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  • Armazenamento de energia acelera nos EUA e já supera todo o volume de 2024

    O mercado de armazenamento de energia nos Estados Unidos entrou em uma nova fase de crescimento em 2025. Antes mesmo do encerramento do ano, a capacidade instalada já ultrapassou todo o volume registrado em 2024, consolidando o país como um dos principais polos globais de baterias em larga escala, soluções distribuídas e sistemas híbridos com energia solar. Armazenamento de energia acelera nos EUA e já supera todo o volume de 2024 Somente no terceiro trimestre de 2025, os Estados Unidos adicionaram mais de 5 GW de potência em sistemas de armazenamento , com capacidade energética superior a 14 GWh . Com isso, o acumulado dos nove primeiros meses do ano já alcança 12,6 GW , superando o recorde anual estabelecido no ano anterior. Grandes projetos puxam o crescimento O avanço foi liderado pelos sistemas conectados à rede elétrica, conhecidos como armazenamento em escala de serviços públicos. Esse segmento apresentou crescimento anual expressivo e respondeu pela maior parte da nova capacidade instalada no período. Texas e Califórnia concentraram mais de 80% dessas implantações, reforçando sua posição estratégica na transição energética norte-americana. Juntos, esses dois estados continuam atraindo investimentos em projetos de grande porte voltados à estabilidade da rede, integração de renováveis e redução de picos de demanda. Ao longo de 2025, o volume de sistemas de armazenamento conectados à rede já se aproxima do total instalado durante todo o ano de 2024, evidenciando a aceleração do setor. Novos mercados ganham relevância Além dos tradicionais líderes, outros estados começam a ganhar protagonismo. Wisconsin, por exemplo, registrou avanços importantes ao longo do ano, com a entrada em operação de grandes sistemas de baterias associados a projetos solares e a aprovação de soluções de armazenamento de longa duração. Esse movimento indica uma diversificação geográfica do mercado, com estados que antes tinham participação limitada passando a adotar o armazenamento como ferramenta estratégica para segurança energética e planejamento da rede. Crescimento também no segmento comercial, industrial e residencial O armazenamento distribuído segue em expansão. No segmento comercial, comunitário e industrial , a Califórnia permanece como principal mercado, mas estados como Illinois ampliaram sua participação de forma consistente em 2025. Já no setor residencial, o crescimento foi impulsionado por sistemas de maior capacidade e pelo aumento da busca por autonomia energética. Estados como Califórnia, Arizona e Illinois registraram novos recordes de adesão, enquanto Porto Rico apresentou uma das maiores taxas de crescimento trimestral, reflexo dos altos custos de eletricidade e da necessidade de maior resiliência do sistema. Perspectivas para os próximos anos As projeções para o armazenamento de energia nos Estados Unidos permanecem robustas. A expectativa é que, nos próximos cinco anos, o país adicione quase 93 GW de potência instalada , com capacidade energética superior a 300 GWh . Esse avanço será sustentado por uma combinação de fatores: incentivos fiscais ainda vigentes, fortalecimento da cadeia produtiva doméstica, amadurecimento dos modelos de receita no mercado atacadista e políticas estaduais favoráveis à integração de baterias. Embora o setor possa enfrentar ajustes pontuais nos próximos dois anos, especialmente em função de mudanças regulatórias e da reorganização das cadeias de suprimento, a tendência de médio e longo prazo segue positiva, com retomada de crescimento acelerado a partir de 2028. Armazenamento se consolida como pilar da transição energética Os números de 2025 confirmam que o armazenamento de energia deixou de ser uma solução complementar e passou a ocupar um papel central na matriz elétrica dos Estados Unidos. Seja para dar suporte à expansão das renováveis, aumentar a confiabilidade do sistema ou oferecer novas oportunidades de negócios, as baterias se consolidam como um dos pilares da transição energética global. Para o EnergyChannel, o desempenho do mercado norte-americano serve como um importante termômetro do que pode se expandir também em outras regiões, incluindo América Latina e Brasil, à medida que políticas públicas, modelos de mercado e custos tecnológicos evoluem. Armazenamento de energia acelera nos EUA e já supera todo o volume de 2024

  • SolisStorage Anuncia o Lançamento de seu Novo Site 

    Nova Plataforma Digital com Previsão de Entrar no Ar em 20 de Dezembro de 2025   Ningbo, China – 18 de dezembro de 2025 – A SolisStorage, fornecedora líder de soluções inovadoras de armazenamento de energia, anunciou o próximo lançamento de seu novo site corporativo - programado para entrar no ar em 20 de dezembro de 2025. SolisStorage Anuncia o Lançamento de seu Novo Site O novo site apresenta um design moderno e totalmente responsivo, otimizado para usuários de dispositivos móveis e desktop, com navegação simplificada, tempos de carregamento rápidos, funcionalidade de busca avançada e uma seção de Perguntas Frequentes (FAQ) ampliada para aprimorar a experiência do usuário e a acessibilidade. Os visitantes podem explorar os mais recentes sistemas de armazenamento de energia EverCore da SolisStorage para aplicações comerciais e industriais, incluindo modelos que variam de 100 kWh a 261 kWh com potências nominais de 50 kW a 125 kW. O site oferece páginas de produtos detalhadas e conteúdo orientado a soluções, permitindo que os usuários entendam as capacidades do sistema e explorem opções adequadas para diversos projetos comerciais e industriais. “O lançamento do nosso novo site representa um marco importante em nossos esforços para fortalecer nosso engajamento digital com clientes e parceiros em todo o mundo”, disse Lucy Lu, Gerente Geral Adjunta da SolisStorage. “O design elegante da plataforma e suas capacidades aprimoradas reforçam nosso compromisso em fornecer soluções de energia inovadoras apoiadas por serviços e acessibilidade superiores”. Para marcar o lançamento de seu novo site, a SolisStorage convida clientes, parceiros e partes interessadas do setor a conhecerem o site e a se inscreverem na newsletter da empresa para se manterem informados com as últimas notícias e atualizações. Sobre a SolisStorage   A SolisStorage é uma renomada fornecedora de soluções de armazenamento de energia, projetadas para simplicidade e construídas para durar, entregando sistemas seguros e simples desenvolvidos para atender às diversas necessidades dos clientes. Comprometidos com a inovação tecnológica e uma experiência de usuário excepcional, nossos produtos são fabricados para uma longa vida útil, segurança excepcional e adaptabilidade perfeita em várias aplicações. Movida pela missão de acelerar a transição global para a energia limpa, a SolisStorage desafia continuamente os limites da tecnologia de armazenamento de energia. Por meio de inovação contínua e qualidade intransigente, pretendemos ser uma força fundamental na construção de um futuro sustentável e mais verde em todo o mundo. SolisStorage Anuncia o Lançamento de seu Novo Site

