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- Hong Kong redefine o mercado global ao emitir US$ 1,2 bilhão em títulos verdes digitais com moeda tokenizada
Em um movimento histórico que pode redesenhar o futuro das finanças sustentáveis, Hong Kong concluiu a maior emissão de títulos verdes digitais já registrada, no valor equivalente a US$ 1,28 bilhão. Hong Kong redefine o mercado global ao emitir US$ 1,2 bilhão em títulos verdes digitais com moeda tokenizada O governo da Região Administrativa Especial (RAE) consolidou sua posição como um dos principais polos globais de inovação financeira ao integrar, pela primeira vez, moedas digitais de bancos centrais o e-HKD e o e-CNY diretamente na liquidação primária da operação. A iniciativa marca um novo capítulo para o mercado de capitais, ao unir sustentabilidade, digitalização e interoperabilidade financeira em um mesmo pacote. Finanças verdes e tecnologia blockchain convergem em operação pioneira A emissão, distribuída em quatro moedas dólar de Hong Kong, yuan, dólar americano e euro, teve forte adesão do mercado institucional, com demanda mais de dez vezes superior à oferta inicial. O sucesso reforça a atratividade dos títulos verdes e demonstra o crescente apetite de investidores por instrumentos de dívida digitalizados, agora amparados por garantias soberanas e tecnologia blockchain. “Hong Kong está combinando liderança em finanças sustentáveis com um papel de vanguarda na transformação digital dos mercados de capitais”, afirmou uma fonte próxima à equipe responsável pela emissão. “O uso de moeda tokenizada do banco central é um divisor de águas.” Prazos mais longos e adoção institucional Os títulos foram emitidos com diferentes prazos de vencimento: dois, três, quatro e cinco anos — este último, o mais longo já alcançado por uma emissão digital soberana. Tradicionalmente, operações desse tipo enfrentam resistência de investidores de longo prazo devido à complexidade técnica e à ausência de padrões consolidados. Desta vez, porém, fundos de pensão, seguradoras e gestoras globais participaram de forma expressiva. A flexibilidade para escolher entre liquidação tradicional ou digital reduziu barreiras de entrada, estimulando a participação de novos player's. Moeda digital do banco central estreia na liquidação primária O destaque técnico do processo foi a integração das versões tokenizadas das moedas de Hong Kong e da China continental e-HKD e e-CNY. Essa inovação permitiu liquidação instantânea e com menor risco de contraparte, além de reduzir custos operacionais e prazos de compensação. Especialistas apontam que o modelo poderá servir de referência para bancos centrais que buscam interoperabilidade entre ativos digitais e moedas soberanas digitais (CBDCs). “É um teste real do futuro das finanças internacionais onde títulos, moedas e infraestrutura de liquidação coexistem em ambiente totalmente digital”, avaliou um analista do setor. Novos padrões para ativos digitais e governança de dados A operação também consolidou avanços em padronização. Cada título recebeu um Identificador de Token Digital (DTI) compatível com o padrão ISO 24165, vinculado aos tradicionais ISINs e aos Identificadores de Entidade Legal (LEIs) do emissor. Essa integração eleva a rastreabilidade e a segurança das transações, além de automatizar verificações de conformidade. A aplicação da Taxonomia de Dados da Associação Internacional do Mercado de Capitais (ICMA) possibilitou uma troca de informações mais eficiente entre as plataformas digitais e os sistemas tradicionais de custódia e negociação, simplificando processos e reduzindo reconciliações manuais. Hong Kong amplia liderança global em finanças digitais sustentáveis Com essa emissão recorde, Hong Kong reforça sua posição como epicentro de inovação financeira na Ásia, ao mesmo tempo em que promove a descarbonização e a digitalização dos mercados. A combinação de finanças verdes com blockchain e moedas digitais soberanas sinaliza um futuro em que eficiência, rastreabilidade e sustentabilidade caminham lado a lado. “Essa operação estabelece as bases para a automação completa do ciclo de vida de um título da emissão ao resgate, abrindo caminho para uma nova geração de finanças digitais sustentáveis”, concluiu o comunicado oficial do governo. Hong Kong redefine o mercado global ao emitir US$ 1,2 bilhão em títulos verdes digitais com moeda tokenizada
- Harbinger atrai US$ 160 milhões e fecha parceria com FedEx para eletrificar frotas de médio porte nos EUA
Startup californiana acelera expansão com nova rodada de investimentos e pedido inicial de 53 caminhões elétricos, reforçando a meta da FedEx de operar com emissão zero até 2040. Harbinger atrai US$ 160 milhões e fecha parceria com FedEx para eletrificar frotas de médio porte nos EUA A transição para o transporte comercial elétrico acaba de ganhar mais força nos Estados Unidos. A fabricante de caminhões elétricos Harbinger , com sede na Califórnia, anunciou o fechamento de uma rodada Série C de US$ 160 milhões , acompanhada de um contrato inicial com a FedEx para fornecimento de veículos de médio porte. O acordo, que também teve a FedEx como uma das co-líderes do investimento , representa um passo importante na estratégia da empresa de logística de eletrificar 100% de sua frota de coleta e entrega até 2040 . O pedido inicial inclui 53 veículos elétricos das classes 5 e 6 , com entregas previstas para 2025 . Uma nova geração de chassis elétricos Fundada em 2021, a Harbinger desenvolve plataformas elétricas modulares que servem de base para diferentes tipos de veículos comerciais, como vans, caminhões baú e RVs (veículos recreativos). O diferencial da empresa está no chassi proprietário , que concentra todos os principais sistemas do veículo motor, bateria, freios e controle eletrônico produzidos internamente nos Estados Unidos. De acordo com o CEO e cofundador John Harris , a proposta é oferecer desempenho e autonomia equivalentes aos modelos a