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- O Fim da Concentração Energética?
REPORTAGEM ESPECIAL O Fim da Concentração Energética? Por que cada crise do petróleo fortalece o argumento em favor de uma economia energética descentralizada Por EnergyChannel Intelligence Toda crise do petróleo conta uma história maior A mais recente alta dos preços internacionais do petróleo não foi provocada apenas pelo equilíbrio entre oferta e demanda. As novas preocupações com a segurança das principais rotas marítimas no Mar Vermelho, somadas às reduções temporárias de produção no Cazaquistão, lembraram mais uma vez aos mercados financeiros uma realidade que molda a economia global há décadas: a segurança energética continua sendo uma das variáveis econômicas mais relevantes do planeta. Sempre que tensões geopolíticas ameaçam a cadeia global de fornecimento de petróleo, a reação dos mercados é praticamente imediata. O barril sobe. Os custos do frete aumentam. Os seguros marítimos ficam mais caros. As expectativas de inflação voltam ao centro das discussões. Os investidores buscam ativos considerados mais seguros. Os bancos centrais reavaliam seus cenários econômicos. Embora esses episódios pareçam temporários, eles revelam algo muito maior do que simples oscilações de preços. Eles expõem as características estruturais de um modelo econômico que ainda depende fortemente de um número relativamente pequeno de regiões produtoras e de corredores logísticos extremamente sensíveis. Ao mesmo tempo em que o petróleo continua desempenhando um papel indispensável na economia mundial, um novo modelo energético começa a ganhar força mais distribuído, mais resiliente e cada vez mais baseado na eletrificação. Não se trata apenas de uma mudança tecnológica. Estamos diante de uma transformação profunda na forma como a energia será produzida, distribuída, comercializada e, principalmente, de quem será a propriedade dessa energia nas próximas décadas. O petróleo continua sendo a espinha dorsal da economia mundial Durante mais de um século, o petróleo sustentou o desenvolvimento econômico global. Ele abastece o transporte rodoviário, marítimo e aéreo. Move a indústria petroquímica. Viabiliza a agricultura moderna. Está presente na produção de fertilizantes, plásticos, medicamentos, fibras sintéticas, embalagens e milhares de produtos utilizados diariamente. Mesmo com o avanço acelerado das fontes renováveis, a economia mundial ainda permanece fortemente apoiada sobre essa infraestrutura construída ao longo do século XX. Por isso, qualquer alteração relevante em seu preço ultrapassa rapidamente o setor energético. Ela alcança praticamente toda a atividade econômica. Por que uma crise regional afeta o planeta inteiro Poucas commodities possuem um nível de concentração geográfica semelhante ao do petróleo. Grande parte da produção mundial permanece localizada em um grupo restrito de países. Além disso, o transporte internacional depende de corredores marítimos estratégicos cuja estabilidade influencia diretamente o abastecimento global. Quando uma dessas regiões entra em conflito, o impacto não permanece local. O mercado passa imediatamente a incorporar um prêmio de risco. As seguradoras elevam seus custos. As empresas de navegação revisam suas operações. Os fretes aumentam. As importações ficam mais caras. A indústria passa a produzir com custos maiores. E, inevitavelmente, parte dessa pressão chega ao consumidor por meio da inflação. Uma crise localizada rapidamente se transforma em um problema macroeconômico mundial. Os nove primeiros setores impactados pela alta do petróleo Historicamente, aumentos consistentes no preço do petróleo costumam atingir a economia em uma sequência bastante previsível. 1. Combustíveis Gasolina. Diesel. Querosene de aviação. São os primeiros preços a refletirem a volatilidade internacional. 2. Transporte e logística Transporte rodoviário. Aviação. Navegação. Mobilidade urbana. Toda a cadeia logística passa a operar com custos mais elevados. 3. Comércio internacional Fretes marítimos. Seguros de carga. Operações portuárias. Importações e exportações tornam-se mais caras. 4. Inflação O aumento dos custos logísticos chega aos alimentos. Aos produtos industrializados. Aos serviços. À construção civil. A pressão inflacionária se espalha por toda a economia. 5. Agricultura O diesel utilizado nas máquinas agrícolas. A produção de fertilizantes. O transporte da safra. Tudo passa a operar sob maior pressão de custos. 6. Indústria Setores intensivos em energia, como petroquímica, siderurgia, cimento, mineração e indústria automotiva, enfrentam redução de margens e maior cautela para novos investimentos. 7. Mercados financeiros Os investidores aumentam a percepção de risco. As bolsas tornam-se mais voláteis. Moedas oscilam. O capital procura ativos considerados mais seguros. 8. Política monetária A inflação energética dificulta o trabalho dos bancos centrais. Os juros podem permanecer elevados por mais tempo. O crédito torna-se mais caro. O crescimento econômico desacelera. 9. Consumidores No final da cadeia, o impacto chega às famílias. Combustíveis mais caros. Alimentos mais caros. Custo de vida maior. Menor poder de compra. Redução do consumo. Surge uma nova arquitetura energética Enquanto esse modelo demonstra suas vulnerabilidades, uma nova arquitetura energética avança silenciosamente em todo o mundo. Em vez de depender exclusivamente de grandes centros produtores, ela passa a ser formada por milhões de ativos distribuídos. Sistemas fotovoltaicos. Baterias. Estações de recarga para veículos elétricos. Microredes. Usinas comunitárias. Sistemas inteligentes de gerenciamento de energia. Cada novo sistema instalado amplia a descentralização da geração elétrica. Mais importante ainda: amplia a descentralização da propriedade da energia. Milhões de consumidores começam a se transformar também em produtores. Da concentração da produção para a distribuição de riqueza Durante décadas, a economia do petróleo concentrou riqueza em poucos territórios produtores. A exploração exige reservas geológicas específicas. Grandes investimentos. Infraestrutura complexa. Logística internacional. Já a economia das energias renováveis segue uma lógica diferente. Um sistema solar pode ser instalado praticamente em qualquer cidade. Uma bateria pode operar em uma residência, uma indústria ou um comércio. Um veículo elétrico deixa de ser apenas um consumidor de energia para integrar um sistema elétrico inteligente. Empresas locais participam da instalação. Engenharia. Software. Operação. Financiamento. Serviços. O valor econômico passa a ser distribuído por toda a cadeia produtiva. A riqueza deixa de depender apenas da extração de um recurso natural e passa a ser construída pela inovação e pela tecnologia. A eletrificação muda mais do que os automóveis Frequentemente, a mobilidade elétrica é apresentada apenas como uma evolução dos veículos. Na realidade, sua importância é muito maior. Um veículo elétrico pode ser abastecido por energia solar, eólica, hidrelétrica, nuclear ou outras fontes de baixa emissão. Em muitos casos, essa energia pode ser produzida localmente. Quanto maior a participação da eletricidade renovável na matriz energética, menor tende a ser a dependência direta das oscilações do mercado internacional de petróleo. Essa mudança representa mais do que redução de emissões. Representa diversificação. Maior segurança energética. Maior autonomia econômica. Maior resiliência. A democratização da energia Talvez a maior transformação em curso não seja tecnológica. Seja estrutural. Durante décadas, produzir energia foi privilégio de poucos grandes agentes. Hoje, residências, empresas, agricultores, condomínios, cooperativas e pequenas indústrias começam a produzir parte da própria eletricidade. Surge uma economia energética mais democrática. Mais distribuída. Mais competitiva. Mais