  • A Jornada da Mulher nas Energias Renováveis: Onde Estamos e Para Onde Vamos

    Por Kátia Rezende Moreira A transição energética representa uma das maiores oportunidades desta geração, não apenas para reduzir emissões e enfrentar a crise climática, mas também para redesenhar o mercado de trabalho, os ambientes de liderança e os modelos organizacionais. Nesse movimento global, a presença da mulher nas energias renováveis deixa de ser apenas uma pauta de justiça social e passa a ser um pilar estratégico para inovação, produtividade e resiliência empresarial. A Jornada da Mulher nas Energias Renováveis: Onde Estamos e Para Onde Vamos Embora o setor de renováveis apresente índices de participação feminina superiores aos de segmentos tradicionais de energia, como petróleo e gás, a equidade ainda está distante: estudos recentes mostram que mulheres ocupam cerca de um terço dos empregos no setor, e essa proporção diminui drasticamente à medida que avançamos para funções técnicas, de campo ou posições de alta liderança. Um panorama histórico que molda o presente Desde as primeiras décadas da eletrificação, passando pela industrialização e chegando à expansão das energias renováveis, o setor energético foi estruturado sobre bases masculinas: cursos de engenharia majoritariamente ocupados por homens, cadeias industriais rígidas e culturas corporativas pouco diversas. Nos últimos 15 anos, movimentos globais aceleraram mudanças importantes, programas de capacitação, redes de mentoria, políticas de diversidade e campanhas públicas passaram a iluminar as desigualdades e abrir espaço para transformações. Ainda assim, os dados revelam um cenário de avanços lentos: mulheres em cargos seniores representam menos de 20% em muitos mercados internacionais, segundo IRENA, IEA e REN21. A sub-representação feminina no setor não tem uma única causa; trata-se de uma teia de fatores históricos, culturais, estruturais e sociais: Vieses organizacionais: processos de recrutamento e promoção que valorizam trajetórias tradicionais, redes masculinas e experiências de campo pouco acessíveis às mulheres. Barreiras educacionais e técnicas: menor participação feminina em cursos de engenharia, eletrotécnica, manutenção e áreas essenciais para O&M, projetos e EHS. Ausência de role models: poucas líderes ocupando espaços públicos, recebendo prêmios ou sendo referências em eventos e publicações técnicas. Jornadas dupla: carga doméstica e responsabilidades familiares desproporcionalmente atribuídas às mulheres, dificultando turnos longos, viagens e flexibilidades exigidas pelo setor. Cultura operacional: ambientes de campo ainda pouco adaptados para diversidade, com pouca estrutura de apoio, flexibilidade e segurança. Esses elementos criam um efeito cascata: menos formação técnica → menos candidaturas → menos mulheres contratadas → menor retenção → pouca presença em liderança. Apesar dos desafios, não estamos diante de um cenário estático. Há uma transformação real em curso, impulsionada por políticas públicas, iniciativas privadas e movimentos internacionais: - C3E (Clean Energy Education & Empowerment) e Equal by 30 criam redes de mentorias, premiações, compromissos públicos e visibilidade para mulheres no setor energético. - Programas de capacitação em países da África, Ásia e América Latina formam mulheres em instalação, manutenção, empreendedorismo e operação de sistemas solares, com aumento comprovado de empregabilidade. - Instituições como IRENA, IEA e REN21 passaram a exigir dados desagregados por gênero e incorporar metas explícitas em relatórios e recomendações. - Empresas do setor adotam práticas transformadoras: metas de diversidade, programas de retorno pós-maternidade, políticas de flexibilidade, visibilidade interna e trilhas de carreira mais transparentes. Para transformar participação em poder, visibilidade e remuneração justa, é necessário agir: 1. Políticas públicas: Coleta obrigatória de dados de gênero em editais, leilões e financiamentos verdes. Incentivos fiscais e regulatórios para empresas que atingirem metas de diversidade. Programa de certificação técnica em massa para mulheres (NR-10, NR-35, SCADA, PVSyst, inspeção IR). 2. Empresas e ecossistema corporativo: Metas claras de diversidade com indicadores de desempenho. Flexibilização responsável: escalas rotativas, home office. Políticas de cuidado: auxílio-creche, creches locais, licença parental compartilhada. Programas robustos de mentoria. Parceria com universidades para formar mulheres em áreas críticas como O&M e engenharia. Visibilidade: prêmios internos, participação em painéis, publicações técnicas. 3. Carreira individual: estratégia e posicionamento. Capacitação contínua em áreas técnicas de alta demanda. Construção de marca pessoal: artigos, webinars, palestras, cases de campo. Participação ativa em redes como C3E, Women in Energy e grupos regionais. Documentação de resultados: KPIs entregues, melhorias implantadas, economia gerada. Negociação consciente: usar dados e resultados para argumentar salário e promoções. A presença das mulheres nas energias renováveis é significativa e crescente. A literatura técnica, a experiência das empresas e as pesquisas internacionais convergem em um ponto: equidade de gênero melhora desempenho, acelera inovação e fortalece resultados. Um marco fundamental na promoção da equidade de gênero e no reconhecimento do talento feminino no setor energético é o Congresso Brasileiro Mulheres da Energia (CBME). Em 2026, o evento celebrará sua 5ª edição, consolidando-se como o principal fórum de debate e networking  para profissionais femininas da área. O CBME atrai a participação de mais de 1000 mulheres, sendo 100 delas palestrantes líderes e empreendedoras que, em painéis com diversos temas, compartilham insights cruciais sobre o futuro das energias renováveis e a transição energética. Além de promover o diálogo técnico de alto nível, o congresso desempenha um papel vital no reconhecimento profissional, com a entrega de Prêmios (incluindo troféus), que celebram e valorizam a contribuição feminina em um mercado frequentemente dominado por homens. A relevância do evento é inegável, e tive a honra de ser agraciada com o Prêmio Excelência Técnica durante a 4ª edição, realizada em 2025. Este reconhecimento, concedido pela Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), reforça a importância de dar visibilidade às realizações das mulheres na vanguarda da inovação e da técnica no Brasil. O futuro das energias renováveis será liderado por quem souber integrar diversidade, conhecimento técnico e propósito.E as mulheres têm papel central nesta transformação. Fontes:  IEA, IRENA, REN21, C3E.org , UNDP.      Kátia Rezende Moreira Kátia Rezende Moreira – Analista de negócios O&M fotovoltaico, Gestora de parcerias estratégicas, Especialista B2B, Consultora comercial, Agente de soluções e oportunidades. Graduação em Comunicação social – Jornalismos e Gestão comercial (em andamento). Prêmio Excelência Técnica pelo Congresso Brasileiro mulheres da energia - ABGD 2025. Colunista do Portal Solar e  EnergyChannel. A Jornada da Mulher nas Energias Renováveis: Onde Estamos e Para Onde Vamos