diesel , mas com custos de aquisição e operação mais competitivos : “Estamos construindo uma nova geração de veículos elétricos de médio porte com foco em eficiência de frota e custo total de propriedade. O apoio de investidores estratégicos e o pedido da FedEx mostram que o mercado está pronto para essa mudança”, afirmou Harris. Expansão acelerada e confiança do mercado A nova rodada eleva para US$ 358 milhões o total captado pela Harbinger desde sua fundação. Além da FedEx, participaram da rodada a THOR Industries , líder global em veículos recreativos, e o Technology Impact Fund do Capricorn Investment Group , ambos investidores recorrentes da startup. Para o investidor Dipender Saluja , sócio-gerente do fundo da Capricorn, a entrada da FedEx é um sinal claro da maturidade do segmento de caminhões elétricos de médio porte : “Durante anos, esse setor operou apenas com pequenos projetos piloto. Agora, vemos uma transição real para adoção em larga escala e a Harbinger está na linha de frente dessa transformação”, destacou. Compromisso com sustentabilidade e desempenho A FedEx vem implementando um plano global de descarbonização com foco em eletrificação e eficiência logística. Segundo Paul Melander , vice-presidente sênior de segurança e transporte da companhia, o investimento na Harbinger reflete uma busca por soluções que conciliem sustentabilidade e produtividade : “Precisamos de veículos que resistam aos nossos testes de durabilidade, ofereçam segurança avançada e tenham um custo total competitivo. A parceria com a Harbinger atende exatamente a esses critérios”, disse Melander. Análise EnergyChannel: Com a entrada da FedEx no quadro de investidores e a crescente pressão por frotas de baixo carbono, a Harbinger se posiciona como um dos nomes mais promissores do mercado americano de veículos comerciais elétricos . A estratégia de manter produção local e integração vertical pode garantir à empresa uma vantagem de custo e escala num setor em rápida transformação onde eficiência operacional e sustentabilidade caminham lado a lado. Harbinger atrai US$ 160 milhões e fecha parceria com FedEx para eletrificar frotas de médio porte nos EUA
- Fotus antecipa Black Friday e anuncia condições especiais
Campanha oferece descontos, condições diferenciadas e queima de estoque em produtos do portfólio da distribuidora por tempo limitado Fotus antecipa Black Friday e anuncia condições especiais A Fotus Distribuidora Solar deu início à sua Black Friday antecipada, campanha que marca o período de maiores descontos do ano. A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso de integradores a equipamentos de alta qualidade com preços mais competitivos, além de contribuir para o aquecimento das vendas no último trimestre de 2025, que é o período de maior incidência solar, por conta da chegada do verão. De acordo com a empresa, a ação envolve todo o portfólio de produtos da distribuidora, incluindo marcas reconhecidas no mercado como Clamper, GoodWe, Solplanet e TSUNess. Entre os destaques estão as string box Clamper, oferecidas a partir de R$ 299,90, voltadas à proteção de sistemas fotovoltaicos. A campanha também contempla inversores, microinversores, módulos e kits completos para diferentes perfis de projeto. Um dos diferenciais da iniciativa é o desconto adicional para pagamentos via PIX. A condição é cumulativa com outras ofertas e estará disponível até o encerramento da campanha, no dia 24 de novembro de 2025. A Black Friday antecipada inclui ainda uma queima de estoque com quantidades limitadas de produtos, oferecendo aos integradores a oportunidade de adquirir equipamentos a preços reduzidos antes da virada do ano. Segundo a Fotus, o objetivo é apoiar empresas a fecharem a venda de projetos com preços exclusivos. Com centros de distribuição em diferentes regiões do país e entrega em todos os estados brasileiros, a Fotus tem investido em uma estratégia de proximidade com os integradores, oferecendo atendimento consultivo de vendas e suporte técnico personalizado. A empresa reforça que os consultores estão disponíveis para orientar sobre o aproveitamento das condições vigentes e auxiliar na escolha dos produtos mais adequados para cada projeto. Nos últimos anos, o setor de energia solar tem registrado crescimento constante, impulsionado pela popularização dos sistemas fotovoltaicos e pela busca por soluções mais sustentáveis. Ações como a da Fotus reforçam o papel das distribuidoras na ampliação do acesso a tecnologias limpas e na redução de barreiras financeiras para novos integradores. Mais informações sobre as condições e produtos participantes estão disponíveis na página oficial da campanha: energia.fotus.com.br/blackfriday . Sobre a Fotus A Fotus é uma distribuidora nacional de produtos fotovoltaicos que acredita no protagonismo do integrador, oferecendo uma jornada completa da capacitação técnica ao suporte no pós-venda para garantir proximidade, parceria e presença em todo o Brasil. Nosso compromisso é estar ao seu lado, em cada passo, para que cada projeto alcance o máximo potencial. Com mais de 40 anos de experiência em importação e distribuição, atendemos integradores em 100% dos estados brasileiros, com 80 mil m² de estrutura, consultores dedicados a um atendimento personalizado, ágil e eficiente. Reconhecida como uma das melhores distribuidoras de energia solar do país, a Fotus une condições comerciais competitivas, produtos de alta qualidade e suporte técnico especializado para assegurar máxima performance e confiabilidade. Fotus antecipa Black Friday e anuncia condições especiais
- Profissionalização do O&M solar e a nova fronteira da segurança e eficiência nas usinas
