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- GoodWe doa inversores à UFPR para projeto pioneiro de hidrogênio verde a partir de resíduos orgânicos
SUSTENTABILIDADE Equipamentos são utilizados na primeira planta piloto do país que transforma restos de comida do Restaurante Universitário em biogás e energia limpa A GoodWe realizou a doação de dois inversores híbridos monofásicos modelo GW3600-ES-BR20 à Universidade Federal do Paraná (UFPR) para uso no projeto de pesquisa e desenvolvimento de hidrogênio renovável, no Centro Politécnico da instituição. Os equipamentos têm a função de injetar na rede elétrica a energia gerada pelas células a combustível que integram o sistema da planta piloto a primeira no Brasil a produzir hidrogênio a partir de biogás gerado com resíduos de alimentos. De acordo com o engenheiro eletricista e professor Dr. João Américo Vilela Junior, os inversores já foram recebidos e passarão por testes prévios antes da montagem definitiva na planta. O sistema foi desenvolvido dentro das linhas de pesquisa em energia limpa e sustentabilidade da universidade, com apoio da Copel e de instituições públicas e privadas. Responsável pela área de geração de energia e conexão com a rede, o professor João Américo destacou a relevância da parceria com a GoodWe. “Essa doação vai muito além de um apoio material. Ela mostra o reconhecimento do valor de pesquisas que buscam soluções para desafios urgentes, como o aproveitamento de resíduos e a geração de energia limpa. Ser apoiado por empresas comprometidas com o futuro do planeta nos motiva e reforça o propósito do nosso trabalho”. O vice-presidente da GoodWe na América do Sul, Fábio Mendes, ressaltou o papel da cooperação entre indústria e academia na transição energética brasileira. “A GoodWe acredita que a transição energética se constrói na prática, conectando pesquisa, inovação e aplicação real. Ao apoiar a UFPR com os inversores GW3600-ES-BR20, contribuímos para demonstrar como a energia proveniente de células a combustível pode ser integrada à rede elétrica com eficiência e segurança. Nosso compromisso é seguir estimulando projetos que unem descarbonização, economia circular e formação de talentos.” O projeto da UFPR, que integra o consórcio B2H2, utiliza a rota de reforma catalítica a seco processo que dispensa o uso de água para converter o biogás obtido dos resíduos orgânicos do Restaurante Universitário em hidrogênio de alta pureza. Além da geração de energia elétrica, a planta também demonstra aplicações como a produção de amônia renovável e uma bicicleta movida a hidrogênio, símbolo do potencial do combustível limpo no país. GoodWe doa inversores à UFPR para projeto pioneiro de hidrogênio verde a partir de resíduos orgânicos
- Petróleo sobe com tensão envolvendo Irã e reacende alerta global sobre segurança energética
Escalada geopolítica pressiona mercado e pode impactar custos de energia e combustíveis em todo o mundo Petróleo sobe com tensão envolvendo Irã e reacende alerta global sobre segurança energética Movimento reforça a sensibilidade do mercado de petróleo a riscos geopolíticos e reacende discussões sobre diversificação da matriz energética. Petróleo reage à tensão internacional Os preços do petróleo registraram alta significativa nesta semana em meio ao aumento das tensões envolvendo o Irã, reacendendo preocupações globais sobre a estabilidade do fornecimento energético. O movimento reflete a sensibilidade do mercado internacional a eventos geopolíticos, especialmente em regiões estratégicas para a produção e exportação de óleo. A valorização ocorre em um contexto de incerteza crescente, com investidores reagindo rapidamente a possíveis riscos de interrupção no fluxo global de petróleo um fator que historicamente impacta diretamente os preços. Risco de oferta e impacto imediato no mercado O Irã ocupa posição relevante no cenário energético global, tanto pela sua produção quanto pela sua localização estratégica próxima ao Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. Qualquer ameaça à estabilidade da região tende a gerar reações imediatas nos mercados. A elevação dos preços é impulsionada pelo chamado “prêmio de risco geopolítico”, que ocorre quando investidores antecipam possíveis restrições de oferta. Mesmo sem interrupções concretas, a percepção de risco já é suficiente para pressionar as cotações. Reflexos para consumidores e economia O aumento do petróleo pode ter efeito direto sobre o custo dos combustíveis, energia elétrica e transporte em diversos países. Economias dependentes de importação de energia tendem a sentir esse impacto com mais intensidade. Além disso, a alta do petróleo pode influenciar a inflação global, pressionando bancos centrais e afetando decisões de política monetária. Esse cenário pode desacelerar o crescimento econômico em algumas regiões. Energia e geopolítica: uma relação estratégica A volatilidade atual reforça como o setor energético continua profundamente conectado à geopolítica. Conflitos, sanções e instabilidades regionais seguem sendo fatores determinantes para o equilíbrio entre oferta e demanda global. Ao mesmo tempo, episódios como esse ampliam o debate sobre segurança energética um tema central para governos e empresas. A dependência de combustíveis fósseis em regiões politicamente sensíveis continua sendo um desafio estrutural. Transição energética ganha novo argumento A instabilidade no mercado de petróleo também reforça a importância da transição energética. Fontes renováveis, como solar e eólica, além de soluções de armazenamento e hidrogênio verde, ganham relevância como alternativas mais resilientes a crises geopolíticas. Especialistas apontam que diversificar a matriz energética não é apenas uma questão ambiental, mas também estratégica e econômica. Reduzir a exposição a choques externos pode aumentar a previsibilidade e a segurança do sistema energético global. Perspectivas para o mercado O comportamento dos preços do petróleo nos próximos dias dependerá da evolução do cenário geopolítico. Caso as tensões se intensem, o mercado pode registrar novas altas. Por outro lado, sinais de estabilização tendem a aliviar a pressão. Independentemente do desfecho imediato, o episódio reforça um padrão recorrente: o petróleo segue sendo um ativo altamente sensível a eventos externos, o que mantém o setor energético em constante estado de atenção. Petróleo sobe com tensão envolvendo Irã e reacende alerta global sobre segurança energética
- Plataforma digital coloca o controle do consumo de energia nas mãos do consumidor