inovadora. Não significa substituir imediatamente o sistema tradicional. Significa complementá-lo com milhões de novos participantes. Estamos assistindo ao fim do petróleo? Provavelmente não. O petróleo continuará sendo indispensável durante muitas décadas. Aviação. Transporte marítimo. Petroquímica. Indústria pesada. Química. Diversos processos industriais ainda dependerão dele. A pergunta correta talvez seja outra. O petróleo continuará importante. Mas continuará sendo praticamente insubstituível? Os sinais atuais indicam que essa influência tende a diminuir gradualmente à medida que as economias ampliam suas alternativas energéticas. Não porque o petróleo deixará de existir. Mas porque deixará de ser praticamente a única opção em diversos setores. A economia da resiliência As grandes transformações energéticas da história nunca ocorreram apenas por razões ambientais. Sempre existiu um componente econômico. Hoje, a expansão da geração distribuída, do armazenamento de energia, das redes inteligentes e da eletrificação responde cada vez mais a uma busca por segurança. Países desejam reduzir sua dependência externa. Empresas buscam previsibilidade de custos. Consumidores procuram economia. Investidores procuram estabilidade de longo prazo. Os sistemas energéticos distribuídos oferecem respostas para todas essas demandas. Seu valor vai muito além da descarbonização. Uma transição medida em décadas Nenhuma grande fonte energética desapareceu de forma imediata. O carvão continuou existindo após o surgimento do petróleo. O gás natural não eliminou o carvão. As fontes renováveis também não substituirão instantaneamente os combustíveis fósseis. A história demonstra que as transições energéticas acontecem gradualmente. As tecnologias coexistem. A infraestrutura evolui. Os investimentos mudam de direção. Os consumidores alteram seus hábitos. O mesmo ocorre agora. O petróleo continua essencial. Mas a eletricidade torna-se cada vez mais estratégica. Muito além da próxima alta do barril Novas crises geopolíticas continuarão produzindo volatilidade no mercado internacional do petróleo. Entretanto, cada novo episódio reforça uma mensagem estratégica. A resiliência econômica dependerá cada vez mais da diversificação energética. Países capazes de produzir parte significativa de sua própria eletricidade. Empresas que investem em geração distribuída. Indústrias que aceleram sua eletrificação. Consumidores que passam a produzir energia. Todos tornam-se menos vulneráveis a crises ocorridas a milhares de quilômetros de distância. Talvez essa seja uma das maiores transformações econômicas do século XXI. Conclusão O mundo não está assistindo ao fim do petróleo. Está assistindo ao início do fim da concentração energética como principal característica da economia mundial. A transição energética não consiste apenas em substituir uma fonte por outra. Ela redistribui a propriedade da energia. Amplia a participação da sociedade. Aumenta a resiliência dos sistemas. E redefine a relação entre energia, economia e desenvolvimento. Cada nova crise geopolítica evidencia as vulnerabilidades de um modelo altamente centralizado. Ao mesmo tempo, cada novo sistema solar instalado, cada bateria conectada à rede, cada veículo elétrico em circulação e cada microrede implantada demonstram que outro caminho está sendo construído. O futuro da energia provavelmente não será definido por uma única fonte. Será definido pela diversidade. E talvez seja justamente nessa diversidade que esteja a base de uma economia global mais segura, mais resiliente e verdadeiramente democrática. Esta Reportagem Especial representa a análise editorial da equipe de inteligência do EnergyChannel e tem como objetivo contribuir para o debate internacional sobre segurança energética, geopolítica e a evolução de longo prazo da economia global da energia. O Fim da Concentração Energética?
- Uso de oscilografia no setor de distribuição pode reduzir tempo de resposta a faltas na rede elétrica
Consolidada há décadas no segmento de transmissão, a tecnologia de oscilografia vem ganhando espaço também entre distribuidoras de energia, impulsionada pela necessidade de reduzir o tempo de resposta a faltas e melhorar indicadores de continuidade do fornecimento. Tradicionalmente associada a ambientes de alta complexidade na transmissão, a oscilografia passa agora a ocupar um papel estratégico na distribuição, onde o volume de ocorrências é maior e a agilidade na recomposição do sistema impacta diretamente indicadores regulatórios, como DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção). Conhecida como a “caixa-preta” do sistema elétrico, a tecnologia registra eventos antes, durante e após perturbações na rede, como quedas de árvores, curtos-circuitos, descargas atmosféricas, falhas em equipamentos e oscilações de tensão e corrente. Esses registros incluem medições analógicas e digitais, como tensão, corrente, frequência, estados de disjuntores e atuação de proteções, sendo acionados automaticamente a partir de um distúrbio no sistema. “Quando a oscilografia é coletada de forma automática e integrada a sistemas de análise, a concessionária deixa de depender exclusivamente de varreduras manuais dos dados. É possível localizar a falta, entender o tipo de evento e agir com muito mais rapidez”, afirma Michelle Nascimento, Coordenadora de Projetos da Concert Technologies. Segundo especialistas do setor, soluções modernas de análise de oscilografia reduzem o tempo necessário para identificar a causa e a localização de uma falta. Assim é possível transformar um grande volume de dados em informação útil de forma rápida. Experiência da Cemig Distribuição A Cemig Distribuição é uma das empresas que adotou a oscilografia como forma de identificar mais rapidamente as faltas na rede. A integração do sistema foi feita pela Concert Technologies utilizando o SINAPE.Net, desenvolvido pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel). De acordo com Michelle, o sistema de oscilografia, nesse contexto, opera em duas etapas principais: a coleta e centralização automática dos dados, reunindo informações de registradores digitais de perturbação, relés e outros dispositivos inteligentes; e a análise estruturada dos eventos, realizada pelo SINAPE.Net, que classifica ocorrências, calcula a localização da falta ao longo da rede e disponibiliza relatórios para suporte à tomada de decisão. Essa abordagem permite identificar com precisão onde ocorreu a falta, quanto tempo durou e quais foram suas características, sem a necessidade de deslocamento imediato de equipes para percorrer longos trechos da rede, muitas vezes em áreas de difícil acesso. Com isso, as concessionárias conseguem restabelecer o fornecimento de energia mais rapidamente, reduzindo impactos aos consumidores e riscos de penalizações regulatórias. O avanço do uso da oscilografia na distribuição ocorre em paralelo à digitalização das redes elétricas e à adoção de conceitos de smart grids, que ampliam a quantidade de sensores e dados disponíveis no sistema. Sobre o SINAPE.Net O SINAPE.Net é fruto da experiência do centro na área de automação e análise de perturbações, já tendo sido implantado em concessionárias de diversos portes do setor, se apresentando como ferramenta escalável e confiável para coleta, gestão e análise automática de oscilografias. O Grupo Concert Technologies tem atuado como integradora desses sistemas, com foco na ampliação da comunicação entre equipamentos e na centralização das informações. Sobre a Concert A Concert é um dos maiores grupos de Tecnologia Operacional (TO) do Brasil, com mais de 40 anos de expertise nos setores de energia e aeroespacial. Fazem parte do grupo as empresas Concert Lab, Concert Engenharia, Concert Space e Thingable!. A Concert Engenharia é integradora de soluções para o setor elétrico, com atuação em projetos de oscilografia, automação, comunicação e inteligência para redes de transmissão e distribuição. A empresa combina engenharia e tecnologia para apoiar concessionárias na modernização de suas operações e no aumento da confiabilidade do sistema elétrico. Uso de oscilografia no setor de distribuição pode reduzir tempo de resposta a faltas na rede elétrica
