top of page

Publicidade

Resultados da busca

Buscar neste site

3692 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Justiça de Goiás Derruba Cobrança de ICMS sobre Energia Compensada em Sistemas de Geração Distribuída

    Goiânia, GO  – Uma decisão histórica do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) promete impactar diretamente consumidores e empresas que investiram em geração distribuída de energia no estado. O tribunal declarou inconstitucional a cobrança de ICMS sobre a energia elétrica excedente gerada por sistemas solares fotovoltaicos e devolvida à rede, que posteriormente era compensada pelo consumidor. Justiça de Goiás Derruba Cobrança de ICMS sobre Energia Compensada em Sistemas de Geração Distribuída Até então, a interpretação da Secretaria da Fazenda de Goiás e da distribuidora Equatorial Goiás resultava na cobrança de ICMS sobre o montante de energia injetado na rede e posteriormente utilizado como crédito. Para o tribunal, essa tributação não encontra respaldo constitucional, já que a energia excedente não representa uma operação de circulação de mercadoria tradicional, mas sim um mecanismo de compensação entre consumidor e distribuidora. Vitória para o Setor de Geração Distribuída Especialistas avaliam que a decisão é um marco para o avanço da energia solar no estado. “A cobrança de ICMS sobre a energia compensada era um desincentivo à expansão da geração distribuída. Essa decisão traz segurança jurídica e maior previsibilidade para os investidores”, afirma um advogado tributarista ouvido pelo EnergyChannel . De acordo com a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Goiás é um dos estados com maior crescimento de sistemas fotovoltaicos no país, e a medida tende a acelerar ainda mais a instalação de novas usinas residenciais, comerciais e industriais. Lei Estadual Permanece Intacta Um ponto relevante é que a decisão não altera o texto da lei estadual vigente, mas redefine a sua interpretação, garantindo que a energia excedente não seja considerada fato gerador de ICMS. Na prática, consumidores e empresas que possuem micro ou minigeração distribuída passam a ter direito à compensação integral da energia sem a incidência do imposto. Impactos Econômicos e Regulatórios A decisão pode reduzir significativamente a conta de energia de quem produz sua própria eletricidade, especialmente em sistemas com grande excedente de geração. Para a Equatorial Goiás e para o Estado, a decisão representa perda de arrecadação, o que pode levar a novos embates jurídicos ou tentativas de reverter o entendimento no Supremo Tribunal Federal (STF). Para os consumidores, o momento é de comemoração. “É um passo importante para tornar a energia solar ainda mais competitiva, garantindo retorno mais rápido sobre o investimento”, comenta um empresário do setor de energia renovável em Goiânia. Justiça de Goiás Derruba Cobrança de ICMS sobre Energia Compensada em Sistemas de Geração Distribuída

  • Apagões na capital paulista já começaram e sistemas de armazenamento de energia surgem como solução para paulistanos

    No primeiro dia da primavera, tempestade na Grande São Paulo deixou mais de 500 mil de pessoas sem energia  Foto: Renew Energia | Apagões na capital paulista já começaram e sistemas de armazenamento de energia surgem como solução para paulistanos   Sistemas de armazenamento de energia aparecem como solução para acabar com a dor de cabeça de paulistanos durante o período de apagões recorrentes   Por Simone Cesário Assessoria de Imprensa da SolaX Power Tradicionalmente, o verão é a estação na qual a população já se prepara para as chuvas intensas e todas as consequências que esse cenário provoca. Porém, a primavera, que teve início na segunda-feira (22), trouxe tempestades, ventanias e muitos estragos para a região metropolitana de São Paulo. Esses transtornos, que vieram bem mais cedo neste ano, provocou queda de cerca de 140 árvores, apenas na capital paulista, e deixou mais de 500 mil pessoas sem energia na Grande São Paulo. Transtornos anuais previsíveis  Todos os anos, os paulistanos enfrentam os mesmos problemas, mas este ano foram surpreendidos pela chegada antecipada dos apagões. A falta de energia elétrica causa prejuízos para todas as esferas da sociedade. No residencial, por exemplo, há muitas pessoas que trabalham em home-office, o que se torna essencial ter a energia para conseguir desenvolver suas atividades diárias, ou mesmo no caso de pessoas que dependem de equipamentos hospitalares elétricos para a manutenção da própria vida. No caso do comércio e indústria, a falta da energia pode ocasionar a interrupção no funcionamento de equipamentos do sistema de produção, o que pode gerar um enorme prejuízo. Nesse cenário, soluções confiáveis, que possam minimizar os impactos dessa situação, tornam-se essenciais para assegurar que, em casos de emergência, esse fornecimento não seja interrompido. E, nesse contexto, estão os sistemas de armazenamento de energia com baterias. Hoje o mercado disponibiliza modelos que atendem desde apartamentos, casas, comércios e indústria. Esses equipamentos permitem que a energia seja armazenada em baterias para ser usada em momentos como os de apagões, no período noturno ou nos chuvosos, por exemplo.  “Com os sistemas de armazenamento, não há a dependência da rede elétrica, ou seja, mesmo com apagões, esse imóvel terá energia ininterrupta para manter as áreas e equipamentos essenciais para cada atividade ou rotina diária, o que evita transtornos e prejuízos, além da economia substancial na conta de energia, o que permite que esse sistema se pague em 6 a 8 anos”, destaca Gilberto Camargos, diretor-executivo da SolaX Power, empresa global com sede na China, que foi a primeira fabricante de inversores híbridos da Ásia, em 2013, e por isso acumula essa expertise no segmento.  Sobre a SolaX Power  – É uma multinacional fundada em 2012 com sede em Hangzhou, China, e filiais em vários países, incluindo Holanda, Alemanha, Reino Unido, Austrália, Japão e EUA. Com mais de 2.000 funcionários em todo o mundo, a empresa é reconhecida por sua atuação nas áreas de pesquisa e desenvolvimento: são mais de 100 patentes internacionais e mais de 500 certificações de mercado. Seu portfólio é composto de inversores fotovoltaicos, soluções de armazenamento de energia, carregadores veiculares e sistemas avançados de gerenciamento de energia. Seus inversores são conhecidos por sua eficiência, confiabilidade, adaptabilidade e controle inteligente. A SolaX Power está comprometida com a sustentabilidade, inovação e satisfação do cliente. Sua expansão em todo o mundo tem a proposta de contribuir para a transição global para um futuro mais verde. Apagões na capital paulista já começaram e sistemas de armazenamento de energia surgem como solução para paulistanos

