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  • EnergyChannel abre votação do Ranking Energia Solar 2026 e convida usuários, instaladores e empresas a avaliarem as melhores soluções do setor solar no Brasil

    O EnergyChannel anuncia a abertura oficial da votação do Ranking Energia Solar 2026 , uma pesquisa nacional que reúne, pela primeira vez em grande escala, a opinião de quem realmente vive a energia solar no dia a dia: clientes finais, instaladores, integradores, distribuidores e profissionais do setor fotovoltaico . EnergyChannel abre votação do Ranking Energia Solar 2026 e convida usuários, instaladores e empresas a avaliarem as melhores soluções do setor solar no Brasil A iniciativa faz parte da expansão da franquia de rankings independentes criada pelo EnergyChannel, que tem como propósito oferecer transparência, reconhecimento e qualidade  a um mercado que cresce rapidamente e se torna cada vez mais essencial para famílias, empresas e para a transição energética brasileira. ☀️ Por que essa pesquisa é importante? O Brasil já ultrapassou milhões de sistemas solares instalados, mas ainda há pouca informação pública e independente sobre a qualidade real  de: módulos fotovoltaicos inversores estruturas, cabos e conectores empresas de instalação (integradores/EPC) distribuidores serviços de O&M experiência do usuário residencial A pesquisa permite entender quais marcas entregam o que prometem , quais empresas têm o atendimento mais confiável, quais tecnologias se destacam e como o consumidor avalia seu sistema após a instalação. 🏠 Clientes finais: sua opinião é essencial Se você instalou energia solar em sua casa, comércio ou empresa, sua experiência ajuda: futuros consumidores a escolherem melhor instaladores a melhorarem seus serviços fabricantes e distribuidores a entenderem o que realmente importa o setor a elevar seu padrão de qualidade Você poderá avaliar pontos como economia real, facilidade de uso do aplicativo, atendimento, transparência, qualidade da instalação, eficiência dos equipamentos e satisfação geral. 🔧 Instaladores e integradores: vocês constroem o setor Profissionais técnicos poderão avaliar: marcas de módulos e inversores utilizados disponibilidade e atendimento de distribuidores qualidade de estruturas e componentes suporte técnico das marcas confiabilidade, garantia e pós-venda Seu voto ajuda a identificar empresas sérias e pressionar o mercado por melhores práticas. 🌱 Um ranking transparente, público e anual A pesquisa segue metodologia aberta: 1 voto por CPF participação de clientes finais e profissionais critérios claros de avaliação (escalas 1–5 e 0–5) resultados divulgados publicamente As empresas mais bem avaliadas serão reconhecidas com o selo oficial: “Ranking Energia Solar 2026 – EnergyChannel” Um símbolo de credibilidade utilizado em sites, campanhas e materiais técnicos. 📅 Quando participar? A pesquisa já está aberta e permanecerá disponível até 09 de dezembro de 2026 .Os resultados serão divulgados em 10 de dezembro , com relatório completo e análises exclusivas. 👉 Como participar O formulário é rápido, seguro e leva menos de 3 minutos.Basta acessar o link oficial do Ranking Energia Solar 2026 no site do EnergyChannel. Participe e ajude a construir o maior indicador de qualidade da energia solar no Brasil. A sua experiência ilumina o futuro do setor. EnergyChannel abre votação do Ranking Energia Solar 2026 e convida usuários, instaladores e empresas a avaliarem as melhores soluções do setor solar no Brasil

  • Fotus amplia atuação em sistemas híbridos e reforça potencial de crescimento do armazenamento de energia no Brasil 

