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- Indústria mato-grossense vai a Salvador e entra no radar das discussões que estão redefinindo o setor elétrico
A Trael participará do 54º CINASE, onde indústria, engenharia e tecnologia se encontram para debater redes inteligentes, segurança e o avanço das energias renováveis A Trael desembarca em Salvador para participar do 54º Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), um dos principais fóruns técnicos e de negócios do país, que coloca em pauta as transformações mais relevantes da engenharia elétrica no Brasil. Realizado nos dias 28 e 29 de abril, no Centro de Convenções Salvador, o evento reúne especialistas, concessionárias, indústrias e provedores de tecnologia em torno de uma agenda que reflete o momento de transição do setor elétrico, marcado por digitalização, expansão das renováveis e novas exigências em segurança e eficiência. Neste ambiente, a Trael se posiciona em meio aos principais players do mercado e levará os resultados dos reatores eletromecânicos a núcleo saturado, resultado do P&D com o grupo Neoenergia, que reúne distribuidoras na Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo e Distrito Federal. Para o gerente comercial e de marketing da empresa, Dimas Yamanaka, a participação vai além da vitrine institucional e se conecta diretamente com a evolução do mercado. “O CINASE funciona como um termômetro do setor, reunindo profissionais que estão no dia a dia das operações. É um espaço importante para entender as demandas reais do mercado e como elas evoluem, além de fortalecer conexões e apresentar soluções alinhadas à transformação das redes”, afirma. Com mais de 50 palestrantes e uma programação voltada a temas como geração distribuída, redes subterrâneas, cibersegurança e Indústria 4.0, o evento reforça seu papel como espaço de atualização e troca de conhecimento entre os profissionais da cadeia elétrica. Além do congresso, a feira reúne mais de 30 empresas, criando um ambiente que combina conteúdo técnico, networking e oportunidades de negócios. Nesta edição também será comemorado os 20 anos da Revista O Setor Elétrico, o primeiro Cinase após duas décadas da publicação, que é um marco para o setor.
- Brasil elétrico: a transição que já começou
O Brasil está em posição privilegiada na corrida global pela descarbonização. Com uma matriz elétrica majoritariamente renovável, temos a chance de acelerar a transição energética sem depender de combustíveis fósseis caros e poluentes. Brasil elétrico: a transição que já começou A eletrificação desponta como solução prática e estratégica para modernizar setores que ainda insistem em aquecer água com gás, lenha, carvão ou diesel práticas que representam custos elevados, riscos de escassez e impactos ambientais severos. Eletricidade como vetor de mudança A eletrificação não é apenas uma tendência, mas uma resposta imediata às demandas ambientais e econômicas. Bombas de calor, sistemas elétricos de alta eficiência e aquecedores híbridos já estão prontos para substituir caldeiras movidas a diesel ou gás. O resultado é claro: menos emissões, mais eficiência e redução de despesas. O Brasil pode transformar hospitais, hotéis, indústrias e condomínios em exemplos de inovação e sustentabilidade. O papel das energytechs Nesse cenário, as energytechs surgem como protagonistas da revolução energética. São empresas que desenvolvem soluções tecnológicas voltadas às energias limpas e novos modelos de negócios. Um exemplo é a SPIN+ Tecnologias de Transição Energética , que chega ao mercado com propostas ousadas para modernizar o sistema elétrico. A empresa aposta em equipamentos de alta performance e modelos de contratação inovadores, como o comodato de equipamentos : o cliente recebe a instalação sem custo inicial e paga apenas pela energia gerada e consumida. É um modelo que remunera a performance, elimina barreiras de entrada e cria confiança nas novas tecnologias. Modelos que reduzem barreiras A velocidade das inovações energéticas é tão grande que acompanhar cada novidade pode ser desafiador. Mas quando a solução chega instalada, sem investimento inicial, e o pagamento é vinculado ao benefício real, o risco desaparece. Esse formato de negócio democratiza o acesso às tecnologias limpas e acelera a transição energética. É uma lógica que transforma a relação entre empresas e consumidores, criando confiança e estimulando a adoção de soluções sustentáveis. Sustentabilidade que gera economia A substituição de combustíveis fósseis por eletricidade é também uma estratégia econômica sólida. A energia elétrica brasileira, proveniente de fontes renováveis, é competitiva e estável. Já o gás, o diesel e o carvão são caros, poluentes e sujeitos a oscilações de mercado. Apostar na eletrificação significa reduzir despesas, aumentar a previsibilidade e eliminar riscos de escassez. Hospitais podem cortar custos operacionais, hotéis podem garantir conforto sem depender de combustíveis importados, e indústrias podem ganhar competitividade ao reduzir gastos com fontes energéticas mais caras. Confiança na liderança da transição A modernização do setor elétrico exige coragem para adotar novas tecnologias e modelos de negócio. Empresas como a SPIN+ mostram que é possível inovar sem exigir investimentos iniciais pesados, oferecendo soluções seguras e sustentáveis. Quem opta por eletrificar seus processos e confiar nas energytechs não apenas contribui para a transição energética, mas também se posiciona como protagonista de um futuro mais limpo e eficiente. O Brasil tem diante de si uma revolução silenciosa: substituir poluição por eletricidade limpa. E aqueles que abraçarem essa mudança estarão escrevendo um capítulo de modernização, confiança e liderança na construção de um país mais sustentável. Brasil elétrico: a transição que já começou
- 🇧🇷 EP14 – Inteligência artificial na saúde: diagnósticos, riscos e revolução médica
Série Especial EnergyChannel | Inteligência Artificial: Tudo o Que Precisamos Saber 🇧🇷 EP14 – Inteligência artificial na saúde: diagnósticos, riscos e revolução médica O que é inteligência artificial na saúde A inteligência artificial na saúde refere-se ao uso de algoritmos e sistemas capazes de analisar dados médicos, apoiar decisões clínicas e automatizar processos hospitalares. Esses sistemas aprendem com grandes volumes de informações, como exames, prontuários eletrônicos e imagens médicas. A aplicação da IA no setor de saúde representa uma mudança estrutural na forma de diagnosticar, tratar e prevenir doenças. Como funciona a inteligência artificial na saúde A inteligência artificial na saúde funciona a partir do treinamento de modelos com bases de dados clínicos. Algoritmos identificam padrões em exames de imagem, sinais vitais, históricos médicos e resultados laboratoriais. Com isso, a IA pode apoiar médicos na interpretação de dados complexos, reduzindo erros e acelerando diagnósticos. Inteligência artificial na saúde aplicada a diagnósticos Um dos usos mais avançados da inteligência artificial na saúde está no diagnóstico precoce. Sistemas de IA já demonstram alta precisão na análise de radiografias, tomografias, ressonâncias magnéticas e exames oftalmológicos. Essas aplicações auxiliam na detecção de câncer, doenças cardiovasculares, neurológicas e infecciosas. Inteligência artificial na saúde e medicina personalizada A inteligência artificial na saúde permite o avanço da medicina personalizada, ajustando tratamentos