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  • EnergyChannel Informa: Megacidades Asiáticas Enfrentam Calor Extremo e Persistente em Cenário de Aquecimento Climático

    Após o ano mais quente já registrado, o aquecimento climático continua a acentuar-se em várias megacidades da Ásia, gerando preocupações sobre suas consequências diretas para a saúde pública, infraestrutura e qualidade de vida. Dados recentes da organização sem fins lucrativos Climate Central revelam que seis das 11 cidades que experimentaram ondas de calor intensamente influenciadas pelas mudanças climáticas durante 30 dias ou mais, entre dezembro do ano passado e fevereiro de 2025, estão localizadas na Ásia, incluindo áreas como Tamil Nadu, Manila e Jacarta. Megacidades Asiáticas Enfrentam Calor Extremo e Persistente em Cenário de Aquecimento Climático Um Alerta para a Saúde Pública O aumento das temperaturas em megacidades asiáticas não é apenas uma questão ambiental, mas também um grave desafio de saúde pública. O calor extremo pode levar a um aumento nas doenças relacionadas ao calor, afetando especialmente as populações mais vulneráveis, como os idosos e aqueles com condições de saúde pré-existentes. Além disso, a infraestrutura dessas cidades está se vendo pressionada a lidar com climas cada vez mais severos, o que pode influenciar a disponibilidade de água e a rede elétrica. A Influência das Mudanças Climáticas A persistência do calor em setores urbanos densamente povoados destaca a interconexão entre as mudanças climáticas e a vida cotidiana nas cidades. As emissões de gases de efeito estufa, impulsionadas por atividades humanas, estão exacerbando não apenas as temperaturas globais, mas também alterando os padrões climáticos regionais. A situação nas megacidades da Ásia é um reflexo claro desse fenômeno, onde o crescimento urbano e a industrialização se juntam a condições climáticas adversas. Caminhos para a Sustentabilidade Para enfrentar esses desafios, as megacidades precisam implementar estratégias de adaptação e mitigação. Isso inclui a promoção de verdes urbanos, melhorias na infraestrutura para resistir a extremos climáticos e a adoção de tecnologias que reduzam a pegada de carbono. A transição para fontes de energia renováveis e o aumento da eficiência energética são cruciais nessa luta. Megacidades Asiáticas Enfrentam Calor Extremo e Persistente em Cenário de Aquecimento Climático Conclusão O cenário de aquecimento nas megacidades asiáticas nos alerta sobre a urgente necessidade de ação coletiva contra as mudanças climáticas. O EnergyChannel continuará a monitorar essa situação, trazendo informações e análises sobre como as cidades podem enfrentar essas adversidades e se adaptar a um futuro mais sustentável. A conscientização e a mobilização em direção à resiliência climática são fundamentais para garantir uma melhor qualidade de vida nas urbanizações que abrigam milhões de pessoas. Megacidades Asiáticas Enfrentam Calor Extremo e Persistente em Cenário de Aquecimento Climático

  • França Descobre a Maior Reserva de Hidrogênio do Mundo Avaliada em US$ 92 Bilhões

    A França acaba de ser agraciada com um reconhecimento internacional significativo ao anunciar a descoberta de uma das maiores reservas de hidrogênio do planeta, avaliadas em impressionantes US$ 92 bilhões. Essa descoberta não apenas reforça a posição da França como líder na transição energética, mas também marca um avanço crucial em direção a um futuro sustentável. França Descobre a Maior Reserva de Hidrogênio do Mundo Avaliada em US$ 92 Bilhões Um Marco na Indústria do Hidrogênio Este anúncio representa um marco significativo para o setor de hidrogênio, uma fonte de energia limpa considerada vital para reduzir as emissões de carbono e combater as mudanças climáticas. A nova reserva, localizada em uma região estratégica da França, promete não apenas fortalecer a segurança energética do país, mas também servir como um catalisador para o desenvolvimento econômico e tecnológico. Implicações para a Transição Energética A descoberta da reserva de hidrogênio está em linha com os esforços da França para se tornar uma economia neutra em carbono até 2050. Com o hidrogênio se apresentando como uma alternativa promissora para a descarbonização de setores industriais e no transporte, esse investimento pode acelerar a adoção de tecnologias limpas. Além disso, a França não apenas busca utilizar o hidrogênio para suas necessidades internas, mas também visa se tornar um exportador de hidrogênio verde. Isso pode abrir novas oportunidades para parcerias internacionais e posicionar o país como um líder no comércio global de energia. O Papel da Inovação Tecnologias emergentes estão impulsionando a extração e utilização do hidrogênio de maneira mais eficiente e sustentável. O avanço na infraestrutura para produção, armazenamento e transporte de hidrogênio será fundamental para desbloquear todo o potencial dessa nova reserva. O governo francês e as empresas privadas provavelmente investirão na pesquisa e desenvolvimento para garantir que o hidrogênio se torne acessível e economicamente viável. França Descobre a Maior Reserva de Hidrogênio do Mundo Avaliada em US$ 92 Bilhões Conclusão Com a descoberta dessa vasta reserva de hidrogênio, a França está se posicionando à frente na corrida global por uma matriz energética mais limpa e sustentável. O EnergyChannel acompanhará de perto os desdobramentos desta descoberta e as ações que o país tomará para integrar essa nova fonte de energia em sua economia, fornecendo informações e análises sobre como essa evolução impactará o futuro do setor energético em todo o mundo. A transição para um futuro energeticamente sustentável depende de inovações como essa, que não só melhoram a infraestrutura nacional, mas também contribuem significativamente para o esforço global contra as mudanças climáticas. França Descobre a Maior Reserva de Hidrogênio do Mundo Avaliada em US$ 92 Bilhões

