Publicidade
Resultados da busca
Buscar neste site
3690 resultados encontrados com uma busca vazia
- EUA Recuam no Hidrogênio Azul: Suspensão em Baytown Expõe Fragilidades do Modelo Econômico
A ExxonMobil decidiu interromper o avanço de seu aguardado projeto de hidrogênio azul em Baytown, no Texas um movimento que reacende dúvidas sobre a viabilidade econômica desse tipo de combustível nos Estados Unidos e pressiona toda a cadeia de tecnologias de baixo carbono no país. EUA Recuam no Hidrogênio Azul: Suspensão em Baytown Expõe Fragilidades do Modelo Econômico Uma decisão que muda o tabuleiro energético A iniciativa, anunciada pela companhia como uma das maiores apostas industriais para produção de hidrogênio a partir de gás natural com captura de carbono, foi suspensa após meses de revisão interna. Embora a ExxonMobil não tenha detalhado integralmente os motivos, fontes do setor indicam que o recuo está ligado ao atual ambiente regulatório e financeiro dos EUA, marcado por incertezas e redução de incentivos federais. A medida chega em um momento no qual o governo norte-americano reavalia o ritmo e o volume de apoio para tecnologias de descarbonização, incluindo captura e armazenamento de carbono (CCS) peça central para tornar o hidrogênio azul competitivo. Mercado desacelera e pressiona grandes operadores O projeto em Baytown vinha sendo tratado como referência para acelerar investimentos privados nessa rota tecnológica. Com a pausa, analistas avaliam que a indústria perde um símbolo de confiança e, principalmente, de escala. O hidrogênio azul depende de grandes unidades industriais para diluir custos, e a interrupção de uma iniciativa dessa magnitude tende a afetar outros desenvolvimentos planejados no país. Além disso, a volatilidade nos preços do gás natural e a concorrência crescente do hidrogênio verde impulsionado por novos investimentos globais ampliaram o questionamento sobre o real diferencial econômico do modelo baseado em fóssil com captura de CO₂. Sinal amarelo para a captura de carbono Outro ponto sensível é a tecnologia de CCS. A pausa em Baytown reforça a percepção de que, sem garantias de retorno financeiro e estabilidade regulatória, projetos de captura podem não atrair o capital necessário para avançar nos EUA. O setor depende fortemente de incentivos do governo federal, como o crédito fiscal 45Q, cuja revisão recente reduziu expectativas de retorno para muitas empresas. Competitividade global em jogo Enquanto isso, regiões como Europa e Oriente Médio intensificam aportes em hidrogênio de baixo carbono com estratégias mais claras de financiamento e descarbonização. A suspensão norte-americana, portanto, pode reposicionar a competitividade dos EUA em um mercado que se desenha como estratégico para a indústria pesada e para a transição energética. O que esperar daqui para frente Mesmo com o recuo, a ExxonMobil mantém interesse no desenvolvimento de hidrogênio e captura de carbono, afirmando que continuará reavaliando projetos conforme as condições de mercado. No entanto, especialistas apontam que a decisão em Baytown deve servir como alerta para a necessidade de políticas mais consistentes e previsíveis, capazes de dar segurança a investidores e garantir escala às tecnologias de baixo carbono no país. Para o setor, o episódio representa mais do que a suspensão de um projeto: é um marcador do momento delicado em que a rota do hidrogênio azul se encontra, entre ambições climáticas e desafios concretos de rentabilidade. EUA Recuam no Hidrogênio Azul: Suspensão em Baytown Expõe Fragilidades do Modelo Econômico
- Demanda por iluminação natural cresce e reduz custos operacionais em grandes empresas
A busca por soluções de iluminação natural tem crescido significativamente nos últimos anos, impulsionada pelo desejo de reduzir custos operacionais e adotar práticas mais sustentáveis. Demanda por iluminação natural cresce e reduz custos operacionais em grandes empresas A utilização da luz natural durante o dia diminui de forma expressiva a necessidade de iluminação artificial, resultando em economia direta na conta de luz e menor impacto ambiental. No Brasil, esse movimento se reflete nos números da Engepoli, empresa paranaense com 26 anos de experiência e referência em tecnologias de iluminação e ventilação natural. A companhia registrou aumento de cerca de 30% na procura por seus serviços nos últimos dois anos, atendendo setores como centros esportivos, incluindo a Arena da Baixada, em Curitiba (PR), e Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS), além de supermercados e grandes galpões logísticos. A empresa destaca que seu sistema exclusivo pode proporcionar redução de até 94% na conta de luz. Demanda por iluminação natural cresce e reduz custos operacionais em grandes empresas Em casos reais, empresas que pagavam R$ 100 mil por mês passaram a desembolsar cerca de R$ 10 mil, evidenciando o impacto direto que a iluminação natural bem aplicada pode oferecer. Nos projetos desenvolvidos, também já se observa economia de até 80% no uso de iluminação artificial durante o dia e até 40% na climatização em algumas plantas industriais, dependendo da atividade e do porte da instalação. Segundo o CEO da companhia, Cássio Pissetti, os sistemas estão entre os mais demandados pelo setor industrial. “Quando bem aplicados, esses sistemas reduzem a necessidade de iluminação artificial e climatização mecânica, o que gera queda expressiva no uso de energia, melhora a qualidade do ar e o conforto térmico. O resultado é um ambiente mais produtivo, seguro e agradável”, afirma. O crescimento da iluminação natural também acompanha a expansão global das edificações verdes. O mercado mundial de green buildings deve movimentar US$ 650 bilhões em 2025 e chegar a US$ 1,09 trilhão até 2030, segundo o Business Research Insights. No contexto industrial, 42% dos edifícios recém-construídos já buscam certificações como a LEED, segundo o U.S. Green Building Council. Na Europa, 45% dos projetos industriais em 2024 incorporaram o digital twin-based design planning , tecnologia que prevê, simula e otimiza decisões antes da execução, reduzindo desperdícios. Apesar do forte avanço, a Engepoli alerta que o uso da iluminação natural exige cuidados técnicos. O excesso de domos ou aberturas pode transformar luz em calor, prejudicando o ambiente interno. Temperaturas elevadas podem afastar clientes em supermercados, causar fadiga em trabalhadores da indústria e comprometer a performance operacional. Por isso, o dimensionamento correto é fundamental. A companhia segue investindo em soluções inovadoras e patenteadas para maximizar os benefícios da iluminação natural com segurança, equilíbrio térmico e eficiência, garantindo ambientes mais saudáveis e econômicos. Sobre a Engepoli A Engepoli é uma empresa de soluções para iluminação e ventilação natural de destaque no cenário brasileiro e mundial. Ela oferece serviços certificados e patenteados para empresas, com foco em sustentabilidade, para desenvolver projetos únicos que visam a economia de energia elétrica e o conforto de ambientes. É a única empresa brasileira que oferece sistemas de iluminação natural com 80% de transmissão de luz visível, o nível mais alto do mercado nacional. Demanda por iluminação natural cresce e reduz custos operacionais em grandes empresas
