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  • Fitch atribui nota máxima de crédito 'AAA(bra)' à SPIC Brasil e à UHE São Simão pela primeira vez

    Reconhecimento destaca a força financeira da companhia, a previsibilidade de receitas e a solidez da Usina Hidrelétrica (UHE) São Simão, principal ativo do grupo Fitch atribui nota máxima de crédito 'AAA(bra)' à SPIC Brasil e à UHE São Simão pela primeira vez A SPIC Brasil Energia Participações S.A. recebeu, pela primeira vez, a classificação de crédito nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ – a mais alta da escala brasileira – concedida pela agência Fitch Ratings. A avaliação, divulgada nesta quarta-feira (26), contempla também a UHE São Simão Energia S.A., principal ativo do grupo no país. A perspectiva do rating é estável, indicando a confiança da agência na manutenção do bom desempenho da companhia nos próximos anos. Segundo a Fitch, a decisão se fundamenta em três pilares. O principal é a elevada previsibilidade de receitas, já que cerca de 60% da capacidade da empresa está contratada no mercado regulado, ambiente com menor risco e condições comerciais mais estáveis para as geradoras. A análise também destaca a relevância da UHE São Simão, localizada entre Minas Gerais e Goiás, que responde por cerca de 85% do resultado operacional da companhia. Com 1,7 GW de capacidade instalada e concessão até 2048, a usina tem histórico positivo e apresenta forte estabilidade na geração de caixa devido a contratos que remuneram a disponibilidade independentemente das condições hidrológicas. Por fim, a Fitch aponta o apoio estratégico da controladora State Power Investment Corporation (SPIC), um dos maiores grupos de energia do mundo, como um fator que fortalece o perfil de crédito da operação brasileira. Entre 2021 e 2025, o grupo realizou aportes de R$ 2,9 bilhões para a expansão e a solidez financeira da SPIC Brasil. “O reconhecimento da Fitch reforça a posição da SPIC Brasil como uma das protagonistas da transição energética nacional. Alcançar o rating máximo é um marco que confirma nossa saúde financeira e o compromisso de oferecer energia segura, competitiva e cada vez mais sustentável ao país”, afirma Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. Mesmo considerando desafios do setor, como os cortes de geração eólica e solar (curtailment), a agência avalia que a SPIC Brasil e a UHE São Simão estão bem-posicionadas para manter a trajetória positiva. Fitch atribui nota máxima de crédito 'AAA(bra)' à SPIC Brasil e à UHE São Simão pela primeira vez

  • Betim Terminal de Armazenagem prevê expansão e reforça papel estratégico de Minas Gerais no mapa energético nacional

    Com ampliação da capacidade para 27 milhões de litros e novo investimento de R$ 15 milhões, base do Grupo Potencial projeta geração de empregos e atendimento a novos mercados Betim Terminal de Armazenagem prevê expansão e reforça papel estratégico de Minas Gerais no mapa energético nacional Minas Gerais está reforçando seu papel no abastecimento de combustíveis do Brasil. O Betim Terminal de Armazenagem (BTAR), primeira base própria do Grupo Potencial em Minas Gerais, vai receber um novo investimento para aumentar sua capacidade de distribuição, fortalecendo o estado como um dos principais hubs logísticos do país. Atualmente, a unidade opera com capacidade estática de 22 milhões de litros, e o plano prevê ampliar esse volume para 27 milhões de litros no próximo ano. A expansão contará com um novo aporte de R$ 15 milhões, que, além do aumento de capacidade, inclui melhorias na infraestrutura de carregamento e descarga, assim como em toda a área administrativa do empreendimento. O investimento também deverá gerar diversas vagas de empregos diretos e indiretos.  Paralelamente, existe um projeto em andamento, para transformar o BTAR em um terminal voltado a atender produtores de etanol e biodiesel. “Acreditamos que essa estratégia trará mais uma opção logística para a região, que é uma das mais demandadas do país. Sabemos que essa transformação da base em terminal pode levar de dois a três anos para se concretizar, devido aos processos regulatórios e licenciamentos. Por isso, já estamos nos preparando para viabilizar a expansão, como forma de assegurar entregas cada vez mais eficientes e ágeis na região, reforçando a solidez do Grupo Potencial em um dos maiores estados do Brasil”, destaca o diretor de operações do Grupo Potencial, Eder Frank. Com essa ampliação, o objetivo é atender não apenas o mercado mineiro, mas também outros estados do Sudeste e do Nordeste, consolidando o BTAR como um dos principais pontos logísticos para o abastecimento de combustíveis no país, fortalecendo o papel de Minas Gerais como referência na infraestrutura energética brasileira ao garantir maior segurança, eficiência e agilidade no abastecimento nacional.   Dois anos de operação e resultados concretos Com um investimento inicial de R$ 95 milhões, o Grupo Potencial inaugurou a primeira base própria em Minas Gerais em agosto de 2023. Em dois anos de operação, o BTAR movimenta 55 mil metros cúbicos de combustíveis por mês, o equivalente a 600 mil metros cúbicos por ano, incluindo gasolina, diesel, etanol e biodiesel. “O BTAR veio com o objetivo de suprir uma carência que identificamos na região: é um local com ampla demanda e pouca infraestrutura. A construção da base foi um desafio devido ao terreno montanhoso, característico da região, levando anos de prospecção e terraplanagem”, explica Frank. Com uma localização privilegiada, às margens da BR-381, em Betim, município da Região Metropolitana de Belo Horizonte e interligado por dutos com a Refinaria Gabriel Passos (Regap), o BTAR tem acesso fácil e seguro dos dois lados da rodovia. Além disso, conta com amplo estacionamento e trouxe mais agilidade, segurança e competitividade para o setor, projetando Minas Gerais no mapa energético brasileiro. Betim Terminal de Armazenagem prevê expansão e reforça papel estratégico de Minas Gerais no mapa energético nacional