  • Veja como as cidades-esponjas podem ser uma solução para amenizar os problemas com alagamentos

    O  crescimento urbano   desordenado  e a  impermeabilização excessiva do solo  têm ampliado significativamente os episódios de  alagamentos  em grandes centros urbanos. Nesse contexto, o conceito de  cidades-esponja  tem se consolidado como uma alternativa eficaz e sustentável para a  gestão das águas pluviais  e a  mitigação de enchentes  e  alagamentos. Veja como as cidades-esponjas podem ser uma solução para amenizar os problemas com alagamentos Nesta época do ano, com a aproximação do  verão , a preocupação com os alagamentos aumenta, já que as  chuvas t endem a ser mais repentinas e, muitas vezes, ocorrem com elevadas taxas de  precipitação  em curtos intervalos de tempo. Nessa situação, as  galerias pluviais  não conseguem dar  vazão  para tanta água, resultando em  problemas na superfície.   O modelo de  cidade-esponja  baseia-se no princípio de  reproduzir  o comportamento hidrológico natural do solo, permitindo que a  água da chuva  seja  absorvida, armazenada, filtrada e liberada de forma gradual.  Diferentemente dos sistemas tradicionais de drenagem, que priorizam o rápido escoamento da água por galerias e canais, essa abordagem busca  reter a água  no próprio ambiente urbano, reduzindo a  sobrecarga  da  infraestrutura convencional. Entre as principais  estratégias  adotadas estão a implantação de  pavimentos permeáveis,  jardins de chuva, valas de infiltração, bacias de retenção e detenção, telhados verdes, parques alagáveis e a  renaturalização  de rios e cursos d’água. Esses elementos atuam de forma integrada, aumentando a capacidade de infiltração do solo e retardando o escoamento superficial, o que contribui diretamente para a redução de  picos de vazão  durante eventos de  chuva intensa. Do ponto de vista técnico, estudos hidrológicos indicam que a aplicação dessas soluções pode  reduzir  significativamente o  volume e a velocidade  do  escoamento superficial , principal fator responsável por alagamentos urbanos. Ao diminuir a quantidade de água que chega simultaneamente aos sistemas de drenagem, as  cidades-esponja  ajudam a  evitar transbordamentos ,  erosões e falhas estruturais  em redes pluviais subdimensionadas. Além da eficiência no escoamento das águas pluviais, o conceito traz  benefícios ambientais  adicionais. A infiltração da água contribui para a recarga dos aquíferos, melhora a  qualidade  da água por meio da  filtração natural do solo  e  reduz a poluição  difusa que normalmente é carregada pelas  enxurradas.  Há também impactos positivos no  microclima urbano , como diminuição das ilhas de calor, aumento da  umidade relativa do ar  e ampliação das áreas verdes. Foto de Divulgação: Turenscape | Parque Floresta Benjakitti / Turenscape + Arsomsilp Community and Environmental Architect Como o sistema funciona na prática? O segredo de uma  cidade-esponja  está na substituição de superfícies impermeáveis (asfalto e concreto) por infraestruturas verdes e azuis. 1. Absorção e Permeabilidade Em cidades comuns, a chuva bate no asfalto e corre para os bueiros,  sobrecarregando  o sistema de esgoto. Na  cidade-esponja , utilizam-se: Pavimentos permeáveis:  calçadas e ruas feitas com materiais que deixam a água passar para o solo. Jardins de chuva e bio-valas:  áreas verdes rebaixadas ao lado de ruas que coletam a água e permitem que ela infiltre lentamente. 2. Armazenamento e Retenção A água que não infiltra imediatamente é direcionada para  reservatórios naturais ou artificiais: Telhados Verdes:  coberturas vegetais em prédios que retêm parte da água da chuva e ajudam no isolamento térmico. Lagos e Áreas Úmidas Artificiais:  parques que funcionam como “piscinões naturais”. Em dias secos, são áreas de lazer; em dias de tempestade, recebem o excedente de água. 3. Purificação e Reutilização A água, ao passar pelo solo e pelas  raízes das plantas  em jardins de chuva, sofre um processo de  filtragem natural , removendo poluentes antes de chegar ao lençol freático ou aos rios. Além disso, a água armazenada pode ser tratada para regar jardins públicos ou limpeza urbana. Sob a ótica do planejamento urbano, as  cidades-esponja  representam uma mudança de paradigma, ao integrar soluções baseadas na natureza ao desenho da cidade. Em vez de depender exclusivamente de obras de engenharia pesada, como canais de concreto e grandes reservatórios, o modelo propõe intervenções distribuídas e multifuncionais, que conciliam drenagem, lazer, paisagismo e adaptação climática. Experiências internacionais, especialmente na  Ásia  e na  Europa , demonstram que cidades que adotaram esse conceito apresentaram redução consistente de  alagamentos , maior  resiliência  a  eventos extremos  e  ganhos econômicos  a médio e longo prazo, ao diminuir custos com manutenção, reparos emergenciais e danos causados por  enchentes. Diante do cenário de  mudanças climáticas  e da tendência de eventos pluviométricos mais extremos, especialistas apontam que a adoção do conceito de  cidades-esponja  é uma das estratégias mais promissoras para tornar os  centros urbanos  mais  resilientes ,  sustentáveis  e  preparados  para lidar com os impactos das  chuvas intensas. Exemplos de cidades-esponjas pelo mundo Algumas grandes cidades pelo mundo já aderiram a tecnologia das  cidades-espojas , como  Jinhua e Xangai, na China, Nova York, Berlim e Copenhague, na Dinamarca.  A China se destaca por ser a pioneira na implantação das  cidades-esponjas  como medida para controlar  enchentes  e  diminuir prejuízos.  Veja como as cidades-esponjas podem ser uma solução para amenizar os problemas com alagamentos

