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  • Transição energética na Amazônia: Aggreko integra térmica, solar e BESS e projeta crescimento regional em 2026

    Iniciativas fortalecem o uso de renováveis e ampliam o acesso à energia limpa em comunidades remotas no Norte do Brasil Transição energética na Amazônia: Aggreko integra térmica, solar e BESS e projeta crescimento regional em 2026 2025 marca um ano decisivo para a transição energética da Amazônia. Com projetos híbridos inéditos, novas tecnologias e expansão para dezenas de comunidades isoladas, a Aggreko consolidou avanços que unem redução estrutural de custos, segurança energética e ampliação do uso de renováveis em regiões remotas do Norte do Brasil.   Em agosto, a empresa foi selecionada pela chamada de projetos do Programa de Redução Estrutural de Custos de Geração de Energia na Amazônia Legal e de Navegabilidade dos Rios Madeira e Tocantins (Pró-Amazônia Legal – CGPAL) para os sistemas isolados. Nesta fase, foram contemplados os lotes 1, 2, 3, 4 e 5, que abrangem 24 comunidades do estado do Amazonas, com a previsão de instalação de 109 MWp em geração solar fotovoltaica e 119 MWh em sistemas de armazenamento de energia com baterias (BESS).  O escopo dos projetos da Aggreko selecionados contempla a hibridização de usinas térmicas com sistemas solares fotovoltaicos e baterias de armazenamento em municípios estratégicos. O projeto beneficiará mais de 200 mil pessoas em 24 localidades, entre elas, Benjamin Constant, Tefé e Tabatinga, no estado do Amazonas, promovendo maior segurança energética, sustentabilidade e redução permanente dos custos de geração. Também em junho, a Aggreko deu um passo simbólico na transição energética da região ao inaugurar a primeira usina híbrida do interior do Amazonas, localizada na comunidade de Caiambé, às margens do Rio Solimões, distrito de Tefé. O projeto-piloto já opera plenamente, fornecendo energia confiável e sustentável a centenas de famílias. “O projeto de Caiambé foi um laboratório para testar todas as premissas em tecnologias, implantação e gestão que serão usados pela Aggreko na hibridização da geração térmica com geração renovável e sistemas de armazenamento com baterias. Apesar da nossa experiência global em hibridização, a Amazônia apresenta desafios únicos como logísticos, climáticos e culturais. Desenvolver soluções alinhadas à realidade local e superar essas barreiras é o que faz deste projeto um marco importante”, destaca Cristiano Lopes Saito, diretor de Vendas Utilities da Aggreko no Brasil. Desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e cofinanciado por recursos do programa de P&D da Aneel, o modelo implementado em Caiambé representa um marco para a descarbonização de sistemas isolados. A solução conta com um sistema de controle automatizado e integrado, capaz de gerenciar múltiplas fontes de energia, térmica, solar e baterias, mesmo sob condições climáticas adversas, como os frequentes dias nublados da região. A usina combina 1,4 MW térmico, 373 kWp de potência solar instalada e um sistema de baterias BESS de 1 MW / 500 kWh, que garante estabilidade, eficiência e redução significativa das emissões de gases poluentes. A experiência prática obtida nesse projeto agora orienta a expansão da hibridização para outras usinas que atendem 24 sistemas isolados no Amazonas e pode ser adaptada para iniciativas internacionais e para setores como irrigação, mineração e operações críticas em áreas com acesso limitado ou instável à energia. Os ganhos ambientais esperados com a hibridização incluem a redução de cerca de 37 milhões de litros de diesel por ano e evitar a emissão de cerca de 104 mil toneladas de CO₂ anualmente. “Esse avanço será essencial para impulsionar novos modelos de geração na Amazônia que estão vindo a partir de 2026, abrindo caminho para uma matriz cada vez mais limpa, eficiente e conectada às necessidades da região”, ressalta o diretor. Com um pipeline robusto de oportunidades e focada em compreender as necessidades e desafios de seus clientes, como redução de custos, cumprimento de prazos ou diminuição de emissões, a Aggreko consolida ín i dices de crescimento de 2  dígitos na América Latina nos últimos anos.  Sobre a Aggreko Aggreko é um líder global em soluções de energia, fornecendo soluções modulares de energia e controle de temperatura que podem ser implantadas rapidamente, por quanto tempo forem necessárias. Somos especialistas setoriais altamente qualificados, que combinam nosso conhecimento técnico proprietário em aplicações e capacidade de engenharia para fornecer soluções de energia eficientes, confiáveis e sustentáveis.    Com experiência em trabalhar nos ambientes mais exigentes, estamos disponíveis para os clientes quando eles mais precisam, desde serviços críticos de emergência até soluções de energia de longo prazo. Estamos continuamente investindo em produtos, combustíveis e serviços mais sustentáveis para tornar soluções mais limpas acessíveis aos clientes, ajudando-os em qualquer etapa de sua jornada de transição energética. Fundada em 1962, temos sede no Reino Unido e empregamos mais de 6.800 pessoas em todo o mundo.   Para mais informações, visite nosso site em  Home | Aggreko . Transição energética na Amazônia: Aggreko integra térmica, solar e BESS e projeta crescimento regional em 2026

  • Enertrack entra em 2026 com contratos encaminhados para fornecimento de estruturas solares no Chile, Colômbia e Brasil

