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  • RockCore anuncia estoque nacional do microinversor MI2S-2500Q e reforça competitividade dos integradores no Brasil

    O mercado brasileiro de energia solar distribuída acaba de ganhar um reforço estratégico em logística e confiabilidade. A RockCore anunciou que passa a contar com estoque nacional do microinversor MI2S-2500Q (2500W) , movimento que promete reduzir gargalos operacionais e aumentar a previsibilidade na execução de projetos fotovoltaicos em todo o país. RockCore anuncia estoque nacional do microinversor MI2S-2500Q e reforça competitividade dos integradores no Brasil A disponibilidade local do equipamento representa uma mudança prática no dia a dia dos integradores. Até então, a dependência de prazos internacionais para reposição de microinversores impunha incertezas logísticas que impactavam diretamente o cronograma de instalação e a capacidade de resposta em manutenções. Com o produto já disponível em território nacional, o tempo entre a demanda e a entrega tende a cair significativamente fator decisivo em um setor cada vez mais orientado por performance e eficiência operacional. Menos risco, mais competitividade Na prática, o estoque no Brasil permite que integradores atuem com maior segurança ao fechar novos contratos. A reposição mais rápida de equipamentos reduz o risco de paralisações prolongadas em sistemas instalados, além de mitigar eventuais perdas de geração energética por falhas ou necessidade de substituição de componentes. Esse ganho logístico se traduz também em vantagem competitiva. Com maior previsibilidade no fornecimento, empresas de instalação podem estruturar propostas comerciais mais agressivas, reduzir custos indiretos associados a atrasos e fortalecer a confiança junto ao cliente final especialmente em projetos residenciais e comerciais de pequeno e médio porte. Suporte técnico mais ágil Outro impacto relevante está no pós-venda. O suporte técnico local passa a operar com maior eficiência, uma vez que eventuais trocas de equipamentos deixam de depender de processos de importação. Isso reduz drasticamente o tempo de resposta em casos de falhas e evita longos períodos de inatividade no sistema fotovoltaico, preservando a geração de energia e o retorno sobre o investimento do consumidor. Engenharia adaptada às condições brasileiras O microinversor MI2S-2500Q já havia sido desenvolvido para atender às normas técnicas brasileiras e às condições climáticas específicas do país incluindo variações térmicas, níveis de umidade e características da rede elétrica nacional. Agora, além de contar com uma engenharia pensada para o Brasil, o equipamento passa também a estar fisicamente disponível dentro do território nacional, alinhando tecnologia e logística em favor da expansão sustentável da geração distribuída. Com essa iniciativa, a RockCore reforça sua estratégia de proximidade com o mercado brasileiro e contribui para um ambiente de negócios mais resiliente, eficiente e preparado para sustentar o crescimento contínuo da energia solar no país. RockCore anuncia estoque nacional do microinversor MI2S-2500Q e reforça competitividade dos integradores no Brasil RockCore anuncia estoque nacional do microinversor MI2S-2500Q e reforça competitividade dos integradores no Brasil

  • 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

    Episódio 8 – O que são créditos de energia e como utilizá-los 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber Ao instalar um sistema de energia solar, o consumidor passa a ouvir com frequência um termo que parece técnico, mas é fundamental para entender a economia na conta de luz: créditos de energia . Apesar do nome, eles não são bônus financeiros nem descontos promocionais, mas sim parte central do funcionamento da geração distribuída no Brasil. Neste episódio, o EnergyChannel explica o que são os créditos de energia, como eles são gerados e como o consumidor os utiliza na prática . ⚡ O que são créditos de energia? Créditos de energia são medidos em quilowatt-hora (kWh)  e representam a quantidade de eletricidade que o sistema solar gerou além do consumo imediato do imóvel. Quando isso acontece, o excedente é enviado para a rede da distribuidora e registrado como crédito na unidade consumidora. 🔄 Como os créditos de energia são gerados? Os créditos surgem principalmente em situações como: Durante o dia, quando o consumo é menor que a geração Em imóveis com consumo concentrado à noite Em períodos de menor uso de energia Nesses momentos, a energia que não é utilizada na hora é automaticamente convertida em crédito. 🧾 Onde os créditos aparecem na conta de luz? Na conta de energia, os créditos costumam aparecer de forma detalhada, indicando: Energia injetada na rede Energia compensada Saldo de créditos disponível A nomenclatura pode variar de acordo com a distribuidora, mas o princípio é o mesmo. ⏳ Os créditos têm validade? Sim.Os créditos de energia possuem prazo de validade definido pela regulamentação. Caso não sejam utilizados dentro desse período, eles expiram. Por isso, sistemas muito maiores que o consumo real do imóvel podem gerar créditos que acabam sendo desperdiçados ao longo do tempo. 🏘️ Créditos podem ser usados em outros imóveis? Em alguns casos, sim.A legislação permite o uso de créditos em: Outras unidades do mesmo titular Condomínios Geração compartilhada Essa possibilidade amplia o aproveitamento da energia gerada e torna o sistema mais flexível. 🌙 Como os créditos funcionam à noite e em dias nublados? À noite ou em momentos de baixa geração, o imóvel consome energia da rede elétrica. Essa energia é compensada automaticamente com os créditos acumulados durante o dia ou em períodos de maior geração. Na prática, o consumidor continua utilizando energia normalmente, sem precisar fazer qualquer ajuste manual. ⚠️ Créditos de energia não são dinheiro É importante reforçar:créditos de energia não são convertidos em dinheiro , nem podem ser sacados ou vendidos diretamente. Eles servem exclusivamente para compensar consumo de eletricidade. Entender essa limitação evita interpretações equivocadas e frustrações. 🧭 Como usar os créditos de forma eficiente? Para aproveitar bem os créditos de energia, o consumidor deve: Dimensionar corretamente o sistema Evitar superdimensionamento desnecessário Entender seu perfil de consumo Acompanhar regularmente a conta de luz O objetivo é gerar energia na medida certa para o consumo real. 🔎 Créditos são a base da economia solar Os créditos de energia são o mecanismo que permite ao consumidor usar a energia solar mesmo quando o sol não está disponível. Eles são a engrenagem central da geração distribuída no Brasil. No próximo episódio, o EnergyChannel vai abordar um tema que gera muita dúvida e debate: 👉 Taxa do sol: o que realmente mudou na lei e como isso afeta o consumidor. 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber Um guia completo, independente e didático criado pelo EnergyChannel para ajudar o consumidor brasileiro a entender, comparar e decidir com segurança sobre a energia solar. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

