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  • Mercado Global de Turbinas a Gás Deve Bater US$ 29,8 Bilhões Até 2035, Impulsionado pela Transição Energética

    EnergyChannel | Notícias do Setor de Energia Mercado Global de Turbinas a Gás Deve Bater US$ 29,8 Bilhões Até 2035, Impulsionado pela Transição Energética O mercado de turbinas a gás está entrando em uma nova fase de crescimento, impulsionado pela busca global por soluções energéticas mais limpas e flexíveis. De acordo com projeções de mercado, o setor deve alcançar um valor global de US$ 29,8 bilhões até 2035 , registrando uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 5,4%  no período entre 2025 e 2035. Atualmente avaliado em cerca de US$ 17,1 bilhões , o setor vem ganhando destaque com a modernização de usinas, expansão do gás natural como alternativa ao carvão e a necessidade crescente de estabilidade de rede diante da integração de fontes renováveis, como solar e eólica. Por que as Turbinas a Gás Estão em Alta As turbinas a gás são peças-chave na geração de energia moderna. Graças à sua alta eficiência, confiabilidade e capacidade de partida rápida, elas são fundamentais para garantir fornecimento estável em um cenário onde a geração distribuída e as renováveis crescem rapidamente. Especialistas apontam que essas turbinas estão migrando de um papel tradicional de geração de carga de base para um modelo mais flexível, híbrido e distribuído , alinhado às novas demandas do setor elétrico. Tecnologias digitais, como digital twins  e manutenção preditiva, estão ajudando a elevar ainda mais a eficiência operacional. Principais Motores de Crescimento Demanda global de energia em alta:  consumo crescente em países emergentes. Transição para combustíveis mais limpos:  gás natural substituindo o carvão. Usinas de ciclo combinado:  adoção crescente por sua maior eficiência. Integração com renováveis:  fornecendo energia de backup para solar e eólica. Avanço do hidrogênio:  turbinas prontas para hidrogênio ganham espaço, apoiando metas de descarbonização. Desafios e Oportunidades Apesar do cenário positivo, o setor enfrenta obstáculos importantes, como os altos custos de capital  para instalação de novas usinas, a pressão regulatória para redução de emissões e a concorrência cada vez mais acirrada das renováveis de baixo custo. No entanto, a expectativa é que a inovação em turbinas híbridas , soluções com captura e armazenamento de carbono (CCS)  e modelos prontos para hidrogênio  abram novas frentes de crescimento. Regiões e Aplicações-Chave O crescimento mais acelerado deve ocorrer na Ásia-Pacífico e no Oriente Médio , regiões com forte demanda por expansão da infraestrutura elétrica. As principais aplicações seguem concentradas em: Geração de energia:  usinas de ciclo aberto e combinado. Indústria de petróleo e gás:  acionamento mecânico e plataformas offshore. Processos industriais:  geração no local para fábricas e plantas de processamento. Aeroespacial:  motores a jato e sistemas de propulsão. Tendências que Moldarão o Futuro Turbinas 100% compatíveis com hidrogênio. Microturbinas para geração distribuída  em pequenas indústrias. Integração com armazenamento de energia , criando sistemas híbridos. Uso crescente de captura de carbono  para atingir metas de emissões líquidas zero. Com essas tendências, o setor de turbinas a gás deve permanecer estratégico para a transição energética global , equilibrando confiabilidade, eficiência e sustentabilidade. Para investidores e empresas, o momento é favorável para apostar em soluções tecnológicas que conciliem geração limpa e flexível. Mercado Global de Turbinas a Gás Deve Bater US$ 29,8 Bilhões Até 2035, Impulsionado pela Transição Energética

  • SOLSER CONSULTORIA impulsiona negócios no setor solar com soluções estratégicas e integração completa