- Victron Energy lança no Brasil solução que integra geração solar, baterias e backup de energia em um único equipamento
Novo Multi HS19 Solar 15k foi desenvolvido para empresas, indústrias e grandes projetos, oferecendo mais eficiência, segurança e praticidade na gestão da energia; Rede de distribuidores cresce em todas as regiões do país e impulsiona avanço de 133% da Victron Energy no mercado brasileiro de energia. Brasil, 23 de julho de 2026 - A Victron Energy, fabricante global de soluções para armazenamento de energia e sistemas elétricos autônomos, acaba de lançar no Brasil o Multi HS19 Solar 15k, uma nova solução desenvolvida para tornar os sistemas de energia solar com baterias mais eficientes, compactos e fáceis de instalar. O equipamento reúne, em uma única unidade, três funções essenciais: inversor, carregador de baterias e controlador da geração solar, reduzindo a necessidade de diversos equipamentos separados. Segundo Edimar Prumucena, Gerente da Victron Energy no Brasil, o lançamento acompanha a crescente demanda por sistemas de armazenamento de energia no país: "O Multi HS19 Solar 15k foi desenvolvido para simplificar os projetos, reduzir custos de instalação e oferecer mais eficiência na gestão da energia. É uma solução completa para quem busca segurança energética e maior aproveitamento da geração solar", afirma. Na prática, o equipamento funciona como o "cérebro" do sistema. Ele administra automaticamente a energia produzida pelos painéis solares, controla o carregamento das baterias e decide o melhor momento para utilizar a energia armazenada ou a fornecida pela rede elétrica. Em caso de interrupção do fornecimento da concessionária, o sistema também mantém a alimentação dos equipamentos, garantindo continuidade das operações. O novo equipamento também permite reduzir o consumo de energia nos horários de maior tarifa, contribuindo para diminuir custos com eletricidade. Além disso, pode ser utilizado em sistemas conectados à rede elétrica, em projetos isolados (off-grid) ou em soluções híbridas. Entre seus diferenciais estão a eficiência de até 98%, capacidade para receber até 32 kW de geração solar, quatro controladores independentes que ampliam o aproveitamento dos painéis fotovoltaicos e monitoramento remoto por meio da plataforma da Victron Energy. O produto chega ao mercado brasileiro com garantia de cinco anos. O Multi HS19 Solar 15k foi desenvolvido principalmente para aplicações de médio e grande porte, como empresas, indústrias, hospitais, hotéis, data centers, propriedades rurais, microgrids e grandes residências.Por operar com baterias de alta tensão, é indicado para projetos profissionais que exigem maior capacidade, confiabilidade e desempenho. “Um outro diferencial do lançamento é reunir em um único equipamento funções que normalmente exigiriam diversos dispositivos separados. Com isso, os projetos utilizam menos cabos e componentes, ocupam menos espaço, têm instalação mais rápida e oferecem maior eficiência operacional, além de integração completa com o ecossistema de monitoramento e automação da Victron”, destaca Edimar Prumucena. O equipamento oferece saída trifásica de 15 kW, integração com baterias de alta tensão compatíveis e monitoramento inteligente por Bluetooth ou remotamente por meio de dispositivos GX e do portal VRM (Victron Remote Management). O novo produto chega ao mercado com cinco anos de garantia, reforçando a confiabilidade das soluções desenvolvidas pela fabricante holandesa. De acordo com o Gerente da Victron Energy, “o lançamento acompanha a evolução do mercado brasileiro de armazenamento de energia, que vem registrando forte crescimento impulsionado pela necessidade de maior segurança energética, redução de custos operacionais e expansão das aplicações com baterias em projetos comerciais, industriais e de geração distribuída”. Nos últimos anos, a empresa vem fortalecendo sua operação no Brasil com a ampliação da rede de distribuidores autorizados em todas as regiões do país, como as parcerias com o Grupo Enersolar no Centro-Oeste, a Expertise Solar no Amazonas e a Partner Custom no Rio Grande do Sul, além de investimentos em treinamentos técnicos, suporte especializado aos integradores e expansão da disponibilidade de produtos. A estratégia tem resultado em crescimento contínuo das vendas e na consolidação da marca entre os principais fornecedores globais de soluções para sistemas híbridos, off-grid e armazenamento de energia. A Victron Energy registrou crescimento de 113% em suas operações brasileiras ao longo de 2025 e alcançou uma expansão de 133% em participação de mercado no primeiro trimestre de 2026, consolidando o Brasil como um dos mercados mais estratégicos da companhia em nível global. Com o lançamento do Multi HS19 Solar 15k, a Victron Energy amplia seu portfólio voltado ao segmento de média e alta potência, oferecendo ao mercado brasileiro uma solução que combina alta eficiência, flexibilidade de instalação, monitoramento inteligente e integração completa ao ecossistema da marca, atendendo à crescente demanda por sistemas de energia mais resilientes e sustentáveis. Principais características: Potência de saída: 15 kW trifásicos; Tensão das baterias: 650 V a 1.000 V; Eficiência: até 98%; Energia solar: até 32 kW de entrada fotovoltaica; 4 MPPTs independentes, permitindo diferentes orientações dos módulos solares; Instalação em rack padrão de 19 polegadas; Monitoramento via VictronConnect (Bluetooth) ou remotamente pelo VRM Portal com dispositivos GX; Garantia de 5 anos. Sobre a Victron Energy Fundada em 1975, na Holanda, a Victron Energy é uma das maiores empresas do mundo em soluções para energia independente e armazenamento de energia. Seu portfólio reúne inversores, carregadores, controladores solares MPPT, conversores, sistemas de monitoramento remoto e plataformas inteligentes de gerenciamento de energia, utilizados em aplicações residenciais, comerciais, industriais, marítimas, veículos especiais e sistemas off-grid. Presente em mais de 60 países, a empresa é reconhecida mundialmente pela confiabilidade, inovação tecnológica e alta eficiência de suas soluções, desempenhando papel relevante na transição energética e na expansão dos sistemas de armazenamento de energia em escala global. *Saiba mais em https://brasil.victronenergy.com/ Victron Energy lança no Brasil solução que integra geração solar, baterias e backup de energia em um único equipamento
- Tecnologia Sungrow impulsiona autossuficiência energética em fazenda produtora de grãos em Goiás