às características individuais de cada paciente. A análise genética e comportamental ajuda a prever respostas a medicamentos e terapias. Esse modelo aumenta a eficácia dos tratamentos e reduz efeitos colaterais. Inteligência artificial na saúde na gestão hospitalar Além do cuidado clínico, a inteligência artificial na saúde impacta a gestão hospitalar. Algoritmos são usados para prever demanda, otimizar leitos, gerenciar estoques e reduzir desperdícios. A eficiência operacional contribui para sistemas de saúde mais sustentáveis. Riscos da inteligência artificial na saúde Apesar dos avanços, a inteligência artificial na saúde envolve riscos importantes. Entre eles estão falhas algorítmicas, vieses nos dados, dependência excessiva da tecnologia e possíveis erros de diagnóstico. A IA deve ser uma ferramenta de apoio, não substituta da decisão médica. Inteligência artificial na saúde e privacidade dos pacientes A coleta massiva de dados torna a inteligência artificial na saúde um desafio para a privacidade. Informações sensíveis precisam de proteção rigorosa para evitar vazamentos e usos indevidos. A segurança de dados é um dos pilares para a confiança no uso da tecnologia. Ética e responsabilidade na inteligência artificial na saúde A adoção da inteligência artificial na saúde exige princípios éticos claros, como transparência, explicabilidade dos algoritmos e responsabilidade profissional. Médicos e instituições continuam responsáveis pelas decisões clínicas. A ética médica precisa evoluir junto com a tecnologia. O futuro da inteligência artificial na saúde O futuro da inteligência artificial na saúde aponta para sistemas cada vez mais integrados, preventivos e personalizados. A IA tende a atuar como parceira do profissional de saúde, ampliando capacidades humanas. A revolução médica já começou, e seu sucesso dependerá do equilíbrio entre inovação, ética e cuidado humano. 🇧🇷 EP14 – Inteligência artificial na saúde: diagnósticos, riscos e revolução médica
- Enertrack acelera expansão na América Latina e se consolida como potência global em tecnologia para energia solar
Com capacidade de até 16 GW ao ano, portfólio avançado de trackers e presença crescente em mercados estratégicos, empresa lidera transformação energética com soluções de alta eficiência e engenharia de ponta; Ambiente regulatório mais estável, avanço do armazenamento e busca por eficiência colocam região no centro da nova onda de investimentos em energia renovável. América Latina, 17 de abril de 2026 - A Enertrack Tech avança de forma decisiva na consolidação de sua liderança global em equipamentos e estruturas para energia renovável, ampliando sua atuação na América Latina em um momento de forte retomada dos investimentos em usinas solares de grande porte. Com um posicionamento focado em inovação, escala industrial e engenharia aplicada, a companhia vem estruturando um movimento estratégico que combina expansão geográfica, robustez tecnológica e proximidade com mercados-chave. A entrada no México em 2026, somada às negociações em curso no Brasil, Chile e Colômbia, reforça a presença da empresa em regiões com crescente demanda por soluções eficientes e competitivas em geração fotovoltaica. Segundo Diego Silva (foto), Diretor Latam da Enertrack, 2026 representa uma virada estrutural para o setor na região. “Vemos 2026 como um ponto de inflexão para o avanço dos projetos solares de grande porte e dos sistemas híbridos na América Latina. A combinação entre amadurecimento regulatório, pressão crescente por eficiência energética e evolução tecnológica cria um ambiente muito mais sólido para investimentos. Países como Brasil, Chile e Colômbia passam a oferecer maior previsibilidade, reduzindo riscos e destravando novos ciclos de projetos utility-scale.” A trajetória da Enertrack é sustentada por números que evidenciam sua dimensão global: capacidade produtiva anual de até 16 GW, mais de 90 patentes registradas e um histórico de 10 GW já fornecidos ao redor do mundo. Esses indicadores colocam a companhia em um seleto grupo de fabricantes capazes de atender projetos utility-scale com alto grau de complexidade técnica e exigência operacional. No centro dessa expansão está um portfólio tecnológico que combina trackers solares inteligentes, estruturas fixas de alta resistência e soluções adaptáveis. Os sistemas utilizam algoritmos proprietários que otimizam a geração de energia, reduzem perdas por sombreamento e aumentam a resiliência frente a eventos climáticos severos, contribuindo diretamente para a redução do LCOE (custo nivelado de energia). O executivo destaca sobre a capacidade de adaptação dos equipamentos da Enertrack às diferentes realidades geográficas da América Latina é um dos pilares da estratégia da companhia. “A América Latina é um laboratório natural de engenharia. Desenvolvemos soluções capazes de operar com eficiência em cenários extremamente distintos, desde a neve no sul do continente até o deserto do Chile, passando pelas altitudes e terrenos complexos da Cordilheira dos Andes, o clima chuvoso do Brasil, o calor intenso e alta irradiação na Colômbia e as planícies costeiras do México. Essa versatilidade garante previsibilidade e performance aos projetos, independentemente do desafio geográfico.” Além da adaptação estrutural, a empresa aposta fortemente em tecnologia embarcada como diferencial competitivo. “Nosso tracker é resultado de anos de desenvolvimento e validação em campo, com tecnologia de ponta já testada em diversas usinas ao redor do mundo. Ele combina inteligência operacional, resistência mecânica e otimização energética, entregando ganhos reais de geração e confiabilidade para os investidores”, afirma o executivo. O pipeline atual inclui: Fornecimento de trackers 1P e 2P com operação adaptada a ventos extremos; Estruturas fixas para usinas de grande extensão em terrenos de baixa qualidade geotécnica; Soluções flexíveis para telhados comerciais com vãos ultralongos; Integração com sistemas de armazenamento em mercados regulados que iniciam modernização de suas matrizes. Além da eficiência energética, a proposta da empresa se destaca pelo impacto direto na viabilidade econômica dos projetos. Estruturas com vãos ampliados, menor uso de aço e sistemas modulares de rápida instalação oferecem ganhos relevantes em CAPEX e prazo de execução, fatores críticos em um setor cada vez mais orientado por competitividade e escala. Estruturas fixas e sistemas de suporte avançados A linha de estruturas fixas da Enertrack apresenta soluções para projetos que exigem alta eficiência estrutural e longa vida útil. Entre os principais atributos técnicos: Vãos ultralongos superiores a 60 m, reduzindo o número de fundações; Resistência a ventos de força 15, permitindo instalação em ambientes agressivos; Economia de até 50% em aço e fundações, gerando vantagens significativas no LCOE; Zero deflexão na instalação dos módulos, garantindo uniformidade, segurança e melhor aproveitamento energético. O avanço da Enertrack ocorre em um contexto de transformação do setor energético latino-americano, marcado pela modernização regulatória, pela pressão por descarbonização e pela busca por fontes mais previsíveis e econômicas. Nesse cenário, a integração entre geração solar e sistemas de armazenamento desponta como vetor estratégico, área em que a empresa também vem ampliando sua atuação. O Diretor da Enertrack Latam ressalta ainda a mudança no perfil técnico e econômico dos empreendimentos. “A