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- SINDENERGIA-MT homenageia a Trael Transformadores durante o Fórum da Indústria MT 2026
Empresa homenageada atua há mais de 30 anos em Mato Grosso e contribui para o fortalecimento do setor industrial e elétrico do Estado SINDENERGIA-MT homenageia a Trael Transformadores durante o Fórum da Indústria MT 2026 Na noite desta quarta-feira, 21 de maio, o Centro de Eventos da UniSenai, em Cuiabá, recebeu o Fórum da Indústria MT 2026, um importante encontro que reuniu lideranças, empresários e parceiros comprometidos com o desenvolvimento econômico e industrial de Mato Grosso. Promovido pela FIEMT – Federação das Indústrias de Mato Grosso, o evento contou com uma programação voltada ao fortalecimento do setor produtivo e à valorização das empresas que contribuem diretamente para o crescimento do Estado. A palestra magna da noite foi conduzida pelo analista político e econômico Caio Coppolla, que trouxe reflexões sobre cenário econômico, política e desenvolvimento nacional. Durante a programação também ocorreu a entrega do Prêmio Destaque Empresarial, momento dedicado ao reconhecimento de empresas que fazem a diferença para Mato Grosso. Representando o setor de energia, o SINDENERGIA teve a honra de homenagear a empresa Trael Transformadores, uma empresa que atua em Mato Grosso há mais de 30 anos e que é referência no segmento, sendo importante protagonista para o desenvolvimento industrial e elétrico do Estado. A homenagem foi recebida pelo CEO da empresa, Marinaldo Ferreira dos Santos. O prêmio foi entregue pelas mãos do atual presidente do SINDENERGIA, Carlos Garcia, acompanhado pelos associados da entidade, os deputados Fábio Garcia e Carlos Avallone. O SINDENERGIA-MT parabeniza a Trael Transformadores por sua atuação e importância estratégica para Mato Grosso, destacando o orgulho em reconhecer empresas que impulsionam o crescimento, a geração de empregos e o avanço do setor energético em nosso Estado. A entidade também agradece à FIEMT – Federação das Indústrias de Mato Grosso pela realização do Fórum da Indústria MT 2026, um evento que fortalece conexões, valoriza o setor produtivo e contribui para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso. SINDENERGIA-MT homenageia a Trael Transformadores durante o Fórum da Indústria MT 2026
- Partner Custom acelera mercado de motorhomes premium com tecnologia off-grid da Victron Energy e conquista artistas brasileiros
Fabricante gaúcha aposta em sistemas inteligentes de energia para transformar veículos de luxo em casas autônomas sobre rodas e surfa a expansão da demanda por mobilidade de alto padrão no Brasil. Brasil, 27 de maio de 2026 - O mercado brasileiro de motorhomes de luxo vive uma transformação silenciosa, mas estratégica. Impulsionado pela combinação entre turismo rodoviário, busca por autonomia e avanço das tecnologias energéticas embarcadas, o segmento vem atraindo consumidores de alto padrão dispostos a investir em conforto, sofisticação e independência total durante viagens de longa distância. É nesse cenário que a gaúcha Partner Custom, especializada na customização de veículos especiais, vem consolidando sua posição como uma das principais referências nacionais ao integrar soluções avançadas da Victron Energy em seus projetos exclusivos. Com quase três décadas de atuação e mais de 500 projetos entregues, a empresa sediada na cidade de Portão, na região Metropolitana de Porto Alegre, transformou a eletrificação inteligente em um diferencial competitivo. O foco está em converter motorhomes em plataformas de alta performance energética, equipadas para operar com total autonomia em locais remotos, sem dependência de infraestrutura externa. O motorhome como extensão da casa e do escritório O conceito de motorhome no Brasil deixou de estar associado apenas ao lazer ocasional. Hoje, esses veículos vêm sendo utilizados como bases operacionais móveis por artistas, empresários e profissionais que passam longos períodos na estrada. Clientes da Partner Custom incluem nomes relevantes da música brasileira, como Edson & Hudson, Gustavo Mioto, João Gomes, Nattan e a dupla João Neto & Frederico. Para esse público, o veículo precisa oferecer mais do que mobilidade: ele precisa funcionar como camarim, escritório, espaço de descanso e ambiente de convivência. Um dos projetos emblemáticos foi desenvolvido para João Neto & Frederico. O veículo foi concebido para suportar uma rotina intensa de deslocamentos entre shows, garantindo operação contínua de climatização, conectividade, iluminação e equipamentos de apoio mesmo longe dos centros urbanos. “Hoje o motorhome deixou de ser apenas um veículo de transporte e passou a funcionar como uma verdadeira extensão da casa e do escritório. A tecnologia off-grid oferecida pela Victron Energy permite entregar autonomia, silêncio operacional e estabilidade energética para quem vive na estrada”, afirma Odirlei Pasa, executivo da Partner Custom. Além do foco em tecnologia e sofisticação, a Partner Custom ressalta que cada projeto é desenvolvido de forma personalizada, permitindo que o cliente acompanhe todas as etapas da construção, desde o conceito interno até a integração completa dos sistemas elétricos e estruturais. A tecnologia por trás da autonomia A espinha dorsal desses projetos está na integração de sistemas inteligentes de geração, armazenamento e gerenciamento energético. Os veículos recebem arquiteturas completas compostas por: carregadores DC-DC Orion; controladores solares MPPT; bancos de baterias de lítio de alta densidade; inversores-carregadores MultiPlus II; sistemas de monitoramento remoto Cerbo GX; gestão energética em tempo real via plataforma VRM. Na prática, trata-se de um ecossistema capaz de manter o motorhome operando como uma residência autônoma, com distribuição estável de energia e redundância operacional. O sistema permite, por exemplo, manter ar-condicionado, internet, iluminação, chuveiros elétricos, eletrodomésticos e estações de trabalho ativos durante longos períodos, mesmo sem conexão à rede elétrica. “A operação brasileira da Victron Energy vive um momento de expansão extremamente consistente, reflexo direto de uma mudança estrutural no mercado de energia no país. Encerramos 2025 com crescimento de 113% e, apenas no primeiro trimestre de 2026, avançamos 133% em participação de mercado na comparação anual. Esses números mostram que o consumidor brasileiro está cada vez mais atento à importância da autonomia energética, da confiabilidade operacional e da busca por soluções inteligentes para diferentes aplicações”, afirma Edimar Prumucena, diretor da operação brasileira da Victron Energy. Mercado brasileiro exige soluções mais robustas Ao contrário do padrão europeu e norte-americano, onde boa parte dos motorhomes opera conectada a campings estruturados, o Brasil apresenta desafios logísticos distintos. Longas distâncias, baixa disponibilidade de