Por EnergyChannel O setor solar brasileiro passa por uma transformação silenciosa mas decisiva rumo à maturidade operacional. À medida que o país ultrapassa a marca de dezenas de gigawatts instalados, cresce também a necessidade de profissionalizar a operação e manutenção (O&M) das usinas e garantir segurança física e técnica dos ativos. Profissionalização do O&M solar e a nova fronteira da segurança e eficiência nas usinas Quem acompanha essa evolução de perto é Paulo Cagnini , fundador da ILIOS , da Solar Safety e da SS Charger , três empresas que atuam em diferentes frentes do ecossistema energético do comissionamento e O&M à segurança e infraestrutura para veículos elétricos. “A gente percebe uma mudança clara: o O&M está se tornando cada vez mais técnico, estruturado e exigente. Isso é bom para todo o mercado, especialmente para os proprietários das usinas”, comenta Cagnini em entrevista ao EnergyChannel durante a feira 360 Solar. De projetos à excelência em O&M Com mais de 500 MW em projetos executivos e comissionados em quase todos os estados brasileiros, a ILIOS nasceu com foco em engenharia e projetos fotovoltaicos, mas tem direcionado sua atuação para o O&M etapa crítica para o desempenho e a longevidade das usinas. “A maior parte do mercado começou com projetos e execução, mas hoje o diferencial está em garantir que as usinas continuem entregando energia com performance e segurança”, explica o executivo. O portfólio da empresa inclui projetos de destaque no Rio Grande do Norte , Bahia , Sudeste e até Manaus , sempre em usinas acima de 1 MW. Segurança e monitoramento: a nova camada de valor Além da ILIOS, Cagnini comanda a Solar Safety , empresa dedicada à proteção de ativos solares . O foco está em sistemas de CFTV inteligentes e monitoramento 24h das usinas — uma demanda que cresce à medida que o número de empreendimentos de geração distribuída se multiplica. “Segurança é um tema que o setor ainda subestima. Mas uma usina desprotegida pode ter perdas financeiras e operacionais severas. Cuidar da integridade física do ativo é parte do O&M moderno”, ressalta. Retrofit e requalificação: o barato que sai caro O empresário alerta para um problema recorrente: usinas mal construídas ou mal documentadas . Segundo ele, muitos investidores priorizaram o preço na fase inicial da energia solar no país, contratando integradores sem experiência em projetos de maior porte. O resultado? Estruturas mal fixadas, aterramentos incorretos, projetos incompletos e relatórios de comissionamento fraudulentos inclusive com fotos de outras usinas, como relatou Cagnini. “Já recusamos assumir o O&M de usinas com falhas estruturais graves. Há casos em que seria preciso refazer toda a base do projeto. O risco para nossos profissionais e para o ativo não compensa”, afirma. Ele cita como exemplo o trabalho com o grupo Multiplan , responsável por shoppings em todo o Brasil, que mantém 12 MW de potência solar instalada . Em algumas usinas, construídas em 2017, a substituição de módulos e inversores tem se mostrado economicamente viável, elevando a eficiência e o retorno do investimento. Documentação e transparência: pilares do desempenho Outro gargalo identificado por Cagnini é a falta de documentação técnica adequada . Projetos executivos que não refletem a realidade da instalação, relatórios incompletos e ausência de S-BIL (as-built) comprometem o controle e a segurança das operações. “Não adianta ter uma usina de pé se ela não foi construída do jeito certo. Projeto, documentação e comissionamento precisam conversar entre si. É o que garante segurança e performance desde o primeiro dia de operação”, conclui. Novas frentes: carregadores elétricos e integração energética A terceira empresa do grupo, a SS Charger , amplia a atuação para o setor de mobilidade elétrica , com estações de recarga já instaladas em São Paulo e no Rio de Janeiro . A iniciativa reforça a convergência entre geração solar e transporte sustentável uma tendência global que começa a ganhar força no Brasil. Um mercado mais maduro e conectado Com a entrada de empresas qualificadas e o fortalecimento de eventos que reúnem os principais players do setor, como a 360 Solar , o mercado caminha para uma nova fase de profissionalização, integração e responsabilidade técnica . “A concorrência está crescendo, mas de forma saudável. A troca de conhecimento eleva o padrão do mercado. No fim, quem ganha é o investidor e o setor como um todo”, resume Cagnini. Profissionalização do O&M solar e a nova fronteira da segurança e eficiência nas usinas
- PLV 10: Nova medida acende alerta no setor elétrico e pode elevar custos para consumidores e investidores
Especialista explica por que o Projeto de Lei de Conversão nº 10, apresentado como uma “reforma do setor elétrico”, é visto por parte do mercado como uma medida arrecadatória que ameaça o avanço das energias renováveis no Brasil. PLV 10: Nova medida acende alerta no setor elétrico e pode elevar custos para consumidores e investidores O debate sobre o PLV nº 10/2025 , apresentado pelo governo federal como uma reforma do setor elétrico, tem provocado preocupação entre especialistas e investidores do setor de energia. Para Artur Oliveira , colunista do EnergyChannel e analista do mercado livre de energia, o projeto “muda o rótulo, mas mantém a velha receita”: mais encargos e menos liberdade para o consumidor e para os geradores. Em entrevista exclusiva ao EnergyChannel , Oliveira classificou a proposta como uma “reforma arrecadatória”, que transfere novos custos para o mercado e limita a autonomia dos agentes. Segundo ele, o texto traz medidas que impactam diretamente tanto o consumidor livre aquele que pode escolher seu fornecedor de energia quanto o consumidor cativo , que permanece vinculado à distribuidora local. “Foi criado um novo conjunto de encargos dentro do sistema, especialmente o chamado ERCAP elástico , que embute custos com resposta de demanda e usinas reversíveis. São instrumentos válidos, mas quem vai pagar essa conta, mais uma vez, é o consumidor”, explicou Oliveira. Curtailment e novos encargos: custo bilionário à vista Outro ponto sensível apontado pelo especialista é o tratamento do curtailment os cortes de geração de energia renovável por limitações do sistema. Pelo PLV 10, esses