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  • Apenas 4 etapas! Testemunhe o nascimento de uma célula solar de heterojunção Huasun

    As células solares de heterojunção (HJT) apresentam excepcional eficiência de conversão fotovoltaica. Na Huasun, a eficiência média das células solares microcristalinas HJT 210 mm de dupla face atingiu 26,15% na produção em massa, com eficiência máxima atingindo 26,50%, e esses números são constantemente atualizados. Mas como exatamente as células solares HJT são fabricadas? Você pode presumir que é um processo altamente complexo, mas é surpreendentemente simples! A jornada de produção de células solares HJT começa com wafers de silício e abrange apenas 4 etapas de fabricação. Mergulhe no vídeo abaixo e, sem colocar os pés no workshop, você poderá mergulhar no processo simplificado de criação de células solares HJT. Após uma inspeção mais detalhada, você notará a abordagem inovadora da Huasun de cortar metade dos lingotes antes de fatiar os wafers. Isso minimiza significativamente as perdas incorridas durante o fatiamento subsequente, ao mesmo tempo que otimiza a utilização das bordas e afina os wafers de silício, aumentando assim substancialmente a eficiência do material de silício. Agora, vamos dissecar as quatro etapas meticulosas de fabricação das células solares HJT: Etapa 1: Limpeza e Texturização Wafers de silício monocristalino tipo N são imersos em um específico concentração de solução alcalina, meticulosamente controlada para gravar estruturas finas e uniformes em forma de pirâmide ao longo de orientações cristalinas específicas. Etapa 2: PECVD bifacial (deposição química de vapor aprimorada por plasma) Sob condições de vácuo, os reagentes em fase gasosa que transportam elementos para filmes finos reagem quimicamente na superfície do substrato através de bombardeio de partículas ou decomposição térmica, formando filmes de silício amorfo. A introdução da tecnologia microcristalina de dupla face melhora a transmissão de luz, reduz a resistência da camada de dopagem e, em última análise, aumenta a densidade de corrente. Etapa 3: PVD bifacial (deposição física de vapor) Partículas de óxido condutor transparente (TCO) são depositadas Partículas de óxido condutor transparente (TCO) são depositadas no substrato sob condições de vácuo e alta pressão via PVD ou evaporação, formando filmes de TCO. Esses filmes oferecem funções duplas de transparência óptica e condutividade elétrica, criando uma estrutura de armadilha óptica e diminuindo a refletância da superfície. Etapa 4: Serigrafia Bifacial A pasta é aplicada de maneira complexa em ambos os lados do wafer de silício por meio de padrões específicos, criando circuitos detalhadamente detalhados para extrair as correntes coletadas das células solares. Com apenas 4 etapas, as células solares HJT da Huasun adotam uma estrutura simétrica em ambos os lados, permitindo a geração de energia nos dois lados. Os módulos convencionais Huasun HJT alcançam bifacialidade de até 90%, enquanto os ultra-altos podem chegar a 97%, proporcionando benefícios adicionais aos clientes. Vale ressaltar que a temperatura de todo o processo de fabricação das células solares HJT permanece abaixo de 200°C, tornando-as ecologicamente corretas e com menores emissões de carbono. Da fabricação à geração de energia, a Huasun aproveita totalmente a essência verde de seus produtos HJT, avançando constantemente em direção a um futuro mais verde, simplificando os processos de fabricação e aumentando o rendimento energético. Ao fazê-lo, contribui significativamente para alcançar o objetivo de carbono zero.