  • O que as bandeiras tarifárias de 2025 ensinam sobre o custo da energia

    Oscilações nos valores reforçam a urgência de soluções coletivas e mais previsíveis para consumidores conectados à rede O que as bandeiras tarifárias de 2025 ensinam sobre o custo da energia Após um período prolongado com bandeira verde situação que prevaleceu de abril de 2022 até julho de 2024 consumidores voltaram a conviver com acionamentos sucessivos de bandeiras tarifárias a partir do segundo semestre de 2024, incluindo a bandeira vermelha patamar 2 em outubro. Em 2025, as oscilações tarifárias se intensificaram, reforçando a percepção de instabilidade no custo da energia. O anúncio da bandeira amarela para dezembro pela ANEEL indica apenas uma trégua pontual nas contas de luz, após meses de forte pressão. Durante o ano, o país vivenciou uma combinação de reajustes regionais nas tarifas e aplicação repetida de bandeiras vermelhas. Nos meses de agosto e setembro, a Bandeira Vermelha patamar 2 foi acionada, com adicional de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos. Em outubro e novembro, a bandeira manteve-se no Patamar 1, com acréscimo de R$ 4,46 por 100 kWh. Para dezembro, a ANEEL definiu bandeira amarela, reduzindo o adicional para R$ 1,885 por 100 kWh.  A oscilação no valor da fatura ilustra a natureza volátil do sistema tarifário, dependente do nível dos reservatórios, da necessidade de uso de usinas termelétricas e de variáveis ambientais e operacionais. Segundo Bruno Marques, diretor comercial da Nex Energy, “a alternância de bandeiras pode dar a sensação de controle, mas na prática o custo estrutural da energia no Brasil continua elevado e expõe o consumidor a variáveis sobre as quais ele não tem controle.” Além das bandeiras, a conta de luz incorpora encargos, tributos e tarifas de distribuição, o que torna a volatilidade apenas uma parte do problema. Geração compartilhada: como reduzir o impacto da volatilidade Com a variação das bandeiras e a instabilidade tarifária, modelos de geração compartilhada representam uma alternativa relevante para quem busca previsibilidade e redução de custos com energia. A Nex Energy atua nesse modelo, oferecendo a consumidores residenciais e comerciais a possibilidade de aderir a cooperativas de geração distribuída, especialmente por meio de energia solar coletiva, sem necessidade de instalação individual de painéis. Nesse modelo de geração compartilhada, a energia que é utilizada passa a vir de uma usina cooperada. Como essa energia não vem da distribuidora, ela não recebe os aumentos das bandeiras tarifárias. Isso significa que a conta de luz fica muito menos exposta a essas variações, trazendo economia e estabilidade. É uma forma simples e prática de pagar menos pela energia todos os meses. Bruno Marques reforça o valor da geração compartilhada como alternativa, afirmando que “para quem busca segurança e previsibilidade no orçamento, a geração compartilhada representa não apenas economia, mas participação ativa nas decisões e no futuro energético do país.” Para além da economia, esse modelo amplia o acesso à energia renovável e permite a diversificação da matriz energética individual, contribuindo para uso mais consciente e sustentável da eletricidade. Entenda as bandeiras tarifárias Bandeira Verde:  não há cobrança adicional – o custo da energia está em condições favoráveis. Bandeira Amarela:  acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Bandeira Vermelha -  Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh. Bandeira Vermelha -  Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh. Fonte: ANEEL, 2025 O que as bandeiras tarifárias de 2025 ensinam sobre o custo da energia

  • REIDI para Minigeração Solar: Um Sinal de Amadurecimento e Rigor Regulatório

    Por Daniel Pansarella, para a Energy Chanel Dezembro de 2025 – O apagar das luzes de 2025 trouxe um movimento decisivo do Ministério de Minas e Energia (MME) que injeta um misto de otimismo e alerta no crescente setor de minigeração distribuída solar fotovoltaica. A publicação de duas portarias cruciais, aprovando o enquadramento de 45 novos empreendimentos no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), sinaliza a continuidade do apoio governamental. Contudo, um despacho que, na mesma semana, indeferiu 33 outros pedidos , revela um novo capítulo de maior rigor e escrutínio técnico, desenhando um cenário mais complexo e maduro para os investidores.   As Portarias SNTEP/MME Nº 3.033 e Nº 3.031 , datadas de 15 e 10 de dezembro, respectivamente, foram recebidas com entusiasmo. Elas garantem a suspensão da cobrança de PIS/COFINS sobre bens e serviços para os projetos aprovados, um benefício que pode otimizar a rentabilidade e acelerar o retorno sobre o investimento em um mercado altamente competitivo. Este incentivo, previsto na Lei nº 14.300/2022, é um pilar para a viabilidade econômica de muitas usinas de minigeração, que operam em uma faixa de potência de 75 kW a 5 MW.   Entretanto, a verdadeira notícia estratégica não está apenas em quem foi aprovado, mas em quem ficou de fora. O Despacho Decisório Nº 26/2025/SNTEP serve como um termômetro da nova postura do governo. Ao negar o enquadramento a 33 projetos, o MME, com base na Nota Técnica nº 141/2025/DPOG/SNTEP, deixa claro que o cumprimento estrito dos requisitos estabelecidos pela Portaria Normativa nº 78/GM/MME, de junho de 2024, não será flexibilizado. A lista de indeferidos inclui desde pequenos desenvolvedores a consórcios, indicando que a análise técnica está sendo aplicada de forma homogênea.   Os Motivos por Trás das Negações Do ponto de vista de mercado, os indeferimentos revelam padrões críticos que os investidores precisam compreender. A maioria dos projetos negados falha em critérios técnicos específicos da ANEEL, particularmente nos Testes 1 e 2 : o primeiro verifica se os investimentos estão dentro dos limites de referência estabelecidos (em R$/kW), enquanto o segundo confirma se a potência instalada respeita os limites permitidos. Além disso, muitos pedidos apresentam incompletude documental , com formulários incompletos ou falta de atestação adequada pela distribuidora sobre a veracidade das informações fornecidas. Há também casos em que os dados do projeto não correspondem aos registros do Contrato de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD), ou ainda a ausência de licenças e autorizações exigidas. Esses problemas, embora administrativos, revelam uma falta de diligência que o governo agora penaliza com rigor.   Este cenário de "dois pesos e duas medidas" – um para os projetos que cumprem as normas e outro para os que falham – não deve ser visto como um desincentivo, mas como um sinal de amadurecimento do mercado. A era da corrida desenfreada por incentivos, sem a devida atenção à conformidade técnica e regulatória, parece estar chegando ao fim. O processo, agora mais estruturado, exige que o titular do projeto inicie a solicitação junto à distribuidora, que por sua vez a encaminha para a ANEEL para uma análise aprofundada antes da decisão final do MME. A etapa conclusiva ainda passa pela habilitação na Receita Federal.   O rigor crescente ocorre em um momento de expansão exponencial da geração distribuída no Brasil. Em 2025, o país viu a adição de mais de 5 GW em micro e minigeração, com a fonte solar fotovoltaica dominando quase 95% dessa expansão. Segundo dados da ANEEL, até julho, mais de 513 mil novas usinas foram instaladas, elevando a potência total da modalidade para mais de 42 GW . Este crescimento robusto, impulsionado pela adesão de mais de 217 mil empresas ao uso de energia solar, torna a clareza regulatória não apenas bem-vinda, mas essencial.   Para o investidor, a mensagem é clara: a oportunidade no setor de minigeração solar continua vibrante, mas a diligência e a excelência técnica tornaram-se a nova moeda de troca. A aprovação no REIDI não é mais um mero formulário, mas um selo de qualidade e conformidade que distinguirá os projetos bem-sucedidos em um mercado cada vez mais profissionalizado. O governo, por sua vez, parece empenhado em garantir que os incentivos fiscais, financiados pela sociedade, sejam direcionados a empreendimentos que efetivamente contribuam para a robustez e a sustentabilidade da infraestrutura energética nacional. REIDI para Minigeração Solar: Um Sinal de Amadurecimento e Rigor Regulatório   #REIDI #MinigeneraçãoDistribuída #EnergiaRenovável #SolarFotovoltaica #IncentivosGovernamentais #InfraestruturaEnergética #DesenvolvimentoSustentável #MercadoSolar #RegulamentaçãoEnergética #EnergyChanel

  • Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho

    Produto reúne ganhos de eficiência, operação em menor temperatura e até 2% mais geração mensal, reforçando o portfólio da marca com soluções voltadas a projetos de médio e grande porte Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho A DAH Solar anuncia a produção em larga escala de seus novos módulos fotovoltaicos de 650 W, que chegam ao mercado como uma solução de alto desempenho para instaladores e integradores que buscam maior geração de energia e menor necessidade de manutenção. O produto será disponibilizado nas versões Full-Screen e convencional, ampliando as opções para diferentes perfis de projeto. Ambas combinam avanços no design das células que elevam a potência e melhoram a confiabilidade do sistema. Na versão Full-Screen, a tecnologia, já reconhecida no setor, reduz o acúmulo de poeira e pode aumentar a produção de energia em até 15%. Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho Com eficiência de conversão de 24,06% e dimensões otimizadas, o novo módulo consolida a tecnologia TOPCon de última geração, adequando-se tanto a usinas de solo quanto a sistemas em telhado. O produto está entre os três módulos com maior eficiência atualmente disponíveis no mercado, segundo a empresa. Oferece mais potência no mesmo espaço e opera com menor temperatura, contribuindo para maior vida útil e performance mais estável. A combinação de wafers maiores, arquitetura otimizada das células e um design que reduz perdas internas permite ao módulo alcançar níveis superiores de geração, especialmente em ambientes com maior presen& ccedil;a de sujeira ou limitação de espaço. Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho A tecnologia utilizada pela DAH Solar também se destaca por ampliar a densidade energética do módulo. O espaçamento reduzido entre as células aumenta a área útil de conversão e melhora o aproveitamento de luz solar. Estudos realizados pela empresa mostram que a solução pode gerar cerca de 2% mais energia por mês em comparação com módulos convencionais, além de reduzir a necessidade de limpeza em mais de 50%, fator essencial em regiões agrícolas e áreas de alta poeira. Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho Os novos módulos contam com 15 anos de garantia para materiais e fabricação e 30 anos para geração de energia. As primeiras unidades dos módulos de 650 W devem chegar ao Brasil no início de 2026, segundo a empresa. A DAH Solar também prepara o lançamento da versão de 670 W no mesmo ano, fortalecendo sua estratégia de oferecer produtos de alta eficiência e valor agregado ao setor. Para Thais Bitencourt, gerente de marketing da DAH Solar no Brasil, o novo módulo representa um avanço importante para o mercado. “Os módulos de 650 W representam o que há de mais avançado em tecnologia Full-Screen e soluções TOPCon, entregando maior produção de energia, menor manutenção e excelente custo-benefício. Queremos que o mercado brasileiro tenha acesso a produtos que elevem a competitividade dos sistemas fotovoltaicos e ofereçam o melhor desempenho ao longo do tempo”. Sobre a DAH Solar Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho Fundada em 2009, a DAH Solar é uma das principais fabricantes chinesas especializadas em desenvolvimento de tecnologia e fabricação de módulos fotovoltaicos, com atuação também na construção e operação de usinas de energia solar. Sua unidade industrial em Hefei possui capacidade anual de produção de 10 GW em módulos e 5,5 GW em células fotovoltaicas, certificadas por órgãos nacionais e internacionais, como CQC, Líder, ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, TÜV, CE, CEC, Inmetro e FIDE. Presente em mais de 100 países e estabelecida no Brasil desde 2017, a empresa segue expandindo sua presença global com foco em inovação, eficiência e su stentabilidade. Saiba mais em  https://pt.dahsolarpv.com/ . Módulo de 650W da DAH Solar chega ao mercado com foco em alto desempenho

  • Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o país

    Por Vinicius Gibrail, Diretor da Divisão de Produtos Solares e Comerciais da TÜV Rheinland na América do Sul Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o país A indústria de energia solar fotovoltaica do Brasil vive um momento de rápido crescimento e amadurecimento. Nesse sentido, a internacionalização tem sido um caminho natural e estratégico, tanto para ampliar mercados de exportação quanto para atrair investimentos estrangeiros. Um pilar fundamental desse movimento é a adesão a padrões globais de qualidade e segurança, por meio de certificações internacionais reconhecidas.   No Brasil, por muito tempo a única obrigatoriedade para equipamentos fotovoltaicos foi o selo do INMETRO, que estabelece critérios mínimos de desempenho e segurança para comercialização nacional. Contudo, a ausência de uma certificação técnica mais abrangente permitiu a proliferação de equipamentos com diferentes níveis de qualidade. Neste sentido, as certificações internacionais voluntárias têm se tornado referência de qualidade.   Organismos independentes testam os equipamentos solares de forma muito mais completa, segundo padrões internacionais rigorosos. Por exemplo, a norma IEC 61215 (da IEC) envolve cerca de 18 a 21 ensaios diferentes em módulos fotovoltaicos, incluindo ciclos de temperatura, umidade, teste de resistência mecânica, ensaios de degradação acelerada (damp heat), testes elétricos de isolação, entre outros.   Esses procedimentos vão muito além do exigido localmente e servem para assegurar que o painel possa operar com desempenho e segurança durante toda sua vida útil projetada que pode superar os 25 anos.  Mesmo que a análise do INMETRO seja extremamente relevante, o teste nacional contempla apenas 1 dos 18 testes recomendados internacionalmente. Adotar certificações internacionais confere, portanto, garantia de qualidade e confiabilidade reconhecida globalmente. Quando um produto solar brasileiro seja um painel, um inversor ou outro componente passa nos testes segundo as normas IEC, isso significa que ele atende aos requisitos considerados mundialmente necessários para desempenho, durabilidade e segurança. Esses requisitos são justamente os exigidos em mercados avançados como Europa, Estados Unidos, China, Japão e vários outros, onde a conformidade com as normas IEC é vista como mínimo obrigatório para comercialização.   Módulos solares: qualidade comprovada para competir no exterior A IEC define normas específicas para módulos solares, principalmente a IEC 61215, que trata da qualificação de projeto e desempenho, e a IEC 61730, que aborda requisitos de segurança elétrica. Fabricantes brasileiros que querem exportar seus painéis precisam obter essas certificações junto a laboratórios acreditados internacionalmente, comprovando que seus produtos resistem a condições adversas e operam com segurança equivalente aos melhores do mundo.   A certificação IEC 61215/61730 traz a confiança que o equipamento foi aprovado em todos os testes de stress, climáticos e elétricos que os mercados mais exigentes do mundo demandam. A própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem alinhado seus padrões aos da IEC; em 2024, a ABNT publicou a norma NBR IEC 61215-1:2024, uma tradução da norma IEC 61215-1:2021, listando 21 ensaios de qualidade para módulos fotovoltaicos. Isso mostra um movimento nacional de aproximação aos padrões globais, facilitando que fabricantes locais sigam as mesmas diretrizes técnicas reconhecidas internacionalmente. Inversores e componentes: adequação global e novos mercados Além dos painéis, outros componentes críticos como os inversores fotovoltaicos também precisam aderir a padrões globais. Os inversores, responsáveis por converter a energia dos módulos em eletricidade utilizável na rede, devem cumprir normas de segurança elétrica e de desempenho específicas.   Internacionalmente, existem certificações como a IEC 62116, que faz o teste de anti-ilhamento, e requisitos de compatibilidade com rede, as quais correspondem às normas IEC/EN de conexão à rede, equivalentes às normas de grid code europeias e norte-americanas. No Brasil, a Portaria INMETRO 004/2011 introduziu a certificação compulsória de inversores conectados à rede até 10 kW, assegurando parâmetros mínimos de eficiência e proteção.   Contudo, para equipamentos de maior porte ou casos fora do escopo do INMETRO, é praxe que distribuidoras de energia e clientes exijam certificados de conformidade emitidos por laboratórios internacionais. O mesmo vale para outros componentes do sistema solar fotovoltaico – estruturas de fixação, rastreadores solares (trackers), fusíveis, cabos, conectores e até baterias de armazenamento. Cada um desses itens possui normas técnicas internacionais que balizam a qualidade. Quando produtos brasileiros desses segmentos seguem tais normas e obtêm certificações reconhecidas, aumentam sua aceitação no mercado global.   Por exemplo, uma empresa nacional que produza estruturas de montagem para painéis pode buscar certificações ISO/IEC para resistência mecânica e tratamento anticorrosão; assim, seus produtos terão melhor entrada em projetos no exterior, que geralmente exigem conformidade a normas internacionais de construção e segurança.   Do ponto de vista comercial, alinhar-se com padrões globais para quaisquer componentes utilizados na geração de energia fotovoltaica, reduz obstáculos técnicos. Muitos países só permitem a importação e uso de equipamentos solares certificados conforme padrões IEC ou equivalentes. Para citar um caso, na União Europeia é obrigatório que inversores solares tenham marcação CE, o que implica atender a diversas normas IEC/EN; nos Estados Unidos, inversores e módulos precisam de certificações como UL e IEEE, que guardam correspondência com normas IEC. Se um produto brasileiro já nasce em conformidade com esses padrões internacionais, o processo de homologação em outros países torna-se muito mais ágil, sem necessidade de refazer testes do zero. Isso poupa tempo e custos, acelerando a entrada em novos mercados. Mais do que cumprir uma formalidade técnica, abraçar certificações como IEC 61215, IEC 61730, entre outras, significa posicionar o Brasil no patamar de excelência exigido pelas maiores economias do mundo. Os reflexos dessa estratégia são claros: empresas nacionais mais preparadas para exportar, produtos confiáveis que conquistam a preferência de clientes e investidores, e um mercado doméstico fortalecido por equipamentos de melhor desempenho e segurança. Sobre a TÜV Rheinland 150 anos fazendo do mundo um lugar mais seguro: TÜV Rheinland é um dos principais provedores mundiais de serviços de teste e inspeção, com receitas anuais superiores a 2,7 bilhões de euros e aproximadamente 27.000 funcionários em mais de 50 países. Seus especialistas altamente qualificados testam sistemas e produtos técnicos, estimulam a inovação e ajudam as empresas em sua transição para maior sustentabilidade. Eles capacitam profissionais em diversos campos e certificam sistemas de gestão conforme normas internacionais. Com expertise excepcional em áreas como mobilidade, fornecimento de energia, infraestrutura e além, a TÜV Rheinland oferece garantia de qualidade independente, não menos para tecnologias emergentes como hidrogênio verde, inteligência artificial e direção autônoma. Dessa forma, a TÜV Rheinland contribui para um futuro mais seguro e melhor para todos. Desde 2006, a TÜV Rheinland é signatária do Pacto Global das Nações Unidas, que promove a sustentabilidade e combate a corrupção. A sede da empresa está localizada em Colônia, Alemanha. Website:  www.tuv.com Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o país