  • EAML 2025 destaca avanço da IA e a prontidão do Brasil para adoção ampla de medidores inteligentes

    Especialistas afirmam que digitalização, acesso a dados e automação são decisivos para modernizar o setor elétrico e acelerar o varejo de energia EAML 2025 destaca avanço da IA e a prontidão do Brasil para adoção ampla de medidores inteligentes Campinas, 27 de novembro de 2025 – O segundo dia do Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), organizado pela Informa Markets em coorganização com a Associação Brasileira de Comercializadores de Energia – ABRACEEL, mostrou que inteligência artificial e medição inteligente caminham juntas no processo de modernização do setor elétrico. Especialistas apontaram que o Brasil já reúne as condições necessárias para avançar na digitalização da rede e para aplicar IA em escala na gestão, na operação e na experiência do consumidor.   Segundo Alexandre Vidal, Diretor Executivo de Infraestrutura e Mercados Regulados da EY, o país superou entraves históricos relacionados ao custo, à tecnologia, à padronização e à capacidade de produção dos medidores inteligentes. “Todos os aspectos técnicos e industriais estão prontos. Falta apenas consolidar o avanço regulatório”, afirmou. Ele citou a queda expressiva de preço dos dispositivos, o aumento da oferta de fabricantes homologados e a experiência crescente de distribuidoras como Enel e Copel, que já instalaram milhões de unidades.   Vidal reforçou que a adoção em larga escala pode transformar a operação das redes. Enquanto um medidor convencional envia uma leitura mensal, equipamentos inteligentes podem registrar milhares ou até milhões de dados no mesmo período. Para ele, essa mudança exige que distribuidoras adotem sistemas capazes de tratar grandes volumes de informação e convertê-los em inteligência aplicada. “O medidor passa a ser um sensor essencial para qualidade, resiliência e abertura de mercado”, comentou.   A visão sobre IA foi complementada por Danilo Barbosa, CEO da Way2, que destacou o potencial da tecnologia para interpretar dados, automatizar rotinas e personalizar serviços. Ele afirmou que modelos de linguagem permitirão que o usuário solicite análises diretamente à IA, sem depender de relatórios manuais. “O usuário passa a conversar com a IA e pedir análises que antes dependiam de desenvolvimento pontual”, disse.   Barbosa também apresentou casos práticos de machine learning e IA generativa aplicados em distribuidoras, desde modelos que cruzam perfis de consumo com produtos até soluções que interpretam faturas digitalizadas. O executivo afirmou que o avanço real depende do acesso estruturado aos dados do consumidor, previsto nas discussões do Open Energy. “Com dados acessíveis via APIs, o setor deixa de digitalizar faturas e passa a criar valor sobre uma base estruturada”, observou.   As discussões reforçaram que IA e medição inteligente formam o núcleo da modernização do setor elétrico. Para os especialistas, o alinhamento entre tecnologia, regulação e acesso a dados será determinante para fortalecer o varejo de energia, melhorar a qualidade do serviço e ampliar a autonomia do consumidor na abertura total do mercado. EAML 2025 destaca avanço da IA e a prontidão do Brasil para adoção ampla de medidores inteligentes

  • Malásia lança super corredor solar de US$ 6 bilhões para impulsionar integração energética no Sudeste Asiático

    A Malásia deu um passo estratégico para se posicionar entre os maiores hubs de energia limpa do Sudeste Asiático. Um novo plano de investimentos estimado em US$ 6 bilhões vai transformar o Estado de Johor em um corredor de geração renovável em larga escala, conectando indústria, data centers e, futuramente, redes internacionais. Malásia lança super corredor solar de US$ 6 bilhões para impulsionar integração energética no Sudeste Asiático O projeto, chamado Southern Johor Renewable Energy Corridor (SJREC) , nasce de uma parceria entre a International Finance Corporation (IFC), o fundo estratégico Permodalan Darul Ta'zim (PDT) e a desenvolvedora Ditrolic Energy. A iniciativa integra a visão da Zona Econômica Especial Johor-Singapura  e reforça as metas da Política de Desenvolvimento Verde de Johor 2030 . Um corredor solar de nova geração A primeira fase do megaprojeto estabelece: 4 GWp de capacidade solar instalada 5,12 GWh de armazenamento em baterias Área total de implantação superior a 4 mil hectares A escala coloca o SJREC entre os maiores complexos híbridos solar + armazenamento da Ásia. A eletricidade limpa será destinada principalmente a: Data centers de hiperescala  que se instalam rapidamente na região Indústrias exportadoras e fabricantes  de alta intensidade energética Empresas multinacionais que buscam contratos de energia renovável para metas ESG Johor já desponta como um dos polos industriais mais dinâmicos do Sudeste Asiático, e o corredor energético fortalece esse posicionamento. Malásia lança super corredor solar de US$ 6 bilhões para impulsionar integração energética no Sudeste Asiático Integração regional: energia malaia abastecendo Singapura Além de atender à demanda local, o projeto abre caminho para um fluxo crescente de eletricidade limpa para Singapura , apoiando a expansão da ASEAN Power Grid iniciativa que busca interligar os sistemas elétricos do bloco até 2045. Essa integração será essencial para garantir segurança energética regional, diversificar fontes e ampliar a participação de renováveis no mix dos países-membros. Financiamento e visão estratégica O anúncio ocorre em paralelo ao avanço do ASEAN Power Grid Financing (APGF) , programa que mobiliza capital para projetos transfronteiriços de energia limpa. O SJREC é visto como um dos empreendimentos mais alinhados à visão do APG, tanto pela escala quanto pelo impacto econômico. Para os desenvolvedores e investidores, o corredor representa: Um laboratório de integração entre geração solar, baterias e grandes consumidores Um ativo estratégico para exportação de energia verde Uma vitrine internacional de projetos de transição energética no Sudeste Asiático Por que o projeto importa para o cenário global de energia? Escala inédita  de solar + armazenamento na região. Conexão direta com polos industriais e digitais , setores que lideram a demanda por energia renovável. Suporte à descarbonização internacional , já que data centers e fabricantes buscam contratos de longo prazo com energia limpa. Integração energética regional , um passo crucial para a segurança elétrica do Sudeste Asiático. Malásia lança super corredor solar de US$ 6 bilhões para impulsionar integração energética no Sudeste Asiático