  • Energia Eólica: Crescimento Acelerado no Brasil e no Mundo

    Impulsionada por avanços tecnológicos e políticas de incentivo, a energia eólica tem registrado crescimento significativo tanto no Brasil quanto no cenário global. Nos últimos anos, a energia eólica se consolidou como uma das principais fontes de energia renovável no mundo. Impulsionada por inovações tecnológicas e políticas governamentais favoráveis, a capacidade instalada de energia eólica tem crescido exponencialmente. Em 2023, a capacidade global de energia eólica alcançou um marco impressionante, superando os 800 GW, com novos projetos sendo desenvolvidos em diversos países. No Brasil, o setor de energia eólica tem mostrado um desempenho notável. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o país ultrapassou a marca de 23 GW de capacidade instalada em 2023, tornando-se o segundo maior produtor de energia eólica da América Latina, atrás apenas do México. O crescimento da energia eólica no Brasil é impulsionado por fatores como a vasta disponibilidade de recursos naturais, a redução de custos de tecnologias eólicas e políticas de incentivo à energia limpa. A região Nordeste do Brasil, em particular, destaca-se como a principal produtora de energia eólica, concentrando mais de 80% dos parques eólicos do país. Estados como Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará lideram a produção, beneficiando-se de ventos constantes e fortes. O desenvolvimento desses parques eólicos não só contribui para a matriz energética do país, mas também gera empregos e promove o desenvolvimento econômico regional. No cenário global, países como China, Estados Unidos e Alemanha continuam a liderar em termos de capacidade instalada e inovação tecnológica no setor eólico. A China, por exemplo, sozinha representa mais de um terço da capacidade mundial de energia eólica, com investimentos massivos em projetos tanto onshore quanto offshore. Nos Estados Unidos, a energia eólica se tornou a maior fonte de energia renovável, superando a hidrelétrica, com uma capacidade instalada que ultrapassa os 140 GW. A Europa, por sua vez, avança com projetos offshore, explorando o potencial dos ventos no mar. Países como Reino Unido, Dinamarca e Países Baixos estão na vanguarda desse movimento, com investimentos em grandes parques eólicos offshore que prometem aumentar significativamente a capacidade energética da região. Os avanços na energia eólica são fundamentais para a transição energética global, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa e a mitigação das mudanças climáticas. O desenvolvimento contínuo de tecnologias eólicas mais eficientes e a expansão de infraestruturas de transmissão são essenciais para sustentar esse crescimento e garantir uma matriz energética mais limpa e sustentável. Com o apoio contínuo de políticas públicas e investimentos privados, a energia eólica tem um futuro promissor tanto no Brasil quanto no mundo, consolidando-se como uma peça-chave na luta contra a

  • Governo Brasileiro Estabelece Grupo de Trabalho para Impulsionar o Mercado de Hidrogênio Verde

    Liderado por Ministros e Figuras-Chave, Iniciativa Busca Catalisar Investimentos e Desenvolver Infraestrutura Sustentável. Imagem de freepik O governo anunciou a criação de um grupo de trabalho interministerial para impulsionar o mercado de hidrogênio verde no Brasil. Sob a liderança da secretaria de planejamento e transição energética do Ministério de Minas e Energia, o GT contará com a participação de figuras-chave, como o vice-presidente da República e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. O objetivo é fornecer subsídios para decisões estratégicas e catalisar investimentos no setor, conforme destacado pelo Secretário de Hidrogênio Verde do INEL, Frederico Freitas. Este esforço conjunto englobará tanto representantes do setor público quanto do setor privado, com empresas nacionais e internacionais já envolvidas em projetos que abrangem desde a instalação de usinas de energias renováveis até a expansão da infraestrutura de transmissão. O presidente do INEL, Heber Galarce, ressaltou a importância de uma infraestrutura elétrica robusta e de custos competitivos para impulsionar a produção de hidrogênio verde no país. Para ele, é crucial uma política industrial que incentive a produção local de equipamentos e serviços sustentáveis, além de medidas de financiamento para a descarbonização de setores-chave da economia brasileira.

  • SolarTV recebe o CPQD para um bate-papo sobre armazenamento de energia

    Na última quinta-feira, a SolarTV teve a honra de receber representantes do CPQD em nosso estúdio para uma conversa esclarecedora sobre o mercado de armazenamento de energia. Maria de Fátima N. C. Rosolem, do CPQD, e Raul Beck, pesquisador especializado em veículos elétricos, redes inteligentes e sistemas de armazenamento de energia (BESS), compartilharam informações valiosas. O CPQD, um renomado centro de pesquisa e inovação, atua em diversas áreas, incluindo energia. Durante o bate-papo, os especialistas discutiram as oportunidades emergentes no setor energético brasileiro. Se você está interessado em acelerar a inovação, não perca essa conversa inspiradora! A SolarTV é uma emissora de televisão dedicada a temas relacionados à energia solar, sustentabilidade e inovação. Ela oferece programas, notícias e entrevistas com especialistas do setor. Recentemente, a SolarTV recebeu representantes do CPQD para discutir o mercado de armazenamento de energia. O CPQD é um importante centro de pesquisa e inovação que atua em diversas áreas, incluindo energia. Durante o bate-papo, Maria de Fátima N. C. Rosolem e Raul Beck compartilharam informações valiosas sobre as oportunidades emergentes no setor energético brasileiro. Se você está interessado em acelerar a inovação, não perca essa conversa inspiradora!

