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- Google aposta em usina de gás com captura de carbono para sustentar a próxima geração de data center's
Nova parceria com a I Squared Capital e a Low Carbon Infrastructure marca o primeiro investimento do Google em uma planta energética com tecnologia CCS nos Estados Unidos, combinando confiabilidade elétrica e neutralidade climática. Google aposta em usina de gás com captura de carbono para sustentar a próxima geração de data centers O Google deu mais um passo ousado na transição energética do setor digital. A gigante da tecnologia anunciou uma parceria com a I Squared Capital e sua subsidiária Low Carbon Infrastructure (LCI) para desenvolver uma usina de gás natural equipada com tecnologia de captura e armazenamento de carbono (CCS) nos Estados Unidos um projeto inédito para o portfólio da empresa. Batizada de Broadwing Energy , a nova planta será construída na cidade de Decatur, Illinois , dentro de uma unidade existente da Archer Daniels Midland (ADM). Com capacidade de geração superior a 400 MW , a usina promete capturar cerca de 90% do CO₂ emitido e armazenar o gás em formações geológicas profundas, a mais de 1,6 km do subsolo, em instalações licenciadas pela Agência de Proteção Ambiental (EPA). De acordo com o Google, a maior parte da energia produzida pela Broadwing será destinada à operação de seus centros de dados de alto desempenho , que vêm demandando volumes crescentes de eletricidade devido à expansão da inteligência artificial e de serviços em nuvem. A expectativa é que o projeto entre em operação comercial em 2030 , tornando-se uma vitrine global para o uso de CCS em larga escala no setor energético corporativo. Um novo capítulo na estratégia de energia limpa do Google Embora o Google tenha sido um dos pioneiros no uso de energia renovável para data center's com mais de 22 GW contratados desde 2010, o avanço da IA e o aumento da demanda por processamento estão levando a empresa a buscar soluções híbridas que combinem segurança energética e neutralidade de carbono. Em seu relatório ambiental mais recente, a companhia reconheceu que atingir emissões líquidas zero até 2030 será um desafio maior do que o previsto, devido à velocidade limitada de implantação de tecnologias livres de carbono e ao consumo crescente de energia impulsionado pela IA. A aposta na captura e armazenamento de carbono reflete, portanto, uma mudança de paradigma : não apenas consumir energia renovável, mas criar novas infraestruturas capazes de neutralizar emissões diretamente na geração . “Nosso objetivo é acelerar o desenvolvimento de soluções promissoras de captura de carbono, aplicando a mesma mentalidade de inovação rápida que usamos em outras tecnologias energéticas”, afirmou Michael Terrell , chefe global de Energia Avançada do Google. “A parceria com a LCI nos permitirá testar e aprimorar o desempenho, a eficiência e a economia desses sistemas em escala real.” Energia limpa, empregos e inovação local Além do potencial climático, a Broadwing Energy é vista como um catalisador para investimentos regionais e geração de empregos em Illinois. O projeto deve atrair fornecedores locais e profissionais especializados em engenharia, operação e manutenção de sistemas de captura e armazenamento. Para Jonathan Wiens , CEO da Low Carbon Infrastructure, o empreendimento mostra que o CCS “já é comercialmente viável e pode coexistir com a confiabilidade de uma planta térmica tradicional”. “Estamos provando que é possível oferecer energia acessível e estável, ao mesmo tempo em que impulsionamos o desenvolvimento econômico e a descarbonização industrial”, disse Wiens. O diretor global da I Squared Capital, Gautam Bhandari , destacou que a iniciativa “demonstra o poder da colaboração entre capital privado, tecnologia e demanda corporativa por energia limpa” uma equação que poderá definir a próxima década da transição energética global. Energia limpa e dados verdes: o equilíbrio do futuro Com esta nova parceria, o Google reforça seu papel de laboratório vivo da descarbonização digital , testando tecnologias que poderão se tornar padrão em data centers de alto consumo ao redor do mundo. A Broadwing Energy, ao unir gás natural e captura de carbono, simboliza uma etapa de transição uma ponte tecnológica entre o presente e o futuro totalmente livre de emissões. Tags SEO sugeridas: Google energia limpa, captura de carbono, CCS, Broadwing Energy, data centers sustentáveis, descarbonização digital, energia de baixo carbono, I Squared Capital, Low Carbon Infrastructure, tecnologia e sustentabilidade. Google aposta em usina de gás com captura de carbono para sustentar a próxima geração de data centers