  • Schneider Electric e Bloomberg New Economy lançam Coalizão de Tecnologia de Energia para destravar o futuro da "demanda inteligente"

    Aliança reunirá líderes dos setores de energia, tecnologia e infraestrutura e visa construir um futuro energético resiliente e acessível Schneider Electric e Bloomberg New Economy lançam Coalizão de Tecnologia de Energia para destravar o futuro da "demanda inteligente" São Paulo, novembro de 2025  – A  Schneider Electric , líder global em tecnologia de energia, e a Bloomberg New Economy anunciam o lançamento da  Energy Technology Coalition  (“Coalizão”) - nova iniciativa do setor privado que reúne tomadores de decisão e especialistas globais de diversos segmentos para acelerar a adoção de tecnologias que tornem o consumo de energia mais eficiente, resiliente e responsivo em meio ao crescente aumento da demanda global por eletricidade. A Coalizão, copresidida pela Schneider Electric e pela Bloomberg New Economy, foi apresentada durante o  Innovation Summit North America  da multinacional francesa, em Las Vegas (EUA), que reuniu mais de 2.500 líderes do setor, e no  Bloomberg New Economy Forum , em Singapura. Em um momento no qual muitos investimentos em energia estão focados em aumentar a oferta de eletricidade para atender às crescentes demandas de data centers de inteligência artificial (IA) e populações em expansão, a Coalizão concentra-se em como a energia pode ser utilizada de forma mais eficiente. Ela irá explorar como a IA, entre outras tecnologias emergentes, pode fornecer soluções que otimizem o uso de energia e aprimorem a capacidade de resposta da rede elétrica, de modo a possibilitar a integração de mais fontes de energia, incluindo energia limpa. A Energy Technology Coalition reunirá líderes dos setores de energia, tecnologia e infraestrutura para identificar onde e por que a implementação de tecnologias do lado da demanda - como gestão de rede habilitada por IA, gêmeos digitais e sistemas de automação industrial - tem sido lenta, e quais alavancas podem destravar uma adoção mais rápida. A Coalizão pretende publicar soluções e  frameworks  embasados em dados para reduzir os pontos de atrito na transição para um uso de energia mais inteligente e mais limpo. “Construir um futuro energético resiliente e acessível exige uma forte colaboração entre os setores de tecnologia e energia” , afirma Frédéric Godemel, vice-presidente Executivo de Gestão de Energia da Schneider Electric.  “Ao trabalharmos juntos e aproveitarmos inovações como IA e gêmeos digitais, podemos fortalecer a rede, melhorar a confiabilidade e tornar a energia mais acessível e econômica para todos. A Schneider Electric está comprometida em fazer parcerias com líderes do setor para entregar soluções que apoiem o crescimento econômico e garantam que nossa infraestrutura energética possa atender às demandas do futuro - por isso estamos entusiasmados em fazer parte desta nova coalizão.” Os membros fundadores da Energy Technology Coalition incluem atualmente Christina Shim, Chief Sustainability Officer da  IBM , Professor John D. Sterman, diretor do  MIT System Dynamics Group , Claire O’Neill, diretora Não Executiva da  Oxy  e ex-Ministra de Energia do Reino Unido, Arch Rao, fundador e CEO da  SPAN  e Manon van Beek, CEO da  TenneT , com mais integrantes a serem anunciados nos próximos meses. “A inovação e o investimento do lado da demanda são frequentemente ignorados no nosso planejamento de futuro. Independentemente da intensidade de carbono presente no sistema, há enormes benefícios de custo, eficiência e flexibilidade ao gerenciar melhor a demanda” , diz Claire O’Neill, ex-Ministra de Estado para Energia e Crescimento Limpo do Reino Unido.  “Agora é muito mais fácil defender esse argumento, especialmente para indústrias de uso intensivo de energia que enfrentam custos estruturalmente altos em muitas regiões.” “Estamos testemunhando um momento crítico em que infraestrutura digital e sistemas de energia estão convergindo em um ritmo acelerado” , destaca Karen Saltser, CEO da Bloomberg Media.  “É evidente que o mundo se beneficiaria de uma ação coordenada para assegurar que o aumento da demanda por IA e computação seja atendido com uma oferta de energia limpa, resiliente e eficiente para as próximas gerações. Ao reunir as melhores mentes do setor, a Energy Technology Coalition ajudará a catalisar novas inovações, parcerias e políticas necessárias para abastecer o futuro de forma responsável.” A primeira reunião presencial da Coalizão será realizada em janeiro de 2026 na  Bloomberg House , em Davos, paralelamente ao Encontro Anual do Fórum Econômico Mundial (WEF). Os membros irão colaborar em estratégias práticas, programas-piloto e estruturas que definirão como as indústrias utilizam e gerenciam a energia na era da IA. Sobre a Schneider Electric A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo  eficiência  e  sustentabilidade  por meio da eletrificação, automação e digitalização de indústrias, negócios e residências. Suas tecnologias permitem que  edifícios ,  data centers ,  fábricas ,  infraestruturas  e  redes  funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, aumentando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas impulsionados por inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil colaboradores e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como  uma das empresas mais sustentáveis do mundo . www.se.com Schneider Electric e Bloomberg New Economy lançam Coalizão de Tecnologia de Energia para destravar o futuro da "demanda inteligente"