  • Associações do biodiesel solicitam a inclusão do MAPA e do MCTI na construção da proposta de mapa da transição energética do Governo Federal

    A ABIOVE – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, a APROBIO – Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil e, a UBRABIO – União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene, encaminharam, nesta quarta-feira (17/12), um ofício à Presidência da República destacando a importância da inclusão do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) na elaboração do mapa do caminho para a transição energética justa e planejada. A solicitação é decorrência do Despacho publicado no Diário Oficial da União em 8 de dezembro de 2025 assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Associações do biodiesel solicitam a inclusão do MAPA e do MCTI na construção da proposta de mapa da transição energética do Governo Federal “É fundamental que o agronegócio, a tecnologia e a inovação estejam representadas pelos dois ministérios”, destacou Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO. “Nosso setor é energia, mas tem uma origem no setor produtivo-primário que deve estar integrado no processo para que o mapa seja realmente justo e planejado”, completou. De acordo com o ofício protocolado, “a experiência brasileira na produção e uso de biocombustíveis mostra o elevado potencial da atividade em agregar segurança energética, segurança alimentar e desenvolvimento econômico distribuído pelo país. Certamente um excelente exemplo de transição energética justa e que demanda planejamento”. As associações comprometeram-se de que o setor produtivo apresentará, oportunamente, ao grupo de trabalho propostas e contribuições dos biocombustíveis no desenho do caminho virtuoso da Transação Energética justa, bem como dos projetos estruturantes com base no desenvolvimento científico e tecnológico que permitirão a geração de riqueza de forma renovável, ampliando a segurança energética e alimentar do Brasil. Associações do biodiesel solicitam a inclusão do MAPA e do MCTI na construção da proposta de mapa da transição energética do Governo Federal

  • Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos

    Spott aponta expansão consistente da infraestrutura, maior demanda corporativa e novas soluções digitais como motores do crescimento Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos O mercado brasileiro de recarga para veículos elétricos vive um momento de expansão, impulsionado pela maior adoção da mobilidade sustentável, incentivos regulatórios e entrada de novos modelos elétricos no país. De acordo com a Spott, referência em tecnologia para redes de recarga elétrica, os próximos anos serão decisivos para consolidar o ecossistema de recarga no Brasil, tanto em escala urbana quanto em operações corporativas e de longas distâncias.  A evolução tecnológica e a ampliação dos pontos de recarga, sejam eles públicos ou privados, têm sido fundamentais para apoiar o avanço da eletromobilidade no Brasil. A empresa destaca que serviços como gestão integrada de estações de recarga, monitoramento remoto, instalação e manutenção de equipamentos, além de ferramentas de gestão energética e  smart charging , estão se tornando pilares estratégicos para empresas que buscam eficiência e segurança operacionais.  Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos “Estamos vivendo um dos ciclos mais promissores da eletromobilidade no Brasil. A expansão da infraestrutura de recarga não é apenas uma demanda tecnológica, mas um passo essencial para transformar a forma como pessoas e empresas se deslocam. Nosso papel é garantir que a experiência de recarga seja simples, confiável e integrada, conectando usuários e operadores em um único ecossistema digital”, afirma Thiago Moreno, CEO da Spott.    Segundo a empresa, entre os principais movimentos de mercado previstos para os próximos anos estão a criação de modelos de negócio baseados em energia distribuída e a digitalização de todo o ciclo de recarga, visando a redução de custos e ampliação da previsibilidade para as empresas.  Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos “A transição energética passa diretamente pela mobilidade elétrica, e estamos observando uma maturidade cada vez maior do mercado brasileiro. Mais do que instalar carregadores, as organizações querem inteligência, dados e otimização de consumo”, explica Rica Legname, sócio fundador da Spott.   Com uma rede crescente de parceiros, clientes e projetos em todo o país, a Spott destaca que o fortalecimento da infraestrutura depende também da colaboração entre o setor privado, montadoras,  utilities  e órgãos públicos. A empresa acredita que o Brasil reúne condições para atingir um novo patamar de competitividade mundial, especialmente se seguir avançando em padronização, incentivos e educação de mercado.  A expectativa é que, até 2030, o país multiplique a sua capacidade de recarga, impulsionado por novos investimentos em mobilidade elétrica, ampliação da oferta de veículos, iniciativas sustentáveis e soluções inteligentes que tornem a experiência do usuário cada vez mais eficiente.  Mercado brasileiro de recarga elétrica acelera: avanços, desafios e projeções para os próximos anos

  • Trocador de calor desafia gigantes do aquecimento residencial com 80% de redução na conta de luz

