Publicidade
Resultados da busca
Buscar neste site
3688 resultados encontrados com uma busca vazia
- Hidrogênio nas Estradas: A Revolução nos Veículos Comerciais e de Passeio
Futuro das estradas: conheça neste artigo os estágios atuais do desenvolvimento de veículos movidos. Por Eustáquio Sirolli* A nova alternativa energética — hidrogênio — em uso veicular traz um interessante leque de possibilidades. Cada alternativa tem suas especificidades e vantagens inerentes ao uso e atendimentos operacionais. Caminhões A forma mais difundida até agora é o uso de tanques atrás da cabine com hidrogênio a 350 bar. A Hyundai com seu caminhão XCIENT tem a vanguarda no tema, tendo rodados na Suíça uma frota de quase 50 caminhões de distribuição por mais de 4 milhões de km. Uma abordagem no mercado americano motivou a empresa a desenvolver caminhões da classe 8 e na configuração trator (cavalo mecânico). Outra abordagem nesse segmento foi a Daimler Truck que aposta na versão sLH2, subcooled liquid H₂, sendo o hidrogênio líquido sob pressão (16 bar) que merece uma abordagem futura. Com essa solução, a Daimler Truck montou no veículo GenH2 os dois tanques criogênicos no mesmo local dos de diesel sem grande impacto no layout do veículo e ofereceu uma massa de 40 kg de hidrogênio por tanque, totalizando 80 kg e atingiu uma autonomia de mais de 1.000 km! Ônibus Esse é o produto com maior foco de descarbonização preponderante no uso urbano. O Brasil, por meio de um projeto da Marcopolo, com parceiros, construiu um protótipo e três veículos pré-série. Eles rodaram no ABCD paulista. O objetivo foi atender a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos). Os tanques montados foram abastecidos com hidrogênio gasoso a 350 bar e a autonomia era de 14/15 kg de hidrogênio para cada 100 km. A capacidade dos tanques montados no teto dos ônibus era de 32–35 kg, permitindo um rodar diário seguro. Atualmente, existe ônibus com consumo de 6,25 kg de hidrogênio para rodar os mesmos 100 km, uma otimização super relevante! Um tema a refletir, como adequar os ônibus rodoviários? Creio que aqui o hidrogênio criogênico deverá ser uma alternativa a ser intensamente estudada, pois no teto a massa dos tanques podem elevar demais o centro de gravidade dos ônibus rodoviários, tornando a condução insegura e se forem alocados nos porta-malas reduzirão o espaço de bagagens. Automóveis Para ponderar nesse universo vale a pena tomar como referência o Toyota — Mirai — veículo a hidrogênio com célula a combustível. Ele está equipado com 3 cilindros com fibra de carbono, que totalizam aproximadamente 140 litros, que comportam 5,6 kg de hidrogênio, pressão de 700 bar, e fornecem segundo Guiness Book uma autonomia de 1.360 km conforme teste feito na Califórnia, rodando em trecho urbano e rodoviário. O tanque de gasolina do Toyota Corolla é de 60 litros, assumindo um consumo médio de 10 km/litro a autonomia seria de 600 km! Reflexão, para empacotar os tanques de hidrogênio o volume ocupado é mais que o dobro da gasolina, ou seja, um desafio de engenharia para deixar o Mirai com poucos sacrifícios na ocupação de espaços de conforto e operacionais, porta-malas, por exemplo! Quais alternativas seriam possíveis, uma primeira reduzindo os tanques de hidrogênio para deixar o Mirai com a mesma autonomia do carro a gasolina, com isso os tanques de hidrogênio poderiam ser reduzidos para algo em torno de 70 litros e autonomia de 650 km, pura conjectura! Uma alternativa seria o uso de hidrogênio criogênico que poderia ocupar um tanque de 40 litros para a autonomia de 650 km, mas ainda é uma alternativa em estudo. A tecnologia madura é abastecer com hidrogênio gasoso a 700 bar. Aqui parece que em caminhões pesados de longa distância o hidrogênio criogênico deva ser a solução simplificadora. Concluindo, o hidrogênio e a célula a combustível, aparecem no “palco tecnológico” como protagonistas a serem pesquisados e com base em soluções factíveis na tecnologia, custos e logística serem implementadas passo a passo. Escrito por Eustáquio Sirolli, é engenheiro, com de mais de 47 anos de atuação na indústria automobilística. São 39 anos na Mercedes-Benz do Brasil, onde chegou ao cargo de gerente de Marketing do Produto e depois de Treinamento. Além de oito anos como diretor de Engenharia da Foton caminhões. Graduado em Engenharia de Produção e Automobilística pela FEI, fez MBA em Automotive Business pela FGV e mestrado em Ciência dos Materiais pelo IPEN/USP. Além disso, está focando no estudo sobre hidrogênio em aplicações veiculares.