cortes serão compensados às usinas por meio dos Encargos de Serviços do Sistema (ESS) , com correção pelo IPCA. Na prática, isso significa que consumidores livres e cativos pagarão indenizações retroativas referentes a 2023 e 2024 , o que pode gerar aumento expressivo nas tarifas. “Essa decisão cria um ônus coletivo para cobrir perdas que poderiam ser tratadas de forma muito mais inteligente. O deputado Arnaldo Jardim chegou a propor uma alternativa: prolongar as outorgas das usinas afetadas por um curto período, sem mexer no bolso de ninguém. Mas a sugestão foi ignorada”, criticou Oliveira. Baterias e renováveis perdem atratividade Além dos encargos, o PLV 10 também é visto como um retrocesso para investimentos em armazenamento e geração renovável . O texto cria obstáculos para quem deseja investir em baterias e projetos de autoprodução , obrigando a submissão a processos de licitação e ampliando o controle estatal sobre o uso de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). “Estamos vendo uma espécie de estatização disfarçada. O governo passa a controlar mais etapas do setor e desestimula quem quer investir em soluções descentralizadas”, avaliou o colunista. Autoprodução por locação: alternativa para escapar dos novos custos Como caminho para se proteger das mudanças, Oliveira recomenda a autoprodução por locação de ativos , modalidade que permite a empresas gerar sua própria energia a partir de usinas alugadas. Segundo ele, esse modelo tem sido adotado por grandes redes de varejo e indústrias, principalmente por causa dos benefícios fiscais, como a isenção de ICMS . A economia pode chegar a 60% na conta de energia ao longo dos primeiros anos. “O preço do megawatt-hora no Brasil não é o vilão. O problema são os encargos e impostos, que pesam mais do que a própria energia. Por isso, a autoprodução é hoje a maneira mais eficiente de garantir previsibilidade e competitividade”, destacou. Falta de informação ameaça abertura do mercado O PLV 10 também estabelece prazos curtos para a migração de consumidores de baixa tensão ao mercado livre de energia 24 meses para unidades menores e 36 meses para médias empresas. Para Oliveira, o cronograma é inviável sem uma política de comunicação e educação energética. “A maior parte dos consumidores não sabe o que realmente paga na conta de energia. Faltam informações claras sobre encargos, tarifas e oportunidades do mercado livre. Sem educação, a abertura pode virar uma armadilha”, alertou. O futuro incerto da transição energética Para o colunista do EnergyChannel , o Brasil corre o risco de frear o avanço da transição energética em nome de uma arrecadação de curto prazo. “O país tem clima, território e capacidade técnica para liderar a geração limpa. Mas enquanto o foco for arrecadar e centralizar o controle, estaremos andando para trás”, concluiu. O EnergyChannel continuará acompanhando as discussões sobre o PLV 10 e seus desdobramentos no setor elétrico. Deixe seu comentário e participe do debate a energia do futuro depende de um mercado mais transparente e informado. PLV 10: Nova medida acende alerta no setor elétrico e pode elevar custos para consumidores e investidores
- ANEEL conclui 2025 com 100% das renovações de concessões de distribuição aprovadas e enviadas ao MME
Agência finaliza o ano com 11 processos de renovação recomendados ao Ministério de Minas e Energia; duas distribuidoras já assinaram os novos contratos ANEEL conclui 2025 com 100% das renovações de concessões de distribuição aprovadas e enviadas ao MME A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) encerrou o ciclo de 2025 com um marco relevante para o setor elétrico brasileiro: todas as concessões de distribuição analisadas ao longo do ano receberam parecer favorável para renovação. No total, 11 distribuidoras tiveram seus contratos revisados e encaminhados ao Ministério de Minas e Energia (MME) , responsável pela homologação e assinatura dos novos termos. De acordo com informações oficiais, duas empresas já formalizaram a assinatura dos contratos de prorrogação , assegurando continuidade na prestação dos serviços por mais 30 anos. As demais seguem em processo de finalização junto ao MME, com expectativa de assinatura ainda no primeiro trimestre de 2026. A aprovação integral reflete a consolidação do modelo regulatório e o amadurecimento das práticas de governança e desempenho das concessionárias. Nos pareceres técnicos, a ANEEL avaliou indicadores de qualidade, eficiência operacional e sustentabilidade financeira das distribuidoras, pontos considerados essenciais para a manutenção das concessões. Segundo fontes ligadas ao setor, a renovação traz maior previsibilidade para investimentos e planejamento de longo prazo , além de garantir estabilidade tarifária e continuidade no fornecimento de energia. “Esse movimento reforça a segurança jurídica do setor elétrico e incentiva novos aportes em inovação, digitalização e redes inteligentes”, comenta um especialista ouvido pelo EnergyChannel . Com o ciclo de renovações de 2025 concluído, a ANEEL deve concentrar esforços no aprimoramento das metas de qualidade e na revisão de parâmetros de eficiência para o próximo ciclo tarifário, alinhando o setor à transição energética e às novas demandas do consumo elétrico no país. ANEEL conclui 2025 com 100% das renovações de concessões de distribuição aprovadas e enviadas ao MME
- COP30: painel do JAQ Hidrogênio debate estratégias de transição energética para o setor naval
