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  • Atiaia Renováveis expande certificações I-REC e REC Brazil para 8 usinas em alinhamento aos 17 ODS da ONU

    Com três novas PCHs certificadas em 2025 - Buriti (MS), Canoa Quebrada (MT) e Foz do Cedro (MT) -, empresa reforça liderança em geração de energia limpa no Brasil Atiaia Renováveis expande certificações I-REC e REC Brazil para 8 usinas em alinhamento aos 17 ODS da ONU A Atiaia Renováveis, empresa de geração e comercialização de energia renovável do Grupo Cornélio Brennand, anuncia um novo avanço em sua agenda de sustentabilidade. Em 2025, a companhia ampliou o selo de sustentabilidade para energia renovável REC Brazil, adicional à certificação internacional I-REC, para oito usinas que estão em operação nos estados de Pernambuco, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Com a inclusão das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Buriti (MS), Canoa Quebrada (MT) e Foz do Cedro (MT), a empresa fortalece sua participação entre os empreendimentos que atendem aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agenda 2030. As novas certificações somam-se às das PCHs Areado (MS), Bandeirante (MS) e Porto das Pedras (MS), além das Usinas Fotovoltaicas (UFVs) Maravilhas I (PE) e Maravilhas II (PE) – todas já reconhecidas por seu alinhamento aos critérios de sustentabilidade global. Com o acréscimo dos novos empreendimentos, a Atiaia Renováveis estende as certificações I-REC e REC Brazil para 80% das usinas em operação, totalizando aproximadamente 211 MW de potência instalada e 1,1 milhão de MWh de geração anual. “A ampliação destas importantes certificações para oito usinas reafirma o propósito da Atiaia Renováveis de operar com excelência e responsabilidade socioambiental. Cada nova adesão representa mais um passo rumo a uma matriz energética mais limpa e inclusiva, refletindo o nosso compromisso em gerar valor para a sociedade, o meio ambiente e as comunidades do entorno”, destaca Lígia Guedes, gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da Atiaia Renováveis. Enquanto o I-REC atesta a origem sustentável da energia consumida em conformidade com padrões internacionais de protocolos ambientais, o REC Brazil garante que as usinas certificadas cumprem critérios de adicionalidade, como sustentabilidade nos aspectos sociais e ambientais. A iniciativa é promovida pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e pela Associação Brasileira de Energia Limpa (Abragel), com apoio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) e da Associação Brasileira de Biogás e de Biometano (ABiogás). Confira mais informações sobre as usinas certificadas:  Usina Localização Potência instalada Geração anual PCH Buriti MS 30 MW 220.000 MWh PCH Canoa Quebrada MT 28 MW 210.000 MWh PCH Foz do Cedro  MT 24 MW 140.160 MWh PCH Areado MS 18 MW 95.000 MWh PCH Bandeirante MS 28 MW 161.000 MWh PCH Porto das Pedras MS 28.03 MW 200.000 MWh UFV Maravilhas I PE 27,5 MW 64.000 MWh UFV Maravilhas II PE 27,5 MW 64.000 MWh   Comercialização de certificados I-REC A Atiaia Renováveis comercializa certificados I-REC combinados com o selo REC Brazil, garantindo aos clientes energia proveniente de fontes renováveis e alinhada aos mais altos padrões de sustentabilidade. A aquisição dos certificados da empresa permite neutralizar emissões de gases de efeito estufa associadas ao consumo de eletricidade (escopo 2) e reforçar o compromisso com a descarbonização e o fortalecimento da matriz energética renovável no Brasil. Cada I-REC equivale à comprovação de que 1 megawatt-hora (MWh) foi gerado exclusivamente a partir de fontes renováveis.   Sobre a Atiaia Renováveis A Atiaia Renováveis é uma empresa de geração e comercialização de energia renovável e tem como propósito ser um agente de transformação sustentável dos negócios de seus clientes e da vida das comunidades onde atua. A empresa, que é participante do Pacto Global da ONU, aplica as melhores práticas ESG de forma contínua em todos os seus processos e tem desenvolvido projetos de energia renovável, em linha com o seu planejamento estratégico. Nosso parque gerador contempla 556 MW, sendo 284 MW de usinas em operação e 272 MW de usinas pré-operacionais, todos empreendimentos de baixo impacto ambiental e fontes de energia limpa. Além disso, tem um pipeline de 1,7 GW em desenvolvimento de projetos em PCHs, solares e eólicos, os dois últimos destinados aos seus clientes no mercado livre de energia. Atiaia Renováveis expande certificações I-REC e REC Brazil para 8 usinas em alinhamento aos 17 ODS da ONU

  • Campinas Recebe Imersão Avançada em Energia Solar com Especialistas de Renome Internacional

    Em 12 a 17 de Janeiro de 2026 , Campinas será palco de uma experiência inédita no setor de energias renováveis. Campinas Recebe Imersão Avançada em Energia Solar com Especialistas de Renome Internacional O Showroom Apollo , localizado na Estância Jatobá, abre suas portas para um curso formativo presencial de 60 horas , voltado a técnicos e engenheiros que desejam elevar sua atuação no mercado fotovoltaico nacional ao mesmo nível de profissionais europeus e norte-americanos. O evento oferece aulas teóricas e práticas , divididas em três modalidades: presencial, online e sob demanda , garantindo flexibilidade para diferentes perfis de aprendizado. O acompanhamento pedagógico fica por conta da Unicamp , referência acadêmica e científica no Brasil. Conteúdo Programático Abrangente O programa contempla uma ampla variedade de tópicos essenciais para a instalação, operação e manutenção de usinas fotovoltaicas, incluindo: Inversores e painéis fotovoltaicos : Solis, Risen e AE Solar Monitoramento e segurança : otimização com Tigo, segurança perimetral com fibra óptica Alfa Sense, Altus CLPs. Estruturas e sistemas : Norsk Hydro (alumínio), Arcol (trackers e estruturas solo) Operação e manutenção de usinas : gestão completa de O&M de projetos fotovoltaicos Baterias e sistemas isolados : Moura Brasil Integração com inteligência artificial : inversores SIG Energy Usinas flutuantes : Apollo, soluções avançadas para UFFs Apollo - Eletrocentros Hikvision Sistemas de CFTV e Radar Cada módulo será conduzido por especialistas com experiência internacional e décadas de atuação prática  no setor, garantindo que os participantes recebam conteúdos atualizados sobre tecnologias de ponta e melhores práticas de engenharia e gestão. Corpo Docente de Alto Nível Entre os instrutores confirmados estão: Ana Carolina Trentini  (Solis Brasil), engenheira elétrica e gerente de produtos, com expertise em treinamentos e suporte técnico para integradores. José Alves Teixeira Filho  (Apollo Flutuantes), referência em usinas fotovoltaicas flutuantes (UFFs) e estruturas agrivoltaicas. Vanderleia Ferraz  (Risen Energy), engenheira elétrica e gerente de produtos para América Latina. Clebson Alves  (O&M Solar), com experiência em mais de 3 GW de usinas solares no Brasil. Guilherme Palloni  (Norsk Hydro), especialista em cálculo estrutural e desenvolvimento de produtos para o setor solar. Paulo Edmundo Freire  (Paiol Engenharia), referência nacional em aterramento e proteção elétrica, com consultorias internacionais. Dauer Aguiar, Gerente de Engenharia da Moura Brasil Saulo Barbosa | Lucas Barrios , Hukseflux Jones Camilo , Altus. Ricardo Kallai, Gerente de Engenharia da Hikvision Brasil. Todos os professores combinam expertise técnica profunda  com vivência prática, proporcionando uma experiência de aprendizado única e altamente aplicada. Uma Oportunidade Limitada O evento promete ser uma das maiores imersões já realizadas no Brasil  em termos de conhecimento técnico e atualização profissional em energia solar. As vagas são limitadas, reforçando a exclusividade da experiência para quem deseja desenvolver competências de nível internacional  e se destacar no mercado. Campinas Recebe Imersão Avançada em Energia Solar com Especialistas de Renome Internacional O EnergyChannel  acompanhará de perto todos os detalhes deste grande encontro, trazendo cobertura exclusiva e atualizações sobre os principais conteúdos e tendências apresentadas . Campinas Recebe Imersão Avançada em Energia Solar com Especialistas de Renome Internacional Para maiores informações e inscrições; imersao.campinas@apolloflutuantes.com.br