    O Resenhit, desenvolvido pela Brustec, se inspira na ciência utilizada nas piscinas para aquecimento da água residencial em aplicação inédita no Brasil e garante altos índices de desempenho e economia  Trocador de calor desafia gigantes do aquecimento residencial com 80% de redução na conta de luz O mercado de aquecimento de água residencial no Brasil está à beira de uma revolução silenciosa e altamente eficiente. A Brustec, conhecida pela inovação em soluções para piscinas, lança o Resenhit, aparelho que compete com aquecedores a gás e solar, trazendo a tecnologia a base da convencional bomba de calor, pela primeira vez utilizada neste sistema para aquecimento de água residencial. A nova tecnologia promete não apenas um desempenho superior, mas uma economia que desafia o vilão das contas de luz, o chuveiro elétrico, podendo reduzir até 80% do consumo de energia residencial. O produto da Brustec, que trabalha com um sistema de boiler (reservatório), posiciona-se como a escolha entre arquitetos, engenheiros e consumidores que buscam alta performance e baixo custo operacional. “A espinha dorsal do diferencial da Brustec é a sua eficiência energética, que garante um retorno sobre o investimento competitivo até mesmo com o gás, historicamente mais barato na instalação - mas que perde competitividade no consumo mensal", revela Michel Ângelo, responsável pelo marketing da Brustec.  O Resenhit opera de forma significativamente mais econômica do que o aquecimento por resistência. Enquanto um chuveiro de alta potência pode consumir 7.500W, o modelo maior da Brustec utiliza apenas 3.000W. A diferença se traduz em um impacto radical no orçamento mensal. "A economia pode atingir  80% na conta de energia", garante Ângelo. O desempenho superior da bomba de calor é explicado pelo seu Coeficiente de Desempenho (COP), que geralmente é de 3,0 ou superior, enquanto os aquecedores elétricos é no máximo 1,0.  O COP é o indicador-chave de eficiência energética. Quanto mais alto, mais eficiente é o equipamento. Além da eficiência no consumo, o  trocador de calor Resenhit elimina as desvantagens crônicas das suas principais tecnologias concorrentes: Vantagem sobre o gás:  a bomba de calor supera o gás com instalação simplificada e custo operacional menor. Além da economia, ainda assegura um conforto superior e sem os riscos inerentes a sistemas que confiam em diferentes tipos de gás dentro do lar. Vantagem sobre o solar:  o aquecimento solar exige um investimento inicial muito mais alto e perde eficiência em dias nublados ou à noite, forçando o acionamento de resistências elétricas de altíssimo consumo. A bomba de calor, por não depender do sol, garante água quente constante com eficiência máxima. Sobre a Brustec A Brustec é uma empresa brasileira fundada em 2007 na cidade de Brusque - SC que se estabeleceu como uma referência nacional no desenvolvimento e fornecimento de produtos e soluções inovadoras para piscinas, incluindo equipamentos de limpeza, aquecimento, manutenção de água e sistemas completos de iluminação com alta tecnologia. Seu rigoroso compromisso com a excelência é chancelado pela conquista da certificação ISO 9001:2015 de gestão de qualidade e pela sua atuação como associada ativa da ANAPP (Associação Nacional dos Fabricantes e Construtores de Piscinas e Produtos Afins), consolidando sua liderança e seriedade em todo o mercado nacional. A Brustec ainda exporta para países como Estados Unidos, Argentina, Portugal, México, Bolívia, Jamaica, Peru, Paraguai e Uruguai.  Trocador de calor desafia gigantes do aquecimento residencial com 80% de redução na conta de luz

  • Com investimento recorde, ISA ENERGIA BRASIL moderniza rede de transmissão em SP

    Companhia destinou R$ 438 milhões a projetos de reforços e melhorias no terceiro trimestre, volume 16% superior ao registrado no mesmo período de 2024; Obras contemplam a renovação de subestações e linhas de transmissão com foco em elevar a capacidade e a confiabilidade do sistema elétrico no Estado. Com investimento recorde, ISA ENERGIA BRASIL moderniza rede de transmissão em SP São Paulo, 18 de dezembro de 2025  – A ISA ENERGIA BRASIL, líder em transmissão de energia no País e responsável por cerca de 95% da energia transmitida no Estado de São Paulo, avança em seu compromisso com a modernização do sistema elétrico. No terceiro trimestre de 2025, a companhia destinou R$ 438 milhões a projetos de reforços e melhorias, volume 16% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, consolidando recorde trimestral de investimentos nesta frente. Os aportes foram dedicados à renovação dos ativos da Concessão Paulista, com a substituição de 711 equipamentos entre transformadores, disjuntores, chaves seccionadoras, sistemas de proteção e linhas de transmissão. Essa modernização é considerada essencial para a gestão eficiente do sistema, garantindo excelência na prestação de serviços, redução dos custos de operação e manutenção (O&M) e aumento da vida útil dos equipamentos. “Os projetos de reforços e melhorias são pilares que sustentam a evolução do sistema elétrico. Eles não apenas ampliam a capacidade e a confiabilidade do atendimento à demanda crescente de energia, como criam a base para integrar novas fontes de geração e acelerar a transição energética. Com um investimento recorde, executamos esses projetos de forma sustentável, garantindo que a infraestrutura acompanhe o ritmo das transformações do setor elétrico”, afirma Yeewan Joshi Otero, gerente executivo de Estruturação e Execução de Projetos de Reforços e Melhorias. No acumulado de janeiro a setembro, os investimentos atingiram R$ 1,1 bilhão, um crescimento de 17% em relação aos nove primeiros meses de 2024.  Plano de Renovação de Ativos Os investimentos em reforços e melhorias fazem parte do Plano de Renovação de Ativos, uma iniciativa contínua da companhia focada na modernização do sistema elétrico. O plano se apoia em metodologia consolidada de gestão de ativos, baseada em matriz de criticidade e condição dos equipamentos, que permite priorizar substituições, otimizar operações e ampliar a vida útil dos ativos. No terceiro trimestre, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) concedeu autorizações para novos projetos de reforços e melhorias, com investimento total aproximado de R$ 38 milhões. Com isso, a companhia possui cerca de R$ 5,7 bilhões de investimentos em projetos de reforços e melhorias já autorizados que serão executados até 2029 e que resultarão na modernização da rede, além de incrementar a Receita Anual Permitida (RAP) em um montante que varia entre 12% e 17% do investimento contratado, contribuindo para o crescimento sustentável do negócio. Os projetos voltados a reforços e melhorias são majoritariamente financiados por instrumentos do mercado de capitais, especialmente por meio da emissão de debêntures, podendo ainda contar com linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).   Sobre a ISA ENERGIA BRASIL A ISA ENERGIA BRASIL (B3: ISAE3; ISAE4) é líder em transmissão de energia no País, por meio da gestão de 34 concessões distribuídas em 18 Estados. Com mais de 1.600 colaboradores, a Companhia é responsável por cerca de 30% da energia elétrica transmitida no País e aproximadamente 95% no Estado de São Paulo, além de ser pioneira no desenvolvimento de tecnologias, como as primeiras subestações digital e 4.0, o primeiro sistema de armazenamento de energia em baterias em larga escala e o primeiro sistema com tecnologia FACTS do tipo SSSC no sistema de transmissão brasileiro. Seu sistema elétrico é composto por mais de 31 mil km de circuitos, incluindo ativos próprios e controlados em conjunto, e 136 subestações próprias com tensão de até 550 kV. Tem como acionista controlador a empresa colombiana ISA, que detém 35,82% do capital total. “Energia, Vida e Transição” são três palavras que definem a essência de sua estratégia que busca impulsionar a transformação para um futuro sustentável, com o compromisso de priorizar a vida em todas as suas formas e garantir uma transição energética resiliente, segura, limpa e justa. Com investimento recorde, ISA ENERGIA BRASIL moderniza rede de transmissão em SP

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