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  • Inversores da SolaX Power possuem tecnologia integrada que impede prejuízo com sombreamento e aumenta eficiência do sistema fotovoltaico

    Foto: SolaX Power   Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power De acordo com o relatório divulgado pela Solfácil, que acompanha o desempenho do setor com base em informações da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o Brasil registrou mais de 240 mil novas instalações de energia solar em 2025, totalizando mais de 3,4 milhões de sistemas solares conectados à rede elétrica, sendo que 83% são em residências. Diante desse cenário, que tem apresentado aumento ano a ano, nem sempre as instalações são realizadas na localização ideal para garantir a eficiência máxima desse sistema. É por isso que a SolaX Power integrou aos seus inversores híbridos mais recentes uma tecnologia que aprimora a geração diária em casos de sombreamento fixo do sistema fotovoltaico e garante a eficiência máxima na produção da energia solar. Em alguns casos, os painéis fotovoltaicos podem ser instalados em locais que são prejudicados pelo sombreamento de prédios vizinhos e o ponto de potência máxima (MPP) pode ser afetado por essas condições de sombreamento parcial em algumas horas durante o dia, o que resulta na diminuição da produção de energia. Então, para resolver esse problema e aumentar a eficiência do sistema, a SolaX integrou a solução de varredura Global MPPT (GMPPT) nos inversores solares mais recentes.  “Quando não há sombreamento nos painéis fotovoltaicos, os inversores SolaX podem atingir o ponto de potência máxima sem esforço e com precisão. No entanto, quando parte dos painéis fotovoltaicos é sombreada, acarreta redução de energia e perdas de rendimento para o proprietário desse sistema”, explica o engenheiro Marcelo Niendicker. E completa: “Por outro lado, com a solução SolaX Global MPPT Scan, os inversores SolaX verificarão periodicamente qual o ponto de potência mais alto possível, o que auxilia na eficiência máxima do sistema. Com essa tecnologia, o aumento na produção de energia solar pode chegar a 15%”. Vale ressaltar que essa solução funciona de forma independente para cada inversor e o intervalo para realizar cada uma das varreduras a fim de definir esse ponto de potência máxima pode ser controlável. “Essa tecnologia também auxilia na identificação do problema de sombreamento e correção da instalação dos painéis”, completa o engenheiro. Sobre a SolaX Power  - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Inversores da SolaX Power possuem tecnologia integrada que impede prejuízo com sombreamento e aumenta eficiência do sistema fotovoltaico

  • SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável

    Foi oficialmente lançada no Brasil a SNEC – International Photovoltaic Power Generation and Smart Energy Conference & Exhibition, a maior feira de energia solar do mundo. O anúncio foi feito por João Paulo Pícolo, CEO da NürnbergMesse Brasil, e Sérgio R. Carvalho, CEO da OAKSTREAM, durante um evento que reuniu lideranças e representantes estratégicos do setor de energia limpa no país. SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável A primeira edição da SNEC Brasil acontecerá de 17 a 19 de março de 2026, no Distrito Anhembi em São Paulo e já nasce com a promessa de se tornar um marco para os grandes eventos internacionais do setor de energia renovável na América Latina. Com foco em geração solar fotovoltaica, armazenamento de energia, redes inteligentes e mobilidade elétrica, a feira pretende conectar o Brasil ao ecossistema global da transição energética. SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável A chegada da SNEC ao Brasil reforça o protagonismo do país na matriz energética limpa e amplia as oportunidades de negócios, inovação e cooperação internacional. “Estamos trazendo para o Brasil um evento com o peso e a relevância da SNEC de Xangai, que hoje é referência mundial. O potencial brasileiro para energias renováveis merece uma plataforma desse porte”, destacou João Paulo Pícolo. Para Sérgio R. Carvalho, a SNEC Brasil será uma vitrine global: “Queremos criar uma ponte entre o mercado brasileiro e os principais players internacionais. O Brasil tem tudo para liderar a nova economia verde, e a SNEC será catalisadora desse processo.” Com a chancela de duas grandes organizadoras e o know-how de edições internacionais bem-sucedidas, a SNEC Brasil deve atrair empresas, investidores, especialistas e representantes governamentais de diversos países, consolidando-se como um novo polo de inovação e negócios no cenário das energias renováveis. SNEC Brasil é lançada oficialmente e promete ser um marco para o setor de energia renovável