  • RESILIÊNCIA DO SISTEMA ELÉTRICO GAÚCHO FRENTE AS ENCHENTES - PARTE I

    Prof. Dr. Mauricio Sperandio - Universidade Federal de Santa Maria Situação do Sistema Elétrico no Rio Grande do Sul durante as enchentes de maio. Após o acumulado de chuva em várias cidades do Rio Grande do Sul entre 22 de abril e 6 de maio de 2024 igualar toda a média de precipitação prevista para cinco meses, com picos de 700 mm, vários pontos do sistema elétrico do estado foram desligados.  Segundo boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no dia 6 de maio, havia 30 linhas de transmissão fora de operação. Em especial a subestação Nova Santa Rita, que teve o pátio alagado pela segunda vez em seis meses, sendo que nesta ocorrência foi desligada preventivamente, interrompendo 16 importantes elos de 230 e 500 kV, além das subestações Candelária e Jacuí. Também foram desligadas cinco hidrelétricas (Dona Francisca, Jacuí, Castro Alves, 14 de Julho e Monte Claro), incluindo oito transformadores.   As usinas termelétricas tiveram um aumento do seu despacho para contribuir com a segurança de operação no RS, sendo que a UTE Pampa Sul, em Candiota, sofreu um desarme no dia 05, mas retornou à operação, como mostra a figura da geração de energia deste tipo de fonte na região Sul.  Apesar da grande fragilização das conexões de transmissão na região metropolitana e sistema Jacuí, o estado manteve-se operacional, devido à malha existente permitir o fluxo de energia vindo de diferentes regiões, como o norte, sul e oeste, menos atingidos. No entanto, esses sistemas remanescentes ficam sobrecarregados e mais suscetíveis a novas contingências. Contudo, a carga do subsistema Sul manteve-se abaixo dos 17 GW, mais de 20% menor que o pico de consumo em fevereiro deste ano, conforme mostra o monitoramento do ONS.  No RS, a redução de demanda se deve ao fato das temperaturas estarem amenas, vários serviços terem sido interrompidos, bem como os desligamentos nas regiões atingidas. Na parte de distribuição, 46 municípios atendidos pela RGE nos vales do Taquari, Rio Pardo, dos Sinos e na Serra Gaúcha tiveram fornecimento totalmente interrompido. Na área de concessão da CEEE Equatorial, 44 municípios foram mais impactados, com destaque para as regiões de São Jerônimo, Guaíba, Porto Alegre e Alvorada.  Uma sala de crise foi criada pela ANEEL, para coordenar as ações e eventuais autorizações e reconhecimento de custos que sejam necessários no âmbito da regulação setorial para os auxílios ao sistema elétrico do RS.  Ainda não há previsão do retorno operacional pleno dos empreendimentos comprometidos, e na medida que a demanda volte a aumentar, o risco do fornecimento de energia no estado ser restringido aumenta.  Prof. Dr. Mauricio Sperandio  Universidade Federal de Santa Maria

  • Nova Política de Eletricidade na Califórnia Gera Controvérsia: Tarifa Fixa de US$ 24 Aprovada

