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- Segurança e inovação em telhados solares: Berlin recebe conferência internacional sobre energia fotovoltaica
Berlim – A segurança de instalações fotovoltaicas voltou a ser destaque na Conferência Internacional de Planejamento, Operações e Segurança, realizada em Berlim e encerrada na última sexta-feira. Profissionais da indústria solar se reuniram para discutir desde riscos físicos aos painéis até a integração com sistemas de segurança predial. Segurança e inovação em telhados solares: Berlin recebe conferência internacional sobre energia fotovoltaica Entre os temas centrais, chamou atenção a relação entre módulos solares instalados em telhados planos e a funcionalidade dos sistemas de extração de fumaça. Especialistas explicaram que, em prédios comerciais e industriais, a presença de painéis solares não pode comprometer a eficácia desses sistemas em caso de incêndio. “É essencial que o layout dos módulos permita a livre circulação de fumaça e o acesso das equipes de emergência”, destacou um dos palestrantes. Outro ponto debatido foi a resistência dos painéis a impactos e quebras de vidro, tema que tem ganhado importância com o aumento de telhados verdes e instalação de sistemas em áreas urbanas densas. Técnicas de reforço estrutural e novos materiais de cobertura foram apresentados como soluções para reduzir riscos e aumentar a durabilidade. A conferência também explorou inovações em monitoramento e manutenção remota, mostrando como sensores inteligentes e drones podem contribuir para operações mais seguras e eficientes. “Não se trata apenas de gerar energia limpa, mas de garantir que essas instalações sejam resilientes e seguras ao longo de sua vida útil”, afirmou um especialista em segurança de energia solar. Com participação de fabricantes, engenheiros e reguladores, o evento reforça a tendência global de alinhar crescimento da energia fotovoltaica com padrões rigorosos de segurança e operação, especialmente em edifícios complexos e densamente ocupados. Segurança e inovação em telhados solares: Berlin recebe conferência internacional sobre energia fotovoltaica
- QUEM PAGA A CONTA: MERCADO DE ENERGIA EM ALTA CONSTANTE E O IMPACTO PARA O CONSUMIDOR
Por Arthur Oliveira QUEM PAGA A CONTA: MERCADO DE ENERGIA EM ALTA CONSTANTE E O IMPACTO PARA O CONSUMIDOR O Brasil vive um momento de inflexão no setor elétrico. A sanção da Medida Provisória nº 1.300/2025, agora convertida na Lei nº 15.235/2025 , redesenha parte da estrutura de custos do sistema e reacende o debate sobre quem realmente paga a conta da energia . Enquanto consumidores livres e cativos devem arcar com aumentos estimados entre 5% e 12% nas tarifas , as grandes geradoras, como a Eletrobras , surfam uma onda de otimismo e valorização recorde no mercado financeiro. O que para uns representa alívio social e expansão de programas como o Luz do Povo , para outros sinaliza o início de uma nova escalada tarifária e um mercado de energia mais caro, tanto no MWh negociado quanto na conta de luz residencial . FATORES QUE IMPULSIONAM O AUMENTO NO CUSTO DA ENERGIA 1) Redistribuição de Encargos Setoriais A Lei nº 15.235/2025 promoveu a redistribuição dos encargos setoriais, incluindo a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que financia políticas públicas no setor elétrico. Essa redistribuição resultou em um aumento significativo nos custos, com a CDE passando a representar uma parcela maior da tarifa final paga pelos consumidores. Estima-se que o custo adicional das medidas previstas na MP seja 101,4% superior aos R$ 6,7 bilhões inicialmente previstos, totalizando R$ 13,5 bilhões por ano. 2) Rateio dos Custos das Usinas de Angra 1 e 2 A geração de energia das usinas nucleares de Angra 1 e 2, anteriormente custeada pelo governo, passou a ser rateada entre todos os consumidores, incluindo os livres e regulados. Essa mudança aumentou os encargos para os consumidores, com impacto médio estimado entre R$ 4 e R$ 8 por MWh. Esse arranjo beneficia principalmente o Estado do Rio de Janeiro, que é o maior consumidor da energia produzida por Angra 1 e 2. 3) Expansão do Mercado Livre de Energia A abertura gradual do mercado livre de energia, prevista na Lei nº 15.235/2025, permite que mais consumidores escolham seus fornecedores. Embora essa medida tenha o potencial de reduzir custos para alguns, ela também pode levar a um aumento nos preços médios da energia, especialmente se a demanda por energia no mercado livre crescer mais rapidamente do que a oferta. 4) Aumento nos Preços no Mercado de Curto Prazo Os preços no mercado de energia elétrica também têm mostrado tendência de alta. Contratos para o quarto trimestre de 2025 atingiram R$ 310/MWh, representando um aumento de 14% em relação aos níveis observados anteriormente. Essa elevação nos preços de curto prazo reflete, entre outros fatores, a escassez de oferta e a alta demanda por energia . ESCALADA DOS PREÇOS NO MERCADO DE ENERGIA 1) Tendência de alta no MWh Enquanto a MP 1.300/2025 redistribui encargos e amplia subsídios, o mercado de energia elétrica já sente uma tendência de alta consistente no preço do MWh . No ambiente de contratação livre, os preços de curto prazo subiram cerca de 14% no terceiro trimestre de 2025 , e projeções indicam valores médios acima de R$ 300/MWh para o início de 2026. Essa alta reflete uma combinação de fatores: pressões estruturais de demanda; reajustes de encargos setoriais; condições hidrológicas adversas; e custos crescentes de reserva de capacidade. A ELETROBRAS