- Sigenergy revoluciona o cuidado com sistemas de energia com o SigenCare: inteligência e confiabilidade em toda a jornada do usuário
A transição energética global avança em ritmo acelerado. A combinação entre energia solar e armazenamento se consolida como um dos pilares da nova matriz energética, abastecendo residências, empresas e comunidades inteiras. Mas o sucesso dessa transformação depende de mais do que tecnologia de ponta. Um fator essencial e muitas vezes esquecido é o serviço . Sigenergy revoluciona o cuidado com sistemas de energia com o SigenCare: inteligência e confiabilidade em toda a jornada do usuário É justamente nesse ponto que a Sigenergy está redefinindo o padrão do setor. Com o SigenCare , a empresa apresenta um novo ecossistema de atendimento inteligente, projetado para garantir desempenho contínuo, transparência e valor duradouro durante todo o ciclo de vida dos sistemas de energia. De manutenção reativa à inteligência preditiva Historicamente, o serviço de pós-venda em energia sempre foi reativo: falhas eram detectadas tarde demais, o nível técnico dos instaladores variava e os processos careciam de transparência. O resultado era previsível tempo de inatividade, usuários insatisfeitos e menor eficiência operacional. O SigenCare propõe uma abordagem completamente nova. Com base em inteligência artificial, análise de dados e monitoramento em tempo real , o sistema antecipa problemas, otimiza o desempenho e transforma o cuidado com sistemas de energia em uma experiência inteligente e proativa. Seis dimensões de proteção inteligente O SigenCare oferece um modelo de proteção completa, estruturado em seis dimensões principais que atuam de forma integrada para maximizar a confiabilidade e o rendimento dos sistemas: Monitoramento 24/7 com precisão avançada – O sistema realiza mais de 200 inspeções contínuas, com até 95% de precisão. Isso permite identificar e resolver anomalias antes que elas impactem a operação. Avaliação de saúde multidimensional – Cada sistema recebe uma pontuação detalhada em seis categorias: confiabilidade da configuração, condições ambientais, saúde das baterias, estabilidade de rede, desempenho financeiro e integridade dos equipamentos. O resultado é um diagnóstico claro e intuitivo sobre o estado geral da instalação. Otimização com um clique – Manutenções complexas agora podem ser feitas remotamente e de forma instantânea. Com apenas um clique, o usuário ou instalador pode corrigir erros de medição, atualizar firmwares, ajustar fases e otimizar modos de operação, sem necessidade de visitas presenciais. Análise inteligente de desempenho e receita – Através de IA e big data, o SigenCare recomenda ajustes personalizados para aumentar a eficiência e a rentabilidade dos sistemas, como participar de usinas virtuais (VPPs), otimizar estratégias EMS ou ampliar módulos fotovoltaicos e baterias. Prevenção proativa de falhas – Mais de 30% dos problemas de hardware são detectados e resolvidos antes de afetarem o desempenho. Quando há necessidade de intervenção local, o instalador tem até sete dias para agir — e, caso o prazo seja ultrapassado, a própria Sigenergy assume o atendimento diretamente, reduzindo o tempo médio de parada em mais de quatro dias por ocorrência. Rede de instaladores certificados – Um sistema transparente de avaliação e treinamento garante que apenas profissionais de alto desempenho permaneçam credenciados. Isso padroniza a qualidade do serviço e aumenta a confiança dos usuários em todo o ecossistema. Um caso real de atendimento preventivo Em um dos casos monitorados, o SigenCare identificou uma temperatura anormal em um sistema instalado em um espaço fechado e com pouca ventilação. O alerta foi enviado automaticamente ao instalador, que realizou a visita, corrigiu a ventilação e normalizou a operação antes que qualquer dano ocorresse. O proprietário sequer havia notado o problema e o instalador destacou como o alerta inteligente economizou tempo e evitou riscos. Esse tipo de intervenção precoce não apenas preserva a vida útil do sistema , mas também garante retorno financeiro sustentável ao usuário. Construindo confiança através da tecnologia Mais do que uma ferramenta de suporte, o SigenCare representa uma nova filosofia de serviço na transição energética. Ao unir automação, inteligência artificial e capacitação profissional , a Sigenergy entrega uma experiência de confiança e eficiência contínua para usuários e parceiros. Com monitoramento constante, alertas preditivos e otimização inteligente, o SigenCare reduz paradas, protege investimentos e fortalece o ecossistema de energia limpa .Em última instância, o que a Sigenergy está oferecendo é mais do que um serviço é a base de uma relação de confiança entre pessoas e tecnologia , fundamental para acelerar o futuro da energia sustentável. Sigenergy revoluciona o cuidado com sistemas de energia com o SigenCare: inteligência e confiabilidade em toda a jornada do usuário
