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  • A UGE finaliza a instalação de dois projetos de energia solar comunitários em telhados de Nova York

    Em uma iniciativa prolífica, a UGE, uma empresa sediada em Nova York, inaugurou recentemente dois projetos revolucionários solares na região metropolitana de Nova York. Um desenvolvedor líder com sede em Nova York, UGE, energizou recentemente dois projetos solares inovadores na região metropolitana de Nova York. Esses projetos de última geração geram coletivamente impressionantes 833 kW de energia solar, o que é suficiente para fornecer energia para mais de 200 residências. Um dos projetos, um empreendimento solar comunitário de 376 kW, foi estabelecido com sucesso no Queens, Nova York. É uma iniciativa transformadora, com metade da geração de energia destinada aos nova-iorquinos de rendimentos baixos a moderados. Espera-se que os assinantes destes projectos, que incluem famílias e empresas, poupem mais de 10% nos seus custos de electricidade. Dado o aumento contínuo das tarifas de electricidade em todo o país, estas poupanças estão a revelar-se O fundador e CEO da UGE, Nick Blitterswyk, expressou sua satisfação em trazer soluções limpas e de economia de energia para outros nova-iorquinos. Ele também destacou os planos da empresa de introduzir vários sistemas solares comunitários adicionais em toda a cidade de Nova York no próximo ano. Além disso, o excedente de energia gerado será aproveitado pela T-Mobile, alinhando-se ao compromisso da operadora de telefonia móvel de alimentar suas operações utilizando energia 100% renovável. Um desses projetos solares está situado no topo de uma instalação de autoarmazenamento em Peekskill (457 kW), enquanto o outro está localizado em um armazém em Queens (376 kW), adjacente ao John F. Com a conclusão bem-sucedida destes dois projetos notáveis, a UGE agora possui e opera um total de 11 iniciativas solares, produzindo 5,6 MW de energia limpa. Além disso, a empresa possui 9 projetos adicionais, totalizando 17,7 MW, atualmente em construção, juntamente com um pipeline robusto de 310. Esta iniciativa representa um passo significativo em direcção a uma economia mais sustentável e renovável.

  • A nova alternativa energética - hidrogênio -em uso veicular traz um interessante leque de possibilidades.