E O “PREMIO DA ESCASSEZ” Em meio à escalada dos custos de energia, a Eletrobras desponta como uma das grandes vencedoras do cenário atual. Com um parque gerador majoritariamente hidrelétrico, a companhia dispõe de ampla flexibilidade para negociar contratos a preços mais elevados, aproveitando-se da volatilidade e da redução da oferta no mercado livre. As ações ordinárias da estatal privatizada acumulam valorização superior a 70% em 2025 , impulsionadas pela perspectiva de preços mais altos e pela revisão dos modelos de precificação da energia. O banco UBS BB elevou o preço-alvo dos papéis, destacando o chamado “prêmio de modulação” a capacidade da empresa de ajustar sua oferta e maximizar margens em períodos de escassez. O encarecimento da energia negociada no mercado de curto e médio prazo acaba sendo repassado às distribuidoras e, inevitavelmente, às tarifas finais. Assim, o mesmo movimento que impulsiona os lucros da Eletrobras reforça a pressão inflacionária da conta de luz , que já responde por mais de 6% do IPCA em 2025 , ampliando o peso da energia sobre famílias e o setor produtivo. CONSUMIDOR PAGA A MP 1.300/2025 foi apresentada com o discurso de “justiça tarifária” e “energia para todos”, mas o efeito prático aponta para um aumento generalizado dos custos — tanto pela redistribuição de encargos quanto pela alta natural do mercado de energia . A matemática do setor elétrico é implacável: cada subsídio criado em nome da justiça tarifária significa um reajuste silencioso na conta de quem não é beneficiado. CONCLUSÃO O aumento nos custos de energia elétrica no Brasil, impulsionado por mudanças regulatórias e condições de mercado, representa um desafio para consumidores e empresas. É essencial que políticas públicas sejam implementadas para mitigar os impactos negativos, promovendo a eficiência energética e a transparência na formação dos preços. Além disso, é importante que os consumidores estejam cientes das mudanças e busquem alternativas para gerenciar seus custos de energia de forma eficaz. QUEM PAGA A CONTA: MERCADO DE ENERGIA EM ALTA CONSTANTE E O IMPACTO PARA O CONSUMIDOR
- Ecori leva conhecimento técnico ao SENAI Taguatinga em celebração ao Dia do Eletricista
O Dia do Eletricista, comemorado em 17 de outubro, ganha uma edição especial no SENAI Taguatinga, no Distrito Federal. No próximo dia 29 de outubro , profissionais e estudantes do setor elétrico e de energia solar se reúnem para um ciclo de palestras e atividades técnicas voltadas à inovação e segurança no setor. Ecori leva conhecimento técnico ao SENAI Taguatinga em celebração ao Dia do Eletricista Entre os destaques da programação está a participação da Ecori Energia Solar , que marcará presença com duas apresentações online conduzidas por especialistas da equipe técnica da empresa reforçando o compromisso da marca com a formação profissional e a disseminação de conhecimento qualificado. A primeira palestra será ministrada pelo engenheiro João Souza , responsável técnico da Ecori, que abordará o tema “Dispositivo de Desligamento Rápido em Sistemas Fotovoltaicos” . O foco será a importância desse componente para a segurança das instalações solares , o atendimento às normas brasileiras de proteção elétrica e as boas práticas de projeto e execução. Na sequência, o engenheiro Claudio Martins , especialista em armazenamento de energia, apresentará a palestra “BESS – Sistemas de Armazenamento de Energia em Baterias” , explorando as tendências globais da tecnologia de baterias , suas aplicações no mercado fotovoltaico e o papel fundamental do armazenamento para autonomia energética e estabilidade do sistema elétrico . Com essa iniciativa, a Ecori reforça sua atuação como uma das empresas que mais investem em capacitação técnica e difusão de conhecimento no setor solar brasileiro. A participação no evento do SENAI Taguatinga representa não apenas uma homenagem aos profissionais da área elétrica, mas também um estímulo à formação de novas gerações de eletricistas e integradores solares . 📅 Data: 29 de outubro de 2025 🕗 Horário: 8h30 às 11h30 📍 Local: SENAI Taguatinga (DF) com transmissão online 💡 Um encontro de conhecimento, tecnologia e valorização profissional promovendo o futuro da energia limpa no Brasil. Ecori leva conhecimento técnico ao SENAI Taguatinga em celebração ao Dia do Eletricista
- Corrida do futuro: hidrogênio acelera revolução sustentável no automobilismo mundial
Primeira Copa do Mundo FIA Extreme H, realizada na Arábia Saudita, mostra que o esporte a motor pode funcionar 100% livre de emissões com células de combustível de hidrogênio desenvolvidas pela AFC Energy. Corrida do futuro: hidrogênio acelera revolução sustentável no automobilismo mundial Um novo capítulo para o automobilismo sustentável De 9 a 11 de outubro de 2025, a cidade futurista de Qiddiya , na Arábia Saudita, foi palco de um marco histórico: a primeira edição da Copa do Mundo FIA Extreme H , competição totalmente movida a hidrogênio verde . Pela primeira vez, uma corrida internacional foi alimentada exclusivamente por sistemas de célula a combustível — sem diesel, sem gasolina e sem emissões de carbono. A iniciativa, que promete redefinir o futuro do automobilismo, é resultado de uma parceria entre a AFC Energy , empresa britânica especializada em soluções limpas de geração elétrica, e a TAMGO , distribuidora saudita de tecnologia energética presente em 17 países do Oriente Médio. Energia limpa em alta performance Enquanto a maioria dos grandes eventos esportivos ainda depende de geradores a diesel, o