    Decisão Polêmica: Tarifa Fixa de Eletricidade na Califórnia Divide Opiniões. Imagem de TravelScape no Freepik Uma recente decisão da Comissão de Serviços Públicos da Califórnia (CPUC) está gerando ondas de controvérsia. Aprovada em 9 de maio, a medida estabelece uma taxa fixa mensal de US$ 24 para consumidores residenciais que recebem eletricidade da PG&E, SCE e SDG&E. A proposta, divulgada no início deste ano, recomenda a aplicação dessa taxa fixa para a maioria dos lares, enquanto os consumidores que aderem às Tarifas Alternativas de Energia da Califórnia (CARE) ou ao Programa de Assistência à Tarifa Elétrica Familiar (FERA) teriam uma taxa reduzida, variando entre US$ 6 e US$ 12 mensais, respectivamente. A mudança visa reorganizar os custos globais das contas de eletricidade, mas tem sido alvo de críticas. Embora haja uma redução única de 5 a 7 centavos na tarifa por quilowatt-hora consumido, a tarifa fixa resultaria em aumentos significativos nas faturas para cerca de quatro milhões de famílias de classe média e trabalhadora. Essa nova abordagem na estrutura tarifária gera impactos desiguais, favorecendo os lares com maior consumo de energia, enquanto penaliza aqueles com consumo abaixo da média, muitos dos quais possuem renda moderada ou baixa. Além disso, a possibilidade de aumentos futuros tanto na taxa fixa quanto nas tarifas por quilowatt-hora preocupa os consumidores. Embora as empresas de serviços públicos e o CPUC defendam que essa medida acelerará a transição para energia limpa, críticos argumentam que ainda é mais econômico para muitas pessoas manterem aparelhos a gás. Diante desse cenário, os legisladores estão pressionando por soluções legislativas para proteger os usuários de baixo consumo de energia. Um projeto de lei para limitar as tarifas fixas em US$ 10 por mês foi recentemente negado, mas continua a haver esforços para encontrar soluções que equilibrem os interesses dos consumidores e as metas de transição energética do estado. Enquanto isso, grupos como a coligação "Stop the Big Utility Tax" questionam a eficácia e o impacto real dessa nova política, destacando a necessidade de considerar cuidadosamente seu impacto na adoção de energia solar e outras medidas de eletrificação necessárias para alcançar as metas climáticas do estado.

  • Segurança em Usinas Solares Fotovoltaicas: Cuidados durante Inundações

    A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) emite uma nota de solidariedade em relação ao desastre climático no Rio Grande do Sul. Especialmente para os consumidores que possuem usinas solares fotovoltaicas instaladas, é crucial estar ciente dos riscos durante inundações. Aqui estão algumas recomendações importantes: 1. Proteção contra Água: - Os módulos solares possuem proteção contra água, mas é essencial verificar se essa proteção foi comprometida durante a inundação. - Antes de energizar novamente os módulos, realize um recomissionamento para garantir que tudo esteja funcionando corretamente. 2. Os inversores solares são componentes críticos em sistemas fotovoltaicos e requerem atenção especial. Aqui estão algumas considerações importantes ao lidar com inversores solares após uma inundação: - Inspeção Detalhada: - Antes de religar os inversores, realize uma inspeção minuciosa. - Verifique visualmente se há danos físicos, como água ou sujeira nos componentes. - Procure por sinais de curto-circuito ou corrosão. 3. Secagem Adequada: - Se os inversores foram expostos à água, é essencial garantir que estejam completamente secos antes de energizá-los novamente. - Use métodos adequados de secagem, como ventilação natural ou aquecedores de baixa temperatura. 4. Teste de Funcionamento: - Após a secagem, teste o funcionamento dos inversores. - Verifique se todas as conexões estão firmes e se não há falhas nos circuitos. 5. Profissionais Qualificados: - Se você não tem experiência em eletrônica de potência, é recomendável contratar um profissional qualificado para realizar a análise e o recomissionamento dos inversores. Lembre-se de que a segurança é sempre a prioridade. Se houver qualquer dúvida ou preocupação, consulte um especialista em energia solar. A manutenção adequada garantirá o desempenho contínuo do seu sistema fotovoltaico. - Risco de Choque Elétrico: - Com a água presente, há um risco aumentado de choque elétrico. - Evite tocar nos painéis solares ou em qualquer parte do sistema durante inundações. - Se houver danos visíveis, desligue imediatamente o sistema e procure assistência profissional. - Monitoramento Contínuo: - Acompanhe os níveis das águas e esteja preparado para tomar medidas preventivas. - Mantenha-se informado sobre as condições climáticas e as previsões de chuva. Lembre-se sempre de priorizar a segurança e seguir as orientações dos profissionais especializados. A energia solar é uma fonte limpa e sustentável, mas é fundamental garantir a proteção dos equipamentos e das pessoas envolvidas. Para mais informações, consulte o site da ABGD - https://www.abgd.com.br/portal/ .