- Sustentabilidade deixa de ser discurso e vira estratégia de negócio no Brasil e na Europa
Empresas incorporam eficiência energética, IA e economia circular como pilares de competitividade; especialistas apontam que o futuro será moldado por tecnologia, transparência e descarbonização Sustentabilidade deixa de ser discurso e vira estratégia de negócio no Brasil e na Europa A sustentabilidade deixou de ser uma pauta periférica para se consolidar como um eixo estratégico de competitividade global. O movimento, que há alguns anos era visto como tendência, hoje é tratado como prioridade nas decisões empresariais — tanto na Europa, onde o avanço regulatório impulsiona a transição verde, quanto no Brasil, que passa por um processo acelerado de amadurecimento. Para Luís Amado, consultor de sustentabilidade na Europa, a transformação é irreversível. “A sustentabilidade, incluindo a eficiência energética, passou a ser considerada um fator fundamental de competitividade e não mais um tema marginal para boa imagem”, afirma. Ele destaca que, globalmente, empresas e governos estão comprometidos com metas de neutralidade de carbono até 2050, o que vem impulsionando a inovação em energias limpas e economia circular. Na visão do executivo, o consumidor é hoje o principal motor dessa mudança. “São as novas gerações, especialmente a Gen Z, que exigem transparência e responsabilidade ambiental. Essa pressão social se reflete nas cadeias produtivas e força as empresas a incorporarem práticas mais responsáveis em seus negócios.” Europa como referência O contexto europeu, segundo Amado, continua a servir de inspiração. Portugal, por exemplo, já tem uma matriz majoritariamente renovável e avança em projetos offshore e de hidrogênio verde. “O país tornou-se referência em transição energética, com metas claras e políticas estáveis que equilibram competitividade e descarbonização”, ressalta. O especialista também aponta que a digitalização e a inteligência artificial (IA) têm papel essencial nessa jornada. “A IA permite otimizar o consumo, prever demandas e reduzir desperdícios. Na Europa, ela é uma peça-chave para o avanço da mobilidade elétrica e da integração de fontes renováveis.” Entre as metas da União Europeia, está a redução do consumo de energia em 11,7% até 2030. Para atingir esse objetivo, a Europa aposta em smart grids , economia circular e reaproveitamento de calor industrial — estratégias que vêm transformando a gestão energética em um campo de inovação contínua. No Brasil, embora o processo seja mais recente, a direção é semelhante. “As empresas brasileiras perceberam que práticas sustentáveis atraem investidores, reduzem riscos regulatórios e fortalecem reputações”, observa Amado. O país também avança em regulamentações, como o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões e as exigências da CVM sobre métricas de carbono auditáveis, o que ajuda a combater o greenwashing e reforça a transparência. Para Rodrigo Lagreca, CEO da Energia das Coisas , o desafio brasileiro é transformar a inovação tecnológica em ganhos reais de eficiência. “Estamos vivendo uma nova revolução energética, em que sensores, IA e internet das coisas se tornam ferramentas essenciais para reduzir perdas, otimizar consumo e gerar energia de forma descentralizada”, afirma. Lagreca acredita que o mercado brasileiro reúne um potencial ímpar para liderar soluções de eficiência energética e sustentabilidade aplicada. “Temos uma matriz majoritariamente renovável e uma demanda crescente por automação e controle inteligente. A próxima década será decisiva para conectar o setor elétrico, o agronegócio e a indústria com base em dados e tecnologia limpa”, destaca. O empresário aponta que as startups têm papel crucial na transição, por serem mais ágeis e abertas à experimentação. “A inovação nasce da integração e o Brasil está num momento de amadurecimento regulatório e digital que favorece o surgimento de novos modelos de negócio sustentáveis.” A visão do setor elétrico Na avaliação de Lino Henrique Pedroni Junior, diretor de Planejamento, Controles e Compliance da CELESC, empresa pública de energia elétrica de Santa Catarina, o tema também ganhou protagonismo nas estratégias corporativas. “A sustentabilidade e a eficiência energética passaram a ser vistas como pilares de competitividade e resiliência. No setor elétrico, essas pautas estão cada vez mais integradas ao planejamento estratégico das empresas”, afirma Lino. Apesar da matriz brasileira ser mais limpa que a média mundial, Lino reconhece os gargalos: “Ainda há desafios importantes, como a modernização da