pontos preparados e a preferência por destinos remotos exigem sistemas energéticos muito mais resilientes. “Os clientes querem liberdade para parar onde quiserem sem abrir mão de conforto. Eles exigem autonomia real, não apenas soluções paliativas. É por isso que a energia deixou de ser acessório e passou a ser elemento central do projeto”, afirma Pasa. Distribuição oficial fortalece parceria estratégica Além da fabricação dos veículos, a Partner Custom atua como distribuidora oficial da Victron Energy no Brasil, ampliando sua capacidade técnica e comercial no segmento off-grid. Para a multinacional holandesa, a parceria reforça o posicionamento no mercado brasileiro de aplicações móveis de alta exigência. “A demanda por soluções confiáveis, inteligentes e energeticamente eficientes cresce de forma acelerada. Os motorhomes premium exigem estabilidade em qualquer cenário, e essa integração com a Partner Custom mostra como tecnologia e customização podem elevar o padrão do setor”, destaca o executivo da Victron Energy. Tendência: luxo, sustentabilidade e inteligência embarcada A ascensão dos motorhomes premium reflete uma mudança global de comportamento: consumidores de alta renda estão cada vez mais interessados em experiências personalizadas, mobilidade flexível e independência energética. Nesse contexto, a combinação entre sofisticação automotiva, automação embarcada e energia limpa desponta como um dos vetores mais promissores do mercado. Para a Partner Custom, o próximo salto competitivo virá da integração entre inteligência energética, conectividade remota e automação preditiva. A aposta é clara: transformar cada motorhome em uma infraestrutura inteligente sobre rodas, preparada para oferecer o mesmo padrão de conforto de uma residência de luxo, em qualquer lugar do país. Partner Custom acelera mercado de motorhomes premium com tecnologia off-grid da Victron Energy e conquista artistas brasileiros
- 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
Episódio 33 – Energia solar compensa para quem mora de aluguel? Quem mora de aluguel também sente o peso da conta de luz e muitas vezes se pergunta: vale a pena investir em energia solar mesmo sem ser dono do imóvel? Neste episódio, o EnergyChannel explica quando a energia solar pode fazer sentido para inquilinos e quais alternativas existem. 🏠 Instalar energia solar em imóvel alugado é raro Como o sistema solar fica fixo no imóvel, a instalação tradicional só faz sentido com autorização do proprietário. Sem esse acordo, o risco de perder o investimento é alto. 📄 Acordo entre inquilino e proprietário Quando há interesse mútuo: O proprietário autoriza a instalação O imóvel é valorizado O inquilino se beneficia da economia Esse acordo deve estar formalizado em contrato. 🔄 Geração compartilhada: uma alternativa Quem mora de aluguel pode optar por: Usinas solares remotas Cooperativas de energia Consórcios solares Nesses modelos, a energia é compensada na conta sem instalação no imóvel. 💡 Energia solar por assinatura Algumas empresas oferecem modelos de “energia solar por assinatura”, onde o consumidor recebe desconto na conta sem investimento inicial. O desconto costuma ser menor, mas sem risco patrimonial. 💰 O investimento vale a pena? Para quem mora de aluguel: Instalação própria raramente compensa Modelos compartilhados são mais indicados Flexibilidade é fator-chave Cada caso deve ser analisado com cuidado. ⚠️ Atenção ao tempo de permanência Se a intenção é mudar de imóvel em curto prazo, investir em um sistema próprio dificilmente se justifica. Energia solar é um investimento de médio e longo prazo. 🧭 Energia solar não é só para proprietários Mesmo sem imóvel próprio, é possível acessar os benefícios da energia solar por meio de modelos alternativos e menos arriscados. No próximo episódio, o EnergyChannel responde: 👉 É melhor instalar energia solar ou investir o dinheiro em outro lugar? 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa SaberUm guia independente para ajudar o consumidor a escolher a melhor opção para sua realidade. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
- UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética
Unidade é resultado de parceria que busca promover conexão entre pesquisa, mercado e desenvolvimento tecnológico UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética São Paulo, maio de 2026 - A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Copa Energia - líder no mercado brasileiro de GLP e com atuação em GNC, GNL e biometano – inauguram o Laboratório Modular COPA H₂, Combustão Otimizada Pela Adição de H₂, uma infraestrutura inédita dedicada à pesquisa de blends de GLP com hidrogênio, com foco no desenvolvimento de novas soluções para o país, voltadas à redução de emissões e ao aumento da eficiência energética. UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética “A transição energética exige cooperação e visão de longo prazo. Ao unir a capacidade científica da UFMS à nossa eficiência operacional, criamos um ambiente capaz de transformar pesquisa em soluções concretas para o mercado. O LAB COPA H2 reforça nosso papel como agente de inovação no setor e demonstra que o avanço tecnológico será fundamental para ampliar eficiência, reduzir emissões e expandir o acesso a energias cada vez mais sustentáveis”, afirma Pedro Turqueto, CEO da Copa Energia. O laboratório foi desenvolvido no âmbito da parceria entre as instituições e representa um avanço na integração entre conhecimento científico e aplicação industrial. A iniciativa reforça o papel do GLP como uma plataforma relevante para a descarbonização e amplia as possibilidades de uso do hidrogênio em aplicações energéticas reais. “A Copa Energia é uma importante parceira da nossa Universidade. Esse projeto dá início a uma nova etapa voltada à produção de combustíveis de GLP contendo H2. A equipe, composta de professores e estudantes da UFMS, mostra a capacidade da UFMS no desenvolvimento de produtos tecnológicos reais para o setor de energia”, destaca a Reitora da UFMS, Camila Ítavo. Inovação com foco na transição energética O Lab COPA H₂ se insere no contexto da transição energética, ampliando o conhecimento sobre combustão com hidrogênio e viabilizando o desenvolvimento de soluções com potencial de escala para diferentes setores. E mais, sua inauguração e outras ações locais tangibilizam três frentes de Inovação da Copa Energia, como: Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), com a inauguração do laboratório e demonstrações experimentais do projeto de blend GLP–H₂; Open Innovation, com a realização de um pitch day na AGINOVA, reunindo cinco startups do ecossistema da UFMS, convidadas a apresentar suas soluções tecnológicas; Novas Tecnologias, com visitas técnicas ao Centro Operacional da Copa Energia em Campo Grande; Para Luiz Pellegrini, Diretor de Biometano e Inovação da Copa Energia, “a adição de hidrogênio ao GLP abre uma agenda relevante