  • 🚛 Hidrogênio em Movimento: GWM FTXT Traz ao Brasil o Primeiro Caminhão a Célula a Combustível para Testes e Validação Tecnológica

    Por EnergyChannel | Entrevista: Ricardo Honório O hidrogênio deixou de ser promessa para se tornar realidade – e o Brasil está prestes a dar um passo importante nessa direção. Em entrevista exclusiva ao EnergyChannel , o jornalista Ricardo Honório  conversou com Davi Lopes, Ph.D. , Head da GWM Hydrogen-FTXT Brasil , e com o consultor Eustáquio Sirolli, MSc. , especialista em veículos a hidrogênio e células a combustível, sobre o futuro da mobilidade limpa no país. Durante o bate-papo, Davi revelou que a GWM trouxe ao Brasil o primeiro caminhão pesado movido a célula a combustível de hidrogênio  – um modelo de 49 toneladas – para testes em condições reais no país. “Queremos provar que o hidrogênio não é apenas um sonho. É uma tecnologia madura, já em operação em larga escala na China, e agora estamos validando sua aplicação no mercado brasileiro”, destacou. Três pilares para o hidrogênio no Brasil Segundo Davi, a estratégia da GWM no Brasil está baseada em três pilares principais : Inovação:  demonstrar que a tecnologia de célula a combustível está pronta para operar em diferentes modais. Nacionalização:  avaliar fornecedores e oportunidades de produção local de componentes. Academia:  engajar universidades e centros de pesquisa para estudar o desempenho da tecnologia em solo brasileiro. “Queremos que o Brasil se torne um polo de desenvolvimento em hidrogênio, integrando indústria, governo e academia”, afirmou o executivo. Ônibus, caminhões e até navios Além do caminhão, a agenda da GWM inclui o desenvolvimento de ônibus e navios movidos a hidrogênio. A empresa já acumula mais de 40 milhões de quilômetros rodados  com veículos a célula a combustível em operação na China. “Estamos falando de uma solução comprovada. O Brasil agora tem a oportunidade de se inserir nessa transição energética”, reforçou Davi. Descarbonização e saúde pública Para Eustáquio Sirolli, o impacto do hidrogênio vai muito além da redução de emissões de CO₂: “Estamos falando de melhorar a qualidade do ar, reduzindo gases nocivos à saúde, como NOx e material particulado. Isso significa menos casos de doenças respiratórias e cardiovasculares, principalmente em grandes centros urbanos”, explicou. Desafios e próximos passos Apesar do avanço, ainda há desafios para viabilizar a tecnologia no Brasil. A principal barreira é a infraestrutura de abastecimento. “O próximo passo é instalar estações de hidrogênio (HRS) nas principais capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, para permitir testes em rotas de alta circulação”, disse Davi. Ele adiantou que outubro e novembro serão meses decisivos , com eventos e demonstrações que devem marcar o início de uma nova fase para o hidrogênio no país. O hidrogênio como peça-chave da transição energética Tanto Davi quanto Eustáquio reforçam que não existe uma única solução para a descarbonização. “A energia do futuro será plural. O hidrogênio é mais uma ferramenta no portfólio de tecnologias que vão compor a matriz limpa do Brasil”, concluiu Davi. 🚛 Hidrogênio em Movimento: GWM FTXT Traz ao Brasil o Primeiro Caminhão a Célula a Combustível para Testes e Validação Tecnológica

  • GoodWe reforça suporte ao integrador e aposta em soluções completas para o mercado solar brasileiro

