Getmax transforma 30 anos de experiência em uma nova era de tecnologia para empresas
Getmax transforma 30 anos de experiência em uma nova era de tecnologia para empresas
Empresa gaúcha atende mais de 300 clientes em quatro Estados e amplia atuação em um mercado impulsionado por inteligência artificial, cibersegurança e data centers.

Brasil, 23 de setembro de 2026 - A Getmax completa 30 anos de atuação em um mercado que mudou profundamente desde a criação da empresa. Com sede em Porto Alegre (RS), a companhia é especializada na revenda de equipamentos de informática, softwares e soluções de infraestrutura para o setor corporativo e mantém mais de 300 clientes ativos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Entre os clientes estão empresas como Embraer, Petrobras, Panvel, Yara Fertilizantes, Lojas Lebes, Altus Sistemas de Automação, Hyundai Elevadores e Viação Ouro e Prata.
A empresa trabalha com um portfólio que reúne fabricantes como Dell, HP, Lenovo, Microsoft, Cisco, Fortinet, APC, Aruba, Intelbras, Samsung, LG, Seagate, Kingston, Zebra e Honeywell, entre outras marcas. A estratégia permite atender desde estações de trabalho e notebooks até servidores, redes, segurança, armazenamento, comunicação e infraestrutura para ambientes corporativos.

A evolução da Getmax acompanha a transformação do próprio mercado. Se há três décadas a informatização das empresas estava concentrada na aquisição de computadores, periféricos e servidores, hoje a tecnologia está diretamente ligada à produtividade, continuidade operacional, segurança e competitividade. Computação em nuvem, inteligência artificial, automação e crescimento dos volumes de dados passaram a exigir uma infraestrutura mais integrada.
“Quando começamos, a necessidade das empresas era muito mais concentrada em equipamentos. Hoje, a conversa com o cliente é completamente diferente. Ele quer entender como a tecnologia pode melhorar a operação, reduzir riscos e gerar eficiência. O equipamento continua sendo importante, mas ele é parte de uma solução muito maior”, afirma Frederico Braga, diretor Comercial da Getmax.

O movimento ocorre em um mercado brasileiro de TI que ganhou escala nos últimos anos. Segundo dados da ABES/IDC citados no estudo utilizado pela empresa, os investimentos brasileiros em tecnologia da informação chegaram a US$ 58,6 bilhões em 2024, crescimento de 17,6% sobre o ano anterior. O Brasil respondeu por 34,7% dos investimentos de TI da América Latina.
Para Frederico, a mudança mais importante está no comportamento do comprador corporativo. “O cliente está mais informado, mais exigente e muito mais preocupado com integração. Ele não quer simplesmente comprar um computador, um servidor ou um firewall. Quer saber como aquela tecnologia vai conversar com o restante da infraestrutura e como poderá acompanhar o crescimento da empresa”, diz.
Inteligência artificial muda a infraestrutura

A chegada da inteligência artificial acrescenta uma nova camada de complexidade ao mercado. Sistemas de IA demandam maior capacidade de processamento, armazenamento, conectividade e segurança, aumentando a necessidade de modernização da infraestrutura corporativa. Segundo o levantamento citado no estudo, 90% das grandes empresas brasileiras já utilizavam IA em pelo menos um caso de uso.
“A inteligência artificial está mudando a conversa dentro das empresas. Antes se discutia muito a aquisição de equipamentos. Agora se discute capacidade de processamento, dados, segurança, conectividade e onde essa infraestrutura vai estar. A IA acaba puxando uma série de investimentos que muitas vezes o usuário final nem percebe”, afirma Fredrico.
Essa mudança também altera o papel das revendas. Para a Getmax, a oportunidade está em combinar diferentes fabricantes e tecnologias de acordo com a necessidade de cada cliente, em vez de atuar apenas como canal de venda.
“Nosso papel é entender o problema do cliente e encontrar a combinação de tecnologias que faça sentido para aquela operação. Temos parceiros muito fortes em hardware, software, redes e segurança, e isso nos permite montar soluções diferentes conforme o perfil e o nível de exigência de cada empresa”, explica o diretor.
Data centers ampliam o mercado
A expansão dos data centers abre outra frente de crescimento para o ecossistema de tecnologia. Segundo os dados reunidos no material da empresa, o Brasil recebeu 106 MW de nova capacidade de data centers no primeiro semestre de 2026, com previsão de mais 134 MW até o final do ano e investimentos estimados em aproximadamente US$ 8 bilhões.
O avanço desses ambientes movimenta uma cadeia que vai muito além da construção dos próprios data centers. Servidores, armazenamento, switches, roteadores, sistemas de segurança, monitoramento, conectividade, energia, UPS, refrigeração e softwares de gerenciamento passam a fazer parte de uma demanda crescente.
“O crescimento dos data centers é muito relevante porque cria uma cadeia inteira de oportunidades. Não estamos falando apenas do prédio ou da infraestrutura elétrica. Existe toda uma camada tecnológica por trás, e quanto mais dados forem processados e armazenados, maior será a necessidade de equipamentos, conectividade, segurança e gerenciamento”, afirma Frederico.
A cibersegurança também ganhou espaço na agenda dos clientes. Com a digitalização das operações, proteção de dados, firewalls, backup, segurança de endpoints e controle de acesso passaram a ser tratados como componentes da própria infraestrutura empresarial.
“Segurança deixou de ser uma preocupação exclusiva do departamento de TI. Hoje ela está diretamente relacionada ao negócio. Uma empresa pode ter um excelente sistema, mas se não conseguir manter seus dados protegidos e sua operação disponível, o impacto pode ser enorme”, diz.
Próximos 30 anos
Ao olhar para o futuro, Frederico considera que a velocidade da inovação será um dos principais desafios para empresas de tecnologia. A Getmax atravessou ciclos de informatização, expansão da internet, redes corporativas, mobilidade, nuvem e virtualização. Agora, inteligência artificial, automação e dados formam uma nova etapa.
“Os primeiros 30 anos foram de uma transformação enorme. Saímos de um cenário em que informatizar uma empresa significava basicamente colocar computadores em uma operação para um momento em que praticamente toda empresa depende de tecnologia para funcionar. Os próximos 30 anos provavelmente serão ainda mais disruptivos”, afirma.
Para ele, o desafio não será apenas acompanhar as novas tecnologias, mas identificar aquelas que efetivamente produzem valor para os clientes. “A velocidade das mudanças é muito grande. Precisamos estar atentos ao que está surgindo, mas também ter maturidade para entender o que realmente faz sentido para cada empresa. Nem toda novidade precisa ser adotada imediatamente. O nosso papel é ajudar o cliente a tomar essa decisão”, afirma.
A expectativa é que a integração entre hardware, software, conectividade, segurança e serviços se aprofunde. “Queremos chegar aos próximos 30 anos mantendo a mesma capacidade de adaptação que tivemos até aqui. Mais do que vender equipamentos e softwares, queremos continuar sendo um parceiro tecnológico das empresas, acompanhando suas necessidades e ajudando a construir uma infraestrutura preparada para o futuro”, conclui Frederico.
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