    Negociações avançadas em Chile, Colômbia, Brasil e México consolidam a empresa como fornecedora estratégica para usinas de grande porte em 2026; Algoritmos proprietários e engenharia adaptável impulsionam contratos em negociação em diversos países da região. Enertrack entra em 2026 com contratos encaminhados para fornecimento de estruturas solares no Chile, Colômbia e Brasil Brasil, 18 de dezembro de 2025 — A Enertrack Tech, fabricante global de trackers solares e estruturas fotovoltaicas de alta engenharia, avança em sua estratégia de expansão na América Latina e projeta para 2026 um ciclo de forte maturação tecnológica e incremento de competitividade no setor solar regional. Com capacidade produtiva anual de até 16 GW, mais de 90 patentes e 10 GW de fornecimentos acumulados, a empresa reforça sua atuação por meio da divisão Enertrack LatAm, estabelecida para atender demandas específicas de usinas de grande porte e projetos de geração distribuída no Brasil, Cone Sul, Andes e Caribe. Enertrack entra em 2026 com contratos encaminhados para fornecimento de estruturas solares no Chile, Colômbia e Brasil Para 2026, a Enertrack identifica um ambiente favorável à expansão de sistemas utility-scale e híbridos (solar + armazenamento) em toda a América Latina. Fatores determinantes incluem:   Evolução regulatória  no Brasil, Chile e Colômbia, reduzindo incertezas e elevando a previsibilidade dos fluxos de investimento; Crescimento da demanda por sistemas de alto rendimento , impulsionado pela necessidade de otimização do LCOE; Integração crescente com sistemas de armazenamento , que exige compatibilidade direta entre tracker, inversor e projetos híbridos; Expansão contínua da GD , especialmente no Brasil e México, onde a competitividade da instalação em telhados e indústrias segue elevada.   Segundo Diego Silva, diretor da Enertrack LatAm, o cenário regulatório atualizado no Brasil fortalece a confiança dos investidores. “As recentes medidas 1.300 e 1.304 desmistificaram incertezas e reforçam a viabilidade da GD e de projetos centralizados. Nossa avaliação é de que 2026 será um ano de retomada consistente.” Enertrack entra em 2026 com contratos encaminhados para fornecimento de estruturas solares no Chile, Colômbia e Brasil Pipeline comercial e projetos em negociação   Com presença física no continente desde o início de 2025 em São Paulo (Brasil) e Santiago (Chile), a Enertrack já conduz negociações avançadas no Chile e Colômbia, além de propostas em avaliação no Brasil, México, Peru e Caribe. Os projetos abrangem desde usinas acima de 100 MWp até sistemas de média escala voltados para indústrias, agronegócio e complexos comerciais.   O pipeline atual inclui:   Fornecimento de trackers 1P e 2P com operação adaptada a ventos extremos; Estruturas fixas para usinas de grande extensão em terrenos de baixa qualidade geotécnica; Soluções flexíveis para telhados comerciais com vãos ultralongos; Integração com sistemas de armazenamento em mercados regulados que iniciam modernização de suas matrizes.   A estratégia da empresa prevê a ampliação de equipes técnicas locais, com foco em suporte de engenharia, análises estruturais, pré-venda especializada e atendimento pós-venda avançado, aumentando a confiabilidade para EPCs e desenvolvedores.   Diferenciais técnicos: eficiência, controle e adaptação geográfica   A Enertrack destaca como principal diferencial seu sistema de tracking inteligente, que incorpora algoritmos proprietários para cálculo de trajetória, mitigação de sombreamentos e resposta dinâmica a cargas críticas. Os benefícios incluem:   Aumento comprovado de geração  devido ao rastreamento otimizado por “superalgoritmos”; Operação estável em condições extremas , incluindo áreas de alta inclinação, desertos e regiões montanhosas; Arquitetura mecânica robusta , com menor necessidade de manutenção e maior vida útil do conjunto motriz; Compatibilidade ampliada com inversores modernos , permitindo integração direta com sistemas centralizados e string.   “Desenvolvemos trackers capazes de maximizar a performance real em campo, com menor custo operacional ao longo do ciclo de vida do projeto. Esse é um dos pilares competitivos para 2026”, reforça Diego Silva.   Estruturas fixas e sistemas de suporte avançados   A linha de estruturas fixas da Enertrack apresenta soluções para projetos que exigem alta eficiência estrutural, longa vida útil e redução de CAPEX. Entre os principais atributos técnicos:   Vãos ultralongos superiores a 60 m , reduzindo o número de fundações; Resistência a ventos de força 15 , permitindo instalação em ambientes agressivos; Economia de até 50% em aço e fundações , gerando vantagens significativas no LCOE; Zero deflexão na instalação dos módulos , garantindo uniformidade, segurança e melhor aproveitamento energético.   As estruturas são desenvolvidas em módulos leves e de rápida montagem, atendendo necessidades de EPCs que buscam otimização de cronogramas e redução de custos logísticos.   Estratégia regional e perspectiva para 2026   A Enertrack considera a América Latina um dos mercados solares mais estratégicos do mundo para 2026, impulsionado pelo aumento da demanda por soluções de alta eficiência e pelo crescimento de projetos híbridos. Embora sujeita a ciclos políticos, a diversidade regulatória da região cria redundância e flexibilidade comercial.   “Trabalhamos com foco na engenharia e na entrega. Acreditamos que, mesmo com oscilações políticas, sempre há um mercado em aceleração no continente. Nossa meta para 2026 é consolidar a Enertrack como referência técnica e comercial em trackers e estruturas avançadas na América Latina”, conclui o diretor. Enertrack entra em 2026 com contratos encaminhados para fornecimento de estruturas solares no Chile, Colômbia e Brasil   Sobre a Enertrack Tech A Enertrack Tech é fabricante global de trackers solares, estruturas fixas e sistemas de suporte fotovoltaico, com sede em Hefei, China, e atuação em todos os continentes. Com mais de 20 anos de experiência, acumula 90 patentes, 10 GW de entregas e capacidade produtiva de 16 GW por ano. A Enertrack LatAm coordena operações comerciais, engenharia e atendimento técnico na América Latina e Caribe. Enertrack entra em 2026 com contratos encaminhados para fornecimento de estruturas solares no Chile, Colômbia e Brasil

  • Ford revê estratégia elétrica após perdas bilionárias e redesenha seu futuro na mobilidade

    Reestruturação profunda, ajustes industriais e pressão global colocam em xeque o ritmo da eletrificação na tradicional montadora americana Crédito, Ford: Ford revê estratégia elétrica após perdas bilionárias e redesenha seu futuro na mobilidade A Ford atravessa um dos momentos mais delicados de sua história recente ao reconhecer, de forma explícita, que sua aposta acelerada em veículos 100% elétricos não entregou os resultados financeiros esperados. A montadora anunciou uma baixa contábil acumulada de aproximadamente US$ 19,5 bilhões  relacionada a investimentos em eletrificação, ao mesmo tempo em que revisa cronogramas, cancela projetos e redefine prioridades para os próximos anos. O movimento não representa uma saída completa da eletrificação, mas sinaliza uma mudança estrutural de rota , com impactos diretos sobre produtos, fábricas, concessionárias e a própria posição da Ford no cenário automotivo global. O peso financeiro da eletrificação acelerada Nos últimos anos, a Ford direcionou volumes recordes de capital para o desenvolvimento de plataformas elétricas, novas fábricas, baterias e software. O problema é que a curva de adoção do mercado não acompanhou o ritmo desses investimentos. Modelos estratégicos como a F-150 Lightning  e o Mustang Mach-E , lançados como símbolos da nova Ford elétrica, enfrentaram: Custos de produção elevados, especialmente em baterias Margens negativas persistentes Ajustes frequentes de preço para estimular a demanda Volumes abaixo das projeções iniciais O resultado foi um desequilíbrio claro entre investimento, escala e rentabilidade, levando a empresa a reconhecer perdas significativas em seu braço de veículos elétricos. Rentabilidade em xeque e revisão de portfólio A dificuldade de transformar volume em lucro expôs um desafio central: vender veículos elétricos não é sinônimo de ganhar dinheiro com eles . No caso da Ford, cada unidade elétrica vendida ainda representa prejuízo operacional, sobretudo nos segmentos de picapes e SUVs. Diante desse cenário, a empresa optou por: Cancelar ou adiar projetos de veículos elétricos de grande porte , considerados caros e de retorno incerto Priorizar modelos com autonomia estendida , combinando motores elétricos com sistemas de geração auxiliar Reduzir a dependência exclusiva de arquiteturas 100% elétricas no curto prazo A estratégia passa a ser mais pragmática: eletrificar onde faz sentido econômico, sem abrir mão de soluções híbridas e de transição. Concessionárias: um elo frágil da cadeia elétrica Outro ponto crítico tem sido o relacionamento com a rede de concessionárias. A eletrificação exige investimentos adicionais em infraestrutura, treinamento e adaptação de processos, algo que nem todas as revendas estavam dispostas ou capacitadas a assumir. Além disso, veículos elétricos demandam: Menos manutenção Menor giro de serviços pós-venda Modelos de negócio ainda em consolidação Isso reduziu o entusiasmo de parte da rede, criando atritos comerciais e dificuldades na expansão das vendas, especialmente fora dos grandes centros urbanos dos Estados Unidos. Pressões políticas e o contexto industrial dos EUA A reavaliação da Ford ocorre em um momento de incerteza política e regulatória nos Estados Unidos . Incentivos federais à eletrificação, regras de conteúdo local e políticas industriais passaram a ter peso decisivo nas decisões das montadoras. Ao mesmo tempo, a indústria americana enfrenta concorrência crescente de fabricantes asiáticos especialmente chineses que avançam rapidamente em escala, custo e domínio da cadeia de baterias. Nesse contexto, a Ford busca proteger sua base industrial, preservar empregos e manter competitividade global, mesmo que isso signifique desacelerar a eletrificação pura no curto prazo. Impactos de curto prazo: ajustes e contenção No horizonte imediato, os efeitos da nova estratégia incluem: Redução de investimentos em projetos elétricos de alto risco Foco em eficiência operacional e controle de custos Ajustes de produção e capacidade instalada Comunicação mais cautelosa com investidores e mercado A prioridade passa a ser estancar perdas , reorganizar o portfólio e ganhar tempo para que tecnologia, custos e mercado entrem em maior equilíbrio. Impactos de longo prazo: uma Ford mais cautelosa e mais seletiva No longo prazo, a decisão pode redefinir o papel da Ford na transição energética. Em vez de liderar a corrida elétrica a qualquer custo, a empresa sinaliza que pretende: Avançar de forma gradual e financeiramente sustentável Apostar em soluções híbridas, elétricos de autonomia estendida e software Preservar sua força histórica em picapes, comerciais leves e frotas Manter flexibilidade tecnológica diante de um mercado ainda em transformação O risco é perder protagonismo frente a concorrentes que conseguem escalar elétricos com margens mais competitivas. A oportunidade, por outro lado, está em evitar erros estruturais irreversíveis e garantir sobrevivência industrial no longo prazo. Uma transição menos ideológica, mais econômica A reavaliação da Ford expõe uma realidade cada vez mais clara no setor automotivo global: a transição energética não é apenas tecnológica, mas profundamente econômica . Eletrificar é inevitável, mas o caminho até lá será menos linear do que muitos imaginaram. Para a Ford, o desafio agora é provar que consegue aprender com os erros, ajustar o curso e seguir relevante em um mercado onde eficiência, escala e estratégia financeira pesam tanto quanto inovação. O futuro elétrico continua no radar mas, desta vez, com os pés no chão. Ford revê estratégia elétrica após perdas bilionárias e redesenha seu futuro na mobilidade