  • Trânsito intenso eleva consumo de combustível e exige gestão eficiente das entregas de fim de ano

    Aumento do fluxo de veículos entre a Black Friday e o Natal reforça a necessidade de planejamento estratégico nas operações logísticas Trânsito intenso eleva consumo de combustível e exige gestão eficiente das entregas de fim de ano O crescimento da demanda por entregas entre a Black Friday e o período de compras de Natal intensifica de forma significativa a circulação de veículos de carga e os deslocamentos urbanos nas principais capitais brasileiras. Em São Paulo, por exemplo, dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostram que o trânsito em dezembro costuma ser, em média, 20% mais lento do que nos demais meses do ano. Esse avanço simultâneo da atividade comercial e do fluxo nas vias não apenas reduz a previsibilidade dos trajetos, como também mantém os veículos por mais tempo em velocidade reduzida, com paradas sucessivas e trechos instáveis. Esse cenário amplia o tempo de motor ligado com o veículo parado — muitas vezes sem que a frota perceba o impacto no consumo de combustível, nos custos de manutenção e nas emissões de CO₂. E tudo isso ocorre justamente quando as empresas precisam sustentar um ritmo acelerado para atender o alto volume de pedidos. Situações de trânsito carregado – que demandam acelerações frequentes, frenagens contínuas e longos períodos de marcha lenta –, elevam de forma direta o custo operacional das entregas. Testes do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) mostram que o consumo de combustível pode aumentar cerca de 40% em congestionamentos. Nas operações de última milha, que dependem de rapidez e regularidade,  esse impacto se torna ainda mais perceptível. Nesse cenário, a  Geotab, líder global em gestão de frotas, ativos e veículos conectados , destaca o papel da inteligência de dados para sustentar a otimização e a eficiência durante o pico anual das operações logísticas. As soluções da companhia permitem monitorar o comportamento de veículos e motoristas, identificar e gerir o tempo ocioso, compreender os fatores que elevam o consumo de combustível e as emissões de CO₂ e, a partir disso, ajustar as estratégias de gestão de frotas conforme a dinâmica observada nas vias. “Nos períodos em que o volume de entregas cresce de forma acelerada, como no final do ano, o desafio vai além de lidar com a variação constante das condições nas ruas: é preciso integrar uma gestão de frotas preventiva e preditiva. A análise contínua dos dados, aliada ao uso de IA, permite identificar os fatores que impactam a operação e implementar ajustes com maior precisão, otimizando a frota e garantindo mais rentabilidade e eficiência durante toda a temporada”, afirma  Eduardo Canicoba, vice-presidente da Geotab Brasil . Integrar informações e dados como hábitos de condução, quilometragem total percorrida, padrões de abastecimento e desperdício de combustível em uma plataforma unificada permite entender com precisão como cada fator influencia o desempenho operacional. Ao analisar esses elementos de forma conjunta, as empresas passam a ter uma visão abrangente das variáveis que afetam a operação, o que possibilita definir estratégias que ampliam a disponibilidade dos ativos e a produtividade da frota, garantindo eficiência e conformidade mesmo em períodos de alta demanda.   Como os dados ajudam a controlar o consumo de combustível A rotina de entregas no fim do ano exige análises mais precisas para entender como o comportamento de veículos e motoristas influencia a eficiência de combustível. Plataformas de gestão de frotas, como a MyGeotab, reúnem indicadores essenciais como acelerações bruscas, tempo de parada com motor ligado e padrões recorrentes de desaceleração que ajudam a explicar esse consumo. Ao obter uma visão detalhada sobre o uso do combustível e os fatores que geram ineficiência, as empresas podem agir de forma rápida e proativa, evitando possíveis atrasos operacionais e reduzindo custos. O monitoramento contínuo e a análise integrada dos dados são essenciais para otimizar o desempenho e o consumo de combustível da frota. Na plataforma MyGeotab, é possível comparar trajetos, avaliar a eficiência energética dos veículos e entender como fatores como tempo ocioso e excesso de velocidade influenciam a operação em diferentes horários .Esse controle mais refinado sobre o consumo também contribui para mitigar emissões de CO₂, que tendem a aumentar em períodos de trânsito intenso. Com relatórios completos, gestores diferenciam o tempo ocioso operacional do não operacional, organizam recursos e orientam motoristas para uma condução mais regular e econômica. Esse nível de visibilidade cria a base para uma gestão preditiva, capaz de antecipar problemas e assegurar maior disponibilidade da frota durante períodos de maior demanda. “Em um cenário de alta competitividade, ter controle do consumo de combustível é essencial. Ao monitorar continuamente esse indicador, o gestor consegue otimizar toda a operação e obter um melhor retorno sobre os investimentos. Nossos dados mostram que clientes na região já alcançaram uma redução de até 16% no consumo de combustível, elevando significativamente a eficiência e a rentabilidade do negócio”, reforça Eduardo Canicoba. Esse avanço em eficiência energética reforça a importância de integrar também a dimensão ambiental no planejamento das entregas de fim de ano.   Eficiência e sustentabilidade das entregas em períodos de trânsito instável No fim do ano, o desafio das empresas de entrega não se limita ao aumento do volume de pedidos: inclui manter a regularidade das operações em um cenário de trânsito mais imprevisível e fazer isso com eficiência energética e controle das emissões de CO₂. O uso de dados em tempo real permite ter um gerenciamento de rotas, redistribuir a carga entre os veículos e reduzir atrasos que afetam o desempenho logístico e ambiental das operações. Em períodos de maior circulação, a visibilidade operacional oferecida pela Geotab apoia decisões mais ágeis e estratégicas. Ao integrar informações do trajeto, a condução e o vehículo em uma única plataforma, a empresa otimiza as rotas, melhor uso dos ativos e um controle mais preciso sobre o consumo de combustível e as emissões de CO₂, que aumentam à medida que o tempo ocioso cresce nas semanas que antecedem o Natal. Com dados consolidados, os gestores planejam melhor a operação, reduzem custos associados ao deslocamento e mitigam emissões de forma proativa, reforçando uma gestão orientada por dados em que eficiência operacional e responsabilidade ambiental caminham juntas.   Sobre a Geotab A Geotab é líder global em soluções de gestão de frotas, ativos e veículos conectados, com sede em Oakville, Ontário, e em Atlanta, Geórgia. Nossa missão é tornar o mundo mais seguro, eficiente e sustentável. Usamos análise de dados avançada e IA para transformar o desempenho e as operações das frotas, reduzindo custos e impulsionando a eficiência. Apoiados pelos melhores cientistas de dados e engenheiros, atendemos aproximadamente 100.000 clientes globais, processando 100 bilhões de pontos de dados diariamente de mais de 5 milhões de assinaturas de veículos. A Geotab tem a confiança de organizações da Fortune 500, de frotas de médio porte e das maiores frotas do setor público do mundo, incluindo o governo federal dos EUA. Comprometidos com a segurança e a privacidade de dados, possuímos as autorizações FIPS 140-3 e FedRAMP. Nossa plataforma aberta, ecossistema de parceiros excepcionais e o Geotab Marketplace oferecem centenas de soluções de terceiros prontas para impulsionar ainda mais a gestão de frotas. Este ano, estamos comemorando 25 anos de inovação. Saiba mais em  www.geotab.com/pt-br , siga-nos no  LinkedIn ,  Instagram , ou visite nosso  blog . GEOTAB e GEOTAB MARKETPLACE são marcas registradas da Geotab Inc. no Canadá, nos Estados Unidos e/ou em outros países. Trânsito intenso eleva consumo de combustível e exige gestão eficiente das entregas de fim de ano