Realizado no auditório do JAQ H1, primeiro barco-escola a hidrogênio, e mediado por Cila Schulman, o painel reuniu Alexandre Leite (Itaipu Parquetec), Monica Saraiva Panik (SAE Brasil) e João P. Santana (Porto de Paranaguá) para falar sobre corredores verdes entre portos, estratégia multicombustível de baixo carbono, escala para baratear o H₂ e logística multimodal. A rota Roterdã-Gênova foi citada como referência e o JAQ Hidrogênio como prova de viabilidade para a transição energética no setor. Créditos: GWM/Alan Johnes Belém/PA - No painel “Combustíveis alternativos na indústria naval”, realizado nesta quarta-feira (12) no auditório do JAQ H1, primeiro barco-escola do mundo movido a hidrogênio verde, atracado na Estação das Docas, em Belém, durante a COP30, a pauta central foi como acelerar a descarbonização da navegação com corredores verdes, escala para reduzir custos do H₂ e logística multimodal que integre produção, armazenagem e abastecimento a bordo. Mediado por Cila Schulman, CEO do JAQ Hidrogênio, o debate reuniu Alexandre Leite, diretor de Tecnologia do Itaipu Parquetec, Monica Saraiva Panik, mentora de Mobilidade a Hidrogênio da SAE Brasil, e João P. Santana, diretor de Meio Ambiente do Porto de Paranaguá. Alexandre Leite abordou sobre a coerência climática, quando comentou que “não faz sentido falar em exportar hidrogênio verde usando navios movidos a combustíveis fósseis”. Ele ressaltou que o mercado náutico tem potencial para puxar essa virada, do lazer ao transporte marítimo, desde que haja investimento continuado, lembrando que o Itaipu Parquetec produz H₂V há mais de 12 anos e que a binacional “absorve 36 vezes mais carbono do que emite”. Na sequência, Monica Saraiva Panik defendeu a criação de corredores verdes marítimos, com portos preparados para abastecer combustíveis de baixa emissão de carbono (H₂ e derivados, e-fuels, biocombustíveis avançados). O gargalo, disse, é a escala. “O custo segue alto porque a produção e a frota ainda são insuficientes”. Para romper o ciclo, listou projetos-âncora e lembrou que o transporte de hidrogênio é multimodal dutos, ferrovia, rodovia e navios — e as embarcações que transportam energia limpa precisam também usá-la. Como referência internacional, citou o Porto de Roterdã e a rota para Gênova. Pelo lado da operação, João P. Santana, diretor de Meio Ambiente do Porto de Paranaguá, defendeu que a transição energética marítima precisa ter uma estratégia multicombustível, combinando diversos combustíveis não fósseis de baixo carbono, e citou o JAQ como prova de viabilidade. “Se é possível fazer num barco deste porte, é possível escalar para navios”, afirmou. Para ele, o movimento inaugurado pelo projeto tem caráter pioneiro. “O Ernani está desbravando um território que ninguém conhece; depois a grande massa vai atrás, isso é futuro”. Para finalizar, o anfitrião Ernani Paciornik, idealizador do JAQ Hidrogênio, destacou o caráter prático e inaugural da iniciativa. “É o início e não tem outra história. Chega de teoria. É hora de praticar. Vamos instalar uma usina menor no JAQ 2, operar e mostrar o caminho. Se conseguimos aqui, com apoio da GWM e de parceiros como o Itaipu Parquetec, por que grandes armadores não conseguiriam? O JAQ prova que a transição na navegação é viável e escalável. Vamos acelerar a descarbonização com tecnologia feita no Brasil”.O JAQ H1 é uma embarcação-escola, com 36 metros de comprimento. Na fase inicial, apresentada na COP30, toda a hotelaria (iluminação, climatização, cozinha e auditório) está preparada para operar com H₂V. Na próxima fase, será instalado um motor bicombustível que, com 20% de hidrogênio, vai reduzir em até 80% as emissões de carbono. A terceira fase está prevista para 2027: o JAQ H2, uma embarcação de 50 metros de comprimento que dessalinizará a água do mar para gerar o próprio hidrogênio a bordo, rumo à autossuficiência.Confira a programação de amanhã. Interessados podem se inscrever neste link https://sigevent.pro/boatshow/visitantes/?id_edicao=5800&linguagem=portugues Quinta-feira , 13 de novembro — Hydrogen Day Experience @ COP30 8h–9h | Evento KPMG 14h–15h | Painel 1 — CiênciaAbertura: Ministro Alexandre Silveira — Minas e Energia (TBC)Professor Julio — Diretor-Geral, RCGI-USPGabriel Figueiredo — Gerente de Internacionalização, IPT 14h30–15h30 | Painel 2 — IndústriaDaniel Lopes — Hytron NeaTatsumi Igarashi — Head de Hidrogênio, NEO Energia 15h–16h | Painel 3 — Ação ClimáticaMarisa Bastos — Subsecretária de Energia do Estado de São PauloCarina Dolabella — Assessora de Mudanças Climáticas do Estado de São Paulo Sobre o Grupo Náutica Com mais de 40 anos de mercado, o Grupo Náutica traz soluções em inovação, sustentabilidade, infraestrutura, eventos e comunicação na área náutica. É formado pela Revista Náutica ( www.nautica.com.br ), pioneira e líder no setor; o Boat Show, mais importante salão náutico da América Latina com as edições de São Paulo, Itajaí, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Foz do Iguaçu; a Metalu, maior fabricante de píeres e passarelas em alumínio do mundo; a SF Marina, especialista global em docas flutuantes de concreto e quebra-mares para marinas, portos e orlas marítimas; e o JAQ Hidrogênio, com projetos inovadores focados em pesquisas e sustentabilidade. O grupo também se preocupa com as questões sociais e é detentora das ações “Só Jogue na Água o que Peixe pode Comer”, assinada pelo cartunista Ziraldo, e “Por Uma Cidade Navegável”, que busca a navegação em lugares inimagináveis, assim como desenvolve os principais Guias de Turismo Náutico do país. https://gruponautica.com.br/ COP30: painel do JAQ Hidrogênio debate estratégias de transição energética para o setor naval
- ANEEL propõe novo leilão de transmissão com R$ 5,8 bilhões em investimentos e 7 mil km de linhas