  • Standard Solar Adquire 9MW de Energia Solar Comunitária em Illinois, Melhorando a Confiabilidade da Rede e Apoiada Comunidades Locais

    Novos jardins solares comunitários em Zion e Kankakee fortalecerão a economia energética e contribuirão para a independência energética dos EUA. Standard Solar Adquire 9MW de Energia Solar Comunitária em Illinois, Melhorando a Confiabilidade da Rede e Apoiada Comunidades Locais Rockville, Md. — 25 de março de 2025 — A Standard Solar, uma desenvolvedora e proprietária líder em energia solar comercial e comunitária, adquiriu dois projetos de energia solar comunitária em Illinois da Cenergy Power. Os dois jardins solares comunitários localizados na cidade de Zion e no Condado de Kankakee, totalizando mais de 9 megawatts (MW), fornecerão energia renovável acessível a residentes e empresas locais, ao mesmo tempo em que avançam nas ambiciosas metas de energia limpa de Illinois, que incluem alcançar 100% de energia limpa até 2050, com metas intermediárias de 40% de energia renovável até 2030 e 50% até 2040. Essas aquisições expandem a presença da Standard Solar no estado, elevando seus projetos administrados, operacionais, em construção e contratados para mais de 150 MW. Standard Solar Adquire 9MW de Energia Solar Comunitária em Illinois, Melhorando a Confiabilidade da Rede e Apoiada Comunidades Locais O sistema solar de 2,53 MW em Zion possui tecnologia de inclinação fixa e deve gerar aproximadamente 3.705 megawatts-hora (MWh) de energia limpa em seu primeiro ano de operação. Outro sistema, uma instalação de 6,65 MW no Condado de Kankakee, produzirá aproximadamente 10.507 MWh em seu primeiro ano. Ambos os projetos estão programados para serem concluídos no início de 2026. "Illinois é um mercado empolgante e em crescimento para energia solar comunitária, e estamos satisfeitos em expandir nossa presença no estado com a aquisição desses projetos", disse Megan Byrn, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios da Standard Solar. "Sistemas de geração distribuída solar (DG) de médio porte como estes são críticos para equilibrar a rede, melhorar o manejo da terra e fortalecer a dominância energética dos EUA. Esses projetos não apenas fornecerão custos de energia mais baixos para comunidades locais, mas também colocarão mais energia limpa na rede, ajudando a atender à crescente demanda por eletricidade." A Cenergy Power desenvolveu os projetos, e a Standard Solar será proprietária e operadora dos sistemas para garantir economias de custo de energia a longo prazo para os assinantes. "O desenvolvimento bem-sucedido desses projetos solares comunitários reflete nosso compromisso em expandir soluções de energia renovável em Illinois e com nossos parceiros comunitários locais", disse Chad Chahbazi, Vice-Presidente Sênior de Desenvolvimento de Projetos na Cenergy Power. "Estamos entusiasmados em trabalhar com a Standard Solar para concluir esses projetos e entregar benefícios econômicos e ambientais às comunidades locais." Residentes e empresas na área podem se inscrever nesses projetos solares comunitários, economizando em suas contas de eletricidade sem instalar painéis solares em suas propriedades. Saiba mais aqui. Sobre a Standard Solar A Standard Solar está impulsionando a transformação energética do país — canalizando suas capacidades de desenvolvimento de projetos, força financeira e expertise técnica para fornecer os benefícios de solar e solar + armazenamento para empresas e instituições, fazendas, governos, comunidades e concessionárias. Com base em 20 anos de crescimento sustentável e capital de investimento próprio e de equity fiscal, a Standard Solar é uma líder nacional no desenvolvimento, financiamento e propriedade e operação de ativos solares comerciais e comunitários. Reconhecida como um parceiro financeiro estabelecido com recursos imediatos e extensos, a empresa possui e opera mais de 500 megawatts de energia solar em todo os Estados Unidos. Com sede em Rockville, Maryland, a Standard Solar é uma empresa do portfólio da Brookfield, uma das maiores proprietárias e operadoras mundiais de energia renovável e ativos de transição climática. Saiba mais em standardsolar.com, LinkedIn e no X: @StandardSolar. Para consultas de aquisição e desenvolvimento de projetos, entre em contato com Megan Byrn, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios, em megan.byrn@standardsolar.com e no LinkedIn. Sobre a Cenergy Power Baseada em um profundo senso de responsabilidade econômica, a missão da Cenergy Power ("Cenergy") é desenvolver e construir projetos de energia limpa que gerem benefícios significativos para parceiros comunitários locais. A Cenergy foi formada em 2006 por engenheiros elétricos experientes e profissionais de transações. Hoje, a Cenergy é uma desenvolvedora nacional líder em energia solar comercial com mais de 450MW de experiência solar trabalhando com comunidades e empresas locais em soluções solares e solares + armazenamento com valor agregado. Saiba mais sobre a Cenergy em www.cenergypower.com