    SOLSER CONSULTORIA impulsiona negócios no setor solar com soluções estratégicas e integração completa A transição energética e a expansão do mercado fotovoltaico no Brasil têm exigido soluções mais eficientes, seguras e integradas para investidores, integradores, corretores e empresas do setor. Nesse cenário, a *SOLSER CONSULTORIA* vem se consolidando como parceira estratégica para quem busca rentabilidade, segurança jurídica e redução de riscos em operações de energia solar. Com um portfólio de serviços que vai desde a *conexão de usinas de investimento* até a *intermediação de compra e venda, passando por **soluções de backoffice* e tecnologias de *limpeza automatizada de painéis solares*, a empresa oferece suporte completo para transformar oportunidades em negócios rentáveis. Conexão de Usinas de Investimento Para muitos investidores, construir a usina é apenas o primeiro passo — o verdadeiro desafio é garantir retorno rápido e seguro. A SOLSER CONSULTORIA atua na ponte entre investidores e gestoras de crédito, conduzindo todo o processo: •⁠ ⁠*Seleção estratégica* das melhores gestoras, avaliando rentabilidade e solidez. •⁠ ⁠*Negociação e análise contratual* com foco em segurança jurídica. •⁠ ⁠*Acompanhamento pós-contrato*, garantindo que os primeiros recebimentos ocorram sem intercorrências. A empresa também oferece suporte para reavaliar contratos existentes e buscar condições mais vantajosas, sempre com transparência e agilidade. Backoffice para Soluções de Energia Integradores e corretores frequentemente enfrentam barreiras como negativa de financiamento ou falta de espaço físico para instalação de usinas. O serviço de *backoffice da SOLSER* transforma essas barreiras em oportunidades, oferecendo: •⁠ ⁠Acesso a mais de 10 empresas parceiras no mercado livre e de assinatura de energia. •⁠ ⁠Gestão completa de documentação e cadastros, eliminando burocracias. •⁠ ⁠Alternativas que geram receita recorrente e fidelizam clientes, mesmo quando a venda da usina não se concretiza. Intermediação de Compra e Venda de Usinas A negociação de usinas de médio e grande porte exige conhecimento técnico e segurança jurídica. A SOLSER CONSULTORIA atua como intermediadora confiável, oferecendo: •⁠ ⁠*Avaliação de mercado* para definir valores justos. •⁠ ⁠*Rede qualificada de compradores e vendedores*. •⁠ ⁠*Pareceres técnicos e regulatórios*, reduzindo riscos e acelerando a concretização das transações. Representação RST CLEAN TECH – Limpeza Automatizada A sujeira acumulada nos painéis solares pode reduzir a geração de energia em até 20%. Representando a RST CLEAN TECH no Brasil, a SOLSER CONSULTORIA oferece uma solução automatizada que: •⁠ ⁠Aumenta a geração mensal entre 10% e 20%. •⁠ ⁠Elimina riscos de trabalho em altura e danos aos módulos. •⁠ ⁠Preserva a garantia dos equipamentos com uso exclusivo de água e sem produtos abrasivos. Posicionamento no mercado Com foco em *confiança, excelência, inovação e parceria*, a SOLSER CONSULTORIA constrói relacionamentos de longo prazo, atuando como elo entre investidores, integradores e empresas que desejam explorar o potencial máximo da energia solar no Brasil. SOLSER CONSULTORIA impulsiona negócios no setor solar com soluções estratégicas e integração completa

  • Brasil pode construir 130 usinas que transformam o lixo urbano em energia elétrica, destaca ABREN

    A estimativa foi anunciada nesta semana durante participação de Yuri Schmitke, presidente da ABREN, no 1º Congresso de Infraestrutura, Limpeza Urbana e Saneamento –ALUBRÁS; Brasil pode construir 130 usinas que transformam o lixo urbano em energia elétrica, destaca ABREN Ainda segundo Schmitke, o país pode receber investimentos de até R$ 181 bilhões nesse segmento Brasília (DF), 26 de setembro de 2025  – De acordo com estimativas da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN), o Brasil tem potencial para construir 130 usinas de recuperação energética de resíduos (URE’s), também chamadas de Waste-to-Energy , tecnologia que transforma os resíduos sólidos urbanos não recicláveis em energia elétrica. Ao mesmo tempo, o país pode receber investimentos de até R$ 181 bilhões para esse setor no modelo Project Finance , com contratos de longo prazo, garantias de compra de energia e receitas adicionais por créditos de carbono.  As estimativas foram anunciadas nesta terça-feira (23) por Yuri Schmitke, presidente da ABREN, durante participação no 1º Congresso de Infraestrutura, Limpeza Urbana e Saneamento – ALUBRÁS, em Brasília (DF). Durante o evento, Schmitke concedeu palestra sobre o potencial da gestão de resíduos no Brasil.    De acordo com o presidente da ABREN, o Brasil está mais de 50 anos atrasado na gestão dos resíduos sólidos urbanos. Enquanto há mais de 3 mil URE’s em todo o mundo, o Brasil ainda constrói suas três primeiras usinas dessa natureza, sendo a URE Barueri, em São Paulo, a mais próxima de entrar em operação, prevista para janeiro de 2027, com capacidade de tratar 825 t/dia, de resíduos e potência instalada de 20 MW. “ Diferentemente do Brasil, os principais países já não destinam mais o lixo urbano para aterros sanitários, pelo contrário. As usinas de recuperação energética já são uma realidade há muitos anos nesses locais. Na China, por exemplo, cerca de 75% dos resíduos são destinados a essas usinas, enquanto o restante é reciclado. No Japão esse índice de aproveitamento energético é de 70% ”, explica. O especialista explicou, ainda, que, para que o Brasil mude esse cenário, é essencial que seja definida uma norma que possa incentivar o desenvolvimento dessa tecnologia no país. “ Para isso, a ABREN defende a aprovação do Programa Nacional do Metano Zero, atualmente em tramitação no Senado Federal, que visa reduzir as emissões de metano no Brasil através da valorização de resíduos orgânicos, transformação em energia e da criação de um certificado de origem do biogás ”. O 1º Congresso de Infraestrutura, Limpeza Urbana e Saneamento – ALUBRÁS foi realizado entre os dias 23 e 24 de setembro no Royal Tulip Brasília Alvorada, em Brasília (DF). O evento reuniu autoridades, especialistas e representantes do setor para debater os desafios e oportunidades da infraestrutura, limpeza urbana e saneamento, com destaque para os cinco anos do Marco Legal do Saneamento e as metas de universalização até 2033. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. Brasil pode construir 130 usinas que transformam o lixo urbano em energia elétrica, destaca ABREN