  • Londres acelera transformação urbana e registra recorde histórico de viagens de bicicleta

    Londres vive um momento decisivo em sua agenda de mobilidade sustentável. A capital britânica atingiu um novo patamar no uso da bicicleta como meio de transporte diário, consolidando um avanço que já vinha sendo observado desde o período pré-pandemia. Londres acelera transformação urbana e registra recorde histórico de viagens de bicicleta Segundo dados recentes da Transport for London (TfL), o volume de deslocamentos por bicicleta chegou a um nível sem precedentes, reforçando uma mudança cultural que reposiciona o ciclismo como protagonista na rotina urbana. Crescimento acelerado impulsiona nova dinâmica urbana Nos últimos anos, Londres ampliou de forma significativa sua infraestrutura cicloviária, com expansão de rotas protegidas, redesenho de cruzamentos e políticas de incentivo à mobilidade ativa. Essa combinação elevou em mais de 40% o uso das bicicletas desde 2019, sinalizando que a cidade está prestes a consolidar um novo paradigma de mobilidade. Especialistas em planejamento urbano destacam que a capital britânica vive hoje uma transição semelhante à experimentada por grandes referências globais em transporte sustentável como Amsterdã e Copenhague, mas com um ritmo acelerado, sustentado por investimentos de longo prazo. Autoridades veem cidade mais segura e acessível para ciclistas Para Will Norman, Comissário de Caminhadas e Ciclismo de Londres, os números refletem uma transformação estrutural, não apenas um comportamento temporário dos moradores. Segundo ele, Londres está, de fato, se tornando uma cidade em que a bicicleta deixa de ser alternativa e passa a ocupar espaço central no planejamento urbano. A ampliação de corredores cicláveis, a instalação de faixas protegidas e a modernização de interseções consideradas críticas reduziram riscos e democratizaram o uso da bicicleta para diferentes perfis de usuários de trabalhadores a famílias e estudantes. Sustentabilidade e eficiência como motores da mudança A adoção crescente das bikes acompanha a meta da cidade de reduzir emissões de carbono e melhorar a qualidade do ar, dois desafios históricos para uma das maiores metrópoles da Europa. A mobilidade ativa, além de reduzir congestionamentos, melhora a saúde da população e cria uma dinâmica urbana mais equilibrada. A expectativa das autoridades é que esse movimento continue em ascensão nos próximos anos, à medida que novos trechos da rede cicloviária forem entregues e programas de incentivo ao transporte limpo ganhem fôlego. Energia limpa, cidades inteligentes e mobilidade ativa: uma convergência inevitável O avanço do ciclismo em Londres revela uma tendência global já observada pelo EnergyChannel: cidades que priorizam infraestrutura sustentável tendem a acelerar a transição para modelos urbanos mais eficientes, conectados e integrados às demandas ambientais do século XXI. Se Londres continuar nesse ritmo, a capital pode se tornar uma referência internacional em mobilidade ativa, alinhando saúde pública, planejamento urbano e metas climáticas em um único movimento e criando um laboratório vivo para o futuro das cidades. Londres acelera transformação urbana e registra recorde histórico de viagens de bicicleta

  • BMW amplia estratégia global para uma cadeia de suprimentos limpa e resiliente com investimento anual bilionário

    A BMW está acelerando uma das maiores transformações industriais de sua história ao direcionar cerca de US$ 104 bilhões por ano  para uma cadeia de suprimentos mais limpa, tecnológica e preparada para os desafios globais. No coração dessa operação está a fábrica de Landshut , na Alemanha uma das unidades mais avançadas da montadora e referência em produção de componentes estratégicos para veículos eletrificados e tradicionais. BMW amplia estratégia global para uma cadeia de suprimentos limpa e resiliente com investimento anual bilionário Cadeia de suprimentos como pilar estratégico O EnergyChannel apurou que a BMW vem reforçando seu modelo de negócios com foco crescente em sustentabilidade e circularidade, transformando sua rede global de fornecedores em um dos principais vetores de redução de carbono. A montadora vem adotando padrões mais rígidos de compras, rastreabilidade e eficiência produtiva, alinhando suas operações às metas do Acordo de Paris  e ao avanço da mobilidade elétrica. Com milhares de fornecedores espalhados pelo mundo, a companhia integra anualmente milhões de peças em seus veículos uma operação que exige alto nível de coordenação, resiliência logística e adaptações tecnológicas constantes. Nos últimos anos, essa engrenagem complexa vem sendo ajustada para reduzir emissões, ampliar o uso de materiais recicláveis e estimular processos mais circulares dentro e fora da BMW. Sustentabilidade deixa de ser tendência e vira exigência O movimento também responde à pressão crescente de consumidores, governos e mercados globais. Hoje, a montadora trata sustentabilidade como critério de competitividade e não mais como diferencial voluntário. A empresa reforça que fornecedores com práticas socioambientais inconsistentes correm o risco de sair da cadeia de suprimentos, um recado que vem remodelando indústrias inteiras de mineração e metalurgia a plásticos e eletrônicos. Essa estratégia vem se tornando determinante para garantir previsibilidade operacional, mitigar riscos e fortalecer a reputação da BMW em um cenário em que regulamentações ambientais avançam rapidamente, especialmente na Europa. Landshut: onde tecnologia, materiais avançados e descarbonização se encontram A unidade de Landshut é responsável por fabricar alguns dos componentes mais importantes dos veículos da marca, incluindo: Estruturas metálicas e peças fundidas de alta complexidade Componentes em plástico avançado e materiais leves Eixos, sistemas de transmissão e módulos estruturais Elementos essenciais para veículos elétricos e híbridos A fábrica também atua como centro de inovação para novos materiais e processos mais limpos, incluindo o uso ampliado de ligas recicladas, tecnologias de produção com menor demanda energética e sistemas de reaproveitamento industrial. Resiliência como vantagem competitiva Além do impacto ambiental, a BMW está transformando a sustentabilidade em blindagem operacional. Cadeias circulares e processos mais eficientes reduzem dependências críticas, aumentam a previsibilidade de custos e fortalecem a capacidade da empresa de reagir a crises globais uma prioridade desde as rupturas logísticas vividas nos últimos anos. Para a montadora alemã, tornar sua rede de fornecedores mais sustentável significa, ao mesmo tempo, torná-la mais forte e preparada para um setor automotivo cada vez mais competitivo e regulado. BMW amplia estratégia global para uma cadeia de suprimentos limpa e resiliente com investimento anual bilionário