  • Análise Comparativa de Sistemas Fotovoltaicos: Flutuantes, Agrivoltaicos e Montados em Solo

    No contexto atual de transição energética, a geração de energia solar está ganhando destaque como uma solução sustentável e necessária para enfrentar os desafios das mudanças climáticas. Com uma crescente pressão sobre a disponibilidade de terras e a necessidade de eficiência econômica, uma análise comparativa entre diferentes tecnologias de sistemas fotovoltaicos (PV) se torna mais relevante do que nunca. Neste artigo, exploramos as vantagens e desvantagens dos sistemas fotovoltaicos flutuantes, agrivoltaicos e montados em solo, com o objetivo de identificar qual abordagem pode contribuir de forma mais eficaz para a produção de energia renovável. Análise Comparativa de Sistemas Fotovoltaicos: Flutuantes, Agrivoltaicos e Montados em Solo Eficiência e Potencial dos Sistemas Os sistemas fotovoltaicos flutuantes (FPV) têm se destacado por serem instalados sobre superfícies aquáticas, oferecendo vantagens significativas em eficiência. Pesquisas indicam que esses sistemas podem apresentar uma eficiência 11% superior em comparação aos tradicionais sistemas montados em solo, tornando-os uma opção atrativa, especialmente em regiões com escassez de terra. Análise Comparativa de Sistemas Fotovoltaicos: Flutuantes, Agrivoltaicos e Montados em Solo Os sistemas agrivoltaicos (APV), que integram a geração de energia solar com práticas agrícolas, surgem como uma alternativa inovadora que visa maximizar a utilização da terra, permitindo que ambas as funções — produção de energia e cultivo — coexistam. Esta abordagem não só ajuda a mitigar conflitos de uso da terra, mas também potencialmente aumenta a produtividade das culturas. Por outro lado, os sistemas montados em solo (GMPV) são os mais estabelecidos e amplamente utilizados, mas enfrentam desafios relacionados à competição por espaço e às preocupações ambientais. Compreender essas dinâmicas é vital para orientar futuras estratégias para energia renovável. Comparação de Desempenho e Impactos Ambientais Análise Comparativa de Sistemas Fotovoltaicos: Flutuantes, Agrivoltaicos e Montados em Solo Os sistemas FPV não só ajudam a reduzir a evaporação da água, mas também limitam o crescimento excessivo de algas, sendo benéficos para a qualidade da água. Além disso, sua capacidade de resfriamento proporcionada pela água estimula uma maior eficiência na geração de energia. Já os sistemas APV, além de aproveitarem o espaço agrícola, podem otimizar a gestão hídrica ao reduzir a evapotranspiração, resultando em uma economia significativa de água. Análise Comparativa de Sistemas Fotovoltaicos: Flutuantes, Agrivoltaicos e Montados em Solo Entretanto, a instalação de sistemas fotovoltaicos, independentemente de sua configuração, não é isenta de impactos ambientais. Os sistemas montados em solo, por exemplo, podem levar à degradação do solo e à perda de biodiversidade. Portanto, a análise dos impactos ecológicos deve ser parte integrante do planejamento e da implementação de novos projetos de energia. Análise Comparativa de Sistemas Fotovoltaicos: Flutuantes, Agrivoltaicos e Montados em Solo Custos e Viabilidade Econômica A viabilidade econômica dos sistemas de energia solar é uma consideração crítica. Os custos de instalação para FPV tendem a ser mais altos devido à complexidade das estruturas flutuantes, embora se compensem ao longo do tempo com menores despesas operacionais e uma maior eficiência. Por sua vez, os sistemas APV, enquanto oferecem benefícios de uso duplo da terra, muitas vezes enfrentam custos iniciais mais elevados devido à necessidade de tecnologias agrícolas integradas. Os sistemas montados em solo, enquanto proporcionam um modelo econômico mais simples, devem ser reavaliados à luz das pressões ambientais e da competição por terras, especialmente em áreas densamente povoadas. A análise minuciosa dos custos de instalação, operação e manutenção é fundamental para determinar a viabilidade a longo prazo de cada sistema. Conclusão: Direções Futuras para Energia Solar À medida que continuamos a buscar soluções para a crise energética global e as mudanças climáticas, é evidente que a escolha da tecnologia fotovoltaica deve ser adaptada às condições locais e considerações ambientais. Os sistemas flutuantes prometem uma maneira inovadora de aproveitar a energia solar sem competir por espaço valioso, enquanto os sistemas agrivoltaicos oferecem um caminho para consolidar a produção de alimentos e energia. Neste panorama, os sistemas montados em solo permanecem uma solução viável, mas requerem uma abordagem cuidadosa para minimizar os impactos sobre o meio ambiente. A integração de políticas de incentivo, financiamento e inovação tecnológica será essencial para desbloquear todo o potencial das energias renováveis e garantir um futuro mais sustentável.  A EnergyChannel continuará a acompanhar essas inovações e as melhores práticas na implementação de tecnologias solares, sempre focando em soluções que beneficiem tanto a sociedade quanto o meio ambiente.