  • O papel dos investidores estratégicos na expansão dos renováveis

    Por Laís Víctor  – Diretora Executiva de Parcerias e Especialista em Energia  O papel dos investidores estratégicos na expansão dos renováveis   A nova arquitetura financeira da transição energética A transição energética deixou de ser uma pauta de nicho restrita a especialistas ambientais e passou a ocupar posição central nas agendas econômicas, políticas e diplomáticas globais. Hoje, a descarbonização das matrizes energéticas não é apenas uma exigência climática, mas um vetor estratégico de competitividade e soberania para as nações. O avanço exponencial das tecnologias limpas, como energia solar, eólica, armazenamento e hidrogênio verde, aliado à crescente sofisticação regulatória e à incorporação definitiva dos critérios ESG nas decisões de investimento, vem redesenhando profundamente os fluxos globais de capital. Trata-se de um movimento que já mobiliza trilhões de dólares anualmente, com forte protagonismo de investidores institucionais, fundos soberanos, utilities globais e conglomerados industriais. Neste novo desenho, o papel dos investidores estratégicos transcende a função tradicional de financiadores passivos. Eles emergem como verdadeiros arquitetos de ecossistemas, capazes de integrar, simultaneamente, políticas públicas ambiciosas, cadeias de fornecimento globais, inovação tecnológica e mecanismos robustos de governança. É justamente essa capacidade de articulação sistêmica que lhes permite reduzir assimetrias de risco, viabilizar projetos em ambientes desafiadores e acelerar o avanço sustentável das energias renováveis em escala. Com isso podemos observar com clareza que o futuro da transição energética não dependerá apenas da disponibilidade de recursos financeiros, mas da inteligência estratégica na orquestração desses múltiplos atores, alinhando interesses públicos e privados em um horizonte de longo prazo. Um cenário global de competição por ativos de qualidade Nos últimos cinco anos, o volume de investimentos em energias renováveis atingiu níveis históricos. De acordo com a BloombergNEF (BNEF), somente em 2023 foram investidos mais de US$ 1,8 trilhão em transição energética no mundo, considerando não apenas energias renováveis, mas também veículos elétricos, redes inteligentes e armazenamento de energia. Desse montante, mais de US$ 600 bilhões foram destinados exclusivamente à geração renovável. Essa movimentação é resultado da combinação entre a pressão climática crescente, impulsionada por tratados como o Acordo de Paris, as Conferências das Partes (COPs) e os pactos nacionais de descarbonização, o avanço tecnológico com a queda expressiva dos custos de tecnologias como painéis solares, turbinas eólicas e baterias, além da evolução no comportamento dos investidores institucionais, cada vez mais guiados por critérios de ESG (ambiental, social e governança) em suas decisões de alocação de capital. O novo perfil do investidor estratégico em energia Dentro dessa nova dinâmica, o investidor estratégico se diferencia claramente dos investidores tradicionais. Enquanto estes atuam de forma predominantemente financeira e passiva, os investidores estratégicos desempenham múltiplos papéis simultâneos: são, ao mesmo tempo, desenvolvedores de projetos, operadores industriais, gestores de risco e articuladores de ecossistemas completos. Trabalham com uma visão de longo prazo, muitas vezes com horizontes de retorno superiores a 15 ou 20 anos, buscando não apenas o lucro imediato, mas a construção de plataformas sustentáveis de negócios. Buscam ainda a integração vertical da cadeia de valor, desde a geração da energia até a sua comercialização nos mercados finais. Além disso, participam ativamente de discussões regulatórias e políticas públicas nos países em que atuam, e realizam análises amplas de risco que englobam variáveis financeiras, políticas, jurídicas, tecnológicas e reputacionais. Grandes utilities globais como Iberdrola, Enel, EDF e Engie, fundos soberanos como GIC, Mubadala e Temasek, conglomerados industriais como Mitsubishi e Siemens, além de fundos especializados em infraestrutura energética, exemplificam esse novo perfil de atuação. Os desafios estruturais que vão além do capital Apesar do volume crescente de recursos, o simples aporte de capital não é suficiente para garantir o sucesso dos projetos. Existem diversos desafios estruturais que exigem inteligência estratégica, capacidade de articulação e experiência operacional. A instabilidade regulatória é, talvez, o fator que mais afasta investidores em mercados emergentes. Mudanças frequentes nas regras de leilões, subsídios, licenciamento ambiental e tarifação de redes criam incertezas jurídicas e riscos institucionais difíceis de mensurar. A competição global por projetos maduros e bem estruturados também pressiona as avaliações financeiras, reduzindo as margens de retorno dos investimentos. Além disso, a integração de novas tecnologias, como os projetos híbridos combinando solar, eólico e armazenamento, bem como a exploração do hidrogênio verde e parques offshore, ainda envolve riscos tecnológicos em evolução e exige competências técnicas sofisticadas. Em muitos países, ainda persiste a limitação de uma cadeia de fornecimento local robusta, o que dificulta a implementação em larga escala e eleva os custos logísticos. Soma-se a isso o agravamento das disputas geopolíticas por insumos críticos, como lítio, terras raras e semicondutores, o que compromete a previsibilidade das cadeias globais de suprimento. O diferencial competitivo do investidor estratégico É justamente neste ambiente complexo que o investidor estratégico consegue oferecer diferenciais competitivos decisivos. Sua capacidade de estruturar alianças multilaterais, organizar consórcios com bancos multilaterais, governos e parceiros locais, além de gerir os projetos de forma integrada desde a concepção até a comercialização da energia, permite mitigar riscos e aumentar a resiliência dos empreendimentos. Graças ao seu histórico operacional e à solidez financeira, esses investidores também têm acesso privilegiado a financiamentos de longo prazo com custos de capital mais competitivos. Sua experiência em governança, compliance e gestão socioambiental os credencia junto aos stakeholders globais cada vez mais exigentes. Outro ponto de destaque é a visão global que possuem para fomentar clusters industriais regionais, estabelecendo polos de tecnologia, inovação e capacitação de mão de obra especializada. Como criar ambientes atrativos para o capital estratégico Para que países e empresas consigam atrair e consolidar o interesse desses investidores estratégicos, é fundamental criar um ambiente institucional previsível, seguro e atrativo. A estabilidade de regras e contratos, a celeridade nos processos de licenciamento ambiental e territorial, o desenvolvimento de infraestrutura robusta (incluindo transmissão, portos, dutos e logística intermodal), a apresentação de portfólios de projetos maduros com due diligence técnico-socioambiental, além de políticas claras de conteúdo local, transferência de tecnologia e incentivos fiscais inteligentes, formam o conjunto de pré-requisitos essenciais. Mais do que atrair capital, esses fatores promovem um ciclo virtuoso de competitividade, profissionalização e inovação contínua no setor. O investidor estratégico como arquiteto da nova economia verde À medida que a transição energética avança como um dos principais motores de reorganização econômica global, a capacidade dos países de criar ambientes favoráveis à atuação de investidores estratégicos torna-se um divisor de águas entre aqueles que conseguirão converter potencial em protagonismo e aqueles que permanecerão espectadores do novo ciclo de crescimento sustentável. Não estamos mais diante de um debate meramente financeiro ou ambiental. O investidor estratégico representa, hoje, uma peça central na construção de ecossistemas completos, em que inovação tecnológica, robustez institucional, governança socioambiental e inserção competitiva nas cadeias globais de valor precisam caminhar de forma coordenada. No contexto brasileiro, essa agenda adquire contornos ainda mais relevantes. Com abundância de recursos renováveis, localização geográfica privilegiada, matriz energética já majoritariamente limpa e um mercado interno expressivo, o Brasil detém atributos que o credenciam como plataforma natural para atração desse capital estratégico. Entretanto, como especialista que acompanha de perto a dinâmica internacional de investimentos, ressalto que essas vantagens naturais precisam ser acompanhadas de um sólido alicerce institucional. Sem previsibilidade regulatória, segurança jurídica duradoura e políticas públicas estáveis, o risco percebido pelos investidores continuará elevado, limitando a nossa capacidade de atrair players globais de referência. Neste novo ciclo econômico global, o capital estratégico deixou de ser uma mera vantagem competitiva eventual. Ele se tornou a condição estruturante para transformar recursos em projetos concretos, tecnologia em desenvolvimento local e energia renovável em crescimento sustentável de longo prazo. O Brasil tem diante de si uma janela histórica de oportunidade, mas aproveitá-la exigirá visão de longo prazo, disciplina institucional e uma articulação eficaz entre governo, iniciativa privada e sociedade civil para consolidar um ambiente de negócios confiável, transparente e integrado à nova ordem energética internacional. Sobre a autora: Laís Víctor é especialista em energias renováveis e diretora executiva de parcerias, com 14 anos de atuação no setor de energia. Sua atuação inclui o desenvolvimento de negócios, estruturação de alianças estratégicas e apoio à atração de investimentos para projetos de transição energética, com foco na construção de ecossistemas sustentáveis e inovação no mercado global de renováveis. Créditos da imagem: Freepik Fontes de referência: BloombergNEF (BNEF). Energy Transition Investment Trends 2024.  Bloomberg New Energy Finance. International Energy Agency (IEA). World Energy Outlook 2023. International Renewable Energy Agency (IRENA). World Energy Transitions Outlook 2023. United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC). Acordo de Paris e documentos das COPs recentes. World Economic Forum (WEF). The Global Energy Transition Index 2023. McKinsey & Company. The Global Energy Perspective 2023. Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). Global Hydrogen Trade to Meet the 1.5°C Climate Goal. Banco Mundial (World Bank). World Development Indicators: Energy Sector Data. Relatórios setoriais de utilities globais e fundos soberanos mencionados (Iberdrola, Enel, EDF, Engie, GIC, Mubadala, Temasek, Mitsubishi, Siemens). O papel dos investidores estratégicos na expansão dos renováveis