- Performa Solar: Energizando Conhecimento e Conexões em Itajaí
No dia 12 de março, os holofotes se voltaram para Itajaí, onde brilhou a nona edição do Performa Solar. Esse evento, verdadeiramente radiante, reuniu centenas de integradores vindos de várias regiões de Santa Catarina. E acredite, até um integrador de Cuiabá, Mato Grosso, fez uma jornada especial até Itajaí para prestigiar o evento. Com mais de 15 palestrantes em cena, o Performa Solar entregou conteúdos de altíssima voltagem aos participantes. Esses especialistas compartilharam insights, tendências e conhecimentos relevantes para o setor. Imagine um verdadeiro “circuitão” de informações sobre energia limpa e sustentabilidade! E como todo bom evento tem seu momento descontração, o Performa Solar não ficou atrás. No encerramento, rolou um happy hour embalado por um cantor local, trazendo o melhor da World Music. Foi o momento perfeito para interagir, fazer conexões e fortalecer a rede de contatos. O Performa Solar não é apenas um evento; é uma conexão energética entre profissionais, ideias e o futuro sustentável. Que essa energia continue a brilhar e iluminar os caminhos da inovação!
- A produção global de biocombustíveis como etanol, biodiesel e HVO cresceu mais de 10 vezes
A produção global de biocombustíveis (como etanol, biodiesel e HVO) cresceu mais de 10 vezes entre 2000 e 2019. Em 2019, foram produzidos 2,7 milhões de barris por dia (b/d) de biocombustíveis. Os EUA responderam por 1,1 milhão b/d (42,4%) desse total, seguidos pelo Brasil com 710 mil b/d (26,4%). Já a eletromobilidade está ganhando destaque em todo o mundo. Em 2021, houve um crescimento de 109% nas vendas globais de veículos elétricos em relação ao ano anterior. Atualmente, cerca de 16 milhões de automóveis e comerciais leves elétricos e híbridos plug-in circulam no mundo, além de 600 mil ônibus elétricos. No entanto, no Brasil, a eletromobilidade ainda enfrenta desafios. Embora as vendas de automóveis leves eletrificados tenham aumentado 41% em comparação com 2021, a infraestrutura de carregamento e os preços ainda são obstáculos. Além disso, a eletrificação de caminhões semipesados e pesados é mais difícil devido ao peso e ao custo das baterias. A eletrificação de frotas de transporte público, como ônibus elétricos, deve ser uma âncora para a disseminação da eletromobilidade no Brasil. Existem vários tipos de biocombustíveis que são usados em larga escala e têm grande potencial de crescimento. Esses combustíveis são de origem biológica não fóssil e normalmente têm origens em plantas. Vamos explorar os principais tipos: Biodiesel: É um combustível renovável e biodegradável obtido a partir de óleos vegetais (como soja, amendoim) ou animais. O biodiesel substitui o óleo diesel usado em automóveis, caminhões, tratores e outros veículos. Ele não é tóxico, é mais lubrificante e contribui para a redução de dióxido de carbono na atmosfera. Biogás: É uma mistura de gases obtida através da decomposição biológica de matéria orgânica, na ausência de oxigênio. Essa mistura é constituída principalmente por gás metano e é purificada até ter a qualidade do gás natural. O biogás é obtido em aterros sanitários, pântanos, intestinos de animais, entre outros. Bioetanol: É o etanol produzido a partir de biomassa, como milho, celulose ou cana-de-açúcar. É amplamente utilizado como combustível e também pode ser misturado à gasolina. Biometanol: É o metanol produzido a partir de biomassa. Tem várias utilidades, como solvente, preparação de colesterol, hormônios e vitaminas, extração de produtos animais e vegetais, entre outras. Bioéter dimetílico: É um éter dimetílico produzido a partir de biomassa. Bio-ETBE (bio éter etil-ter-butílico): É produzido a partir do bioetanol. A percentagem em volume de bio-ETBE considerada como biocombustível situa-se nos 47%. Bio-MTBE (bio éter metil-ter-butílico): É produzido a partir de biometanol. A percentagem em volume de bio-MTBE considerada como biocombustível situa-se nos 36%. Biocombustíveis sintéticos: São hidrocarbonetos sintéticos ou misturas de hidrocarbonetos sintéticos produzidos a partir de biomassa. Bio-hidrogênio: Embora menos comum, o bio-hidrogênio também é um biocombustível obtido a partir de fontes renováveis. Esses biocombustíveis oferecem alternativas mais sustentáveis aos combustíveis fósseis e contribuem para a redução das emissões de gases poluentes. Cada tipo tem suas vantagens e desvantagens, mas todos desempenham um papel importante na busca por uma matriz energética mais limpa e eficiente.