  • O Energy Advisor pode ajudar a reduzir os custos de fornecimento de energia

    Um Energy Advisor é uma pessoa que oferece suporte completo a uma empresa na gestão de todas as questões relacionadas à energia. Isso inclui processos de fornecimento de energia e estratégias para aquisição de energia e gerenciamento de riscos. As principais funções de um Energy Advisor incluem: 1. Auditoria Energética: O Energy Advisor visita o local de negócios do cliente para realizar uma auditoria energética. Isso envolve analisar contas de energia e inspecionar equipamentos para determinar o nível de uso e eficiência energética do local. Com base nessa avaliação, o Energy Advisor fornece sugestões concretas para reduzir as contas de energia, melhorar a eficiência energética dos edifícios e atender às regulamentações ambientais. 2. Redução de Custos: O Energy Advisor pode ajudar a reduzir os custos de fornecimento de energia, aproveitando seu conhecimento do mercado e contatos com diversos fornecedores. Eles podem negociar com os fornecedores em nome da empresa para obter melhores preços. 3. Estratégias de Gestão de Energia: O Energy Advisor ajuda a implementar estratégias de gerenciamento de energia a longo prazo, proporcionando vantagens econômicas. 4. Conhecimento de Mudanças Regulatórias: Graças aos insights de mercado, o Energy Advisor mantém os clientes informados sobre mudanças regulatórias no setor de energia. 5. Identificação de Problemas de Equipamento: Além de reduzir o consumo de energia, o Energy Advisor pode identificar problemas com equipamentos, como vazamentos ou manutenção inadequada, que causam perdas de energia. 6. Tecnologias de Eficiência Energética: O Energy Advisor pode introduzir tecnologias de eficiência energética, como painéis solares, iluminação LED ou isolamento térmico, aumentando o valor da propriedade. Em resumo, um Energy Advisor é um parceiro valioso para empresas que desejam otimizar seus custos de energia e melhorar sua eficiência energética.

  • Quanto e como o preço da energia impacta no crescimento da indústria e na produção de commodities?