    Entrada em soluções com baterias marca um capítulo importante da distribuidora e acompanha o avanço esperado para o setor, impulsionado pela MP 1.304 e pela demanda crescente por autonomia energética  Fotus amplia atuação em sistemas híbridos e reforça potencial de crescimento do armazenamento de energia no Brasil O ano de 2025 marca uma nova fase para a Fotus. Após consolidar sua presença na distribuição de equipamentos fotovoltaicos, a empresa fortalece oficialmente sua atuação em baterias e sistemas híbridos, ampliando seu portfólio e acompanhando a evolução natural do mercado. A iniciativa reforça o compromisso da marca com soluções completas que apoiam integradores em um cenário cada vez mais orientado à autonomia e segurança energética.  O armazenamento de energia vem ganhando destaque no Brasil e no mundo, deixando de ser uma solução complementar para assumir um papel estratégico dentro da transição energética. A combinação entre maior consciência sobre instabilidades da rede, crescimento dos sistemas de geração distribuída e aumento da busca por independência energética tem impulsionado o interesse de integradores e consumidores finais.  Nesse contexto, a Fotus estruturou uma frente dedicada a soluções híbridas, com foco em disponibilizar tecnologias confiáveis, suporte técnico especializado e uma cadeia de abastecimento preparada para atender integradores de todo o Brasil. O objetivo é facilitar a adoção desses sistemas, tornando o processo mais simples, seguro e acessível para o mercado.  A decisão também reforça o posicionamento da Fotus de sempre trazer tecnologias inovadoras, de confiança e de qualidade ao cliente. Esse movimento vem sendo fortalecido nos últimos anos com ações como o Conecta Fotus, iniciativa que oferece treinamentos e capacitação focada em produtos e aplicações práticas.  O avanço regulatório previsto para 2025, incluindo a possível isenção de impostos para sistemas de baterias descrita na MP 1.304, tende a acelerar ainda mais a adoção da tecnologia no país. Caso se confirme, a medida pode reduzir custos, ampliar o acesso e estimular projetos residenciais, comerciais e industriais que exigem maior estabilidade ou estratégias avançadas de uso da energia ao longo do dia.  Com expectativas positivas e preços potencialmente mais competitivos, integradores devem ampliar rapidamente a oferta de soluções híbridas. Isso inclui desde sistemas residenciais de médio porte até aplicações como backup contra quedas de energia, confiabilidade para áreas rurais, mitigação de picos de demanda e projetos de eficiência energética. O crescimento dessas aplicações fortalece todo o ecossistema solar e abre novas oportunidades de negócio.  Para o consumidor final, os benefícios são diretos: maior autonomia, estabilidade durante oscilações de rede e possibilidade de uso inteligente da energia gerada. O aumento da mobilidade elétrica, com mais carregadores residenciais, também contribui para a demanda por armazenamento, criando um ambiente favorável para soluções que integrem geração, consumo e recarga.  A expansão da Fotus para esse segmento é fruto de um processo interno contínuo de fortalecimento. O crescimento dos Centros de Distribuição, a evolução das áreas técnicas e a criação de estruturas estratégicas prepararam a empresa para atuar em mercados mais complexos e de alto valor agregado, acompanhando a maturidade do setor fotovoltaico brasileiro.  A expectativa é que a combinação entre evolução do mercado, demanda crescente por autonomia e eventuais incentivos regulatórios contribua para a expansão do armazenamento no país. Ao ampliar sua atuação em sistemas híbridos, a Fotus reforça seu compromisso em apoiar o integrador e se consolidar como uma parceira preparada para os próximos passos da transição energética no Brasil.  Sobre a Fotus  A Fotus é uma distribuidora nacional de produtos fotovoltaicos que acredita no protagonismo do integrador, oferecendo uma jornada completa da capacitação técnica ao suporte no pós-venda para garantir proximidade, parceria e presença em todo o Brasil. Nosso compromisso é estar ao seu lado, em cada passo, para que cada projeto alcance o máximo potencial.  Com mais de 40 anos de experiência em importação e distribuição, atendemos integradores em 100% dos estados brasileiros, com 80 mil m² de estrutura, consultores dedicados a um atendimento personalizado, ágil e eficiente. Reconhecida como uma das melhores distribuidoras de energia solar do país, a Fotus une condições comerciais competitivas, produtos de alta qualidade e suporte técnico especializado para assegurar máxima performance e confiabilidade.  Fotus amplia atuação em sistemas híbridos e reforça potencial de crescimento do armazenamento de energia no Brasil

  • Ranking Mobilidade Elétrica 2026 EnergyChannel lança o Ranking Mobilidade Elétrica 2026, a primeira pesquisa aberta que avalia a experiência real dos usuários de veículos elétricos no Brasil

    O EnergyChannel anuncia oficialmente o lançamento do Ranking Mobilidade Elétrica 2026 , a primeira pesquisa anual e aberta que vai medir a percepção real dos usuários sobre veículos elétricos, híbridos, redes de recarga, aplicativos e serviços de mobilidade elétrica no Brasil.A iniciativa integra a franquia de rankings do EnergyChannel , que se consolidará como um dos principais indicadores independentes do setor energético e de sustentabilidade no país. Ranking Mobilidade Elétrica 2026EnergyChannel lança o Ranking Mobilidade Elétrica 2026, a primeira pesquisa aberta que avalia a experiência real dos usuários de veículos elétricos no Brasil 🔍 O objetivo do ranking Enquanto a mobilidade elétrica cresce de forma acelerada no Brasil com expansão de frotas, novas montadoras, redes de recarga e incentivos públicos ainda faltam dados independentes sobre experiência real do usuário . O Ranking Mobilidade Elétrica 2026 nasce para preencher essa lacuna ao responder perguntas essenciais: Quais são os veículos elétricos e híbridos mais bem avaliados pelos motoristas? Quais montadoras entregam melhor experiência de uso? Como os usuários percebem a autonomia real dos veículos? Como está a qualidade da infraestrutura de recarga pública no país? Quais aplicativos e redes oferecem a melhor usabilidade? O impacto ambiental influenciou a decisão de adquirir um veículo elétrico? Os custos e economia prometidos se confirmam no dia a dia? A pesquisa será aberta ao público, reforçando transparência e democratização dos dados. 🧭 Uma avaliação completa da experiência do usuário Os participantes proprietários, motoristas corporativos, usuários de recarga e entusiastas poderão avaliar sua experiência em diferentes dimensões: Experiência com o veículo autonomia real desempenho conforto manutenção app da montadora satisfação geral probabilidade de recomendação (escala 0–5) Infraestrutura de recarga disponibilidade dos carregadores tempo de recarga conveniência e localização segurança integração com aplicativos melhores redes utilizadas Custos e economia gasto mensal médio comparação com veículo a combustão retorno financeiro percebido Sustentabilidade influência do impacto ambiental na decisão de compra percepção sobre o papel do VE na transição energética brasileira 📊 Metodologia e premiação Assim como nos demais rankings do EnergyChannel, o questionário terá: validação por CPF (1 voto por pessoa) critérios claros de avaliação (escalas 1–5 e 0–5) participação aberta de usuários de todo o Brasil As marcas vencedoras receberão o selo: “Ranking Mobilidade Elétrica 2026 – EnergyChannel” A certificação poderá ser utilizada por montadoras, empresas de recarga, startups e operadores em ações de marketing, campanhas e relatórios institucionais. 🌍 Por que este ranking importa? A mobilidade elétrica é um dos pilares da transição energética global. O Brasil vive um momento decisivo: crescimento das vendas de veículos elétricos expansão rápida das redes de recarga entrada de novas montadoras e players chineses eletrificação de frotas corporativas novos modelos de assinatura, energia tarifada e interoperabilidade Apesar disso, poucos estudos independentes capturam a percepção do usuário final , que realmente vive o dia a dia da recarga, autonomia, manutenção e experiência digital. O Ranking Mobilidade Elétrica 2026 surge como termômetro do mercado , guiando empresas, governos, investidores e consumidores. 🏁 Lançamento oficial e data de divulgação Abertura da pesquisa:  15 de dezembro de 2025 Encerramento:  9 de dezembro de 2026 Divulgação dos resultados:   10 de dezembro de 2026 , com relatório completo e certificado oficial. O EnergyChannel continuará expandindo sua franquia de rankings, criando indicadores independentes para temas como energia solar, baterias, infraestrutura de recarga, cidades inteligentes e inovação em energia. Ranking Mobilidade Elétrica 2026EnergyChannel lança o Ranking Mobilidade Elétrica 2026, a primeira pesquisa aberta que avalia a experiência real dos usuários de veículos elétricos no Brasil Vote aqui; https://www.energychannel.co/rankingmobilidadeel%C3%A9trica2026