Extreme H mostrou que a eletricidade limpa pode dar conta do recado — mesmo sob o calor intenso do deserto. O coração da operação foi o sistema H-Power de 200 kW da AFC Energy, que utiliza hidrogênio para produzir eletricidade por meio de uma reação química silenciosa e eficiente, emitindo apenas vapor d’água e calor como subprodutos. O sistema foi apoiado por um banco de baterias de 145 kWh , garantindo energia estável e instantânea para todas as estruturas do evento: dos boxes e arquibancadas à iluminação noturna e transmissões ao vivo. “Demonstramos que é possível realizar um evento global de grande escala sem recorrer a combustíveis fósseis. É um avanço não só para o esporte, mas para toda a indústria de energia limpa”, afirmou um porta-voz da AFC Energy. Parceria estratégica e metas nacionais A TAMGO , integrante do Grupo Zahid — um dos maiores conglomerados industriais do Oriente Médio —, foi responsável pela instalação, calibração e operação dos sistemas durante o evento. Além de demonstrar a robustez das soluções da AFC Energy, a ação reforça os planos da Arábia Saudita de diversificar sua matriz energética e reduzir a dependência do petróleo, dentro das metas da Visão 2030 , programa nacional que busca consolidar o país como líder em tecnologias de baixo carbono. Da pista ao mundo real A iniciativa também reflete a evolução da série Extreme E , precursora do projeto, que desde 2021 utiliza células de combustível de hidrogênio para recarregar SUVs elétricos durante as corridas. Em apenas três anos, o percentual de energia proveniente do hidrogênio saltou para 80%, abrindo caminho para o formato 100% limpo da nova categoria Extreme H. A expectativa é que a experiência saudita sirva de modelo para outros setores , como eventos musicais, operações de mineração, construção civil e logística remota , onde o uso de geradores a diesel ainda é predominante. Um farol para o futuro das competições A estreia da FIA Extreme H é mais do que um espetáculo esportivo é uma vitrine tecnológica. O sucesso do evento reforça a confiança global no hidrogênio como combustível do futuro e coloca o Oriente Médio no centro da transição energética mundial. Especialistas acreditam que, nos próximos anos, o hidrogênio deve se tornar presença constante em eventos esportivos e industriais de grande escala, à medida que governos e empresas buscam reduzir emissões e acelerar a descarbonização. Conclusão O fim de semana em Qiddiya pode ter marcado apenas o início de uma nova era: a do automobilismo de emissão zero . E, mais do que isso, simboliza como inovação, colaboração e energia limpa podem andar ou melhor, correr lado a lado rumo a um futuro sustentável. Corrida do futuro: hidrogênio acelera revolução sustentável no automobilismo mundial
- Treinamento gratuito para empreendedores de energia solar acontece em Uberlândia no dia 24 de outubro
Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa SolaX Power Foto: Os participantes terão treinamento prático para conhecer e entender o funcionamento dos equipamentos de armazenamento de energia Os profissionais que empreendem no setor de energia solar na região do Triângulo Mineiro terão a oportunidade de atualizar conhecimentos acerca das mais modernas soluções disponíveis no mercado mundial para armazenamento de energia. O treinamento gratuito promovido pela SolaX Power acontece no dia 24 de outubro, a partir das 13h30, no SolaX Center – centro de treinamento da multinacional, localizado na rua Silviano Brandão, 98 – Fundinho – Uberlândia. A capacitação, que engloba conceitos teóricos e práticos, será conduzida pelo time da SolaX - Gilberto Camargos e Matheus Henrique Marconi. Vale destacar que o espaço conta com equipamentos modernos que poderão ser explorados pelos participantes. As inscrições podem ser efetuadas no link do Instagram Treinamento Uberlândia Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Treinamento gratuito para empreendedores de energia solar acontece em Uberlândia no dia 24 de outubro
- INEL alerta para momento decisivo no setor elétrico e defende fortalecimento da geração distribuída e do armazenamento de energia
Em entrevista exclusiva ao EnergyChannel , o presidente do Instituto Nacional de Energia Limpa (INEL), Héber Galarce, fala sobre a Medida Provisória 1304/2025, os desafios da matriz elétrica brasileira e o papel das fontes renováveis na modicidade tarifária e autonomia do consumidor. O setor elétrico brasileiro vive um ponto de inflexão. Em meio a debates sobre a reorganização de encargos e o equilíbrio tarifário, o presidente do Instituto Nacional de Energia Limpa (INEL), Héber Galarce , afirmou ao EnergyChannel que o país precisa acelerar a transição para um modelo mais moderno, descentralizado e compatível com o avanço das fontes renováveis. Durante o bate-papo conduzido por Ricardo Honório , Galarce destacou que a Medida Provisória 1304/2025 , atualmente em discussão no Congresso Nacional, representa uma oportunidade para corrigir distorções históricas do setor. “A proposta busca reorganizar encargos e reduzir o peso tarifário para o consumidor. É uma tentativa de promover a modicidade tarifária, algo que já deveria ter sido iniciado há mais tempo”, observou. O desafio de um sistema ainda centralizado Para o presidente do INEL, o modelo elétrico brasileiro ainda carrega características de um sistema antigo e centralizado , que precisa se adaptar à nova realidade tecnológica. “Vivemos o sucesso da geração distribuída e das renováveis, mas ainda enfrentamos gargalos estruturais encargos crescentes, subsídios cruzados e desequilíbrios na tarifa final. O consumidor sente isso diretamente no bolso”, afirmou. Segundo Galarce, o setor elétrico precisa acompanhar o ritmo das inovações , especialmente em armazenamento de energia . “O Brasil é abundante em sol e ventos. Temos uma vantagem competitiva natural que não pode ser desperdiçada. A geração solar e eólica são fontes limpas, baratas e descentralizadas — elas empoderam o consumidor e reduzem o custo da energia”, ressaltou. Mini e microgeração sob ataque injusto Galarce também alertou para tentativas de atribuir à geração distribuída a responsabilidade por eventuais desequilíbrios no sistema elétrico, como o curtailment (redução forçada da geração).