    A nova alternativa energética - hidrogênio -em uso veicular traz um interessante leque de possibilidades. Cada alternativa tem suas especificidades e vantagens inerentes ao uso e atendimentos operacionais. Automóveis  Para ponderar nesse universo vale a pena tomar como referência o Toyota - Mirai - veículo a hidrogênio com célula a combustível. Ele está equipado com 3 cilindros com fibra de carbono, que totalizam aproximadamente 140 litros, que comportam 5,6 kg de hidrogênio, pressão de 700 bar, e fornecem segundo GuinessBook uma autonomia de 1.360 km conforme teste feito na Califórnia, rodando em trecho urbano e rodoviário. O tanque de gasolina do Corolla é de 60 litros, assumindo um consumo médio de 10 km/litro a autonomia seria de 600 km!! Reflexão, para empacotar os tanques de hidrogênio o volume ocupado é mais que o dobro do de gasolina, ou seja, um desafio de engenharia para deixar o Mirai com poucos sacrifícios na ocupação de espaços de conforto e operacionais, porta malas por exemplo! Quais alternativas seriam possíveis, uma primeira reduzindo os tanques de hidrogênio para deixar o Mirai com mesma autonomia do carro a gasolina, com isso os tanques de hidrogênio poderiam ser reduzidos para algo em torno de 70 litros e autonomia de 650 km, pura conjectura! Uma outra alternativa seria o uso de hidrogênio criogênico que poderia ocupar um tanque de 40 litros para a autonomia de 650 km, mas ainda é uma alternativa em estudo. A tecnologia madura é abastecer com hidrogênio gasoso a 700 bar. Ônibus  Esse é o produto com maior foco de descarbonização preponderante no uso urbano. O Brasil através de um projeto feito por Marcopolo para atender a EMTU - Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos - e com demais parceiros, construiu 1 protótipo e 3 veículos pré-série, que rodaram no ABCD paulista. Os tanques montados foram abastecidos com hidrogênio gasoso a 350 bar e a autonomia era de 14/15 kg de hidrogênio para cada 100 km. A capacidade dos tanques montados no teto dos ônibus era de 32-35 kg permitindo um rodar diário seguro. Atualmente existe ônibus com consumo de 6,25 kg de hidrogênio para rodar os mesmos 100 km, uma otimização super relevante! Um tema a refletir, como adequar os ônibus rodoviários? Creio que aqui o hidrogênio criogênico deverá ser uma alternativa a ser intensamente estudada, pois no teto a massa dos tanques podem elevar demais o centro de gravidade dos ônibus rodoviários tornando a condução insegura e se forem alocados nos porta-malas reduzirão o espaço de bagagens!? Caminhões  A forma mais difundida até agora é o uso de tanques atrás da cabine com hidrogênio a 350 bar. A Hyundai com seu caminhão XCIENT tem a vanguarda no tema tendo rodados na Suíça uma frota de quase 50 caminhões de distribuição por mais de 4 milhões de km. Uma abordagem no mercado americano motivou a empresa a desenvolver caminhões da classe 8 e na configuração trator (cavalo-mecânico). Uma outra abordagem nesse segmento foi a DaimlerTruck que aposta na versão sLH2, subcooled liquid H2, que é o hidrogênio líquido sob pressão (16 bar) que merece uma abordagem futura. Com essa solução a DaimlerTruck montou no veículo GenH2 os 2 tanques criogênicos no mesmo local dos de diesel sem grande impacto no layout do veículo e ofereceu uma massa de 40 kg de hidrogênio por tanque, totalizando 80 kg e atingiu uma autonomia de mais de 1.000 km! Aqui parece que em caminhões pesados de longa distância o hidrogênio criogênico deva ser a solução simplificadora! Concluindo, o hidrogênio e a célula a combustível, aparecem no “palco tecnológico” como protagonistas a serem pesquisados e com base em soluções factíveis na tecnologia, custos e logística serem implementadas passo a passo. É um novo mundo energético!

  • Fissão Nuclear além das Fronteiras Vizinhos Nucleares Apontam uma Ameaça à Alemanha

    Fissão Nuclear além das Fronteiras: Vizinhos Nucleares Apontam uma Ameaça à Alemanha Os cidadãos da Alemanha já não vivem com a ameaça de um acidente nuclear dentro das suas fronteiras. No entanto, cinco dos nove países vizinhos – França, Bélgica, Países Baixos, Suíça e República Checa – operam usinas nucleares. Muitos alemães, ainda assombrados pela nuvem radioativa resultante do desastre de Chernobyl de 1986, estão cientes de que um acidente em qualquer uma dessas usinas colocaria sua população em perigo. Por Paul Hockenos. A segurança da energia nuclear tem sido uma questão delicada entre a França e a Alemanha, aliadas no pós-guerra e líderes da União Europeia. Enquanto a Alemanha se retirou completamente da energia nuclear em 15 de abril de 2023, a maioria da população alemã entendeu, no final da década de 1980, que os perigos da fissão nuclear superavam seus benefícios. A partir de 2000, a Alemanha iniciou o descomissionamento gradual de suas 17 usinas nucleares, processo que foi acelerado pela Chanceler Angela Merkel em 2011, após os colapsos da Usina Nuclear Fukushima Daiichi em Ōkuma, no Japão. Em contraste, a França não teve uma epifania antinuclear equivalente, mantendo sua posição como uma das principais potências nucleares do mundo. Desde meados da década de 1980, a França depende fortemente da energia nuclear para gerar sua eletricidade. Em 2022, a proporção de eletricidade gerada por usinas nucleares na França era a mais alta do mundo: 63%, embora tenha diminuído de 72% em 2018. Essa disparidade de opiniões sobre a energia nuclear tem tensionado as relações franco-alemãs por anos, com os alemães (e suíços) particularmente preocupados com a Usina de Fessenheim, localizada na fronteira da França com a Alemanha e a Suíça, próxima a Freiburg, no sudoeste da Alemanha. Embora a França tenha fechado finalmente Fessenheim em 2020, ainda opera 56 reatores nucleares em 18 locais. Além disso, o presidente francês, Emanuel Macron, sublinhou que prevê que a energia nuclear será um pilar do sistema energético francês nas próximas décadas.