infraestrutura, a digitalização da rede e a falta de incentivos robustos para inovação tecnológica”. Segundo o diretor, o setor privado tem avançado com metas de descarbonização, investimentos em mobilidade elétrica, geração distribuída e armazenamento de energia, além de adotar relatórios ASG mais estruturados. “Investimentos em eficiência energética e sustentabilidade geram retorno no médio e longo prazo, seja pela redução de custos operacionais, seja pela mitigação de riscos regulatórios e reputacionais”, ressalta. Para Luís Amado, o futuro da sustentabilidade será moldado por três eixos: transparência, padronização e tecnologia. “A IA, o desenvolvimento das energias renováveis, as redes inteligentes e a economia circular vão definir a próxima década. As empresas que não se adaptarem perderão competitividade e acesso a capital”, alerta. No Brasil, a tendência é de convergência entre digitalização, descentralização e descarbonização, como observa Lino. “A agenda de eficiência energética estará cada vez mais conectada à inclusão social e à inovação local, com projetos que gerem impacto ambiental e econômico ao mesmo tempo.” De Lisboa a Florianópolis, de startups a grandes corporações, a mensagem é clara: a sustentabilidade deixou de ser discurso e tornou-se estratégia de negócio. Como resume Luís Amado, “é possível e desejável fazer mais com menos. Isso é sustentabilidade”. Sustentabilidade deixa de ser discurso e vira estratégia de negócio no Brasil e na Europa
- Saft amplia sua presença na Ásia-Pacífico com projeto de 356 MWh em Taiwan
Novo sistema de armazenamento de energia em baterias (BESS) reforça a transição energética de Taiwan e consolida a parceria de longo prazo com a Foxwell Power Co. Saft amplia sua presença na Ásia-Pacífico com projeto de 356 MWh em Taiwan EnergyChannel Paris , 24 de outubro de 2025 – A Saft , subsidiária da TotalEnergies , anunciou a assinatura de um novo contrato com a Foxwell Power Co , parte do grupo Shinfox Energy, para fornecer um sistema de armazenamento de energia em baterias (BESS) de 356 MWh na cidade de Taichung, Taiwan . O projeto representa o maior contrato da Saft no país e marca o 11º projeto da empresa em território taiwanês , consolidando sua posição como parceira estratégica na região Ásia-Pacífico (APAC). O BESS de Taichung , composto por 108 contêineres modulares I-Shift de íon-lítio , oferecerá uma instalação compacta e de alta densidade energética , desempenhando papel essencial na estratégia de neutralidade de carbono de Taiwan até 2050 . O sistema atuará na regulação de frequência e no deslocamento de picos de geração renovável , contribuindo para a estabilidade e flexibilidade da rede elétrica nacional . Cibersegurança e inovação como diferenciais competitivos A segurança cibernética foi um dos principais critérios para a escolha da Saft pela Foxwell Power Co. A empresa francesa apresentou uma solução de controle de ponta, totalmente desenvolvida internamente na Europa , que combina hardware e software integrados do módulo ao sistema , incorporando inteligência artificial e certificação nos mais altos padrões internacionais de cibersegurança . “Este é o quinto projeto consecutivo com a Foxwell Power Co., e também o maior até o momento. Com ele, nossa capacidade instalada total em Taiwan ultrapassará 630 MWh, reforçando a confiança construída ao longo de anos de colaboração e resultados comprovados” , destacou Vincent Le Quintrec, Diretor de Vendas de ESS da Saft. A construção do sistema terá início no final de 2025 , com conclusão prevista para 2026 , reforçando o compromisso da Saft com o avanço das soluções de armazenamento de energia na Ásia. Sobre a Saft Com mais de 100 anos de experiência , a Saft é referência global em tecnologia de baterias avançadas para aplicações industriais críticas. Suas soluções atendem a setores como energia, transporte, defesa, telecomunicações e espaço, fornecendo energia confiável, durável e segura em ambientes terrestres, marítimos e aéreos. A empresa desenvolve e fabrica sistemas integrados de armazenamento que impulsionam indústrias e cidades mais inteligentes , além de garantir energia de backup em condições extremas , do Círculo Polar Ártico ao Deserto do Saara . A Saft é uma subsidiária integral da TotalEnergies , multinacional que atua de forma integrada em toda a cadeia de energia – incluindo petróleo, biocombustíveis, gás natural, hidrogênio verde, eletricidade e fontes renováveis . Saft – Energizing the world. www.saft.com Deseja que eu prepare também uma versão otimizada para publicação no EnergyChannel , com título SEO, intertítulos e parágrafo de abertura em tom jornalístico (não institucional)? Isso deixaria o texto pronto para o portal. Saft amplia sua presença na Ásia-Pacífico com projeto de 356 MWh em Taiwan