  • Artigo 8/12: O Futuro é Agora: China, Energia Limpa e a Nova Geopolítica Global

    Autor: Daniel Pansarella (Série: O Ecossistema Chinês - 8/12) Artigo 8/12: O Futuro é Agora: China, Energia Limpa e a Nova Geopolítica Global Durante décadas, o poder geopolítico foi definido pelo controle do petróleo. A OPEP  ditava preços, e nações ricas em combustíveis fósseis exerciam influência desproporcional. Mas estamos entrando em uma nova era, onde o poder será definido pelo controle da tecnologia de energia limpa. E nessa nova era, a China  está se posicionando como a "OPEP verde". Com 887 GW de capacidade solar instalada, domínio na produção de painéis solares e baterias, e uma cadeia de suprimentos integrada que vai do silício aos sistemas completos de energia, a China  não apenas lidera; ela define as regras do jogo. Países que desejam fazer a transição energética precisam, inevitavelmente, passar pela tecnologia chinesa. Mas isso não precisa ser visto apenas como uma ameaça. Para países como o Brasil , essa é uma oportunidade histórica. Temos um dos maiores potenciais de geração de energia solar do planeta, especialmente no Nordeste. A tecnologia chinesa, cada vez mais barata e eficiente, pode ser a chave para destravar esse potencial em larga escala. Além disso, a presença de bancos chineses como ICBC , Bank of China  e BOCOM  no Brasil  facilita o financiamento de grandes projetos de energia renovável. A expertise de construtoras como a CRCC  pode ser fundamental para modernizar nossa infraestrutura de transmissão e integrar fontes renováveis aos centros de consumo. O futuro da energia está sendo definido agora. A questão não é se a China  liderará essa transição, mas como o Brasil  pode se posicionar para ser um parceiro estratégico, e não apenas um consumidor passivo de tecnologia. Nos próximos artigos, vamos explorar os pilares financeiros e de infraestrutura que sustentam esse poder chinês, começando pelo papel crucial dos bancos estatais. #China #Brasil #Geopolítica #EnergiaLimpa #Futuro #Sustentabilidade #RelaçõesInternacionais Artigo 8/12: O Futuro é Agora: China, Energia Limpa e a Nova Geopolítica Global

  • 🔎 ESPECIAL ENERGYCHANNEL Guerra Híbrida e Energia Solar: Uma Usina Pode Ser Desligada Remotamente?

    A digitalização das usinas solares trouxe eficiência, monitoramento em tempo real e integração inteligente às redes elétricas. Mas também abriu uma nova frente de risco: a cibersegurança. 🔎 ESPECIAL ENERGYCHANNEL Guerra Híbrida e Energia Solar: Uma Usina Pode Ser Desligada Remotamente? Em um cenário de guerra híbrida onde conflitos ultrapassam o campo militar e entram no domínio digital surge uma pergunta que já não parece ficção científica: É possível desarmar ou desestabilizar uma usina solar remotamente? ⚡ O Cérebro da Usina: O Inversor O inversor é o cérebro da operação fotovoltaica. Ele controla: •⁠ ⁠Conversão de energia •⁠ ⁠Tensão e frequência •⁠ ⁠Comunicação com a rede •⁠ ⁠Protocolos de proteção •⁠ ⁠Sistemas de desligamento Se comprometido, o impacto pode ir muito além da geração individual. Alterações remotas de parâmetros de tensão ou frequência podem: •⁠ ⁠Provocar desligamentos em cascata •⁠ ⁠Gerar instabilidade sistêmica •⁠ ⁠Causar sobreaquecimento de componentes •⁠ ⁠Comprometer fisicamente equipamentos críticos Em grande escala, isso poderia afetar a estabilidade da rede elétrica nacional. 🔐 A Polêmica dos “Canais de Comunicação Ocultos” 🔎 ESPECIAL ENERGYCHANNEL Guerra Híbrida e Energia Solar: Uma Usina Pode Ser Desligada Remotamente? Relatórios divulgados em 2025 levantaram preocupações sobre a descoberta de dispositivos de comunicação não documentados em equipamentos de energia renovável comercializados globalmente. Os pontos levantados por especialistas incluíam: •⁠ ⁠Módulos de rádio celular embutidos •⁠ ⁠Interfaces de comunicação não descritas em manuais técnicos •⁠ ⁠Capacidade de conexão externa fora da arquitetura declarada A hipótese mais grave: esses canais poderiam teoricamente contornar firewalls e permitir acesso remoto não autorizado. Contudo, investigações posteriores conduzidas por autoridades energéticas dos Estados Unidos não encontraram evidências conclusivas de funções maliciosas intencionais. Algumas das comunicações foram classificadas como não documentadas ou voltadas a manutenção. Ainda assim, o alerta foi dado. 🌍 Guerra Cibernética: Quando o Ataque Não Vem de um Hacker Isolado O debate vai além do “hacker solitário”. Em um cenário geopolítico tenso, especialistas discutem a possibilidade de: •⁠ ⁠Ataques patrocinados por Estados •⁠ ⁠Uso estratégico de infraestrutura energética como arma de pressão •⁠ ⁠Interferência em sistemas elétricos estrangeiros A energia elétrica é hoje considerada infraestrutura crítica. E usinas solares de grande porte fazem parte desse sistema estratégico. 🇩🇪 Como a SMA Trata a Cibersegurança A fabricante alemã SMA Solar Technology AG em entrevista ao EnergyChannel, relata que tem adotado uma abordagem estruturada de segurança digital alinhada às diretrizes europeias de proteção de infraestrutura crítica. Entre as práticas divulgadas pela companhia estão: •⁠ ⁠Desenvolvimento de hardware e software sob normas europeias de segurança •⁠ ⁠Arquitetura de comunicação criptografada •⁠ ⁠Segmentação de redes •⁠ ⁠Atualizações regulares de firmware •⁠ ⁠Certificações internacionais •⁠ ⁠Monitoramento ativo de vulnerabilidades A empresa também segue regulamentações da União Europeia voltadas à proteção cibernética de infraestrutura energética e padrões industriais de segurança da informação. O diferencial europeu está na governança: controle de produção, rastreabilidade de componentes e compliance regulatório rigoroso. 🧠 O Risco É Real ou Exagerado? A resposta técnica é equilibrada: •⁠ ⁠✔ Sim, qualquer equipamento conectado à internet pode ser alvo de ataque. •⁠ ⁠✔ Sim, falhas de segurança podem ser exploradas. •⁠ ⁠✔ Sim, usinas solares fazem parte da infraestrutura estratégica. Mas: •⁠ ⁠❗ Não há evidência pública de sabotagem sistêmica comprovada via inversores. •⁠ ⁠❗ Investigações recentes não confirmaram funcionalidades maliciosas intencionais nos equipamentos analisados. O risco não é ficção. Mas também não é prova de conspiração ativa. 🏛 Segurança Energética é Segurança Nacional O debate mudou de eixo. Não se trata apenas de preço por watt ou eficiência de conversão. Trata-se de: •⁠ ⁠Soberania tecnológica •⁠ ⁠Transparência na cadeia de suprimentos •⁠ ⁠Auditoria de hardware •⁠ ⁠Independência estratégica Países europeus e os Estados Unidos já discutem: •⁠ ⁠Reforço na segmentação de redes •⁠ ⁠Inspeção rigorosa de componentes •⁠ ⁠Produção local de equipamentos críticos •⁠ ⁠Certificações obrigatórias de cibersegurança 🔮 O Futuro: Digitalização com Blindagem A próxima geração de usinas solares será: •⁠ ⁠Mais conectada •⁠ ⁠Mais inteligente •⁠ ⁠Mais automatizada E, necessariamente: •⁠ ⁠Mais protegida O setor caminha para exigir: •⁠ ⁠Arquiteturas “zero trust” •⁠ ⁠Controle total de tráfego externo •⁠ ⁠Auditorias independentes de firmware •⁠ ⁠Certificação internacional compulsória 🎯 Conclusão EnergyChannel A possibilidade de uma usina ser desestabilizada remotamente não pertence mais ao campo da ficção científica. Ela faz parte do debate estratégico global sobre guerra híbrida e infraestrutura crítica. Não há evidências de sabotagem ativa comprovada em larga escala. Mas há, sim, um consenso crescente de que cibersegurança será um dos pilares centrais da transição energética. E no novo tabuleiro geopolítico da energia, quem controla o código pode controlar a eletricidade. 🔎 ESPECIAL ENERGYCHANNEL Guerra Híbrida e Energia Solar: Uma Usina Pode Ser Desligada Remotamente?