  • 2026: o ano da ‘virada de chave’ para o mercado de armazenamento de energia

    Leilão de armazenamento, aprovação da MP 1.304/2025, eventos climáticos extremos que intensificam os apagões pelo país. A junção desses fatores propicia um cenário bastante favorável às baterias no Brasil a partir de 2026. 2026: o ano da ‘virada de chave’ para o mercado de armazenamento de energia Contudo, vale destacar que o setor já deve fechar este ano com um salto de crescimento – segundo projeção da consultoria CELA (Clean Energy Latin America), o mercado de armazenamento com baterias deve triplicar em 2025 em comparação ao ano anterior, movimentando cerca de R$ 2,2 bilhões. Ainda de acordo com a consultoria, as baterias têm se tornado cada vez mais atrativas especialmente pela queda de cerca de 40% no preço ao longo de 2024, com previsão de que essa redução chegue a mais 15% em 2025. E, diante desse cenário, a previsão é de que haja um crescimento de 12,8% no mercado de sistemas de armazenamento no Brasil até 2040, de acordo com a consultoria. Essa perspectiva otimista se fortalece com iniciativas governamentais como a MP 1.304/2025, que amplia a inserção das baterias na matriz elétrica. Ademais, o Ministério de Minas e Energia abriu uma consulta pública referente ao primeiro leilão de baterias, que deve acontecer ainda no primeiro semestre de 2026. Além disso, os eventos climáticos extremos e cada vez mais recorrentes intensificam as quedas de energia e os apagões em todas as regiões brasileiras, aumentando a insegurança energética do brasileiro e a procura por soluções confiáveis que possam minimizar esses impactos das constantes quedas de energia. Ou seja,   o caminho para o mercado brasileiro de baterias tende a ser bastante promissor nos próximos anos. Mas a SolaX Power já enxergava esse potencial em nosso país desde a retomada da operação brasileira, em 2022. Desde então, temos atuado de forma incisiva para capacitar os integradores solares brasileiros, viabilizar distribuidores parceiros em todas as regiões e oferecer as mais modernas tecnologias de armazenamento ao cliente final. Nesse sentido, a empresa, que registra um crescimento anual no faturamento em torno de 300%, projeta quintuplicar esses números no Brasil em 2026. É por isso que, apesar de percalços e desafios que o setor tem enfrentado, acreditamos que as soluções de armazenamento de energia são um caminho sem volta, por aliar dois pilares essenciais não só para os brasileiros, mas para o mundo todo: a busca por soluções sustentáveis e a garantia da segurança energética. 2026: o ano da ‘virada de chave’ para o mercado de armazenamento de energia Por Gilberto Camargos Diretor-executivo da SolaX Power no Brasil

  • Entenda o que são Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM)

    Por Tempo OK Sistemas Convectivos de Mesoescala influenciam chuvas na América do Sul, beneficiando o setor elétrico e a agricultura, mas também geram eventos extremos como enchentes, granizo e raios. Entenda o que são Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM) Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM)  são grandes aglomerados de tempestades organizadas que se formam devido ao movimento vertical do ar em condições específicas de temperatura e umidade. Esses sistemas podem cobrir  áreas extensas , variando de dezenas a centenas de quilômetros, e durar várias horas. Eles são responsáveis por uma parcela significativa da precipitação em diversas regiões e estão associados a eventos meteorológicos extremos, como: Chuvas intensas; Enchentes; Granizo; Descargas elétricas. Formação e classificação dos SCMs “Os SCMs se formam devido ao  movimento vertical  do ar e às condições ambientais de temperatura e umidade”, explica Maria Clara Sasssaki, porta-voz da  Tempo OK,  empresa de meteorologia focada no setor elétrico. Fatores como ondas de ar e divergência de massa influenciam a propagação desses sistemas, podendo gerar novas células de chuva que se integram a áreas já existentes ou criam novas regiões convectivas. Os SCMs são classificados em dois tipos principais: Complexos Convectivos de Mesoescala (CCMs):  sistemas bem-organizados, com critérios específicos de tamanho e duração mínima de 6 horas. Linhas de Instabilidade (LIs):  caracterizadas por alinhamentos de tempestades, geralmente acompanhadas de ventos fortes e precipitação intensa. Esses sistemas são fenômenos de mesoescala, com dimensões entre  20 e 2000 km , e ocorrem em escalas temporais que variam de algumas horas a um dia. Ocorrência na América do Sul Na  América do Sul , os SCMs são  fenômenos frequentes  e desempenham papel crucial no regime de  precipitação , especialmente durante os meses de  verão . Algumas características marcantes de sua ocorrência na região incluem: Bacia do Rio Paraná:  É uma área preferencial para a formação dos SCMs devido às condições favoráveis de temperatura, umidade e circulação atmosférica. Nessa região, os sistemas se formam rapidamente e podem durar várias horas, afetando áreas críticas como as linhas de transmissão de energia e a Usina Hidrelétrica de Itaipu. Jato de Baixos Níveis (JBN):  Esse fluxo de ar quente e úmido, proveniente da região amazônica, fornece a energia necessária para a formação dos SCMs, especialmente em áreas continentais. Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS):  A interação com a  ZCAS  intensifica a formação de SCMs, que frequentemente contribuem para chuvas intensas em amplas regiões. Esses sistemas são responsáveis por  15% a 50%  da precipitação total em áreas específicas, mostrando sua importância na manutenção dos  recursos hídricos  e na mitigação de extremos climáticos. SCMs e a meterologia Os  Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCMs)  desempenham um importante papel na meteorologia, contribuindo para a precipitação que influencia a agricultura, os recursos hídricos e a geração de energia elétrica. No entanto, também estão associados a  eventos climáticos extremos , como chuvas intensas, enchentes, granizo e descargas elétricas. Por isso, o  monitoramento  e a  previsibilidade  desses sistemas são fundamentais para mitigar seus impactos adversos. O uso de ferramentas como radares de sensoriamento remoto é indispensável para estudar os SCMs. “A  previsibilidade  desses sistemas é desafiadora devido à rapidez de sua formação e curta duração, mas é essencial para minimizar os impactos de eventos severos em áreas críticas, como o estado do Paraná e o Paraguai”, explica Sassaki. Entenda o que são Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM)