“É incorreto culpar a mini e microgeração por problemas de transmissão ou pela sobreoferta de energia. Esses desafios vêm da falta de planejamento e da lentidão das grandes obras de infraestrutura. A GD representa hoje cerca de 6% da matriz elétrica e tem sido uma aliada da eficiência energética e da modicidade tarifária”, defendeu. Cenário e perspectivas Na avaliação do presidente do INEL, o Brasil vive um paradoxo: uma matriz sobreofertada de energia , mas que ainda não consegue converter esse excedente em competitividade econômica.“Precisamos criar consumo e oportunidades. Políticas como a dos data centers e a neoindustrialização verde poderiam impulsionar a demanda e agregar valor à nossa energia limpa. Poderíamos até exportar produtos com selo verde”, sugeriu. Sobre o andamento da MP 1304, Galarce destacou a importância da condução técnica do debate pelos senadores Eduardo Braga e Fernando Coelho Filho , ambos ex-ministros de Minas e Energia. “O texto final deve buscar equilíbrio. Em Brasília, o ideal nem sempre é possível, mas é essencial que a proposta final alivie a conta de luz para o consumidor e preserve os avanços das renováveis”, afirmou. Compromisso com a transição limpa Encerrando o diálogo, o presidente do INEL reforçou o compromisso da instituição com a defesa da geração limpa, descentralizada e acessível . “O INEL está em Brasília para garantir que as energias renováveis — especialmente a solar — continuem crescendo de forma sustentável e justa. Estamos olhando para o futuro, e o futuro é da energia limpa”, concluiu. 📍 Acompanhe mais entrevistas e análises exclusivas sobre o setor energético no EnergyChannel. Deixe seu comentário e participe da discussão sobre o futuro da energia limpa no Brasil. INEL alerta para momento decisivo no setor elétrico e defende fortalecimento da geração distribuída e do armazenamento de energia INEL alerta para momento decisivo no setor elétrico e defende fortalecimento da geração distribuída e do armazenamento de energia
- Armazenamento de Energia: Masterclass de Silvia Resende aprofunda tendências e desafios do novo sistema elétrico brasileiro
Disponível online com acesso por um ano, o curso reúne temas essenciais sobre o papel do armazenamento na transição energética, com foco em tecnologias BESS, regulação e segurança no Brasil e no mundo. Armazenamento de Energia: Masterclass de Silvia Resende aprofunda tendências e desafios do novo sistema elétrico brasileiro O armazenamento de energia deixou de ser uma promessa e passou a ocupar um papel estratégico na transição do setor elétrico global. No Brasil, o tema ganha cada vez mais espaço entre profissionais e empresas que buscam compreender e atuar na nova dinâmica do sistema elétrico marcada pela descentralização, digitalização e integração de fontes renováveis. Foi com esse propósito que a especialista Silvia Resende , referência em Armazenamento de Energia , ministrou uma Masterclass exclusiva sobre o tema. O conteúdo completo está disponível em formato online, com acesso liberado por um ano , e oferece uma imersão inédita nas principais tendências e desafios do setor. A formação foi estruturada em sete módulos, que percorrem desde a análise do setor elétrico brasileiro até o dimensionamento de sistemas com baterias BESS (Battery Energy Storage Systems) . O programa inclui: Parte 1 – O Setor Elétrico Brasileiro: panorama atual e perspectivas da transição energética. Parte 2 – BESS ao Redor do Mundo: casos de sucesso, aplicações e modelos de negócio internacionais. Parte 3 – O Papel do BESS na transformação do Setor Elétrico Brasileiro: oportunidades e desafios locais. Parte 4 – Conceitos Técnicos e Tecnologias de Armazenamento: fundamentos essenciais e inovações. Parte 5 – Regulação e Legislação no Brasil: avanços normativos e o papel das políticas públicas. Parte 6 – Segurança e Normas Técnicas: diretrizes para projetos e operação segura de sistemas. Parte 7 – Dimensionamento de Sistemas com BESS: metodologias e ferramentas práticas. Segundo Vitor de Oliveira , o curso faz parte de uma missão maior: conectar pessoas, conhecimento e propósitos dentro do setor energético. “Trabalhei em grandes player's de Operação e Manutenção, como Siemens, Siemens Energy, Brasol e Loop, e pude ver de perto como o armazenamento está transformando a operação das usinas e a gestão de ativos. Criamos a Ellun Energia justamente para democratizar esse conhecimento e preparar novos profissionais para essa revolução”, afirma Oliveira. Com um portfólio que ultrapassa 800 MWp em usinas fotovoltaicas entre Geração Distribuída e Centralizada, o especialista reforça que o armazenamento de energia será o próximo vetor de crescimento da matriz elétrica brasileira. A Masterclass de Silvia Resende surge, portanto, como uma ponte entre teoria e prática , oferecendo aos participantes uma visão integrada das tecnologias, normas e oportunidades que moldam o futuro do setor. Armazenamento de Energia: Masterclass de Silvia Resende aprofunda tendências e desafios do novo sistema elétrico brasileiro