  • Tesla anuncia preços acessíveis para os modelos 3 e Y no Chile

    Tesla anuncia preços acessíveis para os modelos 3 e Y no Chile A Tesla anunciou os preços de seus veículos elétricos Model 3 e Model Y no Chile, e eles são surpreendentemente acessíveis. O Model 3 começa em $ 39.900.000 pesos chilenos, equivalentes a cerca de US$ 42.000, enquanto o Model Y começa em $ 42.900.000 pesos chilenos, equivalentes a cerca de US$ 45.000. Essa é uma ótima notícia para os consumidores chilenos, pois os veículos elétricos são tipicamente muito mais caros no Chile do que em outros países. Por exemplo, o Chevrolet Bolt custa US$ 49 mil no Chile, enquanto custa apenas US$ 25.600 nos Estados Unidos. A chegada da Tesla ao Chile é um passo importante para a eletrificação do transporte no país. O Chile tem uma meta de ter 100% de veículos elétricos em 2035, e a Tesla está ajudando a tornar essa meta uma realidade. Preços competitivos da Tesla no Chile Os preços da Tesla no Chile são muito competitivos com os preços de outros veículos elétricos no país. Por exemplo, o BYD Dolphin custa US$ 35.000 no Chile, enquanto o JAC E-J7 custa US$ 45.000. Os modelos 3 e Y da Tesla são portanto mais acessíveis do que esses veículos elétricos, além de oferecerem mais autonomia e tecnologia de última geração. Mercado automotivo do Chile O mercado automotivo do Chile é o segundo maior da América do Sul, depois do Brasil. Em 2022, foram vendidos mais de 400 mil veículos novos no Chile, sendo que 1% desses veículos foram elétricos. A expectativa é que o mercado de veículos elétricos no Chile cresça significativamente nos próximos anos, impulsionado pela chegada da Tesla e de outros fabricantes de veículos elétricos.

  • Fox ESS e Fortlev Anunciam Parceria Estratégica para crescimento da energia solar em 2024! 

    São Paulo, 22 de janeiro – A Fox ESS, e Fortlev, líder no mercado brasileiro de energia solar e renomada distribuidora do setor, anunciam sua parceria em 2024 com importações de inversores Fox ESS que beneficiará ambas as partes e ajudará a fortalecer significativamente suas posições no mercado e avanços do setor solar brasileiro.  No contexto atual onde se fala tanto sobre a qualidade do produto, essa colaboração permitirá que a Fortlev Solar diversifique ainda mais seu portfólio, oferecendo soluções avançadas e sustentáveis para os consumidores brasileiros interessados em adotar tecnologias de energia solar de alta qualidade e oferecerá aos consumidores brasileiros acesso a soluções inovadoras e eficientes para seus sistemas fotovoltaicos.  “ Para a Fox ESS é um prazer gigante fazer uma parceria com uma player tão grande e importante do setor fotovoltaico brasileiro. A Fortlev é sinônimo de qualidade então ter nossos produtos dentro do seu portfolio nos mostra que estamos no caminho certo da Fox ESS no Brasil. Estamos ansiosos para combinar nossas habilidades únicas e impulsionar a inovação em conjunto “– Robson Meira, Country Manager Brasil da Fox ESS. Os produtos Fox ESS são reconhecidos internacionalmente por sua tecnologia avançada e desempenho superior em inversores e armazenamento de energia. A parceria visa promover a crescente adoção de práticas ambientalmente responsáveis no Brasil. Sobre a Fox ESS Fundada em 2019, a Fox ESS é líder global no desenvolvimento de inversores e soluções de armazenamento de energia. A empresa oferece produtos inovadores e confiáveis ​​de alta qualidade e desempenho. A sede e o coração da empresa é o moderno centro de pesquisa e desenvolvimento em Wenzhou, China. Centenas de engenheiros e técnicos trabalham incansavelmente para aperfeiçoar os produtos e garantir que eles estejam sempre na vanguarda do desenvolvimento de inversores solares e armazenamento de energia. A equipe é composta por alguns dos principais especialistas em inversores e baterias. Fox ESS oferece os produtos mais avançados com hardware excelente e de alta qualidade com alta confiabilidade e desempenho. A empresa pertence ao Grupo Tsingshan, o maior produtor mundial de aço inoxidável.  Graças ao grupo, a Fox ESS está excelentemente posicionada e se beneficia de uma cadeia produtiva verticalizada. Isso torna o grupo o único fabricante na área de energias renováveis ​​que controla a maior parte da cadeia de valor, desde a matéria-prima até o sistema completo de armazenamento. O Grupo Tsingshan é uma empresa Fortune Global 500. Emprega mais de 150.000 pessoas em todo o mundo e gerou vendas anuais de US$ 55 bilhões em 2022. Em 2023 foi eleita empresa unicórnio na China pela Forbes.