  • Flutuantes Apollo: A Nova Fronteira das Usinas Solares Flutuantes

    Por EnergyChannel – O seu canal de notícias sobre energia A transição energética avança em ritmo acelerado, e as usinas solares flutuantes  despontam como uma das soluções mais inovadoras para gerar eletricidade de forma eficiente e sustentável. Flutuantes Apollo: A Nova Fronteira das Usinas Solares Flutuantes Entre as tecnologias que vêm ganhando destaque, os Flutuantes Apollo  se consolidam como referência em desempenho, preservação ambiental e otimização de espaço. Flutuantes Apollo: A Nova Fronteira das Usinas Solares Flutuantes Por que escolher flutuantes para usinas solares? Instalar painéis solares sobre a água não é apenas uma tendência, mas uma estratégia inteligente para ampliar a capacidade de geração sem consumir terras agricultáveis ou áreas urbanas. Além de aproveitar superfícies ociosas como lagos e reservatórios, a tecnologia reduz perdas de evaporação, preserva recursos hídricos e melhora o microclima local. No caso dos Flutuantes Apollo , o design e a engenharia elevam essa proposta a um novo patamar. Desempenho energético superior Uma das maiores vantagens do sistema é sua superfície integralmente branca , que aumenta o efeito de albedo da água. Isso permite ganhos de até 17% na produção bifacial , com picos acima de 30% durante o verão. Na prática, um painel HJT de 700 Wp  instalado sobre os Flutuantes Apollo pode atingir até 920 Wp  de potência efetiva, injetando muito mais energia na rede sem necessidade de ampliar a área ocupada ou o número de módulos . Benefícios ambientais e conservação da água Outro ponto relevante é o impacto positivo no ecossistema aquático. Graças às dimensões dos flutuantes, a temperatura da água pode cair em média 0,25 °C em dias quentes , criando um ambiente mais favorável para fauna e flora. Flutuantes Apollo: A Nova Fronteira das Usinas Solares Flutuantes Além disso, as ilhas solares ajudam a reduzir drasticamente a evaporação da água  nos reservatórios, com economia que pode ultrapassar 90 litros por metro quadrado ao mês  – um benefício crucial para regiões tropicais e lagos destinados à irrigação. Na prática, essa economia representa menor custo de captação e bombeamento, trazendo ganho econômico direto para produtores rurais e concessionárias . Sustentabilidade em alta A combinação de geração limpa, conservação de água e proteção de ecossistemas coloca os Flutuantes Apollo  como aliados da agenda ESG. Ao evitar desmatamento e uso de áreas produtivas, as usinas solares flutuantes ajudam a preservar rios e lagos , garantindo energia renovável sem comprometer os recursos naturais. Mercado em ascensão Com a busca global por energia limpa e uso inteligente de recursos hídricos , as usinas solares flutuantes devem crescer exponencialmente nos próximos anos. Os Flutuantes Apollo se apresentam como a melhor escolha para projetos de grande escala , unindo alta performance, sustentabilidade e retorno econômico para investidores e operadores de energia. Flutuantes Apollo: A Nova Fronteira das Usinas Solares Flutuantes

  • Indústria de Energias Renováveis Enfrenta Desafios, Mas Mantém Rumo de Crescimento nos EUA

    EnergyChannel | Análise Especial O setor de energias renováveis nos Estados Unidos vive mais um capítulo de sua trajetória marcada por avanços e turbulências. Indústria de Energias Renováveis Enfrenta Desafios, Mas Mantém Rumo de Crescimento nos EUA Nos últimos nove meses, mudanças regulatórias e incertezas em torno de políticas públicas criaram um ambiente desafiador para desenvolvedores de projetos e investidores. Ainda assim, especialistas são unânimes: o futuro da energia limpa continua sólido e sua expansão é uma questão de necessidade, não de escolha. Com o consumo de eletricidade em alta, impulsionado pela digitalização da economia, eletrificação de transportes, climatização de edifícios e reindustrialização do país, fontes como solar fotovoltaica, eólica e armazenamento em baterias seguem como as soluções mais competitivas para garantir oferta de energia em escala. 1. Transição Energética é Irreversível Apesar de obstáculos regulatórios e pressões políticas, a indústria se mantém confiante. A expansão da demanda por eletricidade cria um cenário no qual as renováveis deixam de ser apenas uma opção sustentável para se tornarem uma necessidade estratégica. As tecnologias de geração limpa são hoje as mais rápidas de implementar e, em muitos casos, as mais baratas. Programas federais de modernização de infraestrutura de transmissão reforçam essa perspectiva, abrindo espaço para a integração de novas usinas solares e eólicas em todo o território americano. 2. Claridade Regulamentar é Urgente Um dos pontos que mais preocupa o setor é a interpretação de cláusulas sobre conteúdo nacional e participação de entidades estrangeiras em projetos de geração. A falta de definições claras sobre o que é permitido ou não traz insegurança jurídica e pode atrasar investimentos bilionários. O mercado aguarda detalhes finais sobre como comprovar o início de construção de novas usinas e quais componentes poderão ser importados sem perda de benefícios fiscais. Quanto mais tempo durar a indefinição, maior o risco de desaceleração de novos projetos no médio prazo. 3. Corrida por Equipamentos Aquece o Mercado Na tentativa de garantir acesso a incentivos ainda vigentes, empresas têm antecipado compras de equipamentos essenciais, como painéis solares, baterias e transformadores. Essa movimentação aqueceu a cadeia de suprimentos e elevou a pressão sobre fabricantes, que trabalham para atender à demanda antes que prazos de elegibilidade expirem. A tendência é que essa corrida continue até 2027, criando um ciclo de investimento acelerado no setor. Para os próximos anos, a expectativa é que dezenas de gigawatts em novos projetos sejam concluídos, consolidando a posição das renováveis como pilar da matriz elétrica americana. Conclusão Mesmo em meio a incertezas, o setor de energias renováveis nos Estados Unidos segue em rota de crescimento. A combinação de demanda crescente, competitividade tecnológica e necessidade de descarbonização da economia cria um cenário em que a transição energética não apenas continuará, como tende a se acelerar. Para investidores e desenvolvedores, o recado é claro: entender as regras do jogo e se antecipar aos movimentos do mercado será decisivo para capturar oportunidades nesta década de transformação energética. Indústria de Energias Renováveis Enfrenta Desafios, Mas Mantém Rumo de Crescimento nos EUA

