégico tem motivado governos a direcionarem fundos para programas de satélites soberanos e sistemas ligados à defesa. Inteligência Artificial e Tecnologias Avançadas: A integração de soluções de IA em hardware espacial e análises de dados orbitais está atraindo interesse de fundos focados em inovação. Possíveis Ofertas Públicas Iniciais (IPOs): Empresas privadas no segmento espacial podem buscar abertura de capital nos próximos meses, um movimento que pode validar ainda mais o setor diante de grandes investidores globais. Tendências e Expectativas Especialistas de mercado afirmam que a combinação de políticas públicas favoráveis, avanços tecnológicos e maior maturidade dos modelos de negócios espaciais tende a criar um ambiente ainda mais robusto para investimentos. Setores como lançamento de foguetes reutilizáveis, constelações de satélites de comunicação e infraestrutura orbital de serviços estão na mira de aportes significativos para o próximo ciclo de crescimento. À medida que grandes economias redirecionam recursos e destacam o espaço como prioridade estratégica, a perspectiva é de que 2026 consolide e amplie os ritmos de expansão observados no ano anterior sinalizando que a economia espacial pode estar entrando em uma nova fase de valorização e relevância global. Setor Espacial Global Deve Atrair Novos Investimentos e Ultrapassar Recordes em 2026
- Energia Solar em Condomínios Verticais: Sustentabilidade, Economia e Valorização Patrimonial
Por Daniel Lima – ECOnomista Energia Solar em Condomínios Verticais: Sustentabilidade, Economia e Valorização Patrimonial Energia solar como alternativa inteligente A energia solar deixou de ser apenas uma tendência e se consolidou como uma solução eficiente para reduzir custos e aumentar o valor patrimonial dos imóveis. Em condomínios verticais, o interesse cresce rapidamente, mas ainda existem dúvidas sobre como implementar projetos fotovoltaicos de forma legal, segura e vantajosa para todos os moradores. Marco legal e segurança jurídica A Lei 14.300/2022, conhecida como Marco Legal da Micro e Minigeração Distribuída , regulamentada pela Resolução Normativa ANEEL nº 1.059/2023, garante condições para geração própria, autoconsumo e compensação de créditos de energia. Isso inclui condomínios, que podem adotar tanto a instalação local quanto modelos coletivos de geração. Desafios em prédios e soluções coletivas Nos condomínios verticais, o espaço físico é um desafio: lajes ocupadas por caixas d’água, antenas, sistemas de aquecimento e estruturas que geram sombreamento o maior inimigo da eficiência solar. Para superar essa limitação, existem alternativas como: Autoconsumo remoto : o condomínio instala ou aluga um sistema solar em uma área distante, gerando energia para áreas comuns e apartamentos. Geração compartilhada : moradores participam de uma usina remota ( fazenda solar ) e recebem créditos diretamente na conta de luz, sem obras no prédio. Esses modelos trazem maior geração, economia global e valorizam o empreendimento sem impactar a estrutura física do edifício. Passos para a implementação Alinhamento com o síndico e inclusão do tema em assembleia. Apresentação de informações técnicas, legais e econômicas , destacando a economia coletiva. Contratação de projeto técnico profissional , garantindo segurança e eficiência. Comunicação transparente com os condôminos, mostrando benefícios e eliminando receios. Benefícios coletivos Redução significativa da taxa condominial, já que a energia é um dos maiores custos fixos. Valorização patrimonial dos imóveis. Sustentabilidade e contribuição para a transição energética no Brasil. Eliminação de riscos estruturais quando se opta por modelos remotos. Energia Solar em Condomínios Verticais: Sustentabilidade, Economia e Valorização Patrimonial O Modelo Plante Solar: Energia Limpa e Economia para Condomínios O Plante Solar nasceu como uma estratégia inovadora para alinhar os interesses de condomínios residenciais e comerciais às necessidades de sustentabilidade e redução de custos. A maioria desses empreendimentos pertence ao Grupo B , pagando tarifas próximas de R$ 1,00 por kWh um valor que representa um dos maiores custos fixos mensais na taxa condominial. Como funciona Criado pela Agrosolar Investimentos Sustentáveis , o modelo Plante Solar permite que condomínios aluguem usinas fotovoltaicas construídas sob medida em pequenas propriedades rurais. Essas usinas passam a gerar créditos de energia que são compensados diretamente no consumo dos