ECONOMIA E TECNOLOGIA Plataforma digital coloca o controle do consumo de energia nas mãos do consumidor Solução da GoodWe permite acompanhar gasto, geração solar e falhas do sistema em tempo real, reduzindo incertezas e surpresas na conta de luz A digitalização do setor energético começa a mudar a relação do consumidor com a conta de luz. Em vez de descobrir no fim do mês quanto gastou, novas tecnologias permitem acompanhar o consumo diariamente, entender os picos de uso e agir de forma preventiva para reduzir custos. É nesse cenário que a GoodWe lança o SEMS+, sua nova plataforma inteligente de gerenciamento de energia. Plataforma digital coloca o controle do consumo de energia nas mãos do consumidor Desenvolvido para atender desde residências até comércios, indústrias e o agronegócio, o SEMS+ transforma dados técnicos em informações claras e acessíveis. Pela plataforma, o usuário consegue visualizar quanto está consumindo, quanto está gerando com energia solar, o volume de energia enviado à rede e os horários do dia em que o gasto é maior ou menor. A proposta é simples: dar previsibilidade ao consumidor e acabar com a lógica de “esperar a conta chegar” para saber o valor a pagar. A tecnologia permite ajustes de hábito e decisões mais conscientes, tanto para quem busca economia quanto para quem precisa de eficiência operacional. Segundo o vice-presidente da GoodWe para a América Latina, Fabio Mendes, a plataforma representa uma mudança no papel do consumidor no setor elétrico. “O SEMS+ coloca o usuário no centro da gestão energética. Ele deixa de ser apenas um pagador de conta e passa a entender, acompanhar e decidir como usar melhor a energia, com informações claras e em tempo real”, afirma. Um dos diferenciais do sistema é o uso de inteligência artificial para identificar padrões de consumo. A plataforma analisa o comportamento energético ao longo do dia e aponta, de forma simples, os períodos de maior gasto. Com isso, ajuda o usuário a entender se o consumo elevado está ligado a equipamentos específicos ou a horários de pico, permitindo ajustes que impactam diretamente no valor final da conta. Além do consumo, o SEMS+ também atua na prevenção de falhas. A tecnologia monitora o desempenho do sistema elétrico e do sistema fotovoltaico, identificando anomalias, quedas de desempenho ou interrupções antes que se tornem problemas maiores. Para empresas e produtores rurais, isso significa menos risco operacional e maior segurança energética. “O mercado caminha para um modelo cada vez mais digital e inteligente. Não se trata apenas de gerar energia, mas de gerenciá-la de forma eficiente, com dados confiáveis e decisões rápidas. Essa é uma demanda crescente de consumidores residenciais, empresas e do agro”, destaca Fabio. Com interface intuitiva e acesso via aplicativo ou web, a plataforma reúne monitoramento, análise e controle em um único ambiente. O usuário passa a ter uma visão completa do sistema energético, com clareza sobre consumo, geração, desempenho e oportunidades de otimização. O SEMS+ foi lançado oficialmente no Brasil no dia 10 de fevereiro de 2026, durante um webinar com especialistas, que apresentará na prática como a tecnologia pode contribuir para maior controle, eficiência e educação energética dos consumidores. Plataforma digital coloca o controle do consumo de energia nas mãos do consumidor
- 🇧🇷 EP11 – Inteligência artificial e privacidade de dados: quem controla suas informações?
Série Especial EnergyChannel | Inteligência Artificial: Tudo o Que Precisamos Saber O que é inteligência artificial e privacidade de dados A relação entre inteligência artificial e privacidade de dados tornou-se um dos principais debates da era digital. Sistemas de IA dependem da coleta, análise e processamento de grandes volumes de informações pessoais para funcionar de forma eficiente. Esses dados incluem hábitos de consumo, localização, histórico de navegação, interações em redes sociais e até características biométricas. Por que inteligência artificial e privacidade de dados estão diretamente conectadas A inteligência artificial e privacidade de dados estão conectadas porque algoritmos aprendem com padrões humanos. Quanto mais dados disponíveis, mais precisos e personalizados os sistemas se tornam. Esse modelo cria um dilema: eficiência tecnológica versus proteção da vida privada. Como a inteligência artificial e privacidade de dados afetam o cotidiano No dia a dia, a inteligência artificial e privacidade de dados impactam serviços como: Assistentes virtuais Aplicativos de mobilidade Plataformas de streaming Sistemas bancários e financeiros Redes sociais Cada interação gera dados que alimentam modelos de IA de forma contínua. Inteligência artificial e privacidade de dados no uso comercial Empresas utilizam inteligência artificial e privacidade de dados para personalizar ofertas, prever comportamentos e aumentar vendas. Embora isso traga conveniência, também amplia o rastreamento do consumidor. A monetização de dados tornou-se um dos ativos mais valiosos da economia digital. Inteligência artificial e privacidade de dados na segurança e no Estado Governos adotam inteligência artificial e privacidade de dados em sistemas de vigilância, segurança pública e controle de fronteiras. Essas aplicações levantam debates sobre limites legais e possíveis abusos. A falta de transparência pode comprometer direitos civis fundamentais. Principais riscos da inteligência artificial e privacidade de dados Os riscos associados à inteligência artificial e privacidade de dados incluem: Vazamentos de informações sensíveis Uso indevido de dados pessoais Vigilância em massa Discriminação algorítmica Perda de controle sobre a própria identidade digital Esses desafios exigem respostas técnicas, jurídicas e sociais. Inteligência artificial e privacidade de dados na legislação Leis como a LGPD e o GDPR surgiram para regular a inteligência artificial e privacidade de dados , estabelecendo regras sobre coleta, armazenamento e uso das informações. No entanto, a velocidade da inovação tecnológica frequentemente supera a capacidade regulatória. Transparência e ética na inteligência artificial e privacidade de dados A discussão sobre inteligência artificial e privacidade de dados envolve ética, explicabilidade dos algoritmos e responsabilidade corporativa. Usuários precisam saber como seus dados são usados e por quem. A confiança tornou-se um elemento central para a adoção de soluções baseadas em IA. O futuro da inteligência artificial e privacidade de dados O futuro da inteligência artificial e privacidade de dados dependerá do equilíbrio entre inovação, proteção legal e conscientização dos usuários. Tecnologias de privacidade por design e modelos menos dependentes de dados tendem a ganhar espaço. No próximo episódio, o EnergyChannel analisa IA generativa e direitos autorais . 🇧🇷 EP11 – Inteligência artificial e privacidade de dados: quem controla suas informações?