  • Ranking Comercializadora Brasil 2025: EnergyChannel lança a primeira pesquisa aberta que avalia a percepção do mercado sobre as comercializadoras de energia no Brasil

    O EnergyChannel anuncia a primeira edição do Ranking Comercializadora Brasil 2025 , uma pesquisa inédita que reúne a percepção de profissionais, usuários e empresas sobre as comercializadoras de energia que atuam no país. Ranking Comercializadora Brasil 2025: EnergyChannel lança a primeira pesquisa aberta que avalia a percepção do mercado sobre as comercializadoras de energia no Brasil O levantamento marca um passo importante rumo a um panorama transparente e real da reputação das comercializadoras no mercado livre , dando início a uma série anual que será ampliada significativamente nos próximos anos. Uma pesquisa inédita, transparente e participativa Realizada entre 22 de agosto e 09 de dezembro de 2025 , a primeira edição utilizou validação por CPF, permitindo apenas um voto por pessoa . Participaram: profissionais de comercializadoras e geradoras consumidores corporativos do ACL e GD usuários com relacionamento direto com comercializadoras agentes e consultores do setor elétrico Embora o volume de respostas represente uma amostragem inicial, o objetivo do EnergyChannel é ampliar a base ano após ano, criando o maior banco de percepção do setor elétrico brasileiro. Empresas citadas na pesquisa Os votantes indicaram comercializadoras com as quais já tiveram contato, relacionamento comercial ou experiência direta. Entre as empresas mencionadas espontaneamente nesta edição, aparecem: Bolt Energy Engie Auren Casa dos Ventos Comerc Tempo Energia Matrix Delta Serena Esfera Energia America Energia Agora Energia EDP Vestra Energia Thopen Energy E muitas outras  empresas que compõem o ecossistema do mercado livre de energia no Brasil. Sem ranking numérico nesta primeira edição Por se tratar de uma pesquisa inaugural, com base amostral ainda pequena, o EnergyChannel optou por não anunciar posições como 1º, 2º ou 3º lugar . O foco desta edição é iniciar a construção de um indicador contínuo , sólido e crescente. Ainda assim, observou-se uma ordem natural de recorrência nas respostas. Entre as empresas mais citadas pelos participantes aparecem: Bolt Energy, Thopen Energy, EDP, Matrix, Comerc e Casa dos Ventos , nesta ordem de frequência. Essas menções indicam empresas que possuem boa presença e lembrança espontânea  entre usuários e profissionais do setor um ponto valioso para o início deste ranking anual. Thopen Energy: um dos grandes destaques pela visão inovadora Entre as empresas citadas, a Thopen Energy  se destacou por trazer uma proposta considerada por muitos participantes como o futuro do setor elétrico no Brasil  — uma abordagem que combina tecnologia, inteligência tarifária e automação para entregar economia real aos clientes. A Thopen opera como a maior plataforma de energia livre do Brasil em número de Unidades Consumidoras geridas , com mais de 300 mil contas processadas mensalmente , atuando em todos os estados brasileiros. Seu modelo integra: auditoria de faturas com tecnologia de IA gestão tarifária avançada monitoramento de mais de 250 possíveis erros  em faturas de energia soluções em ACL, GD e eficiência tarifária experiência intuitiva e insights automatizados Inspirada na filosofia de Thomas Edison transformar conhecimento em liberdade a empresa defende um mercado energético sem burocracias, sem monopólios e com eficiência acessível a todos . “Imagine um mundo onde as empresas tenham total controle sobre sua energia; em um ecossistema único, transparente e intuitivo, que conecta tecnologia de ponta à sustentabilidade da energia limpa. Aqui isso já é realidade.” destaca a Thopen. Um dos marcos recentes da companhia é sua parceria com a TIM , que proporciona até 15% de redução na conta de energia  para clientes da operadora por meio da plataforma Thopen Energy um movimento inédito que aproxima telecomunicações e mercado livre de energia. No contexto do Ranking 2025, a Thopen se posiciona como um dos players mais inovadores observados nesta edição , e uma empresa que deve ganhar ainda mais relevância nas próximas edições do estudo. Tendências identificadas e o que o mercado mais valoriza As respostas da primeira edição apontam que os atributos mais valorizados hoje são: Transparência e ética Atendimento de excelência Inovação tecnológica Sustentabilidade e práticas ESG Digitalização e automação Clareza e previsibilidade na gestão tarifária Esses elementos configuram um padrão emergente no mercado, que tende a premiar empresas com tecnologia própria, bom relacionamento com o cliente e capacidade de entregar redução real de custos. Selo oficial e reconhecimento anual As comercializadoras e plataformas citadas na pesquisa poderão utilizar o selo: “Ranking Comercializadora Brasil 2025 – EnergyChannel” Um símbolo de reconhecimento público, amplamente aceito pelo mercado e adequado para: apresentações comerciais sites e materiais institucionais campanhas e redes sociais relatórios para clientes e investidores Próximos passos: expansão e continuidade A partir de 1º de janeiro de 2026 , a pesquisa ficará aberta durante o ano inteiro, com divulgação oficial todo 10 de dezembro .O objetivo para a segunda edição é ampliar o número de respondentes, integrar recortes regionais e incluir análises comparativas. Em 2026, o EnergyChannel expandirá o modelo para 10 países , permitindo avaliações internacionais e um panorama global da percepção sobre comercializadoras de energia. Ranking Comercializadora Brasil 2025: EnergyChannel lança a primeira pesquisa aberta que avalia a percepção do mercado sobre as comercializadoras de energia no Brasil