  • Pesquisa da Logicalis aponta que os setores de Energia, Utilities e, Petróleo e Gás já registram retorno de investimentos em novas tecnologias

    CIO Report 2025 revela que setores aceleram adoção de novas tecnologias, com destaque para Inteligência Artificial e IoT Pesquisa da Logicalis aponta que os setores de Energia, Utilities e, Petróleo e Gás já registram retorno de investimentos em novas tecnologias Os setores de Energia, Petróleo e Gás, e Utilities estão entre os que mais investiram em inovação tecnológica, como a IA, nos últimos 12 meses, segundo o CIO Report 2025, estudo realizado pela Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, em parceria com a Vanson Bourne.   O levantamento, que reúne dados de empresas de todo o mundo, incluindo o Brasil, mostra que a maior parte dos investimentos já trouxe retorno financeiro, consolidando a percepção de que a digitalização é essencial para a competitividade dessas indústrias.   De acordo com o estudo, 96% das empresas desses setores investiram em Inteligência Artificial (IA), e 65% afirmam ter obtido retorno do investimento (ROI). Outras tecnologias também têm se destacado como IoT, em que 95% investiram e tiveram ROI de 55% e 5G privado, registrando 91% de investimento, com 58% já gerando ganhos concretos. Machine Learning recebeu investimento de 94% das empresas, enquanto Blockchain registrou 90% e Computação Quântica 84%, apresentando ROI significativo de 54%, 50% e 54%, respectivamente.   Já a Automação de Processos Robóticos (RPA) aparece como um desafio, embora 95% das empresas tenham investido, apenas 40% afirmam já ter registrado retorno, o que indica uma etapa de maturação ainda em curso.   “Esses dados mostram que as empresas desses setores não estão apenas experimentando novas tecnologias, mas percebendo o valor delas. O ROI registrado em áreas como IA, IoT e 5G demonstra que os investimentos estão sendo direcionados de forma estratégica e já impactam a eficiência operacional e a competitividade”, avalia Thiago Renda, gerente de Utilities e Mining da Logicalis Brasil.   O que vem pela frente    O CIO Report 2025 também revela quais são os focos das companhias para os próximos meses. Entre as principais metas estão melhorar a experiência do usuário (37%), integrar IA generativa (35%) e incorporar tecnologias como IoT e 5G privado (32%). Além disso, demonstrar o ROI das iniciativas digitais (32%) e qualificar a força de trabalho (31%), também aparecem como preocupações centrais para os CIOs.   Redução de custos, segurança de dados e automação seguem no radar, reforçando que o avanço tecnológico vem acompanhado da pressão por eficiência e resiliência.   De acordo com Renda, 2025 está se consolidando como o ano da adoção da Inteligência Artificial Generativa e da integração de tecnologias emergentes. “As empresas desses setores não se limitam a incorporar soluções inovadoras, elas estão cada vez mais comprometidas em demonstrar resultados concretos, redefinindo a abordagem e os objetivos dos projetos de transformação digital," afirma.     Sobre a Logicalis    Somos Architects of Change™. Apoiamos nossos clientes a atingir seus objetivos em um mundo digital-first. Aplicamos nosso conhecimento e experiência em tecnologia para que possam construir sua jornada e alcançar resultados sustentáveis que realmente importam. Nossos serviços gerenciados de nuvem, conectividade, colaboração, segurança e dados são desenhados para otimizar operações, reduzir riscos e empoderar equipes.   Como um provedor global de tecnologia, prestamos serviços gerenciados para oferecer, por meio de visibilidade em tempo real, insights para a tomada de decisão sobre o desempenho de seu ecossistema digital, incluindo: disponibilidade, experiência do usuário, segurança, custos, investimentos e impactos ambientais.   Somos mais de 7.000 Architects of Change™ distribuídos em 30 territórios ao redor do mundo, apoiando mais de 10.000 clientes de diversos setores a transformar seus negócios por meio da tecnologia.   A Logicalis possui operações na Europa, América do Norte e Latina, Ásia-Pacífico e África. Somos uma divisão da Datatec, listada na Bolsa de Valores de Joanesburgo. Pesquisa da Logicalis aponta que os setores de Energia, Utilities e, Petróleo e Gás já registram retorno de investimentos em novas tecnologias