- 🌍 Políticas Públicas para um Planeta Viável | Episódio 12
O futuro das políticas públicas ambientais: da exceção à estratégia central 📦 Série Especial EnergyChannel – Políticas Públicas para um Planeta Viável Esta reportagem integra a série especial do EnergyChannel , dedicada a analisar, de forma jornalística e independente, como decisões públicas moldam o futuro ambiental, social e econômico do planeta. Ao longo de 12 episódios, a série investigou o impacto real das políticas públicas em áreas estratégicas como energia, cidades, agricultura, tecnologia, educação, política fiscal e governança global. 🌍 Políticas Públicas para um Planeta Viável | Episódio 12 Durante décadas, políticas ambientais ocuparam um espaço periférico na formulação de políticas públicas. Tratadas como agendas setoriais ou complementares, raramente influenciaram decisões centrais de desenvolvimento econômico. Esse cenário está mudando de forma estrutural. O futuro das políticas públicas ambientais aponta para uma transformação profunda: o meio ambiente deixa de ser um tema isolado e passa a integrar o núcleo das decisões econômicas, sociais e geopolíticas. Do ambiental ao sistêmico As políticas públicas do futuro tendem a abandonar abordagens fragmentadas. Questões ambientais passam a ser tratadas de forma sistêmica, integradas a planejamento econômico, política industrial, fiscal e social. Essa mudança reflete o reconhecimento de que crises climáticas, energéticas, hídricas e alimentares estão interconectadas e exigem respostas coordenadas. Dados, ciência e tomada de decisão O avanço científico e tecnológico amplia a capacidade de mensuração, monitoramento e avaliação de políticas ambientais. O uso de dados, modelos climáticos e indicadores socioambientais tende a se tornar parte permanente do processo decisório. Políticas públicas baseadas em evidências ganham centralidade, reduzindo espaço para decisões reativas ou ideológicas. O papel do Estado na transição O futuro aponta para um Estado mais estratégico e menos reativo. Em vez de atuar apenas como regulador, o poder público assume papel de indutor da transição sustentável, orientando investimentos, coordenando atores e reduzindo riscos sistêmicos. Políticas industriais verdes, planejamento de longo prazo e financiamento estruturado tornam-se instrumentos centrais. Mercado, inovação e políticas públicas A relação entre mercado e política pública tende a se aprofundar. A transição ambiental cria novos mercados, cadeias produtivas e oportunidades econômicas, mas depende de sinais claros e estabilidade regulatória. Políticas públicas bem desenhadas reduzem incertezas, estimulam inovação e ampliam a competitividade sustentável. Governança e participação social A complexidade dos desafios ambientais exige governança mais inclusiva e transparente. Participação social, cooperação entre níveis de governo e integração com o setor privado tornam-se componentes essenciais das políticas públicas do futuro. A legitimidade social será um fator decisivo para a continuidade e eficácia das políticas ambientais. Desigualdade como variável central O futuro das políticas públicas ambientais será definido pela capacidade de enfrentar desigualdades. Justiça climática, proteção social e inclusão econômica deixam de ser temas acessórios e passam a compor o núcleo das estratégias ambientais. Sem equidade, políticas ambientais tendem a enfrentar resistência e instabilidade. Cooperação internacional permanente A governança ambiental do futuro será, necessariamente, global. A cooperação internacional deixa de ser episódica e se torna contínua, envolvendo acordos, financiamento, transferência tecnológica e coordenação regulatória. A eficácia das políticas nacionais estará cada vez mais conectada à capacidade de atuação em rede no cenário internacional. De política ambiental a política de desenvolvimento O principal movimento em curso é conceitual: políticas ambientais deixam de ser vistas como custos ou restrições e passam a ser reconhecidas como políticas de desenvolvimento, inovação e competitividade. O futuro das políticas públicas ambientais não está em criar mais normas, mas em integrar sustentabilidade à lógica central do desenvolvimento. 🌍 Políticas Públicas para um Planeta Viável | Episódio 12
- Indústria, Investidores e o Capital do Futuro
O capital nunca foi neutro. Ele segue risco, previsibilidade e retorno. À medida que a indústria muda, o dinheiro também muda de direção e entender esse movimento tornou-se essencial para empresas que querem sobreviver e crescer. Indústria, Investidores e o Capital do Futuro Durante décadas, investidores olharam para a indústria principalmente como geradora de fluxo de caixa. Hoje, o olhar é mais amplo. Energia, geopolítica, ESG, cadeias produtivas e resiliência passaram a pesar tanto quanto margem e escala. O capital do futuro não financia apenas produção financia estratégia . Risco sistêmico entra no valuation Eventos recentes deixaram claro que riscos antes considerados “externos” afetam diretamente resultados financeiros. Interrupções de cadeia, crises energéticas, sanções e eventos climáticos passaram a integrar modelos de risco. Empresas industriais agora são avaliadas também por: Dependência geográfica Exposição energética Vulnerabilidade regulatória Robustez da cadeia de suprimentos Quem ignora esses fatores paga mais caro pelo capital. Energia e previsibilidade financeira Indústrias com estratégia energética clara oferecem maior previsibilidade de custos e fluxo de caixa. Autoprodução, contratos de longo prazo e energia limpa reduzem incertezas e aumentam atratividade. Para o investidor, previsibilidade vale tanto quanto retorno. ESG como filtro de investimento ESG deixou de ser um diferencial