  • Solis comemora 20 anos com lançamentos revolucionários na SNEC 2025Xangai, China — Junho de 2025

    A Solis, líder global em tecnologia de inversores FV e soluções de armazenamento de energia, celebrará seu 20º aniversário com uma grande apresentação na SNEC 2025 (11 a 13 de junho), introduzindo inovações de ponta no setor — o Inversor Híbrido de Parede de 125kW. Solis comemora 20 anos com lançamentos revolucionários na SNEC 2025Xangai, China — Junho de 2025   Duas Décadas de Inovação, Um Futuro de Crescimento Fundada em 2005 em Ningbo, China, a Solis cresceu de uma startup pioneira para uma das marcas de inversores mais confiáveis do mundo, com mais de 100GW de produtos enviados para mais de 100 países e regiões. Sob a liderança contínua do fundador Yiming Wang, a empresa permanece na vanguarda da tecnologia solar e de armazenamento, permitindo que residências, empresas e utilities façam a transição para energia limpa. Inversores de Armazenamento de Energia C&I da Solis com Funcionalidade 4-em-1: Energia Reimaginada Estreando na China na SNEC, a série S6-EH3P(75--125)K10-NV-YD-H estabelece novos padrões para armazenamento de energia comercial, oferecendo flexibilidade e desempenho excepcionais: com  funcionalidade 4-em-1  — integrando FV, bateria, rede elétrica e controle de gerador — este inversor híbrido simplifica o gerenciamento de energia e maximiza o ROI. Tanto em aplicações on-grid quanto off-grid, ele apresenta vantagens distintas: Principais Recursos para Aplicações On-Grid: Corrente máxima de entrada FV de 21A, com potência FV utilizável de até 200% da potência nominal do inversor Compatível com módulos de bateria de 100-314Ah Carregamento rápido com corrente de bateria de até 200A Conexão FV flexível através de acoplamento CC e CA simultaneamente Portas de bateria independentes para integração de baterias mistas Principais Recursos para Aplicações Off-Grid: Capacidade de sobrecarga de 160% para maior resistência a impactos Operação em paralelo de até 10 unidades (recomendado 6+ com o Gabinete de Distribuição de Energia da Solis) Configurações personalizáveis de bateria e garantia robusta de backup Priorização inteligente de carga com suporte estendido a cargas críticas Transição perfeita entre modos on-grid e off-grid em <10ms SolisCloud AI Assistente de Energia Inteligente: Gestão Simplificada Estreando na SNEC 2025, o SolisCloud AI representa uma grande evolução da plataforma original de gerenciamento de energia da Solis. Atualizado com automação inteligente e análises avançadas, o SolisCloud AI transforma dados de energia em insights acionáveis — ajudando os usuários a otimizar desempenho, minimizar custos e tomar decisões mais inteligentes em tempo real. Principais Vantagens: Gestão de Tempo de Uso (TOU) com IA Adapta automaticamente os horários de carga e descarga com base em preços de energia em tempo real e previsões do tempo — maximizando economia sem intervenção manual. Integração Perfeita com EMS e Interoperabilidade com Terceiros Totalmente compatível com padrões modernos de rede e ecossistemas de energia, permitindo controle automatizado, conformidade regulatória fácil e integração flexível com sistemas de terceiros. Um Ecossistema Completo de Energia para Todas as Aplicações "Enquanto celebramos essa marca de 20 anos, nosso foco está em moldar o futuro da energia renovável", diz Yiming Wang, Presidente da Solis. "Nosso crescimento foi possível graças à confiança de nossos clientes, parceiros e equipe dedicada. Na SNEC 2025, temos o orgulho de apresentar inovações que impulsionarão a próxima década de avanços em energia solar e armazenamento." Junte-se a Nós na SNEC 2025 A Solis convida profissionais do setor, mídia e apoiadores de energia renovável a vivenciar 20 anos de inovação em: Datas: 11 a 13 de junho de 2025 Local: Pavilhão 5.1H, Stand E680, Shanghai National Exhibition and Convention Center Descubra como a tecnologia de alto desempenho e o gerenciamento inteligente de energia estão transformando o setor solar. Sobre a Solis: Fundada em 2005, a Ginlong (Solis) Technologies (Código de Ações: 300763.SZ ) é uma das maiores e mais experientes fabricantes de inversores string FV. Sob a marca Solis, o portfólio da empresa utiliza tecnologia inovadora de inversores string para oferecer confiabilidade de primeira classe, validada sob as certificações internacionais mais rigorosas. Com uma cadeia de suprimentos global, P&D de classe mundial e capacidades de manufatura, a Ginlong otimiza seus inversores para cada mercado regional, atendendo e apoiando seus clientes com expertise local. Visite  Solis - Global Manufacturer of Solar & Energy Storage Solutions . Solis comemora 20 anos com lançamentos revolucionários na SNEC 2025Xangai, China — Junho de 2025

  • Por que os módulos HJT da Huasun praticamente eliminam a LID e a PID?

