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  • Bill Gates defende foco em resiliência humana e bem-estar antes da COP30 no Brasil

    O bilionário e filantropo Bill Gates lançou um alerta aos líderes globais: a política climática precisa ir além das metas de temperatura e priorizar a resiliência das pessoas e o desenvolvimento sustentável. O comentário surge poucas semanas antes da COP30, que será realizada em Belém, no Pará, entre 10 e 21 de novembro. Bill Gates defende foco em resiliência humana e bem-estar antes da COP30 no Brasil Em postagem recente em seu blog pessoal, Gates destacou que a abordagem atual concentra-se excessivamente na redução de emissões de carbono, negligenciando investimentos em sistemas que fortalecem a capacidade das sociedades de enfrentar choques climáticos. Para ele, as mudanças climáticas são “graves, mas não fatais”, e o verdadeiro progresso deve ser medido pelo impacto positivo na saúde, na prosperidade e na adaptação das populações não apenas na temperatura global. Prioridade para regiões vulneráveis O empresário enfatizou a necessidade de direcionar recursos para regiões de baixa renda, investindo em acesso à energia limpa, infraestrutura de saúde e tecnologias agrícolas inovadoras. “Investimentos focados no bem-estar humano geram benefícios mais rápidos e amplos do que metas abstratas de temperatura”, afirmou Gates, ressaltando que o desenvolvimento sustentável começa garantindo que pessoas possam viver vidas mais saudáveis e seguras em um clima em mudança. Essa perspectiva reflete o trabalho filantrópico de Gates, por meio da Fundação Bill & Melinda Gates, e de sua rede de investimentos, a Breakthrough Energy, que financia tecnologias limpas e soluções de baixo custo para descarbonização. Segundo ele, estratégias climáticas que ignoram o desenvolvimento correm risco de perder apoio público e eficácia real. Transparência e resultados na ajuda climática Gates também pediu maior responsabilidade no uso de recursos destinados à adaptação climática, estimulando governos e investidores a avaliar o impacto concreto de seus aportes. “Cada dólar de financiamento climático deve melhorar vidas ou acelerar a inovação”, escreveu, defendendo a adoção de métricas baseadas em dados para identificar projetos eficazes. O apelo chega em meio a críticas frequentes sobre fragmentação, lentidão e falta de transparência no financiamento internacional para clima. Gates sugere que investidores priorizem empresas capazes de entregar soluções escaláveis, como energias limpas acessíveis e agricultura resiliente ao clima, integrando metas de mitigação e adaptação. A simbologia da Amazônia A escolha de Belém como sede da COP30 não é casual. Localizada na região do baixo Amazonas, a cidade simboliza os desafios e oportunidades do equilíbrio entre conservação ambiental e desenvolvimento econômico. A proposta de Gates de medir o progresso climático pela prosperidade humana e resiliência social pode influenciar negociações sobre financiamento de adaptação, um dos pontos mais delicados da cúpula. Otimismo com base em dados Apesar dos desafios climáticos, Gates destaca avanços significativos: mortes por desastres naturais caíram cerca de 90% no último século, graças a sistemas de alerta e infraestrutura mais robusta. A ONU e a Organização Meteorológica Mundial reforçam essa perspectiva, incentivando países a implementar medidas de prevenção para reduzir impactos de eventos extremos, especialmente em nações vulneráveis. Para Gates, a política climática global precisa enxergar além das metas de carbono: é essencial garantir que bilhões de pessoas possam prosperar em um mundo em transformação. Para investidores, líderes empresariais e formuladores de políticas que se preparam para a COP30, essa abordagem transforma a ação climática em uma oportunidade de crescimento inclusivo e resiliência social. Bill Gates defende foco em resiliência humana e bem-estar antes da COP30 no Brasil

  • EUA enviam porta-aviões nuclear para o Caribe em operação contra tráfico de drogas