e passou a ser um critério de exclusão. Fundos institucionais evitam ativos com riscos ambientais, sociais ou de governança mal endereçados. Não se trata de ativismo, mas de proteção de capital. Empresas com ESG frágil enfrentam: Menor liquidez Maior custo de capital Menor apetite de investidores globais Resiliência supera eficiência extrema A indústria altamente eficiente, mas vulnerável, perdeu apelo. Investidores passaram a valorizar empresas capazes de operar sob estresse. Redundância, diversificação e controle de cadeia passaram a ser vistos como ativos, não como ineficiência. Capital paciente ganha espaço A transição industrial exige investimentos de longo prazo. Infraestrutura energética, digitalização e circularidade não geram retorno imediato, mas constroem valor sustentável. O capital do futuro é mais paciente — e mais seletivo. Brasil no radar do capital industrial O Brasil aparece como oportunidade e desafio. Energia limpa, recursos naturais e mercado interno atraem interesse. Insegurança regulatória, infraestrutura e volatilidade afastam. Empresas brasileiras que reduzem risco e aumentam previsibilidade conseguem acessar capital global em melhores condições. Investidor como agente de transformação O capital deixou de ser apenas financiador e passou a ser indutor de mudança. Investidores pressionam por práticas mais responsáveis, cadeias mais seguras e estratégias energéticas claras. Quem entende essa lógica se antecipa. Quem resiste, perde acesso a capital. Para onde o dinheiro está indo O capital industrial migra para empresas que combinam: Controle energético Cadeias resilientes Governança sólida Estratégia de longo prazo O futuro da indústria será financiado por quem entende risco — não apenas retorno. Na próxima edição EP12 – A Indústria do Futuro Já Começou (e Não Será Igual para Todos) O fechamento da temporada: diferenças regionais, papel do Brasil e o que consumidores, empresários e governos precisam entender agora. Indústria, Investidores e o Capital do Futuro
- 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
Episódio 16 – Quem instala energia solar: como escolher a empresa certa 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber Depois de entender equipamentos, tecnologia e funcionamento do sistema, o consumidor chega a um ponto decisivo: quem vai instalar a energia solar? A escolha da empresa instaladora pode determinar o sucesso ou a frustração do investimento ao longo dos anos. Neste episódio, o EnergyChannel explica como avaliar uma empresa de energia solar e o que realmente importa na hora da contratação . 🏢 Energia solar não é produto de prateleira Diferente de um eletrodoméstico, a energia solar envolve: Projeto elétrico Engenharia Instalação técnica Integração com a rede Por isso, a empresa instaladora é parte essencial do sistema. 📄 Projeto antes da venda Uma empresa séria começa pelo projeto, não pelo preço. Isso inclui: Análise do consumo Avaliação do telhado ou área disponível Dimensionamento correto do sistema Estudo de sombreamento Desconfie de propostas genéricas ou feitas sem visita técnica. 🛠️ Equipe técnica e qualificação Verifique se a empresa possui: Profissionais capacitados Responsável técnico Experiência comprovada Conhecimento das normas locais A instalação correta impacta diretamente a segurança e a geração de energia. 🧾 Contrato claro evita problemas O contrato deve especificar: Equipamentos e marcas Prazo de instalação Garantias Responsabilidades Contratos vagos ou pouco detalhados aumentam o risco para o consumidor. 📞 Pós-venda e suporte: o fator esquecido Energia solar é um investimento de longo prazo. Avalie se a empresa oferece: Suporte técnico Monitoramento Atendimento pós-instalação Orientação ao consumidor Um bom pós-venda faz diferença ao longo dos anos. ⚠️ Preço muito baixo é sinal de alerta Ofertas muito abaixo do mercado podem indicar: Equipamentos de baixa qualidade Falta de proteções Instalação fora de norma Ausência de suporte futuro Preço importa, mas não deve ser o único critério. 🧭 O que o consumidor deve comparar Antes de decidir, compare: Qualidade do projeto Experiência da empresa Transparência da proposta Garantias oferecidas A melhor escolha é aquela que equilibra custo, qualidade e confiança. 🔎 Empresa certa gera tranquilidade Uma boa empresa não vende apenas energia solar — ela entrega segurança, desempenho e previsibilidade. No próximo episódio, o EnergyChannel entra em um tema prático e decisivo: 👉 Contratos, garantias e o que precisa estar escrito antes de assinar 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber Um guia completo, independente e didático criado pelo EnergyChannel para ajudar o consumidor brasileiro a entender, comparar e decidir com segurança sobre a energia solar. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
- Artigo 12/12: Brasil e China: Parceria Estratégica na Era da Energia Limpa