de pesquisa, porque permite estudar novos regimes de combustão capazes de aumentar a eficiência e reduzir a intensidade de carbono das aplicações energéticas. O laboratório nasce justamente para transformar esse conhecimento em evidência científica, testada em condições reais, e reitera a relevância que a Companhia enxerga no investimento contínuo em pesquisa e na construção conjunta com universidades, conectando conhecimento acadêmico às demandas práticas da indústria e da sociedade”. Parceria consolidada A inauguração do Lab COPA H₂ marca o terceiro acordo de parceria entre a UFMS e a Copa Energia, consolidando uma trajetória conjunta em inovação energética. Alguns marcos alcançados ao longo dos últimos anos: 2026: desenvolvimento de soluções de menor carbono a partir da integração de hidrogênio renovável ao GLP. 2022: estudos sobre o uso do GLP para geração de energia elétrica em sistemas on-grid e off-grid, incluindo aplicações para pequenos produtores, como na piscicultura; 2020: uso do GLP para geração de energia elétrica no Hospital Universitário da UFMS, no contexto da pandemia; Durante esses projetos, a parceria Copa Energia e UFMS tem contribuído para o avanço de soluções energéticas mais eficientes, seguras e sustentáveis, conectando pesquisa acadêmica e aplicação prática. UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética Sobre a UFMS Com mais de 45 mil estudantes, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul possui 64 anos de história e 47 como federal, oferecendo mais de 130 cursos de excelência em graduação, tanto presencial quanto a distância, e mais de 80 de mestrado e doutorado, em todas as áreas do conhecimento, com presença em dez municípios em regiões estratégicas do estado. Voltada para o desenvolvimento de MS e do país, a UFMS é comprometida com valores e princípios que focam na formação pessoal e profissional, na inovação, na sustentabilidade e na busca por soluções conjuntas para os desafios contemporâneos de hoje e do futuro. Agecom - Assessoria de imprensa da UFMS Profª. Dra. Rose Mara Pinheiro - agecom@ufms.br Sobre a Copa Energia A Copa Energia é uma empresa brasileira com 70 anos de experiência e líder em engarrafamento e distribuição de GLP, representando 24,4% de participação no mercado nacional. Por meio de suas marcas tradicionais, Copagaz e Liquigás, a Companhia leva energia para 30 milhões de clientes em todo o Brasil. Conta com uma rede robusta de 12 mil revendedores presentes em 24 estados e no Distrito Federal, além de um time de mais de 3.700 colaboradores comprometidos com o propósito de energizar vidas e negócios de forma sustentável. Com soluções inovadoras, a Copa Energia desempenha um papel ativo na transição energética, reafirmando seu compromisso com o futuro. UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética
- BESS Academy surge como plataforma estratégica para impulsionar engenharia no mercado de armazenamento de energia
Por Redação do EnergyChannel Em um cenário de rápida transformação do setor elétrico, impulsionado pela expansão das energias renováveis e pela crescente demanda por flexibilidade na rede, o armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) se consolida como um dos pilares da nova infraestrutura energética global. É nesse contexto que a BESS Academy surge como uma iniciativa estruturada para acelerar a atuação de empresas de engenharia nesse mercado. A proposta vai além da capacitação técnica tradicional. A BESS Academy se posiciona como um ecossistema integrado que combina formação profissional, desenvolvimento de negócios e suporte prático em engenharia, com foco em preparar empresas para atuar de forma competitiva em projetos que vão do segmento residencial até aplicações utility scale. Formação técnica conectada à realidade do mercado Um dos principais pilares da plataforma é a capacitação técnica especializada, estruturada para atender diferentes níveis de aplicação no setor de armazenamento. No segmento residencial e de pequenos negócios, os treinamentos são direcionados a sistemas híbridos, soluções grid zero e aplicações em baixa tensão um mercado que cresce com a busca por autonomia energética e redução de custos. Já no segmento comercial e industrial (C&I), o foco está em aplicações de média tensão, com estratégias cada vez mais relevantes no Brasil, como peak shaving, load shifting, arbitragem energética e sistemas de backup. Essas soluções vêm ganhando protagonismo à medida que consumidores buscam maior previsibilidade de custos e resiliência operacional. Para projetos de maior porte, o módulo voltado ao Front of the Meter (FTM) prepara profissionais para o dimensionamento e desenvolvimento de soluções em escala utility, incluindo grandes sistemas conectados à rede. A formação inclui ainda o uso de ferramentas amplamente reconhecidas no mercado, como Homer PRO, SAM e PVsyst, permitindo análises avançadas de viabilidade técnica e econômica. Mentoria estratégica: da teoria ao projeto real Outro diferencial relevante é o pilar de mentoria estratégica, voltado diretamente para empresas. A iniciativa apoia a estruturação de estudos técnico-econômicos e o desenvolvimento de projetos híbridos que integram geração e armazenamento. Na prática, isso significa reduzir a distância entre conhecimento técnico e aplicação real um dos principais gargalos enfrentados por empresas que desejam entrar ou escalar sua atuação no segmento de baterias. Engenharia aplicada e suporte em campo A BESS Academy também atua na ponta mais crítica dos projetos: a execução. O pilar de consultoria especializada abrange desde o desenvolvimento de projetos executivos até instalação, comissionamento e acompanhamento técnico em campo. A atuação cobre sistemas em baixa, média e alta tensão, com foco na integração de tecnologias como bancos de baterias, inversores bidirecionais, sistemas de gerenciamento de baterias (BMS) e sistemas de gestão de energia (EMS). Além disso, a plataforma oferece suporte em testes de comissionamento, incluindo FAT (Factory Acceptance Test) e SAT (Site Acceptance Test), seguindo normas técnicas brasileiras como a NBR 5410 e NBR 17193 um ponto crítico para garantir segurança operacional e desempenho dos sistemas. Conformidade e integração com o ambiente regulatório Em um mercado ainda em consolidação regulatória no Brasil, a BESS Academy também atua no apoio à legalização e homologação de projetos, auxiliando empresas nos processos junto a concessionárias, Corpo de Bombeiros (AVCB) e CREA. Esse suporte é estratégico em um ambiente onde a complexidade técnica se soma à necessidade de conformidade regulatória, especialmente em projetos de maior porte. Um novo modelo para acelerar o mercado de armazenamento Ao integrar capacitação, estratégia e execução, a BESS Academy reflete uma tendência clara do setor: a necessidade de soluções completas e multidisciplinares para viabilizar o avanço do armazenamento de energia. Mais do que formar profissionais, a iniciativa busca estruturar empresas para competir em um mercado que exige não apenas conhecimento técnico, mas também visão de negócio, capacidade de execução e alinhamento regulatório. Com o crescimento esperado do BESS no Brasil nos próximos anos impulsionado por renováveis, mercado livre e novas demandas da rede plataformas como essa podem desempenhar um papel decisivo na formação de um ecossistema mais preparado, competitivo e inovador. BESS Academy surge como plataforma estratégica para impulsionar engenharia no mercado de armazenamento de energia Mais informações: Sydney Ipiranga - Engenheiro Especialista em BESS Telefone: 11 91844.9174