  • Expansão Global na Produção de Painéis Solares Atingirá 1,8 TW

    A indústria de energia solar está prestes a atingir um marco significativo, com a capacidade global de fabricação de painéis solares projetada para alcançar 1,8 terawatts (TW) até 2025. Esse aumento expressivo reflete a crescente demanda por soluções energéticas sustentáveis em um cenário onde a transição para fontes renováveis é uma prioridade global. Expansão Global na Produção de Painéis Solares Atingirá 1,8 TW até 2025 Um Crescimento Impulsionado pela Inovação O crescimento notável na fabricação de painéis solares pode ser atribuído a diversos fatores, incluindo avanços tecnológicos, redução de custos de produção e políticas governamentais favoráveis. Países ao redor do mundo estão investindo massivamente em tecnologias solares para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e diminuir a dependência de combustíveis fósseis. Este movimento não só apoia os compromissos ambientais, mas também oferece oportunidades econômicas significativas. Liderança Asiática na Produção A Ásia, com países como a China e a Índia na liderança, continua a ser o epicentro da produção de painéis solares. As estratégias agressivas de expansão nesses mercados não apenas atendem à demanda interna, mas também posicionam essas nações como grandes exportadores de tecnologia solar no mercado global. A China, em particular, desempenha um papel central, sendo responsável por uma parte considerável da capacidade instalada mundial. Expansão Global na Produção de Painéis Solares Atingirá 1,8 TW até 2025 Desafios e Oportunidades Apesar do crescimento robusto, a indústria enfrenta desafios, incluindo a necessidade de infraestrutura adequada para suporte à expansão e a gestão sustentável dos resíduos gerados pelos equipamentos degradados. No entanto, esses desafios também criam oportunidades para inovação em áreas como reciclagem de painéis solares e desenvolvimento de tecnologias de última geração que aumentam a eficiência de conversão solar. Expansão Global na Produção de Painéis Solares Atingirá 1,8 TW até 2025 Implicações para o Futuro Energético À medida que a capacidade de fabricação de painéis solares cresce, o impacto positivo no setor energético global se torna mais evidente. O aumento na capacidade representa não apenas uma chance de atender à crescente demanda energética de forma limpa, mas também alavancar o desenvolvimento econômico através da criação de novos empregos e investimentos em infraestrutura renovável. Conclusão O marco de 1,8 TW em capacidade de fabricação de painéis solares até 2025 sinaliza um avanço importante na revolução energética global. No EnergyChannel, continuaremos a acompanhar de perto esses desenvolvimentos e a fornecer análises detalhadas sobre como a crescente adoção de energia solar está moldando o futuro do setor energético. Em um momento em que a sustentabilidade se torna cada vez mais crítica, a energia solar emerge como uma peça chave na transição para um mundo energético mais limpo e eficiente. Expansão Global na Produção de Painéis Solares Atingirá 1,8 TW até o final de 2025

  • Greenwashing sob fogo cruzado: o despertar do consumidor e a nova era da transparência

    Por Claudia Andrade Em tempos em que “sustentabilidade” virou palavra de ordem no mundo corporativo, um novo dilema emerge com força: como separar o compromisso verdadeiro da maquiagem verde? O termo greenwashing — usado para denunciar empresas que se promovem como sustentáveis sem de fato serem — está mais em evidência do que nunca. E, agora, sob fogo cruzado. Greenwashing sob fogo cruzado: o despertar do consumidor e a nova era da transparência O fogo vem de todos os lados: consumidores atentos, imprensa especializada, organismos internacionais e, mais recentemente, órgãos reguladores. Um exemplo atual e emblemático é o da gigante Unilever, que foi processada nos EUA por “omitir” os impactos ambientais de seus produtos, mesmo sob um discurso de sustentabilidade global. No Brasil, empresas de cosméticos e do setor têxtil também enfrentam investigações por alegações ambientais sem comprovação científica. Greenwashing sob fogo cruzado: o despertar do consumidor e a nova era da transparência Segundo reportagem da Exame ESG, publicada nesta semana, a pressão vem se intensificando porque o consumidor mudou. E com ele, mudou a forma de se comunicar e fazer negócios. Dados de uma pesquisa da PwC revelam que 78% dos consumidores brasileiros estão dispostos a abandonar marcas que não demonstram práticas sustentáveis reais. A era do marketing vazio está com os dias contados. O desafio, no entanto, não é apenas denunciar o greenwashing, mas construir um novo pacto de confiança. Em vez de discursos genéricos como “produto amigo do planeta”, o que o público exige são evidências: certificações reconhecidas, relatórios ESG auditados, transparência em toda a cadeia de valor. Greenwashing sob fogo cruzado: o despertar do consumidor e a nova era da transparência E aqui está o ponto mais crítico: muitas empresas até desejam ser sustentáveis, mas tropeçam ao transformar boas intenções em ações concretas — e se apressam em comunicar antes de estruturar. É o famoso “colocar o carro na frente dos bois”, ou, nesse caso, a campanha publicitária na frente da auditoria de carbono. O fogo cruzado pode parecer uma ameaça. Mas talvez seja, na verdade, uma oportunidade de ouro: a chance de limpar a narrativa e alinhar, de fato, propósito e prática. Não se trata mais de parecer, mas de ser. E isso exige coragem, consistência e, acima de tudo, verdade. Porque, no fim das contas, o planeta não precisa de promessas. Precisa de ação. Greenwashing sob fogo cruzado: o despertar do consumidor e a nova era da transparência