  • Expansão do mercado automotivo impulsiona contratação de seguros no país

    Empresas do setor acompanham o cenário inovando em produtos e investindo na jornada do cliente Expansão do mercado automotivo impulsiona contratação de seguros no país A retomada do mercado de veículos novos e usados no Brasil tem impactado positivamente o setor de seguros. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o segmento registrou crescimento nominal de 6,12% no acumulado de janeiro a setembro de 2025, na comparação com igual período de 2024. No total, os seguros de danos e de pessoas (ex-VGBL) somaram R$ 164,82 bilhões em prêmios, avanço de 7,45%.  Para o diretor da CGF Seguros, Bruno Miranda, “o crescimento observado no seguro de autos reflete o movimento de retomada do mercado de veículos novos e usados no Brasil”.  O cenário é corroborado pelos dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Só em outubro de 2025, foram emplacadas 493.348 unidades, alta de 4,84% sobre setembro e de 8,96% frente a outubro de 2024. No acumulado do ano, os emplacamentos chegaram a 4.193.560 veículos, crescimento de 7,63%.  “A correlação entre maior volume de veículos em circulação e a demanda por seguros é direta”, afirma Miranda. “Quanto mais veículos, maior a exposição a riscos de colisão, furto e demais sinistros, o que naturalmente eleva a contratação de seguros e exige ajustes constantes nas apólices”.  O movimento do setor também inclui a expansão da mobilidade sustentável. Entre janeiro e outubro de 2025, foram emplacados 158.248 veículos híbridos, crescimento expressivo de 82,35% em relação ao mesmo período do ano anterior.  “Na CGF, estamos constantemente estruturando novos produtos, inclusive seguros personalizados para veículos Premium”, comenta o diretor.  Miranda destaca ainda que a competitividade do setor exige investimentos constantes na experiência do consumidor. “Com atendimento ágil, transparência e fortalecimento da jornada do cliente – do primeiro contato ao pós-venda – é que vamos garantindo a construção de relações de confiança e asseguramos a fidelização”, compartilha o diretor da CGF, corretora de seguros com mais 20 anos de mercado.  Mais sobre a CGF Seguros A CGF Seguros atua há 20 anos no mercado de Seguros e provê soluções para mais de 10 mil clientes em todo o Brasil. Em parceria com as maiores seguradoras do país, a corretora atua em vários ramos de seguros e oferece cobertura especialmente para máquinas e automóveis nos casos de roubo, furto simples ou qualificado, incêndio, acidentes e tombamentos, colisões e demais danos de causa externa, danos elétricos, responsabilidade civil e cobertura no transporte, dentre outros. Expansão do mercado automotivo impulsiona contratação de seguros no país

  • Avanço da eletrificação no Brasil exige gestão inteligente para fortalecer o transporte sustentável