- Artigo 1 – A Lei nº 15.042 e o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE)
O Brasil deu um passo histórico ao aprovar a Lei nº 15.042, que institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). Trata-se de um marco regulatório que coloca o país em sintonia com as exigências globais de combate às mudanças climáticas e abre caminho para uma nova economia verde. Artigo 1 – A Lei nº 15.042 e o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) Este artigo inaugura nossa série de 15 textos sobre o tema, explorando como o SBCE funciona, seus objetivos e o impacto esperado para o Brasil e para o mundo. 📌 Contexto da aprovação O Brasil é signatário do Acordo de Paris, que estabelece metas de redução de emissões de gases de efeito estufa. Até então, o país atuava apenas em mercados voluntários, sem obrigatoriedade legal. A Lei nº 15.042 cria um sistema regulado, obrigatório e com potencial de integração internacional. ⚙️ Como funciona o SBCE Inventários obrigatórios: empresas de setores regulados deverão medir e reportar suas emissões de gases de efeito estufa. Processo de MRV (Mensuração, Reporte e Verificação): garante que os dados sejam auditados e transparentes. Metas de redução: cada setor terá limites de emissões, definidos pelo governo. Créditos de carbono: empresas que emitirem menos do que o permitido poderão vender créditos; aquelas que ultrapassarem terão que comprar. Registro central: o Serpro será responsável por gerir a plataforma oficial onde todas as transações serão registradas. 🎯 Objetivos principais Reduzir emissões: criar incentivos econômicos para que empresas diminuam sua pegada de carbono. Valorizar ativos ambientais: transformar a preservação da floresta e outros ecossistemas em fonte de renda. Integrar o Brasil ao mercado global: tornar os créditos brasileiros reconhecidos internacionalmente. Promover inovação: estimular investimentos em tecnologias limpas e processos sustentáveis. 🌱 Impacto esperado Empresas: terão que adaptar suas rotinas de compliance, mas também poderão lucrar com a venda de créditos. Comunidades locais: poderão ser remuneradas por serviços ambientais, como a proteção da floresta. Economia: surgirá uma nova cadeia de negócios em consultoria, tecnologia, auditoria e finanças verdes. Meio ambiente: a preservação passa a ter valor econômico direto, fortalecendo políticas de combate ao desmatamento e às emissões. ⚖️ Inserção internacional O SBCE aproxima o Brasil de sistemas já consolidados, como o EU ETS (União Europeia) e o California Cap-and-Trade. O país passa a ter condições de exportar créditos de carbono de alta integridade, tornando-se protagonista no mercado global. Essa integração é fundamental para atrair investimentos estrangeiros e dar credibilidade ao sistema. 🔑 A criação do mercado regulado A Lei nº 15.042 inaugura uma nova era para o Brasil. O SBCE não é apenas uma política ambiental: é a criação de um mercado regulado de carbono, capaz de movimentar bilhões e transformar a forma como empresas, comunidades e governos lidam com a sustentabilidade. Este primeiro artigo abre nossa série mostrando o fundamento legal e estrutural do sistema. Nos próximos textos, exploraremos os impactos econômicos, sociais e ambientais dessa nova regulamentação, sempre com foco em como o Brasil pode se tornar protagonista da economia verde global. Artigo 1 – A Lei nº 15.042 e o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE)
- Da ideia ao impacto: por que a criatividade precisa de processo
Da ideia ao impacto: por que a criatividade precisa de processo No dia 21 de abril, celebra-se o Dia Mundial da Criatividade e Inovação, instituído pela Organização das Nações Unidas com um objetivo claro: reconhecer o papel da criatividade como motor do desenvolvimento econômico, social e sustentável. Mais do que uma data simbólica, esse marco convida a uma reflexão necessária, especialmente para países como o Brasil: estamos tratando a criatividade como um ativo estratégico ou apenas como um discurso aspiracional? Durante mDa ideia ao impacto: por que a criatividade precisa de processouito tempo, criatividade foi associada a talento individual, intuição ou expressão artística. No entanto, no contexto contemporâneo, ela assume um papel muito mais estruturante. Criatividade é a capacidade de gerar novas soluções para problemas complexos e, quando combinada com tecnologia, ciência e modelos de negócio, torna-se o ponto de partida da inovação. Mas há um ponto crítico: criatividade, por si só, não gera impacto. A distância entre uma boa ideia e uma solução implementada ainda é um dos maiores desafios dos ecossistemas de inovação. É o chamado “vale da morte”, onde projetos promissores não conseguem avançar por falta de estrutura, financiamento, validação ou articulação entre atores. É justamente nesse espaço que a criatividade precisa deixar de ser vista como um fim e passar a ser tratada como parte de um sistema. Inovação não é um evento criativo isolado, é um processo. E esse processo depende de condições habilitadoras: ambientes que estimulem experimentação, mecanismos de financiamento adequados ao risco, instituições capazes de conectar diferentes atores e, sobretudo, uma cultura que tolere o erro como parte do aprendizado. Nesse sentido, celebrar o Dia Mundial da Criatividade e Inovação é também reconhecer que criatividade precisa de contexto para florescer. Países que conseguem transformar criatividade em inovação consistente não são necessariamente os que têm as melhores ideias, mas os que estruturam melhor seus ecossistemas. Eles investem em educação, fortalecem suas instituições científicas e tecnológicas, estimulam parcerias público-privadas e criam políticas que reduzem incertezas para quem quer inovar. No Brasil, há um potencial criativo inegável. A diversidade cultural, a capacidade de adaptação e a inventividade diante de restrições são características amplamente reconhecidas. No entanto, ainda enfrentamos desafios importantes na conversão desse potencial em valor econômico e social. Falta coordenação. Falta escala. E, muitas vezes, falta continuidade. Por isso, a provocação que essa data nos traz vai além da celebração. Se queremos, de fato, posicionar o Brasil em uma agenda de desenvolvimento