  • Eletromobilidade pode multiplicar por 12 a demanda elétrica no Brasil até 2035 e redes urbanas já entram no radar técnico

    A transição para veículos elétricos no Brasil começa a sair do campo das projeções e entrar definitivamente no planejamento do sistema elétrico. Eletromobilidade pode multiplicar por 12 a demanda elétrica no Brasil até 2035 e redes urbanas já entram no radar técnico Levantamentos analisados pelo EnergyChannel  junto a estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que o consumo de eletricidade associado à eletromobilidade deve crescer de forma significativa ao longo da próxima década passando de cerca de 627 GWh em 2025 para aproximadamente 7,8 TWh em 2035. Na prática, isso significa multiplicar por mais de 12 vezes a carga elétrica dedicada à mobilidade elétrica em apenas dez anos, impulsionada tanto pelo avanço da frota quanto pela instalação de equipamentos de recarga de maior potência em residências, condomínios e corredores logísticos. O novo desafio: concentração de potência Mais do que o volume total de energia consumida, especialistas ouvidos pelo EnergyChannel apontam que o principal impacto estará na forma como essa carga será distribuída ao longo do tempo e do território. O crescimento do uso de carregadores rápidos e ultrarrápidos muitos deles acima de 50 kW tende a criar ilhas de alta demanda em ambientes urbanos densos, como estacionamentos coletivos e edifícios residenciais. Em cenários de recarga simultânea, a soma das potências pode ultrapassar rapidamente a capacidade instalada de transformadores locais, exigindo reforços de rede ou reconfiguração de infraestrutura. Pesquisadores do Lactec alertam que esse fenômeno, conhecido como agrupamento de cargas, pode levar a sobrecargas em circuitos de baixa tensão caso a expansão da recarga ocorra sem planejamento técnico adequado. Mesmo em eletropostos com instalações internas compatíveis, a limitação muitas vezes está “a montante”, na rede da distribuidora. A substituição de equipamentos por modelos mais potentes, sem revisão do projeto elétrico original, pode elevar o risco de falhas operacionais, perdas técnicas e danos a equipamentos conectados. Infraestrutura cresce, mas ainda é desigual O avanço da infraestrutura de recarga acompanha a eletrificação da frota. Dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) indicam que o país já conta com cerca de 17 mil pontos públicos e semipúblicos de carregamento, com predominância de sistemas de corrente alternada (AC), cuja recarga pode levar de 5 a 12 horas. Os pontos de recarga rápida em corrente contínua (DC), que permitem abastecimento em menos de uma hora, ainda representam uma fração menor da malha nacional mas concentram grande parte do impacto potencial sobre a rede, justamente pela elevada potência instalada. Em nível global, a Agência Internacional de Energia projeta que a demanda por eletricidade deverá crescer em ritmo até 2,5 vezes superior ao da demanda total de energia até o fim desta década, com os veículos elétricos figurando entre os principais vetores dessa expansão. Tarifa e regulação entram na equação No curto prazo, a disponibilidade de energia não deve ser o principal gargalo para a eletromobilidade no Brasil. O custo da eletricidade especialmente para operações comerciais de recarga tende a assumir protagonismo. Dependendo da potência instalada, operadores de eletropostos podem ser enquadrados em modalidades tarifárias mais complexas, com cobrança por demanda contratada. Esse cenário tem levado parte dos investidores a avaliar alternativas como migração para o mercado livre de energia. Do ponto de vista regulatório, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) colocou em debate a modernização das regras de conexão de carregadores às redes de distribuição por meio da Consulta Pública nº 42/2025, aberta a contribuições até março de 2026. Entre os pontos em análise estão a simplificação dos processos de conexão, maior previsibilidade para novos acessos e a criação de mecanismos que permitam dimensionar previamente a capacidade disponível da rede em diferentes regiões. Antecipar gargalos será decisivo Embora ainda represente uma parcela modesta da carga elétrica nacional, a eletromobilidade avança em ritmo acelerado e com impactos potencialmente localizados, mas críticos. Para especialistas, a chave estará em antecipar reforços de rede, adotar sistemas de recarga inteligente e alinhar a expansão da infraestrutura a instrumentos tarifários e regulatórios adequados. Sem esse planejamento, desafios pontuais em bairros, garagens ou corredores logísticos podem evoluir rapidamente para restrições estruturais à mobilidade elétrica no país. Eletromobilidade pode multiplicar por 12 a demanda elétrica no Brasil até 2035 e redes urbanas já entram no radar técnico