busca por competitividade elevou o nível de exigência dos projetos, e a otimização do LCOE se tornou central para a viabilidade financeira. Ao mesmo tempo, a integração entre solar e armazenamento ganha escala e exige soluções cada vez mais inteligentes e compatíveis entre trackers, inversores e baterias. Paralelamente, a geração distribuída segue avançando com força no Brasil e no México, sustentada pela atratividade econômica. Nesse cenário, nossa estratégia é atuar de forma integrada em todas essas frentes, posicionando a Enertrack como protagonista em um mercado que se transforma rapidamente.” Com presença física na América Latina e estratégia focada em engenharia local e suporte técnico próximo aos clientes, a Enertrack se posiciona não apenas como fornecedora de equipamentos, mas como parceira no desenvolvimento de projetos de alto desempenho. A expectativa para 2026 é de consolidação desse movimento, com fechamento de contratos relevantes e ampliação do pipeline em mercados que lideram a transição energética na região. Em um setor cada vez mais competitivo, a empresa aposta na combinação entre escala global e adaptação regional para sustentar seu protagonismo na nova matriz energética. Enertrack acelera expansão na América Latina e se consolida como potência global em tecnologia para energia solar
- Cidinho cita alcooduto de R$ 22 bi como novo salto logístico do etanol em MT
ROTA DO BIOCOMBUSTÍVEL Cidinho cita alcooduto de R$ 22 bi como novo salto logístico do etanol em MT Ex-senador destaca projeto de 2,1 mil km e aponta avanço da BR-163 e novos modais como chave para competitividade do setor O avanço da logística foi apontado como peça-chave para sustentar o crescimento do etanol de milho em Mato Grosso durante a 3ª Conferência Internacional UNEM Datagro, realizada nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá. No painel sobre a logística de distribuição, o ex-senador e CEO do Grupo MC Empreendimentos e Participações, Cidinho Santos, destacou o projeto de um alcooduto de 2,1 mil quilômetros ligando Sinop (MT) a Paulínia (SP), com investimento estimado em R$ 22 bilhões. Cidinho cita alcooduto de R$ 22 bi como novo salto logístico do etanol em MT Segundo ele, a proposta já conta com interesse do governo federal para inclusão no PAC e também de investidores privados, o que pode acelerar a viabilização da obra e marcar uma nova fase para o setor de biocombustíveis no Estado. “Estamos falando de um projeto que começa a ganhar forma agora e que ainda será muito discutido nos próximos meses. Esse alcooduto, somado às rodovias duplicadas e às ferrovias em construção, vai colocar Mato Grosso em outro nível de competitividade”, afirmou. Cidinho ressaltou que a capacidade projetada do duto é de 13 milhões de metros cúbicos, enquanto a produção atual já gira em torno de 8 milhões, o que garantiria uma ocupação inicial próxima de 70%. “É um investimento robusto, mas que já nasce com demanda. Isso representa um novo momento para os biocombustíveis, especialmente para o etanol de milho em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul”, completou. O avanço logístico acompanha um crescimento acelerado da indústria. Mato Grosso consolidou a liderança nacional no etanol de milho ao atingir 5,6 bilhões de litros na safra 2024/2025, concentrando cerca de 70% de toda a produção brasileira. Hoje, o estado conta com 17 usinas de biocombustíveis em operação, sendo 9 dedicadas exclusivamente ao milho e outras 3 no modelo flex (milho e cana), o que evidencia a expansão e a diversificação do parque industrial. As projeções indicam que esse avanço deve continuar. A moagem de milho pode chegar a 26,8 milhões de toneladas na safra 2026/2027, com crescimento superior a 19%, impulsionado pela entrada de novas unidades e pela ampliação da capacidade instalada. Mais do que volume, o setor tem promovido uma mudança estrutural na economia do estado, com a transformação do milho em produtos de maior valor agregado, como etanol, DDGS utilizado na nutrição animal e bioeletricidade, ampliando os efeitos sobre emprego, renda e arrecadação. Além do novo modal, o empresário também citou a duplicação da BR-163 pela Nova Rota Oeste, a maior obra de infraestrutura rodoviária do país, que vai reduzir custos logísticos e melhorar o escoamento da produção. O debate reuniu ainda o ex-presidente do DNIT, Luiz Antonio Pagot, o diretor-executivo da ADECON, Edeon Vaz, e o diretor da Ultracargo, Fernando Dihel, que apontaram alternativas complementares para ampliar a distribuição do etanol. Edeon Vaz destacou o potencial do chamado Arco Norte, com escoamento via Miritituba e Barcarena para abastecimento do Nordeste, além da ampliação da concessão da BR-163 até o Pará, que deve permitir novas obras e melhorias nos próximos anos. “Essa logística pelo Norte não concorre com o alcooduto, ela complementa. A ideia é ampliar os caminhos e alcançar regiões deficitárias em etanol”, disse. Já Pagot defendeu o uso de hidrovias como solução mais competitiva para levar o produto ao Nordeste, com integração entre Santarém e o Porto do Itaqui. “Você pode levar o etanol até Santarém, colocar em balsas e distribuir a partir de um hub. É uma solução logística eficiente e com custo mais baixo”, afirmou. Cidinho cita alcooduto de R$ 22 bi como novo salto logístico do etanol em MT
- Por que Europa e Ásia aceleraram o uso de microinversores e o que isso sinaliza para o Brasil
A adoção de novas tecnologias no setor de energia raramente acontece por acaso.Ela é, quase sempre, uma resposta direta a pressões técnicas, regulatórias e econômicas. Por que Europa e Ásia aceleraram o uso de microinversores e o que isso sinaliza para o Brasil No caso dos microinversores , o avanço em mercados como Europa e Ásia não é uma tendência pontual é o reflexo de uma transformação estrutural no setor elétrico global. E entender esse movimento é essencial para antecipar o que está por vir no Brasil. Mercados maduros, exigências mais altas Europa e Ásia concentram alguns dos mercados solares mais desenvolvidos do mundo.Nessas regiões, a energia solar já passou da fase de expansão acelerada e entrou em um estágio mais sofisticado. Isso trouxe novas exigências: Maior confiabilidade dos sistemas Segurança elétrica mais rigorosa Integração com redes complexas Necessidade de previsibilidade de geração Em outras palavras: não basta gerar energia é preciso gerar bem, com controle e segurança. Segurança como fator decisivo Um dos principais motores da adoção dos microinversores nesses mercados foi a segurança. Com o aumento da densidade urbana e da instalação de sistemas em telhados residenciais e comerciais, o risco elétrico passou a ser tratado com mais rigor. Questões como: Arco elétrico em corrente contínua Alta tensão em sistemas string Risco de incêndios passaram a influenciar diretamente regulamentações, normas técnicas e até exigências de seguradoras. Nesse contexto, arquiteturas que reduzem a presença de alta tensão DC — como os microinversores ganharam espaço. Redes mais complexas exigem inteligência Outro fator determinante é a complexidade das redes elétricas. Em países com alta penetração de energia solar, surgem desafios como: Oscilações de geração Excesso de energia em determinados horários Gestão descentralizada da produção Para lidar com isso, torna-se fundamental ter sistemas com maior capacidade de monitoramento e controle. É aqui que o modelo distribuído dos microinversores se encaixa naturalmente. Com