  • GWM HYDROGEN FTXT Coloca 500 Veículos a Hidrogênio em Operação e Ultrapassa Marca de 1.000 Unidades na China

    Baoding, China – 24 de setembro de 2025  – A transição energética ganha mais fôlego na China com a entrada em operação de 500 novos veículos movidos a célula de hidrogênio , equipados com sistemas fornecidos pela GWM HYDROGEN FTXT . GWM HYDROGEN FTXT Coloca 500 Veículos a Hidrogênio em Operação e Ultrapassa Marca de 1.000 Unidades na China A iniciativa reforça o compromisso da empresa com a mobilidade de baixo carbono e amplia o alcance da tecnologia em diferentes setores logísticos. GWM HYDROGEN FTXT Coloca 500 Veículos a Hidrogênio em Operação e Ultrapassa Marca de 1.000 Unidades na China A frota é composta por 200 caminhões leves incluindo modelos refrigerados e isolados voltados para a logística de cadeia fria, com destaque para o transporte de alimentos em campus e centros de distribuição. Outros 300 caminhões pesados  serão dedicados ao transporte de carvão, demonstrando que o hidrogênio pode atender também a aplicações de alta demanda energética. Com esta entrega, o número total de veículos em circulação na China com tecnologia de célula a combustível fornecida pela GWM HYDROGEN FTXT supera 1.000 unidades , consolidando a empresa como um dos principais players no ecossistema de hidrogênio no país. GWM HYDROGEN FTXT Coloca 500 Veículos a Hidrogênio em Operação e Ultrapassa Marca de 1.000 Unidades na China Expansão e Novos Mercados De olho no futuro, a GWM HYDROGEN FTXT anunciou que continuará investindo na evolução das tecnologias de núcleo para células de combustível, buscando aumentar a eficiência e reduzir custos de produção. A estratégia da companhia inclui: Ampliação das aplicações no setor de transporte , desde frotas urbanas até veículos pesados de longa distância. Exploração de novos cenários , como drones, veículos de duas rodas e soluções para construção civil e indústria. Integração da cadeia de valor do hidrogênio , conectando produção, armazenamento, distribuição e uso final, com foco em construir um ecossistema robusto e escalável. Essa abordagem reforça o papel do hidrogênio como vetor estratégico para a descarbonização global, contribuindo para metas de neutralidade climática e diversificação da matriz energética. GWM HYDROGEN FTXT Coloca 500 Veículos a Hidrogênio em Operação e Ultrapassa Marca de 1.000 Unidades na China GWM HYDROGEN FTXT Coloca 500 Veículos a Hidrogênio em Operação e Ultrapassa Marca de 1.000 Unidades na China

  • Energia Solar nos Telhados: Um Alívio para o Planeta e para o Seu Bolso

    Por Daniel Lima – ECOnomista Energia Solar nos Telhados: Um Alívio para o Planeta e para o Seu Bolso Imagine um mundo onde cada telhado urbano de casas, comércios e indústrias se transforma em uma usina de energia limpa. Sem ocupar vastas áreas de terra, sem interferir em comunidades, sem impactar negativamente habitats naturais. Apenas sol, tecnologia, inteligência, energia limpa e mais barata. A instalação de placas solares sobre os telhados é mais do que uma tendência: é uma escolha consciente e responsável do consumidor de energia que está ganhando cada vez mais força. Ao aproveitar espaços já existentes, reduzimos não só o uso da terra, mas também a demanda por matérias-primas. É a perfeita união entre eficiência e economia. Um estudo publicado na Nature Climate Change revelou algo surpreendente: se todos os telhados adequados fossem equipados com painéis solares, poderíamos gerar até 19.500 TWh de eletricidade por ano. Isso seria suficiente para praticamente aposentar os combustíveis fósseis — especialmente se combinarmos com baterias e gestão inteligente de carga. Mais do que números, essa mudança representa uma estratégia poderosa para cortar emissões de carbono e enfrentar as mudanças climáticas com coragem e criatividade. Os pesquisadores defendem ações direcionadas, especialmente em regiões com alta radiação solar ou urbanização acelerada — como muitas áreas do Brasil. E tem mais: eles fazem um chamado à colaboração global. A energia solar nos telhados não é apenas uma solução local — é uma resposta planetária às mudanças do clima. Onde há sol, há esperança. E onde há telhado, há potencial. Energia Solar nos Telhados: Um Alívio para o Planeta e para o Seu Bolso