Autor: Daniel Pansarella (Série: O Ecossistema Chinês - 12/12) Chegamos ao final de nossa jornada pelo ecossistema de desenvolvimento chinês. A conclusão inevitável é que a ascensão da China como uma superpotência em tecnologia verde não é uma ameaça, mas uma oportunidade histórica para o Brasil . Artigo 12/12: Brasil e China: Parceria Estratégica na Era da Energia Limpa Nosso país possui um dos maiores potenciais de geração de energia solar do planeta. A tecnologia chinesa, cada vez mais barata e eficiente, é a chave para destravar esse potencial em larga escala. A parceria vai além da simples importação de painéis. Trata-se de atrair investimentos para a instalação de grandes usinas solares e, crucialmente, para o desenvolvimento de uma cadeia de suprimentos local, aproveitando a expertise chinesa em clusters industriais. Minhas experiências em missões com a Apex Brasil , Sebrae e Absolar confirmam o enorme interesse chinês no mercado brasileiro. A presença de bancos como o ICBC , Bank of China e BOCOM em nosso território facilita o financiamento de grandes projetos. A expertise de construtoras como a CRCC pode ser fundamental para modernizar nossa infraestrutura de transmissão e logística, integrando as fontes de energia renovável aos centros de consumo. O Brasil não precisa ser um mero consumidor de tecnologia. Podemos nos posicionar como um parceiro estratégico da China na construção de um futuro sustentável. Podemos combinar nosso potencial de recursos naturais com a capacidade de execução chinesa para reindustrializar nossa economia com base em energia limpa, gerando empregos e desenvolvimento. O futuro da energia está sendo definido agora. Compreender o modelo chinês e saber negociar de forma estratégica é o caminho para que o Brasil não seja apenas um espectador, mas um protagonista nesta nova era. #Brasil #China #ParceriaEstratégica #EnergiaSolar #Oportunidades #Desenvolvimento #Sustentabilidade Artigo 12/12: Brasil e China: Parceria Estratégica na Era da Energia Limpa
- Inovação e dados: como tecnologia deve contribuir com segurança energética em 2026
Executivo da AMcom avalia cenário e oportunidades para o setor, que vive crescimento de geração através de fontes renováveis, que desafiam a gestão da distribuição de forma inteligente Rodrigo Strey, vice-presidente da AMcom O setor elétrico brasileiro entra em 2026 diante de um cenário desafiador, marcado pelo avanço acelerado da geração solar distribuída, riscos de sobrecarga na rede, incertezas macroeconômicas e discussões estruturais como a reforma tributária. A demanda e a complexidade operacional devem, mais do que nunca, reforçar o uso de tecnologia no setor, especialmente para garantir inteligência operacional, governança digital e uso estratégico de dados. De acordo com Rodrigo Strey, vice-presidente da AMcom, empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções digitais que atua no segmento, o país vive um paradoxo. “Ao mesmo tempo em que avançamos de forma consistente na transição para fontes renováveis, especialmente solar e eólica, aumentamos a complexidade da operação do sistema elétrico. Isso exige um novo nível de gestão e previsibilidade”, afirma. Dados recentes do Ministério de Minas e Energia indicam que a capacidade instalada de micro e minigeração distribuída da energia solar já ultrapassa 53 GW, e deve chegar a 30% da capacidade total do país até 2035. Embora o crescimento seja positivo sob a ótica da sustentabilidade, ele também impõe desafios técnicos relevantes, sobretudo pela intermitência da geração e pelo descompasso entre produção e consumo. “A geração solar é mais intensa justamente em horários de menor demanda. Quando o consumo aumenta, como no início da manhã ou à noite, essa produção cai. Se não houver controle e inteligência na gestão da rede, o risco de instabilidades cresce”, explica Strey. Para o executivo, o desafio não está apenas na expansão da geração, mas na capacidade de gestão integrada da operação. “Estamos falando de um setor em que qualquer falha pode gerar impactos econômicos e sociais significativos. Governança e tecnologia deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos básicos”. Tecnologia como aliada da estabilidade A aplicação de inteligência artificial, analytics e integração de dados em tempo real tem se consolidado como um dos principais vetores de modernização do setor elétrico. Plataformas capazes de consolidar informações de consumo, padrões de uso e variáveis climáticas permitem previsões mais precisas de demanda e gestão eficiente de picos de carga. “Modelos preditivos alimentados por IA já conseguem monitorar a saúde da rede, identificar potenciais falhas antes que ocorram e otimizar o fluxo de energia entre produtores e consumidores. Isso reduz intervenções emergenciais e aumenta a confiabilidade do sistema”, afirma Strey. Segundo ele, a manutenção preditiva e a análise de dados também contribuem para a redução de custos operacionais e para o aumento da eficiência na alocação de recursos. “Quando a empresa consegue antecipar eventos críticos, ela deixa de atuar apenas de forma reativa e passa a operar com inteligência estratégica”, reforça. Outro ponto central, de acordo com o vice-presidente da AMcom, é a digitalização dos processos de governança. A consolidação de indicadores operacionais, métricas de desempenho e controle de risco em plataformas integradas permite uma visão unificada da operação. “A governança digital de ativos oferece aos gestores uma leitura clara da operação em tempo real. Isso facilita a priorização de investimentos, a mitigação de vulnerabilidades e a tomada de decisões baseadas em evidências”, finaliza. Sobre a AMcom A AMcom é especializada em soluções digitais personalizadas para solucionar os desafios de grandes empresas que querem transformar seus negócios. Com expertise em ambientes complexos e regulados, conta com um portfólio direcionado a impulsionar a transformação digital de seus clientes, provendo serviços em Modernização e Integração de Aplicações (AMS); Dados & Analytics; Design, UX/UI; Agilidade e Talentos & Equipes sob medida. Sua matriz é em Blumenau (SC), tem escritório em São Paulo (SP) e atua internacionalmente. Atualmente conta com cerca de 500 colaboradores distribuídos em diversas localidades. Mais informações em www.amcom.com.br Inovação e dados: como tecnologia deve contribuir com segurança energética em 2026
- Vendas de carros elétricos usados disparam na Europa impulsionadas por alta dos combustíveis