Instalada na Fazenda Canaã, unidade conta com 730 módulos fotovoltaicos e inversores 2x SG 110KW + 75KW; projeto reforça avanço da geração solar no agronegócio. Brasil, 22 de julho de 2026 – A busca por redução de custos, eficiência operacional e maior segurança energética está ampliando os investimentos em geração solar no agronegócio brasileiro. Em Goiás, a Fazenda Canaã, uma das principais produtoras de arroz e feijão da região, investiu em uma usina solar de 400 kWequipada com tecnologia da Sungrow, líder global em inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia. A propriedade investe em tecnologia agrícola, mecanização e irrigação para aumentar a produtividade e a qualidade dos alimentos produzidos. Localizada em Bela Vista de Goiás, município distante 50 km de Goiânia, a usina conta com 730 módulos fotovoltaicos e dois inversores 2x SG 110KW + 75KW. O projeto foi desenvolvido para atender às demandas energéticas da propriedade rural, em um setor no qual a eficiência, a confiabilidade dos equipamentos e a continuidade das operações são fatores essenciais para a competitividade dos produtores. O investimento ocorre em um dos principais estados do agronegócio brasileiro. A economia de Goiás tem forte participação da produção de grãos, pecuária e indústria de laticínios, atividades que demandam cada vez mais energia para ampliar a produtividade e modernizar as operações. Nesse cenário, a geração solar vem ganhando espaço como alternativa para proporcionar maior previsibilidade dos gastos com eletricidade e eficiência energética às propriedades rurais. "O produtor rural precisa de um projeto muito bem estruturado e de solidez na escolha dos equipamentos e parceiros, porque o resultado esperado é fundamental no curto, médio e longo prazo. A Sungrow se destaca pela eficiência operacional dos inversores, pela capacidade de geração e pela robustez diante das condições climáticas e das oscilações de rede características do ambiente rural", destaca João Prado, responsável pela Essencial Engenharia Eficiente, empresa integradora parceira da Sungrow. Tecnologia para os desafios do campo Um dos desafios dos projetos solares instalados em áreas rurais está relacionado às características das redes elétricas, às condições climáticas e à localização, muitas vezes distante dos grandes centros urbanos. Na Fazenda Canaã, o projeto utiliza os inversores Sungrow 2X SG 110KW + 75KW para a conversão de energia, somando 295 kW AC de capacidade instalada. Os modelos contam com eficiência máxima superior a 98%, múltiplos rastreadores MPPT, monitoramento inteligente, proteção contra surtos (SPD Tipo II em CC e CA), comunicação integrada e grau de proteção IP66, características que garantem elevado desempenho, segurança e confiabilidade para aplicações fotovoltaicas em ambientes comerciais e industriais. A combinação entre eficiência, robustez e recursos de segurança permite ao equipamento atender às necessidades de projetos instalados no agronegócio, onde a confiabilidade da operação é fundamental para garantir os resultados esperados pelos produtores. Além da tecnologia dos equipamentos, a estrutura de atendimento e pós-venda é considerada estratégica para projetos localizados no interior do País. “Além da robustez dos nossos equipamentos, é muito importante para a Sungrow contar com uma estrutura sólida no Brasil para oferecer atendimento de qualidade e suporte pós-venda. Muitos desses clientes estão em regiões remotas e de difícil acesso e, por isso, trabalhamos para atendê-los cada vez mais com rapidez e eficiência”, afirma o engenheiro João Prado. Sungrow alcança 16,5 GW comercializados no Brasil A expansão da atuação da Sungrow no agronegócio acompanha o crescimento da companhia nos mercados brasileiro e latino-americano. Desde o início de suas operações no Brasil, em 2017, a Sungrow já comercializou 16,5 GW em inversores, sendo 7,49 GW destinados ao segmento de Geração Distribuída e 9,03 GW para projetos de Geração Centralizada. Na América Latina, a companhia alcançou a marca de 25 GW em equipamentos comercializados, sendo mais de 12 GWh em projetos de armazenamento comercializados na região, consolidando sua presença em um dos principais mercados de expansão das energias renováveis no mundo. Com um portfólio que reúne inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia, a Sungrow mantém sua estratégia de ampliar a presença em diferentes segmentos da economia. O agronegócio ocupa uma posição estratégica nesse movimento devido à crescente demanda por soluções capazes de reduzir custos operacionais, aumentar a eficiência e proporcionar maior segurança energética às propriedades rurais. O projeto da Fazenda Canaã demonstra como a combinação entre geração solar e equipamentos de alta eficiência pode contribuir para aumentar a competitividade da produção rural brasileira. Sobre a Sungrow A Sungrow é líder global em tecnologia de energia renovável, sendo pioneira em soluções de energia sustentável há mais de 28 anos. Em dezembro de 2025, a Sungrow havia instalado 1.000 GW de conversores eletrônicos de potência em todo o mundo. A empresa é reconhecida como a fabricante de inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia mais financiável do mundo, segundo a BloombergNEF. Suas inovações impulsionam projetos de energia limpa em todo o mundo, apoiadas por uma rede de 520 pontos de serviço. A companhia mantém seu compromisso de contribuir para um futuro sustentável por meio de tecnologia de ponta e serviços especializados. Tecnologia Sungrow impulsiona autossuficiência energética em fazenda produtora de grãos em Goiás
- Após consolidar sua nova identidade no mercado, a CEO da VIORA Energia detalha os próximos passos da empresa e a estratégia que coloca a experiência do cliente no centro do crescimento
Após consolidar sua nova identidade no mercado, a CEO da VIORA Energia detalha os próximos passos da empresa e a estratégia que coloca a experiência do cliente no centro do crescimento Com mais de 12 mil clientes ativos, a VIORA Energia consolida sua atuação nas regiões Sul e Sudeste com um modelo de energia por assinatura que já proporcionou R$ 55 milhões em economia aos consumidores, redução média de até 24% na conta de luz e evitou a emissão de 22 mil toneladas de CO₂, sem exigir investimento inicial. Brasil, 20 de julho de 2026 - A mudança de marca ficou para trás. Agora, o desafio da VIORA Energia é outro: crescer em escala mantendo a proximidade com o cliente. Após concluir seu processo de reposicionamento institucional, a empresa entra em uma nova etapa de expansão com uma estratégia centrada em digitalização, atendimento consultivo e ampliação da presença no mercado de energia por assinatura. O objetivo é consolidar a companhia como uma das principais plataformas de gestão inteligente de energia para consumidores residenciais e empresas das regiões Sul e Sudeste. O momento é considerado estratégico. A abertura gradual do mercado elétrico, a busca crescente por redução de custos operacionais e a digitalização dos serviços criaram um ambiente favorável para modelos que unem economia, simplicidade e sustentabilidade. Com uma carteira superior a 12 mil clientes e mais de R$ 55 milhões economizados pelos consumidores, a VIORA quer transformar esses resultados em uma plataforma de crescimento para os próximos anos. O portfólio reflete essa diversidade: vai desde grandes empreendimentos turísticos em Santa Catarina, como operações do Grupo Oceanic, até redes varejistas na região metropolitana de Porto Alegre, além de milhares de pequenos negócios, condomínios e consumidores residenciais. A estratégia reforça o posicionamento da VIORA de oferecer soluções adaptadas a diferentes perfis de consumo, mantendo simplicidade operacional e ganhos financeiros para todos os segmentos. Mais do que vender energia, a missão é simplificar a vida do cliente Enquanto boa parte do setor ainda concentra seus esforços na infraestrutura energética, a VIORA decidiu colocar a experiência do consumidor no centro da estratégia. O foco da companhia deixou de ser apenas oferecer desconto na conta de luz. A proposta passa por eliminar burocracias, reduzir o tempo de contratação e permitir que o cliente acompanhe toda a jornada de forma digital, transparente e intuitiva. A nova plataforma da empresa permitirá simulações online, envio automatizado de documentos, análise do perfil de consumo e adesão às soluções de energia renovável sem necessidade de investimentos em equipamentos ou obras na unidade consumidora. Segundo a empresa, a ideia é fazer com que contratar energia inteligente seja tão simples quanto contratar um serviço de streaming ou uma plataforma digital. O cliente passa a ocupar o centro da estratégia A expansão da VIORA não será medida apenas pelo número de novos contratos. Os indicadores considerados estratégicos incluem retenção de clientes, qualidade da experiência, velocidade de atendimento, digitalização dos processos e, principalmente, a