- Queda nos custos impulsiona salto de competitividade nos grandes projetos solares na Índia
A mais recente atualização da Mercom India aponta uma tendência clara de queda nos custos de implementação de grandes usinas solares no terceiro trimestre de 2025. Queda nos custos impulsiona salto de competitividade nos grandes projetos solares na Índia A variação, observada em todos os tipos de módulos avaliados, aponta para um cenário mais favorável para novos investimentos com implicações potenciais para mercados globais, inclusive o brasileiro, diante da crescente busca por energia renovável competitiva. Redução geral de custos: diferentes tecnologias, um novo patamar No período de julho a setembro de 2025, os custos médios de sistemas solares de grande escala registraram queda significativa. A diminuição foi observada tanto em módulos TOPCon quanto em mono PERC. Projetos com módulos indianos TOPCon e mono PERC apresentaram a maior retração trimestral (QoQ), com queda de 1,4% . No comparativo anual (YoY), as reduções ficaram em torno de 0,3% a 0,7% . Para instalações que utilizam módulos elegíveis à exigência local de conteúdo (DCR), a retração foi mais modesta: –0,8% para TOPCon e –0,28% para mono PERC. Já comparado ao ano anterior, os projetos com módulos DCR mono PERC chegaram a custar 5,6% a mais , refletindo o custo adicional associado à produção local. Projetos que adotam módulos chineses mantiveram clara vantagem de custo: os módulos mono PERC chineses registraram queda de 0,7% QoQ e 4,8% YoY ; os TOPCon chineses caíram 1,3% QoQ . A vantagem dos módulos chineses se mantém sólida: no mix de CAPEX, sistemas com mono PERC chineses representaram 39,5% dos custos totais , enquanto os projetos com módulos DCR TOPCon indianas apresentaram o maior custo, chegando a 62,6% do CAPEX total . Além disso, componentes importantes da estrutura de uma usina — como inversores e estruturas de montagem (MMS) também registraram queda de preço. Inversores caíram 6,3% no trimestre, e a estrutura de montagem despencou 12,5% , alimentando a redução geral de custos. Fatores por trás da retração e os limites do alívio A queda do imposto sobre células e módulos, de 12 % para 5 %, era vista como uma medida potencial para aliviar o custo dos projetos. Contudo, a introdução da política ALMM‑II ( Lista Aprovada de Modelos e Fabricantes ) alterou o cenário: a exigência de conteúdo local elevou o preço das matérias-primas e dos módulos, neutralizando parte do benefício da redução tributária. Como resultado, o custo total de EPC e implementação permaneceu “na mesma banda”, segundo relatos de desenvolvedores. Ou seja: embora diversos elementos da cadeia tenham ficado mais baratos módulos chineses, inversores, estrutura metálica o peso dos módulos domésticos e as exigências de política industrial frearam uma queda mais expressiva nos custos. Implicações para o mercado global e para o Brasil Para investidores e players globais do setor solar, a tendência de queda de custos em mercados maduros como o indiano sinaliza duas oportunidades: Pressão competitiva internacional módulos e projetos solares produzidos em escala em países como China e Índia tendem a influenciar preços globais, o que pode tornar projetos fora desses mercados inclusive no Brasil mais competitivos ou demandar maior eficiência de custo. Potencial de importação ou parcerias internacionais para empresas brasileiras que trabalham com energia solar ou desejam expandir, o barateamento em centros de produção global pode representar chance de renegociar preços, importar equipamentos ou estruturar parcerias com fabricantes internacionais. No contexto brasileiro, em que o custo e a adoção de energia solar residencial, comercial e industrial seguem crescendo, essas dinâmicas externas reforçam a necessidade de acompanhar o movimento global de preços e política de incentivos para manter a competitividade. O que observar nos próximos trimestres Evolução da política ALMM-II : se a exigência de conteúdo local se mantiver, poderá haver pressão contrária sobre os custos de módulos domésticos, impactando o CAPEX de projetos nos mercados com regras semelhantes. Tendência dos preços dos insumos internacionais : variações nos custos do polissilício, semicondutores e aço (utilizados nos módulos, inversores e estruturas) continuarão influenciando o custo final. Expansão da capacidade fabril global : caso a produção continue sendo ampliada em mercados como Índia e China, o efeito “economia de escala” pode tornar os módulos mais baratos, mas também pode levar a saturação e queda em margens de lucro — o que mudaria novamente o dinamismo do setor. Conclusão O relatório da Mercom India revela que, no terceiro trimestre de 2025, os custos para construir grandes usinas solares atingiram um novo patamar de competitividade, graças à combinação de queda de preço de insumos e estrutura fabril otimizada, principalmente quando se utilizam módulos chineses. Para o mercado global de energia solar e especialmente para países como o Brasil, isso significa uma janela de oportunidade para repensar projetos, buscar parcerias internacionais e incorporar eficiência de custo num momento em que a transição energética segue acelerada. Queda nos custos impulsiona salto de competitividade nos grandes projetos solares na Índia
- Madri inicia transformação digital e aposta em IA para gerir parques urbanos a partir de 2026
Madri está preparando um salto tecnológico para tornar sua infraestrutura verde mais eficiente, inteligente e sustentável. Madri inicia transformação digital e aposta em IA para gerir parques urbanos a partir de 2026 A partir de 2026, a capital espanhola iniciará um amplo programa de modernização digital que utilizará inteligência artificial para apoiar o planejamento, a manutenção e o monitoramento de parques, áreas verdes e corredores ecológicos. A iniciativa, que já entrou na fase de seleção de projetos-piloto, busca soluções capazes de analisar grandes volumes de imagens e dados ambientais para aprimorar tanto o diagnóstico quanto a gestão do território. A ideia é integrar sensores, modelos preditivos e ferramentas visuais de alta precisão, criando uma nova camada de inteligência sobre os principais espaços naturais da cidade. Modernização em três anos O plano será desenvolvido ao longo de três anos e tem como foco estruturar uma operação mais eficiente desde o acompanhamento das condições das áreas verdes até a programação das equipes de manutenção. A expectativa é que a IA ajude a identificar padrões