Escalada nos preços da gasolina, em meio a tensões geopolíticas, acelera migração para veículos elétricos Vendas de carros elétricos usados disparam na Europa impulsionadas por alta dos combustíveis Mercado de veículos elétricos usados ganha força na Europa, refletindo mudanças no comportamento do consumidor diante da volatilidade energética global. O mercado de veículos elétricos usados na Europa registrou um crescimento expressivo em 2026, impulsionado pelo aumento dos preços dos combustíveis fósseis após tensões geopolíticas envolvendo o Oriente Médio. A elevação no custo da gasolina está levando consumidores a buscar alternativas mais econômicas, consolidando a mobilidade elétrica como uma solução cada vez mais acessível. Mercado reage à pressão dos combustíveis fósseis Nos últimos meses, os preços da gasolina na Europa voltaram a subir de forma significativa, refletindo instabilidades no mercado global de energia. Esse movimento tem impacto direto no bolso dos consumidores, especialmente em países altamente dependentes de importações de petróleo. Como consequência, o interesse por veículos elétricos especialmente no mercado de usados cresceu de forma acelerada. Modelos de segunda mão passaram a representar uma porta de entrada mais acessível para a mobilidade elétrica, ampliando o alcance da tecnologia. Veículos usados ampliam acesso à mobilidade elétrica O crescimento das vendas de veículos elétricos usados indica uma mudança estrutural no mercado automotivo europeu. Com preços mais baixos em comparação aos modelos novos, esses veículos permitem que um público mais amplo adote tecnologias de baixa emissão. Além disso, a evolução das baterias e a maior durabilidade dos sistemas elétricos têm reduzido preocupações com desempenho e vida útil, fatores que historicamente limitavam o mercado de usados nesse segmento. Impacto direto na transição energética O avanço do mercado de veículos elétricos usados tem implicações relevantes para a transição energética. Ao acelerar a substituição de veículos movidos a combustíveis fósseis, o movimento contribui diretamente para a redução de emissões de carbono no setor de transportes um dos maiores responsáveis pelas emissões globais. Outro fator importante é o efeito de escala: quanto maior o volume de veículos elétricos em circulação, maior a demanda por infraestrutura de recarga e integração com fontes renováveis, criando um ciclo positivo para o setor energético. Tendência de mercado e comportamento do consumidor Especialistas apontam que o crescimento do mercado de usados não é apenas uma resposta momentânea aos preços da gasolina, mas sim uma tendência consolidada. Consumidores estão mais atentos ao custo total de propriedade dos veículos, incluindo manutenção e energia. Nesse cenário, os veículos elétricos se destacam por oferecerem menor custo operacional ao longo do tempo, mesmo quando adquiridos como usados. Análise EnergyChannel O avanço das vendas de veículos elétricos usados na Europa sinaliza um ponto de inflexão na mobilidade global. A combinação entre pressão econômica via aumento dos combustíveis e maturidade tecnológica está acelerando a adoção de soluções elétricas em diferentes camadas da população. Para o setor energético, esse movimento reforça a necessidade de expansão da infraestrutura de recarga, investimentos em redes inteligentes e maior integração com energias renováveis. Mais do que uma tendência passageira, trata-se de uma mudança estrutural no consumo de energia e mobilidade. Vendas de carros elétricos usados disparam na Europa impulsionadas por alta dos combustíveis
- VR Energia percorre mais de 2.000 km em road show e reforça estratégia de proximidade com empresas do Sul
Iniciativa passou por diversas cidades de Santa Catarina e Paraná e mira setores intensivos em energia; empresa aposta em atendimento consultivo para ampliar adesão à economia na conta de luz; VR Energia percorre mais de 2.000 km em road show e reforça estratégia de proximidade com empresas do Sul Atendimento híbrido combina proximidade e tecnologia, permitindo contratação online em poucos minutos com economia de até 24% na conta de luz, sem investimento e sem fidelidade. Brasil, 25 de março de 2026 - A VR Energia colocou o pé na estrada neste mês de março para acelerar sua expansão e estreitar o relacionamento com clientes. Em um road show com a presença da CEO, Viviane Rosa, e de consultores regionais, a empresa percorreu mais de 2.000 quilômetros, passando por municípios estratégicos como Caçador, Videira e São Bento do Sul (SC), além de Curitiba, Fazenda Rio Grande e Ponta Grossa (PR). A iniciativa teve como foco empresas dos setores de marmoraria, plásticos, supermercadista e metal mecânico, além de comércios e indústrias em geral. A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla de crescimento baseada em proximidade e atendimento personalizado, uma abordagem que busca traduzir a complexidade do mercado de energia em soluções práticas e acessíveis para empresas e consumidores. VR Energia percorre mais de 2.000 km em road show e reforça estratégia de proximidade com empresas do Sul Segundo a CEO da VR Energia, Viviane Rosa, o contato direto com empresários tem papel central na expansão da companhia. “Estar na estrada, olhando no olho do cliente e entendendo a realidade de cada negócio, faz toda a diferença. O road show nos permite levar informação de forma clara, desmistificar o mercado de energia e mostrar, na prática, como a economia é possível sem risco e sem investimento”, afirma. A VR Energia também está ampliando sua estratégia de atendimento e passa a oferecer, a partir de 2026, uma jornada totalmente digital para contratação de seus serviços. Além do modelo presencial e personalizado, a empresa agora permite que clientes contratem a solução de energia por assinatura de forma 