    São Paulo, SP – EnergyChannel  – A GoodWe, uma das principais fornecedoras globais de inversores e soluções inteligentes para energia solar, reforçou seu compromisso com o mercado brasileiro, destacando inovação, proximidade com os integradores e um portfólio cada vez mais robusto. Em entrevista ao EnergyChannel, Denis Azevedo , Engenheiro de Soluções da GoodWe, ressaltou que o sucesso dos integradores em um mercado em transformação depende de adaptação rápida e acesso a tecnologias que entreguem valor ao cliente final. “O segredo do empresário brasileiro é adaptabilidade. Quem entendeu as mudanças regulatórias e agregou soluções novas ao portfólio segue crescendo. A GoodWe está aqui para apoiar esse movimento, com produtos que ajudam o integrador a montar estratégias eficientes para seus clientes”, destacou Denis. Soluções completas e suporte técnico de excelência Desde 2018 no Brasil, a GoodWe consolidou-se como uma das marcas mais respeitadas do setor, com histórico de equipamentos confiáveis e atendimento ágil. Segundo Azevedo, a proximidade com o integrador é prioridade. GoodWe reforça suporte ao integrador e aposta em soluções completas para o mercado solar brasileiro “Nosso time de pré-vendas oferece treinamentos e apoio no dimensionamento de sistemas fotovoltaicos, baterias e projetos zero grid. Já o pós-vendas é referência no mercado, com suporte via WhatsApp que responde em minutos. Isso dá ao integrador segurança para oferecer soluções personalizadas aos clientes” , afirmou. Tecnologia para cada necessidade A GoodWe possui um ecossistema completo de produtos que vai desde sistemas residenciais até grandes usinas solares, incluindo soluções de armazenamento de energia , inversores on-grid , sistemas híbridos  e painéis integrados à construção (BIPV) . Um destaque é o portfólio adaptado à realidade do Brasil, com inversores desenvolvidos para atender às normas e às condições das redes elétricas nacionais. Entre eles está o híbrido trifásico de 50 kW , lançado recentemente para redes de 220V – ideal para o mercado paulista. Zero Grid e baterias: o próximo passo da transição energética Para Denis, o uso de sistemas com limitação de exportação (zero grid) e armazenamento de energia é uma tendência em ascensão. “O cenário mudou. Não basta apenas gerar energia. Hoje o integrador precisa entender a operação do cliente, identificar perdas, calcular economia com backup e até propor soluções como load shifting  e peak shaving , que reduzem custos na tarifa de ponta e evitam multas por ultrapassagem de demanda”, explicou. Com baterias de lítio de alta durabilidade (garantia de 10 anos) e tecnologia para integração com sistemas solares, a GoodWe promete transformar o modo como empresas lidam com o consumo de energia – e o retorno sobre o investimento pode chegar em apenas três anos. Apoio estratégico ao integrador Outro diferencial é o laboratório da GoodWe em São Paulo, que está aberto para visitas de integradores e clientes finais. No espaço, é possível conhecer equipamentos em funcionamento e participar de treinamentos práticos. “Nosso papel é ser parceiro de negócio. Entregamos ferramentas, planilhas de dimensionamento e orientação técnica para que o integrador tenha confiança em apresentar projetos rentáveis ao cliente final”, completou Azevedo. GoodWe reforça suporte ao integrador e aposta em soluções completas para o mercado solar brasileiro

  • SMA Reforça Liderança Global em Transição Energética com Inovação em Conversores Fotovoltaicos

    Por EnergyChannel A SMA, referência internacional em soluções de energia solar, segue consolidando sua posição estratégica no avanço da transição energética global. Reconhecida por sua capacidade de unir inovação tecnológica e sustentabilidade, a empresa alemã reafirma seu papel como um dos pilares do setor fotovoltaico, com soluções que potencializam a integração eficiente de energias renováveis às redes de distribuição. SMA Reforça Liderança Global em Transição Energética com Inovação em Conversores Fotovoltaicos Recentemente, a SMA apresentou ao mercado o Sunny Central FLEX , um conversor CC/CA totalmente integrado para sistemas fotovoltaicos (PV) que já conquistou reconhecimento internacional. Equipado com tecnologia SiC MOSFET de última geração , o equipamento oferece maior eficiência energética, confiabilidade e flexibilidade , atendendo tanto às redes de distribuição atuais quanto às futuras demandas das utilities. “O Sunny Central FLEX representa o compromisso da SMA em fornecer soluções que viabilizam a transição energética de forma segura e escalável. Este produto não é apenas um conversor, mas uma plataforma tecnológica que permite a integração perfeita de grandes usinas solares à rede elétrica, aumentando a eficiência operacional e reduzindo perdas”, afirma especialista da empresa. Tecnologia de Ponta e Impacto na Rede Elétrica O grande diferencial do Sunny Central FLEX está na tecnologia de semicondutores de carbeto de silício (SiC) , que possibilita conversão de energia com maior rendimento e menor dissipação térmica . Além disso, sua arquitetura modular e compacta facilita a instalação, operação e manutenção em projetos de larga escala, consolidando-se como uma ferramenta essencial para utilities e geradores solares. SMA Reforça Liderança Global em Transição Energética com Inovação em Conversores Fotovoltaicos Com este lançamento, a SMA reforça seu compromisso em acelerar a transição energética global , fornecendo soluções que equilibram inovação, eficiência e sustentabilidade. A empresa se destaca como um player de alto valor estratégico para governos e empresas que buscam expandir a participação de energias renováveis em suas matrizes, especialmente em regiões onde a integração de grandes usinas solares exige tecnologia avançada e confiabilidade comprovada. SMA: Inovação e Liderança no Setor Solar Presente em diversos continentes, a SMA tem sido protagonista na expansão de projetos solares de grande escala, contribuindo para reduzir emissões de carbono e promover a sustentabilidade energética. Seus produtos, como o Sunny Central FLEX, exemplificam o investimento contínuo em tecnologias que permitem maior eficiência energética e integração com redes inteligentes , qualificando a empresa como referência global em soluções fotovoltaicas de alto valor agregado. SMA Reforça Liderança Global em Transição Energética com Inovação em Conversores Fotovoltaicos Com a crescente demanda por energia limpa e a necessidade de modernizar redes elétricas, a SMA se posiciona como fornecedora essencial para a transição energética , entregando produtos que unem performance, confiabilidade e inovação tecnológica. SMA Reforça Liderança Global em Transição Energética com Inovação em Conversores Fotovoltaicos