  • Bicicleta como Motor de Transformação Urbana: Holanda Inspira Novas Políticas de Mobilidade no Brasil

    Por Redação EnergyChannel O uso da bicicleta como solução para os desafios de mobilidade urbana vai muito além do transporte sustentável ele representa liberdade, inclusão social e transformação das cidades. Essa foi a mensagem central trazida por Shelley Bontje, gerente de projetos da Dutch Cycling Embassy, em sua participação no Construção Summit 2025, realizado em São Paulo. Bicicleta como Motor de Transformação Urbana: Holanda Inspira Novas Políticas de Mobilidade no Brasil Nascida em Haia, nos Países Baixos, Bontje cresceu em um ambiente onde pedalar é parte do cotidiano. “ A bicicleta não é apenas um meio de transporte, mas um símbolo de autonomia e de pertencimento à cidade ”, destacou. Para ela, o modelo holandês de infraestrutura cicloviária pode servir de inspiração para o Brasil, especialmente nas grandes metrópoles que enfrentam congestionamentos, emissões elevadas de CO₂ e transporte público sobrecarregado. Mobilidade como Ferramenta de Inclusão Shelley ressaltou que investir em políticas que incentivem o uso da bicicleta vai além de reduzir emissões de carbono. “Cidades mais amigáveis ao ciclismo são mais seguras, mais saudáveis e mais democráticas. A bicicleta permite que crianças, idosos e trabalhadores tenham acesso a deslocamentos mais baratos e eficientes”, explicou. Oportunidades para o Brasil Segundo a especialista, o país tem potencial para testar projetos-piloto que incentivem o transporte ativo, como ciclovias interligadas, estacionamentos seguros e integração com ônibus e metrô. “A experiência holandesa mostra que a mudança de mentalidade vem junto com o investimento em infraestrutura e campanhas de conscientização”, disse. Ela também destacou que o incentivo ao ciclismo pode ajudar o Brasil a cumprir metas de descarbonização e reduzir custos de saúde pública, já que promove hábitos mais saudáveis. Energia e Sustentabilidade no Centro do Debate Para o EnergyChannel, o tema se conecta diretamente à transição energética e à redução da dependência de combustíveis fósseis. O estímulo à bicicleta, aliado à eletrificação do transporte coletivo e ao uso de energias renováveis, pode acelerar a transformação urbana rumo a cidades mais sustentáveis. Bicicleta como Motor de Transformação Urbana: Holanda Inspira Novas Políticas de Mobilidade no Brasil

  • Descoberta Acidental do MIT Pode Redefinir o Futuro da Mineração e da Metalurgia

    Por Redação EnergyChannel Descoberta Acidental do MIT Pode Redefinir o Futuro da Mineração e da Metalurgia Um experimento de laboratório que não saiu como o esperado pode transformar para sempre a maneira como o mundo produz metais. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, descobriram por acaso um novo processo de eletrólise capaz de extrair metais de minérios sem necessidade de fundição, reduzindo custos e praticamente eliminando as emissões de gases de efeito estufa associadas à metalurgia tradicional. A tecnologia, que surgiu durante o desenvolvimento de uma bateria líquida de alta temperatura, mostrou-se capaz de gerar metais com pureza impressionante – 99,9% –, além de reaproveitar o enxofre contido nos minérios, que deixa de ser poluente e passa a ser matéria-prima para a indústria química. Como Funciona a Nova Metalurgia Na abordagem clássica, os minérios precisam ser aquecidos a temperaturas elevadíssimas para separar o metal de outros elementos, o que consome grandes quantidades de energia e libera dióxido de enxofre (SO₂), principal causador da chuva ácida. O novo processo usa eletrólise em célula única, de forma contínua e eficiente. Durante o teste com sulfeto de antimônio – material usado na bateria líquida do projeto original –, os cientistas observaram a separação espontânea do metal, que se depositou no fundo da célula, enquanto o enxofre subiu à superfície em estado puro. Esse resultado inesperado abre caminho para uma nova geração de processos metalúrgicos, com plantas industriais mais compactas, menor consumo energético e emissões quase nulas. Impacto Ambiental e Econômico O grande diferencial da descoberta é que o enxofre, em vez de se combinar com o oxigênio e formar poluentes, é coletado de forma pura, podendo ser utilizado em aplicações de alto valor agregado, como a produção de fertilizantes. Além de antimônio, a técnica já se mostrou viável para metais estratégicos como cobre, níquel e ouro – e os pesquisadores acreditam que pode ser estendida a praticamente todos os minérios, incluindo aqueles na forma de óxidos, que liberariam oxigênio puro ao final do processo. Um Novo Marco para a Indústria Assim como a eletrólise do alumínio no século passado tornou o metal acessível e revolucionou setores inteiros da economia, esta descoberta do MIT tem potencial para redefinir o futuro da mineração e da metalurgia. Se confirmada em escala industrial, pode tornar a produção de metais mais limpa, barata e sustentável, acelerando a descarbonização da cadeia global de suprimentos. Descoberta Acidental do MIT Pode Redefinir o Futuro da Mineração e da Metalurgia