100% online, pelo site www.vrgestora.com . A iniciativa atende consumidores que não têm disponibilidade em horário comercial ou preferem praticidade, possibilitando que residências e empresas com contas acima de R$ 300 obtenham economia de 15% a 24% na fatura de energia em poucos minutos, sem obras, sem investimento e sem fidelidade. Estratégia de proximidade ganha força Com presença consolidada no Sul e avanço em direção ao Sudeste, a VR Energia vem apostando em um modelo de atendimento consultivo para acelerar a adesão à sua solução de gestão energética. A proposta é simples: reduzir custos com energia sem exigir investimento inicial, obras ou contratos de fidelidade. O modelo já garantiu R$ 53 milhões em economia líquida em 2025 e reúne mais de 12 mil clientes ativos. VR Energia percorre mais de 2.000 km em road show e reforça estratégia de proximidade com empresas do Sul Para a empresa, o diferencial competitivo está justamente na forma como a solução é apresentada. Em vez de uma abordagem técnica e distante, a VR Energia aposta em uma jornada mais próxima e didática. “Temos uma equipe dedicada, com atendimento personalizado em toda a região Sul e Sudeste. Explicamos cada etapa do processo de forma transparente. É uma migração sem custo, sem investimento inicial e sem fidelidade. O cliente só tem a ganhar, é economia real na conta de luz com energia de fonte renovável”, diz Viviane. Economia com previsibilidade A solução “Desconto Garantido” é um dos pilares da estratégia da empresa. A proposta transforma a conta de energia em uma variável mais previsível dentro do planejamento financeiro de empresas e famílias. Ao eliminar barreiras de entrada, como contratos longos ou custos iniciais, a VR Energia amplia o acesso a um modelo que antes era restrito a grandes consumidores. Para pequenos e médios empresários, especialmente em setores com alto consumo energético, o impacto vai além da redução de custos. Minimercados, escolas, restaurantes e indústrias de pequeno porte passam a contar com maior previsibilidade financeira, liberando caixa para reinvestimentos, ganho de margem e maior competitividade. Base diversificada impulsiona expansão O portfólio da empresa evidencia a capilaridade da solução. Entre os clientes atendidos estão grandes parques temáticos em Balneário Camboriú, redes de supermercados na Grande Porto Alegre, clubes esportivos em Florianópolis, além de milhares de residências e pequenos comércios em diferentes regiões do país. Essa diversidade reforça a adaptabilidade do modelo a diferentes perfis de consumo, um fator que tem sustentado o ritmo de crescimento da companhia. “Estamos próximos dos empresários, comerciantes e das famílias, entendendo exatamente o que cada perfil busca: economia real, previsibilidade e alinhamento com práticas sustentáveis. Não oferecemos apenas desconto, oferecemos estratégia energética adaptada à realidade local”, afirma a CEO. Impacto ambiental e avanço da matriz limpa Além do impacto financeiro, a operação da VR Energia também apresenta resultados ambientais relevantes. Segundo a empresa, a solução já contribuiu para evitar a emissão de aproximadamente 18 mil toneladas de CO₂. “Nosso compromisso vai além da economia na conta de luz. Estamos ajudando empresas e famílias a fazerem parte de uma transformação maior, tornando a energia mais limpa, acessível e estratégica para o futuro do Brasil. Quando unimos sustentabilidade com resultado financeiro real, mostramos que é possível crescer de forma inteligente, responsável e duradoura”, destaca Viviane Rosa. O dado reforça o alinhamento com práticas ESG e com o avanço de uma matriz energética mais limpa no Brasil, um tema que ganha cada vez mais relevância entre empresas e consumidores. Ao combinar escala operacional, tecnologia e flexibilidade contratual, a VR Energia busca consolidar um novo modelo de consumo energético, mais eficiente, previsível e sustentável. Com o road show, a empresa reforça um movimento claro: crescer com proximidade, transformando um tema técnico em uma decisão simples e economicamente vantajosa para quem está na ponta. VR Energia percorre mais de 2.000 km em road show e reforça estratégia de proximidade com empresas do Sul
- As Melhores Oportunidades para Mulheres - Carreira, protagonismo e a construção de um novo espaço de liderança
Existe um momento em que um setor deixa de ser apenas promissor e passa a ser inevitável. A energia solar chegou exatamente nesse ponto. As Melhores Oportunidades para Mulheres - Carreira, protagonismo e a construção de um novo espaço de liderança Entre 2026 e 2030, não estamos mais falando de uma tecnologia em crescimento, estamos falando de um mercado que redefine carreiras, cria novas profissões e abre espaço para quem decide entrar no momento certo. E, talvez mais importante: um setor que ainda está sendo moldado. E quando algo ainda está sendo moldado, existe uma pergunta silenciosa no ar: quem vai ocupar esses espaços? O setor de energia renovável já movimenta milhões de empregos no mundo, e a energia solar lidera esse crescimento com uma velocidade difícil de ignorar. Novos projetos surgem, novas soluções aparecem e a demanda por profissionais qualificados cresce em todas as direções. Mas existe um detalhe que revela muito mais do que números: a presença feminina ainda é minoritária. E isso não é apenas um dado, é um sinal. Um sinal de que o setor não está saturado, de que há espaço real para crescimento, de que ainda é possível chegar e construir, e não apenas ocupar. Durante muito tempo, áreas ligadas à energia foram vistas como técnicas demais, operacionais demais, masculinas demais. Mas o setor de energia renovável de hoje já não cabe mais nessa definição. Ele exige: relacionamento