    Os módulos solares da Huasun, referência mundial em tecnologia HJT (heterojunction), incorporam avanços estruturais e materiais que solucionam dois dos principais mecanismos de degradação em módulos fotovoltaicos: a LID (Light-Induced Degradation) e a PID (Potential-Induced Degradation). Por que os módulos HJT da Huasun praticamente eliminam a LID e a PID? A afirmação abaixo é uma das bases da confiabilidade dos produtos da Huasun: "A ausência de ligações B-O em wafers do tipo N e o TCO condutor na superfície da célula HJT, sem camadas isolantes, praticamente elimina a LID e a PID." Vamos entender o porquê disso: 1. LID – Light-Induced Degradation A LID é causada pela formação de defeitos no silício, especialmente em células baseadas em wafers tipo P, onde ocorre a interação entre átomos de boro (dopante) e oxigênio (impureza). Isso forma complexos B-O que atuam como centros de recombinação, diminuindo a eficiência da célula. ✅ Os módulos da Huasun são baseados em wafers tipo N, que não utilizam boro, eliminando completamente a possibilidade de formação desses complexos. ✅  Resultado:  Praticamente zero LID. A performance da célula permanece estável desde os primeiros dias de exposição ao sol. 2. PID – Potential-Induced Degradation A PID ocorre quando há alta diferença de potencial elétrico entre o vidro do módulo e as células, principalmente em ambientes úmidos e sistemas de alta tensão. Camadas isolantes tradicionais podem acumular cargas superficiais que provocam fuga de corrente e perda de desempenho. ✅ Nas células HJT da Huasun, a superfície é revestida com um TCO (óxido condutor transparente) — como o ITO — que é condutor e não isolante. ✅ Esse TCO permite o escoamento natural das cargas, impedindo o acúmulo que causaria a degradação por PID. ✅  Além disso , os módulos HJT da Huasun utilizam encapsulamento tipo PID-resistente, com desempenho superior contra umidade. A estrutura com vidro duplo impede a corrosão dos materiais internos, evitando a atenuação por PID ao longo do tempo. Por que a Huasun é destaque no uso dessa tecnologia? A Huasun se posiciona na vanguarda da energia solar por aplicar, com excelência, os princípios mais modernos da engenharia de células solares: Uso de wafer tipo N de alta pureza , Tecnologia HJT bifacial , altamente eficiente, TCO condutor  que garante proteção estrutural e elétrica, Processos de fabricação avançados  que asseguram qualidade, confiabilidade e longa vida útil. 🔬  Na prática:  os módulos Huasun entregam mais energia ao longo do tempo, com menor taxa de degradação anual e maior segurança para o investidor fotovoltaico. Resumo técnico: Fator Técnico Causa da Degradação Solução presente nos módulos Huasun Resultado prático LID  (Light-Induced Degradation) Complexos B-O em wafers tipo P Wafers tipo N (sem boro) Desempenho estável desde o início PID  (Potential-Induced Degradation) Acúmulo de cargas superficiais e migração de íons TCO condutor + encapsulamento resistente + vidro duplo Redução drástica da PID Conclusão final: Ao adotar o melhor da tecnologia HJT com wafers tipo N, TCO condutor e encapsulamento avançado, a Huasun entrega um módulo mais confiável, durável e energeticamente eficiente . É por isso que seus produtos praticamente eliminam os efeitos da LID e da PID — tornando-se a escolha ideal para integradores, EPCs e investidores que buscam alta performance com segurança de longo prazo. Por que os módulos HJT da Huasun praticamente eliminam a LID e a PID?