capacidade de gerar economia recorrente para consumidores e empresas. Por meio da solução Desconto Garantido, a empresa permite que consumidores reduzam o valor da fatura mensal utilizando créditos de energia provenientes do mercado de geração distribuída, sem necessidade de investimentos, aquisição de equipamentos ou alterações na instalação elétrica. O modelo elimina barreiras de entrada e amplia o acesso à energia renovável, transformando uma despesa fixa em uma oportunidade de ganho financeiro. Expansão com inteligência comercial O crescimento previsto para 2026 e 2027 passa pela ampliação da presença nas regiões Sul e Sudeste, fortalecendo principalmente segmentos com elevado consumo de energia. Entre os mercados prioritários estão supermercados, condomínios, academias, escolas, hotéis, redes varejistas e pequenas e médias indústrias, públicos que buscam previsibilidade de custos e maior eficiência financeira. Ao mesmo tempo, a empresa amplia sua rede de representantes comerciais e engenheiros especializados para oferecer consultoria personalizada durante todo o processo de migração para soluções mais competitivas de fornecimento de energia. Economia e ESG caminham juntas A sustentabilidade permanece como um dos pilares da estratégia corporativa. Além da economia acumulada superior a R$ 55 milhões, a operação da empresa já evitou aproximadamente 22 mil toneladas de emissões de CO₂, resultado que passa a integrar as políticas ESG de diversos clientes corporativos. Para empresas que buscam certificações ambientais ou precisam reportar indicadores de sustentabilidade a investidores e instituições financeiras, a redução da pegada de carbono tornou-se um ativo estratégico tão importante quanto a redução de custos. Os números da VIORA Energia: 12 mil clientes ativos R$ 55 milhões em economia acumulada 15% a 24% de redução média na conta de energia 22 mil toneladas de CO₂ evitadas Atuação nas regiões Sul e Sudeste Modelo de energia por assinatura sem investimento inicial "Queremos que quem contratar energia inteligente seja uma experiência simples, rápida e totalmente focada no cliente." Depois da consolidação da nova marca, qual passa a ser o principal objetivo da VIORA? Viviane Rosa: Nosso foco agora é acelerar o crescimento mantendo aquilo que sempre nos diferenciou: proximidade com o cliente. Queremos crescer sem perder qualidade no atendimento e continuar oferecendo economia real para consumidores e empresas. A marca mudou, mas nosso compromisso permanece o mesmo. Quais serão as prioridades da empresa até 2027? - Vamos investir fortemente na expansão regional, na transformação digital e na ampliação da nossa atuação junto ao mercado corporativo. Também estamos fortalecendo nossa equipe comercial e técnica para atender um número cada vez maior de clientes com agilidade e qualidade. Qual é o papel da tecnologia nessa estratégia? - Ela é fundamental. Estamos automatizando processos para tornar toda a jornada mais simples. O cliente poderá simular sua economia, enviar documentos e contratar nossos serviços digitalmente, reduzindo burocracias e acelerando resultados. A sustentabilidade deixou de ser apenas uma agenda ambiental e passou a influenciar diretamente a competitividade das empresas. Como a VIORA tem ajudado seus clientes a transformar essa pauta em vantagem estratégica? - Hoje não existe mais uma separação entre sustentabilidade e resultado financeiro. As empresas perceberam que reduzir emissões, melhorar indicadores ESG e aumentar a eficiência energética são iniciativas que geram valor para o negócio e fortalecem sua posição no mercado. Na VIORA, conseguimos entregar exatamente essa combinação. Esses indicadores passam a integrar os relatórios de sustentabilidade de muitas empresas e auxiliam no cumprimento de compromissos relacionados a critérios ESG, cada vez mais valorizados por investidores, instituições financeiras e grandes cadeias de fornecimento. Além da economia imediata na conta de energia, nossos clientes passam a contar com uma solução que fortalece sua estratégia de descarbonização, melhora seus indicadores ambientais e contribui para certificações reconhecidas internacionalmente, como ISO 14001, GHG Protocol, CDP e relatórios alinhados às diretrizes da GRI. O que diferencia a VIORA em um mercado cada vez mais competitivo? - Nosso diferencial está na combinação entre atendimento consultivo e personalizado, tecnologia e foco em resultado. Não queremos apenas fornecer uma solução energética. Queremos ajudar empresas e consumidores a administrarem melhor seus custos e ganharem previsibilidade financeira. Como você imagina a VIORA nos próximos anos? - Vejo uma empresa ainda mais digital, próxima dos clientes e preparada para liderar essa transformação do setor elétrico. O mercado está mudando rapidamente, e queremos ser reconhecidos não apenas pela economia que entregamos, mas pela experiência completa que oferecemos aos nossos clientes. Após consolidar sua nova identidade no mercado, a CEO da VIORA Energia detalha os próximos passos da empresa e a estratégia que coloca a experiência do cliente no centro do crescimento
- Vem aí o 3º Encontro CCEE de Diversidade & Inclusão: compartilhe iniciativas e inspire transformações no setor
As inscrições para apresentação de cases estão abertas até 14 de agosto. Participe e contribua para fortalecer a diversidade e a inclusão no mercado Vem aí o 3º Encontro CCEE de Diversidade & Inclusão: compartilhe iniciativas e inspire transformações no setor Sua empresa tem um programa de diversidade interessante com foco grupos de pessoas com deficiência ou afirmativos de raça? A inclusão é uma realidade? Então chegou a hora de contar e inspirar outras organizações. A CCEE, operadora do mercado brasileiro, inicia, nesta terça-feira (15), o período de inscrições de cases do setor elétrico para integrar a programação do 3º EncontroCCEE de Diversidade & Inclusão, que acontece em setembro (3), garanta sua vaga aqui. Empresas interessadas poderão enviar suas iniciativas até o dia 14 de agosto. O evento, que já se consolidou como um espaço de troca de experiências e fortalecimento de práticas inclusivas no setor elétrico, reunirá profissionais, lideranças e especialistas comprometidos com a construção de ambientes cada vez mais diversos, equitativos e acolhedores. As iniciativas selecionadas serão apresentadas durante o encontro, ampliando a visibilidade de projetos que promovem transformações reais nas organizações. A proposta é incentivar o compartilhamento de experiências capazes de inspirar novas práticas e contribuir para o desenvolvimento de um mercado mais representativo, valorizando diferentes trajetórias, perspectivas e talentos. As empresas interessadas em participar poderão inscrever seus cases com grupos de pessoas com deficiência ou afirmativos de raça por meio do formulário (clique aqui e acesse). Os projetos serão avaliados pela equipe da CCEE, considerando critérios como relevância, impacto e potencial de replicação. Não perca a oportunidade de mostrar como a sua organização está promovendo mudanças positivas e ajudando a construir um futuro mais inclusivo. Fique atento às próximas comunicações para acompanhar as novidades da terceira edição do EncontroCCEE de Diversidade & Inclusão. Vem aí o 3º Encontro CCEE de Diversidade & Inclusão: compartilhe iniciativas e inspire transformações no setor
- Atibaia entra no mapa da eletromobilidade com a chegada da primeira unidade da FX Recharge