ambientais, prever necessidades de intervenção e reduzir custos operacionais associados ao cuidado dos parques urbanos. Fluxos de trabalho mais eficientes A gestão municipal pretende automatizar parte das inspeções rotineiras, agilizar ordens de serviço e organizar rotas de trabalho com base em dados reais, minimizando deslocamentos desnecessários. Com isso, Madri espera aumentar a qualidade dos serviços prestados e oferecer uma experiência melhor aos cidadãos que utilizam os parques diariamente. Monitoramento ambiental de alta precisão Outro eixo central do projeto é o monitoramento contínuo do ambiente. As ferramentas de IA devem apoiar a detecção de alterações climáticas locais, identificar riscos potenciais como estresse hídrico da vegetação e contribuir para decisões estratégicas de sustentabilidade urbana. Madri rumo à gestão verde inteligente Com a iniciativa, Madri se posiciona como uma das grandes capitais europeias que buscam integrar tecnologia e natureza em um mesmo ecossistema urbano. A adoção da inteligência artificial é vista como um passo essencial para dar escala às políticas ambientais e manter a cidade resiliente diante dos desafios climáticos dos próximos anos. Madri inicia transformação digital e aposta em IA para gerir parques urbanos a partir de 2026
- Hyundai Acelera a Corrida Global por Baterias: Megacentro de P&D na Coreia do Sul Sinaliza Mudança Estratégica
Por EnergyChannel O Grupo Hyundai, que engloba as gigantes Hyundai Motor e Kia Corporation, deu um passo decisivo em sua estratégia de eletrificação global. Em um movimento que sinaliza a intenção de dominar a tecnologia central dos veículos elétricos ( EVs ), a montadora sul-coreana celebrou a conclusão da estrutura de seu Future Mobility Battery Campus em Anseong , Coreia do Sul. Imagem renderizada por: Hyundai Group - Hyundai Acelera a Corrida Global por Baterias: Megacentro de P&D na Coreia do Sul Sinaliza Mudança Estratégica Com a inauguração prevista para o final de 2026, este complexo não será apenas mais uma instalação; ele está sendo posicionado como o primeiro centro abrangente de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de baterias do Grupo. A iniciativa representa um investimento maciço de 1,2 trilhão de wons sul-coreanos (aproximadamente US$ 820 milhões a US$ 1,2 bilhão, dependendo da taxa de câmbio), sublinhando a seriedade do compromisso da Hyundai com a **mobilidade elétrica** de próxima geração. O Foco Estratégico: Internalização e Inovação A construção do campus, que abrange uma área total de 197.000 m² e 111.000 m² de área construída, ocorre em um momento crucial para a indústria automotiva. A dependência de fornecedores externos de células de bateria tem sido um ponto de vulnerabilidade para muitas montadoras. Ao centralizar o P&D, a Hyundai busca não apenas otimizar as baterias atuais, mas, crucialmente, acelerar o desenvolvimento de baterias de estado sólido e outras tecnologias de ponta. Fontes do setor e relatórios recentes indicam que o Grupo Hyundai tem montado uma força-tarefa dedicada ao desenvolvimento e, potencialmente, à fabricação de suas próprias células de bateria. Embora a empresa ainda não tenha confirmado se a produção de células ocorrerá no local de Anseong , a criação de um centro de P&D desta magnitude é um forte indicativo de que a internalização da tecnologia de baterias é uma prioridade máxima. "A conclusão da estrutura do Future Mobility Battery Campus é um marco na jornada da Hyundai para garantir a liderança tecnológica em veículos elétricos. Este centro será o epicentro da inovação, onde a próxima geração de baterias, mais seguras, eficientes e sustentáveis, será concebida." - *Análise EnergyChannel* Impacto no Mercado Global de EVs A decisão da Hyundai de investir pesadamente em P&D de baterias a coloca em competição direta com outros gigantes que buscam o controle total da cadeia de suprimentos de EVs. O mercado global de veículos elétricos está em rápida evolução, e a capacidade de inovar rapidamente em densidade energética, tempo de carregamento e segurança é o diferencial que definirá os líderes da próxima década. Hyundai Acelera a Corrida Global por Baterias: Megacentro de P&D na Coreia do Sul Sinaliza Mudança Estratégica O campus de Anseong servirá como um laboratório de testes para a integração vertical da tecnologia de baterias, permitindo que a Hyundai e a Kia personalizem as células para suas plataformas de veículos elétricos ( como a E-GMP ), garantindo desempenho e eficiência superiores. Para o EnergyChannel, este movimento da Hyundai não é apenas uma notícia de infraestrutura, mas um termômetro da transição energética no setor automotivo. A Coreia do Sul se consolida como um polo de inovação, e a aposta da Hyundai em P&D próprio é uma resposta clara à crescente demanda por autonomia e controle sobre o futuro da mobilidade sustentável . Acompanharemos de perto os próximos passos do Grupo Hyundai e o impacto que este megacentro de P&D terá na produção de baterias EV e na estratégia de veículos elétricos da empresa. Hyundai Acelera a Corrida Global por Baterias: Megacentro de P&D na Coreia do Sul Sinaliza Mudança Estratégica
- Be8 sela parceria para comercialização de CO₂ biogênico a ser produzido em Passo Fundo
Air Liquide receberá o CO₂ biogênico capturado pela Be8 proveniente da nova planta de etanol para aplicações industriais Be8 sela parceria para comercialização de CO₂ biogênico a ser produzido em Passo Fundo Projeto marca a conclusão do ciclo de aproveitamento de 100% da matéria-prima gerada na linha de produção e posiciona o Rio Grande do Sul como novo polo nacional de CO₂ renovável em modelo de Economia Circular São Paulo, novembro de 2025 – A Be8, empresa de energias renováveis, anunciou nesta quinta-feira (27/11) a assinatura de uma carta de intenções para um acordo de compra de CO₂ com a Air Liquide Brasil. A parceria estabelece o fornecimento de CO₂ biogênico capturado pela Be8 para uso em setores industriais. A Be8 projeta completar o ciclo integral de valorização da matéria-prima dentro da futura Fábrica de Etanol em Passo Fundo (RS), cuja produção está prevista para iniciar no segundo semestre de 2026 e que contemplará a produção de glúten vital, etanol e farelo (DDGS). A inclusão do CO₂ biogênico um gás que seria tradicionalmente emitido na atmosfera transforma o complexo agroindustrial em um dos mais completos sistemas de economia circular do Brasil, onde 100% da biomassa é convertida em produtos de alto valor agregado. “Esta parceria com a Air Liquide representa uma conquista importante para a Be8 e para o Brasil. Estamos demonstrando que é possível unir competitividade, sustentabilidade e inovação industrial em um único projeto”, afirmou Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8. “Ao capturar o CO₂ biogênico, fechamos um ciclo produtivo completo, aproveitando integralmente nossa matéria-prima e contribuindo de forma concreta