Documento foi encaminhado ao Tribunal de Contas da União e marca a abertura de mais uma rodada estratégica para expansão da rede elétrica brasileira. ANEEL propõe novo leilão de transmissão com R$ 5,8 bilhões em investimentos e 7 mil km de linhas A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) encaminhou ao Tribunal de Contas da União (TCU) o edital preliminar do próximo leilão de concessões de linhas de transmissão, estimado em R$ 5,8 bilhões em investimentos. O certame, que deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2025, será um dos maiores do setor nos últimos anos, reforçando a infraestrutura elétrica e a integração entre regiões de geração e consumo no país. De acordo com informações obtidas pelo EnergyChannel , o leilão prevê cerca de 7 mil quilômetros de novas linhas de transmissão e 11 subestações distribuídas em diferentes estados brasileiros. O objetivo é aumentar a capacidade do sistema nacional e permitir o escoamento de energia proveniente de novas fontes renováveis, principalmente solar e eólica. O documento encaminhado ao TCU contém as minutas do edital e dos contratos de concessão, que agora passam por análise técnica e jurídica. Após a aprovação, a ANEEL deverá publicar o edital definitivo e abrir o período para habilitação das empresas interessadas. A expectativa é de forte concorrência, com participação de investidores nacionais e estrangeiros. Segundo especialistas do setor, o novo pacote de obras tem papel fundamental na modernização do sistema elétrico e na segurança energética do país. “Os leilões de transmissão vêm sendo essenciais para garantir o equilíbrio entre a expansão das renováveis e a capacidade da rede”, avalia um analista ouvido pelo EnergyChannel . Nos últimos anos, a ANEEL e o Ministério de Minas e Energia (MME) têm priorizado a realização de leilões em blocos regionais, o que permite maior eficiência na execução das obras e maior previsibilidade regulatória. O modelo adotado tem atraído novos grupos internacionais interessados no mercado brasileiro, considerado um dos mais dinâmicos do mundo no segmento de infraestrutura elétrica. Além do impacto econômico direto, os investimentos previstos devem gerar milhares de empregos durante a fase de construção e operação, movimentando a cadeia produtiva de cabos, torres e equipamentos elétricos. Com esse novo leilão, o governo busca avançar na transição energética e na confiabilidade da rede , ampliando o acesso à energia limpa e integrando sistemas regionais ainda isolados. ANEEL propõe novo leilão de transmissão com R$ 5,8 bilhões em investimentos e 7 mil km de linhas
- Mais de 45 mil toneladas de baterias foram movimentadas por empresas irregulares em 2024
Setor defende fiscalização integrada e maior adesão à logística reversa para conter ilegalidades. Mais de 45 mil toneladas de baterias foram movimentadas por empresas irregulares em 2024 Mesmo com avanços na logística reversa, a presença de empresas irregulares na cadeia de baterias chumbo-ácido segue alarmante. O aviso é da Associação Brasileira de Baterias Automotivas e Industriais (ABRABAT), que reúne os principais fabricantes de baterias do Brasil, e aponta graves riscos ao meio ambiente, à saúde pública e ao consumidor. Levantamento do Instituto Brasileiro de Energia Reciclável (IBER) mostra que, em 2024, mais de 45 mil toneladas de baterias foram movimentadas por companhias sem autorização legal. Desse total, 83% estavam concentradas no Paraná e em São Paulo, onde foram identificados CNPJs de 79 fabricantes atuando na ilegalidade. “O alto volume de movimentação irregular evidencia a urgência de fortalecer fiscalização, controle e responsabilização em toda a cadeia produtiva, garantindo o cumprimento das normas federais, estaduais e setoriais”, afirma Alex Pacheco, presidente da ABRABAT. Logística reversa e participação dos estados O IBER, entidade gestora independente e sem fins econômicos responsável pela implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no setor, já firmou Termos de Compromisso (TCs) com 12 estados, cobrindo 44% do território nacional. Porém, a efetividade ainda é limitada, sobretudo nos dois estados que lideram os casos de informalidade. As denúncias recebidas pelos canais do Instituto resultaram na interdição de quatro empresas e na abertura de investigações contra outras 18. Em paralelo, o sistema do IBER mapeou mais de 121 mil pontos de coleta em 2024, mas apenas 486 estão formalmente integrados à logística reversa número que representa apenas 0,4% do total. De acordo com a Lei nº 12.305/2010 e o Decreto nº 11.413/2023, toda a cadeia produtiva é responsável pela destinação correta das baterias inservíveis. As informações sobre produção, comercialização, coleta e reciclagem devem ser reportadas ao Ministério do Meio Ambiente, assegurando transparência e prevenção de riscos ambientais. \Resultados e desafios Somente em 2024, os fabricantes associados ao IBER foram responsáveis por 88% da coleta de baterias no mercado nacional, movimentando de forma regular 190 mil toneladas. O desempenho superou as metas estabelecidas no acordo setorial, com 103% do recolhimento previsto e 101% da destinação adequada. “O IBER é hoje a única entidade gestora com expertise consolidada e uma plataforma inteligente para toda a cadeia de reciclagem de baterias chumbo-ácido, promovendo a evolução da logística reversa com foco em proteção ambiental e conformidade legal”, destaca Amanda Queiroz, presidente da entidade. Ela lembra, no entanto, que os comerciantes varejistas associados representam apenas 0,07% do mercado, o que revela baixo nível de conhecimento sobre logística reversa e a necessidade de ampliar a conscientização nesse segmento. Para Alex Pacheco, da ABRABAT (entidade que representa os principais fabricantes do Brasil),, os números demonstram a solidez do sistema coordenado pelo IBER e o comprometimento de seus membros. “O instituto tem papel central na consolidação da economia circular do setor, assegurando que as baterias descartadas retornem à cadeia produtiva com eficiência, segurança e rastreabilidade”, afirma. Canais para denúncias No IBER, é possível denunciar casos de movimentação e destinação irregular de baterias chumbo-ácido; transporte de resíduos perigosos sem licença; armazenamento inadequado de baterias de chumbo-ácido inservíveis; atuação de empresas sem licenciamento ambiental; falta de comprovação legal dos sistemas de logística reversa e outros atos que coloquem em risco o meio ambiente ou a integridade do sistema. Ainda é possível fazer denúncias por meio da Associação Brasileira pela Qualidade de Baterias (Qualibat), entidade técnica e independente responsável por fiscalizar e certificar a qualidade das baterias comercializadas no Brasil. A Qualibat orienta os consumidores a comparar valores em diferentes estabelecimentos e desconfiar de ofertas muito abaixo dos preços normalmente encontrados. As denúncias podem ser encaminhadas para os canais oficiais: Canal do IBER ( www.iberbrasil.org.br/canal-de-denuncias ) ou na Associação Brasileira pela Qualidade de Baterias (Qualibat) pelo e-mail denuncias@qualibat.org.br . Mais de 45 mil toneladas de baterias foram movimentadas por empresas irregulares em 2024
