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  • Fábrica inteligente da GoodWe impressiona com automação total e aposta em BIPV personalizado

    Por EnergyChannel Internacional Em uma visita exclusiva às instalações da GoodWe, o EnergyChannel pôde conhecer de perto uma das mais modernas fábricas do setor de energia solar no mundo. A unidade, localizada em Guangde - China, reúne alta tecnologia, processos de automação completos e soluções personalizadas que reforçam o papel da empresa como protagonista da transição energética global. Com quase 3 mil colaboradores, a planta da GoodWe integra diferentes linhas de produção — incluindo inversores, baterias e soluções BIPV (Building Integrated Photovoltaics) — e se destaca pela adoção de um sistema logístico avançado, baseado em um armazém vertical automatizado. Esse espaço inteligente permite a movimentação de materiais, controle de estoque e embalagem final sem a necessidade de intervenção humana direta. Drones, sensores e câmeras infravermelhas assumem todas as etapas do processo, garantindo eficiência, precisão e redução de custos operacionais. 3 mil colaboradores, a planta da GoodWe integra diferentes linhas de produção Outro diferencial da fábrica é a flexibilidade para atender a múltiplas demandas de produção. Por conta do portfólio variado de produtos, especialmente nas linhas BIPV, as rotinas de fabricação precisam ser ajustadas regularmente. módulos integrados para coberturas Os módulos integrados para coberturas, por exemplo, exigem processos distintos dos modelos desenvolvidos para fachadas, desde o controle da matéria-prima até a laminação e montagem final. Todos os itens passam por rigorosas etapas de controle de qualidade — incluindo inspeções automatizadas e verificações aleatórias manuais — antes de seguirem para expedição. processos distintos dos modelos desenvolvidos para fachadas Além das inovações produtivas, a sede da GoodWe e seus centros de fabricação espalhados pelo mundo — incluindo a recém-inaugurada planta no Vietnã — incorporam soluções sustentáveis em sua infraestrutura. O edifício matriz, por exemplo, adota um conceito de design passivo para maximizar eficiência energética e reduzir o consumo. GoodWe e seus centros de fabricação espalhados pelo mundo Entre os destaques estão sistemas fotovoltaicos distribuídos no telhado, fachadas e estacionamentos, somando uma capacidade instalada de 690 kWp. Complementam o conjunto uma central geotérmica e um sistema HVAC de alto desempenho, voltado para o conforto térmico dos colaboradores. A filosofia da empresa também se reflete em seus centros de demonstração, que apresentam tecnologias reais aplicadas em escala, reforçando o compromisso da GoodWe com a entrega de soluções completas — que vão além do fornecimento de equipamentos para incluir monitoramento inteligente, serviços e suporte de longo prazo. Fundada em 2010, a GoodWe construiu sua reputação global pautada em três pilares: segurança, inovação tecnológica e viabilidade econômica. Mais do que produzir equipamentos, a empresa aposta em soluções integradas que atendam às exigências do presente e antecipem as demandas do futuro, sempre com foco em sustentabilidade. Fábrica inteligente da GoodWe impressiona com automação total e aposta em BIPV personalizado “Acreditamos que a energia limpa deve beneficiar não apenas esta geração, mas também as futuras. Por isso, cada projeto e inovação desenvolvidos aqui têm esse compromisso em seu DNA” , destacou Wolfgang, Engenheiro da GoodWe durante a visita. O EnergyChannel continuará acompanhando de perto as inovações da GoodWe e o impacto da empresa no avanço da energia solar mundial. Fábrica inteligente da GoodWe impressiona com automação total e aposta em BIPV personalizado

  • Avalon ST e PASAN unem forças e lançam plataforma híbrida de simulação solar na SNEC 2025

    Por EnergyChannel Internacional A suíça Avalon ST anunciou um movimento estratégico que promete redefinir o cenário global de simulação e metrologia para a indústria solar. No início de 2025, a empresa concluiu a aquisição da também suíça PASAN SA, referência há mais de quatro décadas no desenvolvimento de simuladores solares baseados em xenônio. A união dessas duas potências tecnológicas resultou no lançamento oficial de uma plataforma conjunta de simulação solar LED-xenon durante a 18ª edição da SNEC, realizada entre os dias 11 e 13 de junho no Centro Nacional de Exposições e Convenções de Xangai. Avalon ST e PASAN unem forças e lançam plataforma híbrida de simulação solar na SNEC 2025 Apresentando-se pela primeira vez de forma integrada no estande E350, no Pavilhão 2.1H, as empresas revelaram um sistema híbrido inovador que combina a avançada tecnologia LED da Avalon com a comprovada eficiência dos simuladores de xenônio da PASAN. A nova plataforma foi projetada para atender de forma completa e versátil às demandas de linhas de produção, laboratórios e operações de diagnóstico em campo — oferecendo uma cobertura técnica abrangente e precisão sem precedentes na avaliação do desempenho de módulos fotovoltaicos. Avalon ST e PASAN unem forças e lançam plataforma híbrida de simulação solar na SNEC 2025 A iniciativa reforça o posicionamento global da Avalon ST, que desde sua fundação em 2018 vem investindo no desenvolvimento de simuladores LED da linha Nexun, especialmente para aplicações em tecnologias PERC, HJT e perovskitas. A aquisição da PASAN — companhia com tradição iniciada em 1983 — fortalece a capacidade da Avalon de entregar soluções robustas tanto para fabricantes quanto para institutos de pesquisa no setor solar. “Essa união tecnológica representa um salto importante na oferta de serviços integrados e na confiabilidade das medições realizadas em toda a cadeia produtiva de módulos solares”, destacou um porta-voz da Avalon ST ao EnergyChannel. “Além da combinação de expertises, ampliamos nossa capacidade de suporte técnico e pós-venda, agora com presença reforçada tanto na Suíça quanto na China, o que nos permite atender globalmente com mais agilidade.” A integração das equipes de Neuchâtel e Xangai já está em andamento, com o objetivo de otimizar a produção e o suporte ao cliente. O projeto de expansão contempla também mercados estratégicos como Índia e China, onde a Avalon pretende consolidar soluções completas para a indústria solar — do laboratório à fábrica, passando por serviços de diagnóstico em campo, tudo conectado por um sistema de rastreabilidade de dados de última geração. A participação conjunta na SNEC 2025 gerou grande interesse técnico e comercial entre os profissionais do setor, reforçando a expectativa de que a plataforma híbrida LED-xenon venha a se tornar um novo padrão de mercado. O lançamento da linha Nexun Infinity e as recentes apresentações na feira RenewX India completam o pacote de inovações com que a Avalon ST pretende liderar esta nova fase da metrologia fotovoltaica global. O EnergyChannel seguirá acompanhando de perto os desdobramentos desta parceria e seu impacto no futuro da indústria de energia solar. Avalon ST e PASAN unem forças e lançam plataforma híbrida de simulação solar na SNEC 2025