para a descarbonização. É mais uma entrega da nossa empresa para o Rio Grande do Sul, que passa a ter um papel estratégico na oferta de soluções de baixo carbono para o país e o mundo”, completou. “Esse projeto conjunto com a Be8 está alinhado ao nosso compromisso global de investir em soluções mais sustentáveis e em cadeias de suprimentos resilientes”, ressalta o diretor geral da Air Liquide Brasil, Rodrigo Jorge. Economia circular que se materializa em valor Ao capturar o CO₂ gerado durante o processo de fermentação para produção de etanol, a Be8 reverte o que antes seria emissão para a atmosfera em um insumo industrial de grande relevância. O gás será purificado pela Air Liquide em padrões de alta exigência incluindo food grade e aplicações medicinais e destinado a setores estratégicos, como: hospitais (gases medicinais e terapêuticos) indústria de bebidas (carbonatação) setor metalmecânico (soldagem e resfriamento) refrigeração e controle ambiental agricultura e hortifruti (ambientes de estufa) diversas aplicações industriais de precisão O movimento fortalece a posição do Brasil como produtor de soluções sustentáveis e reforça o alinhamento da Be8 com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 7, 9, 12 e 13), especialmente pela descarbonização e pela inovação industrial aplicada ao agronegócio. Acordo estratégico com forte impacto no mercado brasileiro Este projeto amplia a oferta de CO₂ de origem renovável e fortalece a capacidade do país de atender à crescente demanda por gases sustentáveis, especialmente em cadeias hospitalares, alimentícias e industriais que dependem de padrões rígidos de pureza. Para o Rio Grande do Sul, o acordo consolida a região como novo polo nacional de CO₂ biogênico, unindo inovação tecnológica, geração de empregos qualificados e expansão da bioeconomia regional. Com a entrada do CO₂ biogênico em sua matriz de produtos, a Be8 completa o ciclo produtivo e se consolida como uma das empresas brasileiras mais comprometidas com a circularidade completa da biomassa. “Nada se perde: cada elemento da cadeia produtiva se transforma em valor econômico, social e ambiental”, finalizou Battistella. Sobre a Air Liquide A Air Liquide é líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e a saúde. Presente em 60 países, com aproximadamente 66.500 funcionários, o Grupo atende mais de 4 milhões de clientes e pacientes. Oxigênio, nitrogênio e hidrogênio são pequenas moléculas essenciais para a vida, a matéria e a energia. Elas representam o território científico da Air Liquide e estão no centro das atividades do Grupo desde a sua criação em 1902. Agir hoje enquanto prepara o futuro está no coração da estratégia da Air Liquide. Com o ADVANCE, seu plano estratégico, a Air Liquide visa a um desempenho global, combinando dimensões financeiras e extra financeiras. O Grupo desenvolve soluções que contribuem para o clima e a transição energética particularmente com hidrogênio e toma medidas para avançar nas áreas de saúde, eletrônicos e altas tecnologias. Sobre a Be8 A Be8 é uma empresa líder na produção de biodiesel, de biocombustível produzidos, e foco global em energia renovável para implementar novas matrizes energéticas por meio de um ecossistema circular de inovação. Comprometida com uma produção que assegura um futuro com recursos naturais, a empresa entrega soluções sustentáveis para as pessoas, os negócios e o planeta. A empresa faz parte da holding ECB Group e foi fundada em 2005. Sua sede está localizada em Passo Fundo (RS), com escritórios administrativos em São Paulo (SP), Cuiabá (MT), Genebra (Suíça) e Dubai (Emirados Árabes Unidos), responsáveis pela comercialização da produção de Passo Fundo (RS), Marialva (PR), Nova Marilândia (MT), Floriano (PI), Santo Antônio do Tauá (PA), La Paloma (Paraguai) e Domdidier (Suíça). Be8 sela parceria para comercialização de CO₂ biogênico a ser produzido em Passo Fundo
- ADATA marca presença na COP30 e destaca iniciativas ESG em suas atividades
Fabricante referência em SSD e memória DRAM continua ampliando seu portfólio de forma sustentável ADATA marca presença na COP30 e destaca iniciativas ESG em suas atividades A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 acontece no Brasil e a ADATA, uma das maiores fabricantes mundiais de SSD e memória DRAM, está presente para falar sobre suas iniciativas na luta contra a crise climática. Segundo o Vice-Presidente de Operações da ADATA Brasil,Nivaldo Gagliardo, “a indústria, bem como toda a sociedade, tem um papel relevante nas iniciativas que promovem a descarbonização e a sustentabilidade, por meio do uso responsável e eficiente de recursos naturais, da criação de produtos com características sustentáveis e de projetos que minimizam e compensam as emissões decorrentes de seus processos logísticos, administrativos e de manufatura”. De acordo com o relatório Brasil pelo Meio Ambiente (BPMA), apresentado pela Amcham Brasil, as empresas privadas no país investiram cerca de R$ 48,2 bilhões em iniciativas ambientais em 2025. Atualmente, a ADATA, que já possui duas fábricas no país, investe na gestão e reporte de emissões de gases de efeito estufa, utiliza fontes renováveis de energia no processo de produção e incentiva o progresso sustentável. “A ADATA busca aderir a iniciativas contra a crise climática e a favor do desenvolvimento sustentável e social do planeta. Estamos no processo de ampliação do portfólio de produtos ‘verdes’ com a adoção de materiais reciclados (PCR), e, na área de Operações, investimos na Geração de Energia Fotovoltaica na planta de Shuzhou, na China, que já propiciou uma redução de 770 toneladas de CO² equivalente”, declara o vice-presidente. Na luta contra a emissão de gases poluentes, a ADATA, por meio de colaboração internacional, colocou em atividade o Technical Electric Vehicle Charging System (TEVCS), um sistema de carregamento de veículos elétricos compatível com o Programa Padrão de Carbono Verificado (VCS). O projeto incentiva a construção de estações de carregamento através do desenvolvimento de créditos de carbono para pontos de recarga. Nessa mesma vertente, a ADATA assinou um Memorando de Entendimento sobre cooperação para o desenvolvimento sustentável com a Atenil SA (empresa de gestão profissional de carbono). A parceria visa a cooperação em soluções naturais de sumidouros de carbono e projetos relacionados a créditos de carbono a fim de promover e explorar conjuntamente soluções de reflorestamento e restauração vegetal. Além disso, a fabricante também combinou atividades culturais e criativas no projeto "Um Concerto, Uma Floresta", uma iniciativa ESG para a Cultura com foco no plantio de árvores. Na fábrica de semicondutores, localizada em Santo Antônio de Posse - SP, a marca está realizando a implantação de um Sistema de Recuperação de Água Industrial com ultrafiltragem e osmose reversa. Esse projeto prevê uma redução de 75% (de 58.000 m³ para 14.500 