  • A hora de destravar o potencial da bioenergia no Brasil

    Por José Piñeiro O Brasil vive uma das transições energéticas mais limpas do mundo. Mais de 84% da nossa matriz elétrica já vêm de fontes renováveis, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que registrou em 2024 a marca histórica de 200 GW de capacidade instalada no país, sendo 84,25% provenientes de fontes renováveis como hidrelétrica, eólica, solar e biomassa. A hora de destravar o potencial da bioenergia no Brasil É um feito admirável. Mas, por trás dessa conquista, existe um desequilíbrio em discussão no setor elétrico. Estamos gerando muita energia, mas entregando potência de forma limitada. Pode parecer um detalhe técnico, mas é o ponto central do futuro elétrico brasileiro. Energia é o volume que produzimos ao longo do tempo. Potência é a capacidade de disponibilizá-la no momento em que o sistema precisa. E essa diferença vai definir quem, de fato, sustentará a transição energética nos próximos anos. Hoje, há uma sobra de energia no setor, principalmente vinda da geração solar e eólica. A energia fotovoltaica já é a segunda maior fonte elétrica do Brasil, com cerca de 26% da matriz, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS). Mas essa energia está disponível apenas durante o dia. Quando o sol se põe, ela simplesmente some, e o consumo, claro, não desaparece com o anoitecer. Esse é o dilema que temos pela frente, temos energia renovável, mas falta estabilidade. O sistema elétrico precisa de fontes capazes de responder com rapidez, ligando e desligando conforme a necessidade. É o que chamamos de “entregar potência”. E é exatamente aí que vejo a geração a partir da biomassa como soluções estratégicas. Nas usinas de cana, bagaço e outros resíduos agrícolas têm uma característica que o sol e o vento não possuem. Elas podem ser controladas. Conseguem gerar energia sob demanda, garantindo fornecimento quando as fontes intermitentes não estão disponíveis. De acordo com o ONS, a biomassa responde por cerca de 6,2% da capacidade instalada nacional, sendo a quarta maior fonte renovável em operação no país. Em 2023, essa geração atingiu 3.218 megawatts médios, um recorde histórico, segundo levantamento do Ministério de Minas e Energia (MME). Por isso, acredito que a biomassa pode, e deve, ser a protagonista na entrega de potência firme e renovável. O desafio é que, historicamente, as usinas a biomassa operam de forma contínua, quase “ flat ” ao longo do dia. Para cumprir o papel de fonte flexível, é preciso mudar a forma de operar. Gerar quando o ONS aciona, desligar quando a rede está suprida, e assim por diante. Essa transformação não é tecnológica, mas tem desdobramentos operacionais e culturais. Um preconceito energético que ainda precisamos superar Mesmo com todo esse potencial, a biomassa ainda enfrenta resistência. O leilão de reserva de capacidade (LRCAP) programado para 2026, que vai remunerar as fontes capazes de garantir potência ao sistema, não incluiu a biomassa. Vejo isso como uma visão limitada, que ainda não enxerga o papel estratégico da fonte. O setor público continua focado em volume de energia, não em flexibilidade. E as projeções oficiais da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) no  Plano Decenal de Expansão de Energia 2033  mostram um crescimento modesto da bioeletricidade até 2030 (EPE, PDE 2033). É uma visão que ignora o óbvio! Quanto mais fontes intermitentes entram no sistema, mais precisamos de fontes controláveis. A biomassa pode cumprir esse papel, com a vantagem de ser renovável e nacional. Energia que gera desenvolvimento, não apenas megawatts Outro ponto que raramente entra na conta é o impacto social da biomassa.Eu vejo, de perto, cidades inteiras que giram em torno de uma usina. Municípios de cinco ou seis mil habitantes que vivem da cadeia da cana, do emprego, da arrecadação, da economia que ela movimenta. Essas usinas mantêm o interior do Brasil vivo. Geram emprego, renda e qualidade de vida. E ainda evitam investimentos bilionários em linhas de transmissão, porque estão próximas dos centros de consumo. Essas externalidades, como chamamos no setor, são reais e deveriam ser valorizadas. No entanto, ainda não são reconhecidas nos mecanismos de mercado. Segundo a FGV Energia, o agronegócio responde por 29% de toda a energia renovável consumida no país, mostrando o peso do setor agroindustrial, onde está inserida a biomassa, na matriz energética nacional. A bioeletricidade representa menos de 5% do faturamento total de uma usina de cana. É natural que o foco esteja em açúcar e etanol. Mas essa falta de atenção faz o setor perder oportunidades. Eu já vi isso acontecer antes. Quando o mercado muda e o produtor não se move, o bonde passa. E quem não estiver preparado, fica para trás. Por isso, o momento é de alerta. A biomassa precisa se reinventar para continuar relevante. Isso significa adaptar a operação, dialogar com os órgãos reguladores, participar dos leilões certos e, acima de tudo, mostrar que sabemos entregar potência com eficiência e responsabilidade ambiental. O caminho até 2030 Se fizermos a lição de casa, a biomassa pode voltar a crescer com força até 2030.O setor sucroenergético está mais capitalizado, mais profissional e com tecnologia suficiente para diversificar receitas. O que falta agora é visão estratégica. O país precisa entender que a biomassa não é o passado da energia renovável, e sim o elo que vai garantir o futuro. Enquanto celebramos a expansão da energia solar e eólica, não podemos esquecer que o sistema precisa de estabilidade. E essa estabilidade está nas usinas que já estão no campo, prontas para atuar com flexibilidade e inteligência. Se o Brasil quiser uma transição energética sólida, que combine sustentabilidade, potência e desenvolvimento regional, precisa olhar com mais seriedade para a biomassa. A energia que pode manter o Brasil aceso não vem apenas do sol ou do vento. Ela pode estar, de novo, no campo.   Sobre   José   Piñeiro:  Executivo da Tria Energia, com 24 anos de experiência no setor de energia, sendo 14 no setor sucroenergético. Atuou em cargos de liderança na Bunge Brasil, BP Bunge e bp bioenergy, com foco em estratégias comerciais e gestão de energia. MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral. Sobre a Tria Energia:  comercializadora que atua no Ambiente de Contratação Livre (ACL) com portfólio completo de comercialização, gestão e trading. Com governança, capital e know-how respaldados pelo Pátria Investimentos, a Tria oferece flexibilidade contratual, gestão ativa, estruturas financeiras e suporte consultivo para viabilizar economia, previsibilidade e descarbonização. A hora de destravar o potencial da bioenergia no Brasil

  • Tarifa Branca Obrigatória: Como a ANEEL Pode Ameaçar o Futuro da Energia Solar no Brasil