  • Desconfiança gerada pelo caso do Banco Master coloca o investimento em imóveis em destaque

    Mesmo que esteja longe de gerar uma instabilidade no sistema financeiro do país, o episódio acaba suscitando desconfiança entre investidores. Mercado imobiliário ganha mais atenção, por ser considerado um com lastro real Desconfiança gerada pelo caso do Banco Master coloca o investimento em imóveis em destaque Episódios como o recente caso do Bancos Master, sempre quando ocorrem, geram um movimento de relativa desconfiança em relação aos investimentos oferecidos pelo mercado financeiro, especialmente entre os investidores mais leigos. Nesta hora, ganha força um tradicional mantra entre os brasileiros: quem compra terra, nunca erra.No País, historicamente a aplicação de reservas no mercado imobiliário já está entre os investimentos de longo prazo preferidos. Anderson Costa Arquivo pessoal Praticamente a metade dos brasileiros (49%) pretendem comprar um imóvel, de acordo com levantamento feito pela Brain Inteligência Estratégica no segundo trimestre de 2025. Para o especialista imobiliário Guido Santos, este percentual aumenta ainda mais em momentos de agitação no mercado financeiro. Guido Santos, especialista imobiliário "O investimento financeiro, mesmo aqueles considerados mais conservadores e seguros, sempre trazem algum grau de risco. Nesse contexto, o investimento imobiliário se consolida, mais uma vez, como uma alternativa sólida, previsível e com lastro real", diz.Ele lembra que o imóvel, embora tenha menor liquidez, não depende da estabilidade financeira de bancos ou de fundos de investimentos para existir. É um investimento que sempre gera renda, sempre se valoriza, protege contra a inflação.A planejadora financeira e mestre em economia Kallenya Lima, também tem a mesma visão. Ela observa que, embora o caso do banco Master não tenha gerado uma instabilidade no sistema financeiro do País, episódios como esse realmente suscitam desconfiança entre investidores. Kallenya Lima explica que o investimento em imóveis tem como grande vantagem o fato de ser um ativo real, que historicamente tende a preservar o poder de compra ao incorporar a correção da inflação, além de apresentar potencial de valorização ao longo do tempo. Kallenya Lima, planejadora financeira e mestre em economia  “Um imóvel pode também cumprir múltiplas funções como moradia, geração de renda e composição patrimonial, o que o torna estratégico no planejamento financeiro de longo prazo. Mas ela pondera que é um investimento que exige planejamento, pois envolve aporte inicial mais elevado e custos de manutenção e gestão. “O imóvel não deve ser analisado isoladamente, mas como parte de uma estratégia patrimonial equilibrada, alinhada aos objetivos e ao momento de vida de cada pessoa”, esclarece. Bom senso Kallenya esclarece, por outro lado, que não se deve condenar o investimento financeiro, embora ele não seja 100% seguro. O caminho, orienta, é buscar a educação financeira para entender que há diferentes níveis de risco, limites e garantias. “A segurança, definitivamente, também não está em deixar dinheiro parado, muito menos ‘embaixo do colchão’, onde a inflação corrói o poder de compra ao longo do tempo”, pondera.Ela cita investimentos como CDBs, Tesouro Direto, Poupança, LCIs, LCAs, ações na bolsa e Fundos de Investimentos (Renda Fixa e Imobiliários), que estão entre os mais conhecidos no Brasil. Com exceção das ações da bolsa e da maioria dos fundos, todos esses investimentos são considerados conservadores, ou seja, com baixo risco e podem ser, inclusive, uma forma de fazer a poupança para dar a entrada no imóvel. De maneira geral, a educadora financeira Kallenya Lima explica que, como vantagem, muitos desses investimentos oferecem alternativas adequadas para o planejamento e a realização de projetos de vida, com diferentes níveis de risco, prazo e rentabilidade. Além disso, o conjunto deles bem gerido traz dinamismo e flexibilidade, permitindo que a pessoa combine segurança, liquidez e potencial de crescimento ao longo do tempo.Mas como desvantagem ela destaca o uso frequente desses investimentos sem estratégia, muitas vezes motivado por modismos ou indicações genéricas, sem considerar objetivos, prazos, perfil de risco e valores pessoais. Outra desvantagem, segundo ela, é a falta de conhecimento, que pode levar a frustrações, decisões impulsivas e até perdas financeiras, especialmente quando se investe esperando resultados que aquele produto não foi feito para entregar. Desconfiança gerada pelo caso do Banco Master coloca o investimento em imóveis em destaque

  • Qual carregador DC é ideal para cada aplicação?