    O USS Gerald R. A. Ford , porta-aviões de propulsão nuclear avaliado em US$ 13 bilhões , está a caminho do Mar do Caribe  como parte de uma iniciativa do Pentágono  voltada ao combate ao tráfico de drogas na América do Sul. Créditos Marinha EUA | EUA enviam porta-aviões nuclear para o Caribe em operação contra tráfico de drogas Com tecnologia de ponta, o navio transporta cerca de 90 aeronaves  e conta com um lançador eletromagnético de aviões , sistema que substitui os tradicionais catapultas a vapor. Segundo fontes do Departamento de Defesa, a operação não se limita a patrulhamento naval: o deslocamento do Gerald R. A. Ford faz parte de uma estratégia mais ampla de presença militar avançada , que combina monitoramento de rotas de contrabando e apoio a operações regionais de segurança. Especialistas em defesa destacam que o uso de propulsão nuclear  permite ao porta-aviões manter-se no mar por longos períodos sem necessidade de reabastecimento, aumentando significativamente sua capacidade de resposta rápida e permanência estratégica. O Gerald R. A. Ford é considerado o porta-aviões mais moderno da Marinha dos EUA , incorporando inovações que vão desde a automação de processos a sistemas de combate cibernético. Analistas afirmam que a presença do navio na região envia uma mensagem clara sobre a prioridade dos EUA no combate ao tráfico internacional , enquanto demonstra a sofisticação tecnológica do arsenal militar norte-americano. Com capacidade para operar simultaneamente dezenas de aeronaves e realizar missões complexas de vigilância e interdição, o Gerald R. A. Ford representa um novo patamar de poder naval , reforçando o compromisso dos EUA em manter segurança e estabilidade nas rotas marítimas estratégicas do hemisfério ocidental. EUA enviam porta-aviões nuclear para o Caribe em operação contra tráfico de drogas

  • Espanha impulsiona armazenamento de energia com mais de 11 GWh financiados pelo FEDER

    A Espanha deu um passo decisivo para fortalecer sua capacidade de armazenamento de energia com a aprovação de 144 projetos que somam mais de 11 GWh, apoiados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). A iniciativa faz parte de um esforço estratégico do país para integrar mais energias renováveis à rede elétrica e fomentar soluções inovadoras de armazenamento. Espanha impulsiona armazenamento de energia com mais de 11 GWh financiados pelo FEDER Segundo o Instituto para a Diversificação e Poupança de Energia (IDAE), dos 144 projetos contemplados, 124 envolvem sistemas de baterias (BESS) , enquanto os restantes incluem armazenamento térmico (TES) e instalações hidrelétricas bombeadas (PHES). O investimento total previsto pelos promotores chega a 1,995 bilhão de euros , enquanto o FEDER destinou quase 840 milhões de euros , um aumento de 20% em relação ao orçamento inicial. Do montante distribuído: €343,3 milhões  financiarão BESS co-localizados com energia renovável; €187,8 milhões  irão para PHES; €177,4 milhões  apoiarão BESS independentes; €131,1 milhões  serão destinados a projetos TES. Entre os destaques, estão os projetos autônomos ST Palmosilla e ST Cerrillo , desenvolvidos pela empresa Cordovan Rolwin em Cádiz, cada um com 200 MW de capacidade e recebendo quase €35 milhões de apoio federal. A seleção priorizou o avanço do planejamento dos projetos. Mais de 115 BESS tinham avaliações de impacto ambiental e planos de ação definidos , e mais de 75 já possuíam licenças de construção. Em contraste, 65% dos projetos que não avançaram não possuíam permissões de conexão à rede elétrica. Em termos de distribuição geográfica, a Andaluzia lidera , com €374 milhões alocados, seguida da Galiza (€104,3 milhões) e Castilla-La Mancha (€96,6 milhões). Outras regiões beneficiadas incluem Extremadura, Valência, Castilla y León, Ilhas Canárias, Catalunha, Múrcia, Astúrias e Aragão. Os projetos contemplados devem ter capacidade mínima de 1 MW , e os recursos podem financiar desde sistemas de armazenamento e equipamentos auxiliares até obras civis e despesas operacionais. Mais de 90% dos BESS independentes usarão tecnologia de formação de rede , permitindo maior flexibilidade e estabilidade para o sistema elétrico espanhol. Com essa iniciativa, a Espanha reforça seu compromisso com a transição energética, integrando armazenamento em larga escala e energias renováveis de maneira estratégica e inovadora, consolidando-se como referência europeia no setor. Espanha impulsiona armazenamento de energia com mais de 11 GWh financiados pelo FEDER

  • EUA entram em novo ciclo trilionário de investimentos para modernizar redes elétricas e atender explosão dos data centers

