China anuncia mudança no reembolso de impostos para exportação solar e impacto deve chegar ao Brasil em 2026
- Vinicius Luiz

- há 1 dia
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Por Vinicius Luiz - Country Manager da Rockcore
O governo chinês anunciou oficialmente nesta sexta-feira (09 de janeiro) uma mudança na política de reembolso de impostos (VAT rebate) para a exportação de produtos fotovoltaicos.
A medida, publicada pelo Ministério das Finanças da China em conjunto com a autoridade tributária do país, prevê a redução dos reembolsos ao longo de 2026, com eliminação total para algumas categorias.
Na prática, o anúncio sinaliza o fim gradual de um dos principais mecanismos que sustentaram os preços extremamente baixos dos equipamentos solares chineses nos últimos anos e seus efeitos devem ser sentidos diretamente por mercados importadores, como o Brasil.

O impacto geral: preços e estratégia
Com a redução dos rebates:
Fabricantes chineses passam a operar com margens menores;
Parte desse custo tende a ser repassada aos importadores;
Analistas já apontam pressão de alta nos preços dos módulos solares em 2026.
Além do preço, a mudança acelera uma transformação importante: importar apenas módulos “commodity” deixa de ser uma vantagem competitiva. Classificação fiscal, modelo de produto e valor agregado passam a ter peso decisivo.
PowerPad surge como vantagem competitiva

É justamente nesse ponto que o PowerPad, da Rockcore, se destaca.
Diferente do modelo tradicional de importação de módulos e inversores separados, o PowerPad é comercializado como um conjunto integrado, com o microinversor acoplado ao módulo já na origem. Esse formato permite:
Um enquadramento diferenciado dentro da política de exportação chinesa, mantendo o benefício de reembolso.
Manutenção de um preço altamente competitivo, mesmo com a redução dos rebates.
Enquanto produtos convencionais tendem a sofrer aumento de custo, o PowerPad transforma a mudança regulatória em vantagem estratégica.
Ganho fiscal e eficiência logística
Além do aspecto tributário, o modelo integrado do PowerPad traz benefícios adicionais:
Redução da complexidade logística;
Menos itens importados separadamente;
Menor custo indireto na cadeia de instalação no Brasil.
O resultado é um produto que entrega mais tecnologia por unidade importada, com impacto positivo tanto no custo final quanto na eficiência operacional dos integradores.
Um novo cenário para 2026
O anúncio feito hoje pela China deixa claro que o mercado solar global entra em uma nova fase. A competição deixa de ser baseada apenas em preços artificialmente baixos e passa a valorizar estratégia, integração e eficiência.
Para o mercado brasileiro, a mensagem é objetiva: quem entender agora as novas regras do jogo sairá na frente em 2026. Soluções como o PowerPad mostram que, mesmo em um cenário de ajuste fiscal global, é possível manter competitividade desde que a tecnologia e o modelo de importação estejam alinhados à nova realidade.
China anuncia mudança no reembolso de impostos para exportação solar e impacto deve chegar ao Brasil em 2026










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