    O que operadores de frotas, postos, shoppings e concessionárias precisam entender antes de investir em infraestrutura de recarga Qual carregador DC é ideal para cada aplicação? A expansão da mobilidade elétrica está deixando de ser apenas uma pauta ambiental e se tornando rapidamente uma decisão de infraestrutura energética e modelo de negócio. A pergunta deixou de ser: “Devo instalar um carregador para veículos elétricos?” E passou a ser: Qual tipo de carregador DC é o ideal para o meu negócio? Qual carregador DC é ideal para cada aplicação? Isso porque a escolha errada pode significar: CAPEX elevado desnecessariamente Baixo ROI operacional Subutilização do ativo Custos de demanda elevados Infraestrutura elétrica superdimensionada Hoje, entender a diferença entre recarga ultrarrápida  e recarga DC estratégica de média potência  é essencial. O erro mais comum: achar que mais potência é sempre melhor Carregadores DC acima de 120 kW são projetados para: ✔ Rodovias ✔ Corredores logísticos ✔ Charging hubs públicos ✔ Longas viagens Mas a realidade é que a maioria dos veículos elétricos permanece estacionada por 20 a 90 minutos  em ambientes como: Concessionárias Supermercados Centros comerciais Postos urbanos Estacionamentos corporativos Frotas logísticas Oficinas Lava-rápidos Garagens operacionais Nestes casos, o objetivo não é recarga em 10 minutos. É recarga inteligente com viabilidade econômica. O papel dos carregadores DC compactos de 40 kW Equipamentos como oAutel Energy MaxiCharger DC Compact representam hoje uma nova categoria estratégica de infraestrutura: ➡ DC de média potência com baixo impacto de rede Com potência nominal de 40 kW (até 47 kW) , esse tipo de solução foi projetado justamente para aplicações onde: Existe tempo natural de permanência do veículo O operador quer monetizar o estacionamento Não há viabilidade para expansão de carga elétrica O objetivo é atender múltiplos veículos ao longo do dia Segundo dados técnicos do fabricante, o equipamento: Opera em 150 – 950V DC Possui eficiência ≥ 96% Permite carregar 2 veículos simultaneamente (CCS2) Entrega cerca de 130 km de autonomia em 30 minutos Além disso, pode atender 5 a 8 veículos por dia  em ambientes comerciais típicos. Aplicação ideal por segmento 🚗 Concessionárias Veículos permanecem no local por horas Recarga pré-entrega Demonstração ao cliente Baixa necessidade de HPC (>120kW) ➡ DC de 40 kW é suficiente e reduz custo de instalação 🚚 Frotas Urbanas Vans e utilitários retornam à base diariamente Janela de recarga entre turnos ➡ Possibilidade de recarga simultânea com Dynamic Load Balancing , que divide automaticamente a potência entre dois veículos conectados. 🛒 Shoppings e Supermercados Tempo médio de permanência: 📊 30 a 90 minutos Exatamente a janela onde um DC de média potência entrega autonomia relevante sem necessidade de conexão de alta demanda na concessionária. ⛽ Postos Urbanos Ticket médio aumenta Permanência maior Nova receita via: ✔ Taxa por energia ✔ Taxa por tempo ✔ Taxa de conexão ✔ Taxa de ociosidade Além disso, equipamentos como o DC Compact possuem tela de 21,5” para mídia e publicidade , permitindo monetização adicional do ponto de recarga. 🏢 Estacionamentos Corporativos Veículos ficam parados durante o expediente Não há necessidade de recarga ultrarrápida ➡ Baixo custo de instalação graças ao design compacto e alimentação trifásica 400V AC. Instalação: um fator decisivo no ROI Diferentemente de carregadores HPC, soluções DC compactas: Não exigem subestação dedicada Podem operar em rede trifásica padrão Têm menor custo de engenharia Permitem instalação fixa ou móvel (com rodas) ( autelenergy.com ) Em muitos casos, isso elimina completamente a necessidade de: ❌ Upgrade de transformador ❌ Obras civis complexas ❌ Novas demandas contratadas Conclusão A infraestrutura de mobilidade elétrica está evoluindo da lógica de velocidade máxima para a lógica de otimização energética e financeira por aplicação . Na maioria dos cenários urbanos e comerciais, o investimento em carregadores DC de média potência como o MaxiCharger DC Compact pode representar: ✔ Menor CAPEX ✔ Instalação mais rápida ✔ Maior taxa de utilização ✔ Melhor retorno financeiro A decisão correta não está em instalar o carregador mais rápido. Mas sim, o carregador certo para o tempo de permanência do veículo e para a capacidade da rede disponível. Qual carregador DC é ideal para cada aplicação?

  • 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

    Episódio 7 – Como funciona a conta de luz e onde a energia solar entra Para muitos consumidores, a conta de luz é um dos documentos mais confusos do dia a dia. Tarifas, siglas, bandeiras, impostos e cobranças variadas tornam difícil entender exatamente o que está sendo pago e onde, de fato, a energia solar faz diferença. Neste episódio, o EnergyChannel explica como funciona a conta de luz no Brasil  e mostra, de forma prática, em quais pontos a energia solar impacta diretamente o valor final . 🧾 O que compõe a conta de luz? A conta de energia elétrica não é formada apenas pelo consumo mensal. De maneira simplificada, ela inclui: Energia consumida (kWh) Uso da rede de distribuição Encargos setoriais Impostos federais, estaduais e municipais Bandeiras tarifárias Ou seja, o valor pago vai muito além da energia em si. ⚡ O que é o kWh e por que ele é tão importante? O quilowatt-hora (kWh) é a unidade que mede o consumo de energia. Cada equipamento ligado consome determinada quantidade de kWh ao longo do tempo. A tarifa do kWh varia de acordo com a distribuidora, a região e a classe de consumo. É sobre esse valor que grande parte da economia com energia solar acontece. 🔌 Onde a energia solar entra na conta? Quando o consumidor instala um sistema de energia solar conectado à rede, ele passa a: Consumir parte da energia que ele mesmo produz Injetar o excedente na rede elétrica Receber créditos de energia em kWh Esses créditos são usados para abater o consumo registrado pelo medidor da distribuidora. 🔄 Como funciona a compensação de energia? O sistema de compensação permite que a energia gerada e não utilizada imediatamente seja convertida em créditos. Esses créditos: São usados automaticamente Têm validade definida em regulamento Podem compensar consumo em outros períodos Em alguns casos, podem ser usados em mais de uma unidade consumidora Na prática, o consumidor deixa de pagar parte da energia que antes vinha integralmente da distribuidora. 💸 O que continua sendo cobrado mesmo com energia solar? Mesmo com geração própria, alguns custos permanecem: Taxas mínimas de disponibilidade Parte do uso da rede elétrica Impostos associados a esses serviços Por isso, a conta de luz dificilmente chega a zero absoluto. 🚦 Bandeiras tarifárias: impacto direto na economia As bandeiras tarifárias indicam o custo da geração de energia no país. Em períodos de bandeira amarela ou vermelha, o custo do kWh aumenta. Para quem tem energia solar, esse aumento pesa menos, já que parte do consumo deixa de ser comprada da distribuidora. 📉 Energia solar reduz a conta, mas não elimina todos os custos É importante ter clareza:a energia solar reduz significativamente a conta de luz, mas não elimina completamente todos os encargos. Entender essa dinâmica evita frustrações e ajuda o consumidor a ter expectativas realistas. 🧭 O que o consumidor deve observar na própria conta Antes de investir em energia solar, vale analisar: Consumo médio mensal em kWh Valor pago por kWh Evolução da tarifa ao longo dos anos Peso das bandeiras tarifárias Essas informações são fundamentais para dimensionar corretamente o sistema. 🔎 Informação é economia Quanto melhor o consumidor entende a própria conta de luz, mais fácil é perceber onde a energia solar gera economia real e onde não faz diferença. No próximo episódio, o EnergyChannel vai explicar um ponto essencial dessa equação: 👉 O que são créditos de energia e como utilizá-los na prática. 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber Um guia completo, independente e didático criado pelo EnergyChannel para ajudar o consumidor brasileiro a entender, comparar e decidir com segurança sobre a energia solar. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