m³ anuais) no consumo de água para as suas operações industriais. A marca está colaborando com as iniciativas ambientais para alcançar metas estabelecidas em outras conferências, como o Protocolo de Kyoto e o Acordo de Paris, que visam, respectivamente, reduzir em 5,2% a emissão de poluentes em países desenvolvidos e manter o aumento da temperatura global abaixo dos 2°C (uma meta coletiva e revisada a cada 5 anos). “A ADATA lançou, internamente, o seu modelo de IA para ESG (Ambiental, Social e Governança), projetado para revolucionar todos os aspectos dos processos ESG da empresa. Como, por exemplo, a definição de metas sustentáveis, o planejamento e a execução de iniciativas, acompanhamento do progresso e resolução de problemas, incluindo interações externas com clientes e fornecedores. Dessa forma, queremos ampliar cada vez mais a sustentabilidade em cada processo da empresa”, complementa o executivo. Ao aplicar a tecnologia de IA à gestão de riscos corporativos, o vice-presidente da ADATA afirma que é possível identificar e avaliar com precisão diversos riscos e oportunidades relacionados ao ESG, o que ajuda a definir metas e estratégias de sustentabilidade de forma ainda mais precisa. Sobre a ADATA – Inovando o Futuro A ADATA é a segunda maior fabricante mundial de memória DRAM e de dispositivos de estado sólido (SSDs) de marca própria, classificada entre as 25 melhores marcas globais de Taiwan. As principais linhas de produtos da ADATA incluem módulos de memória DRAM, SSDs, eletrônicos de consumo e soluções industriais. A empresa também expandiu sua atuação para armazenamento corporativo sob a marca TRUSTA, robôs móveis autônomos (AMR) com inteligência artificial, veículos elétricos e produtos para jogos por meio de sua marca XPG. Os produtos da ADATA conquistaram amplo reconhecimento internacional ao longo dos anos, incluindo os prêmios iF Design, Red Dot Design e Taiwan Excellence. A ADATA também foi homenageada por seu compromisso com o bem-estar dos funcionários e a responsabilidade social corporativa, incluindo o reconhecimento "Great Place to Work" para seus escritórios/operações em Taiwan, China, EUA, Brasil e México, bem como os prêmios "Best Workplaces in Asia", "Best Workplaces in Greater China" e "Best Workplaces in Taiwan". Desde 2020, a ADATA foi reconhecida com os prêmios "Asia Responsible Enterprise Awards" e "Best Companies to Work for in Asia" por seis anos consecutivos. Olhando para o futuro, a ADATA mantém o compromisso com sua visão sustentável de "Inovar Hoje, Abraçar o Amanhã". A empresa continua a personificar o "espírito do beija-flor" ao utilizar tecnologia inovadora para criar uma vida inteligente e vibrante para pessoas em todo o mundo. Para mais informações, acesse www.adata.com . Acesse também: Instagram: https://www.instagram.com/xpg_brasil/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/xpg-adata-br/ Sites: https://www.adata.com/br https://www.xpg.com/br ADATA marca presença na COP30 e destaca iniciativas ESG em suas atividades
- Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro
DAH Solar amplia presença no país com painéis fotovoltaicos coloridos que unem estética, inovação e eficiência, transformando fachadas e coberturas em superfícies de energia limpa Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro A energia solar está mudando a paisagem da arquitetura contemporânea. A DAH Solar, gigante chinesa do setor fotovoltaico, vem consolidando no Brasil sua linha de módulos solares coloridos, uma solução que combina design, eficiência energética e sustentabilidade, e que está conquistando espaço em projetos residenciais, corporativos e urbanos de alto padrão. Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro Disponíveis nas cores verde, azul, vermelho e amarelo, os painéis solares coloridos permitem transformar fachadas, telhados, coberturas e brises em superfícies ativas, capazes de gerar energia limpa sem abrir mão da estética. A proposta atende arquitetos, incorporadores e designers que buscam soluções de energia solar integradas à arquitetura, valorizando o projeto e reduzindo o impacto ambiental. Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro “O design também tem papel fundamental na transição energética. Os módulos coloridos abrem novas possibilidades para quem quer aliar estética, inovação e responsabilidade ambiental”, afirma Thais Bitencourt, gerente de marketing da DAH Solar no Brasil. Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro Tanto que a tecnologia ganhou destaque na Casa Cor Rio de Janeiro 2025, realizada em outubro no Shopping Fashion Mall, em São Conrado. Em parceria com a Aldo Solar, a DAH Solar integrou módulos fotovoltaicos coloridos à ambientação de uma área externa, onde uma parede inteira foi composta pelos painéis em tonalidade dourada, reforçando o seu potencial como elemento arquitetônico. Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro Fachadas que geram energia – Com o avanço da tecnologia BIPV (Building Integrated Photovoltaics), os módulos passam a ser incorporados à própria estrutura das edificações, atuando não apenas como fonte de energia, mas também como elemento construtivo e estético. Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro Inspirada em projetos implementados na China, Europa e Ásia, a DAH Solar tem impulsionado no Brasil uma tendência global que alia design, eficiência e funcionalidade, contribuindo para o desenvolvimento de cidades mais inteligentes e sustentáveis. “A DAH Solar vê esse movimento como parte de uma tendência global de design sustentável, em que estética e energia se complementam para repensar o modo como construímos nossas cidades”, completa Thais. Eficiência e inovação – Além do diferencial estético, os módulos solares da DAH Solar mantêm a alta performance característica da marca. Fabricados com tecnologia TOPCon tipo-N e vidro duplo para maior durabilidade, estão disponíveis em potências de 570 W e 555 W e nas quatro opções de cores. A tecnologia exclusiva Full Screen proporciona entre 6% e 15% mais geração de energia do que os painéis convencionais, graças ao melhor aproveitamento da superfície ativa e à ausência de moldura, que evita o acúmulo de poeira e melhora a drenagem. Com esse portfólio, a DAH Solar reforça sua estratégia global de atuar em nichos de maior valor agregado, como empreendimentos corporativos, edifícios públicos e projetos residenciais de alto padrão, que valorizam estética, inovação e sustentabilidade em igual medida. Tendência global – Projetos internacionais da DAH Solar já utilizam módulos solares coloridos em diversas aplicações urbanas, comprovando o potencial dessa tecnologia para gerar valor econômico, promover inovação e atender à crescente demanda por design sustentável. A empresa já mapeou mais de 100 projetos internacionais com painéis coloridos em países como China, Eslováquia, Alemanha e Áustria. Sobre a DAH Solar Fundada em 2009, a DAH Solar é uma das principais fabricantes chinesas especializada em desenvolvimento de tecnologia e fabricação de módulos fotovoltaicos, com atuação também na construção e operação de usinas de energia solar. Sua unidade industrial em Hefei possui capacidade anual de produção de 10 GW em módulos e 5,5 GW em células fotovoltaicas, todas certificadas por órgãos nacionais e internacionais, como CQC, Líder, ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, TÜV, CE, CEC, Inmetro e FIDE. Presente em mais de 100 países e estabelecida no Brasil desde 2017, a empresa segue expandindo sua presença global com foco em inovação, eficiência e sustentabilidade. Saiba mais em https://pt.dahsolarpv.com/ . Módulos solares ganham cor e viram tendência no design arquitetônico brasileiro