  • NEOSUN aposta em soluções descentralizadas e globais para liderar a transição energética

    SNEC China 2025 – Cobertura Especial EnergyChannel A transição energética global movimenta cifras bilionárias e redefine o papel das empresas no setor de energia renovável. De olho nesse cenário em expansão, a NEOSUN  revela sua estratégia para se consolidar como uma das protagonistas desse movimento — apostando em soluções descentralizadas, escaláveis e adaptadas às necessidades reais de cada mercado. Em entrevista exclusiva concedida durante a SNEC China 2025 a Sérgio Carvalho, CEO da OAKSTREAM , o fundador e CEO da NEOSUN, Ilya Likhov , detalhou a visão da companhia para o futuro da energia solar e da geração distribuída. Segundo Likhov, o crescimento acelerado da energia solar não se explica apenas por preocupações ambientais. “A civilização moderna consome cada vez mais energia, e o modelo tradicional de geração centralizada já não atende plenamente a essa demanda”, destacou. Para a NEOSUN, o futuro está nas microrredes — com sistemas locais de geração e consumo, capazes de reduzir perdas e custos associados à transmissão de longa distância. A missão da empresa é clara: levar energia limpa e acessível a empresas, indústrias e residências em todas as regiões do planeta. Para isso, a NEOSUN vem ampliando sua presença global, com novos escritórios na África, Oriente Médio e, em breve, na América Latina. A meta é chegar a cerca de 50 unidades próprias nos próximos três a cinco anos, consolidando-se como fornecedora de soluções completas e adaptáveis a diferentes mercados regionais. Soluções completas além dos módulos solares Longe de atuar apenas como fabricante de módulos fotovoltaicos, a NEOSUN busca se posicionar como fornecedora de sistemas integrados de geração, armazenamento e distribuição de energia. “O consumidor não quer simplesmente painéis solares — ele busca uma solução de energia confiável, acessível e eficiente”, resume Likhov. Entre as soluções inovadoras da empresa está o Power Hub , uma unidade modular e móvel de geração solar que pode ser instalada em qualquer lugar do mundo em questão de horas, garantindo fornecimento imediato de energia. A NEOSUN também investe em estações de recarga para veículos elétricos 100% autônomas, alimentadas exclusivamente por energia solar. O objetivo é acelerar a expansão da mobilidade elétrica, oferecendo uma rede independente de carregadores rápidos — inicialmente nos Estados Unidos e Oriente Médio. Crescimento global com DNA de startup Apesar da presença consolidada em mercados como África do Sul, Quênia e Emirados Árabes Unidos, a NEOSUN se define como uma empresa em expansão, com mentalidade de startup. Os planos de crescimento incluem a abertura de filiais estratégicas na América Latina e Ásia — com foco em países como México, Argentina, Indonésia e Malásia. Para Likhov, o mercado global de energia renovável — avaliado em trilhões de dólares — ainda oferece espaço para novos players que combinem flexibilidade, inovação tecnológica e capacidade de adaptação a diferentes perfis de consumo. O futuro é solar — e além A NEOSUN reforça sua aposta na energia solar como principal fonte energética das próximas décadas. Embora outras tecnologias promissoras, como a nuclear de nova geração, ainda careçam de viabilidade comercial, o sol — define a empresa — é a "usina nuclear natural já disponível para todos". E a visão de futuro vai além da superfície terrestre. A NEOSUN já considera projetos de captação de energia solar no espaço, uma fronteira tecnológica que pode redefinir completamente o setor energético global. “Talvez em uma década, quando deixarmos de ser uma startup e nos tornarmos uma gigante global, possamos investir nessa iniciativa”, projeta Likhov. Enquanto isso, o foco da companhia permanece em soluções práticas, replicáveis e escaláveis — conectando tecnologia de ponta às demandas reais da sociedade por energia limpa, confiável e descentralizada. NEOSUN aposta em soluções descentralizadas e globais para liderar a transição energética

  • ABREN promoverá painéis de debate sobre energia dos resíduos durante a IFAT Brasil 2025 