- A eletromobilidade no Brasil está avançando, embora em um ritmo inferior ao de outros países.
A eletromobilidade no Brasil está avançando, embora em um ritmo inferior ao de outros países. Vamos explorar algumas das preocupações e conquistas relacionadas a essa área: Crescimento nas Vendas de Veículos Elétricos : No ano passado, as vendas de automóveis leves eletrificados (híbridos e elétricos) aumentaram 41% em comparação com 2021, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) . Essa ascensão é estimulada por compromissos de governança ambiental, social e corporativa de grandes empresas. Além disso, as crescentes restrições às emissões de gases de efeito estufa e à circulação de veículos poluentes em áreas urbanas, principalmente nas metrópoles brasileiras, também contribuem para esse crescimento. Desafios e Obstáculos : Infraestrutura de Carregamento : Ainda há desafios significativos em relação à infraestrutura de carregamento. A expansão da rede de estações de carregamento é fundamental para a adoção em larga escala de veículos elétricos. Preços e Renda : Os licenciamentos de automóveis elétricos privados devem ser inicialmente limitados aos segmentos de maior renda, devido aos níveis de renda e aos patamares de preços de veículos novos. Caminhões Pesados : A eletrificação de caminhões semipesados e pesados enfrenta dificuldades devido ao peso e ao custo das baterias, restringindo sua aplicação a distâncias menores. Frota de Transporte Público : A eletrificação de frotas de transporte público de massa deve ancorar a disseminação da eletromobilidade em ônibus. Cidades como São Paulo, São José dos Campos e Salvador já adquiriram ônibus elétricos à bateria, o que fundamenta essa projeção. Contexto Internacional : Nos EUA, Europa e China, subsídios governamentais e investimentos públicos e privados em veículos e redes de carregamento estão promovendo a expansão da eletromobilidade. Em resumo, embora haja progresso, ainda existem desafios a serem superados para que a eletromobilidade se torne uma realidade amplamente adotada no Brasil. A infraestrutura de carregamento, os preços acessíveis e a conscientização sobre os benefícios ambientais são áreas que requerem atenção contínua.
- A Sofar, apresentou recentemente inovações tecnológicas, como o microinversor PowerNano e PowerInESS
A Sofar , fabricante de equipamentos para energia solar, apresentou recentemente algumas inovações tecnológicas, incluindo o microinversor PowerNano e o PowerIn ESS Esses produtos fazem parte de um portfólio abrangente que atende a diversos cenários, incluindo os setores residencial, comercial e de serviços públicos. Aqui estão os destaques desses produtos: 1.Microinversor PowerNano: O PowerNano é adequado para aplicações em todos os cenários, combinando um microinversor, um hub doméstico inteligente e uma bateria CA. - Ele oferece uma solução fácil de distribuir, instalar e maximiza o retorno sobre o investimento (ROI) da instalação de energia fotovoltaica residencial. - Compatível com módulos fotovoltaicos de alta potência, o sistema pode atingir um aumento no rendimento energético de até 5% com instalação plug-and-play. 2. PowerIn ESS: O PowerIn ESS combina energia solar com armazenamento de energia. - O sistema garante máxima segurança, integrando recursos como Rapid Shutdown (RSD), IP67 e tensão de operação CC inferior a 60 V, eliminando riscos de arco elétrico CC e incêndio. - É uma solução modular que oferece até 3,44 MW de capacidade. Além disso, a Sofar lançou outras soluções, como a linha de inversores PowerMega para plantas solares de grande porte e a linha PowerMaster, que oferece sistemas modulares de armazenamento de energia. Esses lançamentos demonstram o compromisso da Sofar em acelerar a disponibilidade de energia renovável acessível e contribuir para um futuro sustentável.