  • Feira se consolida como ponto de encontro para comercialização de veículos, equipamentos e serviços logísticos no Brasil

    O setor de veículos pesados movimentou mais de R$ 30 bilhões em 2024, segundo a Fenabrave, reforçando a importância da TranspoSul como ambiente de negócios. Feira se consolida como ponto de encontro para comercialização de veículos, equipamentos e serviços logísticos no Brasil A feira se torna palco para lançamento de veículos e condições exclusivas de compra, locação e financiamento. Mais uma vez presente no evento, a Mercedes-Benz apresenta novidades que reforçam sua tradição de inovação no transporte rodoviário. Entre os destaques estão o recém-lançado Axor 2038, o Actros Evolution 2553 6x2 e o Novo Accelo 1117. De acordo com Jefferson Ferrarez, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil, a feira é oportunidade para fortalecer o relacionamento com o setor. “A TranspoSul é um dos principais eventos de transporte e logística do País, onde podemos mostrar a força do nosso portfólio e, ao mesmo tempo, estreitar laços com clientes, motoristas e empresários”, afirmou. Os visitantes também podem realizar test-drives nos modelos Actros Evolution 2653 6x4 e Novo Axor 2545 6x2, acompanhados por instrutores da fábrica. Já a DAF Caminhões aproveita a 24ª TranspoSul para apresentar ao mercado gaúcho o novo CF com motor PACCAR PX-9 de 380cv. Além do lançamento, estarão em exposição os modelos XF 6x2 de 530cv e CF Semipesado Rígido 8x2 de 310cv, que reforçam a versatilidade da linha. “O Rio Grande do Sul concentra alguns dos maiores clientes DAF do país, em diversas operações, e nossos caminhões têm se destacado inclusive em rotas internacionais. Estamos com ótima expectativa em relação à feira, que é um grande momento de negócios e relacionamento”, afirmou Gabriel Fernandes, diretor de Vendas da DAF Caminhões. Na área de test-drives, os visitantes têm a oportunidade de conduzir um XF com cabine Super Space, reconhecida pelo conforto e pelo amplo espaço interno, em um percurso exclusivo preparado dentro do evento. A ação aproxima os clientes das inovações da marca e demonstra o desempenho de sua frota em situações reais. Já a A IVECO chega na TranspoSul com foco na linha S-Way, modelo pesado entre os destaques. Os visitantes podem conferir de perto o S-Way Metallica, o Tector 8x2, o Daily 30-160 Furgão e o Tector 11-190. A área de test-drives contará com os modelos S-Way 6x2 e Tector 24-320 6x4, além de um feirão de seminovos com condições comerciais exclusivas. “A TranspoSul é um palco estratégico para mostrarmos o quanto a IVECO evoluiu nos últimos anos. Nosso crescimento, mesmo em um mercado retraído, prova a qualidade e a competitividade de nossos produtos e serviços”, afirmou Marcio Querichelli, presidente da IVECO para a América Latina. Durante a feira, a IVECO Capital oferece condições especiais de financiamento, com taxas a partir de 0,79% ao mês e até 60 meses para pagar, além de três meses de carência na linha S-Way. O Consórcio IVECO também tem ações específicas para os visitantes. A Dipesul Volvo marca presença com soluções que integram caminhões, serviços técnicos especializados, linhas financeiras e peças de reposição de alto desempenho, sempre com foco em eficiência e atendimento personalizado. O grande destaque é o Volvo FH, reconhecido como um dos caminhões mais completos do mercado. O modelo reúne tecnologia de conectividade e telemetria avançada, que possibilita melhor gestão de frotas, além de garantir alto padrão de economia de combustível. Projetado para oferecer conforto e ergonomia ao motorista, o veículo alia inovação e sustentabilidade, sem abrir mão da segurança, que permanece como prioridade da marca. A Volkswagen Caminhões e Ônibus reforça seu portfólio completo de soluções, que vai de caminhões leves de 3,5 toneladas até extrapesados de 125 toneladas, com as famílias Delivery, Constellation e Meteor. Com duas fábricas no Brasil e um modelo de produção inovador, a Volkswagen Caminhões e Ônibus alia tradição, tecnologia e personalização, colocando o cliente no centro de sua estratégia. Na TranspoSul, o público pode vivenciar essa experiência de conectividade e integração, com oportunidades de negócios e acesso ao que há de mais avançado em transporte rodoviário e logística. Outro segmento importante é o de implementos rodoviários. A participação da Guerra na TranspoSul reforça o posicionamento de uma empresa que alia tradição e inovação no setor. A empresa projeta um montante de R$ 15 a R$ 20 milhões em negócios durante a TranspoSul. “Estamos celebrando 55 anos de história e trouxemos esse mote para a feira como um convite aos nossos clientes e parceiros. É uma oportunidade de apresentar nosso portfólio atualizado, com novidades e conceitos inovadores, além do lançamento do nosso tanque inox, que marca a retomada em um segmento estratégico para nós. As perspectivas são muito positivas e acreditamos que esta edição será tão relevante quanto as anteriores, fortalecendo ainda mais nossas vendas e presença de mercado”, declarou Rogerson Gemelli, diretor comercial da Guerra Implementos Rodoviários. A TranspoSul tem nas vendas um de seus pilares centrais, consolidando-se como a feira que mais movimenta oportunidades no transporte rodoviário de cargas do Sul do Brasil. O evento é reconhecido por sua vocação comercial, reunindo montadoras, concessionários e fornecedores que apresentam lançamentos com condições exclusivas de compra, locação e financiamento. Essa característica faz da TranspoSul uma marca de referência para frotistas e autônomos que buscam ampliar ou renovar suas operações.  Mais do que uma feira de negócios, a TranspoSul é um espaço onde conhecimento, networking e inovação se unem para impulsionar o futuro do transporte e da logística no Brasil. A cada edição, o evento reafirma sua posição como o principal ponto de encontro do setor no Sul do país. A 24ª TranspoSul é uma realização do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (SETCERGS). Patrocinadores Masters: Dipesul Volvo, Iveco, Mercedes-Benz, Volkswagen Caminhões e Ônibus, DAF Eldorado Caminhões e Governo do Estado do Rio Grande do Sul; Patrocinador Premium: Grupo Vamos. Patrocinador Plus: Veloe Go. Apoiador do Congresso: Transpocred. Para mais informações acesse  https://transposul.com/   Redação: Marcelo Matusiak Feira se consolida como ponto de encontro para comercialização de veículos, equipamentos e serviços logísticos no Brasil