  • Lula edita MP 1.300 e ameaça setor solar: medida reduz créditos e freia avanço da geração distribuída no Brasil

    Matéria – EnergyChannel Lula edita MP 1.300 e ameaça setor solar: medida reduz créditos e freia avanço da geração distribuída no Brasil O setor de energia solar no Brasil recebeu um duro golpe com a edição da Medida Provisória (MP) nº 1.300, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 21 de maio de 2025. Sob o argumento de “ modernização do setor elétrico ”, o governo propõe alterações que, na prática, reduzem drasticamente a compensação da energia gerada por pequenos produtores e injetada na rede, minando um dos motores mais importantes da transição energética nacional. A nova regra corta pela raiz a atratividade econômica da geração distribuída, modelo responsável por levar energia solar a residências, pequenos comércios e propriedades rurais em todo o país. Redução drástica na compensação Hoje, o consumidor que instala painéis solares e injeta energia excedente na rede aproveita cerca de 80% do valor gerado em forma de créditos. Com a MP, esse benefício cairia para algo em torno de 36%, uma redução de aproximadamente 64%. “Se esse texto avançar, o consumidor que gera R$ 1,00 em energia vai aproveitar pouco mais de R$ 0,30. Isso praticamente inviabiliza o retorno sobre o investimento em energia solar” , criticou o deputado federal Lúcio Mosquini (MDB-RO). Tarifas que punem quem produz energia limpa A MP ainda autoriza a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a criar tarifas multipartes compulsórias, que incluem custos de disponibilidade da rede. Na prática, isso penaliza justamente quem buscou autonomia energética e contribui para a descentralização da matriz elétrica. Para o EnergyChannel, trata-se de um retrocesso preocupante para o Brasil. Ao invés de incentivar a geração limpa, o governo coloca obstáculos que podem paralisar investimentos, reduzir empregos e frear o crescimento de uma indústria que é peça-chave para a descarbonização da economia. Impactos sociais e econômicos O setor solar é um dos que mais crescem no país e já gerou mais de 250 mil empregos diretos e indiretos, de acordo com a Absolar. Com as novas regras, empresas de instalação, fabricantes de equipamentos e integradores podem enfrentar queda na demanda, provocando demissões e o fechamento de negócios. Enquanto o governo federal anuncia a expansão da Tarifa Social de Energia para atender 115 milhões de brasileiros de baixa renda, o preço dessa política pode ser a estagnação de um mercado que ajudava a reduzir custos de energia e a democratizar o acesso a tecnologias limpas. O que vem pela frente A MP 1.300 já está no Congresso Nacional e depende da análise de deputados e senadores para ser aprovada ou rejeitada. O setor de energia solar se mobiliza para tentar barrar ou modificar o texto. Opinião do EnergyChannel:  Medidas como esta representam um retrocesso para o Brasil e enviam um sinal negativo a investidores e consumidores. Em um momento em que o mundo acelera a transição para energias renováveis, punir quem gera sua própria energia é ir na contramão da história. Lula edita MP 1.300 e ameaça setor solar: medida reduz créditos e freia avanço da geração distribuída no Brasil

  • A Geração Distribuída (GD) não é coisa de rico e nem de pobre

    Por Daniel Lima - ECOnomista Alguns “doutores” afirmam categoricamente que a GD é coisa de rico e que ela onera as famílias mais pobres que passam a pagar uma tarifa mais cara em virtude de subsídios cruzados. A Geração Distribuída (GD) não é coisa de rico e nem de pobre Para dar luz a essa situação resolvi  realizar um estudo com dados oficiais e fornecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) — link abaixo — relativos a Geração Distribuída (GD) nas residências, comparando com uma simulação de estratificação de renda das famílias brasileiras. Dessa forma, tracei um perfil dos consumidores de energia residenciais que utilizam a GD. Os resultados constam da tabela abaixo: A Geração Distribuída (GD) não é coisa de rico e nem de pobre Os dados apontam que as Classes B e C (renda entre R$ 3 mil e R$ 15 mil) lideram com cerca 68% da potência instalada e 80% das unidades consumidoras. A Classe E, com renda até R$ 3 mil, representa apenas 0,9% da potência e 3,5% das UCs e a Classe A, com renda acima de R$ 30 mil, representa 12% da potência e 4,5% das UCs. Deduções: - A classe média é o motor ou a principal usuária da GD Residencial com 92% das unidades consumidoras adotantes; - As classes com menor renda e maior renda têm pouca penetração na GD, com 3,5% e 4,5% das unidades consumidoras adotantes; - Revela uma necessidade de ampliar o acesso à energia solar para famílias de baixa renda. Seja por meio de políticas públicas, cooperativas solares ou financiamento inclusivo; - A potência instalada e investimento crescem proporcionalmente à renda. A Geração Distribuída (GD) não é coisa de rico e nem de pobre Conclusões: A Geração Distribuída não é coisa de rico — e nem de pobre. É o remédio da classe média contra tarifas altas e para preservação da renda familiar. E quem quiser que fale e prove o contrário. Link dos dados da Aneel:  https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiY2VmMmUwN2QtYWFiOS00ZDE3LWI3NDMtZDk0NGI4MGU2NTkxIiwidCI6IjQwZDZmOWI4LWVjYTctNDZhMi05MmQ0LWVhNGU5YzAxNzBlMSIsImMiOjR9 Daniel Lima é graduado em Ciências Econômicas e com MBA em Arquitetura, Construção e Gestão de Construção Sustentáveis, ao longo de sua carreira ocupou diversos cargos no setor público, na iniciativa privada e no terceiro setor. Acumulou grande experiência na área de elaboração de projetos sustentáveis e na captação de recursos nacionais e internacionais. Destaca-se em seu currículo a Coordenação Geral do Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (PRODETUR). Atualmente atua como especialista e consultor no segmento de energia solar, é CEO da Agrosolar Investimentos Sustentáveis e Conselheiro da startup Energia Verde do Brasil - EVBIO. A Geração Distribuída (GD) não é coisa de rico e nem de pobre