  • Mulheres que Sustentam a Sustentabilidade: Muito Além dos Painéis Solares

    A energia solar cresce. A transição energética avança. A tecnologia evolui.Mas existe algo que ainda sustenta tudo isso e não aparece nas fotos dos painéis brilhando ao sol. Sustentabilidade não é só tecnologia.Não é só placa, inversor ou financiamento.Sustentabilidade é gestão. É ética. É responsabilidade. É relacionamento. É visão de longo prazo. Mulheres que Sustentam a Sustentabilidade: Muito Além dos Painéis Solares É nesse espaço, muitas vezes invisível, que muitas mulheres têm construído sua força dentro do setor de energias renováveis. Não como discurso. Mas como prática diária. Durante anos, o mercado solar viveu uma fase de expansão acelerada. Era crescimento, volume, metas e mais metas. O foco estava na venda, na instalação e na entrega rápida. O setor amadureceu.Vieram mudanças regulatórias, ajustes de modelo de negócio, maior exigência financeira, maior responsabilidade técnica. O que antes era apenas expansão virou gestão. E é nesse momento que se revela quem realmente sustenta a sustentabilidade. Porque energia limpa não é só vender sistemas: - É garantir que eles funcionem. - É acompanhar a performance. - É prestar contas ao cliente. - É assumir responsabilidade quando algo falha. Sustentabilidade de verdade é compromisso contínuo. No setor de energias renováveis, confiança virou ativo estratégico. O cliente que investe em energia solar não está comprando apenas economia na conta de luz. Ele está apostando no futuro. Está fazendo um investimento de longo prazo e acreditando em quem o orienta. E confiança não nasce da tecnologia. Nasce da postura, da clareza na explicação, da honestidade na projeção, da responsabilidade na entrega e da presença no pós-venda. Muitas mulheres têm se destacado exatamente nesse ponto: - Na construção de relações duradouras. -  Que escutam antes de propor. -  Analisam antes de prometer. -  Organizam antes de expandir. Não porque são mulheres e sim porque aprenderam que sustentabilidade exige equilíbrio. Existe uma parte silenciosa do setor que quase ninguém vê: planilhas, contratos, fluxo de caixa, garantias, regulação, acompanhamento técnico, manutenção preventiva. Sem isso, o painel vira apenas equipamento. A verdadeira sustentabilidade está na gestão, na capacidade de organizar processos.De estruturar operações, de manter padrão mesmo quando o mercado aperta e não ceder à pressa quando a margem diminui. Em momentos de mudança regulatória e ajustes econômicos, o improviso custa caro. E é justamente nesse cenário que profissionais com visão estratégica ganham relevância. Mulheres que já passaram por ciclos de crescimento e retração sabem que o mercado não é linha reta. É movimento. Sustentar uma empresa de energia renovável hoje exige maturidade, leitura de cenário e responsabilidade com o cliente e com o investidor. Fala-se muito em ESG e responsabilidade ambiental. Mas pouco se fala em responsabilidade moral dentro do setor. Promessas irreais. Projeções infladas. Economias superestimadas. Nada disso é sustentável. Energia limpa precisa de conduta limpa. A credibilidade do setor depende de quem está à frente das decisões comerciais e técnicas. Quem atua com ética fortalece não apenas sua empresa, fortalece todo o mercado. Sustentabilidade não é só reduzir carbono. É reduzir risco, reduzir conflito, reduzir frustração do cliente. É agir com transparência mesmo quando o discurso fácil poderia gerar uma venda rápida. Talvez o maior diferencial esteja aqui. Sustentabilidade exige pensar no amanhã. Não é sobre vender hoje e desaparecer depois e sim sobre acompanhar, manter e  garantir performance ao longo dos anos. No setor de energia renovável, especialmente no solar, a jornada começa na venda, e continua por 20, 25 anos. Quem entende isso constrói negócios sólidos. E muitas mulheres têm se destacado exatamente por essa visão de continuidade. São profissionais que estruturam processos antes de expandir, fortalecendo parcerias antes de prometer crescimento acelerado, cuidam da reputação como patrimônio. Nós sustentamos o negócio enquanto o mercado oscila. Quando olhamos para uma usina solar, vemos tecnologia.Mas por trás dela existe planejamento, análise de risco, negociação, manutenção, gestão financeira, acompanhamento regulatório. Existe trabalho invisível. E é nesse espaço que muitas mulheres têm consolidado sua presença: não apenas como participantes do setor, mas como estruturadoras dele. Sustentamos equipes. Organizamos operações. Fortalecemos relações comerciais.Traduzimos o técnico para o cliente. Transformamos complexidade em clareza. Sustentabilidade é gerar energia limpa, segurança, estabilidade e confiança. O mercado de energias renováveis vive uma fase de consolidação.Não é mais sobre volume a qualquer custo. É sobre eficiência, estrutura e governança. E essa fase exige maturidade. Profissionais que entendam que o crescimento saudável é construído com base sólida. As que  enfrentaram desafios, mudanças de cenário e ajustes estratégicos trazem essa estabilidade para dentro das empresas. Não como bandeira. Mas como competência. Sustentar é manter, permanecer firme quando o entusiasmo inicial passa.É ajustar rota sem perder propósito, proteger a reputação do setor, cuidar do cliente depois da assinatura do contrato. Sustentar a sustentabilidade é garantir que a energia limpa continue sendo sinônimo de confiança. E isso vai muito além dos painéis solares. Vai para dentro das decisões da gestão e da postura profissional. A energia do futuro precisa de tecnologia, sim.Mas precisa, sobretudo, de pessoas que assumam responsabilidade pelo que constroem. E muitas mulheres têm feito exatamente isso. Com competência, equilíbrio, visão, responsabilidade. Sem precisar levantar bandeiras. Apenas fazendo o que sempre sustentou qualquer mercado sólido: a ética, a gestão e compromisso de longo prazo. Por Kátia Rezende Moreira – EnergyChannel Mulheres que Sustentam a Sustentabilidade: Muito Além dos Painéis Solares