dados detalhados e operação módulo a módulo, a gestão energética se torna mais precisa e eficiente. Espaço limitado, projetos mais desafiadores Na Europa e em várias regiões da Ásia, o espaço disponível para instalação é limitado. Isso significa: Telhados menores Orientações variadas Presença de sombras Instalações em ambientes urbanos densos Nesse cenário, tecnologias que permitem flexibilidade de projeto e melhor aproveitamento de cada módulo ganham vantagem. Microinversores, por operarem de forma independente, se adaptam melhor a essas condições. Custo de manutenção e mão de obra Outro ponto relevante é o custo de operação e manutenção. Em mercados onde a mão de obra é mais cara, reduzir visitas técnicas e aumentar a capacidade de diagnóstico remoto se torna estratégico. Sistemas com monitoramento granular permitem: Identificação rápida de falhas Intervenções mais precisas Redução de custos operacionais Um movimento que começa pelo topo Historicamente, mudanças tecnológicas no setor solar seguem um padrão: Surgem em mercados mais exigentes Se consolidam com base em desempenho e segurança Gradualmente chegam a mercados em desenvolvimento Foi assim com diversas inovações — e está sendo assim com os microinversores. E o Brasil? O Brasil ainda apresenta características de um mercado em expansão, mas já começa a enfrentar desafios típicos de mercados maduros: Saturação de redes em algumas regiões Maior exigência técnica de projetos Consumidores mais informados Pressão por performance e confiabilidade Isso indica que a transição já começou mesmo que ainda não seja dominante. O que esse movimento sinaliza A principal mensagem é clara: O futuro da energia solar não será definido apenas por custo, mas por qualidade, segurança e inteligência. E tecnologias que entregam esses três pilares tendem a ganhar espaço à medida que o mercado evolui. Conclusão: antecipar é vantagem competitiva Empresas e profissionais que entendem esse movimento global saem na frente. Adotar novas tecnologias no momento certo não é apenas uma escolha técnica — é uma decisão estratégica. No caso dos microinversores, o que hoje é tendência em mercados maduros pode rapidamente se tornar padrão em mercados emergentes. Próximo episódio No próximo capítulo: Segurança elétrica na energia solar: o risco invisível dos sistemas tradicionais Por que Europa e Ásia aceleraram o uso de microinversores e o que isso sinaliza para o Brasil
- Os Próximos 30 Anos: Por Que a Economia Circular é o Verdadeiro Desafio da Transição Energética
Módulos Solares, Sistemas de BESS e a Logística Reversa que Ninguém Quer Discutir Por Daniel Pansarella | Energy Channel | Abril de 2026 Os Próximos 30 Anos: Por Que a Economia Circular é o Verdadeiro Desafio da Transição Energética Quando falamos de transição energética na América Latina, a conversa sempre gira em torno dos mesmos números: gigawatts instalados, redução de custos, empregos criados. Mas há uma pergunta que ninguém faz em voz alta: e quando esses painéis solares e baterias chegarem ao fim de sua vida útil? Nos próximos 30 anos, a indústria enfrentará um desafio que fará parecer pequeno o problema de construir a infraestrutura. Será necessário descomissionar, reciclar e gerenciar resíduos de equipamentos que, hoje, sequer existem em escala significativa. E a economia circular não a instalação de novos ativos será o verdadeiro teste de maturidade da transição energética. O Problema Invisível: Garantia de Performance e Responsabilidade Perpétua Quando um desenvolvedor de energia renovável assina um contrato de 30 anos seja um projeto de geração centralizada ou uma concessão de armazenamento como o LRCAP está assumindo uma responsabilidade que vai muito além da geração de energia. Está assumindo a responsabilidade de descomissionar, reciclar e gerenciar resíduos por três décadas. Essa é uma realidade que ainda não foi completamente internalizada pelo mercado. Nos primeiros 20 anos, o foco é operacional: maximizar eficiência, reduzir custos de manutenção, cumprir metas de performance. Mas nos últimos 10 anos do contrato — e especialmente após o término surge uma questão crítica: como descomissionar esses ativos de forma economicamente viável e ambientalmente responsável? Para projetos de BESS participando do LRCAP, a exigência de eficiência mínima de 85% ao longo de 10 anos cria um incentivo para manutenção preventiva, mas também transfere para o operador a responsabilidade de gerenciar degradação de células e, eventualmente, substituição de módulos (repowering). Essa responsabilidade não é apenas técnica ou operacional. É legal e financeira. O desenvolvedor que não planejar adequadamente o descomissionamento pode enfrentar multas, bloqueios regulatórios e, em casos extremos, passivos ambientais que consumirão lucros de anos de operação. A economia circular deixa de ser uma opção estratégica e passa a ser uma obrigação de conformidade. Módulos Solares e Sistemas de BESS: O Desafio Técnico da Reciclagem Os módulos solares fotovoltaicos são compostos por vidro, alumínio, silício, cobre, prata e outros materiais. Quando degradados tipicamente após 25-30 anos de operação precisam ser separados e reciclados. A boa notícia é que existem tecnologias comprovadas para isso. A má notícia é que a infraestrutura de reciclagem na América Latina é praticamente inexistente fora do Brasil e Chile. A reciclagem de sistemas de BESS (armazenamento em baterias de lítio) é ainda mais complexa. Envolve descarga segura, desmontagem controlada, recuperação de metais críticos como lítio, níquel e cobalto. Existem tecnologias disponíveis pirometalurgia, hidrometalurgia, recuperação direta de cátodos mas cada uma tem trade-offs em termos de custo, energia consumida e materiais recuperados. A escolha da tecnologia certa dependerá da escala, localização e viabilidade econômica. O ponto crítico é este: um desenvolvedor que assina um contrato de 30 anos hoje precisa começar a pensar, agora, sobre como reciclará seus módulos e baterias em 2055. Não pode deixar essa decisão para o final do contrato. Precisa estruturar parcerias com recicladores, provisões financeiras e planos de logística reversa desde o início da operação. Economia Circular: O Tema Transversal que Ninguém Quer Discutir Aqui está o ponto que a maioria dos desenvolvedores e reguladores ainda não compreendeu completamente: a economia circular não é apenas sobre reciclagem de módulos e baterias. É sobre toda a infraestrutura de um projeto de energia renovável. Quando um projeto é descomissionado, surgem questões sobre o que fazer com estruturas de concreto, cabos, transformadores, inversores, estruturas metálicas e dezenas de outros componentes. Cada um desses itens tem um ciclo de vida, uma composição material e uma possibilidade de reutilização ou reciclagem. A logística reversa o processo de coletar, transportar e processar resíduos é o fio condutor que conecta todos esses elementos. Não é um problema isolado de módulos solares ou baterias. É um problema sistêmico que afeta a viabilidade econômica de todo o projeto ao longo de 30 anos. Considere um projeto de geração centralizada de 500 MW em operação por 30 anos. Ao final do contrato, o desenvolvedor precisará descomissionar aproximadamente 1,5 milhão de painéis solares, estruturas de suporte, cabos, transformadores e equipamentos auxiliares. Se não houver regulação clara sobre responsabilidades, se não houver infraestrutura de reciclagem disponível, se não houver incentivos econômicos para reutilização de materiais, o custo de descomissionamento pode consumir uma parcela significativa dos lucros finais do projeto. Pior ainda: o desenvolvedor pode simplesmente abandonar o site, deixando um passivo ambiental para a comunidade local. O Marco Regulatório Brasileiro: Avanços e Lacunas O Brasil está à frente de seus vizinhos latino-americanos em termos de regulação. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabelece o princípio da Responsabilidade Estendida do Produtor (REP). O Decreto 10.240/2020 regulamenta a logística reversa de eletroeletrônicos. A Lei 15.269/2025 moderniza o marco do setor elétrico e, pela primeira vez, traz Sistemas de Armazenamento de Energia (BESS) para o escopo regulatório. O LRCAP 2026 estabelece exigências de eficiência mínima ao longo de 10 anos. Mas existem lacunas críticas. O Decreto 10.240/2020 foca em eletroeletrônicos de uso doméstico, não em infraestrutura energética de grande porte. A Lei 15.269/2025 não detalha explicitamente as responsabilidades de logística reversa para BESS. Não há Acordo Setorial específico para descomissionamento de projetos de energia renovável. Não há mecanismo claro de financiamento para garantir que o descomissionamento será realizado adequadamente. Essas lacunas criam incerteza. Desenvolvedores não sabem exatamente qual será sua responsabilidade legal ao final de 30 anos. Reguladores não têm ferramentas para garantir que o descomissionamento será feito de forma ambientalmente responsável. Investidores não conseguem precificar adequadamente o risco de passivos ambientais. Perspectiva Regional: Cada País Segue Seu Caminho O Chile está avançando rapidamente em regulação de economia circular, com metas ambiciosas de zero resíduos em aterros até 2040. O país já regulamentou logística reversa de painéis solares e está desenvolvendo regulamentação específica para BESS. Há investimento em infraestrutura de reciclagem. O México está em fase inicial. Tem princípios de responsabilidade estendida, mas carece de infraestrutura de reciclagem e regulação específica para energia renovável. Desenvolvedores mexicanos frequentemente exportam resíduos para reciclagem em países vizinhos, criando custos logísticos elevados. Argentina e Colômbia ainda estão mais atrás. Praticamente não têm regulação específica para logística reversa de equipamentos de energia renovável. Isso cria um risco: quando os primeiros projetos chegarem ao fim de vida útil, não haverá infraestrutura ou marco legal para gerenciar resíduos. O risco de abandono de sites é real. Proposições: Como Estruturar a Economia Circular para os Próximos 30 Anos Para que a transição energética na América Latina não deixe um legado de passivos ambientais, é necessário agir agora. Abaixo, apresentamos proposições concretas que devem ser implementadas nos próximos 24 meses: 1. Acordo Setorial para Descomissionamento de Projetos de Energia Renovável: O Brasil deve criar um Acordo Setorial específico que defina claramente as responsabilidades de desenvolvedores, fabricantes e importadores em relação ao descomissionamento e logística reversa. Este acordo deve estabelecer metas progressivas de coleta e reciclagem, mecanismos de financiamento e penalidades para não-conformidade. Não pode ser genérico. Precisa ser específico para energia renovável. 2. Fundo Setorial de Descomissionamento: Exigir que desenvolvedores constituam uma reserva financeira (fundo ou seguro-garantia) no momento da outorga ou importação de equipamentos. Este fundo seria liberado exclusivamente para custear descomissionamento e logística reversa ao final do contrato. Isso garante que o dinheiro estará disponível quando necessário e reduz o risco de abandono de sites. 3. Passaporte de Equipamentos (Battery/Module Passport): Implementar um sistema de rastreabilidade digital obrigatório para módulos solares e sistemas de BESS. O passaporte deve conter informações sobre composição química, origem de minerais, pegada de carbono, instruções de desmontagem e reciclagem. Isso facilitará enormemente o trabalho das recicladoras e permitirá melhor planejamento de logística reversa. 4. Incentivos Fiscais para Reciclagem e Economia Circular: Assim como a Lei 15.269/2025 previu redução de impostos para BESS, o governo deve zerar impostos sobre aquisição de maquinário industrial para reciclagem e oferecer tributação favorecida para materiais reciclados em comparação com matéria-prima virgem. Isso estimula investimento em infraestrutura de reciclagem e torna a economia circular economicamente viável. 5. Regulação de Segunda Vida (Second Life): Criar marco legal que certifique e incentive o uso de baterias e módulos degradados (com 70-80% de capacidade) em aplicações secundárias — backup para telecomunicações, microgrids rurais, sistemas de armazenamento de pequeno porte. Isso posterga o descarte, maximiza o valor do ativo e reduz pressão sobre infraestrutura de reciclagem nos primeiros anos. 6. Harmonização Regional: Governos da América Latina devem trabalhar em conjunto para harmonizar regulação de logística reversa e economia circular. Isso reduz custos logísticos, facilita compartilhamento de infraestrutura de reciclagem e cria um mercado regional viável para materiais reciclados. Os Próximos 30 Anos: Uma Oportunidade Perdida ou Ganha? A transição energética na América Latina está em um ponto de inflexão. Os próximos 30 anos determinarão se será um sucesso genuíno ou um fracasso disfarçado de sucesso. Sucesso genuíno significa não apenas instalar gigawatts de energia renovável, mas também garantir que, ao final de 30 anos, esses ativos sejam descomissionados de forma responsável, seus materiais sejam reciclados e reutilizados, e a economia circular seja operacional em escala. Fracasso disfarçado significa instalar painéis e baterias, gerar lucros por 25-30 anos e, ao final, deixar um passivo ambiental que consumirá recursos públicos por décadas. Significa sites abandonados, materiais tóxicos contaminando solos e águas, e comunidades locais arcando com custos que deveriam ter sido internalizados pelos desenvolvedores. A escolha é clara. A economia circular não é um luxo ou uma opção estratégica. É uma obrigação de conformidade que deve ser estruturada agora, nos próximos 24 meses, enquanto ainda há tempo de implementar regulação clara, criar infraestrutura adequada e estabelecer incentivos econômicos para reciclagem e reutilização. Desenvolvedores que não planejarem adequadamente o descomissionamento enfrentarão custos crescentes e riscos legais. Investidores que não considerarem economia circular em suas análises de risco estarão subestimando exposição a passivos ambientais. Reguladores que não agirem agora estarão deixando uma bomba-relógio para a próxima geração. Os próximos 30 anos serão definidos não pelo que construímos, mas pelo que fazemos com o que construímos. A economia circular é o teste final de maturidade da transição energética. É hora de começar. Os Próximos 30 Anos: Por Que a Economia Circular é o Verdadeiro Desafio da Transição Energética
- 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