condomínios, reduzindo de forma significativa a conta de luz. Gestão completa e benefícios sociais Todo o processo é administrado pela Agrosolar, que cuida da operação e manutenção das usinas. Além de garantir eficiência e segurança para os condomínios, essa gestão gera renda extra mensal e de longo prazo para famílias do campo , fortalecendo a economia rural e promovendo inclusão produtiva. Por que adotar em condomínios verticais? A energia solar em prédios é totalmente viável e amparada pela legislação brasileira. O modelo Plante Solar elimina barreiras físicas como falta de espaço nas lajes ou sombreamento, já que a geração ocorre em áreas rurais. Para síndicos e moradores, os benefícios são claros: Redução expressiva da taxa condominial ; Valorização patrimonial dos imóveis ; Sustentabilidade e protagonismo na transição energética ; Segurança jurídica , respaldada pelo Marco Legal da Micro e Minigeração Distribuída. Com embasamento técnico, comunicação transparente e visão de futuro, os condomínios podem se tornar protagonistas da transição energética brasileira. O Plante Solar mostra que é possível unir economia, sustentabilidade e impacto social positivo em um único modelo. Sobre o autor: Economista com MBA em Arquitetura, Construção e Gestão de Construções Sustentáveis, Daniel Lima construiu uma trajetória plural e estratégica, atuando com excelência nos setores público, privado e terceiro setor. Com ampla experiência em projetos sustentáveis e na captação de recursos nacionais e internacionais, destacou-se como Coordenador Geral do PRODETUR – Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste, liderando iniciativas de impacto regional que transformaram comunidades e fortaleceram a economia local. Atualmente, é referência nacional em energia solar e armazenamento de energia , atuando como: - CEO da Agrosolar Investimentos Sustentáveis - Diretor da GVD Energia - Conselheiro da Energia Verde do Brasil – EVBIO Seu trabalho une visão econômica, inovação tecnológica e compromisso ambiental, pilares que sustentam um futuro mais justo, inclusivo e sustentável. Daniel Lima é um dos protagonistas da economia verde no Brasil, contribuindo para a transição energética e para a construção de um país mais competitivo, resiliente e alinhado às metas globais de descarbonização. Energia Solar em Condomínios Verticais: Sustentabilidade, Economia e Valorização Patrimonial
- Acordo Mercosul–União Europeia: desafios e oportunidades para inovar e crescer
Acordo Mercosul–União Europeia: desafios e oportunidades para inovar e crescer A recente aprovação provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia representa um dos marcos mais significativos nas relações econômicas internacionais das últimas décadas. Depois de cerca de 25 anos de negociações, os dois blocos, que juntos reúnem cerca de 780 milhões de consumidores e representam cerca de 25% do PIB mundial, avançam para uma área de livre comércio com potencial transformador para empresas brasileiras. Do ponto de vista econômico, a eliminação gradual de tarifas sobre grande parte dos bens e serviços abre janela de oportunidades para exportadores brasileiros, especialmente em setores como maquinário, automóveis, autopeças, produtos químicos e bens industriais, que passarão a ter acesso preferencial ao mercado europeu. Essa preferência tarifária cria condições para que empresas inovem, escalem suas operações e melhorem sua competitividade global. Para Minas Gerais, cuja pauta exportadora já mantém um saldo positivo com o bloco europeu, o acordo acende oportunidades relevantes. Setores tradicionais como café, mineração, siderurgia, celulose e a cadeia automotiva e de autopeças podem se beneficiar de um maior acesso a mercados com alto poder aquisitivo e demanda por qualidade. Entretanto, os desafios são igualmente significativos. A conformidade com padrões técnicos, ambientais e sanitários exigidos pela União Europeia exigirá investimentos de empresas brasileiras em inovação, certificações e práticas sustentáveis. Para muitos setores exportadores, adaptar produtos, processos e sistemas de gestão para atender às exigências europeias será condição para acessar plenamente esse mercado. Além disso, a competição com produtos europeus que passam a entrar no Mercosul com tarifas reduzidas pode pressionar indústrias locais. Isso exige que empresas brasileiras e mineiras refinem seu foco em diferenciação, produtividade e inovação para manter e expandir sua participação nos mercados internos e externos. Por