  • Mulheres Inspiradoras Transformam a Amazônia e o Mundo Empresarial

    Por Zilda Costa Em uma jornada inspiradora no coração da Amazônia, a EnergyChannel tem o prazer de destacar a história notável de Valcléia Solidade, Superintendente de Desenvolvimento Sustentável de Comunidades na Fundação Amazônia Sustentável (FAS). Valcléia, natural do território quilombola Murumuru em Santarém (PA), se tornou uma referência na luta pelo desenvolvimento sustentável na região. Em uma jornada inspiradora no coração da Amazônia, a EnergyChannel tem o prazer de destacar a história notável de Valcléia Solidade Valcléia Solidade: Uma Voz da Amazônia Recentemente, Valcléia foi escolhida como uma das personagens do livro "Alfinha: Meninas que Inspiram", de Cristiana Xavier de Brito. O livro, que será lançado em São Paulo, celebra mulheres que impactaram positivamente suas comunidades. "Fiquei muito feliz com a oportunidade de levar a minha história e inspirar outras mulheres e crianças", compartilhou Valcléia, destacando seu compromisso de melhorar a qualidade de vida nas comunidades amazônicas. Valcléia foi escolhida como uma das personagens do livro "Alfinha: Meninas que Inspiram" Uma Missão de Transformação Na FAS, Valcléia coordena programas como "Floresta em Pé" e "Educação para a Sustentabilidade", que promovem tecnologia, energia solar e educação ambiental nas comunidades isoladas da Amazônia. "Investir nas pessoas é fortalecer o território", afirma, destacando a importância de olhar para a Amazônia como um ecossistema diverso e repleto de potencial. Mulheres Líderes em Destaque Além de Valcléia, a lista da Edelman – a maior agência de comunicação do mundo – reconhece outras líderes executivas de destaque. Entre elas estão Luciana Nabarrete da ENGIE Brasil Energia, Vivian Bennett da Care Plus e Cibele Cardin da CarePlus, que têm contribuído significativamente para as áreas de tecnologia, marketing e sustentabilidade em suas respectivas organizações. Cada uma dessas mulheres, com suas experiências únicas, não apenas gerencia operações complexas, mas também inspira novas gerações a buscar inovação e sustentabilidade em seus campos. É um testemunho do impacto que líderes femininas podem ter em setores tradicionalmente dominados por homens. Conclusão O EnergyChannel continua a compartilhar histórias que destacam a importância do papel das mulheres na criação de um futuro mais sustentável e equitativo. A trajetória de Valcléia Solidade e de outras líderes mencionadas é um exemplo poderoso do que é possível quando se alianciam compromisso comunitário e excelência profissional. Ao celebrarmos suas conquistas, reafirmamos nosso compromisso em promover a sustentabilidade e o empoderamento em todas as disciplinas. Mulheres Inspiradoras Transformam a Amazônia e o Mundo Empresarial

  • EnergyChannel Informa: Estudo Revela Que Projetos de CCUS na Malásia Podem Aumentar Emissões de Gás

    Uma recente análise da RimbaWatch trouxe à tona preocupações significativas sobre os planos de captura, uso e armazenamento de carbono (CCUS) na Malásia. O estudo aponta que as iniciativas atuais associadas a esses projetos podem resultar em um aumento das emissões, superando a quantidade de carbono que efetivamente seria capturada dos campos de gás. EnergyChannel Informa: Estudo Revela Que Projetos de CCUS na Malásia Podem Aumentar Emissões de Gás Desafios na Implementação de CCUS O relatório destaca uma "tendência alarmante" em relação à implementação do CCUS, enfatizando que muitos dos projetos estão intimamente ligados à expansão de atividades de combustíveis fósseis. Essa conexão levanta questões sobre a eficácia real dessas iniciativas na mitigação das mudanças climáticas, pois podem acabar perpetuando a dependência de fontes de energia poluentes. Memória e Mobilização Ambiental A RimbaWatch é uma das 19 organizações ambientais que recentemente enviaram um memorando ao Senado da Malásia, solicitando a interrupção de um projeto de lei controverso relacionado ao CCUS. As entidades alertam que a adoção apressada de tecnologias de captura de carbono, sem um plano claro de descarbonização que priorize as energias renováveis, pode não só falhar em atingir as metas climáticas, mas também comprometer o futuro ambiental do país. Um Olhar Crítico para o Futuro A necessidade de um planejamento integrado e sustentável é fundamental para que a Malásia faça avanços significativos em sua política ambiental. Com um crescente foco na transição energética global, é essencial que as iniciativas de CCUS sejam moldadas por estratégias que priorizem a redução real de emissões, ao invés de simplesmente facilitar a continuidade da exploração de combustíveis fósseis. Conclusão O alerta da RimbaWatch serve como um lembrete da importância de ajustar as políticas energéticas para que reflitam um compromisso genuíno com a sustentabilidade. No EnergyChannel, continuaremos a acompanhar de perto os desenvolvimentos na Malásia e em outras partes do mundo, trazendo à tona análises e informações que ajudam a entender o cenário desafiador das emissões de carbono e a transição para um futuro energético mais limpo e seguro. EnergyChannel Informa: Estudo Revela Que Projetos de CCUS na Malásia Podem Aumentar Emissões de Gás