- CURITIBA SAI NA FRENTE E TESTA O BONDE URBANO DIGITAL
Curitiba deu mais um passo rumo ao futuro da mobilidade urbana sustentável: na madrugada desta sexta-feira, as ruas ainda vazias da Região Metropolitana serviram de palco para os primeiros testes do Bonde Urbano Digital (BUD), um trem metropolitano inovador, 100% elétrico e guiado por trilhos magnéticos. A tecnologia inédita na América do Sul O Bonde Urbano Digital (BUD) é fruto de uma parceria entre o Governo do Paraná, por meio da Agência de Assuntos Metropolitanos (AMEP), e a fabricante chinesa CRRC Nanjing Puzhen. Diferente dos tradicionais Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), o BUD dispensa trilhos físicos e utiliza guiagem magnética, o que reduz em até 70% os custos de implantação. • Capacidade: até 280 passageiros por composição (com versões maiores chegando a 600). • Velocidade máxima: 70 km/h. • Energia : 100% elétrica, com baterias de íons de lítio de 600 kWh. • Conforto: ar-condicionado, operação bidirecional e rastreamento autônomo. • Trecho inicial: 13 km entre os terminais de Pinhais e Piraquara, região que movimenta cerca de 10 mil pessoas por dia. O contrato firmado para o projeto piloto tem valor de R$ 6,07 milhões, com prazo de 15 meses. Mobilidade e transição energética Curitiba já é reconhecida mundialmente por seu pioneirismo em transporte coletivo foi a primeira cidade a implantar o sistema de BRT (Bus Rapid Transit) nos anos 1970. Agora, com o BUD, reforça sua vocação para a mobilidade limpa e resiliente. • Substituição de combustíveis fósseis: o BUD elimina o uso de diesel, reduzindo emissões de CO₂ e poluentes locais. • Energia limpa no Brasil: cerca de 90% da matriz elétrica brasileira é renovável, com destaque para hidrelétricas, eólica e solar. Isso torna o país ideal para eletrificação do transporte. • Otimização urbana: o modal combina a capacidade de um VLT com a flexibilidade de um ônibus, sem a necessidade de obras pesadas de infraestrutura. Análise financeira e econômica O custo inicial de R$ 6 milhões para o projeto piloto é relativamente baixo quando comparado a sistemas de metrô ou VLT, que podem ultrapassar R$ 20 milhões por quilômetro implantado. Ferramentas de avaliação de projetos, como Valor Presente Líquido (VPL) e Taxa Interna de Retorno (TIR), indicam que investimentos em transporte elétrico tendem a gerar retorno positivo em médio prazo, principalmente pela redução de custos operacionais (combustível, manutenção). • Economia operacional: veículos elétricos têm custo por km rodado até 40% menor que os movidos a diesel. • Retorno social: melhora da qualidade do ar, redução de ruído e valorização imobiliária em áreas atendidas. • Payback estimado: em sistemas similares, o retorno do investimento ocorre entre 8 e 12 anos, dependendo da escala e da tarifa aplicada. Potencial de expansão O sucesso do BUD em Curitiba pode abrir caminho para replicação em outras regiões metropolitanas brasileiras: • São Paulo e Rio de Janeiro: enfrentam congestionamentos crônicos e poderiam se beneficiar de corredores elétricos de alta capacidade. • Cidades médias: como Florianópolis, Goiânia e Belém, onde a implantação de metrôs é inviável financeiramente, o BUD surge como alternativa intermediária. • Integração regional: em áreas metropolitanas, o modal pode conectar municípios vizinhos com baixo custo de infraestrutura. Além disso, o Brasil possui capacidade de ampliar sua geração elétrica sem recorrer a carvão ou gás, o que garante sustentabilidade energética para expansão nacional. Curitiba como laboratório de sustentabilidade A capital paranaense reafirma sua posição como cidade-laboratório de soluções urbanas. O BUD se soma a iniciativas como: • Expansão de ciclovias e incentivo a bicicletas e scooters elétricas. • Projetos de ônibus elétricos e híbridos. • Políticas de planejamento urbano voltadas para reduzir deslocamentos e emissões. O Bonde Urbano Digital não é apenas um novo modal de transporte: é um símbolo da transição energética e da inovação urbana. Curitiba, mais uma vez, mostra ao Brasil e ao mundo que é possível conciliar mobilidade, sustentabilidade e eficiência econômica. Se os testes confirmarem sua viabilidade, o BUD poderá se tornar referência para cidades que buscam ser mais resilientes e limpas, aproveitando a matriz elétrica renovável que o país já possui. CURITIBA SAI NA FRENTE E TESTA O BONDE URBANO DIGITAL
- Huasun Energy lança módulo solar heterojunction de 760 W com tensão de sistema de 2000 V
A Huasun Energy lançou seu novo módulo solar heterojunction (HJT) Himalaya 760 HV, que apresenta potência nominal de 760 W, eficiência de conversão de 24,5% e a primeira classificação de tensão de sistema de 2000 V da indústria um marco importante na comercialização de módulos de alta potência. Huasun Energy lança módulo solar heterojunction de 760 W com tensão de sistema de 2000 V O evento de lançamento reuniu alta gestão, especialistas técnicos e parceiros do setor. O chairman Xu Xiaohua afirmou que a indústria fotovoltaica entra agora em uma nova fase, na qual a redução de custos em nível de sistema e o valor ao longo do ciclo de vida tornam-se os principais motores de competitividade. O módulo de 760 W foi desenvolvido especialmente para usinas de grande escala e projetos em regiões desérticas, onde alta potência e operação em alta tensão proporcionam máximo benefício econômico. Tensão de sistema de 2000 V gera ganhos comprovados em nível de usina Ao elevar a tensão de sistema do padrão de mercado de 1500 V para 2000 V, o Himalaya 760 HV abre novas possibilidades de otimização no nível da planta solar. Em um projeto utilitário de 100 MVA em Hami, Xinjiang, simulações mostram que, em comparação com um sistema de 1500 V, a configuração de 2000 V: Reduz os custos de BOS em aproximadamente RMB 0,1157/W Diminui a demanda por estacas de fundação em mais de 5.000 unidades Melhora significativamente a eficiência do uso do solo Huasun Energy lança módulo solar heterojunction de 760 W com tensão de sistema de 2000 V Outras análises comparativas indicam que um sistema HJT 760 W (2000 V), frente a um sistema