  • O Consumo em Transformação

    Como hábitos, expectativas e tecnologia estão redesenhando a economia O Consumo em Transformação - 📺 TEMPORADA 1 — EPISÓDIO 7/10 O consumo sempre foi o termômetro da economia. Ele reflete renda, confiança, tendências sociais e capacidade produtiva. Mas o mundo em que compramos, pagamos e consumimos mudou de forma profunda. Mudanças demográficas, tecnologia, inflação estrutural, preocupações ambientais e experiências digitais transformaram não apenas o que compramos , mas como compramos  e como pensamos sobre o valor . Neste episódio de Economia em Movimento , analisamos como o consumo se transformou em um fenômeno estrutural que redefine mercados, cadeias produtivas e decisões econômicas em todo o mundo. Novas prioridades, novos hábitos Famílias e indivíduos começaram a redefinir prioridades: Maior atenção a sustentabilidade e origem dos produtos Busca por experiências em vez de posses materiais Valorização de produtos e serviços que economizam tempo ou aumentam conveniência Essas mudanças refletem tendências sociais, mas também respostas econômicas  a inflação, aumento de custos e tecnologia. Digitalização e consumo on-demand O comércio digital não é mais um canal adicional; ele se tornou central. Plataformas de e-commerce, marketplaces e apps de delivery mudaram o ritmo do consumo: Compras 24/7, entregas rápidas, personalização de ofertas Dados de consumo em tempo real permitindo ajustes imediatos de estoque, preço e marketing Experiência de usuário se tornando critério de fidelidade O consumidor digital não apenas compra, ele interage, compara e molda o mercado . Experiência versus posse: a nova economia A economia do século XXI privilegia experiências sobre acumulação de bens: Serviços de streaming substituem DVDs e Blu-rays Mobilidade compartilhada desafia a posse de veículos Experiências de viagem e gastronomia ganham relevância sobre produtos físicos Essa transformação influencia decisões de investimento e produção: indústrias tradicionais precisam se reinventar ou perder mercado. Sustentabilidade como critério de consumo Mudanças climáticas e consciência ambiental alteram escolhas: Produtos recicláveis ou de baixo impacto ambiental ganham preferência Empresas com compromisso ESG se tornam mais valorizadas Cadeias de suprimento sustentáveis passam a ser diferencial competitivo Consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos que reflitam valores sociais e ambientais um fenômeno que reorganiza mercados inteiros . Preço versus valor: adaptação à inflação estrutural A inflação persistente mudou o comportamento: Consumidores buscam mais racionalidade na compra Comparação de preços e avaliação de custo-benefício se tornam rotina Produtos essenciais mantêm demanda, mas luxo e não essenciais sofrem ajuste O impacto é estrutural: empresas precisam revisar preços, margens e portfólios constantemente . Tecnologia, dados e personalização O consumo digital cria um ciclo de feedback: Dados de compra e comportamento alimentam algoritmos Algoritmos ajustam oferta, marketing e estoque em tempo real Experiência personalizada aumenta retenção e fidelização Empresas que dominam esses dados conseguem antecipar tendências e moldar hábitos , aumentando produtividade e competitividade. O consumidor mais informado e consciente O acesso à informação mudou o equilíbrio entre marcas e consumidores: Comparação de preços, qualidade e impacto ambiental é imediata Influenciadores digitais e redes sociais moldam percepções Decisões de compra não dependem mais apenas de publicidade tradicional Consumidores tornam-se participantes ativos da economia, exigindo transparência, rapidez e valor . O impacto na cadeia produtiva Mudanças no consumo afetam toda a economia: Produção mais próxima do mercado (nearshoring) para atender demandas rápidas Estoques flexíveis para responder a mudanças em tempo real Cadeias mais curtas e resilientes, mas menos eficientes O consumo moderno redefine logística, preços e estratégia industrial . O que muda na vida real Para empresas: necessidade de adaptação contínua, digitalização de processos e portfólio alinhado a valores sociais Para governos: políticas de incentivo ao consumo consciente, proteção do consumidor e regulação digital Para consumidores: mais escolha, mais conveniência, mas também mais responsabilidade sobre impacto de suas decisões O consumo deixou de ser passivo. Ele é uma força ativa que molda a economia . Conclusão: consumo como termômetro e motor da economia A transformação do consumo não é apenas um fenômeno de curto prazo. Ela reflete mudanças estruturais na sociedade, tecnologia e economia . Compreender o novo consumidor é entender como mercados evoluem, cadeias produtivas se reorganizam e decisões econômicas se desenham. No próximo episódio de Economia em Movimento , vamos analisar como Estados mais caros e sociedades mais tensas estão mudando o cenário econômico , e por que política fiscal e social agora caminham lado a lado com estratégia industrial. O Consumo em Transformação