Nova estação pública de recarga rápida funcionará 24 horas por dia e marca um novo capítulo para a infraestrutura de mobilidade elétrica da cidade. Por Redação EnergyChannel A cidade de Atibaia (SP) acaba de conquistar um importante avanço rumo à mobilidade sustentável. A FX Recharge confirmou que está nos preparativos finais para inaugurar sua primeira unidade de recarga pública de veículos elétricos no município, fortalecendo a infraestrutura necessária para acompanhar o crescimento da frota eletrificada no Brasil. A estação será instalada no Auto Posto Torre de Belém, Endereço: Alameda Prof. Lucas Nogueira Garcez, 1427 - Vila Thais, Atibaia - SP, 12942-020, um dos principais corredores comerciais e turísticos da cidade, ao lado do McDonald’s, oferecendo operação 24 horas por dia, sete dias por semana. Um novo marco para Atibaia Até poucos anos atrás, encontrar pontos públicos de recarga rápida no interior paulista era um desafio para proprietários de veículos elétricos. Com o crescimento acelerado da eletromobilidade, cidades estratégicas começam a receber investimentos que ampliam a confiança dos usuários e tornam as viagens cada vez mais viáveis. A chegada da FX Recharge coloca Atibaia nesse novo cenário. A nova unidade contará com: Carregador rápido DC de 80 kW, permitindo recargas em muito menos tempo para veículos elétricos compatíveis. Carregador AC de 22 kW, destinado ao atendimento de veículos híbridos plug-in e elétricos com carregamento em corrente alternada. A proposta é oferecer uma experiência de recarga eficiente, segura e confiável, reduzindo um dos principais desafios para quem utiliza veículos elétricos: a disponibilidade de infraestrutura de qualidade. Turismo e mobilidade caminham juntos Reconhecida como uma das principais estâncias turísticas do Estado de São Paulo, Atibaia recebe milhares de visitantes todos os meses. A cidade abriga um dos cartões-postais mais conhecidos do interior paulista, a Pedra Grande, referência nacional para a prática de voo livre, parapente e asa-delta, além de oferecer uma ampla variedade de restaurantes, cafeterias, hotéis e atrações voltadas ao turismo de natureza. Com a inauguração do novo eletroposto, motoristas de veículos elétricos poderão visitar a cidade com muito mais tranquilidade, realizando recargas rápidas enquanto aproveitam os atrativos turísticos, gastronômicos e comerciais da região. Muito além de um carregador Para a FX Recharge, a expansão da infraestrutura pública representa muito mais do que a instalação de equipamentos. A empresa nasce com o objetivo de construir uma rede nacional de eletropostos premium, baseada em três pilares: velocidade de recarga; alta disponibilidade operacional; experiência diferenciada para o usuário. Seu modelo de expansão prevê a instalação de carregadores rápidos e ultrarrápidos em locais estratégicos, conectando cidades, rodovias, centros comerciais e polos turísticos. Atibaia como ponto estratégico Na visão do EnergyChannel, a escolha de Atibaia reforça uma tendência observada em diversos mercados internacionais: cidades turísticas passam a desempenhar um papel estratégico na expansão da infraestrutura de recarga. Além de beneficiar a população local, a disponibilidade de carregamento rápido incentiva viagens em veículos elétricos e amplia o potencial econômico ligado ao turismo sustentável. A iniciativa acompanha um movimento global de preparação das cidades para uma mobilidade de baixo carbono, no qual a infraestrutura de recarga deixa de ser um diferencial para se tornar um serviço essencial. Expansão nacional A inauguração da unidade de Atibaia representa apenas o início do plano de crescimento da FX Recharge. A empresa já desenvolve programas de parceria e licenciamento voltados para empresários, postos de combustíveis, hotéis, hospitais, supermercados, centros comerciais, academias e investidores interessados em implantar novos eletropostos em diferentes regiões do Brasil. O objetivo é acelerar a formação de uma rede nacional de recarga de alta qualidade, contribuindo para tornar a mobilidade elétrica cada vez mais acessível. Quando inaugura? A primeira unidade da FX Recharge Atibaia tem inauguração prevista para agosto de 2026, iniciando oficialmente a operação da marca no município. Com funcionamento 24 horas por dia, a estação promete atender tanto os moradores quanto os milhares de visitantes que passam pela cidade ao longo do ano. Análise EnergyChannel A inauguração da primeira unidade da FX Recharge em Atibaia representa mais do que a abertura de um novo eletroposto. Ela simboliza a consolidação de uma nova fase da infraestrutura de mobilidade elétrica no interior paulista. A expansão da recarga pública para cidades de perfil turístico é um passo estratégico para aumentar a confiança dos usuários, estimular viagens de longa distância e preparar o Brasil para o crescimento contínuo da frota de veículos eletrificados. EnergyChannel – Conectando você ao futuro da energia.
- 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
Episódio 48 – Energia solar vale a pena? A resposta definitiva para o consumidor Depois de 48 episódios, chegou a pergunta final e a mais importante:energia solar realmente vale a pena? Neste episódio de encerramento, o EnergyChannel reúne tudo o que foi apresentado ao longo da série para entregar uma resposta clara, honesta e baseada em fatos. 📉 Do custo à economia real A energia solar deixou de ser uma tecnologia cara e inacessível. Hoje, o consumidor encontra: Custos mais baixos do que há alguns anos Linhas de financiamento acessíveis Economia imediata na conta de luz Em muitos casos, a parcela do financiamento é menor do que a conta de energia anterior. 🔋 Um investimento de longo prazo Um sistema solar bem projetado oferece: Vida útil de 25 a 30 anos Baixa manutenção Proteção contra aumentos tarifários Poucos investimentos entregam retorno previsível por tanto tempo. 🌎 Benefícios que vão além da conta de luz Além da economia financeira, a energia solar traz: Redução da pegada de carbono Valorização do imóvel Maior autonomia energética É uma escolha econômica e estratégica. ⚠️ Não é milagre, é planejamento Energia solar não é promessa vazia. Ela funciona quando há: Projeto técnico correto Equipamentos de qualidade Empresa confiável Informação é o que transforma expectativa em resultado. 🧭 Então… vale a pena? Para a maioria dos consumidores brasileiros, sim. A energia solar vale a pena quando: O consumo é analisado corretamente O sistema é bem dimensionado A decisão é tomada com consciência 🔎 A mensagem final do EnergyChannel A energia solar não é apenas uma tendência é uma realidade consolidada. E o consumidor informado é o protagonista dessa transição. 📌 Encerramento da Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber 48 episódios.1 ano de conteúdo.Um guia completo para ajudar o consumidor a economizar, decidir melhor e investir com segurança. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
- A Nova Fronteira da Geração Distribuída: O Armazenamento como Ativo de Infraestrutura e a Abertura do Mercado Livre
A Nova Fronteira da Geração Distribuída: O Armazenamento como Ativo de Infraestrutura e a Abertura do Mercado Livre A Geração Distribuída (GD) no Brasil vive um ponto de inflexão. O modelo de sucesso que impulsionou o país a ultrapassar a marca de 30 GW de capacidade instalada em GD solar, baseado quase exclusivamente na lógica de "instalar e injetar" (net metering), começa a esbarrar em limites físicos e regulatórios. A saturação de subestações, a inversão de fluxo de potência e o fim do período de vacância da Lei 14.300/2022 exigem uma evolução rápida do setor. O próximo ciclo de crescimento e rentabilidade não virá apenas da expansão da capacidade de geração, mas da flexibilidade e da inteligência na gestão da energia. É neste cenário que os Sistemas de Armazenamento de Energia em Baterias (BESS) deixam de ser uma promessa tecnológica para se tornarem o ativo de infraestrutura essencial da nova GD e do Mercado Livre de Energia. O desafio da inversão de fluxo, onde o consumidor injeta energia excedente na rede em volumes que invertem o fluxo tradicional da distribuição, tornou-se uma barreira real para novas conexões. Como apontado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a inversão de fluxo é um desafio natural da GD que exige regulação inteligente. A solução técnica mais imediata e eficiente para mitigar esse problema localmente é o armazenamento. Baterias permitem que a energia gerada no pico de insolação seja guardada e consumida (ou injetada) em horários de maior demanda, aliviando a rede e destravando projetos que, de outra forma, seriam inviabilizados pelas distribuidoras. Além de resolver gargalos de conexão, o BESS viabiliza novos modelos de negócio para consumidores do Grupo A (alta tensão), especialmente com a recente abertura do Mercado Livre de Energia para todos os consumidores de alta tensão. A arbitragem de ponta (Time-of-Use) e o peak shaving (corte de pico de demanda) oferecem retornos financeiros tangíveis, protegendo operações críticas contra interrupções e reduzindo a exposição a tarifas elevadas nos horários de maior consumo. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) já reconhece que, com resposta rápida, um sistema BESS consegue evitar interrupções e melhorar a confiabilidade do sistema elétrico como um todo. No entanto, para que o armazenamento cumpra seu papel transformador na GD e no Mercado Livre, o Brasil precisa superar barreiras regulatórias e tributárias urgentes. Destaco dois pontos críticos que exigem atenção imediata: 1. A Indefinição Regulatória do BESS e os Serviços Ancilares Ainda carecemos de regras claras e definitivas da ANEEL sobre a injeção de energia armazenada, a hibridização de usinas na GD e a possibilidade de recursos distribuídos prestarem serviços ancilares à rede. A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) tem defendido ativamente que a regulamentação do armazenamento é a solução para o curtailment e para destravar investimentos que podem superar R$ 200 bilhões. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já foi autorizado a contratar serviços ancilares para controle de tensão, mas a participação de sistemas BESS distribuídos nesses mercados ainda carece de um arcabouço claro. Sem um marco regulatório que defina como a bateria interage com a rede, o risco jurídico afasta o capital. 2. A Barreira Tributária, a Bitributação e o REIDI O modelo tributário atual penaliza a eficiência. A incidência de ICMS, PIS e COFINS sobre a energia que entra e sai da bateria (bitributação) destrói a viabilidade econômica de muitos projetos. É imperativo que o BESS seja reconhecido e tributado como um ativo de infraestrutura, não como um mero consumidor de energia. Avanços recentes, como a inclusão de projetos de armazenamento no REIDI pela Lei 15.269/2025, são passos na direção certa, permitindo a suspensão de PIS/COFINS para projetos de infraestrutura, mas a isenção e a clareza tributária (especialmente do ICMS) precisam alcançar a geração distribuída de forma ampla e definitiva. Olhando para o cenário global e regional, a América Latina apresenta ritmos distintos. O Chile lidera a regulamentação de armazenamento na região, com regras claras de remuneração por capacidade e injeção, impulsionado pela necessidade de mitigar o curtailment solar no deserto do Atacama. A Colômbia e o México também avançam, impulsionados pela necessidade de confiabilidade e resiliência de suas redes. A China, por sua vez, tem ajustado ativamente suas políticas de exportação, como o recente cancelamento de subsídios e impostos de importação para módulos e baterias, o que impactará a dinâmica de preços globais a partir de 2026. Para o Brasil e a América Latina, isso reforça a necessidade de uma estratégia regional robusta. A viabilidade de montagem local ou regional (como o uso do sistema Maquila no Paraguai para atender o Mercosul) pode ser uma alternativa estratégica para reduzir custos logísticos e proteger o mercado de flutuações internacionais. O armazenamento não é o futuro da Geração Distribuída e do Mercado Livre; é o presente necessário para destravar os próximos gigawatts de energia limpa no Brasil. Reguladores, legisladores e o mercado precisam alinhar as regras à realidade tecnológica. A bateria é a chave para transformar a GD de um modelo passivo de injeção para um sistema ativo, inteligente e essencial para a segurança energética do país. Daniel Pansarella é executivo com vasta experiência no setor de energia solar, especializado em tributação, logística, cadeia produtiva de equipamentos e desenvolvimento de negócios para equipamentos solares nos mercados brasileiro e latino-americano. Atualmente, atua como Public Affairs & Business Developer Latam na Trina Solar, uma das principais fabricantes de módulos fotovoltaicos, Trackers e Storage do mundo. É também Vice-Presidente de Cadeia Produtiva do Conselho da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Diretor do Derex-FIESP e Conselheiro de empresas como Brasol (Siemens e BlackRock), Greener e Pacto Energia. Com histórico como professor de comércio exterior e negociações internacionais, atua na intersecção entre estratégia de mercado, regulação e desenvolvimento de negócios na América Latina. Conheça mais em seu perfil no LinkedIn. A Nova Fronteira da Geração Distribuída: O Armazenamento como Ativo de Infraestrutura e a Abertura do Mercado Livre
- UFMT recebe primeiro sistema de armazenamento de energia da Navvion enquanto MT disputa fábrica bilionária de baterias
ENERGIA UFMT recebe primeiro sistema de armazenamento de energia da Navvion enquanto MT disputa fábrica bilionária de baterias A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) deu um passo importante para se tornar referência em pesquisas sobre armazenamento de energia ao formalizar, nesta terça-feira (14.07), o recebimento de um sistema BESS (Battery Energy Storage System) doado pela empresa norte-americana Navvion Energy Storage Systems. A entrega ocorreu durante a visita da delegação da empresa e da parceira chinesa MANST Technology ao Estado, que também cumpriu agenda técnica na Centroaço e na Trael Transformadores, dentro das tratativas para definir onde será instalada uma fábrica de baterias avaliada em mais de R$ 1,1 bilhão. O equipamento doado é um sistema residencial NavvionZERO com capacidade de armazenamento de 16,1 kWh e inversor híbrido integrado de 10 kW. A tecnologia será utilizada pelo Departamento de Engenharia Elétrica da UFMT em pesquisas, ensaios laboratoriais, testes de conformidade, estudos de desempenho e projetos de integração de microrredes, permitindo que pesquisadores avaliem o comportamento das baterias sob as condições climáticas de Mato Grosso e contribuam para a adaptação da tecnologia ao mercado brasileiro. O memorando de doação, intermediado pelo senador Wellington Fagundes, estabelece que o equipamento será destinado exclusivamente às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação da universidade. Entre as linhas de estudo previstas estão ensaios para atendimento às normas da Aneel e do Inmetro, monitoramento dos sistemas de gerenciamento das baterias (BMS e EMS), avaliação da eficiência energética em condições típicas da região Centro-Oeste e estudos sobre integração de sistemas de armazenamento à rede elétrica. Segundo o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFMT e ex-reitor da instituição, Evandro Aparecido Soares da Silva, a chegada do equipamento representa um avanço importante para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado. “A verticalização da produção passa necessariamente por uma oferta de energia mais segura e confiável. A universidade está preparada para contribuir com pesquisa, inovação e formação de profissionais que possam atender essa demanda. A doação desses equipamentos também é estratégica porque permitirá realizar testes em condições climáticas próprias de Mato Grosso, avaliando aspectos como temperatura e desempenho para adaptar essa tecnologia à realidade da nossa região. Esse processo de tropicalização só pode ser feito aqui”. Além de ampliar a infraestrutura de pesquisa da universidade, a cooperação pode se tornar