  • Tarifas de energia pressionam o bolso e estão entre os destaques de alta do IPCA em 2025

    A conta de luz voltou a pesar no orçamento das famílias brasileiras em 2025. Segundo dados do IBGE , o custo da energia residencial acumulou aumento de 15,08% entre janeiro e novembro , tornando-se um dos principais itens responsáveis pela elevação do IPCA neste ano. Tarifas de energia pressionam o bolso e estão entre os destaques de alta do IPCA em 2025 O avanço expressivo das tarifas tem relação direta com reajustes aplicados pelas distribuidoras ao longo do ano, além de revisões periódicas autorizadas pela Aneel. Em paralelo, fatores estruturais como a atualização de componentes do setor elétrico, custos de transmissão e encargos continuam pressionando o valor final pago pelos consumidores. Especialistas consultados pelo EnergyChannel destacam que o cenário reforça a urgência de acelerar investimentos em eficiência energética , geração distribuída e tecnologias que permitam ao consumidor maior autonomia no consumo. Apesar de 2025 não ter registrado acionamento de bandeiras tarifárias mais pesadas, como as de escassez hídrica, o setor enfrenta desafios relacionados à expansão da infraestrutura, volatilidade no preço da energia no mercado regulado e impacto de subsídios cruzados. A expectativa é que o movimento de alta ainda gere reflexos no fechamento do IPCA anual, consolidando a energia elétrica como um dos vetores de maior pressão inflacionária no período. Para consumidores residenciais, especialistas recomendam atenção ao uso de equipamentos, adoção de programas de eficiência e, quando possível, a migração para modelos de geração própria, como sistemas solares. Tarifas de energia pressionam o bolso e estão entre os destaques de alta do IPCA em 2025

  • Gestão do Futuro: SolaX XHub chega ao mercado para transformar sistemas solares tradicionais em ecossistemas domésticos inteligentes

    O dispositivo desenvolvido pela SolaX Power pode aumentar a receita do sistema solar em 50% ou mais, dependendo da questão tarifária e da configuração do sistema Foto: XHub é o cérebro unificado de energia que impulsiona o futuro da energia residencial inteligente   Simone CesárioAssessoria de Imprensa da SolaX Power O futuro da energia doméstica vai além do uso de fontes e alternativas sustentáveis, pois fazer a gestão dessa energia para usá-la de forma inteligente é o segredo da eficiência. À medida que as famílias adotam energia solar, armazenamento, veículos elétricos e eletrodomésticos inteligentes, o verdadeiro desafio é como integrar todos esses dispositivos para que funcionem de forma eficiente, autônoma e econômica. É com esse intuito que a SolaX Power traz para o mercado o SolaX XHub  – um controlador de energia unificado projetado para transformar sistemas solares tradicionais em ecossistemas de energia doméstica inteligentes e preparados para o futuro. O diferencial do XHub é realizar a gestão centralizada de todo o sistema de energia residencial. Ele coordena a geração fotovoltaica, o carregamento e descarregamento de bateria, carregamento de veículos elétricos, operação da bomba de calor e as cargas domésticas. Dessa forma, o XHub garante que sempre seja utilizada a energia da forma mais inteligente possível, bem como proporciona aos proprietários obter uma visão abrangente, e em tempo real, de todo o fluxo de energia do imóvel – o que está sendo gerado, o que está sendo economizado e o que está sendo otimizado. Dessa forma, esse gerenciamento permite o funcionamento unificado e inteligente de todo o ecossistema. Vale destacar que no núcleo do XHub está o Xschedule – um mecanismo baseado em Inteligência Artificial, que foi desenvolvido especificamente para DERs (Recursos Energéticos Distribuídos). O Xchedule tem a função de analisar de forma contínua e em tempo real as condições operacionais para tomar decisões automatizadas que maximizam o valor econômico. O XHub trabalha 24 horas por dia, 7 dias na semana, para melhorar os retornos do sistema de energia, seja para carregar as baterias quando os preços caem, deslocar cargas para maximizar a energia renovável ou vender energia no momento certo. O dispositivo lançado pela SolaX possui um mecanismo em nuvem que realiza, dentre outros, previsões de geração fotovoltaica e de consumo de carga a cada 15 minutos, indexação dinâmica de preços da eletricidade e estimativa de irradiação baseada em condições meteorológicas. O XHub oferece estratégias otimizadas muito mais eficientes do que os controladores de energia tradicionais, o que pode aumentar a receita do sistema em 50% ou mais, dependendo da questão tarifária e da configuração do sistema. Esse gerenciamento integrado beneficia tanto instaladores como proprietários de imóveis. Para os instaladores, um dimensionamento do sistema mais rápido, menos erros de configuração e fluxos de instalação mais eficientes. Já para os proprietários de imóveis, permite uma visão geral do sistema de energia em uma única tela, priorização de cargas e estatística em tempo real, informações mensais sobre a energia e integração com o SolaX Cloud. Estão disponíveis duas configurações flexíveis para atender às diferentes necessidades elétricas e de residências. Para os imóveis com cargas abaixo de 80A, permite uma instalação que envolve apenas a substituição do medidor. E para residências maiores, que superem 80A, o XHub suporta uma solução TC (Transformador de Corrente) externo. Vale destacar que o XHub é uma plataforma aberta, projetada para se conectar com um ecossistema crescente de casas inteligentes, pois suporta integração direta com tomadas, eletrodomésticos e dispositivos, bem como a integração com inversores que não são SolaX, por meio de cenários de retrofit, o que permite controle unificado mesmo em sistemas fotovoltaicos de marcas diferentes.   O XHub representa um avanço na evolução técnica dos controladores de energia residenciais. Ao integrar interoperabilidade entre múltiplos dispositivos, agendamento baseado em IA, diagnósticos no âmbito de sistema e conformidade com a rede elétrica, ele fornece uma plataforma de controle robusta para atender às demandas operacionais dos modernos sistemas de energia distribuída. À medida que os sistemas de energia residencial transitam para uma maior eletrificação e participação ativa na rede, o SolaX XHub estabelece uma base técnica necessária para uma gestão de energia escalável, inteligente e preparada para o futuro. Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Gestão do Futuro: SolaX XHub chega ao mercado para transformar sistemas solares tradicionais em ecossistemas domésticos inteligentes