    Setor elétrico norte-americano deve investir US$ 1,4 trilhão até 2030 para expandir geração e transmissão; crescimento acelerado da demanda desafia regulação e fontes de financiamento. EUA entram em novo ciclo trilionário de investimentos para modernizar redes elétricas e atender explosão dos data centers As concessionárias de energia dos Estados Unidos se preparam para um período histórico de investimentos em infraestrutura elétrica. Segundo análise da Morningstar DBRS, o setor deve movimentar cerca de US$ 1,4 trilhão entre 2025 e 2030 , impulsionado pela expansão dos data centers  e pela necessidade de modernizar redes e ampliar a oferta de energia limpa . O volume representa o dobro do montante investido na década anterior , marcando o início de um “superciclo” de investimentos. O relatório aponta que o crescimento da demanda elétrica, antes estável por anos, está agora em franca aceleração. Estimativas indicam que o aumento médio da carga nas redes norte-americanas pode saltar de 6,1% para 11,6%  na próxima década, conforme dados da North American Electric Reliability Corporation (NERC). “O avanço dos data centers vem se somar aos desafios já enfrentados pelas distribuidoras, como a descarbonização e a manutenção da confiabilidade das redes”, destaca a Morningstar DBRS. “Esse cenário abre oportunidades significativas, mas exige também respostas regulatórias rápidas e mecanismos de apoio ao setor.” O boom dos data centers e a pressão sobre a infraestrutura O crescimento vertiginoso da inteligência artificial, computação em nuvem e serviços digitais  tem acelerado a construção de data centers em todo o território norte-americano. Essa nova demanda, concentrada em regiões como Califórnia, Texas e Louisiana , está pressionando o sistema elétrico a operar no limite. Em condições extremas, alerta a Morningstar, há risco de apagões localizados  por falta de capacidade de geração e transmissão. Investimentos bilionários e novos modelos de financiamento As concessionárias com apoio regulatório sólido, bom acesso ao mercado de capitais e classificação de crédito estável  devem liderar a nova onda de investimentos, aponta Bukola Folashakin, vice-presidente assistente da Morningstar DBRS.Essas empresas tendem a se beneficiar de um ciclo virtuoso , em que a ampliação da infraestrutura atrai novos data centers, gerando mais receita e expansão contínua . Mas o desafio não é pequeno. A empresa de análise observa que as fontes tradicionais de financiamento baseadas em recursos de contribuintes e tarifas não serão suficientes  para atender às metas de investimento do setor. Com isso, cresce o movimento das concessionárias em buscar capital privado e parcerias institucionais  para viabilizar os projetos. Mudança estrutural no setor elétrico O Edison Electric Institute, que representa as companhias de energia de capital aberto, também prevê que o ritmo de expansão continuará elevado. A geração de eletricidade nos Estados Unidos cresceu 3% em 2024 , e o investimento em novas usinas e tecnologias aumenta há quatro anos consecutivos . A transição para uma matriz mais limpa, combinada à digitalização da economia, está redefinindo o perfil do setor elétrico  americano. O país entra agora em uma fase em que crescimento de demanda, inovação e sustentabilidade  caminham lado a lado mas exigem planejamento, regulação eficiente e novos modelos de investimento . EnergyChannel  – Jornalismo especializado em energia, inovação e sustentabilidade. www.energychannel.co EUA entram em novo ciclo trilionário de investimentos para modernizar redes elétricas e atender explosão dos data centers

  • Google aposta em energia nuclear para sustentar expansão da inteligência artificial nos EUA

    Por Redação EnergyChannel Google aposta em energia nuclear para sustentar expansão da inteligência artificial nos EUA O Google deu mais um passo ousado em sua corrida por energia limpa e estável para alimentar seus centros de dados e sistemas de inteligência artificial. A gigante da tecnologia firmou um acordo histórico com a NextEra Energy para reativar uma usina nuclear desativada em Iowa, que voltará a operar após cinco anos parada. O contrato, com duração de 25 anos, garante ao Google o fornecimento contínuo de eletricidade livre de carbono, fundamental para sustentar sua crescente infraestrutura de nuvem e IA nos Estados Unidos. Além de reabrir a antiga planta, as duas empresas também anunciaram uma parceria estratégica voltada ao desenvolvimento de novas tecnologias de geração nuclear  em território norte-americano, indicando que a aposta no setor vai muito além de um único projeto. Uma nova era para a energia nuclear no setor digital A iniciativa surge em meio ao aumento exponencial da demanda energética dos data centers globais. Com a inteligência artificial exigindo volumes inéditos de processamento e armazenamento, o setor de tecnologia busca fontes de energia confiáveis e de baixo impacto ambiental — e a energia nuclear ressurge como uma das principais alternativas. O Google, que pretende operar 100% com energia livre de carbono 24 horas por dia até 2030 , vem diversificando sua matriz energética há mais de uma década. Desde 2010, a empresa já assinou mais de 170 contratos de compra de energia limpa , totalizando 22 gigawatts em capacidade instalada. O portfólio, antes concentrado em solar e eólica, agora inclui fontes como geotermia, nuclear avançada, armazenamento em baterias, biomassa e captura de carbono . Tecnologia e sustentabilidade lado a lado Embora a demanda de energia da infraestrutura digital continue em crescimento, o Google afirma ter conseguido reduzir em 12% as emissões de carbono de seus data centers em 2024 , um feito atribuído à eficiência dos novos sistemas e ao uso crescente de fontes renováveis e nucleares. A parceria com a NextEra Energy uma das maiores fornecedoras de energia renovável e nuclear dos EUA reforça a tendência de que as big techs estão se tornando protagonistas na transformação do setor energético , impulsionando investimentos em tecnologias que conciliam expansão digital e sustentabilidade ambiental. Com esse movimento, o Google não apenas garante segurança energética para suas operações de IA, mas também envia um sinal claro ao mercado: o futuro da tecnologia e o futuro da energia estão cada vez mais conectados e a energia nuclear pode ser uma das chaves para equilibrar essa equação. Google aposta em energia nuclear para sustentar expansão da inteligência artificial nos EUA