Episódio 22 – Falta de energia na rua: o sistema solar continua funcionando? 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber Uma das perguntas mais frequentes de quem está pensando em instalar energia solar é simples e direta: se faltar luz na rua, minha casa continua com energia? Neste episódio, o EnergyChannel explica o que acontece com o sistema solar durante quedas de energia, por que isso acontece e quais alternativas existem . ⚡ A resposta curta: normalmente, não Na maioria das instalações residenciais conectadas à rede elétrica, o sistema solar desliga automaticamente quando ocorre uma queda de energia na rua. Isso surpreende muitos consumidores, mas existe uma razão técnica e de segurança para isso. 🛡️ Segurança da rede e dos profissionais Quando a rede elétrica cai, técnicos da distribuidora podem estar trabalhando nos cabos. Se um sistema solar continuasse injetando energia na rede, isso colocaria vidas em risco. Por isso, os inversores são obrigados a desligar automaticamente em situações de falta de energia. 🔌 Energia solar conectada à rede ≠ sistema de backup A maioria dos sistemas instalados no Brasil é do tipo conectado à rede (on-grid). Eles são projetados para gerar energia e compensar consumo, não para funcionar como gerador de emergência. Sem rede ativa, o sistema para. 🔋 E como funciona com baterias? Sistemas com baterias ou soluções híbridas podem fornecer energia durante quedas, desde que sejam projetados para isso. Nesse caso, parte da energia gerada é armazenada e usada quando a rede falha. 🏠 Todo sistema pode virar backup? Não.Adicionar baterias exige: Inversor compatível Projeto específico Custo adicional Avaliação do consumo prioritário Nem todo sistema existente pode ser adaptado facilmente. ⚠️ Expectativa correta evita frustração Muitos consumidores acreditam que energia solar garante autonomia total, o que nem sempre é verdade. Entender a função do sistema contratado evita decepções. 🧭 O que o consumidor deve decidir Antes de instalar, vale refletir: Quedas de energia são frequentes? Existe necessidade de backup? Quais equipamentos são críticos? Essas respostas ajudam a definir a melhor solução. 🔎 Energia solar gera economia, não necessariamente autonomia Energia solar reduz a conta de luz e traz previsibilidade. Autonomia energética é outro projeto, com outra lógica e outro custo. No próximo episódio, o EnergyChannel aprofunda esse tema: 👉 Baterias: quando vale a pena armazenar energia solar? 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber Um guia completo, independente e didático criado pelo EnergyChannel para ajudar o consumidor brasileiro a entender, comparar e decidir com segurança sobre a energia solar. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber
- Energy Summit anuncia parceria inédita com a ABME para fortalecer liderança feminina no setor de energia
Women in Energy, iniciativa do Energy Summit em parceria com a ABME, terá trilha exclusiva, mentoria, premiação e ingresso com 80% de desconto para mulheres na edição de 2026 Energy Summit anuncia parceria inédita com a ABME para fortalecer liderança feminina no setor de energia O Energy Summit, o maior evento do MIT no mundo em energia e sustentabilidade, anuncia uma parceria inédita com a ABME (Associação Brasileira Mulheres da Energia) para fortalecer o Women in Energy , iniciativa criada para ampliar a presença feminina em posições de liderança no setor energético. A parceria, anunciada pela primeira vez publicamente, marca um novo passo na consolidação da plataforma dentro da programação do evento. Em 2026, o Women in Energy contará com trilha exclusiva de conteúdo, mentoria, premiação e desconto de 80% no ingresso da categoria Regular para mulheres . A iniciativa integra a agenda oficial do Energy Summit 2026, que será realizado entre 23 e 25 de junho , na Marina da Glória, no Rio de Janeiro , reunindo lideranças empresariais, especialistas, investidores, representantes do setor público, academia e empreendedores em torno dos grandes temas da inovação, da transição energética e da sustentabilidade. Em um momento em que o setor de energia vive uma transformação profunda, a nova parceria entre Energy Summit e ABME amplia o peso institucional do Women in Energy e reforça a relevância de uma agenda voltada à diversidade, ao acesso e à formação de novas lideranças femininas em uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Nas edições anteriores, as mulheres representaram 43% do público do Energy Summit , dado que reforça a força dessa comunidade dentro do evento e o potencial de crescimento de uma agenda dedicada à conexão, à visibilidade e ao protagonismo feminino. Na edição de 2025, o Women in Energy contou com um dia inteiro de palco dedicado , ações de mentoria e reconhecimento de lideranças femininas por meio do Energy Summit Awards . “O setor de energia está passando por uma transformação profunda, e essa transformação também precisa alcançar os espaços de decisão. A parceria com a ABME fortalece o Women in Energy com ainda mais legitimidade, conexão setorial e capacidade de mobilização”, afirma Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit . Para Tatiana Yagura, COO do Energy Summit , a proposta é consolidar a iniciativa como uma plataforma contínua de acesso, visibilidade e fortalecimento de trajetórias femininas no setor. “Nosso objetivo é criar um ambiente em que mulheres que já lideram possam inspirar, abrir caminhos e contribuir para o surgimento de novas referências na energia.” Segundo Zilda Costa, presidente da ABME , a parceria responde a uma necessidade estrutural do setor. “Fortalecer a presença de mulheres no setor energético brasileiro é ampliar diversidade de perspectivas, qualidade das decisões e capacidade de inovação em uma área estratégica para o país.” A programação de 2026 do Energy Summit já começa a reunir nomes de destaque no cenário nacional e internacional, como Mariangela Hungria , pesquisadora da Embrapa e vencedora do World Food Prize 2025 ; Myfanwy Price Wolf , diretora da Climate Investment; e Page Crahan , general manager da Tapestry at X, laboratório de inovação da Alphabet, empresa controladora do Google. Na edição anterior, o Women in Energy também destacou lideranças femininas por meio do Energy Summit Awards. Em 2025, Heloisa Borges , Diretora de Estudos do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foi reconhecida na categoria Women in Energy. A iniciativa teve ainda apoio de empresas como Repsol, Repsol Sinopec, Auren e Horse . Em 2025, o Energy Summit reuniu 12 mil pessoas , mais de 300 palestrantes , mais de 180 CEOs e C-levels e representantes de 13 países . A expectativa para 2026 é ampliar ainda mais a visibilidade da agenda feminina dentro de um dos principais encontros de inovação, energia e sustentabilidade do país. Serviço: Energy Summit 2026 Data: de 23 a 25 de junho Horários: das 8h às 18h Local: BR Marinas - Marina da Glória Avenida Infante Dom Henrique, S/N Rio de Janeiro, RJ Incrições: www.sympla.com.br/evento/energy-summit-2026/3008148 Sobre o Energy Summit Organizado em parceria com o MIT, o Energy Summit é o principal evento de inovação e empreendedorismo em energia e sustentabilidade, que acontece anualmente no Rio de Janeiro. Conecta os maiores nomes da transformação energética e sustentabilidade, incluindo C-levels de grandes empresas e deep techs, autoridades governamentais, palestrantes internacionais, reitores de universidades e centros de pesquisa, que juntos lideram debates essenciais para acelerar o futuro da energia. Saiba mais em: https://energysummit.global/ Sobre a ABME A ABME Associação Brasileira Mulheres da Energia é uma organização sem fins lucrativos criada para fortalecer, conectar e dar protagonismo às mulheres que atuam no setor energético brasileiro. Sua missão é promover equidade de gênero, desenvolver lideranças femininas e ampliar a participação das mulheres em espaços de decisão técnica, regulatória e estratégica no setor de energia, tecnologia e infraestrutura. Contribui para um setor energético mais inclusivo, resiliente e capaz de responder aos desafios do futuro. Energy Summit anuncia parceria inédita com a ABME para fortalecer liderança feminina no setor de energia