  • Entrevista Paulo Pessuti

    Veja como foi a entrevista do empresário Paulo Pessuti para a Solar Tv De acordo com o seu ponto de vista, como foi o ano de 2023 para o mercado solar em geral? O ano de 2023, ficou conhecido como o ano do apocalipse, começou bem em seus primeiros meses, reflexo de um espetacular 2022, porém como foi plantado praticamente o fim do setor em 2022 “ instale agora pois no ano de 2023 o sol vai ser taxado “ … juntando com mudança de governo, que de certa forma faz o investidor pensar um pouco antes de investir, analisando como seria o novo cenário econômico já que mudam diretrizes, juntando com aumento de juros, tirando a atratividade de financiamento, pra completar, um assunto tão comentado durante o ano, reversão de fluxo … como fomos capaz de deixar passar essa brecha na lei, deixando tantos poderes para as concessionárias fazerem o que bem entender ? …. Nestes 9 anos que estou no setor solar, ressalto que 2023 fica pra história. Um ano que o setor reaprendeu a se posicionar. Muitos integradores ficaram pelo caminho, principalmente os que não fizeram o dever de casa que é fazer uma reserva financeira para tempos de crise, muitos distribuidores sofreram pois amargaram pouco giro em seus estoques… mais nem tudo foi perdido em 2023, o preço dos módulos fotovoltaicos dispencou certa de 40% comparando dezembro de 2022 fazendo o payback ficar mais atrativo, desafio foi para o distribuidor que importava a x watt dólar e antes de sua importação chegar, o preço já havia caído … enfim … haja emoção... Foi um bom ano para o Performa Solar? Para o Performa Solar foi espetacular, percebo uma busca do integrador comprometido a buscar informações relevantes, em cada edição que realizamos, Caxias do Sul RS, Dourados MS, Ribeirão Preto SP e Petrolina, ambas com casa cheia. Como o evento pôde auxiliar o integrador? Quantos integradores passaram pelo evento em 2023? Em 2023 foram mais de 1000 que passaram nas edições e encontraram nelas conteúdos voltados a área comercial, técnica e gestão, sem contar o network. Performa Solar é um projeto para celebrar o Integrador solar, Quais as expectativas para o ano de 2024? Ah podemos falar também do Performa Alemanha que foi em 2023 ? sim; Em 2023 realizei pela primeira vez o Performa Solar Experience Alemanha, 12 empreendedores do setor solar tiveram A oportunidade de participar deste evento, visitando a primeira usina de mega em telhado que está há 26 anos conectada, visitar uma cidade onde toda a energia gerada é de fonte renovável e também visitar a intersolar Munique Quais as expectativas para o ano de 2024? 2024 já começa bem diferente de 2023, percebo um aquecimento em nosso setor, e a espectativa é também de um mercado mais qualificado e maduro Esse ano além do Performa Solar que inicia em Março a nona edição em Itajaí SC, teremos também edições em Uberlândia MG, Cascavel Paraná e Feira de Santana na Bahia Teremos também o Performa solar Experience Alemanha nos dias 15 a 22 de Junho em Munique O Performa solar 2.0 que é uma imersão de vendas com o Marcelo Baratella e Marcelo Artel, nas cidades que fiz Performa Solar há 2 anos atrás, teremos edições em Campinas SP, Maringá PR, Cuiabá MT e Caxias do Sul RS E finalizando os projetos de 2024 teremos o Performa Empreendedor, essa é uma imersão 360 para o empreendedor que vai desde a parte jurídica, Contabil até a parte de gestão "Eu peguei minhas dores como empreendedor e transformei em uma imersão" Paulo Pessuti.