- Tribunal francês determina que TotalEnergies enganou consumidores com promessas climáticas
Paris, França – Um tribunal francês emitiu uma decisão histórica nesta quinta-feira contra a TotalEnergies, apontando que a gigante de energia fez alegações enganosas sobre seu compromisso com a transição energética e metas de neutralidade de carbono. A Justiça ordenou que a empresa remova diversas declarações de sustentabilidade de seu site, sob pena de multa diária. Tribunal francês determina que TotalEnergies enganou consumidores com promessas climáticas O caso foi iniciado em 2022 por Greenpeace França, Friends of the Earth França e Notre Affaire à Tous, com apoio da ONG ambiental ClientEarth. As organizações alegaram que a campanha da TotalEnergies, que se apresenta como “um ator central na transição energética” e com ambição de zerar emissões líquidas até 2050, cria uma imagem enganosa sobre a atuação real da empresa no combate à crise climática. Segundo o tribunal, essas alegações configuram práticas comerciais enganosas, pois podem induzir o consumidor a acreditar que a TotalEnergies está avançando de forma efetiva na redução de impactos ambientais, enquanto continua a investir em projetos de combustíveis fósseis. Jonathan White, advogado da ClientEarth, comentou: “Este julgamento envia um sinal claro para grandes empresas de petróleo e gás: declarar participação na transição energética, enquanto apoiam projetos fósseis, tem consequências legais.” A decisão judicial determina que a TotalEnergies: Remova de seu site declarações como “Nossa ambição é atingir a neutralidade de carbono até 2050” e “Somos um ator importante na transição energética”. Exiba um link em destaque para a decisão do tribunal. Pague € 8.000 a cada uma das organizações que moveram a ação, além de € 15.000 para custas judiciais. Cumpra a determinação em até um mês, sob multa diária de € 10.000 em caso de descumprimento. O tribunal, no entanto, rejeitou acusações relacionadas à promoção de gás natural como combustível de menor intensidade de carbono e do uso de biocombustíveis como alternativa de baixo carbono. Em resposta, a TotalEnergies afirmou que reconhece a decisão e destacou que “a sentença não se aplica a campanhas publicitárias passadas ou atuais de eletricidade e gás na França, mas apenas a declarações gerais em nosso site”. A empresa ainda indicou que avaliará o impacto da determinação judicial. Esta é a primeira vez que um tribunal europeu considera ilegal a narrativa de uma grande companhia de petróleo e gás sobre metas de neutralidade de carbono e transição energética, estabelecendo um precedente importante para futuras ações de responsabilização ambiental corporativa. Tribunal francês determina que TotalEnergies enganou consumidores com promessas climáticas
- Airbus e Cathay lançam parceria de US$ 70 milhões para impulsionar combustível de aviação sustentável na Ásia
Hong Kong – A Airbus e o grupo Cathay anunciaram nesta semana uma parceria estratégica de coinvestimento voltada para acelerar a produção de combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês), com aporte conjunto de até US$ 70 milhões . A iniciativa tem como objetivo ampliar a oferta do combustível na Ásia e globalmente, fortalecendo a agenda de descarbonização da aviação. Créditos da Imagem: Airbus e Cathay lançam parceria de US$ 70 milhões para impulsionar combustível de aviação sustentável na Ásia O SAF é considerado a principal ferramenta para reduzir a pegada de carbono do setor aéreo, que depende fortemente de combustíveis fósseis e é responsável por uma fatia significativa das emissões globais de gases de efeito estufa. Produzido a partir de fontes renováveis, como óleos usados e resíduos agrícolas, o combustível sustentável oferece emissões ao longo do ciclo de vida substancialmente menores do que os combustíveis tradicionais. No entanto, sua adoção ainda enfrenta desafios como oferta limitada e custos significativamente mais altos . Alex McGowan, Diretor de Operações da Cathay, destacou a importância do SAF para a companhia e para o setor: “O SAF continua sendo a alavanca mais importante para avançarmos rumo às nossas metas de descarbonização. Esta parceria com a Airbus fortalece nosso compromisso em construir uma indústria de SAF mais escalável e sustentável.” O acordo prevê a identificação e financiamento conjunto de projetos de SAF com viabilidade comercial, maturidade tecnológica e potencial para contratos de fornecimento de longo prazo. A expectativa é que essas iniciativas contribuam para aumentar a produção e tornar o SAF mais acessível , ajudando a aviação a reduzir sua emissão de carbono na próxima década. Anand Stanley, presidente da Airbus na região