um diferencial para Mato Grosso na disputa pela instalação da fábrica da Navvion no Brasil. O projeto prevê investimento inicial de R$ 110 milhões para implantação de uma unidade de montagem de sistemas de armazenamento de energia, com capacidade anual de 1,5 GWh e geração de cerca de 150 empregos diretos. Em uma segunda etapa, voltada à fabricação de células de lítio, os investimentos podem ultrapassar R$ 1,1 bilhão, com aproximadamente 500 empregos diretos em cinco anos. Para o presidente da Navvion América do Sul, Merivaldo Britto, a parceria com a UFMT vai além da pesquisa e busca preparar a mão de obra que será necessária para atender a futura indústria. “A principal finalidade dessa parceria é desenvolver capacitação técnica e formar profissionais para atender a uma demanda que cresce rapidamente. Precisamos de pessoas preparadas para trabalhar com eletrônica e armazenamento de energia. Os estados que estão sendo avaliados possuem polos industriais consolidados e oferecem incentivos e segurança jurídica. Esses fatores são importantes para qualquer empresa que pretende realizar investimentos de longo prazo”. Durante a visita também foram discutidas parcerias entre a UFMT e universidades chinesas para o desenvolvimento conjunto de pesquisas na área de armazenamento de energia, caso Mato Grosso seja escolhido para receber o empreendimento. O senador Wellington Fagundes afirmou que a cooperação entre universidade e iniciativa privada fortalece a posição de Mato Grosso na nova economia da transição energética. “O Brasil vive um momento decisivo. Nossa matriz é limpa, mas a expansão acelerada da geração solar e eólica exige aquilo que o mundo inteiro já compreendeu: o armazenamento de energia passou a ser um dos pilares da segurança energética. A parceria com a UFMT e a possibilidade de instalação dessa indústria colocam Mato Grosso em posição estratégica para liderar esse novo ciclo de desenvolvimento”. UFMT recebe primeiro sistema de armazenamento de energia da Navvion enquanto MT disputa fábrica bilionária de baterias
- 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
Episódio 47 – Como escolher uma empresa de energia solar com segurança 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber A qualidade do sistema de energia solar depende tanto dos equipamentos quanto da empresa responsável pelo projeto e pela instalação. Escolher mal pode comprometer o desempenho, a economia e até a segurança do sistema. Neste episódio, o EnergyChannel mostra como escolher uma empresa de energia solar com confiança e critério. 🏢 Não escolha apenas pela propaganda Presença em redes sociais ou anúncios agressivos não garantem qualidade. Antes de fechar contrato, avalie: Tempo de atuação da empresa Histórico de projetos entregues Reputação no mercado Empresas sólidas constroem resultados ao longo do tempo. 📑 Exija projeto técnico detalhado Uma empresa séria apresenta: Estudo de geração Dimensionamento claro do sistema Estimativa realista de economia Desconfie de propostas genéricas ou sem dados técnicos. 🔌 Verifique os equipamentos utilizados Pergunte sempre: Marca e modelo dos módulos Marca do inversor Certificações e garantias Equipamentos confiáveis são essenciais para longevidade. 🛠️ Avalie a qualidade da instalação Questione: Tipo de estrutura de fixação Proteções elétricas Padrões de segurança adotados Instalação bem feita evita falhas e riscos futuros. 🧾 Atenção ao contrato e às garantias Leia com cuidado: Garantia de desempenho Garantia de instalação Suporte pós-venda Contrato claro é sinal de profissionalismo. 🤝 Atendimento e suporte contam muito Energia solar não termina na instalação. Uma boa empresa oferece: Canal de suporte acessível Monitoramento do sistema Acompanhamento ao longo do tempo 🧭 Confiança se constrói com informação O consumidor informado: Faz perguntas certas Compara propostas com critério Evita promessas irreais 🔎 Conclusão Escolher uma boa empresa é tão importante quanto escolher bons equipamentos. No próximo e último episódio da série, o EnergyChannel encerra com: 👉 Energia solar vale a pena? A resposta definitiva para o consumidor 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa SaberConhecimento para investir com segurança. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
- Navvion inicia turnê estratégica pelo Brasil para avaliar oportunidades de manufatura
ENERGIA LIMPA Navvion inicia turnê estratégica pelo Brasil para avaliar oportunidades de manufatura Delegação internacional visita diversos estados brasileiros para se reunir com governo, indústria e parceiros institucionais, ao mesmo tempo em que avalia oportunidades para apoiar o crescente setor de armazenamento de energia do país. A Navvion Energy Storage Systems iniciou uma turnê estratégica pelo Brasil como parte de sua avaliação contínua de oportunidades para expandir sua presença no mercado de armazenamento de energia em baterias do país, que está em rápido crescimento. O programa inclui reuniões com autoridades governamentais, representantes da indústria, instituições de pesquisa e potenciais parceiros em diversos estados brasileiros. A iniciativa reflete o compromisso de longo prazo da Navvion em apoiar a transição energética do Brasil e fortalecer o ecossistema de armazenamento de energia do país. À medida que a demanda por armazenamento de energia em baterias continua a crescer junto com o avanço das energias renováveis e a modernização da rede elétrica, a empresa está avaliando oportunidades de contribuir por meio de futura manufatura, colaboração tecnológica, desenvolvimento de mão de obra e parcerias locais. A agenda da delegação inclui discussões focadas em desenvolvimento industrial, inovação, financiamento, capacitação de trabalhadores, infraestrutura e colaboração entre os setores público e privado. A turnê começa em Brasília, com reuniões envolvendo representantes do governo e instituições de fomento para discutir o futuro da indústria de armazenamento de energia no Brasil e oportunidades de colaboração. Navvion inicia turnê estratégica pelo Brasil para avaliar oportunidades de manufatura Outras visitas ao longo da semana incluem encontros com universidades, organizações industriais, empresas de manufatura e agências de desenvolvimento econômico regional em diversos estados brasileiros. Essas discussões têm como objetivo proporcionar uma compreensão mais ampla do ecossistema industrial, das capacidades de inovação, da infraestrutura logística e do ambiente de negócios de cada região. Segundo Merivaldo Britto, Presidente da Navvion América do Sul: "O Brasil possui todas as características necessárias para se tornar um dos principais mercados de armazenamento de energia da América Latina. O país combina uma forte base industrial, recursos abundantes de energia renovável, demanda crescente por eletricidade e um foco cada vez maior na modernização da rede. Estamos ansiosos para trabalhar junto com instituições públicas, líderes da indústria e organizações educacionais para ajudar a apoiar o desenvolvimento contínuo deste setor." Britto acrescentou que a colaboração terá um papel importante no avanço do crescimento do setor. "Nosso objetivo é construir parcerias de longo prazo que incentivem a inovação, o desenvolvimento da força de trabalho e o avanço tecnológico, ao mesmo tempo em que apoiamos a transição energética mais ampla do Brasil. Acreditamos que a colaboração entre indústria, governo e academia será essencial para alcançar esses objetivos." Durante a visita, a Navvion continuará avaliando oportunidades para futuras colaborações e investimentos que apoiem a expansão da economia de energia limpa do Brasil. Quaisquer projetos futuros serão desenvolvidos em parceria com stakeholders locais e em conformidade com os requisitos regulatórios e comerciais aplicáveis. Navvion inicia turnê estratégica pelo Brasil para avaliar oportunidades de manufatura