  • China inaugura o primeiro data center submarino do mundo movido por energia eólica

    Projeto em Xangai representa novo marco na combinação entre tecnologia de ponta e sustentabilidade energética China inaugura o primeiro data center submarino do mundo movido por energia eólica A China acaba de dar um passo inédito na corrida global por infraestrutura digital sustentável. O país concluiu a primeira fase de construção do que promete ser o primeiro centro de dados submarino do mundo alimentado por energia eólica , um projeto avaliado em cerca de US$ 226 milhões  (RMB 1,6 bilhão). Localizado na Área Especial Lin-gang, em Xangai , o empreendimento marca uma revolução no modo como data center's são projetados e operados. O novo Underwater Data Center (UDC)  foi concebido para operar debaixo d’água, utilizando as correntes marinhas para refrigeração natural uma alternativa de alta eficiência energética que reduz drasticamente o consumo de eletricidade destinado ao resfriamento dos equipamentos. Além disso, o sistema será alimentado por energia eólica offshore , aproveitando os fortes ventos da costa chinesa para garantir operação limpa e contínua. Segundo as autoridades locais, a iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla de digitalização verde , alinhada ao plano nacional de neutralidade de carbono da China até 2060. O modelo submarino, além de liberar espaço em terra e reduzir custos de manutenção, também promete melhorar a estabilidade das operações  e proteger os servidores de variações climáticas extremas . Os módulos submersos são projetados para operar de forma autônoma por longos períodos, com sistemas de monitoramento remoto e inteligência artificial que otimizam o desempenho e antecipam falhas. A expectativa é que, após a conclusão de todas as fases, o complexo abrigue centenas de servidores , atendendo a setores como computação em nuvem, inteligência artificial e grandes volumes de dados industriais. O projeto de Lin-gang coloca a China na vanguarda da integração entre tecnologia de dados e sustentabilidade energética , e pode servir como referência para outros países que enfrentam o desafio de expandir sua infraestrutura digital sem ampliar as emissões de carbono. Com o avanço das próximas etapas, o país pretende transformar a região de Xangai em um polo global de inovação em data center's ecológicos , combinando vento, água e inteligência artificial para impulsionar a próxima geração da economia digital. China inaugura o primeiro data center submarino do mundo movido por energia eólica

  • Ribeiro Solar inicia nova fase com foco em inovação e sistemas de armazenamento de energia

    Após dois anos sob o controle da alemã BayWa r.e. Solar Trade, empresa brasileira retoma a gestão original e reforça sua estratégia voltada à qualidade, sustentabilidade e tecnologia. Ribeiro Solar inicia nova fase com foco em inovação e sistemas de armazenamento de energia A Ribeiro Solar inicia um novo capítulo em sua trajetória. Após dois anos integrando o portfólio da multinacional alemã BayWa r.e. Solar Trade, a empresa volta a ser comandada por sua fundadora, Liciany Ribeiro , marcando o retorno da gestão nacional e o reposicionamento estratégico no mercado brasileiro de energia solar. A decisão ocorre após uma reestruturação global da BayWa r.e. Solar Trade, que optou por concentrar suas operações em mercados considerados prioritários. No Brasil, o movimento devolve à Ribeiro Solar  o comando total de suas operações agora com uma visão ainda mais voltada à inovação e à expansão no segmento de armazenamento de energia . “Estamos retomando as atividades com o mesmo propósito que sempre nos guiou: oferecer soluções completas, que unam tecnologia, qualidade e confiança”, afirma Liciany Ribeiro, que também atua como coordenadora da Absolar Paraná . “Acreditamos que o diferencial do nosso trabalho está na credibilidade construída ao longo dos anos e na entrega de resultados sustentáveis aos nossos parceiros e clientes.” Com mais de cinco décadas de experiência  herdadas de sua origem na automação industrial, a Ribeiro Solar mantém uma sólida base técnica e um time especializado, preparado para atender às novas demandas do setor. A empresa reforça sua atuação em projetos que envolvem sistemas de armazenamento, gestão e otimização energética , componentes que ganham cada vez mais relevância em um cenário nacional marcado por transformações regulatórias e pela busca por segurança energética. O mercado brasileiro, segundo Liciany, enfrenta desafios significativos, especialmente diante das recentes atualizações normativas, como a NBR 17193/2025  e a Medida Provisória 1304/2025 , ainda em tramitação. “Essas mudanças exigem preparo técnico e visão de longo prazo. Nosso compromisso é oferecer soluções que atendam a essas novas exigências com eficiência e sustentabilidade”, reforça. Nesta nova etapa, a Ribeiro Solar se posiciona como uma das empresas brasileiras que representam a maturidade e a consolidação  do setor fotovoltaico no país combinando experiência industrial, inovação tecnológica e uma gestão focada na transição para um futuro energético mais limpo e resiliente . Ribeiro Solar inicia nova fase com foco em inovação e sistemas de armazenamento de energia