  • Fórum de Segurança na TranspoSul alerta para o alto preço da insegurança no Brasil

    Segurança no transporte consome até 18% do faturamento das empresas e diante desse cenário, investimentos em tecnologia, monitoramento e gestão de risco tornam-se indispensáveis para enfrentar o roubo de cargas e proteger a competitividade do setor de transporte e logística Fórum de Segurança na TranspoSul alerta para o alto preço da insegurança no Brasil O Fórum de Segurança no Transporte Rodoviário integrou a programação da 24ª TranspoSul – maior feira e congresso de transporte e logística da Região Sul do Brasil – realizado nesta sexta-feira (26/09), no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre. A atividade, realizada pela manhã, reuniu autoridades e especialistas para debater o aumento dos roubos e furtos de cargas e veículos no Rio Grande do Sul e as ações integradas das forças de segurança no enfrentamento ao crime. Fórum de Segurança na TranspoSul alerta para o alto preço da insegurança no Brasil O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (SETCERGS), Delmar Albarello, destacou a necessidade de maior apoio às forças policiais para enfrentar os desafios de segurança no transporte de cargas. Segundo ele, a atuação das corporações é muitas vezes limitada diante da reincidência criminal e da fragilidade das leis. “Precisamos pedir ajuda para fortalecer e ampliar os recursos das forças policiais. Sem esse suporte, o trabalho acaba se tornando um exercício de enxugar gelo, e o país inteiro perde com isso”, afirmou Delmar. Fórum de Segurança na TranspoSul alerta para o alto preço da insegurança no Brasil O Fórum trouxe para o debate representantes do setor privado, com moderação do assessor no âmbito nacional da Comissão de Segurança do SETCERGS, Ivanildo Santos. Em sua fala inicial, ele destacou que o transportador chega a gastar de 12% a 18% do faturamento apenas em proteção, e mesmo assim não elimina o risco, apenas dificulta a ação criminosa. Segundo ele, uma preocupação recente, além do roubo de cargas e caminhões, está no furto de equipamentos. “Módulos de veículos, como os de embreagem, podem custar até R$ 30 mil e serem levados em menos de dez minutos. Além disso, no caso do RS, temos uma preocupação adicional, que é a proximidade com fronteiras, o que facilita o escoamento para outros países. Muitos veículos roubados acabam sendo adulterados e retornam usados no tráfico de drogas”, explicou. O diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), delegado João Paulo de Abreu, ressaltou que a integração entre forças policiais, transportadores e empresários é fundamental para aumentar a segurança no setor logístico. “A troca de informações permite qualificar o trabalho de investigação criminal e entregar resultados consistentes ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, garantindo que autores de crimes sejam responsabilizados. Outro desafio está não apenas no direito penal, mas também no processual: precisamos que quem seja preso permaneça preso por tempo suficiente para evitar novos delitos. Quando a liberdade é concedida rapidamente, muitos reincidem e cria-se a sensação de enxugar gelo”, afirmou. De acordo com dados apresentados pela Polícia Civil, houve queda de 7,87% nos roubos a motoristas de entrega, na comparação de 2025 com 2024. Na modalidade de furtos, a redução foi ainda maior, chegando a 34%. A Polícia Civil do Rio Grande do Sul disponibiliza o canal direto para denúncias de furtos ou roubos pelo número 0800 510 2828. O chefe da Seção de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal no RS, André de Figueiredo D’Ávila, descreveu que a PRF enfrenta diariamente desafios complexos que comprometem tanto a segurança pública quanto a economia. “O tráfico de drogas e armas abastece mercados ilegais, fortalece organizações criminosas e impacta diretamente as políticas públicas de saúde e segurança. Já o roubo e furto de cargas causam prejuízos bilionários todos os anos, afetando a cadeia produtiva e elevando o custo de vida da população. Além disso, o contrabando e o descaminho geram concorrência desleal com a indústria nacional e provocam queda na arrecadação tributária, enfraquecendo a capacidade de investimento do Estado em áreas essenciais”, explicou. A apresentação destacou pontos críticos como as BR-392, BR-386 e BR-290. Entre as cargas mais visadas estão soja, cigarros e alimentos (carnes, pescados e bebidas), segundo o especialista. Para combater esse cenário complexo, a Polícia Rodoviária Federal adota uma estratégia de enfrentamento baseada em três pilares: Inteligência, com o uso de análise de dados para planejar operações de forma mais precisa e eficiente; Tecnologia, com a incorporação de ferramentas inovadoras que ampliam a capacidade de fiscalização; e Integração, por meio da cooperação com outras forças de segurança e órgãos de fiscalização. Essa abordagem dialoga diretamente com os eixos centrais debatidos na TranspoSul, onde inovação, gestão e segurança são tratados como fatores indissociáveis para o futuro do transporte e da logística. Já o major Diego Caetano de Souza, do Comando Rodoviário da Brigada Militar, enfatizou o trabalho ostensivo nas estradas gaúchas. “Investimos em sistemas de monitoramento por câmeras, salas de inteligência e ferramentas que nos permitem acompanhar o aumento do fluxo de veículos nas rodovias e agir com maior precisão. A criminalidade tem sido enfrentada com inteligência e capacidade investigativa ampliada, mas também com foco na prevenção”, declarou. O painel seguinte contou com especialistas da área jurídica e de seguros. Carolina Rosiak Lemes, do jurídico da Apisul, lembrou que o setor de transporte de cargas é regido por um conjunto de legislações específicas além do Código Civil e do Código de Trânsito. Entre elas, estão a Lei 10.209/2001, que trata do vale-pedágio obrigatório; a Lei do Motorista (2015), que define regras de jornada e descanso; e a Lei 13.703/2018, que estabelece o piso mínimo do frete. Mais recentemente, em 2023, foi criado o seguro obrigatório de transporte, complementado por normas anteriores, como o ajuste de 2007 ligado ao Ministério da Fazenda. “É fundamental que os empresários estejam atentos a todas essas questões, que são atualizadas de forma muito constante”, alertou. Marcos Silva, da W4 Consulting, apresentou ações estratégicas do programa de prevenção de acidentes no transporte rodoviário que têm mostrado avanços além da redução de ataques e do aumento nas recuperações de cargas. Segundo ele, os resultados também se refletem na melhoria do nível de serviço prestado pelas empresas do setor. Por fim, Diego Degan, da Seguros Sura, mostrou dados estatísticos do seguro no transporte rodoviário e lembrou que ele não é impactado apenas pelos roubos de carga, mas também pelos acidentes, que elevam significativamente os custos. Nos últimos cinco anos, o setor registrou R$ 9 bilhões em indenizações relacionadas a roubos e acidentes. Em 2024, foram contabilizados 73 mil acidentes, um crescimento de quase 9% em relação a 2023, além de 6.153 mortes no trânsito, número 10% maior que no ano anterior. A 24ª TranspoSul é uma realização do SETCERGS. Patrocinadores Masters: Dipesul Volvo, Iveco, Mercedes-Benz, Volkswagen Caminhões e Ônibus, DAF Eldorado Caminhões e Governo do Estado do Rio Grande do Sul; Patrocinador Premium: Grupo Vamos. Patrocinador Plus: Veloe Go. Apoiador do Congresso: Transpocred. Para mais informações acesse  https://transposul.com/ . Redação: Marcelo Matusiak Sobre o SETCERGS O Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul – SETCERGS foi fundado em agosto de 1959 e é o órgão de representação sindical patronal do transporte rodoviário de cargas com base territorial na maior parte do Estado do Rio Grande do Sul.