- Schneider Electric e Steck são reconhecidas no Prêmio Anamaco 2025
Empresas se destacam entre as líderes do setor elétrico, reforçando compromisso com qualidade, inovação e relacionamento com o varejo da construção Schneider Electric e Steck são reconhecidas no Prêmio Anamaco 2025 A Schneider Electric, líder global em transformação digital na gestão de energia e automação, e a Steck, referência no setor elétrico há cinco décadas, foram reconhecidas no Prêmio Anamaco 2025, considerado uma das principais premiações da indústria de materiais de construção no Brasil, concedida pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). A pesquisa nacional, conduzida pelo Instituto de Pesquisas Anamaco, ouviu milhares de lojistas de todo o país e premiou as empresas que se destacam pela qualidade, inovação e excelência no atendimento. A Schneider Electric recebeu menções honrosas nas categorias Pulverização, com disjuntores residenciais, e Grandes Clientes, com interruptores, plugues e tomadas. Já a Steck conquistou o segundo lugar na categoria Grandes Clientes, com disjuntores residenciais e o terceiro lugar na categoria Pulverização, com disjuntores residenciais, além de uma menção honrosa na mesma categoria e produto. “Esses reconhecimentos no Prêmio Anamaco reforçam o compromisso da Steck de oferecer soluções seguras e eficientes para o mercado elétrico”, afirma Rogério Martello, CEO da Steck para América Latina. “É um orgulho sermos reconhecidos por nossos parceiros e seguimos focados em inovação, qualidade e fortalecimento do relacionamento com os lojistas”. Desde 1991, a Pesquisa Anamaco é referência no setor da construção civil, fornecendo dados atualizados sobre marcas, categorias, participação de mercado, comportamento dos lojistas e tendências de consumo. Os resultados são ferramentas estratégicas para os fabricantes na definição de ações de marketing, vendas, logística e inteligência competitiva. Sobre a Steck Com 50 anos de história, a Steck é líder no fornecimento de soluções elétricas e tecnológicas e possui mais de 50 linhas de produtos. Investindo em inovação, tem diversificado seu portfólio apostando em conectividade, tecnologia e sustentabilidade, sempre oferecendo produtos de qualidade, acessíveis e sem complicação para os diversos usuários. A empresa está presente em 18 países da América Latina, com uma fábrica e um centro de distribuição em São Paulo, uma fábrica em Manaus, uma unidade na Argentina e uma na Colômbia. Saiba mais em nosso site . Sobre a Schneider Electric A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo eficiência e sustentabilidade ao eletrificar, automatizar e digitalizar indústrias, empresas e residências. Suas tecnologias permitem que edifícios, data centers, fábricas, infraestruturas e redes funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, aumentando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas com inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil funcionários e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo . Schneider Electric e Steck são reconhecidas no Prêmio Anamaco 2025
- Gestão de ativos solares ganha novo patamar com integração entre capacitação e tecnologia no 6º Asset Management em Florianópolis
Evento antecede o 360 Solar e reforça a importância da eficiência operacional, da qualificação técnica e da conexão entre prestadores de serviço e donos de usinas no setor fotovoltaico. Gestão de ativos solares ganha novo patamar com integração entre capacitação e tecnologia no 6º Asset Management em Florianópolis Florianópolis recebeu, nesta quarta-feira (11), a sexta edição do Asset Management , evento dedicado à gestão de ativos de usinas fotovoltaicas , que reuniu executivos, operadores e especialistas para discutir os desafios e avanços na operação e manutenção (O&M) de plantas solares. Realizado um dia antes do 360 Solar , o encontro destacou dois eixos fundamentais para o futuro do setor: gestão inteligente de ativos e armazenamento de energia . Segundo Siqueira de Moraes Neto , CEO do Solan Group , o evento simboliza um momento de transição e amadurecimento do mercado solar brasileiro. “Estamos em uma fase de transformação. Agora, como Solan Group, unimos a experiência da PV Operation e a expertise em capacitação para fortalecer a eficiência e o retorno sobre o capital investido nas usinas solares”, destacou Moraes Neto. O executivo ressaltou que o principal objetivo do encontro é mudar a percepção sobre a gestão de ativos , demonstrando que a operação e manutenção não devem ser vistas como custo, mas como investimento especialmente em um cenário em que muitos proprietários de usinas ainda não compreendem plenamente a performance de seus sistemas. “Mais de 30% dos donos de ativos ainda não sabem mensurar a performance de suas usinas. Isso mostra o quanto precisamos evoluir em métricas, monitoramento e capacitação técnica”, completou. Plataforma Assets: conectando o setor Um dos destaques do evento foi a apresentação da plataforma Assets , desenvolvida pelo grupo para conectar donos de ativos a prestadores de serviços especializados em limpeza, manutenção elétrica, controle de vegetação, segurança patrimonial e outras áreas críticas da operação solar. O sistema utiliza georreferenciamento e níveis de SLA (Service Level Agreement) para otimizar a busca por profissionais qualificados, permitindo contratações mais ágeis, eficientes