  • OpenAI, Oracle e Vantage anunciam mega data center sustentável nos EUA

    Wisconsin se prepara para receber um dos maiores centros de dados movidos a energia limpa do país , fruto da parceria entre a líder em inteligência artificial OpenAI, a gigante de tecnologia Oracle e a Vantage Data Centers, especialista em infraestrutura digital. OpenAI, Oracle e Vantage anunciam mega data center sustentável nos EUA O projeto, que ainda não teve valor total divulgado, prevê a construção de um campus de data centers de grande escala, totalmente alimentado por fontes renováveis. A iniciativa surge em um momento em que empresas de tecnologia buscam reduzir a pegada de carbono e garantir maior eficiência energética em operações de alta demanda computacional. Fontes próximas ao projeto indicam que o campus será estrategicamente localizado para aproveitar a infraestrutura elétrica local e expandir a capacidade de processamento de dados para serviços de nuvem e inteligência artificial. A expectativa é que o empreendimento também gere centenas de empregos diretos e indiretos durante a fase de construção e operação. Para a OpenAI, que vem ampliando seus serviços de IA em larga escala, a parceria representa uma oportunidade de garantir energia limpa e confiável para seus sistemas, enquanto Oracle e Vantage fortalecem sua presença no mercado de data centers sustentáveis. Especialistas do setor apontam que a iniciativa reflete uma tendência crescente: empresas de tecnologia combinando crescimento digital com compromissos ambientais , em meio à pressão global por operações mais verdes. O EnergyChannel continuará acompanhando o desenvolvimento do projeto, que promete se tornar um marco em data centers sustentáveis nos Estados Unidos. OpenAI, Oracle e Vantage anunciam mega data center sustentável nos EUA

  • ONU alerta: 9 em cada 10 vazamentos de metano continuam sem controle, apesar de avanço em monitoramento global

    Relatório do PNUMA mostra que, embora o uso de satélites tenha ampliado a detecção de emissões, governos e empresas ainda falham em responder rapidamente aos vazamentos agravando o impacto do gás mais perigoso para o aquecimento global depois do CO₂. ONU alerta: 9 em cada 10 vazamentos de metano continuam sem controle, apesar de avanço em monitoramento global O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) divulgou um novo relatório que acende um sinal de alerta sobre a lentidão mundial no combate às emissões de metano — um dos gases mais nocivos para o equilíbrio climático do planeta. Segundo o estudo An Eye on Methane 2025 , cerca de 90% dos vazamentos de metano detectados por satélite continuam sem qualquer resposta prática , mesmo após notificações oficiais enviadas a dezenas de países. O levantamento é resultado do Methane Alert and Response System (MARS) , uma plataforma global criada pela ONU que utiliza imagens de satélite de alta resolução e algoritmos de inteligência artificial para identificar emissões anormais. Apesar de o sistema representar um avanço inédito em transparência e monitoramento ambiental, os dados revelam um abismo entre a capacidade de detectar  e a disposição de agir . “Estamos vendo progresso na detecção, mas não na resposta. O planeta precisa de ação imediata, não apenas de informação”, destacou Inger Andersen, diretora executiva do PNUMA, ao comentar o relatório. Um gás pequeno, mas com efeito devastador O metano (CH₄) é responsável por cerca de 30% do aquecimento global  registrado desde a Revolução Industrial. Embora tenha um tempo de permanência na atmosfera menor que o do dióxido de carbono (CO₂), o gás tem um potencial de aquecimento até 80 vezes mais forte o que o torna especialmente perigoso a curto prazo. As principais fontes de emissão são a produção de petróleo e gás natural , a agropecuária intensiva  (especialmente o gado bovino) e o tratamento de resíduos orgânicos . Em todos esses setores, soluções tecnológicas para capturar e reduzir as emissões já existem, mas a aplicação ainda é limitada. Vazamentos ignorados e riscos crescentes De acordo com o PNUMA, os alertas enviados a 33 países incluem vazamentos de grandes proporções, com alguns episódios liberando toneladas de metano em poucas horas . Mesmo assim, em nove de cada dez casos, não há registro público de medidas corretivas seja por parte de governos, seja de empresas. Essa falta de resposta imediata preocupa especialistas porque o metano é um gás de ação rápida: conter suas emissões pode gerar impactos positivos quase instantâneos  na desaceleração do aquecimento global. “Ignorar vazamentos identificados é desperdiçar uma das ferramentas mais eficazes que temos para reduzir o aumento da temperatura global nesta década”, alerta o relatório. Caminhos para reverter o cenário O PNUMA recomenda que países e empresas criem protocolos obrigatórios de resposta  a alertas de metano, com prazos curtos para inspeção e mitigação. O relatório também destaca a importância de transparência pública permitindo que comunidades, imprensa e investidores acompanhem como os alertas são tratados. Além disso, a ONU defende a adoção de tecnologias de captura e reaproveitamento do gás  em setores como energia e agricultura, transformando o metano em uma fonte de energia aproveitável  em vez de uma ameaça climática. Um chamado à ação imediata Para os especialistas da ONU, o desafio agora é político. A tecnologia já permite ver o problema com clareza inédita mas o mundo ainda hesita em agir.“O metano é o gás da urgência climática. Cada vazamento ignorado é uma oportunidade perdida de frear o aquecimento global”, conclui o relatório. ONU alerta: 9 em cada 10 vazamentos de metano continuam sem controle, apesar de avanço em monitoramento global