    A associação irá realizar 3 debates sobre o tema com a participação de especialistas e representantes de grandes empresas no dia 26 de junho ABREN promoverá painéis de debate sobre energia dos resíduos durante a IFAT Brasil 2025 São Paulo, 18 de junho de 2025 –  A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) participará, entre os dias 25 e 27 de junho, da IFAT Brasil , principal feira do setor de gestão ambiental e saneamento da América Latina. O evento, que acontecerá em São Paulo, contará nesta edição com a realização de três painéis de debate por parte da ABREN. Os debates acontecerão no dia 26 de junho, a partir das 9h30. O primeiro painel terá o tema “CDR no Coprocessamento – Tecnologias, Qualidade e Eficiência”. Participarão da conversa Mia Gu , representante da JONO (China), Diego Tarragó , da Fundação Proamb, e Rejane Afonso , da Monitore Engenharia. A mediação será feita por Juliano Menezes de Melo , da   Revalora – CSN Cimentos S.A. O segundo painel terá a temática “Soluções Globais para a Produção Sustentável de Biogás e Biometano”. Participarão do debate Harmen Dekker , da European Biogas Association (Bélgica), Luciane Fornari , da PlanET Brasil, Carlos Mancino , da   PRODEVAL (França), e Adilson Teixeira , da H2A. A mediação será de Yuri Schmitke , presidente da ABREN e vice-presidente LATAM do Global WtERT. O terceiro e último painel realizado pela ABREN terá o tema “Waste-to-Energy: Lições Globais e Oportunidades para o Brasil”. Participarão Siegfried Scholz , da ESWET (Bélgica), Roland Greil , da Kanadevia Inova (Suíça), Francisco Olivati , da Interunion, e Helena Brandão , da ApexBrasil. A mediação será feita por Antonio Bolognesi , presidente do Conselho da ABREN e CEO da WTEEC. De acordo com Yuri Schmitke , presidente da ABREN, a realização de 3 painéis em um evento essa magnitude demonstra a importância da geração de energia a partir dos resíduos. “ Além de abordar temas essenciais para o setor de resíduos no Brasil, como o CDR, o Waste-to-Energy e a produção de biogás e biometano, os painéis contarão com especialistas de empresas nacionais e internacionais que poderão contribuir por meio de suas experiências” , destaca.  Parceria com a APEXBrasil No dia 25 de junho, a ABREN promoverá uma reunião com a APEXBrasil para a realização de uma rodada de negócios entre seus associados e as entidades parceiras. Além disso, a associação anunciará um Memorando de Entendimento (MOU na sigla em inglês) com a ApexBrasil.  Na mesma data, a associação participará de duas apresentações junto ao BNDES. A primeira abordará a estruturação de projetos por meio de concessões e parcerias público-privadas de saneamento no Brasil. Já a segunda terá como foco o financiamento para produtores e compradores de equipamentos e máquinas. Realizada pela Messe München, a IFAT Brasil reúne os principais players do setor para apresentar inovações em gestão de resíduos, energia limpa, água e efluentes, promovendo o networking entre empresas, governos e especialistas de todo o mundo. Serviço – IFAT Brasil 2025: Data:  25 a 27 de junho de 2025. Local: São Paulo Expo. Endereço: Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km - Vila Água Funda, São Paulo - SP, 04329-900 Para mais informações e inscrições, acesse www.ifatbrasil.com.br Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. ABREN promoverá painéis de debate sobre energia dos resíduos durante a IFAT Brasil 2025