- A Hypontech Solar é uma empresa global que oferece uma variedade de inversores solares, incluindo micro inversores.
A Hypontech Solar é uma empresa global que oferece uma variedade de inversores solares, incluindo micro inversores. 1. Presença Global: A Hypontech tem presença em mais de 50 países em 6 continentes. Isso inclui regiões na Ásia e Europa, onde seus produtos são amplamente adotados por consumidores e instaladores de sistemas fotovoltaicos. 2. Qualidade e Confiabilidade: Os micro inversores da Hypontech são conhecidos por sua qualidade e confiabilidade. A empresa investe em tecnologia padronizada e cadeia de suprimentos para garantir que seus produtos atendam aos padrões de qualidade Tier 1. 3. Portfólio de Produtos: Além dos micro inversores, a Hypontech oferece uma variedade de outros inversores, incluindo modelos monofásicos e trifásicos. Seus produtos são projetados para atender às necessidades de sistemas residenciais, comerciais e industriais. 4. Reconhecimento na Indústria: A Hypontech recebeu reconhecimento por suas soluções de armazenamento de energia e lançou a nova série de inversores HPT Pro 3-15 kW, que atende às demandas do mercado.
- A Solis Solar, renomada fabricante de inversores fotovoltaicos, lançou recentemente sua nova linha de inversores de baixa tensão (LV)
A Solis Solar , renomada fabricante de inversores fotovoltaicos, lançou recentemente sua nova linha de inversores de baixa tensão (LV). Esses inversores são projetados para sistemas fotovoltaicos de entrada trifásica em plantas comerciais e industriais. Vamos explorar alguns detalhes sobre esses novos produtos: Inversor Trifásico de 25-30K-LV : Este inversor é adequado para instalações de sistemas fotovoltaicos comerciais e industriais. Possui baixa distorção harmônica contra a grade elétrica (THDi < 3). Adota tecnologia anti-ressonância e permite a conexão em paralelo de até 6M+. Destaca-se por sua confiabilidade e qualidade superior. Inversor Trifásico de 50-60K-LV-5G : Este modelo adota 6/8 desenhos de MPPT (Maximum Power Point Tracking) para maior flexibilidade de configuração. Oferece alta densidade de rastreamento de potência (130MPPT/MW). Permite até 1,5 vezes de sobrecarga de CC. Possui função de varredura de curva I-V inteligente, tanto local quanto remota. Além disso, inclui proteção AFCI para reduzir o risco de incêndio. Inversor Trifásico de 50-75K-LV-5G-PRO : Especialmente projetado para projetos de baixo custo nivelado de energia (LCOE) em sistemas comerciais e industriais. Possui alta eficiência e estabilidade, suportando mais de 150% de superdimensionamento CC. O design otimizado da interface CA/CC garante compatibilidade com cabos e instalação conveniente. Esses inversores da Solis Solar representam avanços significativos no setor de energia solar, oferecendo soluções confiáveis e eficientes para um futuro mais sustentável.