  • Hidrogênio ganha velocidade: Guangzhou anuncia maior expansão de frota limpa com tecnologia da Hyundai e parceira chinesa

    A transformação do transporte público na China acaba de ganhar um novo capítulo. Hidrogênio ganha velocidade: Guangzhou anuncia maior expansão de frota limpa com tecnologia da Hyundai e parceira chinesa A cidade de Guangzhou aprovou a incorporação de 224 ônibus movidos a célula de combustível de hidrogênio , uma das maiores aquisições desse tipo já registradas no país. A operação envolve a unidade de hidrogênio da Hyundai instalada na região e o tradicional fabricante chinês Kaiwo Group parceria que vem ganhando relevância no mercado de mobilidade de emissão zero. Com essa nova rodada de compras, a frota estatal de Guangzhou deve receber 249 veículos até o fim de 2025 , reforçando a estratégia local de substituir progressivamente ônibus a diesel por alternativas de zero emissão. A aprovação do modelo ocorreu após uma bateria de avaliações técnicas e comerciais conduzidas pelo grupo estatal responsável pelo sistema de transporte urbano na cidade. Tecnologia de hidrogênio avança no transporte pesado Os novos ônibus têm 8,5 metros de comprimento  e são equipados com um sistema de célula de combustível de 90 kW , com eficiência energética de 64%. Entre os destaques técnicos do modelo estão: Autonomia operacional de até 576 km Reabastecimento em menos de cinco minutos , o que permite rápida volta às rotas Piso baixo e interior otimizado , ampliando acessibilidade e conforto Arquitetura projetada para operações intensivas em corredores urbanos A agilidade no abastecimento e a autonomia ampliada representam diferenciais importantes frente a soluções elétricas convencionais, especialmente em rotas longas e operações de alta demanda. China acelera o plano de hidrogênio como vetor de mobilidade urbana A iniciativa fortalece o posicionamento de Guangzhou como um dos polos mais ativos da China no avanço do hidrogênio para transporte público. A cidade busca consolidar um ecossistema que envolve produção local de sistemas de célula a combustível, fabricação de veículos, infraestrutura de abastecimento e ampliação gradual da frota. A unidade da Hyundai na região, inaugurada em 2023, tornou-se uma peça estratégica nesse movimento, ajudando a viabilizar escalabilidade industrial e redução de custos dois fatores decisivos para a expansão dessa tecnologia. Mercado observa virada estrutural O volume expressivo da encomenda sinaliza que o hidrogênio começa a ocupar espaço real na mobilidade pesada chinesa, especialmente em cidades que buscam: reduzir emissões do transporte público, aumentar a autonomia de operação, minimizar tempo de recarga nas garagens. Para a indústria global, o projeto reforça a tendência de crescimento de frotas movidas a hidrogênio em grandes centros urbanos um indicativo da maturidade tecnológica e da confiança operacional que começa a se consolidar. Hidrogênio ganha velocidade: Guangzhou anuncia maior expansão de frota limpa com tecnologia da Hyundai e parceira chinesa

  • Crise de Talentos no Setor de Energia: Por que 6 em cada 10 empresas já enfrentam falta de profissionais qualificados, segundo relatório da IEA