baseada em inovação, precisamos avançar em três frentes: Primeiro, integrar criatividade à estratégia. Empresas e organizações públicas precisam tratar a criatividade não como algo periférico, mas como parte central de sua capacidade competitiva. Segundo, fortalecer os mecanismos de transformação. Isso inclui desde instrumentos de financiamento até o papel de instituições que conectam ciência, mercado e governo, tornando projetos viáveis e financiáveis. Terceiro, construir ambientes de confiança e colaboração. A inovação acontece na interseção entre diferentes competências, e isso exige articulação, visão de longo prazo e governança. O Dia Mundial da Criatividade e Inovação é, portanto, um lembrete oportuno: criatividade é abundante, mas inovação é construída. E essa construção não acontece por acaso.Ela exige intenção, método e, acima de tudo, compromisso coletivo. Em um mundo marcado por transformações aceleradas, da transição energética à revolução digital, a criatividade deixa de ser apenas uma vantagem competitiva e passa a ser uma infraestrutura essencial para enfrentar desafios complexos. Celebrar essa data é importante. Mas, mais importante ainda, é transformar essa celebração em ação. Da ideia ao impacto: por que a criatividade precisa de processo
- Rockcore aposta em inteligência digital para transformar o monitoramento de usinas solares no Brasil
EnergyChannel | Matéria EspecialPor Ricardo Honório Rockcore aposta em inteligência digital para transformar o monitoramento de usinas solares no Brasil Em um momento em que a geração distribuída avança rapidamente no Brasil, soluções digitais capazes de simplificar a operação e maximizar o desempenho das usinas solares tornam-se cada vez mais estratégicas. Foi com esse foco que o EnergyChannel acompanhou de perto a apresentação do ecossistema de monitoramento da Rockcore Technology, uma plataforma desenvolvida especificamente para atender às demandas do mercado brasileiro. A gravação, conduzida pelo jornalista Ricardo Honório, contou com a participação de Luan Adelino, engenheiro de campo da empresa no Brasil, que detalhou como a tecnologia foi estruturada para atender integradores, distribuidores e consumidores finais. Dois aplicativos, duas experiências complementares Segundo Adelino, a Rockcore partiu de um diagnóstico claro: o mercado solar brasileiro possui necessidades distintas em cada ponta da cadeia. “A gente vem para o mercado brasileiro entendendo as particularidades as dificuldades do integrador, do distribuidor e também o que o cliente final quer enxergar da sua geração de energia.” A partir dessa leitura, a empresa desenvolveu duas soluções principais: RC-E (voltado a empresas): direcionado a integradores e distribuidores, permite configuração completa das usinas, análise técnica detalhada e acompanhamento de desempenho. RC-C (voltado ao cliente final): uma interface simplificada, focada na visualização da geração de energia, status dos equipamentos e economia obtida. A proposta é clara: enquanto o profissional técnico precisa de profundidade analítica, o consumidor busca clareza e objetividade. Monitoramento avançado e gestão em tempo real Um dos principais diferenciais da plataforma está na capacidade de monitoramento detalhado. A partir do RC-E e da versão web, o integrador pode acessar uma ampla gama de dados elétricos e operacionais. “Você consegue visualizar tensão, frequência da rede, potência por painel, sinal de Wi-Fi e o comportamento do sistema ao longo do tempo.” Essas informações permitem não apenas acompanhar a performance, mas também antecipar problemas e otimizar a operação das usinas. Na prática, isso representa um salto na gestão de ativos solares, especialmente para empresas que operam múltiplos sistemas. Integração entre integrador e cliente: simples e eficiente Outro ponto destacado foi a facilidade de integração entre os dois aplicativos. O processo de compartilhamento de uma usina com o cliente final é rápido e intuitivo: O cliente baixa o aplicativo RC-C e cria uma conta O integrador adiciona o e-mail na plataforma RC-E A usina é automaticamente vinculada ao usuário final “Com poucos toques, o cliente já consegue visualizar em tempo real o que está acontecendo na sua usina.” Essa integração elimina barreiras de comunicação e fortalece a transparência na relação entre empresas e consumidores. Ferramenta estratégica para manutenção e suporte técnico Além da gestão operacional, a plataforma se posiciona como uma ferramenta estratégica para manutenção e suporte. Com acesso a dados históricos e em tempo real, equipes técnicas conseguem diagnosticar falhas remotamente e, em muitos casos, resolver problemas sem a necessidade de deslocamento. “Às vezes é algo simples, como falta de tensão no lado CA. O sistema permite identificar rapidamente e orientar a solução.” Isso reduz custos operacionais, aumenta a eficiência das equipes e diminui o tempo de inatividade das usinas. Configuração simplificada: ganho de produtividade em campo Outro destaque relevante é a configuração em lote dos microinversores — uma funcionalidade que impacta diretamente a produtividade em campo. Com apenas alguns toques e a inserção das credenciais de rede, é possível configurar múltiplos dispositivos simultaneamente. “Você configura todos os microinversores de uma vez, de forma muito rápida e intuitiva.” Para integradores, isso significa redução de tempo de instalação e maior eficiência nos projetos. Digitalização como pilar do futuro energético A proposta da Rockcore reflete uma tendência global: a digitalização da energia como elemento central da transição energética. Mais do que monitorar, plataformas como essa passam a desempenhar um papel ativo na otimização, manutenção preditiva e gestão inteligente da geração distribuída. Ao adaptar sua tecnologia às particularidades do Brasil, a empresa reforça a importância de soluções localizadas em um mercado que cresce de forma acelerada e cada vez mais competitiva. Conclusão A iniciativa da Rockcore Technology evidencia um movimento claro do setor: a energia solar não é mais apenas sobre geração, mas sobre gestão inteligente. Com ferramentas que conectam integradores, distribuidores e consumidores em um único ecossistema digital, o setor dá mais um passo rumo a um modelo energético mais eficiente, transparente e orientado por dados. Para o EnergyChannel, fica evidente que o futuro da energia passa, inevitavelmente, pela tecnologia e por plataformas que consigam traduzir complexidade em simplicidade operacional. Rockcore aposta em inteligência digital para transformar o monitoramento de usinas solares no Brasil
- Do biometano ao SAF: por que o Brasil pode liderar a nova geopolítica da energia de baixo carbono