    Entre 2020 e 2021 a alta do preço da energia elétrica representou um aumento de 13% no custo total da produção das indústrias do país. Mais precisamente devido à crise hídrica que apesar do esforço dos diversos agentes econômicos para mitigar os efeitos, o aumento no custo de geração foi, de alguma forma, repassado aos consumidores. Consequentemente, desencadeando diversos impactos sobre a economia brasileira. Um desses impactos é sobre o consumo das famílias. O aumento no preço da energia faz com que as famílias tenham menos renda disponível para o consumo dos demais produtos, o que causa uma redução na demanda doméstica. Essa redução da demanda resulta em uma redução da produção nacional dos bens de consumo direcionados às famílias. Os setores que produzem esses bens, por sua vez, adquirem menos insumos, afetando negativamente os setores que fabricam bens intermediários, resultando em um efeito negativo em cadeia. No mesmo ano, os efeitos diretos e indiretos do aumento de preço da energia geraram uma perda de cerca de 166 mil empregos em relação à quantidade de pessoas que estariam ocupadas sem o aumento no preço da energia. O consumo das famílias se reduziu em 7,0 bilhões de reais a preços de 2020. Já a inflação às famílias, em 2021, sofreu um aumento de 0,16%. A perda nas exportações foi o equivalente a 2,9 bilhões de reais. A perda estimada no PIB da indústria de transformação em decorrência do aumento no preço da energia elétrica foi de 1,7 bilhão de reais em 2022. O impacto sobre o emprego é uma perda de cerca de 290 mil empregos em relação à quantidade de pessoas ocupadas entre abril e junho de 2021. O consumo das famílias se reduziu em 12,1 bilhões de reais a preços de 2020. Já o aumento no preço às famílias foi de 0,41%. Por último, as exportações cairam aproximadamente 5,2 bilhões de reais. "Apesar de sermos um dos maiores produtores de energia renovável do mundo, o Brasil possui uma das mais caras tarifas de energia elétrica para a indústria, superando o custo de países como a França, Canadá, Turquia, México e Estados Unidos. O alto preço da energia elétrica é um dos fatores que diminuem a competitividade da indústria brasileira". Oque dizer das commodities? Diante da ampla inserção do Brasil no mercado internacional de produtos agrícolas, onde se destaca como expressivo produtor e fornecedor de commodities, os estudos relacionados à compreensão das relações entre o setor de energia e os produtos agrícolas tornam-se cada vez mais importantes. Embora muito já tenha sido feito em âmbito nacional, como os trabalhos de Santos et al. (2007, 2010), Serra et al. (2009), Brandão (2012) e Bellinghini et al. (2011), nenhum estudo foi dedicado a analisar as relações de cointegração e causalidade entre fontes de energia e commodities agrícolas. É notável a existência de relações de causalidade entre os preços do petróleo, as fontes alternativas de energia e as demais commodities agrícolas. Como o mercado desses produtos é altamente dinâmico em nível mundial, decorre aí um processo de integração de preços, assunto que será abordado a seguir. O aumento no preço do petróleo é transmitido para o preço dos produtos agrícolas. A causa desse efeito se dá pela relação insumo/produto existente nesses mercados. Além disso, o aumento dos preços do petróleo estimula o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, dentre elas os biocombustíveis produzidos a partir de massa vegetal, e o consequente aumento da demanda por produtos agrícolas como soja, milho e cana-de-açúcar. Como, no nível da produção agrícola, esses produtos competem por área, a elevação da demanda aumenta o grau de integração entre seus preços. Somado a isso, têm-se a integração dos mercados globais decorrente da ascensão das relações comerciais entre os países. Valendo-se dos resultados obtidos em um estudo promissor sobre a relação entre as fontes de energia e as commodities , foi possível concluir que há dependência tanto do etanol quanto das commodities agrícolas no mercado brasileiro em relação ao preço internacional do petróleo. Também foi possível confirmar a hipótese de entrelaçamento das commodities agrícolas ao preço do etanol. Por fim, a função impulso-resposta demonstrou que a resposta das variáveis aos choques não antecipados é predominantemente positiva, porém de impacto moderado, não ultrapassando variações de 10% no comportamento dos preços. "Os cortes na produção e as projeções de oferta e demanda têm influenciado diretamente no preço do petróleo, bem como na rentabilidade do cultivo de commodities agrícolas". ( Perspectivas para 2024: Petróleo em alta, retomada das commodities e tendências para o setor ) O cenário atual aponta para um declínio dos estoques, com a oferta não conseguindo acompanhar a demanda. Os cortes na produção e as projeções de oferta e demanda têm influenciado diretamente no preço do petróleo, bem como na rentabilidade do cultivo de commodities agrícolas. A virada do ciclo pecuário e a economia doméstica também estão atreladas ao processo de listagem das commodities, evidenciando a volatilidade do mercado. A importância das commodities no cenário econômico global é incontestável, e as projeções para o futuro apontam para desafios e oportunidades . A produção de energia solar com baterias pode ajudar a reduzir os impactos negativos que o preço da energia tem sobre a indústria e a produção de commodities de várias maneiras: 1. Redução nos custos com eletricidade a longo prazo: A energia solar apresenta uma oportunidade única para indústrias e grandes empresas minimizarem seus custos operacionais. Investir em energia solar significa aproveitar a luz do sol, uma fonte gratuita e inesgotável, para gerar eletricidade. Ao longo do tempo, essa escolha se traduz em economias substanciais nas contas de luz, considerando especialmente o aumento constante dos custos de energia convencional. 2. Simplicidade de instalação e durabilidade: Os sistemas de energia solar destacam-se pela facilidade de instalação em diversos tipos de edificações, sem a necessidade de grandes reformas ou adaptações estruturais. Além disso, os painéis solares são projetados para resistir a diferentes condições ambientais, garantindo uma longa vida útil. 3. Baixa necessidade de manutenção: Um dos principais benefícios dos sistemas fotovoltaicos é sua baixa necessidade de manutenção. Uma vez instalados, os painéis solares requerem verificações e limpezas periódicas para manter sua eficiência energética. Essa característica reduz os custos operacionais e minimiza as interrupções na produção, assegurando um fornecimento de energia confiável e contínuo para as operações industriais. 4. Eficiência Energética Aprimorada: As baterias de última geração são projetadas para maximizar a quantidade de energia que podem armazenar e liberar. Isso permite que a energia gerada durante o dia seja armazenada e utilizada durante a noite ou em dias nublados, aumentando a eficiência do sistema de energia solar. Portanto, a produção de energia solar com baterias pode ser uma solução eficaz para mitigar os impactos negativos do preço da energia na indústria e na produção de commodities. Além disso, contribui para a sustentabilidade ambiental e a diversificação da matriz energética.