  • A crise do Mar Vermelho pode ter um impacto significativo nas metas climáticas da indústria naval global

    A crise do Mar Vermelho pode ter um impacto significativo nas metas climáticas da indústria naval global. Um estudo recente descobriu que o desvio de mais de 6.500 quilômetros para evitar ataques no Mar Vermelho poderia aumentar drasticamente as emissões de carbono da indústria. O desvio necessário para evitar áreas de alto risco no Mar Vermelho adicionaria aproximadamente 10 dias ao tempo de viagem para navios que navegam entre a Ásia e a Europa. Esse aumento no tempo de viagem resultaria em um aumento significativo nas emissões de carbono, já que os navios teriam que consumir mais combustível para percorrer a distância adicional. O estudo concluiu que o desvio poderia aumentar as emissões anuais de carbono da indústria naval global em até 10 milhões de toneladas. Isso equivale às emissões anuais de carbono de cerca de 2 milhões de carros. A crise do Mar Vermelho é um problema sério que está afetando a indústria naval global. O aumento das emissões de carbono resultante do desvio necessário para evitar ataques no Mar Vermelho poderia dificultar o cumprimento das metas climáticas da indústria. Além do impacto ambiental, o desvio também teria um impacto econômico significativo. O aumento no tempo de viagem adicionaria custos adicionais para as empresas de transporte marítimo, o que poderia levar a preços mais altos para os consumidores. O estudo ressalta a necessidade urgente de encontrar uma solução para a crise do Mar Vermelho. Se não for resolvida, a crise poderia ter um impacto negativo significativo nas metas climáticas da indústria naval global e na economia global.

  • Grupo de Nova York divulga primeiras recomendações sobre incêndio em baterias

    Um grupo interinstitucional de segurança contra incêndios do estado de Nova York divulgou suas recomendações iniciais para aprimorar os padrões de segurança em sistemas de armazenamento de energia de bateria. Em resposta a uma série de incêndios em sistemas de baterias no ano passado, o grupo de trabalho propôs 15 medidas para prevenir e responder melhor a esses eventos, incluindo atualizações no Código de Incêndios do Estado de Nova York e o estabelecimento de melhores práticas. As recomendações enfocam sistemas de íons de lítio com mais de 600 quilowatts-hora e incluem requisitos para revisão de projetos, planejamento de resposta a emergências e treinamento de equipes de bombeiros locais. O objetivo é garantir a transição segura e responsável para um futuro de energia limpa em Nova York. O grupo de trabalho também está em negociações para obter relatórios de Análise de Causa Raiz dos incêndios recentes e está conduzindo inspeções em sistemas de baterias operacionais em todo o estado para melhorar as listas de verificação de avaliação e as medidas de resposta a emergências. O trabalho do grupo de trabalho é essencial para apoiar a meta do estado de adicionar 3.000 MW de armazenamento de energia até 2030, conforme estabelecido na Lei de Liderança Climática e Proteção Comunitária.

  • S&P Global publica as principais tendências de tecnologia limpa em 2024

    créditos, S&P Global Tecnologias para reduzir emissões e enfrentar as alterações climáticas Mais uma vez, nossa equipe de especialistas em tecnologia de energia limpa da S&P Global Commodity Insights identificou e resumiu as dez principais tendências de tecnologia limpa esperadas para este ano. Este relatório interativo gratuito oferece uma exploração de nossos dados, análises e insights em todo o espectro de tecnologia limpa para ajudar os participantes do mercado a entender o que está por vir no setor de tecnologia de energia limpa. Este relatório responde a perguntas importantes, incluindo: Quanto crescerá o investimento em tecnologia de energia limpa em 2024 – e nos próximos anos? Espera-se que os custos médios das despesas de capital para tecnologias de energia limpa continuem a diminuir no curto prazo. Onde estão as oportunidades de crescimento? O excesso de oferta está levando os fabricantes de energia solar e de armazenamento a uma guerra de preços. Que impactos isso terá no mercado? Como é que o crescente interesse no hidrogénio de baixo carbono impulsionará o mercado das tecnologias limpas? Os fabricantes de tecnologia de energia limpa tornarão a descarbonização o núcleo tanto dos produtos como das estratégias. Como será isso? A capacidade eólica offshore atingirá um recorde? Qual será a dinâmica competitiva do mercado eólico? Como a tecnologia de captura de carbono impulsionará o mercado? Com o compromisso global da COP28 de triplicar as energias renováveis ​​até 2030, como será o seu desenvolvimento racionalizado? Como podem os sistemas energéticos globais tornar-se mais flexíveis à medida que as instalações eólicas e solares continuam a acelerar? O investimento em tecnologias limpas é fundamental para conseguir reduções de emissões. Ajudamos a identificar e executar estratégias que envolvem as principais e emergentes tecnologias de energia limpa que podem acelerar a descarbonização. Veja em https://commodityinsights.spglobal.com/