  • EP7 – Cadeia de Valor e Logística: Do Campo à Mesa

    Entre a produção no campo e o alimento na mesa do consumidor existe um caminho longo, complexo e estratégico. A cadeia de valor do agronegócio envolve armazenamento, transporte, processamento, distribuição e comercialização. É nesse percurso que se definem custos, eficiência, competitividade e, muitas vezes, a própria segurança alimentar. EP7 – Cadeia de Valor e Logística: Do Campo à Mesa No agronegócio moderno, produzir bem é apenas o primeiro passo. Levar essa produção ao mercado de forma eficiente tornou-se tão importante quanto a produtividade no campo. A cadeia que sustenta o agro A cadeia de valor do agro começa antes mesmo do plantio, com fornecedores de sementes, fertilizantes, máquinas e tecnologia. Após a colheita, entram em cena silos, armazéns, sistemas de transporte, indústrias de processamento e canais de distribuição. Cada elo dessa cadeia agrega valor, mas também pode gerar perdas. Gargalos logísticos, falta de infraestrutura e ineficiências elevam custos e reduzem a competitividade, especialmente em países de grande extensão territorial como o Brasil. Logística como fator de competitividade A logística é um dos principais desafios do agronegócio brasileiro. Distâncias longas, dependência do transporte rodoviário e limitações em portos e ferrovias impactam diretamente o custo final dos alimentos. Em comparação, países como os Estados Unidos contam com uma matriz logística mais equilibrada, com forte presença de ferrovias e hidrovias, o que reduz custos e aumenta a eficiência no escoamento da produção. Na Europa, a proximidade entre produção e consumo favorece cadeias mais curtas e integradas. Superar esses desafios logísticos é fundamental para ampliar a competitividade do agro brasileiro no mercado global. Armazenagem e redução de perdas A falta de infraestrutura adequada de armazenagem é outro ponto crítico. Parte relevante da produção se perde entre a colheita e o consumo devido a problemas de estocagem, transporte e manuseio. Investimentos em silos, sistemas de refrigeração e tecnologias de monitoramento reduzem perdas, aumentam a vida útil dos produtos e contribuem para a segurança alimentar. Reduzir desperdícios ao longo da cadeia é uma das formas mais eficientes de ampliar a oferta de alimentos sem expandir áreas produtivas. Agregação de valor e industrialização O processamento agroindustrial é um dos principais fatores de geração de renda e empregos. Transformar matérias-primas em produtos industrializados aumenta o valor agregado e reduz a dependência da exportação de commodities in natura. No Brasil, ampliar a industrialização do agro é uma estratégia para fortalecer a economia, diversificar exportações e aumentar a resiliência frente às oscilações do mercado internacional. Rastreabilidade e exigências do consumidor Consumidores e mercados internacionais exigem cada vez mais transparência. Rastreabilidade, origem dos produtos, práticas ambientais e padrões sanitários se tornaram critérios essenciais de acesso a mercados. A digitalização da cadeia de valor permite acompanhar o produto do campo à mesa, garantindo qualidade, segurança e conformidade com normas globais. Do campo à mesa, o desafio continua A eficiência da cadeia de valor define o sucesso do agronegócio no cenário global. Produzir, armazenar, transportar e distribuir de forma integrada é o caminho para reduzir custos, minimizar perdas e garantir alimentos acessíveis à população. No próximo episódio da série, o foco retorna ao campo para analisar as tecnologias aplicadas diretamente ao plantio e à colheita, e como elas estão redefinindo produtividade e eficiência no agro . EP7 – Cadeia de Valor e Logística: Do Campo à Mesa

  • 🇪🇺 UE reage à nova ofensiva tarifária dos 🇺🇸 e eleva tensão comercial transatlântica

    Uma nova escalada nas disputas comerciais entre a União Europeia e os Estados Unidos reacendeu alertas no comércio internacional após decisões recentes da Suprema Corte dos Estados Unidos que colocaram em xeque parte da política tarifária adotada pelo governo do presidente Donald Trump. 🇪🇺 UE reage à nova ofensiva tarifária dos 🇺🇸 e eleva tensão comercial transatlântica De acordo com apuração do EnergyChannel , autoridades europeias passaram a exigir que Washington respeite integralmente os compromissos firmados no acordo comercial bilateral firmado em 2025, após a Casa Branca sinalizar a adoção de novas tarifas generalizadas sobre importações. Decisão judicial abre nova frente de incerteza A tensão ganhou força depois que a Suprema Corte norte-americana decidiu que o uso de poderes emergenciais para impor tarifas globais não encontra respaldo legal uma medida que até então sustentava parte relevante da estratégia comercial dos EUA. Em resposta ao vácuo regulatório gerado pela decisão, o governo norte-americano anunciou rapidamente a implementação de tarifas amplas de 10% sobre importações, posteriormente elevadas para 15%, provocando reação imediata de Bruxelas. UE: mudanças unilaterais ameaçam previsibilidade dos mercados Fontes da Comissão Europeia indicam que qualquer alteração nas condições previamente pactuadas poderá comprometer o equilíbrio competitivo garantido no acordo transatlântico firmado no ano passado, que já previa uma tarifa média de 15% sobre grande parte dos produtos europeus exportados para o mercado norte-americano, além de exceções em setores estratégicos como componentes aeronáuticos. Na avaliação do bloco, a adoção de tarifas adicionais fora do escopo do acordo poderia eliminar vantagens comerciais previamente negociadas e ampliar a volatilidade nas cadeias globais de suprimento um risco especialmente sensível em setores industriais e energéticos altamente integrados entre as duas economias. Impactos econômicos e risco sistêmico Estimativas independentes apontam que a deterioração do atual arranjo tarifário pode reduzir o crescimento econômico europeu em até 0,8 ponto percentual, com economias industriais exportadoras, como a Itália, entre as mais expostas. O comércio bilateral entre UE e EUA atingiu cerca de €1,7 trilhão em 2024, reforçando a relevância sistêmica da relação e o potencial de contágio econômico caso a atual disputa evolua para uma guerra comercial mais ampla. Energia e indústria no centro da disputa Para o setor energético global especialmente cadeias ligadas a tecnologias limpas, equipamentos industriais e infraestrutura de geração renovável a previsibilidade tarifária é considerada elemento-chave para decisões de investimento de longo prazo. Mudanças abruptas nas regras comerciais entre dois dos maiores polos industriais do planeta tendem a impactar diretamente: cadeias de fornecimento de equipamentos para energias renováveis comércio de matérias-primas críticas investimentos transatlânticos em infraestrutura energética competitividade de tecnologias limpas em mercados internacionais O desfecho das negociações entre Bruxelas e Washington deverá, portanto, ultrapassar o campo diplomático, com efeitos potenciais sobre a trajetória de industrialização verde e segurança energética nos próximos anos. 🇪🇺 UE reage à nova ofensiva tarifária dos 🇺🇸 e eleva tensão comercial transatlântica

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