    Alta de 62% nos emplacamentos de veículos elétricos leves impulsiona o debate sobre eficiência no Dia Mundial do Transporte Sustentável Avanço da eletrificação no Brasil exige gestão inteligente para fortalecer o transporte sustentável O Brasil vive um momento decisivo na transição para um novo modelo de transporte, com operações mais eficientes e sustentáveis. De acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), ao longo do último ano o país registrou um aumento de 62% nas vendas de veículos leves elétricos, consolidando o maior ritmo de crescimento já observado no mercado. No mesmo período, os veículos comerciais leves elétricos amplamente utilizados em entregas urbanas, nos serviços de campo  e na logística de última milha registraram alta de 51% nos emplacamentos, demonstrando que a eletrificação já faz parte da estratégia operacional de diversas empresas.   Esse avanço ganha ainda mais relevância no contexto do Dia Mundial do Transporte Sustentável, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2023 e celebrado anualmente em 26 de novembro. A data reforça a importância de modelos de transporte que reduzam emissões e aumentem a eficiência operacional. Partindo do reconhecimento de que o setor é essencial para conectar pessoas, serviços e cadeias produtivas, sua evolução rumo à sustentabilidade exige a integração de tecnologias avançadas e um planejamento capaz de orientar as empresas na transição para operações mais limpas.    Nesse cenário de transformação, a  Geotab, líder global em gestão de frotas, ativos e veículos conectados , desempenha um papel estratégico ao apoiar empresas na adoção de práticas mais sustentáveis. As soluções da companhia contribuem para aumentar a eficiência das operações, reduzir o consumo de combustível, otimizar custos e viabilizar a transição para frotas elétricas, promovendo uma tomada de decisão orientada por dados.    Com presença em mais de 160 países e suporte a mais de 300 modelos de veículos elétricos, a tecnologia da Geotab oferece acesso a dados essenciais de performance, permitindo monitorar em tempo real o nível de bateria, a autonomia efetiva, além do status e dos locais de recarga. Essa visibilidade amplia o controle das operações e compõe um ecossistema capaz de acompanhar toda a jornada de eletrificação, desde os estudos de viabilidade até a gestão diária das frotas.   Além disso, a empresa disponibiliza soluções completas para que gestores tenham uma visão integrada de toda a operação elétrica, a combustão ou híbrida fortalecendo uma gestão estratégica e orientada por dados. A plataforma MyGeotab reúne, em um dashboard unificado, informações como consumo de combustível, emissões de CO₂, tempo ocioso e estado de carga dos veículos elétricos, contribuindo para decisões mais assertivas.   “A eletrificação deixou de ser apenas uma meta ambiental e passou a ocupar espaço nas escolhas estratégicas das operações”, afirma  Eduardo Canicoba, vice-presidente da Geotab Brasil . “Para avançar nessa direção, as empresas precisam compreender o comportamento real de suas frotas. Com inteligência de dados, é possível identificar áreas de melhoria das emissões de CO₂ ao consumo de combustível — e determinar o momento certo para migrar para veículos elétricos, a fim de agregar valor, elevar a performance e cumprir metas de sustentabilidade”, complementa.   Dados para orientar a eletrificação Com o avanço da autonomia média e a ampliação da oferta de modelos elétricos, cresce entre as empresas a necessidade de entender quando e como substituir veículos a combustão. Para apoiar esse processo, a Geotab oferece recursos como a Avaliação de Migração para Frota Elétrica, que orienta gestores na elaboração de um plano estruturado de eletrificação. A ferramenta analisa o tipo e modelo do veículo, o consumo de energia, os custos operacionais, os locais de recarga e o tempo de vida útil dos ativos para identificar quais têm potencial de eletrificação. A partir desses dados, estima os ganhos financeiros esperados e avalia o impacto da mudança na rotina da frota.   Além da análise prévia, a plataforma oferece visibilidade contínua sobre o estado da bateria, a eficiência energética, as condições de recarga, o impacto da temperatura, os padrões de condução e o desempenho por tipo de veículo — fatores essenciais para garantir previsibilidade e evitar interrupções não planejadas. Esse monitoramento integrado permite comparar, de forma transparente, a performance de veículos elétricos e a combustão dentro de uma mesma frota.    “Para ser sustentável, o transporte precisa, antes de tudo, ser eficiente”, reforça Eduardo Canicoba. “Não basta adotar um modelo elétrico. É fundamental entender o comportamento da frota, medir o impacto dessa mudança na operação e integrar os insights gerados pelos veículos, por frotas semelhantes e pelos motoristas, a fim de tomar decisões realmente eficazes”, detalha o executivo.   Garantindo a fluidez da operação elétrica Um dos principais desafios para a adoção em larga escala de veículos elétricos é integrar o processo de recarga ao planejamento diário. A tecnologia da Geotab permite monitorar os ciclos de recarga, identificar horários de carregamento mais eficientes, evitar sobrecarga da infraestrutura e gerenciar o abastecimento dos VEs sem comprometer a produtividade — aspecto especialmente crítico em operações de entrega, serviços de campo e rotas urbanas de alta rotatividade.   Para que essa transição ocorra de forma fluida e sem aumentar a complexidade operacional, a tecnologia desempenha um papel central. A plataforma Geotab reúne, em um único ambiente, todos os dados necessários para uma gestão mais sustentável, considerando veículos, condutores, rotas e energia. Em muitos casos, o uso estratégico dessas informações reduz deslocamentos desnecessários, prolonga a vida útil dos ativos, diminui custos e, sobretudo, aumenta a disponibilidade da frota.   Sobre a Geotab A Geotab é líder global em soluções de gestão de frotas, ativos e veículos conectados, com sede em Oakville, Ontário, e em Atlanta, Geórgia. Nossa missão é tornar o mundo mais seguro, eficiente e sustentável. Usamos análise de dados avançada e IA para transformar o desempenho e as operações das frotas, reduzindo custos e impulsionando a eficiência. Apoiados pelos melhores cientistas de dados e engenheiros, atendemos aproximadamente 100.000 clientes globais, processando 100 bilhões de pontos de dados diariamente de mais de 5 milhões de assinaturas de veículos. A Geotab tem a confiança de organizações da Fortune 500, de frotas de médio porte e das maiores frotas do setor público do mundo, incluindo o governo federal dos EUA. Comprometidos com a segurança e a privacidade de dados, possuímos as autorizações FIPS 140-3 e FedRAMP. Nossa plataforma aberta, ecossistema de parceiros excepcionais e o Geotab Marketplace oferecem centenas de soluções de terceiros prontas para impulsionar ainda mais a gestão de frotas. Este ano, estamos comemorando 25 anos de inovação. Saiba mais em  www.geotab.com/pt-br , siga-nos no  LinkedIn ,  Instagram , ou visite nosso  blog .   GEOTAB e GEOTAB MARKETPLACE são marcas registradas da Geotab Inc. no Canadá, nos Estados Unidos e/ou em outros países. Avanço da eletrificação no Brasil exige gestão inteligente para fortalecer o transporte sustentável

  • Resultados internacionais mostram impacto direto da abertura do mercado de energia e oferecem lições para o Brasil