  • O Brasil e suas oportunidades energéticas

    Por Eustaquio Sirolli    Faz um bom tempo que tenho a oportunidade de trabalhar com novas energias. Em 1984, a empresa para a qual trabalhava construiu um veículo a gás metano, precisamente um ônibus urbano, que foi cedido ao setor de motores da USP para rodar experimentalmente na referida universidade. Deste primeiro teste seguiu-se com a montagem de 3 veículos urbanos para rodarem pelo país nos locais onde havia metano. O Brasil e suas oportunidades energéticas Nesse contexto de provação de nova energia, uma sequência de montagem de veículos para oferta ao mercado foi feita, mas infelizmente as vendas não ocorreram e um lote expressivo ficou no pátio da montadora. Essas informações estou compartilhando “de memória”, sem intenção de um resgate preciso no tempo, mas são como me lembro. Já em 2018, tive a oportunidade de trabalhar com 4 caminhões chineses que operavam com metano líquido, LCH4, combustão no ciclo Otto, e as surpresas apareceram: boa performance, baixo ruido, freio motor muito bom, consumo adequado para as expectativas. Após um período de rodagem, o teste foi concluído e os resultados passados ao cliente para seguir no negócio com o fornecedor dos caminhões. Nessa fase de testes dos caminhões, foi possível contatar o RCGI, Research Centre for Greenhouse Gas Innovation da USP, cujo contato foi feito com a Professora Doutora Dominique Mouette, para entender os andamentos acadêmicos de P&D&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) e ver se as investigações empresariais teriam convergências ou divergências no tema. Também com um grupo de empresários do setor de ônibus, fizemos uma visita à unidade de produção de hidrogênio a partir do etanol, conceito desenvolvido pela brasileira Hytron, sendo o Dr. Gabriel Daniel Lopes um dos desenvolvedores desse processo. Fomos atendidos pela Professora Doutora Karen Louise Mascarenhas e equipe, sendo o Professor Júlio Romano Meneghini o diretor do RCGI. Vale ressaltar que a estação de produção de hidrogênio do RCGI vai abastecer pelo menos 3 ônibus e carros da Toyota que usam essa fonte energética. Na busca do conhecimento de novas fontes energéticas, com apelo em energias de fontes renováveis, chegamos ao etanol, que é o combustível “plantado” onde o Brasil se destaca. Com observações de experts no tema, obtive a seguinte linha técnica: é possível desenvolver um motor focado em usar somente o etanol na sua combustão e assim pode-se otimizar a queima para se obter um motor energeticamente falando muito próximo ao diesel, por exemplo. Fazê-lo sendo um flex dificulta a queima eficiente dos combustíveis envolvidos, tema a ser observado e acompanhado. Nessa fase fiz para mim mesmo a seguinte pergunta: qual o novo energético a ser considerado? Assim acabei em contato com o IPEN, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, onde já havia feito o mestrado em Ciência dos Materiais. Agora com foco energético para propulsão veicular, os Professores Doutores Fabio Coral Fonseca e Elisabete Inacio Santiago me apresentaram o hidrogênio e células a combustível cujo centro de Pesquisa encontra-se dentro do IPEN na USP.   Por sugestão dos professores Fábio e Elisabete orientaram-me a fazer as matérias que poderiam ser usadas como créditos para mestrado, doutorado ou pelo menos nivelar conhecimento no tema. As matérias foram:            - Célula a Combustível, ministrada pela professora Elisabete e Fábio           - Hidrogênio, pelo professor Vanderlei Bergamaschi e Jamil Ayoub           - Eletro-catalisadores, pelos professores Almir Oliveira e Rodrigo Brambilla               Esse conjunto de matérias foi importante para fundamentar entendimento nos artigos,  papers  e materiais relacionados ao tema hidrogênio/ Fuel Cell . Aos interessados sugiro analisarem participação nesse curso, algo de vanguarda tecnológica.             Preciso externar minha surpresa com o time de professores e pesquisadores do IPEN focados em hidrogênio e  Fuel Cell , bem como a receptividade na interlocução sobre essa energia que permite que as emissões sejam calor e vapor de água!             Como investigação sobre como obter o hidrogênio, fiz contato com a GAS FUTURO, representada pelo Rodrigo Bogcaz e Ricardo Barreira e sua parceira chinesa HOUPU, para obter detalhes sobre eletrolisadores e estações de abastecimento. Resumindo, é preciso aportar um capital expressivo para criar esse posto de abastecimento. Faço esse histórico nominando os colaboradores, pois os contatos foram possíveis pelas pessoas e não pelas siglas das empresas. Para não me alongar também tenho que mencionar a dedicação da Mônica Panik por sua curadoria no time da SAEH2  student challenge  e seria muito injusto não externar esse fato. Há muito a mencionar, mas gostaria de ressaltar a visita feita a Toyota com o time que o MSc. Camilo Adas da SAE, que coordenou, posteriormente com os professores e pesquisadores do IPEN, que contou com a presença da sua superintendente Professora Doutora Isolda Costa. Externo minha percepção da rodagem com o Mirai a hidrogênio, um “tapete voador”. Fiz esse resgate histórico do envolvimento pessoal com novas fontes de energias, para fazer uma sugestão para o Brasil na questão do hidrogênio. Direto ao tema: uma estação de abastecimento com hidrogênio a 350 bar, 700 bar e liquefeito, poderia ser disponibilizada em São Paulo e outra no Rio de Janeiro que tem uma distância de 450 km. Isso permitiria que empresas já com carros, caminhões e ônibus usando hidrogênio pudessem exercitar o uso dos veículos nesse novo mundo energético. A Toyota tem o Mirai, Hyundai com o Nexo e com o caminhão XCIENT, a Daimler Tuck com o caminhão GenH2, que usa hidrogênio líquido. A Marcopolo, com seus ônibus a hidrogênio, também, ou seja, o Brasil criaria a primeira rota operacional para essa nova tecnologia. Todas essas empresas já têm um  know-how  mínimo com seus veículos. Resumindo, essas duas estações permitiriam a criação de um “consórcio” de usuários e interessados no hidrogênio no Brasil. O Brasil e suas oportunidades energéticas Bio Eustaquio Sirolli  Mestrado em Ciência dos Materiais IPEN/USP MBA em Automotive Business FGV  Engenharia de Produção FEI Engenharia Automobilística FEI Foton Caminhões 9 anos Mercedes-Benz 39 anos  H2 Fuel Cell Engenharia

  • “Queremos que a energia limpa seja o carro-chefe dos projetos em Santa Catarina”, destaca secretário de Meio Ambiente e Economia Verde do Estado