  • Novo elétrico compacto da GWM chega à China com preço agressivo e autonomia de até 580 km

    Ora 5 inaugura nova fase da submarca elétrica com foco em volume, tecnologia embarcada e custo competitivo Novo elétrico compacto da GWM chega à China com preço agressivo e autonomia de até 580 km A GWM acaba de iniciar, na China, as vendas do Ora 5 , um SUV compacto 100% elétrico que marca o primeiro lançamento inédito da submarca Ora em mais de dois anos. O modelo chega ao mercado com uma estratégia clara: combinar autonomia elevada, pacote tecnológico avançado e preço extremamente competitivo , mirando grandes volumes de vendas no maior mercado de veículos elétricos do mundo. Novo elétrico compacto da GWM chega à China com preço agressivo e autonomia de até 580 km Mesmo ainda restrito ao mercado chinês, o Ora 5 chama atenção por valores promocionais que partem de 91.800 yuans  (cerca de US$ 13 mil ), patamar incomum para um elétrico com autonomia próxima a 500 km no ciclo chinês. A oferta inicial é válida até o fim de dezembro e posiciona o modelo como um dos EVs mais agressivos da categoria em custo-benefício. Novo elétrico compacto da GWM chega à China com preço agressivo e autonomia de até 580 km Autonomia acima da média e cinco versões Ao contrário do que se poderia esperar de um elétrico de entrada, o Ora 5 não aposta em baterias pequenas. A versão básica já entrega 480 km de autonomia , enquanto as configurações superiores chegam a 580 km , reforçando a proposta de uso urbano e rodoviário sem ansiedade de recarga. O modelo é oferecido em cinco versões , com diferenças de autonomia e equipamentos: Air  – 480 km Pro  – 480 km Max  – 580 km LiDAR  – 480 km LiDAR Long Range  – 580 km As versões com LiDAR se destacam pelo pacote de assistência avançada à condução, reforçando a aposta da GWM em tecnologias de direção inteligente mesmo em veículos de preço mais acessível. Novo elétrico compacto da GWM chega à China com preço agressivo e autonomia de até 580 km Bateria da SVOLT e foco em integração tecnológica Um dos pontos técnicos mais relevantes do lançamento é a escolha do fornecedor de baterias. Em vez de recorrer à tradicional CATL, a GWM optou por células fornecidas pela SVOLT Energy , empresa do próprio ecossistema do grupo, especializada em baterias de íons de lítio para veículos elétricos. No campo da condução assistida, o Ora 5 utiliza o sistema Coffee Pilot Ultra , plataforma ADAS proprietária da marca, capaz de operar em ambientes urbanos e rodoviários. Nas versões mais completas, o conjunto inclui sensores avançados e LiDAR, reforçando recursos de segurança ativa e automação. Dimensões e posicionamento O Ora 5 se enquadra no segmento de SUVs compactos, com proporções alinhadas ao uso familiar e urbano: Comprimento:  4.471 mm Largura:  até 1.844 mm Altura:  1.641 mm Entre-eixos:  2.720 mm O entre-eixos generoso sugere bom aproveitamento do espaço interno, enquanto o desenho segue a identidade visual mais moderna e minimalista adotada pela Ora nos últimos anos. E o Brasil? Ainda sem confirmação Apesar do interesse crescente por veículos elétricos no Brasil e da presença consolidada da GWM no mercado nacional , não há confirmação oficial  sobre a chegada do Ora 5 ao país. A marca tem priorizado, até o momento, modelos eletrificados de maior porte e híbridos, avaliando cuidadosamente o equilíbrio entre preço, infraestrutura de recarga e perfil do consumidor brasileiro. Ainda assim, o posicionamento do Ora 5 com autonomia elevada, dimensões compatíveis com o uso urbano e potencial para produção em larga escala coloca o modelo no radar  como um possível candidato futuro, caso a estratégia de eletrificação da GWM avance para veículos 100% elétricos mais acessíveis no Brasil. Um sinal claro do rumo do mercado O lançamento do Ora 5 reforça uma tendência cada vez mais evidente no mercado chinês: veículos elétricos deixando de ser nicho para se tornarem produtos de massa , com preços próximos aos de modelos a combustão e pacotes tecnológicos antes restritos a segmentos premium. Para mercados emergentes como o Brasil, o Ora 5 funciona como um termômetro do que pode chegar nos próximos anos elétricos mais baratos, mais completos e pensados para escala. O desafio, por aqui, segue sendo alinhar custo, política industrial e infraestrutura para transformar essa tendência global em realidade local. Novo elétrico compacto da GWM chega à China com preço agressivo e autonomia de até 580 km