  • Um setor solar em transição

    Conhecimento aprofundado, decisões técnicas e conexões estratégicas para investimentos rentáveis serão fundamentais para o posicionamento de quem investe Um setor solar em transição O mercado solar brasileiro vive um momento de transição. Após anos de expansão acelerada, marcada pelo avanço da geração distribuída (GD) e geração centralizada (GC), além da consolidação de players em diversos elos da cadeia, o setor enfrenta hoje um novo tipo de desafio: como sustentar a rentabilidade dos modelos existentes e ao mesmo tempo se adaptar às novas tecnologias e tendências de mercado? Após anos de expansão acelerada, marcada pelo avanço da geração distribuída (GD) De um lado, investidores e empresas lidam com a complexidade regulatória, incertezas econômicas e a necessidade de garantir performance em projetos já em operação. De outro, surgem novas fronteiras — como armazenamento de energia, usinas híbridas, abertura do mercado e até modelos adjacentes à geração solar — que exigem visão estratégica, protagonismo e inovação. Entender essa transição e antecipar os próximos movimentos do setor é o que norteia os debates do Greener Summit 2025 . Mais do que um evento, ele se propõe a ser um espaço estratégico de construção de futuro — onde os principais players do mercado se reúnem para trocar visões, debater riscos e desenhar, juntos, o próximo capítulo da energia no Brasil. O tempo da consolidação (ou maturação) A primeira pergunta que muitos investidores fazem em 2025 é: ainda vale a pena investir nos modelos tradicionais de solar?   Para quem já está investindo no setor, o momento pede otimismo realista. Mesmo diante de desafios como as altas taxas de juros — representadas pela Selic em 14,75% a.a. — e a oscilação cambial, ainda há oportunidades para quem souber avaliar riscos, mas a seleção de ativos e parceiros exige cada vez mais sofisticação e eficiência. É possível observar um amadurecimento do mercado em torno de temas regulatórios, financeiros e operacionais. A volatilidade de preços, seus respectivos descolamentos entre submercados e a expectativa de reforma do Setor Elétrico impactam diretamente os PPAs e o fluxo de caixa dos projetos. A Reforma Tributária adiciona mais uma camada de complexidade:  as importações, o regime de transição e o novo modelo de tributação a partir da Lei Complementar nº 214/2015 afetam desde a estruturação financeira de projetos até a precificação de produtos e serviços. Para alguns modelos de negócio, como locação de usinas ou comercialização de créditos de energia, os impactos podem ser significativos. Em paralelo, a profissionalização da operação e o crescimento do mercado de fusões e aquisições demandam que empresas repensem seu posicionamento. O investidor precisa decidir: construir um novo ativo ou adquirir um já em operação? Diante da qualidade dos ativos e da evolução do setor acerca das melhores práticas de O&M, quando optar pelo retrofit ou pela venda dos ativos? E como valorar corretamente durante a compra e venda? O Boletim de M&A da Greener identificou mais de 100 transações nos últimos 3 anos no setor solar brasileiro, sendo mais da metade registradas em 2024 e com muitas delas envolvendo empresas com portfólio em geração compartilhada. O crescimento desse mercado evidencia a busca por escala, sinergia operacional e expansão geográfica como diferenciais para se destacar. Onde está o futuro: inovação como diferencial competitivo Ao mesmo tempo em que o setor ajusta suas engrenagens, novas possibilidades emergem com força. Um dos destaques está no armazenamento de energia, tema que deixou de ser tendência e já começa a se materializar em projetos reais no Brasil. O Estudo de Armazenamento da Greener aponta que o mercado brasileiro de sistemas de armazenamento (BESS) atingiu 685 MWh em aplicações junto ao consumidor em 2024, com potencial para ultrapassar 7 GWh até o fim da década. A maior parte da capacidade instalada está concentrada em aplicações off-grid para dar acesso à eletricidade em regiões remotas. Além disso, aplicações comerciais e industriais começam a ganhar tração para garantir confiabilidade e qualidade de energia ao consumidor final. Modelos como o Energy Storage as a Service (ESaaS) têm sido utilizados no mercado com aplicações práticas que vão de peak shaving à arbitragem e backup energético, especialmente em áreas com baixa qualidade de rede e restrições de escoamento. Outro avanço importante é o Leilão de Reserva de Capacidade para baterias, que coloca os sistemas de armazenamento no centro da estratégia de segurança energética do país. A necessidade de uma rápida resposta do sistema em determinados momentos do dia é exemplificada através da recente previsão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre a possibilidade de déficit de potência de 4 GW no 2º semestre de 2025. A entrada de agentes como a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e operadoras internacionais no debate mostra que o mercado caminha para uma nova fase, com players buscando receita estável por meio de serviços ancilares e regulação dedicada. Além do armazenamento, o setor elétrico começa a olhar com ainda mais atenção para a abertura do mercado livre de energia. Por meio da Portaria nº 50/2022 do Ministério de Minas e Energia (MME), os consumidores do Grupo A foram permitidos a contratar bilateralmente o seu fornecimento no Ambiente de Contratação Livre (ACL). A abertura total, porém, poderá até ser adiantada nos moldes da Medida Provisória (MP) nº 1.300/2025, a Reforma do Setor, que propõe já para 2027 a livre contratação para todos os consumidores. Com o mercado livre atingindo níveis de varejo, a discussão será em torno das condições competitivas para a conversão de clientes diante das possibilidades ofertadas na GD em modelos como a energia por assinatura. Começam a ganhar atenção também modelos híbridos (combinando solar e outras fontes), usinas flutuantes, mobilidade elétrica integrada à GD e até a transformação da matriz elétrica em vetores energéticos mais amplos, como Hidrogênio Verde e combustíveis sustentáveis (Power-to-X). É a transição do “solar tradicional” para um setor de energia distribuída, digital e multifuncional. O desafio da “reinvenção” (ou “transformação”) O cenário que se desenha pede uma nova postura dos investidores, geradores, comercializadores e demais agentes do setor. Consolidar modelos de negócio já existentes como a geração compartilhada, o autoconsumo remoto e a autoprodução continua essencial. Mas é preciso fazer isso com estratégia, escala e visão de longo prazo, reconhecendo que aquilo que funcionou até aqui talvez não seja suficiente para sustentar o crescimento futuro. Nesse novo ciclo, destacam-se empresas com capacidade de estruturar projetos com governança, previsibilidade e gestão de risco. Isso se aplica tanto aos ativos em geração centralizada quanto à GD de maior porte, em modelos como locação de usinas e serviços integrados de gestão de créditos. A profissionalização dessas operações será determinante para atrair capital e garantir retorno sustentável. Ao mesmo tempo, quem quiser se manter relevante precisará explorar novos caminhos. Os próximos anos exigirão mais que eficiência técnica ou ganhos operacionais: será preciso coragem para inovar, capacidade de ler tendências e, principalmente, compromisso com a transição energética brasileira. Um novo ciclo pede novas conexões Diante do atual e desafiador contexto da geração renovável no Brasil, o primeiro dia do Greener Summit 2025   tem como objetivo trazer reflexões e ensinamentos para que os investimentos atuais aumentem a sua rentabilidade diante dos riscos e desafios, com a presença de especialistas e responsáveis por cases de sucesso. Além de Marcio Takata e toda a equipe Greener, entre os principais nomes do primeiro dia estarão presentes Roberto Padovani, Economista-Chefe do Banco BV; Helder Sousa, Diretor de Regulação da TR Soluções; José Laydner, Diretor de Operações da Engie; entre outros. Com os desafios do setor, surgem também as oportunidades. E novos modelos de negócio. É neste contexto que o segundo dia do evento aponta quais as soluções necessárias para a contínua evolução da matriz elétrica rumo à transição energética e como os investidores atuarão trazendo tais soluções: flexibilidade, armazenamento de energia, mobilidade elétrica, além de vetores de consumo alinhados às políticas Net Zero como Hidrogênio Verde no contexto de Power-to-X e Data Centers. Thiago Prado, Presidente da EPE; Sumara Ticom, Assessora Executiva da Diretoria de Planejamento do ONS; Thiago Hipólito, Diretor Sr. de Inovação da 99 e Raphael Gomes, Sócio da Lefosse Advogados serão alguns dos nomes presentes no segundo dia. Ser capaz de maximizar o retorno do que já possui e de se antecipar às mudanças que ditam o futuro dos investimentos na transição energética exige conhecimento técnico e conexões direcionadas com quem toma decisões. Saiba mais como o Greener Summit 2025  vem para unir tudo isso em um só lugar: Um setor solar em transição

  • HJT em Todos os Lugares: Huasun Apresenta Soluções Flexíveis de Energia Solar – de Sacadas a Veículos Elétricos – na SNEC 2025