visão de negócio capacidade analítica comunicação estratégia Ou seja, exige exatamente o tipo de competência que o mercado moderno passou a valorizar e que muitas mulheres já desenvolvem ao longo de suas trajetórias profissionais. Além disso, há um movimento silencioso, porém decisivo: empresas estão sendo pressionadas a se tornarem mais diversas. Não por discurso, mas por necessidade real de inovação. E isso muda o jogo. Quando olhamos com atenção, percebemos que o setor não oferece apenas uma porta de entrada, ele oferece vários caminhos. E alguns deles estão crescendo de forma especialmente acelerada. O comercial deixou de ser apenas vendas e virou estratégia. A área comercial no setor evoluiu. Hoje, não se trata apenas de vender sistemas, mas de construir soluções. Profissionais que atuam com desenvolvimento de negócios, parcerias e projetos energéticos têm ganhado cada vez mais espaço. É aqui que surgem oportunidades ligadas, por exemplo, à integração com mobilidade elétrica, como a instalação de carregadores em estabelecimentos comerciais e residenciais. É uma área dinâmica, relacional e com alto potencial de crescimento. Engenharia, projetos, análise de desempenho… ainda são áreas com menor presença feminina, mas isso vem mudando. A tecnologia tem reduzido barreiras, digitalizado processos e ampliado o acesso. Hoje, muitas funções técnicas estão mais ligadas à análise, interpretação de dados e tomada de decisão do que à execução física. E isso abre espaço para uma nova geração de profissionais. Existe um campo inteiro voltado à performance dos sistemas e ele cresce à medida que o mercado amadurece. Identificar falhas como explicação simples e clara, degradações ou perdas de eficiência deixou de ser apenas técnico e passou a ser estratégico. Afinal, desempenho é diretamente ligado a retorno financeiro. Quem domina esse olhar, ganha relevância. Se há uma área que representa o futuro imediato, é a integração entre energia solar e mobilidade elétrica. A expansão dos veículos elétricos não está apenas criando uma nova demanda, ela está redesenhando o comportamento de consumo, a infraestrutura urbana e os modelos de negócio. E aqui surge um dos pontos mais estratégicos para os próximos anos: a inovação em mobilidade elétrica. Não estamos falando apenas da instalação de carregadores. Estamos falando de: novos modelos de monetização (recarga como serviço, mídia, conveniência) integração com geração distribuída gestão inteligente de energia experiência do usuário em pontos de recarga criação de redes e ecossistemas energéticos Isso abre espaço para mulheres atuarem não só na execução, mas principalmente na concepção e liderança dessas soluções. A mobilidade elétrica é, hoje, um dos poucos campos onde tecnologia, sustentabilidade, inovação e experiência do cliente se encontram ao mesmo tempo. E exatamente por isso, ainda não existem “padrões fechados”. Quem entra agora, ajuda a definir o mercado. Sustentabilidade deixou de ser discurso e virou função ESG, transição energética, descarbonização, esses termos deixaram o campo conceitual e passaram a fazer parte da operação das empresas. E aqui surge um espaço extremamente estratégico: profissionais capazes de conectar sustentabilidade com resultado de negócio. As novas profissões já estão surgindo Talvez o ponto mais interessante desse mercado seja este: muitas das funções que vão crescer até 2030 ainda estão sendo definidas. Estamos falando de carreiras como: especialistas em armazenamento de energia gestoras de comunidades energéticas analistas de inteligência energética consultoras de mobilidade elétrica integrada gestoras de infraestrutura de recarga Isso significa que não existe um único caminho pronto e isso, longe de ser um problema, é uma vantagem. Ainda há barreiras. Isso é fato. A presença feminina em cargos técnicos e de liderança ainda é menor do que poderia ser. Redes de contato nem sempre são acessíveis. Referências ainda estão sendo construídas. Mas há algo importante acontecendo: o mercado começou a perceber que diversidade não é pauta é estratégia. E setores que crescem rápido não podem se dar ao luxo de ignorar talentos. Existe algo que não costuma aparecer em relatórios, mas que faz diferença no dia a dia do mercado. A capacidade de construir relações. De enxergar o todo. De conectar pessoas, soluções e oportunidades. Em um setor que envolve tecnologia, negócios e impacto social, isso deixa de ser um “diferencial” e passa a ser uma necessidade. Talvez a maior oportunidade do setor solar não esteja apenas nas vagas disponíveis. Ela está no fato de que este ainda é um mercado em formação. E mercados em formação permitem algo raro: não apenas crescer dentro deles, mas ajudar a definir como eles serão. E, hoje, um dos territórios mais abertos para isso é justamente a mobilidade elétrica, um espaço onde inovação ainda não tem dono. Entre 2026 e 2030, a energia solar não será apenas uma escolha profissional inteligente. Ela será, para muitas mulheres, um caminho de autonomia, posicionamento e protagonismo. Porque, no fim, a pergunta não é apenas onde estão as oportunidades. A pergunta é: Quem está disposta a ocupá-las e inovar antes que o mercado se torne óbvio para todos. E a resposta é: As mulheres que não estão esperando o mercado ficar pronto, estão se preparando para crescer junto com ele.As que entendem que oportunidade não é algo que se encontra pronto, mas algo que se constrói.E, principalmente, as que têm coragem de entrar antes, aprender mais rápido e se posicionar com estratégia. Somos assim, Mulheres! Por Kátia Rezende Moreira – Energychannel – 25/3/2026 As Melhores Oportunidades para Mulheres - Carreira, protagonismo e a construção de um novo espaço de liderança