  • Brasil leva expertise meteorológica para geração de energia solar na Islândia

    Por: João Hackerott, CEO da Tempo OK | Jorge Rosas, meteorologista da Tempo OK Previsões precisas são os dados essenciais para tomar melhores decisões estratégicas. Assim como no xadrez, para vencer é preciso entender como cada peça se movimenta, planejar ataques e defesas a longo prazo, antecipar os movimentos do adversário, evitar decisões impulsivas e contar com experiência e prática. Da mesma forma, para explorar o potencial solar de um país como a Islândia, é necessário conhecer detalhadamente a “posição das peças”: a intensidade da radiação, a topografia, a melhor orientação dos painéis e as condições climáticas ao longo do ano. Sem essas informações, qualquer investimento se torna arriscado e pouco eficiente. E, para desenvolver um sistema direcionado de previsões, esta ilha de clima rigoroso no norte da Europa conta com a experiência de meteorologistas da Tempo OK, aqui do Brasil, que sabem muito bem como cada detalhe do tempo influencia a geração fotovoltaica. É exatamente para fornecer essa visão completa que a Tempo OK, em parceria com a Belgingur, desenvolveu uma nova base de dados de radiação solar para a Islândia. Com mais de 30 anos de histórico e resolução de 2 km, a plataforma permite analisar o potencial solar de cada região do país, considerando fatores como topografia e geometria dos painéis, como um jogador de xadrez que enxerga todo o tabuleiro antes de cada movimento. Essa precisão possibilita a criação de mapas solares detalhados e eficazes para orientar a instalação de projetos e maximizar o aproveitamento da energia solar. Além disso, é possível realizar a prospecção solar para qualquer ponto da Islândia, garantindo uma análise confiável e otimizada do potencial energético. A base integra dados do modelo WRF, observações de satélites de órbita polar, modelos digitais de elevação (DEM) e técnicas avançadas de deep learning, proporcionando uma visão completa e detalhada do potencial solar no país. A Islândia é um país nórdico insular no Atlântico Norte. Atualmente, devido à localização geográfica próxima ao Polo Norte, não há satélites geoestacionários que possam fornecer dados completos e de alta resolução (conforme Figura 1). Os dados disponíveis provêm de satélites de órbita polar, com baixa frequência de atualização, o que dificulta a criação de mapas solares precisos e abrangentes.   Figura 1:  Napa de radiação solar global. Fonte: Global Solar Atlas ( https://globalsolaratlas.info ). Acessado em: 16/12/2025. Apesar disso, a Islândia já se destaca como referência mundial em energias renováveis, com destaque para a energia geotérmica e hidrelétrica. A capital, Reykjavik, é um exemplo dessa liderança: é uma das cidades mais limpas do mundo em termos de emissões de CO₂ e possui o maior sistema de aquecimento geotérmico do planeta, fornecendo calor natural a residências e edifícios desde 1930. Entre 1944 e 2006, o país conseguiu reduzir 110 milhões de toneladas de CO₂, evitando cerca de 4 milhões de toneladas de emissões anuais. Com a nova base de dados de radiação solar, especialistas esperam que a Islândia possa explorar também o seu potencial solar de maneira mais estratégica e eficiente, impulsionando a expansão das energias renováveis. No caso do Brasil, temos orgulho de ver nossa expertise tecnológica e analítica sendo reconhecida mundo afora e reforçando o papel do país como referência em inovação energética. Por: João Hackerott, CEO da Tempo OK Por João Hackerott é meteorologista, doutor em Ciências Atmosféricas (USP/UiB-Noruega) e CEO da Tempo OK, uma das maiores empresas de meteorologia do Brasil. Lidera o fornecimento de dados climáticos para +70 comercializadoras, +10 distribuidoras e +600 usinas eólicas e solares. É especialista em modelagem numérica, geração renovável e eventos extremos, com atuação técnica no Brasil e no exterior. Jorge Rosas Por Jorge Rosas é meteorologista na Tempo OK e possui mestrado e doutorado em Meteorologia pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), com foco nos efeitos das nuvens sobre a radiação solar. Com uma sólida experiência em pesquisa, Jorge atuou como Assistente de Pesquisa no Grupo de Óptica Atmosférica de Camagüey, em Cuba, onde investigou o comportamento de aerossóis, nuvens e vapor d'água, analisando seus impactos na radiação solar e utilizando modelos avançados de simulação atmosférica Brasil leva expertise meteorológica para geração de energia solar na Islândia

  • Entidades do setor de resíduos, energético e agroindustrial defendem revisão metodológica das metas de biometano na Consulta Pública nº 199

    A ABREN, a ABAG, a ABPA, a Asgav/Sipargs e o CEISE Br apresentaram nesta quarta-feira (17) um position paper com contribuições técnicas para definição das metas de redução de emissões de gases de efeito estufa associadas ao biometano a partir de 2026 Entidades do setor de resíduos, energético e agroindustrial defendem revisão metodológica das metas de biometano na Consulta Pública nº 199 Brasília (DF), 17 de dezembro de 2025 –  A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN), a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs) e o Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), entidades que representam os setores de resíduos, energia  e agroindústria, apresentaram hoje (17/12) um position paper conjunto ,   disponível aqui , no âmbito da Consulta Pública nº 199, conduzida pelo Ministério de Minas e Energia (MME), com contribuições técnicas para definição das metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) associadas ao biometano a partir de 2026. O documento destaca que a Lei nº 14.993/2024 (Lei do Combustível do Futuro) estabelece metas de descarbonização expressas em CO₂ equivalente (CO₂eq), e não em métricas puramente volumétricas. Nesse sentido, as entidades defendem que a metodologia regulatória preserve a integridade climática da política pública, assegurando que a mensuração das metas reflita reduções reais e efetivas de emissões. O position paper  enfatiza que o potencial de mitigação do biometano varia significativamente conforme a rota de produção e a eficiência de captura do metano. Em especial, aponta que a biodigestão anaeróbia controlada, realizada em sistemas fechados e herméticos, apresenta elevada eficiência de captura e menor intensidade de emissões, devendo ser diferenciada do biogás de aterros sanitários no desenho regulatório. As entidades alertam que a equiparação regulatória entre diferentes rotas de produção, sem considerar sua intensidade de carbono, pode distorcer os objetivos da política de descarbonização e contrariar o parâmetro legal estabelecido em CO₂eq. Desta forma, defendem que instrumentos como o Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB) incorporem critérios de rastreabilidade e diferenciação por origem, com base em dados reais de emissões. O documento ressalta ainda o potencial brasileiro de biogás, estimado em 84,6 bilhões de m³ por ano, majoritariamente oriundo de resíduos agropecuários e agroindustriais, e destaca a importância da biodigestão anaeróbia como solução que transforma passivos ambientais em ativos energéticos, contribuindo para a mitigação do metano e para o fortalecimento das economias locais. Ao final, as entidades recomendam a revisão da metodologia proposta, com a adoção de fatores de emissão alinhados às diretrizes internacionais, a valorização econômica do biometano de menor pegada de carbono e o respeito ao parâmetro legal de CO₂eq, de forma a garantir segurança jurídica, efetividade climática e alinhamento do Brasil aos compromissos internacionais assumidos no âmbito do Acordo de Paris e do Global Methane Pledge. Para Yuri Schmitke, presidente da ABREN, “ o biometano desponta como o combustível do futuro, com papel estratégico na descarbonização dos transportes e na substituição do diesel e do gás natural fóssil. O próximo ano é de grande importância para esse setor, pois entra em vigor o Certificado de Origem do Biometano. Diante desse contexto, seu potencial de mitigação depende diretamente da origem da matéria-prima e da eficiência do processo de captura de metano. Nesse sentido, o reconhecimento das diferenças entre as rotas de produção biodigestão anaeróbia controlada e biogás de aterro sanitário é essencial para garantir que a política pública de descarbonização seja justa, científica e efetiva ”. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. Entidades do setor de resíduos, energético e agroindustrial defendem revisão metodológica das metas de biometano na Consulta Pública nº 199