    Por Daniel Pansarella, para Energy Channel O setor de geração distribuída (GD) no Brasil, impulsionado majoritariamente pela energia solar, vive sob um novo espectro de incerteza. Tarifa Branca Obrigatória: Como a ANEEL Pode Ameaçar o Futuro da Energia Solar no Brasil Uma proposta da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) planeja tornar a Tarifa Branca  compulsória para um grupo significativo de consumidores. Embora a medida seja apresentada como uma modernização, na prática, ela pode minar a viabilidade econômica de milhares de investimentos em energia solar, criando um ambiente de instabilidade que o setor não via há anos. Para o consumidor leigo, a mudança pode parecer apenas um detalhe técnico. No entanto, entender seu impacto é crucial. Vamos detalhar o que está em jogo. O Que é a Tarifa Branca e Por Que Ela Existe? Imagine o sistema elétrico como uma grande rodovia. Há momentos do dia, geralmente no início da noite (das 18h às 21h), em que há um "congestionamento" de consumo. Milhões de pessoas chegam em casa, acendem as luzes, ligam chuveiros e outros aparelhos. Esse é o horário de ponta . Para atender a essa demanda massiva e concentrada, as distribuidoras precisam acionar usinas de energia mais caras e, muitas vezes, mais poluentes. A Tarifa Branca foi criada para sinalizar esse custo ao consumidor. Ela divide o dia em três períodos: Ponta:  O período mais caro, quando a rede está sobrecarregada. Intermediário:  Um valor intermediário, geralmente uma hora antes e uma hora depois do horário de ponta. Fora de Ponta:  O restante do dia, quando a energia é mais barata. Atualmente, o consumidor pode escolher essa modalidade. A nova regra, contida no Processo nº 48500.034060/2025-88, acaba com essa escolha para consumidores do Grupo B (baixa tensão) com consumo médio mensal superior a 1.000 kWh (a partir de 2026)  e 600 kWh (a partir de 2027) . O Impacto Real no Dono de um Sistema Solar: Um Exemplo Prático Vamos analisar o caso de uma pequena empresa ou uma residência de alto padrão que consome 1.500 kWh por mês  e decidiu investir em um sistema de energia solar. O cálculo que justificou esse investimento foi baseado na tarifa convencional, onde o preço da energia (kWh) é o mesmo a qualquer hora do dia. Cenário 1: Tarifa Convencional com Energia Solar O sistema solar gera energia durante o dia (período Fora de Ponta). A energia gerada e não consumida é injetada na rede, gerando "créditos" em kWh. À noite, o consumidor usa energia da rede e abate os créditos gerados. A conta é um simples balanço: (Energia Consumida - Energia Injetada). A economia é alta e previsível, garantindo o retorno do investimento (payback) em poucos anos. Cenário 2: Tarifa Branca Obrigatória com Energia Solar O sistema solar continua gerando energia durante o dia, no período Fora de Ponta , quando a tarifa é mais barata . Os créditos gerados, portanto, têm um valor monetário menor. À noite, no horário de Ponta , o consumo de energia da rede é faturado pela tarifa mais cara . O resultado é uma distorção fatal para o modelo de negócio. O consumidor "vende" sua energia por um preço baixo e a "compra" por um preço alto. A economia mensal despenca, e o payback do investimento, antes projetado para 5 anos, pode facilmente dobrar ou até se tornar inviável. Em termos simples: é como se você vendesse laranjas durante o dia por R$ 1 o quilo e, à noite, fosse obrigado a comprar as mesmas laranjas por R$ 3 o quilo. A conta não fecha. Geração Compartilhada: O Elo Mais Fraco Se o cenário é ruim para o consumidor individual, ele é devastador para a geração compartilhada . Nesse modelo, vários consumidores (cotistas) se unem para investir em uma usina solar maior e compartilhar os créditos. A proposta da ANEEL torna essa gestão quase impossível. Os créditos são gerados na usina durante o dia (tarifa Fora de Ponta), mas os cotistas podem consumir essa energia em suas casas ou empresas no horário de Ponta. A compensação financeira se torna um quebra-cabeça complexo e desvantajoso, destruindo a atratividade do modelo que permitiu a milhares de pessoas sem espaço ou capital para um sistema próprio terem acesso à energia solar. Insegurança Jurídica: O Custo da Incerteza Investimentos em infraestrutura, como os de energia, exigem um ambiente regulatório estável. Ao alterar as regras do jogo no meio do caminho, a ANEEL penaliza quem acreditou no programa de GD e investiu baseado em premissas que agora podem não valer mais. Essa insegurança jurídica é o maior desincentivo para novos aportes e pode frear o crescimento de um setor que gera empregos, atrai tecnologia e contribui para a sustentabilidade da matriz energética brasileira. Tabela Comparativa de Impactos Fator Modelo Atual (Tarifa Convencional) Modelo Proposto (Tarifa Branca Obrigatória) Previsibilidade Alta. O valor do kWh é fixo. Baixa. O custo varia drasticamente ao longo do dia. Retorno do Investimento (ROI) Rápido e calculável. Lento e incerto. O payback pode dobrar ou mais. Valor do Crédito Solar Equivalente ao kWh consumido. Desvalorizado, pois é gerado na tarifa mais barata. Viabilidade da Geração Compartilhada Alta. Modelo simples de compensação. Baixíssima. A assimetria de tarifas torna o modelo inviável. Risco para o Investidor Baixo. Regras estabelecidas. Altíssimo. Mudança de regras prejudica investimentos feitos. O que está em jogo não é apenas uma mudança tarifária, mas a confiança em um setor inteiro. A ANEEL precisa ouvir o mercado e entender que a modernização não pode vir ao custo da quebra de contratos e da punição aos pioneiros que apostaram em um Brasil mais sustentável. #TarifaBranca #GeraçãoDistribuída #EnergiaSolar #ANEEL #Regulação #SetorElétrico #InsegurançaJurídica #GeraçãoCompartilhada #PRORET #EnergyChannel Tarifa Branca Obrigatória: Como a ANEEL Pode Ameaçar o Futuro da Energia Solar no Brasil

  • Berlim inaugura assistente de IA aberto para transformar a gestão pública e acelerar entregas ao cidadão

    A capital alemã deu um passo decisivo rumo à digitalização do setor público ao lançar oficialmente o BärGPT , um assistente de inteligência artificial desenvolvido inteiramente como solução open source  e criado sob medida para as demandas da administração local. Berlim inaugura assistente de IA aberto para transformar a gestão pública e acelerar entregas ao cidadão A ferramenta marca o início de uma estratégia mais ampla de modernização governamental, com foco em reduzir tarefas repetitivas, aumentar a eficiência interna e liberar servidores para funções mais estratégicas. Projetado em parceria com equipes técnicas e servidores municipais, o BärGPT passou por testes práticos ao longo dos últimos meses, permitindo ajustes finos antes da implementação oficial. A solução atua como um copiloto administrativo, automatizando desde respostas padrão e consultas a documentos internos até a redação de comunicações rotineiras atividades que normalmente consomem grande parte do tempo dos funcionários. Segundo a administração berlinense, a adoção da IA pública busca resolver um problema estrutural: processos lentos, acúmulo de demandas e escassez de mão de obra qualificada em algumas áreas do governo. Com o BärGPT, a cidade espera encurtar prazos de atendimento e minimizar gargalos que afetam diretamente o cidadão. Além de ser disponibilizada em código aberto, a ferramenta foi construída com foco em segurança, transparência e soberania tecnológica , três pilares cada vez mais presentes nos debates europeus sobre o uso de IA no setor público. A arquitetura aberta permite que outras cidades e instituições também possam adotar, adaptar ou auditar o sistema. A prefeitura de Berlim avalia que o modelo poderá, em pouco tempo, servir de referência para governos interessados em acelerar a digitalização sem depender exclusivamente de soluções corporativas fechadas. A intenção é que o BärGPT evolua continuamente, incorporando funções mais avançadas e contribuindo para uma administração mais ágil, conectada e orientada por dados. Com isso, Berlim se posiciona como uma das capitais pioneiras da União Europeia ao utilizar IA de maneira estruturada na gestão pública não apenas como ferramenta tecnológica, mas como parte de uma mudança cultural na relação entre governo, inovação e serviços essenciais. Berlim inaugura assistente de IA aberto para transformar a gestão pública e acelerar entregas ao cidadão

  • China rompe barreira histórica e redefine rota do comércio global com superávit recorde