  • Dia do Petróleo destaca crescimento da produção brasileira e reforça protagonismo global

    Após recorde histórico em julho, país impulsiona cadeia altamente especializada em engenharia, tecnologia e serviços submarinos Dia do Petróleo destaca crescimento da produção brasileira e reforça protagonismo global Rio das Ostras (RJ), setembro de 2025  – Do primeiro poço perfurado em terra ao complexo desenvolvimento de reservas em águas ultraprofundas, o Brasil transformou-se em ator-chave no mercado global de óleo e gás. Com produção crescente e protagonismo na exploração offshore, o país figura hoje  entre os  dez maiores produtores de petróleo do mundo;  em  julho de 2025 , alcançou uma marca histórica: pela primeira vez, ultrapassou os  5,160 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d) , segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).  Grande parte desse volume vem dos campos do  pré-sal , que já respondem por cerca de  76% da produção nacional , reflexo direto dos investimentos em áreas como Búzios, Sépia, Atapu, Itapu e Tupi, além do uso intensivo de tecnologias de ponta em ambientes de alta complexidade.  “Ultrapassar a marca dos 5 milhões de boe/d mostra que tecnologia, regulação eficaz e investimento têm funcionado em conjunto, mas também aumenta a responsabilidade. O país está maduro para liderar em eficiência e responsabilidade e precisamos garantir que esse crescimento seja sustentado”, afirma Marcelo Silva, Gerente de Engenharia da Seagems, empresa brasileira especializada em soluções de engenharia submarina. Dia do Petróleo destaca crescimento da produção brasileira e reforça protagonismo global Contexto global e desafios Desde os primeiros poços nos séculos XIX e XX, nos Estados Unidos a exploração de petróleo evoluiu para operações cada vez mais complexas, especialmente em águas profundas e ultraprofundas. Tecnologias de perfuração, fabricação de FPSOs (unidade flutuante de petróleo e gás), e gestão de riscos são agora centrais. O Brasil, com o seu pré-sal, tornou-se referência mundial nesse tipo de empreendimento. Mesmo com os avanços, o setor ainda enfrenta exigências elevadas, como condições extremas, pressões geológicas, logística marítima e impactos ambientais associados à extração.  Nesse cenário, empresas especializadas como a Seagems têm desempenhado um papel relevante ao oferecer soluções de engenharia submarina que contribuem para a segurança, a precisão e a eficiência das atividades no fundo do mar.  Com 11 anos de atuação, a companhia é responsável por cerca de 36% do mercado nacional de projetos de interligação submarina, com uma frota de seis navios PLSV e presença constante nas Bacias de Santos e Campos. “A excelência técnica (eficiência operacional) com foco em segurança e a mitigação de riscos são importantes, não só para manter os recordes recentes e avançar na produção, mas para garantir credibilidade internacional. Queremos continuar a contribuir de forma sólida para a performance do setor e para a reputação do Brasil como referência em óleo e gás”, complementa Marcelo. O futuro da produção Com produção recorde e operações crescentes, o Brasil deve manter sua posição de destaque no setor global de petróleo ao longo da próxima década. De acordo com o Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 (PDE 2034), a produção nacional deve atingir um pico de  5,3 milhões de barris por dia em 2030 , mantendo níveis elevados até 2034, quando a estimativa é de  4,4 milhões de barris por dia . “O petróleo moldou os primeiros grandes ciclos de modernização no Brasil e no mundo, das estradas aos polímeros, da indústria naval à aviação. Hoje, ele continua sendo parte essencial da engrenagem que movimenta a economia e estimula o avanço tecnológico. Seu futuro depende da nossa capacidade de operar com inteligência, responsabilidade e visão de longo prazo” , conclui o especialista da Seagems. Dia do Petróleo destaca crescimento da produção brasileira e reforça protagonismo global Sobre a Seagems Especializada em soluções práticas de engenharia submarina, a Seagems oferece respostas inovadoras às demandas offshore da indústria de energia. A empresa conta uma frota de seis navios PLSVs e tem escritórios nas cidades do Rio de Janeiro, Rio das Ostras e Viena. A Seagems é 100% brasileira, resultado de uma joint venture entre duas multinacionais de renome: Vantris Energy Behard e Paratus Energy Services Ltd.  Atualmente, a Seagems temcontratos de longo prazo assegurados para toda a frota a serviço da Petrobras.