- Trael leva soluções para subestações e reforça atuação no T&D Subestações 2026
SETOR ELÉTRICO Empresa participa de um dos principais encontros técnicos do país, que reúne especialistas para debater inovação, eficiência e o futuro das redes elétricas A Trael participa da edição 2026 do T&D Subestações, evento que reúne profissionais de toda a cadeia de geração, transmissão e distribuição de energia (GTD), nos dias 15 e 16 de abril, em São Paulo. Considerado um dos principais encontros técnicos do setor elétrico no país, a feira reúne as companhias de energia e que o foco em subestações, a diferencia dos demais eventos do setor. A Trael esteve em todas as edições do evento, promovido pelo Grupo O Setor Elétrico. Trael leva soluções para subestações e reforça atuação no T&D Subestações 2026 Realizado no Novotel Center Norte, o T&D Subestações combina congresso técnico e feira de negócios, com mais de 16 horas de conteúdo especializado voltado às transformações das redes elétricas e das subestações de média e alta tensão. A programação inclui temas como redes inteligentes, digitalização, gestão de ativos, integração de recursos energéticos distribuídos e novas tecnologias para infraestrutura de transmissão e distribuição. Dentre os palestrantes está o coordenador técnico comercial da Trael, Rodrigo Cruz irá abordar o tema: "Utilização de Reator a Núcleo Saturado para Controle de Tensão em Rede de Média Tensão". Para o gerente comercial e de marketing da empresa, Dimas Alexandre Yamanaka, a presença no evento reforça o posicionamento da Trael em um mercado cada vez mais dinâmico e exigente. Durante a feira, a empresa vai mostrar novas tecnologias incluindo o reator a núcleo saturado, fruto de uma pesquisa e desenvolvimento com o grupo Neoenergia. “Estar no T&D Subestações é uma oportunidade estratégica para apresentar nossas tecnologias, trocar experiências com o mercado e acompanhar de perto as tendências que vão definir o futuro da distribuição e transmissão de energia”, afirma. Nas últimas edições, o evento reuniu executivos, engenheiros e gestores de concessionárias, indústrias, centros de pesquisa e provedores de tecnologia, consolidando-se como um ambiente de alto nível técnico para troca de conhecimento e geração de negócios. Em 2026, a expectativa é de uma agenda ainda mais robusta, com discussões voltadas à modernização das infraestruturas, segurança digital, monitoramento e controle de redes, além do avanço de soluções como subestações digitais, microgrids e armazenamento de energia. Trael leva soluções para subestações e reforça atuação no T&D Subestações 2026
- T&D Subestações 2026 expõe o novo desafio do setor elétrico: transformar crescimento em estabilidade no Brasil
Por EnergyChannel A mais recente edição do T&D Subestações deixou uma mensagem clara para o mercado: o setor elétrico brasileiro já não discute apenas expansão o foco agora é garantir estabilidade, inteligência operacional e confiabilidade em um sistema cada vez mais complexo. T&D Subestações 2026 expõe o novo desafio do setor elétrico: transformar crescimento em estabilidade no Brasil Reunindo profissionais de toda a cadeia de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição), o evento consolidou-se como um dos principais fóruns técnicos do país para engenharia de infraestrutura elétrica. Executivos, especialistas e reguladores participaram de uma agenda intensa, marcada por debates profundos sobre o futuro das redes, digitalização e integração de novas tecnologias. Mais do que tendências, o que se viu foi um setor em transição pressionado por renováveis, descentralização e exigências operacionais cada vez mais rigorosas. O setor elétrico entra em uma nova fase Ao longo das últimas edições, o T&D Subestações já vinha antecipando movimentos importantes. Em 2026, no entanto, o tom mudou: a discussão deixou de ser sobre “o que vem” e passou a ser sobre “o que precisa ser feito agora”. Entre os principais eixos do evento estiveram: Novas tecnologias para infraestrutura de T&D Inteligência artificial aplicada à operação Armazenamento de energia em larga escala Subestações digitais e redes inteligentes Microgrids e recursos energéticos distribuídos Ao mesmo tempo, temas críticos ganharam ainda mais relevância: Segurança e confiabilidade do sistema Planejamento da expansão da rede Curtailment e gestão de restrições operativas Segurança digital Monitoramento e controle avançado O resultado é um retrato fiel de um sistema elétrico que cresce, mas que precisa urgentemente evoluir em sofisticação técnica. SMA leva ao centro do debate o papel do armazenamento na estabilidade da rede Entre os destaques da cobertura do EnergyChannel esteve a participação da SMA Solar Technology, que trouxe uma abordagem direta sobre um dos temas mais críticos do momento: estabilidade do sistema elétrico. Segundo Henrique Almeida , o uso de sistemas de armazenamento de energia já deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade operacional: “O principal foco hoje no Brasil é utilizar sistemas de armazenamento para prover estabilidade ao sistema elétrico de potência.” T&D Subestações 2026 expõe o novo desafio do setor elétrico: transformar crescimento em estabilidade no Brasil A fala do executivo se conecta diretamente com o contexto apresentado ao longo do evento. Com o avanço das renováveis intermitentes e o aumento da complexidade da rede, cresce a necessidade de serviços ancilares capazes de garantir frequência, inércia e resposta dinâmica. Do planejamento à execução: quando a tecnologia encontra a regulação A estrutura da programação do evento evidenciou um alinhamento raro entre planejamento, regulação e tecnologia. Discussões conduzidas por instituições como a EPE abordaram a expansão da rede e a necessidade de incorporar novas soluções. Em paralelo, debates com a ANEEL exploraram os gatilhos regulatórios necessários para viabilizar o mercado de armazenamento e serviços de estabilidade. Nesse contexto, a apresentação da SMA funcionou como uma ponte prática: mostrou que as soluções já existem o desafio agora é destravar o ambiente regulatório e acelerar a implementação. Projetos internacionais mostram que o futuro já chegou Um dos pontos mais relevantes apresentados foi um projeto pioneiro na Escócia, considerado o primeiro do mundo a utilizar armazenamento de energia para garantir estabilidade em uma rede de transmissão de alta potência. Segundo Henrique Almeida : “É um projeto comissionado recentemente e já em operação, provendo serviços reais ao sistema elétrico.” O dado mais simbólico: tanto o primeiro quanto o segundo projeto global com essa aplicação utilizam tecnologia da SMA um indicativo claro de maturidade técnica e viabilidade operacional. Para o Brasil, o recado é direto: não se trata mais de testar trata-se de adaptar e escalar. O novo gargalo do setor: controle e não mais apenas energia Um dos insights mais importantes da cobertura foi a mudança de foco dentro dos projetos de armazenamento. Se antes a discussão girava em torno das baterias, agora o ponto crítico