  • Missão Internacional abre Caminho para Portos Verdes no Rio Grande do Sul

    Uma comitiva formada pelo Sindicato das Indústrias de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul (Sindienergia-RS), Portos-RS e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SEDEC) percorreu três países europeus, entre os dias 10 e 14 de março de 2025, para conhecer iniciativas de sustentabilidade portuária. Missão Internacional abre Caminho para Portos Verdes no Rio Grande do Sul A missão passou por quatro portos estratégicos: Bilbao (Espanha), Ostende e Zeebrugge (Bélgica) e Rotterdam (Países Baixos). O objetivo foi discutir soluções inovadoras que podem ser aplicadas no Rio Grande do Sul para fortalecer a transição energética e tornar a infraestrutura portuária mais resiliente e sustentável.   “A missão internacional foi uma experiência transformadora para todos nós. Tivemos a oportunidade de conhecer de perto projetos que já estão revolucionando a infraestrutura portuária na Europa e podemos afirmar que o Rio Grande do Sul tem potencial para seguir esse caminho. As práticas sustentáveis observadas nos portos de Bilbao, Ostende, Zeebrugge e Rotterdam reforçam que a energia renovável deve ser a base do futuro do setor portuário. Nosso compromisso agora é garantir que as políticas públicas e os investimentos necessários sejam direcionados para tornar esse futuro uma realidade no nosso Estado”, afirmou a presidente do Sindienergia-RS, Daniela Cardeal. Missão Internacional abre Caminho para Portos Verdes no Rio Grande do Sul O diretor-geral da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, Leandro Evaltd, destacou as ações para a competitividade gaúcha no setor. "A determinação do governador é clara: criar um ambiente favorável e juridicamente seguro para atrair investimentos. Nosso trabalho inclui a interlocução com a Secretaria do Meio Ambiente, a FEPAM e instituições financeiras, como o Badesul e o BRDE, para viabilizar operações de crédito quando necessário. Nossa missão é garantir que esses investimentos permaneçam no Estado e que os investidores tenham segurança jurídica e econômica ao escolher o Rio Grande do Sul como destino para seus negócios", destacou.   Missão Internacional abre Caminho para Portos Verdes no Rio Grande do Sul Porto de Bilbao: Energia renovável em destaque   A primeira parada da missão foi no Porto de Bilbao, onde a comitiva conheceu de perto o Punta Solana Dock, um projeto pioneiro de transição energética. Desde 2005, o local abriga um parque eólico com cinco aerogeradores Siemens Gamesa, com capacidade total de 10 MW. Além disso, a infraestrutura inclui:   ●        Expansão do Dique: Construção de um dique inclinado com materiais sustentáveis para reforçar a estrutura do porto. ●        Ampliação da capacidade portuária: Criação de 31,2 hectares de nova área e mais 1.011 metros de berços de atracação. ●        Novos investimentos: Projetos de energia solar flutuante, energia maremotriz e hidrogênio verde.   A experiência reforçou como a combinação de energia renovável e infraestrutura moderna pode tornar os portos mais eficientes e competitivos.   Bélgica: A importância da conexão entre offshore e portos   A segunda etapa da missão ocorreu na Bélgica, onde a comitiva visitou a Ilha Princesa Elisabeth, um projeto inovador que integra parques eólicos offshore com infraestrutura portuária. A iniciativa destaca a importância do planejamento adequado dos pontos de conexão de energia, garantindo eficiência no despacho energético.   A missão também incluiu a participação no evento Belgian Offshore Days, em Ostende. Durante o encontro, especialistas e representantes do setor discutiram o futuro da energia eólica offshore e os desafios para o Brasil. A troca de experiências reforçou a necessidade de integração entre tecnologia, investimentos e políticas públicas para o avanço do setor.   Porto de Rotterdam: Rumo a um futuro sem carbono   Em Rotterdam, um dos maiores portos do mundo, a comitiva teve contato com estratégias inovadoras para descarbonização da infraestrutura portuária. O destaque foi o Projeto de Dique de Contenção Energética, que combina proteção contra inundações com geração de energia. O projeto conta com:   ●        Dunas artificiais com aerogeradores: Turbinas Vestas V162 instaladas tanto na faixa de areia quanto no topo das dunas. ●        Meta de emissão zero: O porto pretende ser totalmente livre de emissões de carbono até 2050, com incentivos para eletrificação e fontes renováveis de energia.   A visita reforçou insights valiosos para o  Projeto-piloto Porto Verde , que será implantado no Porto de Rio Grande até 2026 e busca alinhar o setor portuário gaúcho às melhores práticas globais.   Um futuro sustentável para os portos do Rio Grande do Sul   A missão internacional reforça o compromisso do estado com a inovação e sustentabilidade no setor portuário. A troca de experiências com os portos europeus trouxe referências valiosas para posicionar o Rio Grande do Sul como protagonista na transição energética da América Latina.   O caminho está traçado, e os próximos passos envolvem a implementação das boas práticas aprendidas na Europa para tornar os portos gaúchos mais eficientes, resilientes e alinhados com as tendências globais de sustentabilidade.   "Essa missão foi fundamental para compreendermos o futuro do mercado de energia eólica offshore e o papel estratégico dos portos nessa transformação. Para a Portos-RS, a missão foi uma oportunidade de entender como esse mercado está evoluindo e qual será o papel dos portos e terminais no desenvolvimento dessa nova indústria. À medida que a regulamentação avança e os leilões futuros se aproximam, os portos que estiverem melhor preparados terão um papel central como bases offshore, impulsionando a economia, gerando empregos e arrecadação de impostos. Agradecemos às agências internacionais pelo convite e seguimos fortalecendo nossa parceria com o Sindienergia-RS e toda a diretoria", destacou o gerente de Planejamento de Desenvolvimento da Portos RS, Fernando Estima.   A experiência europeia trouxe aprendizados importantes para o futuro dos portos gaúchos. Entre as principais conclusões estão:   Planejamento estratégico : A necessidade de um estudo detalhado para definir áreas prioritárias para geração de energia offshore no estado. Investimento em infraestrutura verde : A modernização portuária com energias renováveis pode atrair novos investidores para o Rio Grande do Sul. Capacitação profissional : A transição energética exige formação de mão de obra qualificada para implementação e manutenção das novas tecnologias. Missão Internacional abre Caminho para Portos Verdes no Rio Grande do Sul