  • Morrisville Water and Light e Encore Renewable Energy Firmam Parceria para Projeto de Armazenamento de Energia

    Parceria Estratégica para Energia Sustentável: Morrisville Water and Light e Encore Renewable Energy Avançam com Projeto de Armazenamento de Energia em Vermont. Imagem de TravelScape no Freepik Morrisville Water and Light (MWL), uma empresa pública sem fins lucrativos, está avançando com um projeto inovador de armazenamento de energia em parceria com a Encore Renewable Energy. O contrato foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração da MWL e marca um passo significativo para aumentar a confiabilidade da rede elétrica em Morrisville, Vermont. O projeto envolve o desenvolvimento de uma instalação de armazenamento de bateria de 5 MW, que será implantada nas proximidades do projeto Salvage Yard Solar. Esta bateria terá uma capacidade substancial de 4,96 MW e será capaz de fornecer até 22.000 kWh quando totalmente carregada. Essa capacidade representa cerca de 60% da demanda de pico típica da MWL e permitirá que a empresa utilize as baterias para diversas finalidades, como absorção de picos de tensão, redução da demanda de pico e resiliência da rede durante emergências. Além disso, o sistema de armazenamento de energia permitirá que a MWL participe da arbitragem energética, otimizando os custos de energia ao carregar as baterias durante períodos de baixa demanda e descarregá-las durante períodos de alta demanda. "Esta parceria com a Encore Renewable Energy representa um passo significativo em nossos esforços para fornecer soluções energéticas confiáveis, acessíveis e sustentáveis ​​para nossa comunidade", afirmou Scott Johnstone, Gerente Geral da MWL. O projeto está previsto para entrar em operação em novembro de 2026, marcando um marco importante na transição de Morrisville para um futuro de energia limpa e sustentável. Esta iniciativa não apenas aumentará a confiabilidade da rede elétrica local, mas também reduzirá os custos de energia e promoverá a adoção de fontes de energia renovável na região.

  • ABREN apresenta soluções para a recuperação energética de resíduos no Brasil duranteAudiência Pública no Senado Federal

    A associação participou nesta terça-feira (7) de sessão da Comissão de Meio Ambiente e destacou que, para atender às metas do Planares com relação à recuperação energética, seria necessário contratar anualmente 66 MW dessas usinas, com um custo de apenas 0,06% na conta de energia elétrica Brasília, 08 de maio de 2024 O presidente da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN), Yuri Schmitke, participou nesta terça-feira (7) de Audiência Pública realizada pela Comissão de Meio Ambiente (CMA), no Senado Federal, para discutir propostas e soluções para viabilizar o cumprimento das metas da Recuperação Energética de Resíduos Sólidos no Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares). Segundo com Schmitke, esse tema precisa ser deba8do com urgência junto às autoridades públicas, pois o Brasil está extremamente atrasado no que diz respeito à recuperação energética de resíduos. “O Planares, aprovado pelo Decreto Federal nº 11.043, de 13 de abril de 2022, prevê a implementação de 994 MW de potência instalada de usinas de recuperação energética até 2040. No entanto, não há nenhuma usina de recuperação de energia de resíduos em operação no Brasil”, destacou o executivo. Atualmente, há somente projetos em desenvolvimento e uma única usina em construção, a Unidade de Recuperação Energética – URE Barueri, em São Paulo, com 20 MW de potência instalada. De acordo com estudos da ABREN, ainda é possível atender à meta definida pelo Planares. Para isso, porém, é necessária a contratação anual de 66 MW de energia elétrica proveniente de usinas de recuperação energética a partir de 2025. “Isso custaria apenas 0,06% na conta de energia elétrica, o equivalente a centavos”, explicou Schmitke durante a sessão. “Ou seja, não falta viabilidade econômica ou tecnológica, mas sim vontade política. O Brasil precisa de um marco regulatório que incentive a recuperação energética de resíduos e de mecanismos para contratação direta dessa modalidade”, completou. Atualmente, o Brasil descarta praticamente todos os seus resíduos sólidos urbanos (RSU) em aterros ou lixões, sendo que a disposição inadequada provoca o risco de contaminação dos recursos hídricos pelo chorume ou lixiviado, ou seja, redução da água potável disponível no planeta, bem como ocasionando danos à saúde humana que podem ser facilmente evitáveis ao se utilizar os processos tecnológicos disponíveis. As usinas de recuperação energética reduzem, por exemplo, em 8,4 vezes a emissão de Gases de Feito Estufa (GEE) em comparação com aterros sanitários. “Não se trata apenas de uma solução de energia, mas principalmente de uma solução de saúde pública. Estamos falando de uma usina que oferece uma designação final ao lixo ambientalmente mais adequada e que, além disso, ainda gera energia elétrica limpa e renovável”, finalizou o representante da ABREN. Além de Yuri Schmitke, participaram da Audiência Pública Adalberto Felício Maluf Filho, Secretário Nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Karina Araújo Sousa, Diretora de Transição Energética da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento, Osvaldo Luiz Leal de Moraes, Diretor do Departamento para o Clima e Sustentabilidade da Secretaria de Políticas e Programas Estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e Alceu Lorenzon, Presidente da Alcaplas Indústria de Plásticos. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Resíduos para Energia (ABREN) é uma organização nacional sem fins lucra8vos cuja missão é promover o diálogo entre o setor privado e as ins8tuições públicas, tanto em nível nacional quanto internacional, e em todos os níveis de governo. A ABREN foi selecionada pela GIZ Bélgica para implementar o projeto. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos para recuperação energé8ca, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de um setor sustentável e integrado de tratamento de resíduos sólidos no Brasil. A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site, Linkedin, Facebook, Instagram e YouTube da associação.