TOPCon 725 W (1500 V), oferece: Redução de custos de BOS de RMB 0,1521/W Economia de BOS de aproximadamente 11,95% Aumento de 0,86 ponto percentual na TIR do projeto Esses ganhos em nível de sistema se traduzem diretamente em retornos de investimento significativamente maiores para usinas solares de grande porte. Design avançado para alta eficiência e produção em massa confiável O Himalaya 760 HV integra uma série de melhorias estruturais e de fabricação, incluindo: Arquitetura dual-string de 132 meias células Wafers de silício de grande tamanho Design de espaçamento negativo e alta cobertura de tela Taxa de área ativa de 95,8% Ganho de potência de aproximadamente 20 W e melhoria de eficiência de 0,66% Huasun Energy lança módulo solar heterojunction de 760 W com tensão de sistema de 2000 V Para garantir segurança sob operação em ultra-alta tensão, o módulo adota um processo inovador de vedação de bordas com butil, oferecendo maior isolamento sem comprometer a eficiência ou o uso da área ativa. O módulo também é totalmente compatível com linhas de produção de alta eficiência já existentes, exigindo apenas ajustes menores na stringer, o que possibilita rápida expansão fabril com alta estabilidade e rendimento. Pedidos comerciais confirmados no lançamento Durante o evento, o módulo de 760 W fechou seus primeiros acordos comerciais de fornecimento com parceiros como Anhui Guoding Construction e Abdullah Reabi Company, confirmando forte demanda de mercado desde o lançamento e preparando o produto para implantação em larga escala. Uma nova plataforma para a próxima fase da energia solar em larga escala Combinando potência ultrarrápida de 760 W, eficiência de 24,5% e tensão de sistema de 2000 V, o Himalaya 760 HV estabelece um novo patamar para sistemas fotovoltaicos de nova geração. A plataforma oferece ganhos mensuráveis em custos de BOS, taxa interna de retorno e geração de energia ao longo do ciclo de vida. Huasun Energy lança módulo solar heterojunction de 760 W com tensão de sistema de 2000 V “760 W não é um ponto final, mas um novo ponto de partida”, declarou Xu no lançamento. “Esta plataforma continuará evoluindo para maior potência, maior eficiência e maior valor, apoiando a transformação global de energia limpa no longo prazo.” Huasun Energy lança módulo solar heterojunction de 760 W com tensão de sistema de 2000 V
- Brasil destrava usinas solares em terrenos irregulares com tecnologia avançada de rastreamento
EnergyChannel - A geração solar brasileira está entrando em uma nova fase, impulsionada por tecnologias capazes de transformar terrenos antes considerados problemáticos em áreas altamente produtivas. Regiões com forte declividade, que por anos ficaram fora do radar dos investidores, passam agora a abrigar projetos que ampliam a oferta de energia limpa no país. Brasil destrava usinas solares em terrenos irregulares com tecnologia avançada de rastreamento Esse avanço é resultado direto da evolução dos sistemas de rastreamento solar e da engenharia aplicada a solos irregulares um campo onde a Valmont Solar, uma das principais fornecedoras globais de equipamentos inteligentes para o setor de trackers , vem ganhando protagonismo ao oferecer soluções capazes de maximizar eficiência mesmo em condições complexas. Trackers inteligentes tornam viáveis áreas antes descartadas O desenvolvimento de trackers mais robustos e adaptados ao relevo é um dos pilares dessa transformação. Esses equipamentos acompanham o movimento do sol ao longo do dia, aumentando o rendimento energético e reduzindo perdas típicas de usinas instaladas em regiões montanhosas. Soluções inteligentes permitem ajustar automaticamente a inclinação dos módulos, compensar diferenças de altura entre fileiras e minimizar riscos estruturais, oferecendo maior confiabilidade operacional. Em terrenos inclinados, isso significa menos movimentação de solo, maior estabilidade e viabilidade econômica para projetos de grande porte. Valmont se destaca em tecnologia e engenharia aplicada A Valmont Solar tem desempenhado um papel estratégico nesse cenário ao fornecer sistemas projetados especificamente para terrenos irregulares, integrando engenharia avançada e automação. A empresa vem se consolidando como referência no uso de sensores, algoritmos de otimização e estruturas de alta durabilidade que ampliam o desempenho das usinas em áreas desafiadoras. Com isso, a companhia reforça sua presença no mercado brasileiro e contribui para acelerar a expansão da energia solar no país. Impactos diretos na expansão da matriz renovável brasileira Ao ampliar a oferta de áreas aptas para implantação de usinas fotovoltaicas, os trackers inteligentes ajudam a diversificar a localização dos projetos e a aproximar a geração dos centros de consumo. A tecnologia também reduz gargalos territoriais, incentiva novos investimentos e fortalece a presença da energia solar na matriz elétrica. O resultado é um modelo de crescimento mais sustentável, resiliente e alinhado às metas de descarbonização do setor. Brasil destrava usinas solares em terrenos irregulares com tecnologia avançada de rastreamento
- BESS: a chave para destravar a eficiência energética e reduzir custos na sua operação
Por Daniel Pansarella para Energy Chanel BESS: a chave para destravar a eficiência energética e reduzir custos na sua operação Em um cenário de crescente volatilidade nos custos de energia e uma transição acelerada para fontes renováveis, empresas de todos os portes enfrentam um desafio duplo: como garantir a segurança energética de suas operações e, ao mesmo tempo, otimizar despesas em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo? A resposta pode estar em uma sigla de quatro letras que está redefinindo a gestão de energia no Brasil: BESS , ou Battery Energy Storage Systems . Longe de ser uma mera tendência, o uso de sistemas de armazenamento de energia em baterias consolidou-se como uma vantagem competitiva estratégica. A tecnologia permite que empresas industriais e comerciais não apenas se protejam contra as flutuações da rede, mas também assumam um papel ativo na gestão de seu consumo, transformando um centro de custo em uma fonte de eficiência e previsibilidade. A pergunta não é mais se as baterias são viáveis, mas quando sua empresa irá adotá-las para se manter à frente. A Mecânica do Load Shifting: Análise Técnica e Viabilidade A aplicação mais imediata e impactante do BESS para o setor produtivo é o load shifting , ou deslocamento de carga. A estratégia, embora conceitualmente simples, envolve uma análise técnica robusta para garantir sua viabilidade e maximizar o retorno financeiro. O princípio é carregar as baterias em horários de tarifa reduzida (fora de ponta, geralmente de madrugada) e descarregá-las durante o horário de ponta (tipicamente entre 18h e 21h), quando a energia é significativamente mais cara. Para que essa operação seja bem-sucedida, o dimensionamento correto