  • Entre o calor do subsolo e o impasse político: Califórnia trava avanço da energia geotérmica

    Mesmo com vasto potencial e crescente demanda por energia limpa, decisões políticas e entraves regulatórios continuam freando o desenvolvimento geotérmico no estado líder em transição energética dos EUA. Entre o calor do subsolo e o impasse político: Califórnia trava avanço da energia geotérmica A Califórnia vive uma contradição cada vez mais evidente: embora esteja sentada sobre um dos maiores potenciais geotérmicos do planeta, o estado continua dificultando a expansão dessa fonte de energia limpa e contínua. O impasse ganhou novo capítulo neste mês, quando o governador Gavin Newsom  vetou um projeto de lei amplamente apoiado pela indústria e pelo legislativo estadual a AB 527 que visava simplificar a permissão de novos projetos geotérmicos. O texto criava exceções à complexa legislação ambiental da Califórnia, o California Environmental Quality Act (CEQA) , permitindo que empresas realizassem perfurações exploratórias sem enfrentar longos e custosos processos judiciais. Segundo Newsom, a proposta “geraria custos adicionais e exigiria aumento de taxas sobre os operadores geotérmicos”. Mas a justificativa não convenceu o setor. Para especialistas e empresas, o veto representa mais um obstáculo político que pode atrasar investimentos e a expansão de uma das fontes de energia mais estáveis e sustentáveis do estado. “Foi um movimento difícil de entender. A Califórnia precisa desesperadamente de geração firme e limpa, e a geotermia é exatamente isso”, afirmou Joel Edwards, cofundador da startup Zanskar , que atua em tecnologias de exploração geotérmica avançada. Um setor que enfrenta o próprio solo e a burocracia O caso remete a outro episódio emblemático: a expansão da usina Mammoth Pacific , iniciada em 2004 e concluída apenas em 2022, após quase duas décadas de disputas ambientais e processos judiciais. O projeto, localizado próximo ao Parque Nacional de Yosemite, enfrentou uma longa batalha legal movida por grupos ambientais preocupados com possíveis emissões e impactos no lençol freático. O resultado: o último grande projeto geotérmico construído na Califórnia levou 17 anos  para sair do papel um exemplo do labirinto burocrático que inibe novos investimentos no setor. Potencial imenso, energia escassa A Califórnia abriga o maior complexo geotérmico do mundo , The Geysers , em operação desde 1960. Mesmo assim, a participação dessa fonte na matriz elétrica californiana permanece pequena em comparação com solar e eólica. O paradoxo é evidente: enquanto o estado avança em metas ambiciosas de descarbonização e enfrenta desafios com a queda da geração hidrelétrica por conta das secas, a geotermia uma alternativa estável, sem emissão de carbono e disponível 24 horas por dia continua subaproveitada. Hoje, com o fechamento de usinas nucleares, restrições à construção de novas plantas atômicas e dependência crescente do gás natural, a energia geotérmica surge como uma das poucas soluções viáveis para garantir energia firme e limpa  no longo prazo. A nova fronteira da geotermia Empresas de tecnologia e startups estão apostando em soluções de “nova geração” , capazes de extrair calor de rochas secas e profundas técnicas inspiradas na perfuração do setor de petróleo e gás. Essa abordagem pode ampliar exponencialmente as áreas viáveis para geração geotérmica, incluindo regiões hoje consideradas inviáveis. Entretanto, como toda inovação subterrânea, a técnica ainda levanta preocupações sobre riscos sísmicos, especialmente em um estado tão propenso a terremotos quanto a Califórnia. O dilema californiano O veto de Newsom à AB 527 reforça uma tensão crescente entre proteção ambiental e urgência climática . De um lado, a Califórnia quer liderar a transição energética global. De outro, suas próprias regras ambientais criadas décadas atrás para frear a degradação estão hoje travando o avanço de tecnologias que poderiam justamente reduzir impactos ambientais a longo prazo. Enquanto isso, desenvolvedores e investidores seguem esperando que o estado encontre um caminho mais equilibrado entre rigor ambiental e inovação energética. “A geotermia é o elo perdido da transição limpa. Está debaixo dos nossos pés só precisamos permitir que ela floresça”, resume Edwards. Entre o calor do subsolo e o impasse político: Califórnia trava avanço da energia geotérmica