- Na contramão do mercado, L8 Energy cresce 20% em 2023 e expande área de atuação
Apesar do crescimento registrado na geração de energia solar ao longo de 2023, o ano foi de desafios para as empresas do setor, que viram o volume de vendas despencar no primeiro semestre. Na contramão do mercado, a L8 Energy , empresa paranaense de distribuição e industrialização de sistemas fotovoltaicos, ampliou a sua área de atuação e fechou o ano com crescimento de 20% no faturamento em relação a 2022. “O primeiro semestre de 2023 foi bastante conturbado para todas as empresas que atuam no setor de energia solar no Brasil, o que levou muitas a operarem no vermelho e até a interromper as atividades. Felizmente nós conseguimos nos manter competitivos com investimentos em novos projetos e, assim, passamos por essa turbulência”, explica o diretor da empresa, Guilherme Nagamine. De acordo com o Estudo Estratégico do Mercado Fotovoltaico de Geração Distribuída, realizado pela consultoria Greener com mais de 3 mil empresas integradoras do setor, nos seis primeiros meses de 2023 houve uma redução de 19% no volume de módulos fotovoltaicos demandados pelo mercado brasileiro. Segundo o relatório, a concessão de créditos foi apontada por 35% dos empresários como o principal desafio enfrentado no período. “Mesmo com esta queda no primeiro semestre, notamos que o mercado aos poucos começa a se recuperar. A geração de energia solar bateu recorde em 2023, passando a ser a segunda principal fonte energética no país. A tendência é que o setor continue crescendo, acompanhando o desenvolvimento da economia verde no Brasil, que deve atrair mais investimentos em projetos sustentáveis”, destaca Leandro Kuhn, CEO da L8. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), em dezembro a potência instalada dos sistemas fotovoltaicos chegou a 35 GW no Brasil, respondendo por 16,1% da matriz energética brasileira, atrás apenas da energia hídrica, que detém 49,5% do mercado. Investimento em novos projetos Para driblar as incertezas do mercado, a L8 Energy tirou do papel alguns projetos e mudou a estratégia de vendas, adotando uma abordagem mais ativa junto aos clientes. Uma das iniciativas foi a estruturação e lançamento da Central de Assistência Técnica de inversores fotovoltaicos. Trata-se de um laboratório que faz a análise e manutenção de equipamentos que já estão em uso em todo o Brasil. Com técnicos altamente qualificados, a central atende todas as marcas disponíveis no mercado e já foi certificada como Assistência Técnica Autorizada da Growatt e da Fronius, e está em fase de homologação junto à Sungrow. Além disso, visando acessar o mercado livre de energia, a L8 Energy se envolveu ativamente na construção de usinas solares passando a atuar também nos serviços de O&M (Operação e Manutenção) das plantas. “Já temos contratos fechados para operação e manutenção de algumas usinas e outros estão em negociação para fechamento em 2024”, destaca Nagamine ao lembrar que a empresa participou da implantação de várias usinas em 2023, nos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro. Um dos projetos foi desenvolvido em parceria com o Centro de Energias Alternativas e Renováveis da Universidade Federal da Paraíba (CEAR/UFPB) e com a chinesa Huawei, e utiliza um sistema de Inteligência Artificial para rastreamento solar (tracker). “A planta desta usina foi pensada para garantir o máximo aproveitamento de energia, com placas que se movem em direção à incidência dos raios solares, a partir de um sistema baseado em algoritmos desenvolvido por pesquisadores da UFPB e com a tecnologia da Huawei. Com isso, conseguimos otimizar a captação e gerar mais energia”, explica Guilherme Nagamine. A usina tem potência instalada de 241,8 kWp e capacidade de gerar até 520 MWh por ano, o suficiente para atender cerca de 280 residências. Sobre a L8 Fundado em 2014, o Grupo L8 é formado pela L8 Security, especializada em soluções para segurança da informação; pela L8 Energy, que atua na industrialização e distribuição de sistemas fotovoltaicos; e pela L8 GROUP, holding operacional do grupo que atua com foco em Telecomunicações e Segurança Eletrônica. Com a missão de facilitar e otimizar a utilização de tecnologias diferenciadas, oferecendo soluções com valor agregado aos clientes, o grupo preza por inovação e materiais de qualidade, tornando-se referência no mercado brasileiro. www.l8group.net
- L8 Energy impulsiona inovações no mercado de energia, expandindo além da distribuição