  • Stellantis e Saft iniciam testes em estrada do revolucionário sistema IBIS, que promete transformar o futuro dos veículos elétricos

    EnergyChannel - Paris, 25 de setembro de 2025  – Uma nova era para a eletrificação da mobilidade e das aplicações energéticas estacionárias acaba de começar. Stellantis e Saft iniciam testes em estrada do revolucionário sistema IBIS, que promete transformar o futuro dos veículos elétricos A Stellantis, em colaboração com a Saft (subsidiária da TotalEnergies), apresentou oficialmente o primeiro veículo elétrico equipado com o IBIS – Intelligent Battery Integrated System , tecnologia que elimina o uso de inversores e carregadores tradicionais ao integrá-los diretamente na bateria. O primeiro protótipo funcional, uma Peugeot E-3008  construída sobre a plataforma STLA Medium , já está em testes em condições reais, marcando um passo decisivo para o avanço de powertrains elétricos mais compactos, eficientes e acessíveis. O que é o IBIS e por que ele é inovador? O IBIS propõe uma arquitetura inédita que centraliza as funções de conversão de energia na própria bateria, independentemente da sua química. Com isso, o sistema é capaz de: Gerar corrente AC e DC  diretamente da bateria, permitindo o acionamento do motor elétrico sem intermediários. Interagir com a rede elétrica , abrindo portas para funcionalidades de vehicle-to-grid (V2G) . Alimentar o sistema de 12V  e componentes auxiliares do veículo de forma mais simples e eficiente. Ganhos técnicos e operacionais Os primeiros resultados divulgados pelas empresas são expressivos: ✅ +10% de eficiência energética  no ciclo WLTC.✅ +15% de potência  com a mesma bateria (172 kW contra 150 kW).✅ Redução de peso em cerca de 40 kg  e ganho de até 17 litros de volume interno – o que melhora o design e a aerodinâmica do veículo.✅ 15% menos tempo de recarga  em carregadores AC de 7 kW.✅ Manutenção simplificada  e maior viabilidade para reutilização das baterias em aplicações de segunda vida. Uma colaboração estratégica francesa O projeto IBIS reúne uma equipe multidisciplinar de 25 engenheiros e pesquisadores de instituições como CNRS , Universidade Paris-Saclay  e Instituto Lafayette , além das empresas E2-CAD  e Sherpa Engineering . Desde 2022, um demonstrador de uso estacionário validou os conceitos técnicos, resultando em diversas patentes. A evolução para um protótipo veicular representa o início da fase de industrialização. Impacto além do setor automotivo Embora a prioridade seja a eletrificação dos veículos de passeio, Stellantis e Saft destacam que o IBIS tem potencial para aplicações em ferrovias, embarcações, aeronaves e até centros de dados . O projeto é apoiado pelo governo francês por meio do programa France 2030 , e a meta é que a tecnologia esteja pronta para produção em série até o fim da década. O que vem a seguir A segunda fase do projeto, iniciada em junho de 2025, foca em testes em estrada, durabilidade e escalabilidade. Se os resultados forem positivos, o sistema poderá ser incorporado aos próximos lançamentos da Stellantis, acelerando a transição para uma mobilidade mais sustentável e acessível. Stellantis e Saft iniciam testes em estrada do revolucionário sistema IBIS, que promete transformar o futuro dos veículos elétricos

  • Relatório inédito aponta razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina

    Estudo aponta que o país está pronto para transformar o setor de transporte pesado com veículos elétricos e mudar o futuro econômico, social e ambiental do Brasil Relatório inédito aponta razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina   O relatório  “Dez razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina” , elaborado pela campanha Gigantes Elétricos, que reúne organizações da sociedade civil na Europa, nos Estados Unidos e agora também no Brasil,  aponta como o gigante sul-americano está em posição estratégica para acelerar a eletrificação da frota de caminhões. Com políticas públicas favoráveis, investimentos internacionais e iniciativas de grandes corporações, o Brasil combina oportunidades econômicas, ambientais e sociais, criando um ambiente propício para que a transição para veículos elétricos seja segura, eficiente e exemplar para a região.  A vantagem energética do Brasil é um diferencial claro, apontado pelo relatório. Com mais de 80% da eletricidade gerada a partir de fontes renováveis, o país tem condições de produzir caminhões de baixo carbono, reduzindo custos operacionais em até 76,5%. Além disso, possui reservas significativas de terras raras para produção de baterias, o que permite agregar valor industrial e reduzir dependência tecnológica externa, consolidando a região como referência em energia limpa e produção sustentável de veículos pesados. O relatório também destaca a oportunidade de liderança regional. Atualmente, o Brasil domina 78% das exportações de veículos pesados na América Latina, movimentando cerca de R$12 bilhões em 2024, e pode consolidar-se como hub estratégico de caminhões elétricos, tanto para o mercado interno quanto para exportação regional. A eletrificação da frota cria um diferencial competitivo, fortalecendo a indústria nacional e colocando o país em posição de destaque em inovação tecnológica e responsabilidade ambiental. O mercado brasileiro de caminhões elétricos está projetado para crescer 25,6% ao ano entre 2025 e 2031, impulsionado pela demanda crescente por transporte sustentável, incentivos governamentais e investimentos privados. Essa expansão cria oportunidades bilionárias para fabricantes, investidores e cidades que buscam reduzir custos e poluição, enquanto se posicionam competitivamente na região. Grandes empresas, como Scania, BYD e Volkswagen, já anunciaram investimentos significativos em fábricas e produção local, sinalizando que o setor está pronto para crescer em escala. Negócios e Emprego O relatório enfatiza também a importância de investimentos em infraestrutura. Para que a eletrificação seja viável em larga escala, o Brasil precisará atingir cerca de 15 mil pontos de recarga nos próximos anos, criando oportunidades de retorno de longo prazo para investidores e fabricantes, além de estimular inovação em logística e serviços digitais. Experiências internacionais mostram que países que antecipam o desenvolvimento de infraestrutura de recarga conseguem acelerar a adoção de veículos elétricos e consolidar posições de liderança no setor. Pesquisas do International Council on Clean Transportation (ICCT)  indicam que a transição para caminhões elétricos pode mais que dobrar o número de empregos no setor automotivo até 2050. Hoje, a indústria emprega mais de 100 mil trabalhadores na montagem de veículos e cerca de 300 mil na produção de autopeças. Mantido esse ritmo, o total de empregos no setor pode ultrapassar 800 mil, abrangendo desde a produção de veículos e baterias até cadeias de suprimentos e serviços logísticos. Segundo Thiago Rodrigues, do ICCT, essa expansão cria um ambiente favorável para requalificação profissional, atração de talentos e fortalecimento das cadeias produtivas locais. “Além dos benefícios ambientais, a eletrificação da frota de caminhões pesados representaria uma oportunidade para modernizar a indústria nacional de veículos e baterias, promovendo a incorporação de novas tecnologias, alinhamento com as tendências globais de descarbonização e geração de emprego e renda.” Saúde O relatório destaca que a transição não se limita ao campo econômico e industrial. Caminhões elétricos podem reduzir em até 46% as emissões de gases de efeito estufa até 2050 e diminuir drasticamente a poluição do ar associada a doenças respiratórias. Ao reduzir a exposição a emissões tóxicas do diesel fator de risco para asma, doenças cardíacas, AVCs e até certos tipos de câncer, a mudança pode trazer ganhos expressivos para a saúde pública. As economias nessa área podem chegar a R$25 bilhões, graças à queda de internações e tratamentos relacionados à poluição atmosférica. Para muitas comunidades, especialmente urbanas e vulneráveis, a eletrificação representa ar mais limpo e também justiça social. No caminho da eletrificação O relatório reforça que o momento de investir e atuar no setor é agora. A combinação de crescimento do mercado, benefícios econômicos, impactos positivos para a saúde pública, criação de empregos e vantagens energéticas posiciona o Brasil como referência internacional em transporte sustentável. A adoção de caminhões elétricos representa não apenas um avanço tecnológico, mas também uma oportunidade de construir cidades mais saudáveis, uma indústria mais competitiva e um futuro de transportes eficiente e sustentável. O documento de tendências está disponível para download no site oficial da campanha:  giganteseletricos.com . Sobre a Gigantes Elétricos A  Gigantes Elétricos  faz parte de uma campanha internacional que reúne organizações da sociedade civil na Europa, nos Estados Unidos e agora também no Brasil. A missão do movimento é pressionar grandes fabricantes a assumirem compromissos concretos com uma transição justa, colocando trabalhadores, comunidades e cidadãos no centro da transformação rumo a caminhões 100% elétricos. Relatório inédito aponta razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina

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