e regionais. “A plataforma permite que o dono de ativo encontre, em segundos, prestadores capacitados dentro de um raio definido, com base no nível de serviço exigido”, explicou Moraes Neto. Além disso, a Assets implementa um sistema de certificação e reputação técnica , valorizando empresas e profissionais que investem em formação. Cursos e imersões promovidos pelo grupo, como o treinamento prático no laboratório fotovoltaico da UFSC , garantem que as equipes de O&M alcancem padrões mais altos de qualidade e segurança. “O prestador que passa por nossas imersões e é certificado já está em outro patamar de conhecimento. A ideia é elevar o nível do setor e criar uma rede de confiança entre quem contrata e quem executa”, reforçou. Eficiência e cooperação regional Para Alceu Guimarães , CEO da Elektsolar Innovations , o encontro evidencia o quanto a eficiência operacional depende da integração entre tecnologia, capacitação e cooperação regional . “Muitos ativos estão próximos uns dos outros, mas os proprietários ainda não aproveitam o potencial de formar clusters e otimizar custos. Com uma rede bem estruturada e prestadores qualificados, é possível reduzir despesas e aumentar a performance das usinas”, afirmou. A noite encerrou com um jantar de confraternização que reuniu cerca de 80 convidados entre clientes e parceiros , consolidando o evento como um espaço estratégico de relacionamento e troca de conhecimento no setor solar. O setor em movimento Com o amadurecimento da geração distribuída e o crescimento das usinas de médio porte no Brasil, a gestão de ativos torna-se peça-chave para a sustentabilidade econômica dos empreendimentos solares . O Asset Management reforça essa pauta, estimulando a profissionalização da cadeia de O&M e abrindo caminho para uma nova fase da energia fotovoltaica no país mais inteligente, conectada e eficiente . Gestão de ativos solares ganha novo patamar com integração entre capacitação e tecnologia no 6º Asset Management em Florianópolis
- BEI lança ferramenta global para acelerar financiamentos verdes e impulsionar investimentos sustentáveis fora da Europa
A plataforma “Green Checker” agora está disponível em escala internacional e promete facilitar o acesso de empresas e bancos a financiamentos com impacto ambiental positivo. BEI lança ferramenta global para acelerar financiamentos verdes e impulsionar investimentos sustentáveis fora da Europa O Banco Europeu de Investimento (BEI) anunciou a expansão global da sua ferramenta Green Checker , uma plataforma digital que promete transformar a forma como bancos e empresas identificam e avaliam projetos sustentáveis. Desenvolvida originalmente para o mercado europeu, a solução agora chega a regiões como o Norte da África, Oriente Médio, Balcãs Ocidentais e América Latina, incluindo o Brasil. A novidade foi apresentada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) , realizada em Belém (PA), reforçando o papel do BEI como um dos principais financiadores da transição energética global. O objetivo é claro: tornar mais ágil e acessível o financiamento verde , permitindo que instituições financeiras e pequenas e médias empresas (PMEs) avaliem seus próprios projetos segundo os critérios da taxonomia verde europeia e dos padrões climáticos do BEI. “O Green Checker é uma ferramenta transformadora. Ajuda as empresas a compreender se os seus projetos atendem aos critérios ambientais e climáticos exigidos, além de facilitar o acesso ao financiamento do BEI por meio de nossos parceiros bancários”, afirmou Ambroise Fayolle , vice-presidente do BEI. “Ao levarmos essa solução para fora da Europa, estamos acelerando o investimento climático em escala global.” Ferramenta gratuita e de acesso público Apesar de ter sido projetada inicialmente para bancos comerciais, empresas de leasing e instituições de fomento, o Green Checker é gratuito e aberto ao público . Isso significa que qualquer empresa pode usá-lo para analisar a elegibilidade de seus projetos , estimar impactos climáticos , calcular potenciais reduções de emissões de CO₂ e até baixar relatórios detalhados com base nos critérios de sustentabilidade adotados pela União Europeia. A nova versão foi adaptada aos mercados regionais , com parâmetros flexíveis e requisitos de dados simplificados, o que facilita a utilização em países em desenvolvimento. Segundo o BEI, essa atualização tem como meta democratizar o acesso ao financiamento verde e fortalecer a capacidade local de avaliação de projetos sustentáveis . Apoio à agenda climática global A iniciativa faz parte do Global Gateway , programa da União Europeia que busca mobilizar até €300 bilhões em investimentos públicos e privados entre 2021 e 2027, com foco em infraestrutura sustentável, transição energética e digitalização em países parceiros. Com o Green Checker , o BEI pretende não apenas padronizar critérios de elegibilidade para o financiamento verde, mas também estimular novos fluxos de capital para projetos com impacto ambiental mensurável de usinas solares a sistemas de mobilidade elétrica e soluções de eficiência energética. Um novo passo na integração financeira sustentável Para o EnergyChannel , o lançamento global da ferramenta representa um avanço estratégico na consolidação de mercados financeiros verdes . Ao oferecer transparência e objetividade na avaliação de projetos, o BEI contribui para que bancos e empresas, especialmente em países emergentes, possam conectar suas metas de crescimento com compromissos reais de sustentabilidade . Com a COP30 como cenário, o anúncio reforça a tendência de que finanças sustentáveis deixarão de ser nicho para se tornarem um eixo central da economia global — e ferramentas digitais como o Green Checker serão peças-chave nesse processo de transformação. Fonte: EnergyChannel – reportagem própria com informações do BEI e da COP30 BEI lança ferramenta global para acelerar financiamentos verdes e impulsionar investimentos sustentáveis fora da Europa