Ásia-Pacífico, ressaltou a relevância da colaboração intersetorial: “Produzir e distribuir SAF de forma acessível em larga escala exige cooperação inédita entre diversos setores. Nossa parceria com a Cathay é um exemplo de como podemos catalisar a produção nos locais estratégicos para atender nossos clientes.” Além de investimentos em produção, Airbus e Cathay planejam atuação conjunta em políticas públicas , incentivando iniciativas que promovam o desenvolvimento do SAF em toda a Ásia. Com abundância de matéria-prima, capacidade industrial crescente e um mercado aéreo dinâmico, a região é vista como um ponto estratégico para expandir a economia do SAF . O anúncio foi feito durante o Simpósio Mundial de Sustentabilidade da IATA , em Hong Kong, reforçando o comprometimento das companhias com a transição para um transporte aéreo mais limpo. No ano passado, a Airbus também se juntou à Sustainable Aviation Fuel Financing Alliance (SAFFA) como investidora âncora, reforçando seu papel no fomento à produção de combustíveis sustentáveis. Airbus e Cathay lançam parceria de US$ 70 milhões para impulsionar combustível de aviação sustentável na Ásia
- Florianópolis recebe o 360 Solar 2025, principal evento de energia solar do Sul do Brasil
Florianópolis será palco, nos dias 06 e 07 de novembro , do 360 Solar 2025 , considerado um dos maiores eventos do setor de energia solar na região Sul do país. O encontro será realizado no CentroSul e reunirá líderes do mercado, palestrantes internacionais e mais de 20 expositores apresentando inovações e lançamentos para o setor. O evento promete dois dias intensos de conteúdo técnico, debates sobre tendências e oportunidades de networking , direcionados a profissionais, empresas e investidores que atuam na área de energia fotovoltaica. Entre os temas em pauta estão novas tecnologias em geração solar, soluções de eficiência energética e modelos de negócio sustentáveis . Florianópolis recebe o 360 Solar 2025, principal evento de energia solar do Sul do Brasil O EnergyChannel , em parceria com o 360 Solar, fará a cobertura completa do evento , incluindo entrevistas ao vivo com especialistas e líderes do setor, oferecendo aos leitores e espectadores uma visão aprofundada das novidades e movimentações do mercado solar. A programação completa do evento já está disponível no site oficial do 360 Solar, e o EnergyChannel acompanhará todos os destaques para levar informações relevantes sobre inovação e futuro da energia solar no Brasil . Florianópolis recebe o 360 Solar 2025, principal evento de energia solar do Sul do Brasil 🌞 Você já garantiu o seu ingresso para o maior evento de energia solar do Sul do Brasil? 🚀 O 360 Solar acontece nos dias 06 e 07 de novembro, no CentroSul, em Florianópolis/SC, reunindo os maiores players do setor, palestrantes internacionais e mais de 20 expositores apresentando lançamentos e novidades do mercado solar. 🔆 Serão dois dias de muito conteúdo, networking e inovação para quem quer estar à frente nas tendências da energia solar! 🎟️ Garanta agora a sua vaga através do link de cortesia: https://www.sympla.com.br/evento/360-solar-2025/2760058?d=CONVIDADOSPVOPERATION 📅 Confira a programação completa em: 👉 https://360solar.com.br/ Florianópolis recebe o 360 Solar 2025, principal evento de energia solar do Sul do Brasil
- SMA é reconhecida como uma das líderes globais em tecnologia limpa pelo S&P Global
A SMA, referência internacional em soluções para energia solar e sistemas integrados de armazenamento e hidrogênio, entrou para a primeira edição da lista Tier 1 Cleantech Companies do S&P Global Commodity Insights em 2025. SMA é reconhecida como uma das líderes globais em tecnologia limpa pelo S&P Global O reconhecimento destaca o papel estratégico da empresa na transição energética mundial, reafirmando sua experiência consolidada em inversores fotovoltaicos e soluções híbridas, que incluem armazenamento de energia e aplicações de hidrogênio. O diferencial da premiação está na incorporação da sustentabilidade como critério central de avaliação um valor que a SMA mantém desde a sua fundação. Para desenvolvedores, investidores e clientes, a inclusão da empresa na lista evidencia também sua reputação em projetos financeiramente sólidos e confiáveis, reforçando sua capacidade de oferecer soluções duradouras e de alta performance. “A inclusão da SMA nesta lista pioneira confirma nosso compromisso contínuo com inovação, confiabilidade e sustentabilidade na energia limpa ao redor do mundo”, afirma a empresa em comunicado oficial. O reconhecimento reforça a posição da SMA como parceira estratégica em projetos globais de energia limpa, consolidando sua liderança em um setor que cresce rapidamente e se torna cada vez mais central na agenda energética mundial. SMA é reconhecida como uma das líderes globais em tecnologia limpa pelo S&P Global