  • Sindenergia MT é o novo integrante do Bloco de Aliança em prol das PCHS

    Sindenergia MT é o novo integrante do Bloco de Aliança em prol das PCHS Durante o Congresso Nacional das PCHs e CGHs, realizado em Brasília (DF) pela Abrapch nos dias 18 e 19 de março, o Sindenergia MT foi convidado a integrar o Bloco de Aliança em prol das PCHs, criado para fomentar e defender os interesses do setor. O Bloco é composto pela Abrapch - Associação Brasileira de PCHs e CGHs, Abragel - Associação Brasileira de Energia Limpa e as associações estaduais, Apesc (SC), AgPCH (RS), APCH (Goiás) e Singtd (MG). O primeiro movimento do bloco está sendo a defesa pela derrubada dos vetos presidenciais do projeto de Lei 15.097/25 no que tange às PCHs. Em razão ao veto feito pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, no que diz respeito à possibilidade de contratação de energia proveniente das PCHs, Carlos Garcia, presidente do Sindenergia MT assinou em conjunto com os demais representantes do bloco, carta endereçada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre e da Câmara dos Deputados Federais Hugo Motta, solicitando a derrubada do veto presidencial. O bloco pretende preservar a lei original no que tange à contratação de energia hidráulica, beneficiando as PCHs. “O que buscamos é fazer justiça às PCHs que prestam um grande serviço ao Sistema Elétrico Brasileiro. As PCHs podem fornecer potência ao sistema nos períodos de maior demanda. São importantes para manter o equilíbrio do sistema e permitir o crescimento das fontes variáveis como a solar e eólica”, explica Garcia. O bloco apresentou, juntamente com a carta endereçada aos presidentes das casas legislativas, um estudo técnico elaborado pela consultoria Thymos que de acordo com Garcia, “demonstra estes benefícios e evidência que as PCHs diminuem o custo do sistema elétrico, uma vez que reduzem o despacho de fontes mais caras. As PCHs também reduzem custos por diminuírem perdas na transmissão, uma vez que fornecem energia junto às maiores cargas do país que estão inseridas nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul”, finaliza o presidente do Sindenergia MT. Sindenergia MT é o novo integrante do Bloco de Aliança em prol das PCHS

  • Brasil adere à iniciativa global para reduzir emissões de metano e mira setor de resíduos sólidos urbanos como prioridade