Em entrevista ao EnergyChannel, Raphaella Gomes aponta caminhos concretos para o protagonismo brasileiro e alerta: “a janela está aberta, mas não ficará para sempre” Por Ricardo Honório | EnergyChannel O Brasil ocupa uma posição singular na corrida global pela descarbonização mas transformar potencial em liderança exige mais do que recursos naturais. Exige estratégia. Em entrevista ao EnergyChannel, Raphaella Gomes, fundadora da New Gaia Strategies & Investments, afirma que o país já possui uma vantagem estrutural rara no mundo: a integração entre energia, agronegócio e indústria. “O Brasil tem um sistema único. Nenhum país conseguiu integrar o sistema agrícola com o sistema energético como a gente conseguiu.” Essa base, construída ao longo de décadas, começa no etanol e evolui agora para novas fronteiras energéticas. Uma vantagem construída ao longo de 50 anos O histórico brasileiro não é recente. Desde o Proálcool, o país desenvolveu uma das mais sólidas cadeias de biocombustíveis do mundo. Mas o que chama atenção, segundo Raphaella, é a velocidade atual de transformação. “Nos últimos anos, o etanol de milho saiu do zero para mais de 20% da produção nacional. Isso mostra a nossa capacidade de criar indústrias do zero.” Essa capacidade de execução rápida pode ser decisiva em um momento em que o mundo redefine quem serão os novos fornecedores de energia. Biometano: de promessa à realidade Do biometano ao SAF: por que o Brasil pode liderar a nova geopolítica da energia de baixo carbono Entre todas as oportunidades, o biometano se destaca como uma das mais maduras e, ao mesmo tempo, sub exploradas. “Antes eu falava que podia substituir o diesel. Hoje a gente vê que já é uma solução concreta.” O avanço tecnológico e regulatório reduziu incertezas e abriu espaço para aplicações reais, especialmente no transporte pesado. Ainda assim, o Brasil está distante de seu potencial total. “Hoje a gente produz cerca de 3 milhões de metros cúbicos por dia, mas poderia produzir mais de 100 milhões.” Além de reduzir a dependência de combustíveis importados, o biometano também se conecta diretamente à realidade do agro transformando resíduos em energia. SAF: o Brasil no centro da transição da aviação Se o biometano resolve desafios locais, o combustível sustentável de aviação (SAF) posiciona o Brasil no cenário global. A descarbonização da aviação é um dos maiores desafios energéticos atuais — e, nesse contexto, combustíveis líquidos continuam sendo essenciais. “A eletrificação não é viável para longas distâncias. A solução passa por combustíveis líquidos.” Raphaella explica que existem diferentes rotas tecnológicas, mas destaca uma vantagem estratégica do Brasil: “O nosso etanol tem uma das menores pegadas de carbono do mundo.” Essa característica, combinada à escala produtiva, pode transformar o país em um fornecedor relevante de combustíveis sustentáveis para o mercado internacional. Transporte marítimo e a lógica das moléculas Do biometano ao SAF: por que o Brasil pode liderar a nova geopolítica da energia de baixo carbono No transporte marítimo, o cenário segue uma lógica semelhante. Soluções como etanol, bio-LNG e outros combustíveis alternativos vêm sendo testadas globalmente sempre com foco em eficiência energética e viabilidade logística. “Combustíveis líquidos têm vantagens estruturais: densidade energética, facilidade de transporte e uso da infraestrutura existente.” Mais uma vez, o Brasil aparece bem posicionado, com capacidade de produção e distribuição de moléculas energéticas em larga escala. O erro que trava projetos Ao falar sobre investimentos em transição energética, Raphaella traz um alerta direto ao mercado. “Comecem pela demanda. Se não tiver demanda, não adianta ter a melhor tecnologia.” Segundo ela, o setor já superou a fase de incerteza tecnológica. O desafio agora é outro: estruturar mercado. “A maior parte das soluções já está comprovada. O que falta é escala — e isso vem com demanda.” Nesse contexto, políticas públicas e mandatos regulatórios desempenham papel central na criação de mercados. O verdadeiro desafio brasileiro Apesar das vantagens competitivas, o Brasil ainda enfrenta obstáculos estruturais. E, na visão da executiva, há um erro de abordagem recorrente. “Transição energética não é uma agenda ambiental. É uma agenda industrial.” Para destravar crescimento, o país precisa atuar em três frentes: • Infraestrutura • Simplificação regulatória • Ambiente de negócios mais eficiente “A gente precisa simplificar o ambiente de negócios. Hoje isso ainda é um gargalo relevante.” Ela reforça que o timing é crítico. “Existe uma janela aberta. Mas ela não vai ficar aberta para sempre.” O futuro: eficiência, biocombustíveis e novas tecnologias Olhando para os próximos dez anos, Raphaella aponta três grandes apostas: • Biocombustíveis avançados • Eficiência energética • Novas soluções nucleares Mas é na eficiência que está, talvez, o maior ponto cego do debate. “A gente fala muito de gerar energia, mas fala pouco de eficiência.” E o motivo é claro: “Uma parte relevante da nova demanda global de energia vem da refrigeração.” Ou seja, não basta produzir mais energia será essencial consumir melhor. Um país com potencial e uma decisão a tomar A transição energética global não será definida apenas por tecnologia, mas por execução. O Brasil reúne recursos, conhecimento e escala produtiva para assumir protagonismo. Mas, como deixa claro Raphaella Gomes, isso depende de decisões. “Se a demanda existe, alguém vai atender. A questão é: vamos ser nós?” EnergyChannel O futuro da energia já está em construção. E o Brasil pode ser um dos seus principais protagonistas se agir agora. Do biometano ao SAF: por que o Brasil pode liderar a nova geopolítica da energia de baixo carbono
- Microinversor MI2S-2500Q: tecnologia, economia e inteligência energética para o Brasil
EnergyChannel | Entrevista Especial Microinversor MI2S-2500Q: tecnologia, economia e inteligência energética para o Brasil Em visita à Rockcore, o jornalista Ricardo Honório conversou com o especialista Luan Adelino para entender, na prática, como o microinversor *MI2S-2500Q* pode impactar o mercado brasileiro e o bolso do consumidor. Microinversor MI2S-2500Q: tecnologia, economia e inteligência energética para o Brasil “Esse pequeno produto pode transformar o orçamento da família” Por Ricardo Honório: Hoje visitando aqui a Rockcore, estamos com o Luan. Quando a gente olha para essa caixa bem acabada, tem um produto interessante aqui dentro: um microinversor de 2.5 kW. O que esse equipamento representa para o mercado brasileiro especialmente para quem começa a sentir o peso da conta de energia? Microinversor MI2S-2500Q: tecnologia, economia e inteligência energética para o Brasil Luan Adelino: Vamos direto ao ponto: o microinversor de 2500 W foi pensado para o Brasil. Existe aqui uma limitação regulatória em torno de 7.500 W em sistemas simplificados. Isso significa trabalhar com três unidades desse equipamento. E o diferencial é claro: conseguimos entregar 25% mais potência comparado aos modelos de 2000 W, mantendo o mesmo tamanho e peso. Ou seja, mais eficiência sem