- Tóquio lança primeiro título de resiliência climática do mundo e inaugura nova era para as finanças verdes
O Governo Metropolitano de Tóquio anunciou a emissão do TOKYO Resilience Bond , o primeiro título financeiro do mundo certificado especificamente para projetos de adaptação e resiliência climática . A iniciativa marca um passo inédito na agenda global de sustentabilidade, ampliando o papel dos mercados de capitais na proteção de cidades contra eventos climáticos extremos. Tóquio lança primeiro título de resiliência climática do mundo e inaugura nova era para as finanças verdes A certificação foi concedida pela Climate Bonds Initiative (CBI) sob os novos Critérios e Taxonomia de Resiliência , que pela primeira vez reconhecem projetos voltados à adaptação e não apenas à mitigação de emissões como elegíveis para títulos climáticos. A verificação independente foi conduzida pela Rating and Investment Information, Inc. (R&I) . Uma resposta urbana às ameaças do clima Com mais de 14 milhões de habitantes e vulnerabilidade crescente a tufões, inundações e tempestades, Tóquio busca transformar seu modelo de infraestrutura urbana. O novo título destinará recursos a obras estratégicas de proteção costeira , modernização de sistemas fluviais , reforço de barreiras contra tempestades e instalações subterrâneas para redes elétricas , reduzindo riscos de colapso durante eventos extremos. Os investimentos também contemplam o fortalecimento de portos e ilhas periféricas , que enfrentam impactos diretos do aumento do nível do mar e da intensificação de tempestades. Segundo autoridades locais, o plano combina engenharia avançada e planejamento urbano de longo prazo, criando uma base de resiliência estrutural para a cidade. Um novo capítulo para o mercado de títulos sustentáveis A iniciativa de Tóquio é considerada um marco global nas finanças climáticas . Historicamente voltado a projetos de mitigação como energia renovável e eficiência energética o Climate Bonds Standard agora se expande oficialmente para financiar soluções de adaptação , criando uma ponte entre os riscos climáticos e a gestão financeira urbana. Na prática, a nova certificação abre espaço para que governos e empresas de todo o mundo acessem o mercado de capitais verdes com foco na resiliência climática , atraindo investidores interessados em apoiar soluções de proteção ambiental e social. Um modelo global de referência Especialistas apontam que o TOKYO Resilience Bond pode servir de modelo para outras metrópoles que buscam integrar sustentabilidade e segurança climática em suas políticas financeiras. Com isso, Tóquio se posiciona como líder mundial em inovação climática urbana , sinalizando que o futuro das finanças sustentáveis vai muito além da redução de emissões e passa pela capacidade de resistir e se adaptar aos impactos inevitáveis do aquecimento global. Tóquio lança primeiro título de resiliência climática do mundo e inaugura nova era para as finanças verdes
- Sungrow celebra a resiliência gaúcha e reforça compromisso com a sustentabilidade no reencontro da Intersolar em Porto Alegre
Líder mundial em inversores e sistemas de armazenamento de energia, a Sungrow anuncia participação na Intersolar Sul 2025, marcando o retorno do evento à capital gaúcha. Sungrow celebra a resiliência gaúcha e reforça compromisso com a sustentabilidade no reencontro da Intersolar em Porto Alegre Rio Grande do Sul, 21 de outubro de 2025 A Sungrow, líder global em inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia, confirma sua presença na Intersolar Summit Brasil Sul 2025, que acontece nos dias 28 e 29 de outubro, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre (RS). Com um dos principais estandes da feira, a empresa reunirá seu time completo de Service, Engenharia, Comercial e Marketing, reforçando o compromisso da marca com a proximidade junto aos integradores, parceiros e clientes. Durante o evento, a Sungrow apresentará novos inversores, soluções híbridas e sistemas de armazenamento, com foco em eficiência, conectividade e sustentabilidade. A edição de 2025 da Intersolar Summit Brasil Sul marca também um momento especial para o setor e para o estado. Originalmente prevista para ocorrer em 2024, a realização do evento em Porto Alegre simboliza a retomada da capital gaúcha após o impacto das enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul no ano passado. O retorno da Intersolar ao estado reforça o papel estratégico do Rio Grande do Sul na transição energética brasileira e sua vocação para o desenvolvimento sustentável, especialmente no agronegócio e na geração distribuída. Para a Sungrow, participar desta edição representa mais do que uma oportunidade de apresentar novas soluções — é uma forma de estar próxima de uma região que demonstra, mais uma vez, sua força, resiliência e protagonismo na expansão da energia solar no país. “Ver Porto Alegre novamente sediando um evento dessa importância é um símbolo de reconstrução e de confiança no potencial do Sul do Brasil”, destaca Samuel Costa, Marketing Manager da Sungrow no Brasil. “O estado tem papel decisivo no avanço da energia solar e na adoção de soluções de armazenamento e hibridização que tornam o sistema energético mais seguro e sustentável.” Sungrow celebra a resiliência gaúcha e reforça compromisso com a sustentabilidade no reencontro da Intersolar em Porto Alegre Mercado solar em ascensão e oportunidades no agro O setor solar brasileiro segue em ritmo acelerado e consolidado como um dos motores da transição energética nacional. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o país superou a marca de 55 gigawatts (GW) de potência instalada operacional em 2025 — um acréscimo de 1,6 GW apenas neste ano. Sungrow celebra a resiliência gaúcha e reforça compromisso com a sustentabilidade no reencontro da Intersolar em Porto Alegre Desse total, 37,6 GW são provenientes da geração própria distribuída, instalada em telhados e pequenos sistemas de mais de cinco milhões de imóveis, enquanto 17,6 GW correspondem às grandes usinas solares conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A fonte solar já é a segunda maior da matriz elétrica brasileira, representando 22,2% da capacidade total e evitando a emissão de 66,6 milhões de toneladas de CO₂ na geração de eletricidade. No Rio Grande do Sul, anfitrião do evento, o crescimento é notável: o estado é o quarto com maior base instalada de energia fotovoltaica, além de referência em inovação no uso de fontes renováveis, fator estratégico com a utilização de inversores em usinas solares e armazenamento de energia para mitigar os impactos climáticos e a falta de infraestrutura de energia para fortalecer o desenvolvimento sustentável regional principalmente no agronegócio, setor em que o estado um dos principais destaques. Mesmo diante de impactos climáticos recentes, o Rio Grande do Sul manteve protagonismo na produção nacional de grãos, carnes e lácteos. O Estado segue líder na produção de arroz, soja e milho, com expectativa de recuperação após perdas recentes, e se consolida entre os maiores produtores de carne bovina, suína e de frango, além de leite, reforçando seu papel como um dos principais fornecedores de proteínas do país. O agro segue como principal motor da economia gaúcha, respondendo por cerca de 40% do Produto Interno Bruto estadual, segundo dados da revista Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2025. Destaques do estande da Sungrow na Intersolar Sul Durante o evento, a Sungrow apresentará um espaço de design moderno e funcional, com cerca de 15 m², projetado para oferecer uma experiência imersiva e interativa aos visitantes. O estande refletirá os valores da marca — inovação, sustentabilidade e proximidade — em um ambiente que convida à troca de conhecimento e à conexão entre profissionais do setor solar. O público poderá explorar as principais soluções da Sungrow de forma prática, com demonstrações ao vivo de inversores, sistemas híbridos e baterias, além de painéis informativos e displays interativos que detalham as tecnologias da empresa em operação no Brasil e no mundo. Para os integradores e parceiros, o espaço contará com uma sala de reunião exclusiva, onde serão realizadas conversas técnicas, alinhamentos estratégicos e apresentações de projetos, aproximando ainda mais o time Sungrow das demandas regionais. Haverá também momentos dedicados ao relacionamento com o time Comercial e de Engenharia, permitindo que os visitantes recebam orientações personalizadas sobre soluções e aplicações para diferentes perfis de projeto — do residencial ao de grande porte. Na Intersolar Sul, o estande da Sungrow também se transforma em um verdadeiro QG para os distribuidores, oferecendo um espaço estratégico para negócios, networking e troca de experiências. Mais do que uma vitrine de soluções em energia solar e armazenamento, o ambiente foi pensado para fortalecer parcerias e conexões que impulsionam o crescimento sustentável do setor. Além das atividades conduzidas pelo time de Service, que compartilhará boas práticas de instalação, manutenção e monitoramento via plataforma iSolarCloud, o estande oferecerá ações de engajamento e brinde especial, incluindo um copo comemorativo personalizado em celebração à retomada da Intersolar em Porto Alegre e à parceria com o mercado do Sul do Brasil. “Com esse conceito, a Sungrow transforma seu estande em um ponto de encontro estratégico para profissionais, integradores, distribuidores e clientes, reafirmando sua presença como uma das marcas mais próximas e inovadoras do setor de energia solar”, ressalta Eduardo Martinesco, Marketing Analyst da Sungrow. Entre os principais lançamentos e destaques tecnológicos estão: 🔹 Microinversor S2500S-L Novo modelo de 2,5 kW com quatro MPPTs independentes e corrente de 18 A, ideal para projetos residenciais e comerciais. Configuração com um clique via aplicativo iSolarCloud Operação estável até 80°C sem redução de potência Transmissão de dados 24h e sinal de comunicação ampliado 🔹 Linha de inversores híbridos MGRL Equipamentos monofásicos de 5 a 10 kW desenvolvidos para maximizar o autoconsumo e garantir backup automático em caso de interrupção de energia. Compatíveis com baterias de chumbo-ácido e lítio, os novos inversores possibilitam operação off-grid, tempo de comutação inferior a 4 ms e instalação simplificada, sendo ideais para diferentes aplicações residenciais e comerciais. Sungrow: crescimento regional e liderança global A Sungrow segue em trajetória de crescimento acelerado no Brasil e em todo o mundo. No primeiro semestre de 2025, a companhia registrou aumento de 40% na receita global, impulsionado pelo avanço de 120% no segmento de armazenamento de energia (BESS) — resultado que consolidou a empresa como o maior exportador mundial de soluções de armazenamento no período. Na América Latina, a Sungrow ultrapassou 25 GW