    Xangai, China – 11 de junho de 2025 – A Huasun Energy, maior fornecedora mundial de tecnologia solar de heterojunção (HJT), surpreendeu o público no primeiro dia da SNEC PV Power Expo 2025, em Xangai, com o lançamento de três inovações que ampliam as fronteiras da aplicação fotovoltaica: soluções solares estéticas para sacadas, tecnologia fotovoltaica integrada a veículos (VIPV) e módulos antirreflexo de alta performance. HJT em Todos os Lugares: Huasun Apresenta Soluções Flexíveis de Energia Solar – de Sacadas a Veículos Elétricos – na SNEC 2025 Sistema Solar para Sacadas com Módulos HJT Coloridos Os centros urbanos apresentam desafios únicos para a instalação de sistemas solares tradicionais em telhados. Pensando nisso, a Huasun desenvolveu um sistema compacto e "plug-and-play" para sacadas, ideal para apartamentos e residências em áreas de alta densidade. O kit conta com suportes pré-montados, módulos HJT coloridos e microinversores integrados, permitindo que o próprio morador instale o sistema em menos de 15 minutos, gerando energia limpa e independente de forma rápida e prática. VIPV: Fotovoltaico Integrado a Veículos Com o crescimento acelerado da mobilidade elétrica, aumenta também a demanda por maior autonomia e opções de recarga off-grid. A solução VIPV da Huasun incorpora módulos HJT diretamente na superfície dos veículos. Graças ao design curvado sem barramentos (0BB) e ao vidro moldado, o sistema gera mais de 1,2 kWh por dia — energia suficiente para estender a autonomia do veículo em até 25 km diários. Em um ano, isso representa cerca de 2.000 km de deslocamento movido exclusivamente à energia solar, ideal para regiões remotas ou com infraestrutura limitada. Módulos HJT Antirreflexo: Segurança e Eficiência Tradicionalmente, a instalação de módulos solares em áreas próximas a rodovias, ferrovias e aeroportos era limitada por questões de reflexo. A Huasun revoluciona esse cenário com seus novos módulos HJT antirreflexo, desenvolvidos com tratamento óptico especial na superfície que reduz significativamente o brilho sem comprometer o desempenho elétrico. Assim, é possível garantir segurança e alta eficiência energética em locais sensíveis à luz refletida. Como maior fabricante global de tecnologia HJT, a Huasun Energy segue na vanguarda da pesquisa, desenvolvimento e produção em larga escala de lingotes, wafers, células e módulos de silício tipo n de alta eficiência. Adaptando continuamente suas inovações para aplicações reais, a empresa acelera a integração da energia solar em diversos aspectos da vida moderna. Site oficial:   www.huasunsolar.com Acompanhe no LinkedIn:  “HUASUN HJT” para as últimas novidades sobre tecnologia de heterojunção. HJT em Todos os Lugares: Huasun Apresenta Soluções Flexíveis de Energia Solar – de Sacadas a Veículos Elétricos – na SNEC 2025

  • GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável

    Shanghai (China) – EnergyChannel A GoodWe, uma das gigantes globais em soluções para energia renovável, vem consolidando sua estratégia de mercado ao oferecer um portfólio completo de tecnologias integradas – dos inversores às baterias, passando por módulos BIPV (Building Integrated Photovoltaics), carregadores de veículos elétricos, bombas de calor e sistemas avançados de gestão energética. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável A visão da empresa ultrapassa a oferta tradicional de inversores – seu carro-chefe globalmente reconhecido. A GoodWe tem investido pesado em soluções que unam desempenho, design arquitetônico e automação, reforçando a tendência das construções energeticamente autossuficientes e integradas à rede. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável “Nosso diferencial está em oferecer ao cliente uma solução all-in-one. Todos os equipamentos essenciais do sistema vêm da mesma fonte, o que garante não apenas compatibilidade e eficiência, mas também suporte técnico unificado e uma experiência otimizada no pós-venda”, destacou a equipe técnica da GoodWe durante a SNEC 2025, maior feira solar do mundo. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável Segurança e inteligência embarcadas O foco em segurança operacional também se destaca nos lançamentos da marca. Os inversores da sexta geração já contam com recursos como detecção de arco elétrico via inteligência artificial (AFCI) e sistema de desligamento rápido (Rapid Shutdown) – essenciais para evitar riscos de incêndio e facilitar intervenções de emergência. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável As baterias, outro pilar do portfólio, possuem monitoramento em tempo real de temperatura, tensão e corrente, ampliando a segurança do armazenamento doméstico e comercial. Essa gestão é conectada à plataforma em nuvem da empresa, permitindo ao usuário visualizar, de qualquer lugar, o desempenho do sistema, receber alertas preventivos e maximizar o retorno financeiro do investimento. BIPV: energia integrada ao design urbano O segmento de BIPV (módulos fotovoltaicos integrados à edificação) ganha cada vez mais espaço na estratégia da GoodWe. Diferente dos tradicionais sistemas BAPV (módulos aplicados sobre a edificação), o BIPV transforma a própria estrutura do prédio em geradora de energia – fachadas e coberturas passam a ter função dupla: estética e energética. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável “Com o BIPV, é possível atender às exigências arquitetônicas modernas sem comprometer a eficiência elétrica ou a segurança estrutural”, explicam os engenheiros da empresa. Os módulos da linha Sunshine, voltados para telhados inclinados, exemplificam bem essa proposta: são projetados com vidros reforçados e certificações globais de resistência ao fogo e impactos mecânicos, além de integrarem tecnologias como microinversores e dispositivos de desligamento rápido em caso de emergência. Em áreas urbanas densas, onde o espaço de cobertura é limitado, a tecnologia BIPV nas fachadas amplia a área útil para captação solar, possibilitando maior geração local de energia e reduzindo a pressão sobre a rede elétrica – uma solução estratégica diante do avanço das tarifas dinâmicas e da necessidade de estabilidade no fornecimento. Armazenamento é peça-chave na transição energética O papel das baterias no modelo proposto pela GoodWe vai além do backup em caso de falhas na rede. Em mercados como o brasileiro, que já adotam tarifas diferenciadas por horário de consumo, o armazenamento permite otimizar o uso da energia gerada durante o dia para os momentos de maior demanda noturna, gerando economia real na conta de luz. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável Além disso, o sistema facilita soluções off-grid e contribui para a resiliência energética em regiões sujeitas a instabilidades no fornecimento convencional. Uma solução integrada para o futuro das cidades A aposta da GoodWe em integração total – reunindo inversores, módulos BIPV, baterias, bombas de calor e softwares de gestão – responde a uma demanda crescente do mercado por sistemas que combinem design, performance, segurança e praticidade. Para o consumidor final, isso significa simplicidade na operação e eficiência garantida em todas as etapas do ciclo energético. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável “Estamos preparando o caminho para edifícios energeticamente autônomos, inteligentes e sustentáveis. O futuro das cidades passa pela energia solar integrada e gerida de forma inteligente”, conclui a marca. GoodWe aposta em soluções completas e destaca crescimento do BIPV como tendência global em energia renovável

  • Suíça aposta alto no armazenamento energético com megaprojeto de 1,6 GWh em tecnologia de fluxo redox