aumentar estrutura. Na prática, isso vira economia real: • Um sistema de 2.500 W pode gerar cerca de R$ 200 a R$ 250/mês • Com 5.000 W, a economia pode chegar a R$ 500/mês • No limite de 7.500 W, estamos falando de até 700–800 kWh/mês economizados É um produto totalmente adaptado à realidade da família brasileira e também de pequenos negócios. Overload e geração máxima ao longo do dia Ricardo Honório: Ele suporta até quatro módulos, certo? E existe o conceito de “overload”. Como isso funciona na prática? Luan Adelino: Exatamente. São quatro módulos de até 750 W cada. Isso ultrapassa os 2.500 W nominais e é proposital. O “overload” permite que o sistema atinja o pico de geração mais cedo e permaneça mais tempo nele. Em vez de uma curva tradicional de geração, você tem um platô mais longo, o que aumenta a produção total diária. Microinversor vs inversor string: onde está a diferença Ricardo Honório: E em relação aos inversores tradicionais de parede? Luan Adelino: A grande diferença é a individualidade. No inversor string, todos os painéis estão conectados em série. Se um painel sofre sombra ou sujeira, toda a produção cai. Já o microinversor trabalha módulo a módulo. Se um painel tem problema, os outros continuam operando normalmente. Isso traz: • Mais eficiência ao longo do tempo • Diagnóstico rápido • Manutenção mais assertiva Monitoramento em tempo real: controle total na palma da mão Ricardo Honório: E o controle disso tudo? Luan Adelino: A Rockcore oferece um aplicativo gratuito e vitalício. Nele, o usuário acompanha: • Produção de energia em tempo real • Alarmes e falhas • Performance individual de cada módulo Os dados são atualizados a cada poucos minutos, permitindo identificar desde uma nuvem passageira até problemas mais sérios antes que isso impacte a conta no fim do mês. Tecnologia e engenharia por trás do equipamento Ricardo Honório: E tecnicamente, o que diferencia esse produto? Luan Adelino: Utilizamos uma topologia moderna chamada LLC, mais eficiente e com menos componentes que tecnologias antigas como flyback. Isso significa: • Maior vida útil • Menor risco de falhas • Mais confiabilidade Além disso, a Rockcore vem de uma base forte em semicondutores, com atuação global desde 2009 da Ásia à Europa, agora com foco no Brasil. O cérebro e o coração do sistema solar Ricardo Honório: Podemos dizer que esse equipamento é o centro do sistema? Luan Adelino: Sem dúvida. O painel gera energia em corrente contínua (DC), mas a casa utiliza corrente alternada (AC). O microinversor faz essa conversão. Por isso dizemos que ele é o cérebro e o coração do sistema solar. Quanto melhor essa conversão, maior a eficiência e maior a economia. Conclusão EnergyChannel A entrevista deixa claro que o MI2S-2500Q não é apenas uma evolução técnica, mas uma solução pensada estrategicamente para o Brasil. Com maior potência, inteligência operacional e foco em eficiência real, o equipamento reforça uma tendência cada vez mais forte no setor: sistemas solares mais modulares, inteligentes e orientados ao consumidor final. Para integradores e usuários, o recado é direto entender a tecnologia por trás do microinversor pode ser a chave para extrair o máximo valor da energia solar. Microinversor MI2S-2500Q: tecnologia, economia e inteligência energética para o Brasil
- 🇧🇷 EP19 – Inteligência artificial e cidades inteligentes: mobilidade, segurança e gestão urbana
Série Especial EnergyChannel | Inteligência Artificial: Tudo o Que Precisamos Saber 🇧🇷 EP19 – Inteligência artificial e cidades inteligentes: mobilidade, segurança e gestão urbana O que é inteligência artificial e cidades inteligentes A inteligência artificial e cidades inteligentes representam a integração de tecnologias digitais avançadas à gestão urbana. A IA permite analisar dados em tempo real para tornar as cidades mais eficientes, seguras e sustentáveis. Esse conceito envolve infraestrutura, serviços públicos e qualidade de vida. Como a inteligência artificial e cidades inteligentes se conectam A relação entre inteligência artificial e cidades inteligentes baseia-se no uso de sensores, câmeras, sistemas conectados e algoritmos capazes de interpretar grandes volumes de dados urbanos. A IA transforma informações em decisões rápidas e automatizadas. Inteligência artificial e cidades inteligentes na mobilidade urbana Na mobilidade, a inteligência artificial e cidades inteligentes são usadas para gerenciar tráfego, prever congestionamentos e otimizar rotas de transporte público. Semáforos inteligentes e sistemas de transporte conectados reduzem tempo de deslocamento e emissões. A mobilidade torna-se mais fluida e eficiente. Inteligência artificial e cidades inteligentes no transporte público A inteligência artificial e cidades inteligentes melhoram a operação do transporte público por meio de análise de demanda, ajustes dinâmicos de frota e previsão de falhas. O resultado é um serviço mais confiável e alinhado às necessidades da população. Inteligência artificial e cidades inteligentes na segurança urbana Na segurança, a inteligência artificial e cidades inteligentes auxiliam no monitoramento de áreas públicas, detecção de comportamentos suspeitos e resposta mais rápida a incidentes. Essas soluções ampliam a capacidade preventiva das cidades. Inteligência artificial e cidades inteligentes e privacidade O uso da inteligência artificial e cidades inteligentes levanta debates sobre privacidade, vigilância e proteção de dados pessoais. O equilíbrio entre segurança e direitos individuais é um dos maiores desafios desse modelo urbano. A governança dos dados torna-se essencial. Inteligência artificial e cidades inteligentes na gestão urbana A inteligência artificial e cidades inteligentes apoiam a gestão de energia, água, resíduos e iluminação pública. Sistemas inteligentes identificam desperdícios, falhas e oportunidades de otimização. A cidade passa a operar como um sistema integrado. Inteligência artificial e cidades inteligentes e sustentabilidade A inteligência artificial e cidades inteligentes contribuem para a redução de emissões, eficiência energética e melhor uso dos recursos naturais. O desenvolvimento urbano torna-se mais alinhado aos objetivos climáticos. Desafios da inteligência artificial e cidades inteligentes Apesar dos avanços, a inteligência artificial e cidades inteligentes enfrentam desafios como desigualdade digital, altos custos de implantação e dependência tecnológica. A inclusão social é um ponto crítico para o sucesso dessas iniciativas. O futuro da inteligência artificial e cidades inteligentes O futuro da inteligência artificial e cidades inteligentes aponta para cidades mais conectadas, resilientes e orientadas por dados. A IA será peça-chave na transformação urbana das próximas décadas. 🇧🇷 EP19 – Inteligência artificial e cidades inteligentes: mobilidade, segurança e gestão urbana As decisões urbanas tendem a ser cada vez mais inteligentes e preditivas.