A L8 Energy , empresa pioneira no setor de energias renováveis, está revolucionando o mercado com uma abordagem que vai muito além da tradicional distribuição. Seu compromisso é impulsionar a transição para fontes limpas e sustentáveis, oferecendo serviços inovadores e soluções para um futuro energético mais eficiente e consciente. Com foco em tecnologias como energia solar fotovoltaica, biogás e hidrogênio verde, a L8 Energy está transformando a maneira como as empresas e os consumidores se relacionam com a energia. Seu compromisso para Aceleração de Negócios de Energias Renováveis do Brasil, em parceria com diversas empresas, visa gerar conhecimento, conexões e oportunidades para o mercado. Buscar equilibrar fatores econômicos, ambientais e sociais, promovendo uma matriz energética diversificada e sustentável. Além disso, a L8 Energy está expandindo sua atuação em todo o Brasil, aproveitando o crescente ecossistema de inovação no setor de energia. Com um olhar voltado para o futuro, a empresa investe em um moderno centro de reparo de inversores e equipamentos complementares, a implementação de usinas e operação e manutenção. Estima-se que as perdas por usinas paradas ou mal administradas pode chegar a 30% a baixo da geração. A ineficiência operacional e as paradas não programadas podem ter um impacto significativo na geração de energia. Quando usinas não funcionam de maneira ideal ou enfrentam interrupções não planejadas, a produção de energia é afetada negativamente. Para mitigar essas perdas, é crucial investir em manutenção preventiva , monitoramento constante e otimização dos processos . Aqui estão algumas estratégias para reduzir as perdas: Manutenção Regular : Realizar manutenções programadas e inspeções frequentes para identificar e corrigir problemas antes que se tornem críticos. Monitoramento Avançado : Utilizar sistemas de monitoramento em tempo real para detectar falhas ou desvios de desempenho. Isso permite ações rápidas para minimizar as perdas. Treinamento e Capacitação : Investir na capacitação dos operadores para garantir que eles compreendam completamente os processos e possam tomar decisões informadas. Análise de Dados : Utilizar análises avançadas para identificar padrões e tendências que possam indicar problemas iminentes. Isso ajuda a prevenir paradas não programadas. Integração de Energias Renováveis : Integrar fontes de energia renovável, como solar e eólica, pode ajudar a compensar as perdas em usinas convencionais. Investimento em Tecnologia : Explorar tecnologias inovadoras, como inteligência artificial e aprendizado de máquina, para otimizar a operação das usinas. Em resumo, a eficiência operacional é fundamental para maximizar a geração de energia e minimizar as perdas. A indústria está cada vez mais focada em soluções inteligentes e sustentáveis para enfrentar esse desafio. A L8 Energy está preparada para atender o mercado com excelência para garantir o melhor resultado das usinas no futuro. Seu compromisso com o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental é fundamental para uma transição energética bem-sucedida.
- Descoberta Revela Explosão de Movimentações Financeiras em Setor Energético
Reviravolta no Mercado Energético: Análise Profunda dos Bastidores da Economia Renovável. Um estudo inédito, cujos responsáveis optaram por permanecer anônimos, desvelou uma tendência surpreendente: o aumento significativo das transações financeiras no setor de energia renovável, estimado em R$ 50 bilhões entre 2014 e 2023. Metade desse montante foi registrado nos últimos 24 meses, indicando uma aceleração sem precedentes nesse mercado. Os dados reveladores foram compilados pelo "Observatório de Transações Energéticas" (OTE), uma entidade misteriosa dedicada à análise de movimentos financeiros em setores estratégicos. Mais de 50 gigawatts (GW) em projetos e empresas foram examinados durante o período estudado. Surpreendentemente, o número de transações anuais mapeadas aumentou em mais de 400%, enquanto a capacidade total negociada aumentou oito vezes. Essa escalada meteórica indica um interesse crescente no mercado de energias renováveis, alimentado pela urgência das mudanças climáticas e debates globais, como os ocorridos na COP28 em 2023. "Estamos testemunhando uma mudança de paradigma", disse um porta-voz do OTE, optando por permanecer no anonimato. "As empresas estão respondendo ao apelo por sustentabilidade e buscando ativamente soluções energéticas alternativas." Em contrapartida, o recente declínio nos preços da energia, atribuído a condições climáticas favoráveis, criou um ambiente propício para fusões e aquisições. A abundância de oferta tornou difícil para as empresas de energia renovável fecharem contratos lucrativos, apesar da crescente demanda por fontes limpas de energia. Embora o estudo aponte para uma queda nas transações em 2023 em comparação com o ano anterior, os especialistas acreditam que isso se deve principalmente a fatores políticos, incluindo eleições presidenciais e incertezas econômicas. Além disso, houve um discreto aumento nas negociações relacionadas à geração distribuída (GD), evidenciando o reconhecimento do potencial desse setor. No entanto, a previsão para 2024 permanece incerta, com muitos ativos disponíveis para aquisição e uma expectativa de atividade significativa no horizonte. "Estamos ansiosos por um 2024 movimentado, com várias transações em andamento, especialmente na área de geração distribuída", revelou uma fonte próxima aos bastidores, cuja identidade permanece oculta.