    Mesmo com ritmos distintos, países que avançaram registram aumento de competição, maior número de comercializadoras e participação crescente dos consumidores Resultados internacionais mostram impacto direto da abertura do mercado de energia e oferecem lições para o Brasil Campinas, 26 de novembro de 2025 — O primeiro dia do Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML), organizado pela Informa Markets em coorganização com a Associação Brasileira de Comercializadores de Energia – ABRACEEL, apresentou resultados concretos de países que avançaram na abertura do mercado de energia. Os dados mostram impacto direto na competição, na liquidez e na participação dos consumidores, indicando que a liberalização produz efeitos estruturais mensuráveis, embora dependa de estabilidade regulatória, tempo e evolução tecnológica.   A Espanha, que iniciou a abertura entre 1997 e 1998, conta hoje com mais de 300 comercializadoras e com 70% dos consumidores residenciais e cerca de 99% da indústria operando no mercado livre. Teresa Company Juberó (ACIE/Chile) ressaltou que o avanço espanhol está diretamente ligado ao papel das comercializadoras: “Durante estes 20 anos, a comercializadora foi o motor de inovação que colocou o consumidor no centro do setor elétrico”. Segundo ela, o desafio atual é garantir que a queda dos preços no atacado, impulsionada pela expansão de renováveis, “se reflita de forma clara na fatura final”.   Portugal abriu o mercado residencial em 2007, mas manteve o Comercializador de Último Recurso (CUR), que responde hoje por 13% dos consumidores — cerca de 830 mil unidades. Para 2026, a tarifa regulada terá suporte de 236 milhões de euros. João Nuno, Presidente Executivo da ACEMEL, destacou que essa coexistência prolonga o processo de transição: “Se estamos em um mercado liberalizado, não faz sentido manter um modelo regulado que concorre com regras diferentes”.   A Colômbia apresenta 25% de penetração do mercado livre, somando segmentos regulados e não regulados, após quase três décadas de abertura. Os comercializadores independentes respondem por 5% da demanda regulada, 9% dos consumidores não regulados e 14% das transações bilaterais. Marta Aguillar Méndez (ACCE) afirmou que a expansão ainda enfrenta limitações estruturais: “A medição inteligente não é unificada e isso limita a migração dos pequenos consumidores”.   No México, a reforma de 2013 estruturou o mercado maiorista e permitiu a entrada de novas comercializadoras. Hoje o país possui 54 empresas listadas, das quais 33 estão ativas, e cerca de 1.700 consumidores qualificados. Andrea Lozano, Presidente da AMSCA, destacou que a demanda energética do país abre oportunidades relevantes, mas os prazos de migração seguem longos: “O processo leva de 12 a 18 meses por exigências regulatórias e pela necessidade de troca dos sistemas de medição”.   As discussões também mostraram que modelos de flexibilidade e resposta da demanda podem avançar mesmo sem implantação completa de medidores inteligentes. Devrim Celal, Diretor de Flexibilidade e Marketing da Kraken, explicou que países como Reino Unido (cerca de 70% de smart meters) e Alemanha (pouco mais de 1%) já utilizam dados agregados, estatística e plataformas digitais para acionar consumidores em serviços de balanceamento. “Não é preciso esperar a digitalização completa para iniciar a flexibilidade”, afirmou.   As experiências apresentadas indicam que a abertura do mercado livre gera aumento de competição, entrada de novos agentes, expansão de serviços, integração de renováveis e evolução tecnológica que permite maior participação do consumidor. No Brasil, que avança para a abertura total, os casos internacionais mostram que previsibilidade regulatória, incentivos à competição e infraestrutura moderna são fatores essenciais para gerar ganhos de eficiência e segurança no ambiente de comercialização. Resultados internacionais mostram impacto direto da abertura do mercado de energia e oferecem lições para o Brasil  Sobre a Informa Markets   A Informa Markets conecta pessoas e mercados por meio de soluções digitais, conteúdo especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Presente em mais de 30 países, atua há mais de 29 anos na América Latina e conta hoje com três unidades de negócios: Brasil, México e Latam Hub, responsáveis pela entrega de mais de 30 eventos híbridos, portais de notícia e plataformas digitais de conexão e negócios. Para saber mais, acesse:  www.informamarkets.com.br Resultados internacionais mostram impacto direto da abertura do mercado de energia e oferecem lições para o Brasil

  • Fox ESS apresenta G-MAX e H3 Plus: soluções híbridas avançadas para energia solar

    Ambas as soluções foram apresentadas na Intersolar Summit Sul no final de outubro. Fox ESS apresenta G-MAX e H3 Plus: soluções híbridas avançadas para energia solar A Fox ESS, referência global em soluções de armazenamento de energia, oferece duas opções de ponta para projetos solares comerciais e industriais: o sistema integrado G-MAX e o inversor híbrido H3 Plus, cada um projetado para atender demandas específicas com eficiência, confiabilidade e flexibilidade. O G-MAX por sua vez, é um sistema integrado que combina seu PCS (sistema de conversão de energia) e baterias em uma única solução, ideal para projetos que buscam armazenamento eficiente e autonomia energética. Ele oferece 100 kW de potência nominal (pico de 110 kW) e 215 kWh de armazenamento, com tensão de entrada CC entre 672 e 876 V. O sistema suporta expansão em paralelo de até 10 unidades e garante operação contínua em modos off-grid, Peak Shaving e controle de geração e armazenamento. O G-MAX possui refrigeração líquida, classificação IP54 para instalação externa e monitoramento remoto via Ethernet ou 4G, permitindo controle completo do sistema a qualquer momento. Exemplos de aplicação: hotéis, condomínios residenciais, edifícios comerciais e locais que necessitam de continuidade de energia mesmo em caso de falhas na rede, com armazenamento integrado para gestão inteligente do consumo. O H3 Plus é um inversor híbrido trifásico de alta potência, ideal para grandes sistemas híbridos. Entrega até 125 kW em sua saída CA e conta com até  250 kWp de capacidade de overload (sobredimensionamento dos módulos), com faixa de tensão de entrada CC de 180 a 950 V e até oito MPPTs com duas entradas cada, garantindo máxima captação da energia do sol. Com eficiência máxima de 98,2% pode ser conectado a até 15 baterias em série em cada uma de suas três entradas, chegando a uma capacidade total de 720 kWh com as baterias CQ16. O H3 Plus permite escalabilidade e flexibilidade em projetos complexos. Ele oferece modos inteligentes de operação, como Peak Shaving, Load Shedding, controle inteligente de energia e armazenamento, além de monitoramento remoto via portal web ou aplicativo da Fox ESS - Fox Cloud 2.0. Sua classificação IP65 possibilita instalação externa e operação confiável mesmo em condições adversas. Sua rápida comutação em caso de quedas de energia (máximo de 10 ms), o torna ideal para aplicações de backup. Alguns exemplos de aplicação deste produto seriam: shoppings, galpões logísticos, indústrias com alta demanda energética e projetos que exigem otimização do consumo solar e integração com a rede elétrica. Principais diferenças e critérios de escolha: G-MAX é indicado quando o foco é armazenamento integrado, autonomia energética e operação on-grid, com gestão simplificada do sistema. O G-MAX possui uma solução com baterias integradas, sendo uma solução de alta densidade energética e alta confiabilidade.O H3 Plus é ideal quando o projeto prioriza alta potência, flexibilidade de sistemas fotovoltaicos e escalabilidade de baterias, atendendo demandas dinâmicas de energia. O H3 Plus, por ser um inversor híbrido, possui conexão com módulos fotovoltaicos e conexão para bateria externas. Devido às suas conexões CA de rede e cargas EPS, o H3 Plus possui rápida comutação, que o torna ideal para sistemas de backup. Com essas duas soluções, a Fox ESS amplia significativamente as opções para projetos de armazenamento no Brasil, garantindo que cada cliente encontre a solução mais adequada às suas necessidades, seja maximizando a geração de energia, seja garantindo armazenamento seguro e contínuo.  Fox ESS apresenta G-MAX e H3 Plus: soluções híbridas avançadas para energia solar