    Um novo relatório da Agência Internacional de Energia (IEA) acende um alerta global: mesmo com a expansão acelerada da infraestrutura energética, o setor não está conseguindo formar profissionais qualificados no ritmo necessário. A falta de mão de obra especializada já afeta prazos, custos e até a segurança energética de diversos países. Crise de Talentos no Setor de Energia: Por que 6 em cada 10 empresas já enfrentam falta de profissionais qualificados, segundo relatório da IEA Empregos em energia crescem mais que a economia mundial O estudo da IEA mostra que o setor de energia registrou um crescimento de 2,2% no número de empregos em 2024 quase o dobro da média da economia global. Desde 2015, mais de 1,6 milhão de novas vagas qualificadas  foram criadas, impulsionadas por investimentos em eletrificação, energias renováveis e tecnologias industriais emergentes. Eletrificação muda o mapa global do emprego Segundo o relatório, o segmento elétrico geração, transmissão, distribuição e armazenamento tornou-se, pela primeira vez, o maior empregador da cadeia energética. Desde 2020, foram 3,9 milhões de novos postos de trabalho , equivalendo a quase três quartos das vagas criadas no setor. A indústria automotiva elétrica também merece destaque: em 2024, cerca de 800 mil vagas adicionais  surgiram na fabricação de veículos elétricos e baterias. Em grandes polos industriais, como a China, aproximadamente 40% de todas as funções na produção de veículos já estão ligadas diretamente à mobilidade elétrica. Por que 60% das empresas dizem não conseguir contratar? De acordo com a IEA, cerca de 60% das empresas do setor energético  relatam dificuldades para encontrar profissionais qualificados. E o problema não é apenas numérico: faltam competências específicas essenciais para manter o ritmo da transição energética. As funções mais afetadas incluem: Eletricistas especializados Técnicos de linhas de transmissão Instaladores de tubulações Engenheiros de sistemas e infraestrutura Profissionais para instalação de baterias e equipamentos elétricos As áreas técnicas representam mais da metade da força de trabalho da energia — justamente onde a demanda cresce mais rápido. O estudo também identifica barreiras como: Alto custo da formação técnica Falta de conhecimento sobre programas de capacitação Perda salarial durante treinamentos Disputa acirrada por talentos entre segmentos Requalificação é um caminho mas ainda avança lentamente A IEA destaca que dois terços dos trabalhadores de petróleo e gás  têm habilidades que poderiam ser adaptadas para funções em renováveis, armazenamento ou hidrogênio. Apesar disso, a migração ainda ocorre em ritmo inferior ao necessário, em parte devido aos salários mais altos no setor de combustíveis fósseis e nuclear. Como governos e empresas estão reagindo As iniciativas mais comuns identificadas pelo relatório incluem: Incentivos financeiros  para cursos técnicos e profissionalizantes Estágios e bolsas  para novos talentos Campanhas públicas  incentivando carreiras em energia Parcerias entre empresas e instituições de ensino Programas de especialização  conduzidos pela própria indústria Políticas de retenção com salários mais competitivos Mesmo assim, o relatório alerta: essas ações ainda não acompanham a velocidade da transição energética global. Análise do EnergyChannel O relatório da IEA reforça uma tendência clara: a transição energética não depende apenas de tecnologia, investimentos ou políticas depende de pessoas. Sem uma força de trabalho qualificada e numerosa o suficiente, projetos atrasam, custos sobem e objetivos climáticos ficam mais distantes. A corrida por talentos já começou, e quem souber se posicionar agora terá vantagem estratégica nos próximos anos. Crise de Talentos no Setor de Energia: Por que 6 em cada 10 empresas já enfrentam falta de profissionais qualificados, segundo relatório da IEA

  • Coreia do Sul redefine estratégia e lança novo ciclo de expansão realista para a energia eólica offshore

    Em um movimento considerado decisivo para destravar seu potencial energético marítimo, a Coreia do Sul apresentou um plano revisado para acelerar a expansão da energia eólica offshore no país. Coreia do Sul redefine estratégia e lança novo ciclo de expansão realista para a energia eólica offshore A nova diretriz, mais pragmática e alinhada às condições reais do mercado, busca corrigir gargalos que frearam o avanço do setor nos últimos anos — especialmente incertezas regulatórias, conflitos locais e a ausência de uma cadeia de suprimentos competitiva. A iniciativa marca uma inflexão importante na política energética sul-coreana e reforça a intenção do governo de transformar seus vastos recursos marítimos em um motor de crescimento industrial e tecnológico. Novo roteiro: previsibilidade para destravar investimentos O governo anunciou que passará a oferecer um roadmap  mais claro para desenvolvedores e fabricantes, definindo etapas, prazos e zonas preferenciais para implantação dos parques offshore. O objetivo é aumentar a previsibilidade regulatória, reduzir riscos e criar condições para a estruturação de projetos de grande escala. Entre as principais medidas previstas estão: Processos de licenciamento mais ágeis  e com etapas padronizadas. Zonas marítimas pré-selecionadas , com estudos ambientais e técnicos antecipados pelo governo. Modelos de contratação mais competitivos , com foco em estabilidade de receita para novos empreendimentos. A expectativa é que essas mudanças garantam maior confiança aos investidores e permitam ao país retomar o ritmo de expansão observado em outras economias asiáticas. Construção de uma cadeia de suprimentos nacional Outro eixo central do plano é o fortalecimento da indústria local. O governo quer estimular o surgimento de uma cadeia de suprimentos própria, capaz de produzir turbinas, fundações, cabos e embarcações especializadas em escala competitiva. Com isso, além de reduzir custos e dependência internacional, a Coreia do Sul pretende transformar a eólica offshore em um vetor de exportação tecnológica a exemplo do que já alcançou nos setores naval, eletrônico e de baterias. Empresas nacionais já demonstram interesse em ampliar capacidades industriais caso o mercado doméstico apresente previsibilidade suficiente para contratos de longo prazo. Realismo para recuperar a confiança do setor O anúncio vem após anos de metas ambiciosas que não se concretizaram na velocidade esperada. A nova abordagem prioriza metas mais realistas, com foco em viabilidade financeira e maturação gradual dos projetos uma mudança bem recebida por analistas do setor energético. Para especialistas acompanhados pelo EnergyChannel, o redesenho da estratégia indica que Seul reconhece a necessidade de alinhar ambição climática, capacidade industrial e sustentabilidade econômica. A perspectiva agora é que o país retome competitividade frente a vizinhos que avançaram mais rapidamente na energia eólica offshore. O que esperar dos próximos anos Com o novo plano, a Coreia do Sul pretende: Criar um ambiente regulatório estável para projetos de médio e longo prazo. Reduzir custos estruturais por meio da industrialização local. Aumentar a participação da energia offshore na matriz elétrica. Posicionar o país como polo de inovação e exportação na Ásia. Se as medidas forem implementadas com consistência, o país poderá finalmente acionar o “modo aceleração” que vinha sendo prometido agora, com bases técnicas e econômicas mais sólidas. Coreia do Sul redefine estratégia e lança novo ciclo de expansão realista para a energia eólica offshore