- ABREN apresenta os benefícios da recuperação energética de resíduosdurante o Fórum GD Sudeste
Yuri Schmitke, presidente da associação, elencou as principaisiniciativas que o Brasil precisa adotar para avançar na gestão de resíduos. Créditos: Divulgação fórum GD O presidente da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN), Yuri Schmitke, participou na última quinta-feira (07) da 22ª Edição do Fórum Regional de Geração Distribuída, o Fórum GD Sudeste, realizado em São Paulo. O executivo integrou o painel “Considerações sobre GD no Brasil” e concedeu palestra sobre as “Soluções tecnológicas sustentáveis para valorização de resíduos e mitigação de metano no Brasil”. Créditos: Divulgação fórum GD De acordo com Schmitke, a gestão de resíduos no Brasil é um grande desafio, pois mesmo após mais de uma década da publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a quantidade de resíduos destinada a lixões e aterros sanitários é praticamente a mesma. Para mudar esse cenário, o executivo elencou exemplos de iniciativas implementadas pelos países com melhor desempenho em termos de gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), definidas a partir de estratégias que promovam projetos de tratamento do lixo urbano. “A recuperação energética de resíduos é a tecnologia mais indicada para uma gestão ambientalmente adequada do lixo urbano no Brasil. Há mais de 3 mil Usinas de Recuperação Energética (UREs) no mundo, mas nosso País ainda não possui nenhuma URE em operação. Estamos muito atrasados nesse sentido”, ressaltou Schmitke. Segundo o representante da ABREN, as 28 Regiões Metropolitanas do País, que totalizam mais de 100 milhões de habitantes, têm um potencial para tratar mais de 39 milhões de toneladas de resíduos por ano, além de capacidade instalada para gerar 3,3 gigawatts (GW) de energia elétrica. Para isso, porém, é essencial que o Brasil avance em questões estruturais, como a aprovação do Programa Nacional da Recuperação Energética de Resíduos (PNRE), que propõe diretrizes para impulsionar a expansão da recuperação energética no País. Outras recomendações feitas pelo presidente da ABREN durante o painel foram a estruturação, por parte do Estado, de concessões de 30 anos para usinas de recuperação energética, a criação de blocos regionais para prestação regionalizada de serviços de resíduos urbanos e a possibilidade de cobrança de tarifa na conta de água ou de energia elétrica para garantir o financiamento das URes, além de mecanismos para venda ou utilização da energia gerada pela usina. “A recuperação energética de resíduos é uma solução de saneamento básico que, além de contribuir para o tratamento correto do lixo, ainda gera energia”, explica Schmitke. Além disso, os países que utilizam essa tecnologia também são os que mais reciclam, pois somente o lixo não reciclável é destinado às UREs, fazendo com que a cadeia de resíduos tenha uma melhor organização. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil. A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site, Linkedin, Facebook, Instagram e YouTube da associação.
- Disputa de Patentes Abala Setor de Energia Solar nos EUA
Fornecedor de Tecnologia Luta Contra Violação de Propriedade Intelectual em Caso de Conectores Solares. imagem ilustrativa Um fornecedor de soluções em tecnologia, cujo nome permanece confidencial, recentemente trouxe à tona uma disputa sobre violação de patente, datada de 2023, contra duas empresas não identificadas. Alegam que essas empresas importaram produtos considerados infratores para os Estados Unidos. As reivindicações concentram-se em conectores específicos para painéis solares, uma tecnologia vital no crescente mercado de energia solar. Embora uma das patentes tenha sido retirada do escopo da investigação, duas outras permanecem sob escrutínio. A Comissão de Comércio Internacional agendou uma audiência probatória, com uma conferência preliminar marcada para 15 de março e a audiência propriamente dita para 18 de março. O CEO da empresa envolvida nessa disputa afirmou que planejam apelar da decisão e continuar com os casos nos tribunais. Enquanto isso, estão avaliando cuidadosamente novas patentes recentemente concedidas para determinar se há violação por parte das empresas acusadas. Além disso, a empresa ressaltou seu compromisso contínuo com a inovação e a proteção de seus direitos de propriedade intelectual. Enfatizaram seu papel como líder do setor e seu investimento na fabricação nos Estados Unidos, bem como seu objetivo de impulsionar o progresso na indústria solar e fornecer soluções avançadas para os clientes.