  • Rio de Janeiro entra em Estágio 2 de alerta devido às chuvas intensas

    A capital fluminense registrou chuva forte durante a madrugada desta quarta-feira (17), que provocou alagamentos. queda de árvores e levou à ativação do Estágio 2 de atenção meteorológica pelo Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio). Rio de Janeiro entra em Estágio 2 de alerta devido às chuvas intensas Uma frente fria passou pelo Sudeste do Brasil e foi responsável pelos temporais que atingiram o Rio de Janeiro na madrugada da quarta-feira (17), com acumulados bastante elevados e diversos transtornos pela capital fluminense. Pelas estações meteorológicas da Plataforma TOKview é possível verificar que o volume de chuva, em 24h, superou a média climatológica de dezembro (aproximadamente 130mm) em vários pontos da cidade. A capital fluminense chegou a entrar em Estágio 2 de alerta devido a alta taxa de precipitação. O estágio 2 é um  nível de atenção  de uma escala que vai de 1 a 5, que indica risco de ocorrências de alto impacto na cidade e potencial de agravamento de transtornos, neste caso causados por chuva e vento fortes e funciona como uma orientação à população para redobrar cuidados, acompanhar alertas oficiais e evitar deslocamentos desnecessários. Rio de Janeiro entra em Estágio 2 de alerta devido às chuvas intensas Em diferentes bairros houve relatos de ruas alagadas logo no início do dia, e equipes da prefeitura foram acionadas para retirar árvores caídas e atender ocorrências emergenciais.  Previsão para os próximos dias A previsão da Tempo OK indica que a maior chuva já passou, mas as instabilidades devem continuar ao longo dos próximos dias, com céu nublado a encoberto e chuvas em diversos momentos devido à circulação de ventos úmidos do mar, especialmente na quinta-feira (18) e ainda a prevsença da frente fria, que mamtêm uma condição favorável para formação de nebulosidade. Os meteorologistas alertam que, apesar de não ser esperado uma grande quantidade de chuva, ainda há risco para transtornos até a sexta-feira (19), devido ao solo encharcado e vulnerável. Rio de Janeiro entra em Estágio 2 de alerta devido às chuvas intensas

  • Atlas Renewable Energy é reconhecida por excelência em saúde e segurança do trabalho

    Revista Proteção premia o programa Safety School por promover a cultura de prevenção no trabalho e fortalecer a conscientização sobre riscos Atlas Renewable Energy é reconhecida por excelência em saúde e segurança do trabalho São Paulo, Brasil, 17 de dezembro de 2025  – A Atlas Renewable Energy, líder internacional em soluções de energia renovável, recebeu da revista Proteção o Prêmio Prata na categoria “Treinamento e Comunicação em Saúde e Segurança do Trabalho” pelo caso “Pontos Cegos: Uma Experiência na Perspectiva de Outra Pessoa”. Este prêmio, um dos mais prestigiados do Brasil, destaca o compromisso da empresa com práticas de segurança inovadoras, centradas no ser humano. O reconhecimento reforça o impacto do treinamento Pontos Cegos da Atlas, um programa experimental desenvolvido para aumentar a conscientização sobre os riscos críticos envolvendo máquinas pesadas e trabalhadores em campo. A iniciativa faz parte do programa Safety School da Atlas, lançado em 2022 para fortalecer a cultura de prevenção em todos os seus projetos. No entanto, o prêmio reconhece especificamente a eficácia e os resultados do treinamento Pontos Cegos, reafirmando a abordagem de gestão de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) da empresa centrada nas pessoas e com foco em resultados. Essa abordagem está alinhada à visão da Atlas de excelência na execução, apoiada por programas de treinamento avançados, uma forte cultura de prevenção e governança que engloba múltiplos níveis da empresa. Em todas as etapas do ciclo de vida do projeto, a empresa aplica procedimentos uniformes, padrões globais e supervisão consistente para garantir qualidade, coerência e segurança em todos os mercados em que atua. O compromisso da Atlas com a segurança é evidente não somente na escala das suas operações de SST, mas também no rigor de seus processos. A empresa mantém uma equipe global de 120 profissionais de SST, dos quais 88 atuam oferecendo suporte exclusivamente às operações no Brasil. Entre 2023 e 2024, a Atlas forneceu mais de 94 mil horas de treinamento sobre áreas importantes como resposta a emergências, liderança em segurança e conformidade com os padrões corporativos. Os resultados obtidos neste período mostram um progresso significativo no desempenho de segurança e na maturidade operacional da organização. A Atlas apresentou queda de 57% na sua taxa de eventos registráveis (incluindo tratamento médico, trabalho restrito, acidentes com afastamento e fatalidades). A empresa também apresentou redução de 78% na taxa de acidentes com afastamento e redução de 89% na taxa de gravidade.  Nos projetos solares, que normalmente são executados em prazos curtos e dependem muito da mão de obra local, é essencial estabelecer rapidamente uma cultura de prevenção na segurança do trabalho. Além disso, a ausência de uma base sólida desde o início pode aumentar a probabilidade de incidentes. Por esse motivo, o programa Safety School, combinado a iniciativas como o ‘Pontos Cegos’, fortaleceu a cultura de prevenção desde o início, aplicando metodologias modernas e uma abordagem centrada nas pessoas para acelerar a implementação de práticas seguras em campo, tanto dentro quanto fora das operações da Atlas, pois várias empresas contratadas também adotaram o treinamento como parte obrigatória das suas atividades. Embora esse reconhecimento tenha vindo de iniciativas desenvolvidas no Brasil, a Atlas estabeleceu um padrão global de saúde e segurança que se aplica a todos os seus projetos. Essa consistência, alinhada ao seu Sistema de Gestão de Saúde e Segurança baseado na ISO 45001, garante que práticas e ferramentas comprovadas de uma região fortaleçam a cultura de prevenção, consolidem comportamentos seguros e elevem a maturidade operacional das equipes e dos contratados em todas as regiões onde a empresa atua.   Sobre a Atlas Renewable Energy   A Atlas Renewable Energy é uma empresa internacional de geração de energia renovável com mais de 8,4 GW em sua base de ativos. Desde 2017, a Atlas é especializada no desenvolvimento, financiamento, construção e operação de projetos de energia renovável de grande escala.   Com forte presença na América Latina, a Atlas possui profissionais experientes com amplo conhecimento do mercado de energia global, além de um sólido histórico em práticas de ESG e desenvolvimento sustentável. A estratégia da empresa tem como foco auxiliar empresas de grande porte em sua transição para energia limpa, garantindo soluções confiáveis, inovadoras e de impacto positivo nas comunidades onde a Atlas atua.   Veja mais informações em  www.atlasrenewableenergy.com . Atlas Renewable Energy é reconhecida por excelência em saúde e segurança do trabalho

  • Schneider Electric lança a plataforma One Digital Grid para ajudar concessionárias a modernizar as operações e enfrentar os custos de energia