está em outro lugar: Sistemas de controle Inversores Integração com a rede Resposta a requisitos técnicos do operador Como destacou Henrique: “Agora precisamos olhar mais para o inversor e o controle da planta, que são os pontos mais críticos para atender os requisitos da rede.” Essa mudança representa uma evolução clara do setor da adoção inicial para a sofisticação operacional. Estratégia da SMA no Brasil mira o coração do T&D A visão estratégica da empresa foi reforçada por Rodrigo Cardoso Gatti, que destacou o alinhamento total entre o posicionamento da companhia e o momento do setor: “Nosso foco é o mercado de grande escala, diretamente ligado à transmissão e distribuição.” A atuação inclui soluções completas (turnkey), com: Baterias Sistemas de conversão de potência (PCS) Inversores Engenharia e suporte Com foco em projetos acima de 10 MVA, a empresa se posiciona diretamente nos grandes investimentos que devem marcar os próximos anos no Brasil. Leilão de capacidade pode destravar o mercado Um dos temas mais aguardados e discutidos nos bastidores do evento é o leilão de reserva de capacidade. Segundo Rodrigo Gatti : T&D Subestações 2026 expõe o novo desafio do setor elétrico: transformar crescimento em estabilidade no Brasil “Existe uma grande expectativa. Esse leilão pode movimentar o mercado de armazenamento em escala de gigawatts.” Se confirmado, o movimento pode marcar o início de uma nova fase para o setor, criando demanda estruturada e segurança para investimentos. Digitalização, automação e inteligência definem o futuro das subestações Além do armazenamento, o evento destacou uma transformação silenciosa, mas profunda: a digitalização das infraestruturas de T&D. Entre os destaques: Subestações digitais com maior automação Uso de inteligência artificial na operação Drones para inspeção e monitoramento Gestão avançada de ativos Sistemas de proteção e controle mais inteligentes Essas tecnologias não apenas aumentam eficiência, mas tornam o sistema mais resiliente um fator crítico diante da crescente complexidade operacional. Um sistema mais complexo exige decisões mais precisas O crescimento do sistema elétrico brasileiro traz consigo um aumento proporcional de risco. Em redes interligadas, falhas operacionais podem gerar impactos sistêmicos relevantes. Por isso, temas como: Confiabilidade Segurança cibernética Monitoramento em tempo real Planejamento de longo prazo deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos básicos. Conclusão: o Brasil precisa acelerar e o caminho já está desenhado O T&D Subestações 2026 mostrou que o Brasil não está mais discutindo o futuro — ele já começou. T&D Subestações 2026 expõe o novo desafio do setor elétrico: transformar crescimento em estabilidade no Brasil A tecnologia está disponível.Os casos internacionais já comprovam viabilidade.Os agentes do setor estão alinhados. O que falta agora é velocidade. O armazenamento de energia, aliado à digitalização e ao avanço regulatório, deve assumir um papel central na próxima década do setor elétrico brasileiro. E, como ficou claro ao longo do evento, quem entender isso primeiro não apenas acompanhará a transformação vai liderá-la. T&D Subestações 2026 expõe o novo desafio do setor elétrico: transformar crescimento em estabilidade no Brasil T&D Subestações 2026 expõe o novo desafio do setor elétrico: transformar crescimento em estabilidade no Brasil
- Segurança avançada: como novas tecnologias estão elevando o nível de proteção nos sistemas solares
A segurança na energia solar deixou de ser apenas uma questão de projeto e instalação. Com a evolução do setor, surge uma nova camada de proteção: Segurança avançada: como novas tecnologias estão elevando o nível de proteção nos sistemas solares A segurança ativa, incorporada diretamente nos equipamentos. Mais do que evitar riscos por arquitetura, os sistemas modernos passam a identificar, reagir e se proteger automaticamente diante de falhas. Da segurança passiva para a segurança ativa Tradicionalmente, a segurança dos sistemas solares dependia de fatores como: Qualidade da instalação Dimensionamento correto Uso adequado de componentes Boas práticas técnicas Esse modelo ainda é essencial, mas tem limitações. Ele depende da prevenção não da resposta. Com a nova geração de tecnologias, o sistema passa a atuar de forma ativa. Detecção inteligente de falhas Uma das principais evoluções está na capacidade de identificar problemas antes que eles se tornem críticos. Sistemas mais avançados conseguem: Detectar variações anormais de corrente e tensão Identificar padrões associados a falhas elétricas Reconhecer comportamentos fora do padrão de operação Isso permite uma resposta muito mais rápida. Proteção contra arco elétrico O arco elétrico continua sendo um dos principais riscos em sistemas solares. Com a evolução tecnológica, surgem mecanismos capazes de: Detectar a formação de arco Interromper automaticamente o circuito Evitar a propagação do problema Em vez de reagir após o dano, o sistema atua no momento do risco. Desligamento rápido (rapid shutdown) Outro avanço importante é o chamado desligamento rápido . Essa funcionalidade permite que o sistema reduza rapidamente a tensão elétrica em situações específicas, como: Emergências Manutenção Intervenções técnicas Incidentes elétricos Isso aumenta a segurança para: Técnicos Bombeiros Usuários Monitoramento como ferramenta de proteção O monitoramento também deixa de ser apenas operacional e passa a ser um elemento de segurança. Com dados em tempo real, é possível: Identificar comportamentos anormais Antecipar falhas Acompanhar eventos críticos Registrar histórico para análise Informação passa a ser parte do sistema de proteção. Inteligência embarcada nos equipamentos A nova geração de equipamentos incorpora lógica de decisão diretamente no hardware. Isso significa que o sistema não depende apenas de intervenção externa. Ele pode: Tomar decisões automaticamente Isolar partes do sistema Ajustar operação em tempo real Evitar agravamento de falhas Redução do risco sistêmico Combinando arquitetura distribuída e segurança ativa, o risco deixa de ser sistêmico e passa a ser localizado. Na prática: Problemas não se propagam facilmente O impacto de falhas é reduzido A operação se torna mais resiliente Um novo padrão global Em mercados mais avançados, esses recursos começam a ser incorporados a normas, certificações e exigências técnicas. Segurança deixa de ser diferencial e passa a ser: Critério mínimo para operação. O avanço no Brasil No Brasil, essa discussão ainda está em evolução, mas tende a ganhar força rapidamente. Fatores como: Crescimento do número de sistemas Maior atenção a riscos elétricos Evolução das normas técnicas Aumento da exigência de clientes e empresas devem acelerar a adoção dessas tecnologias. Conclusão: sistemas que se protegem sozinhos A energia solar entra em uma nova fase de maturidade. Não basta apenas gerar energia com eficiência — é preciso garantir que essa geração aconteça com segurança ao longo de toda a vida útil do sistema. E isso só é possível com sistemas capazes de monitorar, interpretar e agir. Próximo episódio No próximo capítulo: Engenharia para ambientes reais: como os equipamentos estão sendo projetados para condições extremas Segurança avançada: como novas tecnologias estão elevando o nível de proteção nos sistemas solares Segurança avançada: como novas tecnologias estão elevando o nível de proteção nos sistemas solares