    Emerson Stein participou nesta quinta-feira (5) da 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos, em Florianópolis, e destacou as iniciativas do governo estadual voltadas à gestão de resíduos Florianópolis (SC), 06 de junho de 2025 – O secretário de Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina, Emerson Stein , destacou nesta quinta-feira (05), durante participação na 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos, realizado em Florianópolis pela Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN), que a energia limpa é considerada o carro-chefe dos projetos de energia no Estado, além de destacar o papel estratégico da gestão de resíduos na transição energética. “Queremos que a energia limpa seja o carro-chefe dos projetos em Santa Catarina”, destaca secretário de Meio Ambiente e Economia Verde do Estado “ A Secretaria da Economia Verde lançou recentemente, por exemplo, o Programa de Transição Energética Justa. Ações como essa são fundamentais para ampliar o uso de energias renováveis no estado. Para isso, é essencial também a expansão do uso dos consórcios públicos, viabilizando iniciativas de geração de energia e reciclagem, e tornando a gestão de resíduos mais eficiente e menos onerosa para os municípios ", destacou Stein  durante o painel de abertura do evento. Além do representante do governo do estado, participaram da abertura do congresso Yuri Schmitke , presidente da ABREN   e Vice-Presidente LATAM do WtERT, Antonio Bolognesi , presidente do Conselho da ABREN, Rolf Pickert , CEO Messe München Brasil, e Kamila Lehmkuhl , secretária executiva da Associação de Produtores de Energia de Santa Catarina (APESC). Os participantes ressaltaram o potencial do setor de resíduos para impulsionar a transição energética e contribuir com as metas climáticas do Brasil e de Santa Catarina.  Schmitke  frisou a importância de se aproveitar o potencial energético dos resíduos como solução ambiental e climática. De acordo com o especialista, “ uma das maiores oportunidades que o Brasil tem para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e cumprir as metas de mitigação de metano está no setor de resíduos, tanto urbanos quanto agroindustriais. Ao tratarmos corretamente esses resíduos, não apenas enfrentamos o problema do lixo e da mudança climática, como também geramos energia limpa e renovável, fortalecendo ainda mais a transição energética brasileira ”. Bolognesi , por sua vez, fez uma reflexão sobre a ausência de usinas de recuperação energética de resíduos, que transformam o lixo não reciclável em energia, na América do Sul. " Há cerca de 3 mil usinas dessa natureza no mundo, mas só a América do Sul não possui uma planta de recuperação energética de resíduos. Por quê? É caro? Então por que até na Etiópia já existe? O que falta, na verdade, é vontade política, clareza regulatória e prioridade na agenda pública. Temos tecnologia, temos resíduos disponíveis e temos urgência ambiental. O Brasil não pode mais adiar essa decisão! " Outra participante da mesa de abertura do evento, Kamila Lehmkuhl  destacou que Santa Catarina já conta com uma base sólida para avançar na valorização energética de resíduos, com a possibilidade de instalação de usinas de recuperação energética. " Santa Catarina possui toda a cadeia necessária para implantação de usinas dessa natureza. Temos o Programa Energia Boa, por exemplo, mas ainda não há projetos de biomassa cadastrados. A proposta é investir na construção de subestações e atrair novos empreendimentos." Já Rolf Pickert  enfatizou a parceria com a ABREN para otimizar a gestão de resíduos no Brasil e convidou o público a participar da próxima edição da IFAT, que será realizada de 25 a 27 de junho em São Paulo. " É uma honra estar aqui e reforçar a parceria entre a ABREN e a IFAT. Estamos juntos para construir um setor de saneamento mais sustentável, inovador e alinhado com os desafios ambientais. Esperamos todos na IFAT Brasil. " A 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos  seguirá nesta sexta-feira, 06 de junho, último dia de evento. O congresso, realizado pela ABREN e organizado pela Porthus Eventos, conta com a participação de mais de 35 palestrantes e tem como objetivo abordar, por meio da realização de 8 painéis de debate, as alternativas para a gestão de resíduos sólidos urbanos, industriais e da agropecuária. Nesta sexta-feira, o congresso terá a palestra de abertura conduzida por  Yuri Schmitke , que irá apresentar as tecnologias sustentáveis para geração de energia por meio de resíduos - biogás, biometano, recuperação energética e CDR. Na sequência, os painéis de debate irão abordar o modelo e os resultados no aproveitamento de resíduos sólidos urbanos por parte do Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí; as tecnologias emergentes, com foco na Gaseificação e Pirólise; o equilíbrio no desenvolvimento econômico e sustentabilidade na gestão de resíduos; os desafios e oportunidades para municípios na busca por soluções para tratar os resíduos sólidos urbanos; e inovação, ESG e o mercado de carbono para energia de resíduos, entre outros temas.  A programação completa do evento está  disponível aqui . Sobre o 6º Congresso de Energia de Resíduos: A 6ª edição do Congresso de Energia de Resíduos é uma realização da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) e da Porthus Eventos. O evento tem como objetivo fomentar a recuperação energética de resíduos, buscando alternativas para a destinação dos resíduos sólidos e a geração de energia limpa. O congresso pretende apresentar alternativas de gestão de resíduos sólidos urbano, comerciais, industriais e da agropecuária, trazer atualização tecnológica e oportunizar intercâmbio de informações entre inciativa pública e privada. São prioridades do evento: Apresentar atualização tecnológica para melhor aproveitamento de resíduos; Estimular o poder público a interagir com especialistas na busca de soluções regionais; Estimular o uso de energias renováveis através de resíduos sólidos; Debater interesses econômicos, sociais e ambientais; Contribuir para o desenvolvimento sustentável de nossa sociedade; Democratizar técnicas sobre novas alternativas em energias renováveis; Obter uma visão estratégica para cada prefeitura ou indústria; Apresentar contribuições acadêmicas e projetos científicos no setor; Identificar oportunidades de investimentos e regiões potenciais. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. “Queremos que a energia limpa seja o carro-chefe dos projetos em Santa Catarina”, destaca secretário de Meio Ambiente e Economia Verde do Estado

  • GoodWe marca presença no Sunhub Summit

    A GoodWe, estará presente no Sunhub Summit em São Paulo. O encontro será realizado nos dias 8 e 9 de junho de 2025, no Teatro Gamaro, em São Paulo, na capital. Os participantes terão a oportunidade de aprender sobre as soluções inovadoras da GoodWe e como elas podem impulsionar suas vendas. GoodWe marca presença no Sunhub Summit Para Thiago Guimarães, diretor de vendas da GoodWe, “o Sunhub Summit é uma plataforma ideal para networking e oportunidades de negócios. Estaremos presentes para  conectarmos com profissionais e especialistas da área e discutir soluções personalizadas para atender às necessidades do mercado”. Com sua presença no Sunhub Summit, a GoodWe reafirma seu compromisso em liderar a revolução solar e promover a adoção de energia limpa e sustentável. A empresa está comprometida em fornecer soluções inovadoras e de alta qualidade. No evento, durante dois dias intensos, os participantes terão acesso a insights, estratégias e tendências apresentadas pelas maiores autoridades do setor de energia solar, que contará com palestras de especialistas renomados, incluindo Fábio Furtado, Giovanni Begossi, Gabriel Mineiro, Marcelo Abuhamad, Alexandre Rodrigues, Romulo Vieira e Diego Cordovez. Serviço O que: Sunhub Summit Quando: 9 e 10 de junho Horário: Das 9h às 20h Onde: Teatro Gamaro, Rua Doutor Almeida Lima, n. 1176, Moóca, São Paulo (Sp). Inscrições: https://sunhub.app.br/ GoodWe marca presença no Sunhub Summit

  • Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL

    Em 4 de junho, a Kiwa PV Evolution Labs (Kiwa PVEL), um laboratório independente líder em testes de confiabilidade para módulos FV, divulgou o Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025. Os módulos HJT das séries Himalaya G12-132 e Everest da Huasun Energy foram homenageados como Top Performers pelo terceiro ano consecutivo. Esta distinção não apenas destaca a excepcional confiabilidade e desempenho dos produtos de heterojunção (HJT) da Huasun, mas também reafirma sua posição de liderança em tecnologia e fabricação fotovoltaica. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL Como laboratório terceirizado globalmente reconhecido para testes de confiabilidade e desempenho de módulos FV, a Kiwa PVEL conquistou ampla confiança ao longo da última década por meio do Programa de Qualificação de Produtos (PQP), conhecido por seus procedimentos rigorosos e métricas quantificáveis. O PQP avalia os módulos em sete dimensões críticas: Ciclo Térmico (TC), Calor Úmido (DH), Sequência de Estresse Mecânico (MSS), Sequência de Estresse de Granizo (HSS), Degradação Induzida por Potencial (PID), Degradação Induzida por Luz + Degradação Induzida por Luz e Temperatura Elevada (LID + LETID), e desempenho de arquivo PAN. Este processo abrangente de avaliação tornou-se uma referência na indústria para avaliar a confiabilidade e o desempenho de módulos a longo prazo sob diversas condições ambientais. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL Estes testes simulam condições extremas muito além dos requisitos padrão da indústria, tornando o PQP o padrão ouro para desenvolvedores e investidores na seleção de módulos FV confiáveis e duráveis. No ciclo de testes deste ano, os módulos das séries G12 e G12R da Huasun passaram por múltiplas avaliações rigorosas, incluindo ciclos térmicos e testes LETID, e demonstraram degradação mínima de potência. Durante o período de testes de seis meses, os módulos HJT da Huasun exibiram estabilidade excepcional, fornecendo forte garantia de confiabilidade a longo prazo para usinas de energia FV. Como um dos poucos fabricantes de HJT a receber este reconhecimento em 2025, a Huasun mais uma vez validou a alta eficiência e o desempenho robusto de seus produtos em ambientes operacionais complexos. Com bifacialidade ultra-alta e excelentes coeficientes de temperatura, os módulos HJT da Huasun proporcionam rendimento energético excepcional e garantem retornos estáveis e de longo prazo para projetos FV em vários cenários de aplicação. Aproveitando uma solução avançada de encapsulamento — "filme de conversão de luz + PIB + vidro duplo" — os módulos resistem efetivamente à degradação induzida por UV e melhoram a resistência à umidade, garantindo ≤1% de degradação no primeiro ano e ≥90,3% de retenção de potência ao longo de 30 anos. Isso fornece uma base sólida para a operação estável de usinas de energia FV. Na Intersolar Europe 2025 em Munique, Tristan Erion-Lorico, Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Kiwa PVEL, visitou o estande da Huasun para apresentar os troféus e certificados de "Top Performer 2025" para os módulos das séries Himalaya G12-132 e Everest, reafirmando ainda mais a liderança global da Huasun em tecnologia HJT. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL Desde receber seu primeiro reconhecimento em 2023 até alcançar três vitórias consecutivas em 2025, a Huasun evoluiu de pioneira em tecnologia HJT para líder em confiabilidade em apenas três anos. Enquanto busca avanços na eficiência de conversão, a Huasun também aprimorará a confiabilidade dos produtos por meio de inovação contínua de materiais e otimização de processos, oferecendo suporte técnico sólido e soluções confiáveis para a transição energética global, e impulsionando a indústria fotovoltaica em direção a um futuro mais eficiente, confiável e sustentável. Huasun Energy Nomeada 'Top Performer' no Scorecard de Confiabilidade de Módulos FV 2025 da Kiwa PVEL

  • Positive Hack Days revela tendências globais e reforça debate sobre soberania digital

    L8 Security esteve presente no Positive Hack Days, evento que aconteceu em Moscou e trouxe as principais novidades para a área de cibersegurança; conheça detalhes Positive Hack Days revela tendências globais e reforça debate sobre soberania digital A equipe da L8 Security, braço de cibersegurança do Grupo L8, marcou presença na última edição do Positive Hack Days (PHDays), um dos maiores eventos mundiais do setor, realizado recentemente em Moscou, na Rússia. O encontro reuniu especialistas, desenvolvedores e representantes de governos para discutir as últimas tecnologias e desafios em cibersegurança, além de debater a importância da soberania digital no atual cenário geopolítico. Entre os destaques do evento é possível citar a forte presença do governo russo no incentivo à soberania digital e à formação de profissionais qualificados. “O evento teve patrocínio de dois Ministérios da Rússia e muitos dos palestrantes também pertenciam ao governo. O que chamou a atenção foi o incentivo maciço às empresas locais para fomentar o conhecimento em cibersegurança”, conta Fábio Fukushima, diretor técnico da L8 Security. Ele lembra que, globalmente, há uma escassez significativa de profissionais especializados na área, realidade que se reflete também no Brasil. “A Rússia e outros países estão se movimentando para reduzir essa dependência externa, criando ambientes de incentivo para formar mão de obra local e estimular o crescimento do setor”, contou Fukushima. Positive Hack Days revela tendências globais e reforça debate sobre soberania digital Segundo ele, o principal debate foi a respeito da ideia de soberania em cibersegurança. “A Rússia está investindo para ser independente em termos de tecnologias de defesa digital, algo que se reflete na criação de produtos próprios como o PT Network Attack Discovery, Next Generation Firewall e demais produtos da empresa, após sanções que impactaram fornecedores ocidentais. Esse movimento busca fortalecer a segurança nacional e inspirar outros países a desenvolverem soluções e serviços especializados em segurança cibernética locais, reduzindo a dependência de fornecedores externos”, diz ele. O evento, que é um dos maiores na área de cibersegurança do mundo possui como característica um espaço voltado para a troca de experiências entre profissionais, estudantes e desenvolvedores. “É muito mais mão na massa, menos marketing de produto”, explica Julio Kusman, diretor comercial da L8 Security. Entre os destaques estiveram também competições práticas de defesa e ataque cibernético, simulando ataques reais para que profissionais possam testar estratégias de defesa em tempo real. “Isso proporciona um aprendizado único, pois aproxima a realidade do mercado à prática. Além disso, a competição é saudável, fomentando o desenvolvimento de soluções mais robustas”, disse Kusman. Ele também chama atenção para a importância de investimentos governamentais na formação de profissionais. “O governo russo entende a cibersegurança como questão crítica para a soberania nacional. Eles financiam eventos e investem na capacitação de profissionais para que o país seja menos dependente de tecnologias de fora”, reforça Julio. Para ele, o Brasil precisa seguir esse exemplo e investir cada vez mais na formação de especialistas e no desenvolvimento de soluções locais para amadurecer sua própria indústria de cibersegurança. Rússia de olho nos mercados do Sul Global Gustavo Colla, analista de segurança júnior da L8 Security e que também esteve no evento, complementa com uma visão das oportunidades de expansão observadas no evento. “Vimos uma forte ênfase da Positive Technologies em expandir o mercado de cibersegurança para regiões como América Latina, sul da Ásia e Oriente Médio”, conta. Segundo Gustavo, o objetivo é permitir que países parceiros desenvolvam suas próprias soluções, reduzindo a dependência de tecnologias ocidentais. Ele cita como exemplo o firewall PT Next Generation Firewall, desenvolvido pela Positive Technologies após sanções que afetaram fornecedores como Fortinet e Palo Alto. “Essas sanções obrigaram o país a criar suas próprias tecnologias. A proposta é clara: dar autonomia tecnológica aos países parceiros. É um movimento que visa fortalecer a cibersegurança de forma global, mas com ênfase em soluções locais”, conclui. Sobre a L8  Fundado em 2014, o Grupo L8 é formado pela L8 Security, especializada em soluções para segurança da informação; pela L8 Energy, que atua na industrialização e distribuição de sistemas fotovoltaicos; e pela L8 GROUP, holding operacional do grupo que atua com foco em Telecomunicações e Segurança Eletrônica. Com a missão de facilitar e otimizar a utilização de tecnologias diferenciadas, oferecendo soluções com valor agregado aos clientes, o grupo preza por inovação e materiais de qualidade, tornando-se referência no mercado brasileiro. www.l8group.net Positive Hack Days revela tendências globais e reforça debate sobre soberania digital