    Plataforma com IA integra planejamento, operações e gestão de ativos sem a necessidade de substituir sistemas existentes; Fornece estimativas de restauração de energia em tempo real - inclusive para tempestades e desligamentos por segurança pública - melhorando a comunicação e a transparência com os clientes Schneider Electric lança a plataforma One Digital Grid para ajudar concessionárias a modernizar as operações e enfrentar os custos de energia São Paulo, dezembro de 2025  – A Schneider Electric, líder global em tecnologia de energia, anuncia a disponibilidade da One Digital Grid Platform - plataforma unificada de software habilitada por inteligência artificial (IA) projetada para ajudar concessionárias a se modernizarem de forma mais rápida, fortalecer a resiliência da rede e reduzir custos de energia. A novidade foi lançada simultaneamente na Espanha durante o Enlit Europe - que reuniu mais de 15 mil profissionais de 130 países - e o Innovation Summit North America, da Schneider Electric, em Las Vegas (EUA), que contou com mais de 2.500 líderes empresariais e inovadores para acelerar soluções práticas rumo a um futuro energético mais resiliente, acessível e inteligente. A One Digital Grid Platform combina planejamento, operações e gestão de ativos em uma plataforma modular com IA desenvolvida para concessionárias de modo a gerar inovação sem investimentos caros em infraestrutura. A plataforma oferece ferramentas integradas para aumentar a confiabilidade, aprimorar a eficiência e melhorar a comunicação com os clientes. “A eletricidade impulsiona o progresso, e o mundo de hoje exige mais do que apenas fornecimento - exige resiliência, confiabilidade e sustentabilidade”, diz Frédéric Godemel, vice-presidente Executivo de Gestão de Energia da Schneider Electric. “Com a One Digital Grid Platform, estamos capacitando concessionárias a aproveitar todo o potencial da tecnologia, transformando infraestrutura antiga em redes inteligentes e preparadas para o futuro. É assim que construímos uma rede que não só mantém as luzes acesas, mas impulsiona a descarbonização e entrega energia acessível para todos.” Atendendo ao aumento da demanda energética dos EUA Segundo o Sustainability Research Institute da Schneider Electric, a instabilidade da rede elétrica custa bilhões às empresas americanas todos os anos. Modelagens mostram que o país precisará adicionar entre 1 mil e 2 mil terawatts-hora (TWh) de eletricidade por década para atender à demanda crescente de computação em IA, manufatura e eletrificação. (Para referência: 1 TWh abastece cerca de 90 mil residências por um ano.) Para enfrentar esse desafio, os Estados Unidos precisam expandir rapidamente a capacidade por meio de geração distribuída, aperfeiçoar a eficiência energética com tecnologias digitais e modernizar a rede. A One Digital Grid Platform é uma solução crítica para superar esse desafio extraordinário. “Sem uma ação rápida, os EUA correm o risco de enfrentar gargalos na rede, crises de acessibilidade e perda de oportunidades econômicas”, afirma Ruben Llanes, CEO de Digital Grid da Schneider Electric. “Nossa nova plataforma fornece a inteligência, velocidade e flexibilidade necessárias para modernizar operações, integrar renováveis e ampliar capacidades avançadas, a fim de ajudar concessionárias a diminuir apagões custosos e melhorar a estabilidade da rede. É possível fortalecer a rede hoje e adaptar soluções às necessidades de cada operação, criando a base para um ecossistema energético conectado e inteligente.” Desbloqueando o poder da IA para uma rede mais confiável Construída com base no EcoStruxure™ ADMS, DERMS e ArcFM da Schneider Electric, a nova plataforma utiliza IA e dados em tempo real para acelerar a resposta a interrupções e aprimorar a comunicação. Os novos recursos habilitados por IA incluem: Estimated Time of Restoration (ETR):  quando a energia cai devido a tempestades, incêndios florestais ou desligamentos preventivos de segurança pública, o ETR fornece estimativas de restauração oportunas e baseadas em dados, ajudando clientes a se manterem informados e preparados. Ele utiliza dados em tempo real da rede, previsões meteorológicas, disponibilidade de equipes e padrões históricos de falhas para estmar e atualizar os tempos de restauração. Esse recurso também se integra às ferramentas de preparação para tempestades da AiDASH. Grid AI Assistant:  integrado ao EcoStruxure™ ADMS, disponibiliza suporte a soluções em tempo real e otimiza o desempenho da rede. Ele simplifica fluxos de trabalho e tomadas de decisão dos operadores, auxiliando concessionárias a responder de forma mais rápida e eficaz. Ajuste de Modelo de Rede com IA:  utiliza a IA para alinhar dados de mapeamento, operação e clientes, detectando e corrigindo discrepâncias entre o modelo digital da rede e as condições reais. Isso melhora a precisão, incrementa a confiabilidade e reduz custos operacionais. Flexibilidade Cloud + On-Prem para concessionárias Desenvolvida pela Schneider Electric, a plataforma opera no Microsoft Azure - uma base segura e escalável de nuvem híbrida para modernização da rede. A Schneider Electric integra Azure OpenAI, Defender for IoT, Sentinel e Azure Arc para oferecer escalabilidade em nuvem, cibersegurança e processamento de dados em tempo real necessários para operações dinâmicas da rede e insights orientados por IA. “Juntamente com a Schneider Electric, estamos levando o poder do Microsoft Azure e da IA para ajudar concessionárias a inovar mais rapidamente, diminuir interrupções e melhorar a eficiência”, explica Darryl Willis, vice-presidente Corporativo de Energia & Indústria de Recursos da Microsoft. “Essa colaboração oferece inteligência em tempo real para aprimorar a confiabilidade, acelerar a adoção de energias limpas e fortalecer a resiliência da rede para comunidades e empresas.” Capacidades comprovadas de smart grid com resultados reais A nova plataforma se baseia em décadas de liderança da Schneider Electric em software para redes e impacto real no setor. Concessionárias que utilizam o ADMS da empresa - parte central da plataforma - alcançaram, segundo estudo recente da Forrester Consulting: 184% de ROI US$ 62 milhões em benefícios financeiros US$ 40 milhões em ganho líquido Retorno em 16 meses Além dos retornos financeiros, concessionárias relatam melhorias operacionais mensuráveis: Até 20% menos penalidades por interrupções graças à resposta mais rápida e à automação Economia de tempo de até 65% para operadores de salas de controle Equipes de campo identificaram e resolveram problemas até 35% mais rápido Cibersegurança robusta para proteger infraestruturas críticas A One Digital Grid Platform já está disponível globalmente. Sobre a Schneider Electric A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo  eficiência  e  sustentabilidade  por meio da eletrificação, automação e digitalização de indústrias, negócios e residências. Suas tecnologias permitem que  edifícios ,  data centers ,  fábricas ,  infraestruturas  e  redes  funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, aumentando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas impulsionados por inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil colaboradores e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como  uma das empresas mais sustentáveis do mundo . www.se.com Schneider Electric lança a plataforma One Digital Grid para ajudar concessionárias a modernizar as operações e enfrentar os custos de energia

  • Cursos e certificações que impulsionam carreiras femininas nas energias renováveisNR-10, NR-35, PVsyst, O&M, Gestão Ágil, Inspeções (termografia e drones), Mercado Livre de Energia (ACL), ESG, BESS