- Thopen expande portfólio e investe R$ 556 milhões na compra de 45 usinas solares da Matrix Energia
Com a aquisição, empresa amplia presença nacional e ultrapassa 700 MWp de capacidade instalada, consolidando meta de atingir 1 GWp até 2026. Thopen expande portfólio e investe R$ 556 milhões na compra de 45 usinas solares da Matrix Energia A Thopen anunciou um novo movimento estratégico no setor de energia solar brasileiro: a aquisição de 45 usinas fotovoltaicas da Matrix Energia, em uma operação avaliada em R$ 556 milhões . A incorporação adiciona 120 MWp à capacidade instalada da companhia, fortalecendo sua presença em sete estados brasileiros e impulsionando sua meta de alcançar 1 gigawatt-pico (GWp) de potência até 2026. Os novos empreendimentos estão distribuídos em Paraná, São Paulo, Pernambuco, Mato Grosso, Goiás, Alagoas e Mato Grosso do Sul regiões onde a Thopen já possui operações em geração distribuída e soluções corporativas. Com o reforço, a empresa passa a somar mais de 700 MWp em ativos de energia solar, o equivalente ao consumo médio de cerca de 96 mil residências no país. De acordo com Gustavo Ribeiro , CEO da Thopen, a operação representa um avanço importante na construção de uma plataforma de energia limpa, digital e descentralizada. “Essa aquisição nos aproxima de um ecossistema energético conectado com o futuro mais acessível, sustentável e inteligente. Estamos ampliando nossa capacidade de atender empresas e consumidores com soluções completas em energia renovável”, destacou o executivo. A compra das usinas da Matrix Energia é a quinta aquisição realizada pela Thopen em 2025 , evidenciando uma estratégia consistente de expansão por meio da consolidação de ativos solares operacionais. O movimento reforça o posicionamento da companhia como uma das principais plataformas de geração e gestão de energia limpa no Brasil. Além da expansão em potência instalada, a Thopen projeta atingir 1 milhão de unidades consumidoras sob gestão até 2026, com foco em integração digital, eficiência e descentralização energética. Thopen expande portfólio e investe R$ 556 milhões na compra de 45 usinas solares da Matrix Energia
- Proposta de autonomia energética estadual ganha força e mobiliza o setor elétrico
Iniciativa busca permitir que governos estaduais assumam concessões de distribuição de energia, descentralizando o modelo atual e abrindo espaço para inovação e eficiência regional. Proposta de autonomia energética estadual ganha força e mobiliza o setor elétrico Uma proposta que pode redefinir o mapa da distribuição de energia no Brasil começa a ganhar tração em Brasília. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo deputado Lafayette Andrada (Republicanos-MG) pretende conceder aos estados a prerrogativa de explorar, diretamente ou por meio de concessões, os serviços de distribuição de energia elétrica competência que hoje pertence à União. O texto, que vem sendo debatido por lideranças do setor elétrico e representantes do Congresso, recebeu manifestações positivas de associações ligadas à transição energética e à geração distribuída. Para especialistas ouvidos pelo EnergyChannel , a proposta reflete uma tendência de descentralização administrativa e pode impulsionar a modernização das redes de energia, especialmente em regiões com forte expansão de fontes renováveis. “Os estados conhecem melhor suas demandas e realidades regionais. Dar a eles autonomia regulatória e operacional pode trazer mais eficiência, agilidade e competitividade”, avalia um executivo do setor solar. Além de atender a uma demanda antiga de gestores locais, a proposta surge em um momento de intensas transformações no sistema elétrico nacional, marcado pelo avanço das microrredes, armazenamento e geração distribuída. Segundo analistas, a autonomia estadual pode estimular novos investimentos privados e acelerar a integração de tecnologias limpas e inteligentes nas redes de distribuição. O tema, no entanto, ainda deve enfrentar resistências. Parte dos especialistas alerta para a necessidade de garantir a harmonia regulatória e evitar conflitos entre agências estaduais e a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). A discussão promete movimentar o Congresso nos próximos meses e já é vista como um dos debates centrais sobre o futuro da infraestrutura elétrica brasileira. Proposta de autonomia energética estadual ganha força e mobiliza o setor elétrico
- Usinas fotovoltaicas flutuantes Apollo redefinem eficiência e rentabilidade no setor solar brasileiro