    A balança comercial chinesa encerrou os primeiros 11 meses do ano com um feito inédito: mais de US$ 1 trilhão em superávit , resultado que fortalece o peso de Pequim nas cadeias globais de suprimentos em meio ao ambiente de pressão geopolítica e incertezas tarifárias. China rompe barreira histórica e redefine rota do comércio global com superávit recorde De janeiro a novembro, o país acumulou US$ 1,076 trilhão , superando com folga o recorde de 2024, quando havia alcançado US$ 992,2 bilhões. Apenas entre janeiro e outubro, o superávit já somava US$ 964,8 bilhões demonstrando a aceleração contínua das exportações chinesas ao longo do ano. Exportações reagem e mostram mudança de rota comercial Depois de registrar uma queda em outubro, as exportações da China voltaram a subir em novembro, com avanço de 5,9%  na comparação anual número acima do esperado por analistas internacionais. Os dados refletem não apenas uma melhora no sentimento global de comércio, impulsionada por novas rodadas de diálogo entre Pequim e Washington, mas também uma estratégia agressiva de diversificação  dos destinos de venda e da estrutura produtiva. Mesmo com a retomada do fluxo geral, as exportações para os Estados Unidos continuam em queda acentuada , evidenciando tanto o impacto prolongado da guerra tarifária quanto a busca da China por novos parceiros e mercados de rápido crescimento na Ásia, África, Oriente Médio e América Latina. Reconfiguração das cadeias de suprimentos A ampliação do superávit ocorre paralelamente a um redesenho das cadeias de valor globais. Com empresas chinesas expandindo produção para países aliados e fortalecendo hubs logísticos regionais, a China se mantém como pivô das manufaturas internacionais mesmo sob pressão de tarifas, sanções tecnológicas e políticas de “desacoplamento”. Especialistas apontam que essa reconfiguração tem reduzido a dependência de um número restrito de parceiros comerciais e ajudado a manter o dinamismo das exportações, mesmo em setores sensíveis como eletrônicos, equipamentos industriais e energia renovável. Por que o recorde importa? Consolida a China como maior potência exportadora mesmo em ambiente adverso Mostra resiliência diante da guerra tarifária dos EUA Evidencia a ascensão de novos mercados estratégicos para Pequim Impacta diretamente setores globais de energia, tecnologia e manufatura Para economias emergentes incluindo o Brasil o movimento reforça a importância da China como destino de commodities e como fornecedora de equipamentos industriais e de energia limpa. O que observar nos próximos meses Com a continuidade das tensões comerciais e a aproximação das eleições nos EUA, analistas projetam um cenário de volatilidade, mas destacam que a China entra em 2026 com vantagem estratégica: uma rede comercial mais ampla, madura e menos dependente do mercado americano . A expectativa é que o país mantenha desempenho sólido nas exportações de produtos de alto valor agregado, especialmente nos segmentos de energia solar, baterias, veículos elétricos e eletrônicos de consumo setores centrais para a transição energética e foco permanente de cobertura do EnergyChannel. China rompe barreira histórica e redefine rota do comércio global com superávit recorde

  • Cooperação estratégica: França e China articulam nova agenda climática para energia limpa e segurança industrial

    Em meio ao recrudescimento das disputas comerciais entre Pequim e a União Europeia, França e China decidiram abrir um novo capítulo na cooperação climática global. Image: Chinese President Xi Jinping and his French counterpart, Emmanuel Macron, jointly meet the press in Paris, France (courtesy of Xinhua/Yin Bogu) Os dois países anunciaram a criação de uma força-tarefa bilateral dedicada a impulsionar tecnologias limpas, ampliar a energia nuclear civil e desenvolver cadeias de valor mais seguras para setores estratégicos como renováveis e transporte marítimo. A iniciativa, que terá sua primeira reunião oficial em 2026, foi desenhada para gerar projetos concretos e não apenas declarações multilaterais em um momento em que Europa e China disputam espaço em mercados de tecnologia verde. Para Paris, a aproximação reforça o acesso à capacidade industrial chinesa, fundamental para cumprir metas de expansão nuclear e renovável. Para Pequim, abre-se um canal direto com uma das maiores potências da UE, reduzindo a dependência do diálogo exclusivamente com Bruxelas. Uma mesa técnica para reduzir ruídos e acelerar projetos O novo grupo de trabalho será alinhado às estruturas existentes incluindo UNFCCC, Acordo de Paris e diretrizes da Organização Marítima Internacional mas com foco prático: aproximar normas europeias e padrões chineses para reduzir barreiras e dar previsibilidade aos investidores. A harmonização regulatória pode se tornar decisiva para cadeias de fornecimento que hoje enfrentam gargalos e políticas mais rígidas de controle, sobretudo na Europa. A França vê na parceria um caminho para acelerar planos de expansão nuclear e renovável até 2050, enquanto a China enxerga a oportunidade de validar tecnologias em mercados tradicionalmente cautelosos com equipamentos chineses. Energia nuclear ganha protagonismo na agenda bilateral Entre todos os temas, a energia nuclear civil é tratada como prioridade absoluta. França e China defendem a meta global de triplicar a capacidade nuclear até 2050 e estudam: Joint ventures em países terceiros , com financiamento e apoio industrial chineses; Testes e validação cruzada  de tecnologias, reforçando confiança internacional; Expansão de programas de pesquisa  e capacitação entre empresas dos dois países. O movimento reforça a tendência global: mais de 30 nações já apoiam uma estratégia comum para reposicionar a energia nuclear como pilar da transição energética. Transporte marítimo e renováveis entram no centro das negociações O eixo marítimo também avança na agenda da força-tarefa. França e China buscam alinhar diretrizes para garantir emissões líquidas zero no setor até 2050 uma régua fundamental para armadores que precisam decidir entre novos combustíveis, retrofit de embarcações e infraestrutura portuária especializada. No campo das renováveis, a assimetria industrial pesa: A China domina a produção global de painéis solares, baterias e turbinas eólicas , o que lhe dá vantagem na discussão sobre padrões internacionais de rastreabilidade e pegada de carbono. A Europa, por outro lado, aperta as regras de compliance , especialmente em relação à cadeia de suprimentos, subsídios estatais e riscos geopolíticos. Empresas interessadas em participar de projetos conjuntos terão de navegar um ambiente regulatório mais complexo, marcado por sanções internacionais, investigações de práticas comerciais e exigências rígidas de transparência. Por que essa força-tarefa importa para o setor de energia? Para o mercado global e também para o Brasil a criação dessa estrutura sinaliza: ✔ Reconfiguração das cadeias de suprimento de energia limpa A cooperação pode acelerar padrões internacionais que afetarão preços, certificações e acesso a equipamentos. ✔ Consolidação da energia nuclear como ativo estratégico A aproximação França–China reforça o discurso de que o nuclear será indispensável para cumprir metas climáticas. ✔ Novas regras para transporte marítimo e logística verde Comércio internacional e energia offshore passam a operar sob normativas mais claras. ✔ Competição tecnológica mais intensa Europa e China disputam liderança em baterias, solar e eólica e a aliança bilateral adiciona novos contornos à disputa. Para o EnergyChannel A nova força-tarefa pode se tornar um dos acordos bilaterais mais relevantes das próximas décadas para a transição energética global, moldando padrões de mercado e influenciando desde o custo da energia solar até a expansão de reatores nucleares de próxima geração. Trata-se de um movimento estratégico que conecta diplomacia, política industrial e inovação e que deve ganhar força a partir de 2026. Cooperação estratégica: França e China articulam nova agenda climática para energia limpa e segurança industrial

  • SolaX Power, Ourolux e LONGi promovem treinamento virtual e gratuito sobre armazenamento de energia