  • Corsica Sole Investe em Produção de Hidrogênio Renovável na Córsega

    A empresa Corsica Solar assegura que seu eletrolisador de 150 kW será abastecido unicamente por energia fotovoltaica durante os períodos de maior demanda elétrica. Corsica Sole, líder em energia solar na França, entra no promissor mercado do hidrogênio verde com a inauguração de sua primeira unidade de produção em Folelli, na pitoresca ilha da Córsega. Jean-Gabriel Steinmetz, Diretor de Novos Mercados da Corsica Sole, revelou que o eletrolisador será alimentado exclusivamente por eletricidade fotovoltaica durante os horários de pico, marcando um avanço na integração de energias renováveis. A Hensodlt Nexeya France será responsável pelo projeto e integração dos sistemas de energia, conectando o novo projeto diretamente à estação da usina solar Folelli de 12 MW. A iniciativa surge em resposta aos desafios enfrentados por zonas insulares, como a Córsega, que frequentemente enfrentam perdas de energia devido à indisponibilidade de explorar toda a eletricidade renovável gerada. A central solar localizada em Folelli, operacional desde 2017, sofreu centenas de horas de perdas anuais de energia, motivando a busca por soluções inovadoras. A nova unidade, denominada Folell'Hy, será alimentada por parte do excedente de eletricidade da usina solar, produzindo duas toneladas de hidrogênio verde anualmente. Steinmetz explicou que a capacidade de 150 kW foi escolhida estrategicamente para atender às necessidades ainda subdesenvolvidas da ilha, otimizando o investimento e evitando sobredimensionamento do equipamento. O projeto visa introduzir o hidrogênio verde na região de Bastia, priorizando a mobilidade marítima pesada e aplicações energéticas temporárias. Embora a configuração resulte em um fator de carga mais baixo e potencialmente custos de produção mais elevados, a Corsica Sole enxerga valor na iniciativa como um primeiro passo para novos usos e acumulação de feedback técnico e econômico. O projeto piloto também explorará interações em tempo real com o operador da rede, visando otimizar a produção com base nas condições da rede e gerenciamento eficiente dos recursos hídricos. A Corsica Sole já tem planos de expansão, contemplando projetos maiores, incluindo um eletrolisador de até 2,5 MW com armazenamento em bateria para aprimorar o fator de carga e reduzir custos. Steinmetz destacou que, apesar dos desafios, a produção local de hidrogênio verde nos territórios não interligados de França permanece economicamente viável, sendo uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis importados. A iniciativa posiciona-se como um catalisador para a transição energética em territórios insulares, oferecendo uma alternativa ambientalmente amigável e independente.