fim, o acordo traz impulsos positivos para o ambiente de negócios, ao oferecer previsibilidade jurídica e estimular investimentos bilaterais. Isso pode se converter em novos fluxos de capital, parcerias tecnológicas e cooperação em setores estratégicos, especialmente aqueles que combinam sustentabilidade e alta tecnologia. Em um mundo cada vez mais interconectado, o acordo Mercosul–União Europeia representa mais do que um tratado comercial: é um convite para que empresas brasileiras e mineiras repensem seus modelos de negócios, acelerem processos de inovação e se posicionem melhor nas cadeias globais de valor. O desafio é grande, mas as oportunidades, se bem aproveitadas, prometem impulsionar a competitividade e o crescimento no longo prazo. Acordo Mercosul–União Europeia: desafios e oportunidades para inovar e crescer
- Tracbel Agro atinge marca histórica de mais de 1 mil tratores em um ano
A Tracbel Agro conquistou mais um grande resultado. A empresa atingiu no ano fiscal da John Deere o volume de mais de 1 mil tratores da marca comercializados em sua área de atuação. "É um número histórico, que revela a alta qualidade das máquinas e o atendimento de excelência de nossas equipes técnicas e do pessoal de pós-venda", comemora Victor Franco, CEO da Tracbel Agro. Inédito, o excelente desempenho é fruto do fortalecimento da rede de 16 lojas da Tracbel Agro espalhadas por São Paulo, numa região com 3,72 milhões de hectares, abrangendo 203 municípios e onde estão presentes milhares de empresas e produtores ligados ao agronegócio. A Tracbel tem investido fortemente na ampliação e qualificação de sua mão de obra técnica para garantir a disponibilidade mecânica das máquinas no campo. "Estamos ainda mais perto dos nossos clientes, oferecendo um suporte voltado para suas necessidades específicas, seja nas lavouras ou na indústria", declara Ricardo Rodrigues, gerente corporativo de vendas de varejo da Tracbel Agro. A reestruturação da área de cobertura deu certo. O esforço resultou num cuidado ainda maior com as demandas das agroindústrias e dos milhares de agricultores de pequeno, médio e grande porte naquela área. "Estamos atendendo os produtores, prestadores de serviços e fornecedores com produtos e soluções que contribuem para aumentar a rentabilidade no campo", explica o executivo. Linha 5 John Deere Boa parte desse sucesso de vendas se deve à linha 5 de tratores John Deere. São máquinas avançadas na faixa de motor de 60 cv a 90 cv, que podem atuar em uma infinidade de tarefas nas fazendas ou nos pátios das indústrias. Os compradores são usinas de açúcar, destilarias de álcool e fazendas e sítios de produtores rurais em busca de equipamentos versáteis, mais leves, com baixo consumo de combustível e excelente custo-benefício. As máquinas trabalham na agricultura em atividades gerais, em operações com implementos, dando apoio às propriedades e indústrias, principalmente nas culturas de cana-de-açúcar, citros (laranja e limão), café e grãos. "Tratores consagrados por sua tecnologia e robustez, além de avançadas tecnologias e suporte presencial e conectado foram muito importantes para alcançarmos essa marca histórica", diz o gerente. A Tracbel Agro também investiu e continua investindo na formação de técnicos. Eles estão sendo contratados por meio de um projeto de profissionalização, com o objetivo de aumentar o número de mecânicos e assistentes na região, e ainda criam novas oportunidades de emprego onde a empresa está presente. Além da indústria sucroenergética, a Tracbel Agro teve destaque nos setores de citros e café, que contribuíram bastante para alcançar o número histórico de mais de 1 mil tratores vendidos no período. Tracbel e John Deere A Tracbel Agro é uma divisão do Grupo Tracbel, um conglomerado que atua nos setores de mineração, agronegócio, transporte comercial, construção, florestal e logístico. A holding tem 40 casas distribuídas por todo o Brasil, 1,5 mil funcionários e quatro unidades de negócios: veículos comerciais (caminhões e ônibus da Volvo); Tracbel Agro, com máquinas e implementos agrícolas (John Deere); máquinas pesadas, com equipamentos de construção, mineração, transporte de materiais (Volvo, SDLG e Bull); e florestal e logística (Tigercat e Kalmar). A John Deere é a maior fabricante mundial de máquinas agrícolas, e reconhecida globalmente por produtos inovadores, de alto grau de tecnologia embarcada e ambientalmente corretos. Tracbel Agro atinge marca histórica de mais de 1 mil tratores em um ano