Com tecnologia avançada e ganhos energéticos acima da média, o sistema Apollo se destaca por combinar alto desempenho, baixa manutenção e retorno financeiro acelerado para investidores em energia solar flutuante. Usinas fotovoltaicas flutuantes Apollo redefinem eficiência e rentabilidade no setor solar brasileiro As usinas fotovoltaicas flutuantes estão conquistando espaço no cenário da transição energética, e o sistema Apollo surge como uma das soluções mais inovadoras desse segmento. Desenvolvido para maximizar o aproveitamento solar e reduzir custos operacionais, o projeto aposta em um conjunto de inovações que elevam o desempenho energético e garantem longevidade à operação. Um dos diferenciais mais notáveis do sistema está em seu design construtivo , que utiliza flutuadores de polietileno branco , responsáveis por criar uma cobertura quase total sobre a lâmina d’água. Essa característica aumenta o albedo o índice de reflexão da luz e potencializa o rendimento dos módulos bifaciais instalados. Com a aplicação da tecnologia de heterojunção (HJT) , os ganhos de produção durante o verão já chegaram a 31% de incremento bifacial , permitindo que módulos de 700 Wp atinjam picos próximos a 917 Wp por painel. Em regiões de alta radiação solar, como o Centro-Oeste e o Nordeste , o desempenho pode ser ainda mais expressivo, com painéis de 730 Wp ultrapassando facilmente a marca de 1 kWp por unidade . De acordo com a equipe técnica da Apollo, esse avanço representa um aumento médio de 15% a 17% na geração de energia (kWh) em comparação com usinas flutuantes convencionais ou instalações terrestres de igual capacidade. Eficiência operacional e baixos custos de manutenção Outro ponto forte do sistema é sua arquitetura elétrica integrada . Todos os componentes de potência inversores, eletrocentros e conexões são embarcados de forma otimizada, reduzindo perdas e garantindo uma operação segura, com temperaturas mais baixas e maior confiabilidade ao longo de três décadas de funcionamento. Além disso, os custos de manutenção corretiva e preventiva são significativamente menores do que em outras estruturas flutuantes, o que se reflete em um OPEX altamente competitivo . Essa eficiência operacional permite um retorno financeiro mais rápido e previsível, tornando o modelo especialmente atraente para investidores e operadores do setor solar. Montagem ágil e vida útil prolongada O projeto Apollo foi concebido para facilitar a montagem e acelerar a entrada em operação das usinas , reduzindo prazos de implantação e antecipando o início da geração de receita. Com uma vida útil estimada em 30 anos , o sistema oferece estabilidade estrutural e desempenho consistente, sem necessidade de grandes intervenções ao longo do tempo. Energia limpa, desempenho inteligente Combinando engenharia avançada, design funcional e ganhos energéticos comprovados, o sistema de usinas fotovoltaicas flutuantes Apollo representa uma nova etapa na geração solar brasileira. A proposta une eficiência ambiental e retorno econômico, mostrando que inovação e sustentabilidade podem caminhar lado a lado na matriz energética do país. Usinas fotovoltaicas flutuantes Apollo redefinem eficiência e rentabilidade no setor solar brasileiro
- BNDES libera R$ 120 milhões para expansão da ION Energia no mercado de armazenamento
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a concessão de R$ 120 milhões à ION Energia, fortalecendo a estratégia da empresa de oferecer soluções de armazenamento de energia sem custo inicial para os clientes. BNDES libera R$ 120 milhões para expansão da ION Energia no mercado de armazenamento O aporte permitirá à ION ampliar a instalação de sistemas de baterias e fortalecer a presença no mercado brasileiro de energia renovável, facilitando o acesso de empresas e residências a tecnologias de armazenamento que tornam a gestão energética mais eficiente e sustentável. Segundo a empresa, os recursos serão aplicados em infraestrutura, logística e expansão operacional, garantindo que clientes possam usufruir das soluções sem precisar desembolsar investimentos antecipados. “Este financiamento é um marco para acelerar a adoção de armazenamento no Brasil, democratizando o acesso a tecnologias que antes eram restritas a grandes players”, afirma a diretoria da ION Energia. O movimento do BNDES também reflete uma tendência do setor de energia: incentivar soluções que integram geração e armazenamento, apoiando a transição energética e a estabilidade da rede elétrica diante do crescimento de mini usinas e sistemas distribuídos. Com essa iniciativa, a ION Energia se posiciona como protagonista na transformação do mercado de energia brasileiro, aproximando tecnologia de ponta de clientes que buscam maior autonomia e eficiência no consumo elétrico. BNDES libera R$ 120 milhões para expansão da ION Energia no mercado de armazenamento