  • Tesla inaugura megaparque de recarga 100% solar e redefine padrão global de infraestrutura para veículos elétricos

    Por Redação EnergyChannel - Publicado em 26 de novembro de 2025 Tesla inaugura megaparque de recarga 100% solar e redefine padrão global de infraestrutura para veículos elétricos A Tesla acaba de abrir um novo capítulo na corrida global pela expansão da infraestrutura de carregamento rápido. A empresa colocou em operação o maior complexo de recarga para veículos elétricos do planeta um megaparque com impressionantes 164 Superchargers , instalado estrategicamente no corredor rodoviário que conecta São Francisco a Los Angeles, na Interestadual 5, na Califórnia. Tesla inaugura megaparque de recarga 100% solar e redefine padrão global de infraestrutura para veículos elétricos O site, apelidado internamente de “Tesla Oasis” , nasceu como resposta a uma previsão crítica: um possível gargalo de recarga durante os feriados de 2025 e nos anos seguintes. A solução da Tesla foi acelerar a construção de um centro autossuficiente de energia, capaz de operar praticamente desconectado da rede elétrica. Instalação gigante construída em apenas 8 meses Segundo informações compartilhadas por Max de Zegher, Diretor de Carregamento da Tesla para diversas regiões globais, a obra caminhou em ritmo recorde. O primeiro lote, com 84 carregadores, entrou em operação em julho de 2025. Agora, com mais 80 unidades ativadas, o parque alcança sua capacidade máxima. Embora o plano inicial previsse 168 carregadores, o número final 164 já supera qualquer outro projeto semelhante em escala e complexidade. Cada ponto de recarga é equipado com tecnologia de até 325 kW , garantindo abastecimentos rápidos para o fluxo intenso que circula diariamente pelo trecho. Energia solar como protagonista do maior Supercharger do mundo O grande diferencial do Tesla Oasis está no modelo energético: o complexo é alimentado integralmente por um sistema solar de 11 MW , que ocupa uma área dedicada atrás da estação.Em vez de instalar painéis sobre as estruturas de recarga, a Tesla implementou um campo fotovoltaico próprio, desenhado para garantir produção elevada ao longo do ano. Tesla inaugura megaparque de recarga 100% solar e redefine padrão global de infraestrutura para veículos elétricos A energia excedente é armazenada em 10 Megapacks , com capacidade combinada de 39 MWh , que assumem a distribuição conforme a demanda dos veículos. “Com geração solar própria e Megapacks, temos controle total do cronograma e da operação”, destacou De Zegher em publicação na plataforma X. “Isso nos permitiu entregar capacidade em tempo recorde.” Quase independente da rede elétrica Apesar de possuir uma conexão de baixa potência com a concessionária local, o site funciona de forma quase autônoma.A ligação à rede será usada principalmente para futuras expansões, segundo a Tesla. Estimativas anteriores indicavam que essa conexão teria apenas 1,5 MW , insuficiente para operar mais de quatro carregadores simultaneamente – reforçando o protagonismo do sistema solar e de armazenamento. A combinação entre geração distribuída e baterias de grande porte transforma o Tesla Oasis em um laboratório vivo da visão da Tesla para o futuro da infraestrutura de mobilidade elétrica : rápida, escalável, resiliente e não dependente da rede tradicional. Impacto para o mercado global de mobilidade elétrica A inauguração do megaparque mostra como a Tesla está redesenhando o conceito de postos de abastecimento para carros elétricos.O modelo poderá servir de referência para projetos de grande escala em outros países, incluindo mercados emergentes como América Latina e Sudeste Asiático. Para especialistas, o movimento também envia um recado aos governos: a transição energética avança mais rápido quando infraestrutura, armazenamento e geração renovável são planejados de forma integrada . O EnergyChannel continuará acompanhando os desdobramentos e as possíveis replicações desse modelo no mercado internacional. Tesla inaugura megaparque de recarga 100% solar e redefine padrão global de infraestrutura para veículos elétricos

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