  • Fotus destaca soluções de alta performance e logística regional no Intersolar Summit Brasil Sul 

    Distribuidora reforça presença no Sul, garantindo entregas mais ágeis e produtos a pronta entrega para integradores da região  Fotus destaca soluções de alta performance e logística regional no Intersolar Summit Brasil Sul Reconhecida como uma das maiores distribuidoras de equipamentos fotovoltaicos do Brasil, a Fotus Distribuidora Solar participa do Intersolar Summit Brasil Sul, que acontece entre os dias 28 e 29 de outubro, em Porto Alegre (RS), apresentando suas soluções completas em geração e armazenamento de energia solar e destacando sua estratégia de fortalecimento regional com o Centro de Distribuição (CD) de Guaramirim (SC).  Localizada estrategicamente no Norte Catarinense, a unidade tem papel essencial no atendimento aos integradores da região Sul, permitindo entregas mais rápidas, prazos reduzidos e produtos a pronta entrega, além de reforçar o compromisso da Fotus em garantir eficiência logística e suporte técnico próximo aos parceiros locais.  A estrutura em Guaramirim foi projetada para otimizar a experiência dos integradores, com sistemas automatizados de gestão de estoque e rastreabilidade  das entregas. Essa capilaridade logística faz parte do plano nacional de expansão da companhia, que hoje conta com seis Centros de Distribuição em operação e outro em fase de implantação, distribuídos em pontos estratégicos do país.  Durante o evento, a empresa também reforçará sua vocação para inovação e capacitação técnica, apresentando produtos de alta performance e soluções completas voltadas à geração distribuída, armazenamento e segurança em sistemas fotovoltaicos. Entre os destaques do portfólio estão microinversores, inversores híbridos monofásicos 220V de 5 e 6 kW, já consolidados no portfólio, smart meters e sistemas de backup inteligente, que refletem o compromisso da Fotus em atender às novas demandas do setor solar. Além disso, a Fotus também apresentará todo o suporte técnico que oferece aos integradores mesmo após a venda, o que é um grande diferencial.  De acordo com Thiago Tozato, Gerente de Marketing da Fotus, a presença no evento reforça o propósito da companhia de estar próxima dos integradores e ampliar sua atuação nas principais praças de energia solar do país.  “O Intersolar Summit é uma oportunidade de reforçar o compromisso da Fotus em estar ao lado do integrador em cada projeto e em cada desafio. Levamos para o evento a união entre tecnologia, infraestrutura e relacionamento próximo, para que o integrador possa focar no que realmente importa: fazer a sua empresa crescer. Nosso Centro de Distribuição em Guaramirim fortalece essa presença na região Sul, garantindo agilidade, produtos a pronta entrega e suporte técnico especializado em cada etapa”, destaca Tozato.  O executivo também ressalta que a combinação entre inovação em produtos e eficiência logística é um diferencial competitivo da empresa.  “A nossa estratégia é oferecer ao integrador tudo o que ele precisa em um só lugar, desde equipamentos de alta qualidade até condições comerciais, treinamento e suporte no pós-venda. Essa proximidade nos permite entender as demandas regionais e responder com soluções rápidas e personalizadas”, complementa.  Com mais de 40 anos de experiência em importação e distribuição, a Fotus atende integradores em 100% dos estados brasileiros. A empresa é reconhecida pelo mercado por unir condições competitivas, suporte técnico especializado e produtos certificados, assegurando máxima performance e confiabilidade em cada projeto.  A Fotus estará localizada na Rua C - Nº 2 durante o evento.  Sobre a Fotus  A Fotus é uma distribuidora nacional de produtos fotovoltaicos que acredita no protagonismo do integrador, oferecendo uma jornada completa da capacitação técnica ao suporte no pós-venda para garantir proximidade, parceria e presença em todo o Brasil. Nosso compromisso é estar ao seu lado, em cada passo, para que cada projeto alcance o máximo potencial. Com mais de 40 anos de experiência em importação e distribuição, atendemos integradores em 100% dos estados brasileiros. Reconhecida como uma das melhores distribuidoras de energia solar do país, a Fotus une condições comerciais competitivas, produtos de alta qualidade e suporte técnico especializado para assegurar máxima performance e confiabilidade.  Fotus destaca soluções de alta performance e logística regional no Intersolar Summit Brasil Sul