em equipamentos comercializados, sendo 70% no Brasil, o que representa um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. Segundo o relatório mais recente da ePowerBay (jan/2025), a empresa mantém a liderança no mercado solar brasileiro, com 10 GW de capacidade instalada. “Estamos em um momento decisivo para o setor solar brasileiro, que vive o amadurecimento da geração distribuída e enfrenta desafios como o curtailment e o fluxo reverso. As soluções de armazenamento surgem como caminho natural para garantir estabilidade e previsibilidade ao crescimento da energia solar no país”, diz Samuel Costa. Com mais de oito anos de atuação no país, a Sungrow conta com estrutura própria de suporte técnico, engenharia, comissionamento, pós-venda e warehouses locais, garantindo agilidade logística e atendimento especializado em todo o território nacional. Compromisso com inovação e sustentabilidade Atualmente, a Sungrow possui capacidade produtiva mundial de 75 GWh/ano em sistemas de armazenamento de energia (ESS), com expansão em curso para 110 GWh. Toda a produção é centralizada na moderna planta de Hefei, na China, um dos maiores polos de manufatura avançada de energia limpa do mundo. A companhia utiliza tecnologia de íon-lítio (LFP) em seus sistemas, reconhecida pela segurança, durabilidade e eficiência energética. Cada etapa da produção é desenvolvida internamente, desde módulos e racks até sistemas de gestão de baterias (BMS) e integração com conversores de energia (PCS). “O setor de energia solar na América Latina tem se mostrado cada vez mais dinâmico e estratégico. O Brasil é o epicentro desse crescimento e a Intersolar Sul é o ambiente ideal para reforçarmos nossa presença e o compromisso com um futuro energético sustentável”, conclui o Marketing Manager da Sungrow Sobre a Intersolar Summit Brasil Sul 2025 Organizada pela Solar Promotion International e Aranda Eventos, a Intersolar Sul deverá reunir mais de 2 mil visitantes, 60 expositores e 350 congressistas em uma área de 4.000 m², com 25 palestras e painéis técnicos sobre energia solar, armazenamento e sustentabilidade. O evento se consolida como o principal encontro do setor no Sul do país. Sobre a Sungrow A Sungrow, líder mundial em tecnologia de energia renovável, é pioneira em soluções de energia sustentável há mais de 28 anos. Até junho de 2025, a Sungrow havia instalado 870 GW de conversores eletrônicos de energia ao redor do mundo. A empresa é reconhecida como a mais rentável do mundo em inversores fotovoltaicos e armazenamento de energia (BloombergNEF). Suas inovações impulsionam projetos de energia limpa globalmente, apoiadas por uma rede de 520 pontos de serviço que garantem uma excelente experiência ao cliente. Na Sungrow, estamos comprometidos em construir pontes para um futuro sustentável por meio de tecnologia de ponta e serviço sem precedentes. Para mais informações, visite: www.sungrowpower.com Sungrow celebra a resiliência gaúcha e reforça compromisso com a sustentabilidade no reencontro da Intersolar em Porto Alegre
- Energia solar e armazenamento de energia conecta comunidades remotas Amazônia peruana
Um projeto inovador de energia solar está levando eletricidade e conectividade a regiões isoladas da floresta amazônica peruana. A iniciativa, conduzida pelo parceiro Hinversolar SRL com tecnologia Fox ESS, leva sistemas solares totalmente off-grid a comunidades indígenas próximas de Pucallpa, onde não existe infraestrutura elétrica. Energia solar e armazenamento de energia conecta comunidades remotas Amazônia peruana Os sistemas instalados incluem inversores da série H1 de 5kW e baterias EP5 de 5.18kWh, garantindo energia confiável para uso doméstico, escolar e para acesso à internet via satélite uma ferramenta fundamental para educação e comunicação em áreas remotas. Além de eletrificação, o projeto apoia programas locais de reflorestamento, contribuindo para a recuperação de áreas afetadas por incêndios florestais. Energia solar e armazenamento de energia conecta comunidades remotas Amazônia peruana O desafio logístico foi significativo: as soluções solares percorreram cerca de 17.000 km desde a fábrica da Fox ESS em Wenzhou, na China, enfrentando dificuldades típicas de transporte e instalação em regiões de difícil acesso. Ainda assim, a iniciativa comprova a viabilidade de tecnologias off-grid de alta performance e destaca o potencial da energia renovável como agente de transformação social e ambiental. Energia solar e armazenamento de energia conecta comunidades remotas Amazônia peruana Segundo os envolvidos, projetos como este demonstram que a eletrificação sustentável pode gerar impactos duradouros, conectando comunidades isoladas e fortalecendo iniciativas de preservação ambiental. *Palavras-chave SEO sugeridas:* energia solar, comunidades amazônicas, off-grid, FoxESS, reflorestamento, Pucallpa, Peru, energia renovável, baterias EP5, inversores da série H1 de 5 kW Energia solar e armazenamento de energia conecta comunidades remotas Amazônia peruana
- Governo ajusta meta de biometano e estabelece transição gradual para 2026