- Congresso de Sustentabilidade na Construção Civil: Balneário Camboriú será palco de um marco para o setor
Nos dias 28 e 29 de maio de 2026, o setor da construção civil terá um encontro histórico em Balneário Camboriú. O Congresso de Sustentabilidade na Construção Civil, realizado dentro do auditório do Expocentro BC, acontece simultaneamente à tradicional feira Construsul e promete ser um divisor de águas para profissionais, empresas e instituições que buscam alinhar inovação, mercado e responsabilidade ambiental. Congresso de Sustentabilidade na Construção Civil: Balneário Camboriú será palco de um marco para o setor 🌱 Um evento que nasce da urgência A construção civil é um dos setores que mais impactam o meio ambiente. Estima-se que consuma 20% da água das cidades, utilize 75% dos recursos naturais e gere cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos por ano. Esses números mostram que a sustentabilidade não é mais uma opção, mas uma necessidade. O congresso surge justamente para debater soluções práticas e técnicas que possam transformar esse cenário. 👥 Palestrantes confirmados O congresso reunirá especialistas nacionais e internacionais que vão compartilhar experiências e apontar caminhos para uma construção mais consciente: Anderson de Paula – especialista em inovação tecnológica e eficiência energética. Sami Meira – referência em práticas de ESG e sustentabilidade corporativa. Giovana Rubim (AESAS) – abordará o papel da sustentabilidade no mercado imobiliário de luxo. Martin Sanchez Acosta (Universidade de Córdoba, Argentina) – trará experiências internacionais em bioarquitetura e integração da natureza às edificações. Especialistas do IBRAMEM – apresentarão avanços no uso da madeira engenheirada, material que vem ganhando espaço como alternativa sustentável e moderna. Além das palestras, haverá painéis técnicos sobre gestão da água, reuso, dispositivos economizadores e redução de resíduos, além de debates sobre inteligência artificial aplicada à construção, eletromobilidade e design arquitetônico sustentável. 👥 Organizadores e apoiadores O congresso é organizado pela Porthus Eventos, sob a liderança do CEO Clóvis Rech, em parceria com a UGREEN e o IBRAMEM. Essa composição garante que o evento seja ao mesmo tempo técnico, inovador e conectado às demandas reais do mercado. A Porthus Eventos assegura a excelência na organização e experiência dos participantes. A UGREEN traz soluções práticas e tecnológicas, reforçando o compromisso com a inovação sustentável. O IBRAMEM oferece a credibilidade científica necessária para embasar os debates. 🏢 O palco: auditório do Expocentro O congresso será realizado no auditório do Expocentro Balneário Camboriú Júlio Tedesco, espaço moderno e preparado para receber eventos técnicos de grande porte. Enquanto a Construsul movimenta o pavilhão com estandes e negócios, o auditório se torna o coração técnico do evento, reservado para conteúdos de alta qualidade e discussões aprofundadas. 🌍 Por que participar? Atualização profissional: acesso às tendências mais recentes em eficiência energética, gestão da água, materiais sustentáveis e inteligência artificial aplicada à construção. Networking qualificado: oportunidade de criar conexões com empresários, engenheiros, arquitetos, investidores e pesquisadores. Impacto direto: discutir soluções que reduzem custos, valorizam imóveis e melhoram a qualidade de vida. Experiência completa: circular pela feira Construsul e, ao mesmo tempo, mergulhar em conteúdos técnicos exclusivos no congresso. Local inspirador: Balneário Camboriú, conhecida por sua modernidade e natureza, é o cenário ideal para debater sustentabilidade. 📢 Inscrições abertas As inscrições já estão disponíveis e podem ser feitas pelo site oficial: www.ecoconstrucao.com.br (ecoconstrucao.com.br in Bing). É importante garantir sua vaga o quanto antes, já que o evento está prestes a começar e a procura é grande. ✨ Inovação na construção civil e o impacto da sustentabilidade O Congresso de Sustentabilidade na Construção Civil não é apenas mais um evento. Ele representa um marco para o setor, um espaço onde mercado, academia e inovação se encontram para pensar juntos soluções que impactam não apenas a construção civil, mas toda a sociedade. Nos dias 28 e 29 de maio, o auditório do Expocentro será o palco de ideias que podem redefinir o futuro da construção. Estar presente é assumir um papel ativo nessa mudança. Afinal, sustentabilidade não é apenas um conceito: é uma prática que precisa ser incorporada agora. O futuro da construção civil começa em Balneário Camboriú. E você pode fazer parte dele. Inscreva-se já em www.ecoconstrucao.com.br (ecoconstrucao.com.br in Bing). Congresso de Sustentabilidade na Construção Civil: Balneário Camboriú será palco de um marco para o setor