  • Agricultura Flutuante: Nova Fronteira Sustentável Une Produção de Alimentos e Recuperação da Água

    Pesquisadores mostram que sistemas agrícolas sobre plataformas flutuantes podem reduzir custos ambientais, purificar rios e abrir espaço para novas formas de cultivo sustentável. Agricultura Flutuante: Nova Fronteira Sustentável Une Produção de Alimentos e Recuperação da Água Por EnergyChannel A agricultura está ganhando um novo terreno literalmente sobre a água. Plataformas flutuantes equipadas com vegetação e sistemas de cultivo estão emergindo como uma alternativa sustentável para ampliar a produção de alimentos sem pressionar áreas de preservação e, de quebra, melhorar a qualidade da água de lagos, represas e rios. Conhecidas como “terras úmidas flutuantes construídas” , essas estruturas artificiais funcionam como ecossistemas vivos: as plantas absorvem nutrientes e poluentes, enquanto suas raízes, em conjunto com microrganismos, filtram as impurezas da água. O conceito, ainda em estágio experimental no Brasil, já vem sendo testado em países como Austrália, Canadá, Estados Unidos e Paquistão com resultados promissores tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico. Agricultura Flutuante: Nova Fronteira Sustentável Une Produção de Alimentos e Recuperação da Água Solução dupla: cultivo e purificação Estudo conduzido pela Universidade do Sul da Austrália , liderado pelo pesquisador John Awad , analisou 11 projetos internacionais de agricultura flutuante. Os resultados indicam que, além de reduzir a poluição e o excesso de nutrientes na água, essas plataformas também ajudam a diminuir a evaporação em reservatórios , contribuindo para o uso racional dos recursos hídricos um desafio crescente em tempos de secas prolongadas. “O diferencial está na eficiência ecológica. As áreas úmidas flutuantes reproduzem as funções de um ecossistema natural, filtrando nutrientes e contaminantes com o auxílio das raízes das plantas e das comunidades microbianas”, explicou Awad. Custos e viabilidade Os custos de implementação ainda variam conforme o tipo de projeto, localização e finalidade. Segundo o estudo, os valores vão de cerca de R$ 77 por metro quadrado  até mais de R$ 13 mil/m² , com custos operacionais anuais entre R$ 2,60 e R$ 965/m² . Apesar da amplitude, as terras úmidas flutuantes podem ser competitivas com sistemas de tratamento convencionais , especialmente na remoção de nitrogênio , cujo custo médio ficou entre R$ 52 e R$ 645 por quilo removido abaixo do custo médio para eliminar fósforo. Além disso, o tamanho e o clima influenciam diretamente na eficiência: instalações maiores  tendem a ter menor custo por quilo de poluente removido, e regiões quentes  oferecem condições mais favoráveis ao crescimento das plantas e à depuração da água. Do saneamento à agricultura urbana Mais do que uma curiosidade científica, as plataformas agrícolas flutuantes começam a ganhar destaque como solução prática para o tratamento de águas residuais, escoamento pluvial e revitalização de rios urbanos . Na Austrália, há projetos voltados ao tratamento de águas residuais; nos EUA, algumas iniciativas combinam funções ecológicas e sociais , integrando espaços comunitários, áreas de lazer e calçadões flutuantes . De acordo com o pesquisador Simon Beecham , também da Universidade do Sul da Austrália, a principal vantagem é a flexibilidade de aplicação : “Essas plataformas podem ser instaladas em lagos e reservatórios já existentes, sem necessidade de grandes obras ou aquisição de novas terras. Além disso, elas criam habitat para aves e peixes, melhoram o ambiente urbano e contribuem para o sequestro de carbono.” Perspectivas para o Brasil Embora ainda incipiente, a agricultura flutuante  pode representar uma oportunidade estratégica para o Brasil especialmente em regiões com áreas alagadas ou represas agrícolas. Além de abrir novas fronteiras produtivas, o modelo pode ser incorporado em programas de restauração ambiental e manejo de recursos hídricos . Para especialistas, a proposta não substitui outras tecnologias, mas amplia o leque de soluções sustentáveis. “Não é uma panaceia, mas uma ferramenta valiosa para unir produção e recuperação ambiental”. Agricultura Flutuante: Nova Fronteira Sustentável Une Produção de Alimentos e Recuperação da Água

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