    Por Kátia Rezende Moreira A transição energética tem ampliado de forma significativa o espaço para mulheres nas áreas técnica, estratégica e de liderança. A qualificação correta acelera a empregabilidade, fortalece a autonomia profissional e abre portas para atuação em projetos de maior valor agregado. Cursos e certificações que impulsionam carreiras femininas nas energias renováveisNR-10, NR-35, PVsyst, O&M, Gestão Ágil, Inspeções (termografia e drones), Mercado Livre de Energia (ACL), ESG, BESS A seguir, estão os principais cursos e certificações que hoje impulsionam carreiras femininas no setor de energias renováveis, com foco no que aprender, por que importa e onde buscar, incluindo opções gratuitas ou de baixo custo. NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade O que o curso cobre:  fundamentos de segurança elétrica, análise e controle de riscos, procedimentos de trabalho seguro, documentação obrigatória, planos de emergência e responsabilidades legais. Por que importa:  é obrigatória para qualquer profissional que atue com eletricidade. A NR-10 aumenta a empregabilidade em O&M, comissionamento, inspeções e atividades de campo. Onde encontrar:  SENAI (presencial e EAD), instituições técnicas regionais e o texto oficial no portal gov.br . Gratuito:  o conteúdo da norma e cartilhas oficiais são públicos. Cursos com certificado oficial geralmente são pagos, mas programas públicos, sindicatos e prefeituras frequentemente oferecem turmas subsidiadas. NR-35 – Trabalho em Altura O que o curso cobre:  planejamento e análise de risco, sistemas de ancoragem, uso de EPIs, proteção coletiva, resgate e inspeção de equipamentos. Inclui carga horária mínima e parte prática obrigatória. Por que importa:  requisito legal para atuação em telhados, estruturas metálicas, usinas solares, torres e inspeções. Sem NR-35, muitas vagas de campo ficam inacessíveis. Onde encontrar:  SENAI, SESI e empresas especializadas em segurança do trabalho. Gratuito:  materiais técnicos e cartilhas são gratuitos; cursos práticos certificados costumam ser pagos. PVsyst – Simulação e Dimensionamento de Usinas Fotovoltaicas O que o curso cobre:  dimensionamento de sistemas FV, análise de sombreamento e perdas, modelagem 3D, curva IV, estimativa de produção, relatórios técnicos e noções de análise econômica. Por que importa:  o PVsyst é referência internacional para estudos de viabilidade e projetos. É uma habilidade-chave para engenharia, desenvolvimento de projetos e estruturação de negócios. Onde encontrar:  tutoriais oficiais da PVsyst, cursos online e presenciais (UNICAMP, Solarize, Energia Plus, Power Projects). Gratuito:  tutoriais e vídeos permitem aprendizado inicial; certificações e cursos guiados geralmente têm custo. O&M – Operação e Manutenção de Usinas Fotovoltaicas O que o curso cobre:  monitoramento de performance, KPIs, manutenção preventiva e corretiva, análise de falhas, inspeções técnicas, gestão de contratos, segurança operacional e uso de sistemas SCADA e CMMS. Por que importa:  O&M garante a disponibilidade e a rentabilidade das usinas. É uma área com forte demanda e oportunidades tanto técnicas quanto de gestão. Onde encontrar:  UFSC, TECSCI, Solarize, empresas de formação técnica e plataformas especializadas. Gratuito:  guias técnicos do NREL(Laboratório Nacional de Energias Renováveis dos Estados Unidos),   com   documentos técnicos gratuitos e são excelentes materiais de estudo. Gestão Ágil – Liderança e Organização de Projetos O que o curso cobre:  fundamentos do Manifesto Ágil, Scrum, Kanban, planejamento de sprints, priorização, métricas e liderança de equipes multidisciplinares. Por que importa:  essencial para mulheres que desejam migrar para coordenação, gestão de projetos, produtos energéticos e O&M digital. Onde encontrar:  Alura, Coursera, Udemy, Agile School e certificações Scrum ( Scrum.org , Scrum Alliance). Gratuito:  Coursera permite auditar cursos; a Escola Virtual do Governo oferece formações introdutórias. Inspeções Técnicas – Termografia e Drones O que o curso cobre:  inspeção termográfica para identificação de hot-spots, falhas elétricas, elaboração de laudos, operação de drones conforme normas da ANAC e processamento de imagens. Por que importa:  inspeções são serviços de alto valor agregado em O&M, com forte demanda e potencial para atuação como consultoria especializada. Onde encontrar:  Eletrica Academy, cursos de termografia aplicada a FV, DroneVisual e empresas de formação de pilotos. Gratuito:  vídeos, webinars e artigos técnicos ajudam no início; certificações práticas costumam ser pagas. Mercado Livre de Energia (ACL) O que o curso cobre:  funcionamento do ACL, papel da CCEE, contratos (PPAs), contabilização, hedge, precificação e oportunidades para consumidores e geradores. Por que importa:  conhecimento estratégico para desenvolvimento de projetos, comercialização de energia renovável e negociação de contratos. Onde encontrar:  CCEE Academy, MBAs do setor elétrico e cursos técnicos especializados. Gratuito:  materiais e webinars da CCEE são ótimos pontos de partida. ESG – Environmental, Social & Governance O que o curso cobre:  métricas ESG, frameworks (GRI, SASB, TCFD), materialidade, governança corporativa e integração com financiamento sustentável. Por que importa:  cada vez mais exigido em projetos renováveis, acesso a crédito verde e relacionamento com investidores. Onde encontrar:  FGV, GRI, Coursera, edX e universidades. Gratuito:  cursos introdutórios e materiais de referência estão amplamente disponíveis. BESS – Sistemas de Armazenamento de Energia (Baterias) O que o curso cobre:  fundamentos de armazenamento de energia, tecnologias de baterias (íon-lítio, LFP, fluxo), dimensionamento de sistemas BESS, integração com solar e rede, segurança, normas e modelos de negócio. Por que importa:  BESS é um dos segmentos que mais crescem no setor elétrico, fundamental para estabilidade, autoconsumo, backup e mercado livre. Onde encontrar:  cursos especializados em storage, plataformas internacionais (Coursera, edX), treinamentos de fabricantes e webinars técnicos. Gratuito:  webinars (on line) e relatórios técnicos internacionais são amplamente disponíveis. Mobilidade Elétrica e Infraestrutura de Recarga O que o curso cobre:  fundamentos de veículos elétricos, tipos de carregadores, normas técnicas, instalação de eletropostos, smart charging, integração com solar e BESS e modelos de negócio. Por que importa:  a mobilidade elétrica cresce rapidamente e cria oportunidades em projetos, vendas técnicas, parcerias e gestão de infraestrutura. Onde encontrar:  cursos técnicos, treinamentos de fabricantes, plataformas online e programas do SENAI e SEBRAE. Gratuito:  lives, webinars (on line) e cursos introdutórios sobre mobilidade elétrica estão disponíveis em plataformas públicas.         Plano prático para mulheres se posicionarem no setor Priorizar certificações legais (NR-10 e NR-35) para atuação em campo. Escolher um nicho técnico principal (PVsyst, O&M, inspeções, BESS ou mobilidade elétrica). Desenvolver competências de gestão (gestão ágil/PM). Complementar com mercado livre e ESG para atuação estratégica. Construir portfólio técnico, networking e presença em eventos do setor. Recursos e links recomendados para começar  NR-10 / NR-35 (legislação e cartilhas)  — Portal gov.br (NR-10 e NR-35).  SENAI (cursos NR-10, NR-35)  — unidades regionais e EAD.  PVsyst (tutoriais e treinamento)  — site oficial PVsyst (tutoriais) e cursos locais (UNICAMP, EnergiaPlus, Solarize).  O&M — NREL Best Practices  — guia NREL (PDF gratuito). Gestão Ágil — Alura / Coursera / Scrum.org  — trilhas de gestão ágil e certificações.  Mercado Livre (ACL)  — CCEE Academy e materiais explicativos da CCEE.  ESG  — FGV Educação Executiva (cursos e materiais, alguns gratuitos) e treinamentos GRI. Inspeção / Termografia / Drones  — cursos especializados (Eletrica Academy, DroneVisual, cursos de termografia aplicados a FV).  Com opções acessíveis , incluindo conteúdos gratuitos e programas públicos de capacitação  , as mulheres têm hoje mais oportunidades para se inserir, crescer e liderar na transição energética. Investir nessas formações é um passo concreto para construir carreiras sólidas e aumentar a representatividade feminina no futuro da energia. A qualificação é o principal motor para ampliar a presença feminina nas energias renováveis. Cursos técnicos, combinados com competências estratégicas em ACL, ESG, BESS e Mobilidade Elétrica, fortalecem a empregabilidade e criam caminhos para liderança. Com opções acessíveis e conteúdos gratuitos, investir em formação é um passo concreto para mulheres que desejam crescer e liderar na transição energética. Cursos e certificações que impulsionam carreiras femininas nas energias renováveisNR-10, NR-35, PVsyst, O&M, Gestão Ágil, Inspeções (termografia e drones), Mercado Livre de Energia (ACL), ESG, BESS Por Kátia Rezende Moreira Head comercial mobilidade elétrica, Analista de negócios O&M fotovoltaico, Gestora de parcerias estratégicas, Especialista B2B, Consultora comercial, Agente de soluções e oportunidades. Graduação em Comunicação social – Jornalismos e Gestão comercial (em andamento). Prêmio Excelência Técnica pelo Congresso Brasileiro mulheres da energia - ABGD 2025. Colunista do Portal Solar e Energy Channel Cursos e certificações que impulsionam carreiras femininas nas energias renováveisNR-10, NR-35, PVsyst, O&M, Gestão Ágil, Inspeções (termografia e drones), Mercado Livre de Energia (ACL), ESG, BESS