  • Energia Espacial: Novo Combustível à Base de Diboreto de Manganês Pode Revolucionar Lançamentos de Foguetes

    Por EnergyChannel – Seu canal de notícias sobre energia e inovação A corrida espacial acaba de ganhar um combustível que pode mudar as regras do jogo. Pesquisadores da Universidade do Estado de Nova Iorque, em Albany (EUA), anunciaram a criação de um composto altamente energético e seguro, o diboreto de manganês (MnB₂) , que promete aumentar a eficiência e reduzir os custos dos voos espaciais. Energia Espacial: Novo Combustível à Base de Diboreto de Manganês Pode Revolucionar Lançamentos de Foguetes Segundo os cientistas, o MnB₂ é mais de 20% mais energético em peso e cerca de 150% mais energético em volume  do que o alumínio atualmente utilizado em propulsores sólidos de foguetes. Na prática, isso significa menor consumo de combustível para alcançar o mesmo desempenho  ou mais espaço disponível para carga útil , otimizando missões espaciais e reduzindo custos de lançamento. “Um combustível mais eficiente libera espaço interno nos foguetes para equipamentos científicos e, no retorno, pode aumentar a capacidade de trazer amostras para a Terra”, explica o professor Michael Yeung, líder da pesquisa. Tecnologia de Síntese Inovadora O desenvolvimento do diboreto de manganês representou um desafio técnico. Para sintetizar o material, os cientistas recorreram a uma técnica avançada chamada fusão a arco , que aquece o material a impressionantes 3.000 °C . O processo envolve a prensagem de manganês e boro em pó, formando pastilhas que são fundidas e rapidamente resfriadas para garantir a estrutura cristalina desejada. Joseph Doane, responsável pelo desenvolvimento do método, comemorou o avanço: “Conseguir sintetizar o diboreto de manganês puro já é uma conquista notável. Agora, temos a oportunidade de explorar experimentalmente suas propriedades e novas aplicações.” Impacto Além da Indústria Espacial O potencial do MnB₂ vai além dos foguetes. Por sua estrutura rica em boro, o composto pode ser aplicado na produção de conversores catalíticos mais duráveis para veículos  e até como catalisador para reciclagem química de plásticos , ampliando seu papel na indústria química e ambiental. Números que Impressionam Calor gravimétrico de combustão:  39,26 kJ/g (+26% em relação ao alumínio) Calor volumétrico de combustão:  208,08 kJ/cm³ (+148% em relação ao alumínio) Esses índices colocam o MnB₂ no topo da lista de combustíveis sólidos mais potentes já desenvolvidos. Por que importa: Com o mercado de lançamentos espaciais projetando crescimento acelerado para a próxima década, tecnologias que reduzem custos e aumentam eficiência são estratégicas. O diboreto de manganês pode ser a chave para foguetes mais leves, missões mais longas e exploração espacial mais acessível. Energia Espacial: Novo Combustível à Base de Diboreto de Manganês Pode Revolucionar Lançamentos de Foguetes

  • Leilão do Sistema Isolado impulsiona transição energética no Norte com projetos híbridos diesel-solar e baterias

    O Brasil deu mais um passo para garantir segurança energética em regiões remotas. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) realizou nesta sexta-feira (26) o aguardado Leilão do Sistema Isolado , que resultou na contratação de um pacote inovador de usinas híbridas , combinando geração a óleo diesel, energia solar fotovoltaica e sistemas de armazenamento em baterias (BESS). Leilão do Sistema Isolado impulsiona transição energética no Norte com projetos híbridos diesel-solar e baterias O destaque ficou para o Lote I , arrematado pela SPE Energias do Acre , que apresentou um lance de R$ 2.729,70/MWh  — um deságio de 22,01%  em relação ao preço inicial de R$ 3.500/MWh. O projeto prevê investimentos de R$ 72,84 milhões  e assegura ao vencedor uma receita fixa anual de R$ 17,47 milhões . Com a contratação de 20,1 MW de potência instalada , o empreendimento superou em mais de 128% a exigência mínima de 8,79 MW. O início do fornecimento está marcado para 20 de dezembro de 2027 , com contrato válido por 15 anos (180 meses) . As localidades contempladas Tapauá, Novo Remanso, Parintins, Careiro da Várzea e Japuá , no Amazonas terão maior estabilidade no fornecimento de energia, com redução da dependência exclusiva de termelétricas a diesel e menor risco de apagões. Especialistas destacam que o uso de sistemas híbridos e armazenamento em baterias é estratégico para reduzir custos de operação e emissões de carbono. “Esse modelo de contratação fortalece a integração de fontes renováveis e garante energia mais limpa para regiões onde a dependência do diesel ainda é muito alta”, avaliou um analista do setor ouvido pelo EnergyChannel . Leilão do Sistema Isolado impulsiona transição energética no Norte com projetos híbridos diesel-solar e baterias