  • ESMA Recebe Novos Poderes para Monitorar Classificações Verdes

    Uma nova convenção jurídica permitirá que os órgãos de fiscalização da União Europeia avaliem diretamente os analistas que buscam categorizar o desempenho ambiental, social e de governança. A Autoridade Europeia de Valores Mobiliários e Mercados (ESMA) conquistou recentemente poderes expandidos para supervisionar os fornecedores de classificações verdes, marcando uma notável centralização de controle nos mercados financeiros da UE. Este acordo legislativo, selado em conversações conhecidas como trílogo, responde ao crescente interesse em questões ambientais, sociais e de governança (ESG). Vincent Van Peteghem, ministro das Finanças belga, expressou otimismo sobre a nova lei, destacando que "aumentar a confiança dos investidores através de classificações ESG transparentes e regulamentadas pode ter um impacto significativo na nossa transição para um futuro mais socialmente responsável e sustentável." O acordo, fruto de negociações entre legisladores do Parlamento Europeu e do Conselho da UE, representa um avanço significativo no combate às disparidades raciais no setor de empréstimos e reflete a resposta aos apelos por maior clareza e governança no universo ESG. As classificações agora podem abranger os elementos E, S e G, mas a ponderação atribuída a cada um deve ser esclarecida, conforme indicado na declaração conjunta. Espera-se que a legislação seja aprovada em uma reunião de legisladores em abril, pouco antes das eleições de junho, com vigência prevista em pouco mais de 18 meses. O desempenho das empresas, avaliado por fornecedores de classificação ESG, será crucial em áreas como pegada de carbono e práticas de cadeia de abastecimento. Esta medida visa aprimorar a transparência e evitar conflitos de interesse, um passo essencial à luz da importância crescente das classificações ESG nas decisões de investimento. O contexto da crise financeira também influenciou as novas regras, procurando evitar situações semelhantes às da crise de 2008, quando agências de notação de crédito subestimaram os riscos associados a títulos garantidos por hipotecas. Este desenvolvimento integra a luta contínua da UE contra o greenwashing, promovendo maior integridade nas práticas de classificação ESG. Com a ESMA assumindo um papel mais central, o bloco busca fortalecer os mercados financeiros europeus, respondendo aos apelos por uma agência central semelhante à da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA. A discussão sobre as regras de infraestrutura de mercado da UE também está em andamento, considerando a possibilidade de conceder à ESMA poderes para supervisionar câmaras de compensação baseadas na UE. Este é mais um passo em direção à harmonização e fortalecimento do sistema financeiro europeu.

  • Iniciativa Inovadora da Clean Energy Credit Union Leva Energia Limpa a Comunidades Desfavorecidas

    Clean Energy Credit Union Desvenda Programa Inovador para Democratizar a Energia Limpa em Comunidades Desfavorecidas A Clean Energy Credit Union anunciou a pouco tempo  o lançamento do seu programa revolucionário "Energia Acessível para Todos", uma iniciativa destinada a democratizar o acesso à energia limpa em comunidades desfavorecidas. O programa, denominado "Clean Energy for All", implementa um avançado Plano de Crédito Especial, oferecendo taxas de juros substancialmente reduzidas em empréstimos para energia limpa, especialmente projetados para beneficiar mutuários minoritários e de baixa renda. Com um desconto expressivo de 0,50% nas taxas padrão, a união visa atacar as disparidades raciais prevalentes no setor de empréstimos, onde muitos indivíduos enfrentam dificuldades para financiar melhorias em suas residências. Em resposta a preocupantes disparidades raciais, o Instituto Urbano relatou que apenas 67% dos credores ativos estenderam empréstimos a negros, indígenas e outras pessoas de cor, resultando em uma taxa de negação de empréstimos de 39%, comparada com 31% para empréstimos de reforma residencial em geral. A CEO Terri Mickelsen enfatizou a importância dessa iniciativa, afirmando: "Oferecer energia limpa a preços acessíveis pode aprimorar a saúde, segurança e resiliência energética em comunidades desproporcionalmente afetadas por poluição atmosférica e desastres climáticos." Além de ampliar o acesso ao financiamento de energia limpa, o programa visa atender especificamente aqueles mais impactados por desafios ambientais e injustiças históricas. Espera-se que o programa não apenas impulsione melhorias econômicas, residenciais e de transporte nessas comunidades, mas também economize nas contas de serviços públicos, promovendo um ambiente mais limpo. Colaborando com parceiros alinhados à missão, como EV Hybrid Noire e Inclusiv, a Clean Energy Credit Union reforça seu compromisso em construir um futuro mais equitativo e sustentável. O Programa de Empréstimo Energia Limpa para Todos representa um passo significativo nessa jornada, abrindo portas para equidade, mobilidade econômica e oportunidades em meio a desafios de crédito e desigualdades sistêmicas.

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