  • Ecossistema Formador de Rede para Energia Renovável

    Em meio à rápida transformação energética, a Hopewind Electric aproveita sua profunda expertise técnica e visão de futuro para liderar um ecossistema GFM (Grid-Forming ou Formador de Rede) de cenário completo, abrangendo energia eólica, solar e armazenamento de energia. Ecossistema Formador de Rede para Energia Renovável Avanços Técnicos: Nossa tecnologia proprietária de controle GFM integra inovações de ponta, oferecendo seis vantagens principais: Capacidade de corrente de sobrecarga 3× – Melhora significativamente o suporte à rede. Coordenação de múltiplas unidades – Permite construção ativa de tensão/frequência, operação de microrredes isoladas e capacidade de black-start. Resposta de inércia incorporada – Fornece inércia em tempo real e regulação primária de frequência. Regulação ativa de tensão – Ajusta-se dinamicamente às flutuações de tensão da rede. Adaptabilidade superior a redes fracas – Suporta SCR tão baixo quanto 1,1 com robusta dinâmica de ampla frequência. Eficiência otimizada – Maximiza as oportunidades de MPPT enquanto garante a estabilidade da rede. Portfólio de Produtos: A linha de produtos GFM da Hopewind inclui: Inversores string fotovoltaicos GFM de 320kW Conversores de armazenamento de energia GFM de 130kW–3450kW Aplicações Comprovadas: Entregamos projetos GFM de referência em diversos setores: Energia Eólica: Primeiro parque eólico do mundo baseado em GFM (100MW em Guazhou, Gansu), alimentado por conversores GFM de 3,2MW da Hopewind. Energia Solar FV: Primeira usina fotovoltaica de grande escala GFM da China (250MW em Nileke, Xinjiang), apresentando inversores string GFM de 320kW. Armazenamento de Energia: Estação pioneira de armazenamento híbrido lítio-sódio (400MWh para a Southern Power Grid), equipada com PCS string GFM de 250kW. "Capacitando a Rede, Sustentando o Futuro" – As soluções GFM da Hopewind estão remodelando a integração de energias renováveis. Ecossistema Formador de Rede para Energia Renovável

  • Projeto Agrivoltaico de 100 MW Alimentado pela Huasun na Cidade de Gaomi, China, Alcança Conexão à Rede

    03/06/2025 O projeto integrado de energia agrivoltaica de 100 MW em Gaomi, localizado na província de Shandong, no leste da China, foi recentemente conectado com sucesso à rede e iniciou a geração de energia. O projeto é apoiado pela Huasun Energy, líder global em tecnologia solar de heterojunção (HJT). Projeto Agrivoltaico de 100 MW Alimentado pela Huasun na Cidade de Gaomi, China, Alcança Conexão à Rede Combinando geração de energia solar com agricultura moderna, o projeto deve gerar 140 milhões de kWh de eletricidade anualmente, reduzir as emissões de carbono em aproximadamente 100.000 toneladas e contribuir com cerca de RMB 6,5 milhões em receita fiscal anual — proporcionando benefícios ambientais e econômicos para a região. Projeto Agrivoltaico de 100 MW Alimentado pela Huasun na Cidade de Gaomi, China, Alcança Conexão à Rede Como um projeto modelo de agrivoltaica (agri-PV) na cidade de Gaomi, a usina integrada solar-agrícola de 100 MW está localizada na cidade de Damoujia e foi construída em duas fases, concluídas em outubro de 2023 e outubro de 2024. A Huasun atuou como fornecedora principal de módulos, fornecendo módulos solares bifaciais HJT Himalaya G12 de alto desempenho com potência de produção em massa de 730 W, eficiência de 23,5% e bifacialidade de 95%. Esses módulos apresentam tecnologias avançadas de encapsulamento e filme de conversão de luz, garantindo desempenho estável em condições adversas, enquanto filtram raios UV nocivos para aumentar a produção de energia. Projeto Agrivoltaico de 100 MW Alimentado pela Huasun na Cidade de Gaomi, China, Alcança Conexão à Rede Notavelmente, ambas as fases foram concluídas com qualidade garantida dos painéis solares HJT pela Huasun em apenas um mês desde o pedido até a entrega final. A Huasun continua avançando na tecnologia solar, particularmente no setor fotovoltaico (PV) vertical. Seus módulos HJT da série Kunlun recém-lançados oferecem bifacialidade ultra-alta, eficiência excepcional e forte potência de saída. Otimizados para instalação vertical, esses módulos alcançam mais de 95% de eficiência no uso da terra, oferecendo benefícios ambientais adicionais, como proteção contra vento, prevenção de areia e melhoria da qualidade do solo. Projeto Agrivoltaico de 100 MW Alimentado pela Huasun na Cidade de Gaomi, China, Alcança Conexão à Rede O projeto de Gaomi exemplifica como a energia renovável pode ser perfeitamente integrada ao desenvolvimento rural, apoiando as metas de duplo carbono da China e a modernização da agricultura. Também destaca a crescente importância das tecnologias HJT e PV vertical na formação do futuro da agricultura sustentável. Projeto Agrivoltaico de 100 MW Alimentado pela Huasun na Cidade de Gaomi, China, Alcança Conexão à Rede

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