    De acordo com a ABREN, apenas soluções tecnológicas robustas permitirão alcançar as metas assumidas pelo país; Brasil adere à iniciativa global para reduzir emissões de metano e mira setor de resíduos sólidos urbanos como prioridade A entidade aponta a biodigestão anaeróbia de resíduos orgânicos segregados na origem e a termovalorização da fração não reciclável (rejeito) dos resíduos sólidos urbanos como principais caminhos. Brasília, 24 de março de 2025 –  O Governo Federal oficializou, na última semana, sua adesão à iniciativa internacional “Redução de Resíduos Orgânicos de Metano” (LOW-M), voltada à mitigação das emissões desse potente gás de efeito estufa. O anúncio foi feito pelo secretário nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Adalberto Maluf, durante a abertura da reunião anual da Coalizão Clima e Ar Limpo (CCAC), realizada em Brasília (DF) entre os dias 16 e 20 de março. Brasil adere à iniciativa global para reduzir emissões de metano e mira setor de resíduos sólidos urbanos como prioridade Lançada durante a COP28, em Dubai, a LOW-M tem como objetivo acelerar o cumprimento do Compromisso Global do Metano – que prevê a redução de pelo menos 1 milhão de toneladas métricas por ano nas emissões desse gás até 2030. A iniciativa deve mobilizar cerca de US$ 10 bilhões em investimentos públicos e privados, com foco em até 40 cidades, de diversos países. No Brasil, além do governo federal, os municípios de Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE) e Belém (PA) também aderiram à estratégia. A ministra Marina Silva destacou, durante a plenária de abertura da reunião anual da Coalizão Clima e Ar Limpo (CCAC, na sigla em inglês), que o momento é crucial para a ação climática global e lembrou que o Brasil sediará a COP30 em novembro, em Belém do Pará. “O Brasil está comprometido em liderar pelo exemplo, mas sabemos que apenas através da cooperação internacional poderemos enfrentar esse desafio global”, afirmou. Diante dessa realidade, especialistas e entidades do setor destacam que apenas soluções tecnológicas robustas permitirão alcançar as metas assumidas pelo país. É o caso da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) , que defende a adoção simultânea de duas tecnologias essenciais: a biodigestão anaeróbia de resíduos orgânicos segregados na origem  e a termovalorização da fração não reciclável (rejeito) dos resíduos sólidos urbanos (RSU) , especialmente em áreas metropolitanas. “O Brasil tem uma oportunidade concreta de atacar diretamente a segunda maior fonte de metano no país. A biodigestão de resíduos limpos e a recuperação energética dos rejeitos são as únicas tecnologias viáveis em larga escala para reduzir de forma efetiva essas emissões, promovendo a economia circular e evitando a dependência dos aterros sanitários”, afirmou Yuri Schmitke , presidente da ABREN e membro do Conselho Global da WtERT. De acordo com dados do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), o setor de resíduos responde por cerca de 15% das emissões de metano no Brasil – e mais de 90% dessas emissões ocorrem em função da disposição de resíduos sólidos urbanos (RSU) em aterros sanitários. Segundo o Global WtERT, imagens de satélite da NASA e da GHG SAT demonstram que essas emissões são três vezes maiores, mesmo utilizando os sistemas mais eficientes de captura em aterros sanitários. A única solução seria desviar resíduos de aterros.  De acordo com o presidente da ABREN, enquanto a biodigestão exige a correta separação na origem, a termovalorização é a única técnica disponível capaz de tratar resíduos misturados e contaminados, que ainda são a maior parte da massa destinada aos aterros. “A termovalorização, quando devidamente licenciada e monitorada, é segura, eficiente e representa uma solução estratégica para regiões metropolitanas. Precisamos acelerar sua implantação para cumprir as metas da LOW-M”, destacou Schmitke.  O Brasil também teria ratificado a uma declaração na COP 29, em Baku (2024), com este propósito de desviar resíduos de aterros sanitários, e a expectativa é que que o Governo Federal possa destravar investimentos neste setor nos próximos anos. A ABREN também tem apoiado tecnicamente a aprovação do Programa Nacional de Recuperação Energética de Resíduos (PNRE) , que se encontra em tramitação no Congresso Nacional (Câmara e Senado Federal). De acordo com notícias publicadas recentemente, foram anunciados mais de R$ 181 bilhões em investimentos privados  em projetos de biodigestão e termovalorização no país. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. 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  • SolaX Power está no Top 10 entre as marcas de baterias mais lembradas pelo integrador solar brasileiro

    Pesquisa divulgada pela Consultoria Greener entrevistou quase oito mil integradores de todas as regiões brasileiras SolaX Power está no Top 10 entre as marcas de baterias mais lembradas pelo integrador solar brasileiro Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power A líder global em inovação no setor de energia solar e armazenamento de energia, SolaX Power, está no Top 10 entre as marcas de baterias mais lembradas pelo integrador solar brasileiro, de acordo com pesquisa realizada pela Consultoria Greener. Além disso, a SolaX foi citada entre as marcas de baterias mais trabalhadas pelos distribuidores ao longo de 2024. Vale destacar que a pesquisa entrevistou quase oito mil profissionais brasileiros entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano. Nesse mesmo levantamento, em 2024, a SolaX esteve no Top 20 entre as marcas mais lembradas, portanto subir quase dez posições no ranking é reflexo do trabalho que vem sendo realizado pela multinacional junto aos integradores solares de todo o Brasil. “A empresa tem atuado fortemente em várias frentes para tornar mais efetivo e lucrativo o negócio do integrador solar brasileiro. Nesse contexto, estão as capacitações presenciais e virtuais realizadas em todo o Brasil, além da expansão das parcerias firmadas pela SolaX, para que suas soluções de armazenamento se tornem mais acessíveis ao integrador solar. Esses dois pilares refletem positivamente no negócio de cada um desses profissionais e contribui para a expansão do setor de armazenamento de energia brasileiro, o qual, acreditamos, deverá dar um salto de crescimento nos próximos anos”, confirma o diretor-executivo da SolaX Power, Gilberto Camargos. E essa expansão de mercado também foi confirmada pela Greener. Segundo a pesquisa, 60% dos integradores já oferecem sistemas híbridos e as distribuidoras também consideram um cenário mais otimista para 2025, com uma expectativa média de aumento de vendas de 63% para este ano.  Sobre a SolaX Power  - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. SolaX Power está no Top 10 entre as marcas de baterias mais lembradas pelo integrador solar brasileiro

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