  • Ventos Extremos Desafiam a Segurança das Usinas Solares: O Que o Setor Precisa Fazer Agora

    Por EnergyChannel – 26 de setembro de 2025 Ventos Extremos Desafiam a Segurança das Usinas Solares: O Que o Setor Precisa Fazer Agora As mudanças climáticas estão alterando o mapa de riscos para a geração solar ao redor do mundo. Com eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes como ventanias, tempestades severas e ciclones o setor solar precisa ir além do simples cálculo de geração e repensar como projetar sistemas fotovoltaicos para resistirem às forças da natureza. O Desafio dos Ventos no Setor Solar Um dos riscos mais críticos para a infraestrutura solar é o vento. Estruturas de painéis mal dimensionadas ou instaladas de forma inadequada podem sofrer deslocamentos, danos estruturais ou até colapsos totais em casos de rajadas intensas. Isso não é apenas um problema de manutenção: representa prejuízos milionários e ameaça a confiabilidade de projetos de geração distribuída e de grandes usinas. Casos registrados em países como Estados Unidos, Índia e Austrália mostram que instalações que não seguem rigorosamente normas técnicas e recomendações de engenharia acabam pagando um preço alto. Além de perdas financeiras, há impacto ambiental, já que equipamentos danificados podem se tornar resíduos de difícil reaproveitamento. Clima Extremo e o Futuro da Energia Solar Pesquisadores alertam que eventos extremos tendem a se intensificar nas próximas décadas. Para o setor solar, isso significa que os projetos precisam ser dimensionados com maior margem de segurança. É fundamental levar em conta: Velocidade máxima de ventos históricos e projetados para a região. Qualidade e resistência dos materiais de fixação. Manutenção preventiva periódica , garantindo que estruturas e parafusos mantenham o torque adequado ao longo dos anos. Recomendações para Instalações Seguras Para garantir que sistemas fotovoltaicos resistam às intempéries, especialistas recomendam: Projetos de engenharia detalhados , com cálculos estruturais adequados ao microclima local. Uso de suportes e fixadores certificados , resistentes à corrosão e ao esforço de tração e cisalhamento. Inspeções periódicas  para identificar desgastes, desalinhamentos ou pontos de vulnerabilidade. Capacitação de instaladores , para que sigam boas práticas de montagem e ancoragem. Por Que Isso Importa para o Futuro da Transição Energética A expansão da energia solar é essencial para a descarbonização global. Mas para que a fonte continue confiável e economicamente viável, é indispensável que os sistemas sejam resilientes. Uma instalação mal feita que não resiste a uma tempestade compromete não apenas o investimento, mas também a confiança de consumidores e investidores no setor. O EnergyChannel seguirá acompanhando esse tema de perto, trazendo casos, boas práticas e recomendações para que a energia solar continue crescendo de forma segura e sustentável, mesmo diante dos desafios climáticos que estão por vir. Ventos Extremos Desafiam a Segurança das Usinas Solares: O Que o Setor Precisa Fazer Agora

EnergyChannel
2026 The EnergyChannel Group.

​

​EnergyChannel — Informação que move o mundo

​

Bem-vindo ao The EnergyChannel, sua fonte de notícias confiáveis e análises que esclarecem os temas que moldam o mundo. Trazemos manchetes de última hora, reportagens aprofundadas e opiniões que realmente importam para você. Nos guiamos por ética e independência.

Nosso compromisso é informar com rigor e respeito ao leitor.

​

Não queremos ser os maiores pelo barulho.
Queremos ser grandes pela confiança.


Categorias:​
​
 
EnergyChannel Global​

 

Central de Relacionamento
​
Telefone e WhatsApp
+55 (11) 95064-9016
 
E-mail
info@energychannel.co
 
Onde estamos
Av. Francisco Matarazzo, 229 - conjunto 12 Primeiro Andar - Bairro - Água Branca | Edifício Condomínio Perdizes Business Center - São Paulo - SP, 05001-000

QuiloWattdoBem
Certificações
Empresa associada ao QuiloWattdoBem

​​​​

EnergyChannel Group - Um canal informativo, factual, plural, sem militância declarada, Um canal de notícias moderno,

multiplataforma, com foco em economia real, tecnologia, energia, ciência e o cotidiano das pessoas.

​

“O EnergyChannel é um grupo de mídia em expansão, com operação consolidada no Brasil,

hub editorial global em inglês e presença de marca em mercados estratégicos.”

​

Av. Francisco Matarazzo, 229 - conjunto 12 Primeiro Andar - Bairro - Água Branca | Edifício Condomínio Perdizes Business Center

São Paulo - SP, 05001-000

​

bottom of page