Em resposta a alertas da indústria sobre oferta limitada e impactos nos preços, o governo federal definiu uma meta mais conservadora para o mandato de biometano que começará em 2026. Governo ajusta meta de biometano e estabelece transição gradual para 2026 A obrigatoriedade de incorporação do gás renovável ao gás natural comercializado no país terá início em 0,25%, abaixo do 1% previsto inicialmente, segundo fontes do EnergyChannel. O mandato, instituído pela Lei do Combustível do Futuro, tornará obrigatória a presença do biometano no gás fóssil a partir de janeiro de 2026. O cumprimento da meta será monitorado por certificados de origem (CGOB), e a expectativa é que o percentual aumente progressivamente, podendo chegar a até 10% nos próximos anos. Na última sexta-feira (17/10), o Ministério de Minas e Energia (MME) abriu uma consulta pública para discutir detalhes do programa. Grandes consumidores, como a Yara, alertaram que a meta inicial de 1% poderia pressionar o preço do biometano, ainda escasso no país, e gerar desafios logísticos, já que a produção do gás renovável é pulverizada. Para ampliar a oferta, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) incluiu a construção de dois hubs de injeção de biometano na malha de gasodutos como prioridade dentro do plano nacional de expansão do gás. Enquanto algumas empresas, como a Ultragaz, consideram viável atingir 1% desde o início, defendem regras de transição que facilitem a adaptação ao novo mercado. A Petrobras, maior produtora e importadora de gás do Brasil, também sugeriu um período de transição. Angelica Laureano, diretora de Transição Energética da estatal, destacou que iniciar a obrigatoriedade apenas em meados do ano seguinte poderia ser mais confortável para o setor. Recentemente, a estatal abriu chamada pública para aquisição de biometano, mas a resposta do mercado foi considerada insuficiente. A Petrobras avalia, ainda, atuar na produção de biometano, em parceria com projetos de etanol e aterros sanitários, com expectativa de anúncios já no segundo trimestre de 2026. O governo e o setor agora buscam equilibrar a expansão do biometano com a sustentabilidade do mercado, garantindo que o gás renovável se consolide sem gerar rupturas ou elevação abrupta de preços. Governo ajusta meta de biometano e estabelece transição gradual para 2026
- Setor de energia eólica enfrenta impactos na cadeia produtiva com oportunidades em data center's, tema será debatido no Brazil Windpower 2025
Abertura do evento reunirá Elbia Gannoum (ABEEólica), Laura Porto (ABEEólica), Ben Backwell (GWEC), Rafael Munilla Muñoz (Ocean Winds), Luciana Costa (BNDES), Hugo Leal (Câmara dos Deputados) e os governadores Jerônimo Rodrigues (Bahia) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte) Setor de energia eólica enfrenta impactos na cadeia produtiva com oportunidades em data center's, tema será debatido no Brazil Windpower 2025 São Paulo, 21 outubro de 2025 Após um ciclo de crescimento acelerado, o setor de energia eólica brasileiro vive um momento de inflexão. Em 2024, a instalação de novas usinas somou 3,3 GW uma queda de 31% em relação ao ano anterior, segundo dados da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias). A redução da demanda, aliada aos cortes de geração (curtailment) e à desaceleração econômica, impactou a cadeia produtiva e levou ao fechamento de fábricas de componentes. Em meio a esse cenário desafiador, o Brazil Wind Power 2025, maior evento de energia eólica da América Latina, organizado pela Informa Market's e pela ABEEólica, reunirá de 28 a 30 de outubro, no São Paulo Expo, lideranças do setor público e privado para discutir os caminhos da retomada. A conferência será marcada por debates sobre novas demandas de energia como a expansão dos data center's, regulamentação da eólica offshore e segurança regulatória rumo à COP30. A abertura contará com Elbia Gannoum, presidente executiva da ABEEólica e enviada especial para Energia da COP30; Laura Porto, presidenta do Conselho da ABEEólica; Ben Backwell, CEO do Global Wind Energy Council (GWEC); Rafael Munilla Muñoz, Chief Business Development Officer da Ocean Winds; Luciana Costa, diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES; Hugo Leal, deputado federal; além dos governadores Jerônimo Rodrigues (Bahia) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte). “Vivemos um momento de ajustes e reposicionamento, mas também de oportunidades”, afirma Elbia Gannoum, presidente executiva da ABEEólica. “A transição energética precisa ser entendida como um bom negócio não apenas uma pauta ambiental, mas uma alavanca de crescimento econômico e de competitividade para o país.” Segundo a executiva, novas frentes estão se abrindo com a demanda crescente por energia de data centers e indústrias intensivas em eletricidade. “Estamos em 2025 e estou retomando meus contratos, principalmente com data centers. Esse será um vetor importante de demanda para os próximos anos”, destaca Elbia. A COP30, que será sediada no Brasil, representa uma oportunidade para o país consolidar sua liderança em energia renovável e definir estratégias concretas de descarbonização. O Brazil Wind Power 2025 será o principal ponto de convergência entre o setor eólico e a agenda climática global, articulando governos, empresas e instituições financeiras em torno de soluções práticas. “O Brasil chega à COP30 com o desafio de transformar seu potencial em resultados. A energia eólica é um dos nossos maiores ativos estratégicos”, conclui Elbia Gannoum. Brazil Windpower O Brazil Windpower é co-organizado pela Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica), pelo Global Wind Energy Council (GWEC) e pela Informa Markets, e deve reunir milhares de profissionais de toda a cadeia produtiva da energia renovável. Mais informações e inscrições: www.brazilwindpower.com.br Setor de energia eólica enfrenta impactos na cadeia produtiva com oportunidades em data center's, tema será debatido no Brazil Windpower 2025