    EnergyChannel – Especial Armazenamento de Energia A Suíça está se posicionando como um dos polos mais promissores no desenvolvimento de tecnologias de armazenamento de energia de grande escala na Europa . Um projeto inovador de bateria de fluxo redox, com capacidade impressionante de 1,6 GWh , foi oficialmente iniciado por um consórcio de desenvolvedores suíços — iniciativa que promete mudar o jogo na estabilidade e flexibilidade da rede elétrica do país. Suíça aposta alto no armazenamento energético com megaprojeto de 1,6 GWh em tecnologia de fluxo redox Segundo informações obtidas pelo EnergyChannel, a obra — ainda em fase inicial — deverá estar concluída até meados de 2028 . O sistema adotará a tecnologia de baterias de fluxo redox , considerada uma das mais robustas e seguras do mercado para armazenamento de longo prazo, graças à sua alta durabilidade e capacidade de suportar ciclos profundos sem degradação significativa. Um passo estratégico para o futuro energético suíço Com a crescente penetração de fontes renováveis variáveis — como solar e eólica — o desafio de gerenciar a intermitência dessas fontes tem se tornado cada vez mais crítico. A solução suíça vem para responder exatamente a essa necessidade: proporcionar uma reserva estratégica de energia capaz de abastecer a rede em momentos de baixa geração ou picos de consumo. Um passo estratégico para o futuro energético suíço O projeto de 1,6 GWh  é um dos maiores em desenvolvimento na Europa com esta tecnologia específica, e poderá oferecer suporte de energia estável tanto para uso industrial quanto para demandas urbanas, reduzindo a dependência de fontes fósseis e importação de eletricidade nos períodos de escassez. Por que a tecnologia de fluxo redox? Ao contrário das tradicionais baterias de lítio, as de fluxo redox armazenam energia em eletrolitos líquidos, separados em dois tanques distintos. Essa solução garante segurança superior contra riscos de incêndio, longevidade operacional de até 20 anos e possibilidade de rápida expansão modular — fatores que tornam esse tipo de sistema uma aposta certeira para aplicações em larga escala. Além disso, o design flexível permite que a capacidade de armazenamento (em MWh) seja ampliada de forma independente da potência de saída (em MW), facilitando a adaptação da solução conforme a evolução da demanda energética suíça. Impacto global e sinalização para o mercado O projeto chama atenção de todo o setor de energia renovável global. Empresas de tecnologia, governos e investidores observam atentamente este movimento suíço, que pode influenciar decisões similares em outras regiões da Europa e do mundo — incluindo América Latina, onde soluções de armazenamento de grande porte começam a ganhar espaço. Este é mais um sinal de que o futuro da transição energética passará, inevitavelmente, por soluções inteligentes de armazenamento — sem as quais a estabilidade das redes elétricas modernas não será possível. O EnergyChannel seguirá acompanhando cada etapa desse megaprojeto, trazendo informações exclusivas para o mercado brasileiro e latino-americano.

  • AFCI: A tecnologia que eleva a segurança dos sistemas fotovoltaicos e ganha espaço no mercado global

    EnergyChannel – Especial SNEC 2025 A busca por soluções cada vez mais seguras no setor de energia solar impulsionou a adoção de uma tecnologia que promete se tornar padrão nos sistemas fotovoltaicos ao redor do mundo: o AFCI (Arc Fault Circuit Interrupter) , ou Detector e Interrompedor de Arco Elétrico. AFCI: A tecnologia que eleva a segurança dos sistemas fotovoltaicos e ganha espaço no mercado global Embora seu nome ainda seja pouco familiar ao consumidor final, sua importância cresce em ritmo acelerado – tanto por exigências regulatórias quanto por demanda do próprio mercado. Por que o AFCI é essencial? O AFCI é um componente inteligente presente nos inversores fotovoltaicos mais modernos. Sua função é simples e vital: identificar e interromper arcos elétricos indesejados no circuito de corrente contínua (CC), um dos principais causadores de incêndios em instalações solares. Por que o AFCI é essencial? Esses arcos ocorrem quando há uma ruptura ou falha no isolamento dos cabos, gerando uma descarga elétrica invisível a olho nu, mas que produz calor suficiente para provocar danos graves – especialmente em instalações residenciais e comerciais. O AFCI detecta esse fenômeno analisando a assinatura elétrica do circuito e, em milésimos de segundo, interrompe o fluxo de energia, evitando o agravamento do problema. “Trata-se de uma tecnologia indispensável para a segurança do sistema e dos ocupantes da edificação”, aponta o time técnico do EnergyChannel. “Sua atuação rápida pode ser a diferença entre uma falha controlada e um acidente de grandes proporções.” Obrigatório em diversos países – e em expansão no Brasil Nos Estados Unidos, o uso de AFCI é obrigatório desde 2011  em muitas aplicações residenciais, de acordo com a norma NEC (National Electrical Code) , referência mundial em segurança elétrica. Europa e Japão também avançaram na adoção de dispositivos semelhantes, visando reduzir riscos em suas crescentes instalações solares. No Brasil, o tema entrou no radar técnico e regulatório com força a partir de 2023. A nova revisão da Norma ABNT NBR 16690 , que trata de sistemas fotovoltaicos conectados à rede, já recomenda o uso de AFCI especialmente em instalações superiores a 1,5 kW, além de prever exigências específicas para edifícios públicos e comerciais. A expectativa de especialistas do setor – e do próprio Inmetro – é que sua adoção se torne obrigatória nos próximos ciclos de atualização normativa , acompanhando a tendência internacional de elevar o nível de segurança das instalações solares no país. Por que o consumidor deve exigir AFCI no seu sistema solar? Escolher equipamentos que já trazem AFCI de fábrica não é apenas uma questão de atendimento à norma – é uma decisão estratégica. Os benefícios vão além da segurança contra incêndios: ✅ Proteção do investimento : Evita danos ao sistema e ao imóvel; ✅ Segurança da família, clientes ou funcionários ; ✅ Valorização do imóvel equipado com tecnologia certificada e atualizada ; ✅ Compatibilidade com seguros e garantias estendidas ; ✅ Atendimento às normas vigentes e futuras exigências do mercado brasileiro e internacional . Em resumo: o AFCI não é mais um diferencial técnico — é um item que separa sistemas solares realmente seguros dos que ainda carregam riscos desnecessários. O futuro do AFCI no Brasil Grandes fabricantes globais já oferecem inversores equipados com AFCI, inclusive modelos residenciais e comerciais. No mercado nacional, a tendência é que os projetos fotovoltaicos novos sejam especificados com essa tecnologia, sob pena de ficarem defasados e até impedidos de operar em redes mais exigentes no quesito segurança. “O AFCI será tão comum quanto o disjuntor em um quadro elétrico tradicional”, conclui a equipe técnica do EnergyChannel. “Quem investir em energia solar precisa ficar atento: segurança e inovação devem caminhar juntas na transição energética.” 🔍 AFCI: A tecnologia que eleva a segurança dos sistemas fotovoltaicos e ganha espaço no mercado global