  • Heli Brasil, do Grupo KMR, recebe tripla premiação global e apresenta modelo de gestão para mais 180 países

    A divisão de empilhadeiras do Grupo KMR - Heli Brasil, líder em elétricas no mercado nacional, teve seu desempenho reconhecido pela Heli Global, uma das sete maiores fabricantes de empilhadeiras do mundo, durante o Global Dealer Meeting 2025, em Hefei, na China. Heli Brasil, do Grupo KMR, recebe tripla premiação global e apresenta modelo de gestão para mais 180 países A presidente do Conselho do Grupo KMR, Kelly Rech, foi homenageada pessoalmente na abertura da cerimônia pelo presidente da fábrica e foi convidada a palestrar no encerramento do evento, dia de maior prestígio na convenção, apresentando a construção do seu modelo de gestão inovador. Heli Brasil, do Grupo KMR, recebe tripla premiação global e apresenta modelo de gestão para mais 180 países Dezembro, 2025 – A operação de uma empresa brasileira na movimentação de cargas e que também é líder em transição energética intralogística acaba de ganhar mais um status de referência mundial. A Heli Brasil, divisão de empilhadeiras do Grupo KMR, teve seu modelo de gestão e resultados reconhecidos durante o  Global Dealer Meeting 2025 , organizado pela Heli China (Anhui Forklift Group), uma das sete maiores fabricantes de equipamentos do mundo. No evento, realizado em Hefei, na China, com líderes de mais de 180 países, a unidade brasileira recebeu três premiações de muita honra. Além de uma homenagem adicional à presidente do Grupo KMR, Kelly Rech, que também foi convidada a apresentar sua história e metodologia de crescimento e liderança para a rede global de altos executivos. O Brasil no palco global Na ocasião, a presidente do Grupo KMR, Kelly Rech, recebeu uma distinção direta do presidente da Heli China, Mr. Zhou, pela eficiência no comando da operação brasileira. Em cerimônia privada, o time Heli Brasil, headquarter em Itajaí (SC), foi premiado pela solidez e pelo desempenho que garantiu a visibilidade da marca na América do Sul. No encerramento do evento, a Heli Brasil recebeu o prêmio de performance em vendas e engajamento da equipe, validando sua estratégia comercial. Simultaneamente, foram apresentados os indicadores e práticas de eficiência operacional e eletrificação de frotas que tornaram o Brasil uma referência. “Ser reconhecida mais de uma vez por uma fábrica que é destaque global mostra que o que fazemos no Brasil está no mais alto nível de excelência. Fomos à China mostrar que o nosso resultado vem de um time que acredita na eletrificação e na sustentabilidade. Esses prêmios nos motivam a seguir protagonizando essa transformação, trazendo diferenciais aos nossos clientes e ao Brasil, sempre embasada no propósito de gerar oportunidades e transformar vidas”, destaca Kelly Rech. A base do sucesso A validação internacional reflete uma estrutura sólida em terra nacional. Com uma rede de mais de 150 distribuidores de venda e pós-venda pelo Brasil, a Heli Brasil garante capilaridade e pós-vendas para um portfólio de mais de 1.700 modelos, além de buscar continuamente as últimas tecnologias do setor em energia limpa. Internamente, a gestão também foi premiada: a empresa recebeu recentemente o Prêmio Ser Humano 2025 (ABRH-SC), mantendo uma taxa de  turnover  de apenas 3,2%. "Esse reconhecimento reforça que colocar as pessoas no centro das decisões é o caminho certo. Cuidar de quem está dentro é a base para entregar resultados para o mundo", finaliza a presidente do grupo. Sobre o Grupo KMR O Grupo KMR é responsável pela divisão de empilhadeiras da marca Heli no Brasil e pelo fortalecimento da marca no mercado. Com uma rede de mais de 150 distribuidores de venda de máquinas, peças e pós-vendas e cobertura estrategicamente posicionada em todo o território nacional. O grupo garante capilaridade de atendimento e pós-vendas estruturado, com o maior estoque de peças do segmento. Como parceiro comercial da fábrica Anhui Forklift Group (Heli China) que está posicionada entre as sete maiores do mundo, com produção anual superior a 330 mil equipamentos e presença em mais de 180 países, há 14 anos, o Grupo KMR consolidou a marca no Brasil e hoje como líder em empilhadeiras elétricas e pioneira em soluções sustentáveis, oferecendo mais de 1.700 modelos de 1 a 70 toneladas entre equipamentos elétricos, a combustão e rebocadores. Mais informações:   https://helibrasil.com/ Heli Brasil, do Grupo KMR, recebe tripla premiação global e apresenta modelo de gestão para mais 180 países

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