    A capacitação é voltada aos profissionais que empreendem no setor de energia solar em todo o Brasil e acontece no dia 10/12/2025. Foto: O treinamento será focado nas principais inovações tecnológicas voltadas aos sistemas de armazenamento de energia Por Simone CesárioAssessoria de Imprensa da SolaX Power As capacitações virtuais promovidas pela SolaX Power continuam a todo vapor nesta reta final de 2025. Amanhã, dia 10, a partir das 14h, acontece uma nova edição do treinamento virtual e gratuito, promovido por meio da parceria com a LONGi Solar e a Ourolux. As inscrições devem ser realizadas antecipadamente pelo link Microsoft Virtual Events Powered by Teams . Desde 2024, cerca de três mil profissionais participaram dos treinamentos, presenciais e virtuais, promovidos por uma das principais fabricantes mundiais de soluções para armazenamento de energia. O gerente de marketing da SolaX Power no Brasil, Valdo Mendes, destaca que o interesse dos integradores pela qualificação tem se mostrado crescente, “principalmente porque o cenário no Brasil está cada vez mais promissor para as soluções de armazenamento em baterias, seja pela iminência da realização do leilão e pela MP 1.304 (sancionada no último dia 25 pelo Governo Federal), o que deve potencializar a demanda por essas soluções. E, nesse cenário, estar capacitado é fundamental para que o empreendedor solar possa reverter positivamente esse aumento na demanda para seu negócio”. Nicolas Tonolli, gerente de Produtos & Soluções da LONGi Solar, enfatiza que “não é mais uma aposta futura, pois esse mercado vem sendo puxado por mudanças regulatórias, como a MP 1.304, e pela necessidade crescente de autonomia, segurança energética e otimização tarifária por parte dos consumidores”, pontua. Em relação aos treinamentos, ele ressalta ainda que, para o integrador, representa a chance de sair da guerra de preços do on-grid tradicional e migrar para soluções mais completas, inteligentes e de maior valor agregado. “E isso exige capacitação técnica, já que, quem dominar sistemas híbridos, baterias e gestão de energia, ocupará um espaço privilegiado nessa nova fase do setor. O mercado está mudando rápido e este é o momento certo para o integrador se atualizar, aprender e se posicionar. Na LONGi, temos visto esse movimento de perto e estamos preparados para ele”. O gerente de Marketing da Ourolux, Bruno Felipe, destaca que tem acompanhado de perto a participação dos integradores nos treinamentos e que o engajamento tem sido extremamente positivo. “São profissionais realmente interessados em aprender, tirar dúvidas e se atualizar, o que demonstra o quanto esse tipo de capacitação é valorizada no dia a dia do integrador”. E acrescenta: “Esses treinamentos vão muito além da simples apresentação de produtos. Eles elevam o nível técnico dos profissionais, aumentam a segurança nas instalações, melhoram a qualidade dos projetos entregues ao cliente final e fortalecem todo o mercado”. Para ele, investir em capacitação “é investir na profissionalização do setor, na credibilidade das soluções e no crescimento sustentável da energia solar e da tecnologia como um todo, o que contribui diretamente para a evolução do mercado”. Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder Sobre a Ourolux  - A Ourolux conta com mais de 30 anos de história e é a marca mais vendida do Brasil no mercado. Está sempre antenada às tendências do setor e oferece produtos de qualidade e alta tecnologia, com o maior mix do segmento de iluminação. A companhia reúne mais de 50 mil metros de área de estocagem, divididos em três centros de distribuição estrategicamente localizados próximos aos principais aeroportos, portos e estradas. Toda essa estrutura logística possibilita agilidade e segurança aos clientes, com alto padrão de excelência comprovado e reconhecido pelo mercado. A Ourolux Solar, divisão de produtos fotovoltaicos da marca, também possui a certificação AAA concedida pela Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) em duas categorias: de empresas importadoras/distribuidoras e de projetistas, que atestam por meio de requisitos e auditoria a governança e excelência para a execução de serviços ou o fornecimento de produtos. Sobre a LONGi Solar - Fundada em 2000, a LONGi está comprometida em ser a empresa líder em tecnologia solar do mundo, focando na criação de valor orientada pelo cliente para a transformação completa do cenário energético. Sob sua missão de 'fazer o melhor uso da energia solar para construir um mundo sustentável', a LONGi se dedica à inovação tecnológica e possui diversas frentes de atuação, incluindo wafer monocristalino, células e módulos, soluções solares para os setores comercial e industrial, soluções em energia renovável e equipamentos para hidrogênio. A empresa fortalece constantemente sua capacidade de fornecer energia sustentável e, mais recentemente, expandiu sua atuação para produtos e soluções de hidrogênio verde, contribuindo para o avanço da descarbonização global. www.longi.com/br/ SolaX Power, Ourolux e LONGi promovem treinamento virtual e gratuito sobre armazenamento de energia

  • Aplicações de Inteligência Artificial em Energia Nuclear

    Por André Luis Ferreira Marques Em recente evento na UFRJ, descrevi algumas aplicações de Inteligência Artificial em Energia Nuclear. Aplicações de Inteligência Artificial em Energia Nuclear O campo que mais se mostra promissor é o uso da IA para manutenção preditiva e prescritiva, o que já ocorre, e no processamento de documentos de licenciamento, o que ainda é embrionário. A parte mais desafiadora é o auxílio na operação de reatores nucleares de potência, por causa da velocidade de se chegar a conclusões e prognóstico de ações a tomar. Essas aplicações demandam ‘Large Language Models – LLM’ treinando com muitos dados, para varrer todos os casos possíveis e ter a melhor precisão e assertividade. Afinal, trata-se de setor onde o risco aceitável encontra-se nas faixas mais estreitas. Com isso, os sistemas de IA demandaram hardware em escala intensiva, considerando todos os atuais tipos: CPU, GPU, NPU e TPU. Este último grupo (Tensor Processing Unit) é uma linha de avanço liderada pelo Google, o que incrementa a velocidade de processamento, onde as camadas de microchips situam-se próximo a 3 nanômetros. Para a tecnologia atual de CPU, as camadas situam-se próximo a 15 nanômetros.  Toda essa situação demanda energia, não apenas diretamente pelo hardware, mas também pelos ‘clusters’ envolvidos e seus respectivos sistemas de resfriamento. A figura abaixo mostra uma estima inicial, onde considerei o hardware disponível nos próximos 5 anos. Aplicações de Inteligência Artificial em Energia Nuclear   Como se pode ver, na hipótese de que a IA consiga auxiliar na operação de reatores, o investimento em energia para essa aplicação pode chegar a 1% do total produzido pela usina. Não é um valor assustador, mas indica o nível de sofisticação e demanda que se pode chegar.  Nesta avaliação numérica, considerei o hardware médio disponível atualmente e, para o caso mais avançado, o predomínio da tecnologia TPU. Para a parte de manutenção preditiva, as tecnologias de CPU e GPU já se mostram capazes de auxiliar o setor nuclear atualmente. Aplicações de Inteligência Artificial em Energia Nuclear

  • Sem eficiência energética, edificações desperdiçam uma Itaipu por ano e pressionam o sistema elétrico brasileiro