  • Inovação, Terras Raras e a Oportunidade Histórica do Brasil na Transição Energética

    Inovação, Terras Raras e a Oportunidade Histórica do Brasil na Transição Energética A corrida pela energia limpa é também uma corrida por recursos estratégicos — e o Brasil tem nas mãos um trunfo decisivo: as terras raras. A transição energética deixou de ser uma pauta do futuro para se tornar um imperativo do presente. O mundo caminha, ainda que a passos desiguais, para a descarbonização de sua matriz energética. Nesse novo cenário, recursos minerais antes considerados de interesse limitado ganham protagonismo absoluto — e entre eles estão as chamadas   terras raras . O que são terras raras e por que o mundo depende delas? As terras raras são minerais da família dos elementos químicos denominados lantanídeos. Apesar de sua denominação, sua ocorrência na natureza e as reservas atualmente conhecidas são relativamente abundantes. O que as torna "raras" é o grau de complexidade e custo de seu processamento.   Esses 17 elementos químicos são componentes indispensáveis na fabricação de motores elétricos, turbinas eólicas, painéis solares, baterias, ímãs permanentes, telas de alta resolução, equipamentos médicos e tecnologias de defesa. Com a expansão da mobilidade elétrica e das energias renováveis, a demanda por terras raras cresce em ritmo acelerado. E é aí que o Brasil entra em cena. O Brasil e seu potencial estratégico O Brasil possui reservas expressivas de terras raras, especialmente nos estados de Minas Gerais, Amazonas e Goiás. Em um contexto geopolítico em que a China responde por mais de 80% da produção mundial desses elementos, países e blocos econômicos buscam fornecedores alternativos confiáveis e sustentáveis. A pergunta que se impõe é:   o Brasil está pronto para assumir esse papel? A resposta depende de uma equação que vai muito além da geologia. É preciso investimento em pesquisa, desenvolvimento tecnológico, infraestrutura e, sobretudo, políticas públicas de longo prazo. A criação de cadeias produtivas nacionais de alto valor agregado — que envolvam desde a mineração até o beneficiamento, o refino e a fabricação de componentes — é o único caminho para evitar que o país permaneça na condição de mero exportador de commodities. Empresas como a   CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração)   já vêm desenvolvendo técnicas de aproveitamento desses recursos com foco em inovação e sustentabilidade. Com o avanço de estudos geológicos e tecnológicos, cresce a expectativa de que o país possa alcançar protagonismo na produção mundial. Inovação como vetor de soberania tecnológica Transformar potencial mineral em riqueza estratégica exige   pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação . O Brasil começa a dar passos importantes que cabem destaque: GT10 do MIBI/MDIC : Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, responsável por articular políticas públicas para impulsionar a cadeia produtiva de materiais críticos, nos quais se incluem as terras raras. O GT10 integra governo, setor produtivo e academia com foco na inovação e soberania tecnológica. Centro de Inovação e Tecnologia para Ímãs de Terras Raras (CIT SENAI ITR),  em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. o CIT SENAI ITR é o primeiro laboratório-fábrica da América do Sul voltado à produção de ímãs de terras raras. A instituição também está próxima de formalizar o projeto estruturante MagBras, que reunirá 28 empresas e seis Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), além do próprio CIT SENAI ITR. A iniciativa cria uma rede robusta de pesquisa e desenvolvimento com foco em soberania tecnológica, inovação industrial e sustentabilidade e visa estruturar uma cadeia nacional e competitiva para esses materiais críticos. Fomento Finep e BNDES:  edital que encerrou em maio deste ano, iniciativa no âmbito da Nova Indústria Brasil recebeu 124 propostas de 136 grupos econômicos, com destaque para investimentos em terras raras, lítio, cobre e grafite. Objetivo é apoiar projetos ligados à transformação de minerais estratégicos, totalizando investimento potencial de R$ 85,2 bilhões. Essas iniciativas mostram que o Brasil está começando a alinhar recursos naturais, capacidade tecnológica e inteligência institucional para ocupar seu lugar no tabuleiro da transição energética global. Importante que neste contexto tenhamos visão de médio e longo prazo e políticas de estado perenes que tragam não apenas recursos financeiros, mas também segurança jurídica e política para investimentos robustos também do setor privado. Sustentabilidade: o maior desafio e a maior oportunidade A mineração de terras raras pode gerar impactos ambientais significativos se conduzida sem critérios. O desafio brasileiro está em   construir um modelo sustentável , que combine crescimento econômico com responsabilidade ambiental. Isso inclui: Tecnologias limpas de extração e separação; Políticas de reabilitação de áreas mineradas; Reciclagem e reaproveitamento de resíduos industriais; Fomento à pesquisa em universidades e centros tecnológicos. Transformar terras raras em um pilar estratégico exige mais do que mineração, requer uma   nova mentalidade industrial , baseada em inovação e sustentabilidade. Uma nova corrida do ouro — e o Brasil pode liderar O mundo caminha para uma economia verde, digital e descarbonizada. E nesse novo cenário, os elementos raros são a base invisível sobre a qual se erguerá boa parte da tecnologia do século XXI. O Brasil tem as condições ideais para liderar esse processo:   reservas abundantes, capacidade científica instalada, capital humano qualificado e um ecossistema de inovação em expansão . O momento exige coordenação estratégica, investimento e visão de futuro. Se bem conduzida, essa jornada pode gerar bilhões em investimentos, novos empregos, fortalecimento da indústria nacional e posicionar o país como   referência mundial em mineração e tecnologia limpa . Vamos conversar sobre isso? Se você atua nos setores de inovação, mineração, energia ou políticas públicas, quero ouvir sua opinião. Como o Brasil pode consolidar uma cadeia sustentável e inovadora de minerais estratégicos? O debate está aberto. #inovacao #terrasraras #transicaoenergetica #mineracao #sustentabilidade #CTI #Brasil #MineraisCriticos #CITSENAIITR #GT10 #tecnologia #economiaverde #industria4.0 #liderança #SoberaniaNacional #MineraisEstrategicos Inovação, Terras Raras e a Oportunidade Histórica do Brasil na Transição Energética

  • Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa

    Brasília – 18 de junho de 2025  – O Congresso Nacional concluiu nesta semana a votação que derruba os principais vetos presidenciais ao marco legal da energia eólica offshore no Brasil. A decisão representa uma vitória para o setor elétrico, especialmente para pequenos produtores e para projetos de geração renovável vinculados ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), bem como para Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa A derrubada dos vetos garante, entre outros pontos, que contratos de usinas do Proinfa – programa criado no início dos anos 2000 para estimular fontes alternativas – possam ser prorrogados por mais 20 anos, sob regras já previstas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A decisão beneficia dezenas de empreendimentos eólicos, de biomassa e PCHs que já viam seus contratos originais se aproximando do fim, sem regras claras para renovação. Além disso, o Congresso também retomou artigos que tratam da prorrogação de contratos de uso de bens da União para PCHs. A medida assegura mais estabilidade regulatória e abre caminho para novos investimentos no segmento de pequenas hidrelétricas, consideradas uma fonte renovável relevante para a segurança energética do país. Mas o ponto mais simbólico da votação foi a preservação do capítulo que define as bases para o desenvolvimento da energia eólica offshore no Brasil. O texto estabelece critérios para cessão de uso do espaço marinho, assegura prioridade para projetos que avancem em licenciamento ambiental e define a necessidade de realização de leilões para garantir competitividade entre os interessados em explorar o potencial eólico da costa brasileira. Com isso, o marco legal das eólicas offshore volta a ter força integral, criando segurança jurídica para investidores e sinalizando a disposição do país em atrair capital privado para explorar uma das fontes de energia mais promissoras da transição energética global. Repercussão no setor Especialistas e representantes do mercado comemoraram a decisão. Para associações do setor eólico e de PCHs, a medida corrige distorções que poderiam comprometer a viabilidade de projetos maduros e já consolidados, além de abrir espaço para novos empreendimentos de larga escala no mar, área em que o Brasil é visto como um mercado emergente com grande potencial. "A decisão do Congresso elimina incertezas e torna o ambiente de negócios mais previsível para investidores nacionais e internacionais" , avaliou um executivo do setor ouvido pelo EnergyChannel . O marco das eólicas offshore é considerado fundamental para que o Brasil diversifique ainda mais sua matriz energética renovável, hoje já fortemente baseada em hidrelétricas e energia solar. Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa Congresso Nacional derruba vetos e destrava regras para eólicas offshore, PCHs e usinas do Proinfa

  • ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil

    Brasília – 18 de junho de 2025  – O cenário de crescimento acelerado das fontes renováveis no Brasil traz consigo um novo desafio para o setor elétrico: o aumento do curtailment – termo que se refere à limitação ou corte da geração de energia de usinas renováveis, mesmo quando elas estariam tecnicamente aptas a produzir. ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil Em recente análise, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sinalizou que essa prática deve se intensificar nos próximos anos, principalmente em regiões com alta concentração de usinas solares e eólicas, como o Nordeste. O motivo: a expansão dessas fontes variáveis não tem sido acompanhada no mesmo ritmo por obras de reforço em transmissão e por soluções de armazenamento, criando gargalos na capacidade de escoamento da energia gerada. ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil “Estamos diante de um novo patamar de operação do sistema, em que o excesso momentâneo de geração renovável já não é exceção, mas uma realidade recorrente”, destacou o ONS no documento técnico. Isso significa que, mesmo com condições climáticas ideais para produção, usinas poderão ser acionadas para reduzir ou parar sua geração, a fim de evitar sobrecarga nas redes ou desequilíbrios operacionais. Impacto econômico e necessidade de modernização Esse fenômeno, que já vem sendo registrado em picos sazonais, poderá impactar diretamente a receita de empreendedores do setor renovável. Para os investidores, representa um risco adicional em projetos que dependem de previsibilidade de geração e retorno financeiro. Segundo analistas ouvidos pelo EnergyChannel , o crescimento do curtailment reforça a urgência de políticas públicas e ações estruturantes – como a modernização das redes de transmissão, o incentivo a soluções de armazenamento de energia (como baterias em larga escala) e a adoção de mecanismos de mercado mais flexíveis, incluindo resposta da demanda. “Não basta apenas adicionar nova capacidade de geração renovável. O sistema precisa ser preparado para absorver essa energia de forma eficiente e segura, evitando desperdícios e perdas econômicas” , avaliou um consultor especializado em planejamento energético. Oportunidades em meio ao desafio Apesar do alerta, o cenário abre espaço para inovação. Tecnologias de armazenamento, como baterias de lítio e sistemas híbridos, ganham relevância estratégica. Além disso, soluções de gestão inteligente da demanda – permitindo o ajuste do consumo em momentos de excesso de oferta – podem mitigar o problema. O ONS também sugere que leilões futuros de energia e projetos de expansão considerem de forma mais integrada a distribuição geográfica das novas usinas e a capacidade real da malha elétrica, a fim de reduzir o risco de curtailment nos próximos ciclos de crescimento. Para o Brasil, que busca consolidar uma matriz energética limpa e competitiva no cenário global, o desafio do curtailment é mais um fator que exigirá planejamento, investimento e inovação para ser superado. ONS projeta aumento do curtailment e acende alerta para o futuro da geração renovável no Brasil

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