do sistema é crucial. Ele se baseia em dois pilares: a capacidade de armazenamento (em kWh) , que deve ser suficiente para suprir a energia consumida no horário de ponta, e a potência do sistema (em kW) , que precisa atender à demanda máxima da operação durante esse período. Um projeto mal dimensionado pode comprometer tanto a economia gerada quanto a segurança operacional. Além do dimensionamento, a eficiência do ciclo completo (Round-Trip Efficiency - RTE) é um indicador-chave. As baterias de íon-lítio, tecnologia dominante no mercado, apresentam uma RTE que varia de 85% a 95% . Isso significa que, para cada 100 kWh de energia utilizada para carregar o sistema, entre 85 e 95 kWh são efetivamente entregues na descarga. Essa perda, inerente ao processo, deve ser considerada nos cálculos de viabilidade econômica. Outro fator determinante é a vida útil da bateria , medida em ciclos de carga e descarga. A degradação do sistema está diretamente ligada à profundidade de descarga (Depth of Discharge - DoD) . Ciclos com menor DoD (por exemplo, descarregar a bateria até 20% de sua capacidade em vez de 0%) tendem a prolongar significativamente sua vida útil, que pode variar de 3.000 a mais de 10.000 ciclos. Um projeto bem planejado equilibra a necessidade de energia com a preservação do ativo, otimizando o custo total de propriedade. Parâmetro Técnico Descrição Valor Típico/Relevância Capacidade (kWh) Energia total que a bateria pode armazenar e fornecer. Dimensionada para cobrir o consumo no horário de ponta. Potência (kW) Capacidade de entregar energia em um dado momento. Deve atender à demanda máxima da operação no horário de ponta. Eficiência (RTE) Percentual de energia recuperada após um ciclo de carga/descarga. 85% a 95% para baterias de íon-lítio. Ciclos de Vida Número de ciclos de carga/descarga que a bateria suporta. 3.000 a 10.000 ciclos, impactado pela profundidade de descarga (DoD). Profundidade de Descarga (DoD) Percentual da capacidade da bateria utilizado em cada ciclo. DoD menores (e.g., 80%) prolongam a vida útil do sistema. A análise de viabilidade deve, portanto, ir além da simples diferença tarifária. Um estudo técnico-econômico detalhado, como o exemplificado pela PSO Engenharia para um consumidor na área de concessão da Enel SP, mostra que a diferença entre as tarifas de ponta e fora de ponta pode chegar a R$ 826,05/MWh [4]. Para uma empresa que consome 10 MWh no horário de ponta, a economia mensal pode superar os R$ 8.000,00, resultando em um payback atrativo para o investimento. Um mercado em ebulição: os números do BESS no Brasil O avanço do armazenamento de energia no Brasil não é uma promessa futura, mas uma realidade presente e em franca expansão. Dados da consultoria Greener indicam que a demanda por equipamentos BESS cresceu 89% em 2024 em comparação com o ano anterior, e a capacidade instalada já ultrapassa os 850 MWh. As projeções de investimento são ainda mais impressionantes, com estimativas que apontam para mais de R$ 23 bilhões até 2030 . Essa expansão é impulsionada por uma combinação de fatores: a queda nos custos da tecnologia de baterias, a crescente penetração de fontes intermitentes como a solar e a eólica na matriz elétrica, e a necessidade cada vez maior de flexibilidade e segurança no fornecimento de energia. Um estudo da consultoria PSR, por exemplo, estima que o uso de armazenamento poderia reduzir os custos médios do sistema elétrico brasileiro em até 16% até 2029 . Grandes players do mercado já estão se posicionando. Empresas como a WEG anunciaram investimentos bilionários na produção de baterias no país, enquanto outras, como a Brasol, estão apostando em modelos de negócio inovadores, como o BESS-as-a-Service, que permite a empresas de todos os portes acessarem os benefícios da tecnologia sem a necessidade de grandes investimentos iniciais (CAPEX). Além da redução de custos: resiliência e sustentabilidade Os benefícios do BESS vão muito além da economia na fatura de energia. Em um país com um histórico de instabilidade na rede e eventos climáticos extremos, garantir a continuidade operacional é fundamental. Os sistemas de armazenamento funcionam como um no-break de grande porte, fornecendo energia de forma instantânea em caso de falhas na rede e evitando perdas de produção, danos a equipamentos e prejuízos financeiros. Para empresas que já investem ou planejam investir em geração própria, como a solar fotovoltaica, o BESS é o complemento ideal. Ele permite o armazenamento do excedente de energia gerado durante o dia para uso noturno ou em momentos de baixa irradiação, maximizando o autoconsumo e a independência energética. Essa combinação não apenas potencializa o retorno sobre o investimento em solar, mas também fortalece a agenda de sustentabilidade da empresa, permitindo uma operação mais limpa e com menor pegada de carbono. Desafios e o caminho a seguir Apesar do cenário promissor, a massificação do BESS no Brasil ainda enfrenta obstáculos, principalmente no campo regulatório e tributário. A alta carga de impostos, que pode representar até 76% do custo dos sistemas, e a falta de uma regulamentação clara para a remuneração de serviços ancilares (como o controle de frequência e tensão) ainda são barreiras a serem superadas. No entanto, os avanços recentes, como a publicação de diretrizes pela ANEEL e a previsão de leilões de capacidade dedicados ao armazenamento, sinalizam um futuro promissor. Para as empresas, a mensagem é clara: esperar pela regulação perfeita pode significar perder uma oportunidade estratégica. A tecnologia BESS já é economicamente viável para uma ampla gama de aplicações, especialmente o load shifting e a garantia de confiabilidade. Avaliar o perfil de consumo, identificar os gargalos energéticos e estruturar um projeto de armazenamento sob medida não é mais uma questão de luxo, mas de inteligência competitiva. Em um mundo onde a energia é um insumo cada vez mais estratégico, dominar seu uso é dominar o próprio negócio. O BESS oferece as ferramentas para essa maestria, transformando um desafio complexo em resultados reais e sustentáveis. Sobre o Autor Daniel Pansarella, Executivo com vasta experiência no setor de energia solar, especializado em Tributação, políticas públicas e impactos no setor produtivo, com experiência em comércio exterior e negociações internacionais, logística, cadeia produtiva no mercado brasileiro e latino-americano. Atualmente, atua como Public Affairs & Business Developer Latam na Trina Solar, e Chairman do Conselho Fiscal da Absolar. O que você acha? Como sua empresa está se preparando para essas mudanças? Compartilhe suas experiências e estratégias nos comentários. #LoadShifting #EnergiaSolar #ArmazenamentoDeEnergia #GeraçãoDistribuída #BESS #Sustentabilidade #EnergiasRenováveis #SetorEnergético #geracaocentralizada BESS: a chave para destravar a eficiência energética e reduzir custos na sua operação