    Se todos os prédios adotassem a integração de sensores e sistema de gestão predial, entre outros mecanismos de eficiência energética, o país poderia economizar US$ 45 bilhões nas próximas décadas, gastos com a demanda de eletricidade que poderia ser evitada. Esta e outras conclusões estão no estudo “Cenário das edificações sustentáveis e inteligentes no Brasil”, a ser divulgado hoje, durante Congresso Edificações do Futuro e Expo , em São Paulo. Sem eficiência energética, edificações desperdiçam uma Itaipu por ano e pressionam o sistema elétrico brasileiro São Paulo, 3 de dezembro de 2025  – Sem edifícios sustentáveis e eficientes energeticamente, perto da metade do consumo de eletricidade do Brasil simplesmente ficará de fora da transição energética. Contudo, medidas simples, como a integração de sensores e a adoção de sistemas de gestão predial poderiam proporcionar reduções de consumo de eletricidade entre 20% e 40%, levando a uma economia anual de 14% do consumo total de eletricidade no país, equivalente à geração anual de uma Itaipu e a duas grandes linhas de transmissão (de cerca de 6 mil quilômetros cada), entre outros impactos sobre o Sistema Interligado Nacional (SIN). Estas e outras conclusões são parte do estudo “ Cenário das edificações sustentáveis e inteligentes no Brasil: contribuições da automação predial e iluminação ”, a ser apresentado durante o Congresso de Edificações do Futuro e Expo (CEFX) , promovido pela GHM Solutions em parceria com o Instituto de Energia? e Ambiente (IEE) da Universidade de São Paulo (USP), que acontece hoje, no auditório principal do próprio IEE-USP. O evento reunirá autoridades, representantes de entidades, empresas e academia ao longo de um dia de debates. Além do estudo, assinado pela GHM Solutions, o CEFX apresentará as últimas tendências das edificações inteligentes e sustentáveis, com uso de IoT, IA e gêmeos digitais, num olhar de 360 o  O evento também abordará temas como políticas públicas para viabilização das edificações sustentáveis, a importância e os caminhos para obtenção das certificações necessárias e as aplicações dessas tecnologias. Políticas públicas “Sem edifícios sustentáveis e eficientes energeticamente, perto da metade do consumo da eletricidade simplesmente ficará de fora da transição energética”, ressalta Juliana Ulian, CEO da GHM Solutions, organizadora do evento e a coordenadora do estudo. Ela lembra que o CEFX se dará num momento de pós-COP 30, no qual os edifícios sustentáveis e inteligentes passam a ser vistos como cruciais à transição energética. “A automação da iluminação, assim como a eficiência energética de equipamentos em edificações, precisa de políticas públicas claras, pois ambas são de interesse nacional”, frisa a especialista.  Na ponta do lápis, o estudo da GHM Solutions informa que a adequação das edificações permitiria uma economia anual de 87Twh/ano, ou o suficiente para abastecer mais de 35 milhões de residências, considerando uma faixa de consumo médio entre 150 kWh/mês a 200 kWh/mês. O potencial total de economia acumulada supera US$   45 bilhões ao longo das próximas décadas. Payback em até 5 anos Juliana salienta: “E ainda que os benefícios da adequação das edificações possam ser sistêmicos, eles também se traduzem em vantagens econômicas para quem investe na área”. Para a CEO da GHM Solutions, a viabilidade econômica da automação predial é indiscutível: o seu payback típico se dá entre 2 e 5 anos.  “As medidas de menor custo e de rápida implantação (sensores de presença, termostatos inteligentes, dimerização por fotossensores) são de rápido retorno. Já, as soluções mais complexas, ainda que demandem prazos mais longos de retorno, permitem ganhos maiores de economia”, detalha J.  Confira abaixo o payback das tecnologias, segundo o estudo: Sensores de presença  de iluminação – em até um ano Termostatos  inteligentes – em até 1,2 ano Fotossensores /dimerização - em até 1,5 ano Motores para a climatização  (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) com acionamento de frequência variável, isto é, com um mecanismo que ajusta a velocidade do motor, conforme a frequência e a tensão da energia fornecida - em até 2,5 anos Analytics  para internet das coisas (IoT) em equipamentos prediais – em até 3 anos Sistemas de climatização central por fluxo de refrigerante variável  (FRV ou VRV), para controlar a temperatura de forma individualizada em cada ambiente - em até 3,5 anos Building Management System  (BMS) ou Sistema de Gerenciamento Predial completo, capaz de automatizar e monitorar todos os sistemas de um edifício – em até 4 anos Presenças confirmadas no CEFX Além da apresentação das conclusões do estudo, o CEFX está reunindo autoridades, representantes de entidades, empresas e academia. Já confirmaram a presença, entre os painelistas do CEFX, os seguintes nomes: Deputado Arnaldo Jardim, autor do Programa de Aceleração da Transição Energética  (Lei nº 15.103/2025), que instituiu uma política pública voltada ao desenvolvimento sustentável; Claudio Violato, presidente Fórum Brasileiro de IoT ; Gustavo Reis, vice-presidente da Associação Paulista de Municípios  (APM); Myrthes Marcele Farias dos Santos, representante do Programa Nacional de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia  (Procel/ ENBPar /MME); Juliana Ulian, CEO da GHM Solutions , do Portal Ecogateway e do CEFX; Roberto Donato da Silva Júnior, assessor docente do gabinete do reitor da Unicamp ; Lucia Abadia, representando a Associação Mulheres da Energia  e o Congresso Mulheres da Energia; Marco Martins Poli, diretor executivo da Associação Brasileira da Industria da Iluminação (Abilux); Tercio Ambrizzi, diretor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo  (IEE/USP); e Paulo José Spaccaquerche, presidente da Associação Brasileira da Internet das Coisas (ABINC),  para analisar os tópicos referentes a IA, IoT e Gêmeos Digitais. Veja, abaixo, os principais temas a serem debatidos no CEFX: • Políticas públicas e regulamentação : o impacto das políticas e normas nos prédios inteligentes e eficientes energeticamente, públicos ou privados • Certificações de edifícios : PBE, AQUA, EDGE e outras certificações para edificações sustentáveis. • Automação predial e Sistemas de Gestão de Energia:  tecnologias e integração de sistemas para gestão eficiente de edifícios. • Iluminação Inteligente : o papel da iluminação e controles como porta para a inteligência e conectividade. • Eficiência energética : estratégias e tecnologias para otimização do consumo em edificações. • Casos de sucesso : exemplos práticos e resultados comprovados de projetos inovadores no Brasil. • Tecnologias emergentes : IoT, IA, gêmeos digitais, BIM, entre outros Para mais informações, acesse aqui . Sobre a GHM Solutions : A GHM Solutions é uma empresa de Pesquisa e MarComm para o Setor de Energia. Também realiza o CPIIC – Congresso Paulista de Iluminação e Cidades do Futuro voltado ao tema iluminação pública como ativo estratégico e porta para cidades inteligentes. Sobre o IEE-USP : O Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP) é uma unidade de pesquisa e ensino dedicada ao estudo e desenvolvimento de soluções para questões relacionadas à energia e ao meio ambiente, com foco na sustentabilidade. Sem eficiência energética, edificações desperdiçam uma Itaipu por ano e pressionam o sistema elétrico brasileiro

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