  • Energy Storage Brasil 2026 anuncia três edições estratégicas com promoção da ABGD e reforça o papel do armazenamento de energia no futuro do setor elétrico

    O  Energy Storage Brasil 2026 , evento  promovido pela ABGD – Associação Brasileira de Geração Distribuída , confirma a realização de três edições ao longo do ano , consolidando-se como uma das principais plataformas nacionais de debate, negócios e disseminação de conhecimento sobre armazenamento de energia no Brasil. Energy Storage Brasil 2026 anuncia três edições estratégicas com promoção da ABGD e reforça o papel do armazenamento de energia no futuro do setor elétrico Com encontros programados em São Paulo (SP) , Natal (RN) e Brasília (DF) , o evento percorrerá regiões estratégicas, conectando tecnologia, mercado, inovação e políticas públicas. O avanço do armazenamento de energia tem se tornado um dos pilares fundamentais para a expansão das fontes renováveis, a estabilidade do sistema elétrico e a modernização da matriz energética brasileira. Nesse cenário, a promoção do evento pela ABGD reforça a relevância institucional do Energy Storage Brasil, alinhando o debate técnico às demandas reais do mercado e às diretrizes regulatórias do setor. Três edições, um mesmo propósito Cada edição do Energy Storage Brasil 2026 foi pensada para dialogar com as características e vocações regionais, mantendo um olhar estratégico nacional sobre o tema. ˙•¡  São Paulo – SP | 17 e 18 de junho de 2026 Maior centro econômico e tecnológico do país, São Paulo abre o calendário do evento reunindo fabricantes, integradores, investidores, utilities, startups e grandes consumidores de energia. A edição terá foco em inovação tecnológica, mercado, financiamento e aplicações industriais do armazenamento de energia . ˙•¡  Natal – RN | 05 e 06 de agosto de 2026 No Nordeste, região que se destaca pela forte presença das energias renováveis, a edição de Natal abordará o papel do armazenamento como solução estratégica para estabilidade do sistema elétrico, integração de fontes solares e eólicas, projetos híbridos e microgrids , além de oportunidades de investimento regional. •˙¡  Brasília – DF | 11 e 12 de novembro de 2026 Encerrando o ciclo, Brasília sediará a edição mais institucional do evento, com foco em regulação, políticas públicas, planejamento energético e o futuro do armazenamento no Brasil , reunindo representantes do governo, agências reguladoras, associações setoriais e lideranças do mercado. Conexão entre tecnologia, mercado e regulação Promovido pela ABGD, o Energy Storage Brasil 2026 contará com palestras técnicas, painéis estratégicos, apresentação de cases, debates regulatórios e amplas oportunidades de networking , integrando toda a cadeia do setor: fabricantes, desenvolvedores, EPCs, distribuidores, investidores, consumidores finais e formuladores de políticas públicas. “O armazenamento de energia deixou de ser tendência e passou a ser uma necessidade estratégica para o Brasil. Ao realizar três edições do Energy Storage Brasil em 2026, em diferentes regiões do país, queremos aproximar tecnologia, mercado e regulação, criando um ambiente favorável para investimentos, inovação e o crescimento sustentável do setor”, afirma Tiago Fraga, diretor do evento. Energy Storage Brasil 2026 Um evento essencial para quem deseja compreender, investir e atuar no setor que será decisivo para o futuro da energia no Brasil. Serviço: Contato –  contato@grupofrg.com.br  (41) 991066463 Comercial –  comercial3@grupofrg.com.br  (41) 991762634 Energy Storage Brasil 2026 anuncia três edições estratégicas com promoção da ABGD e reforça o papel do armazenamento de energia no futuro do setor elétrico

  • Hyperion Renewables, Saft e Omexom iniciam os primeiros projetos de armazenamento de energia em bateria de Portugal

    Estremoz e Évora recebem sistemas de 16 MW / 64 MWh integrados a usinas solares; capacidade diária pode abastecer mais de 5 mil famílias Hyperion Renewables, Saft e Omexom iniciam os primeiros projetos de armazenamento de energia em bateria de Portugal Lisboa – 17 de dezembro de 2025  – A Hyperion Renewables deu início à construção dos primeiros projetos de armazenamento de energia em bateria (BESS)  de sua história em Portugal, marcando um avanço decisivo para a estabilidade da rede elétrica e para a evolução do mercado renovável no país. A iniciativa é realizada em parceria com a Omexom Portugal , responsável pelo Balance of Plant (BoP), e a Saft , fabricante global de sistemas avançados de baterias e parte da TotalEnergies. Os dois sistemas – instalados em Estremoz e Évora  – somam 16 MW de potência de injeção e 64 MWh de capacidade , e serão integrados a usinas solares fotovoltaicas já existentes, de 29 MWp  e 52 MWp . A combinação permitirá armazenar excedentes de produção solar e disponibilizá-los em horários de maior consumo, reduzindo perdas, elevando a eficiência operacional e apoiando um mix energético mais equilibrado. A energia armazenada diariamente será suficiente para abastecer mais de 5.000 famílias , reforçando a segurança de fornecimento em um momento de forte expansão das renováveis em Portugal. Integração solar + armazenamento inaugura nova fase para o setor Os projetos marcam um passo estratégico na transição para modelos energéticos mais flexíveis, em que a geração renovável passa a ser combinada a sistemas de armazenamento capazes de suavizar a intermitência natural de fontes como solar e eólica. De acordo com a Hyperion, a tecnologia permitirá maior previsibilidade, suporte a serviços auxiliares à rede e redução de curtailment, posicionando Portugal na dianteira da adoção de soluções híbridas na Península Ibérica. “ Esses projetos representam a entrada definitiva da Hyperion no mercado de armazenamento , consolidando nossa capacidade de integrar novas tecnologias e entregar projetos complexos. A combinação de solar com baterias aumenta a resiliência dos ativos e cria valor para o sistema elétrico e para as comunidades”, afirma Aytea Alvarez Amandi , CEO da Hyperion Renewables. Tecnologia Saft e execução da Omexom garantem robustez do projeto A solução central de armazenamento será composta por 21 contêineres Intensium® Shift+ , fabricados pela Saft, além de sistemas de conversão formadores de rede  e ferramentas avançadas de gestão energética. A Omexom Portugal , por sua vez, lidera o projeto, fornecimento e construção do BoP. “Estamos a executar infraestruturas críticas para o futuro renovável do país. A integração eficiente dos sistemas de armazenamento é essencial para garantir segurança, qualidade e operação de longo prazo”, destaca Gonçalo Sampaio , Diretor Administrativo da Omexom Portugal. Ambos os projetos contam com apoio parcial do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) , financiado pela União Europeia. Impactos econômicos e sociais para as regiões Além do ganho energético, a Hyperion estima a criação de 25 a 30 empregos diretos e indiretos  durante as fases de construção e operação. A chegada de tecnologias de ponta também contribui para: fortalecimento das capacidades técnicas locais; modernização do ecossistema industrial; retenção de mão de obra especializada no interior do país. Armazenamento: peça-chave para o futuro energético de Portugal Com a elevada penetração de solar e eólica, o sistema português enfrenta crescentes desafios de variabilidade e gestão de rede. O armazenamento em bateria surge como solução estratégica para: deslocar excedentes solares para horários de maior demanda; estabilizar tensão e frequência; reduzir custos sistêmicos; garantir competitividade para indústrias intensivas em energia. A longo prazo, a combinação de geração renovável com armazenamento será decisiva para manter a segurança de abastecimento e acelerar os objetivos de descarbonização do país. Hyperion Renewables, Saft e Omexom iniciam os primeiros projetos de armazenamento de energia em bateria de Portugal

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