  • Lançamento de novo produto DAH Solar: Módulo fotovoltaico de vidro duplo de tela cheia, a “Era de tela cheia 3.0” foi iniciada

    Em Fevereiro de 2024, a DAH Solar lançou seu novo produto carro-chefe, os Módulos Fotovoltaicos de Vidro Duplo de Tela Cheia, o que indica que a “Era da Tela Cheia 3.0” foi iniciada. Os módulos fotovoltaicos de vidro duplo de tela inteira da DAH Solar são os primeiros módulos fotovoltaicos de vidro duplo do setor que não possuem molduras nos quatro lados da frente. O lançamento deste produto demonstra mais uma vez a força técnica da DAH Solar em criação e inovação, sendo o fundador e mestre dos Módulos Fotovoltaicos de Tela Cheia. Os Módulos Fotovoltaicos de Tela Cheia são especialistas em antipoeira, os Módulos Fotovoltaicos de vidro duplo que estão gradativamente prevalecendo na indústria também apresentam grandes vantagens em estabilidade e diversos cenários de aplicação. Os módulos fotovoltaicos de vidro duplo de tela inteira DAH Solar mantêm as vantagens dos módulos fotovoltaicos de tela inteira, além disso, a recente eficiência de produção em massa da célula TOPcon da DAH atingiu 26,50%. O encapsulamento de alto bloqueio utilizado nos módulos fotovoltaicos e a mais recente tecnologia avançada LECO utilizada nas células TOPCon garantem a melhor resistência às intempéries e a geração de energia estável e confiável. Com a exclusiva moldura sem moldura na parte frontal dos módulos fotovoltaicos, é instalável tanto vertical quanto horizontalmente, também capaz de evitar a aclamação de neve ou areia, com aumento médio anual de geração de energia de 6 a 15%. A aplicação de vidro duplo acrescenta brilho ao esplendor atual do Full-Screen: Os módulos fotovoltaicos de vidro duplo de tela cheia têm uma taxa de bifacialidade notavelmente alta de 85% para maior geração de energia. A altíssima resistência e aplicabilidade às intempéries extremas permitem que os módulos fotovoltaicos de vidro duplo de tela cheia lidem com 99% dos ambientes de aplicação extremos, independentemente de serem áreas montanhosas ou desertos. E no telhado da fábrica industrial, o desempenho é mais excelente. Além disso, os novos módulos fotovoltaicos de vidro duplo de tela cheia são mais estáveis e mais confiáveis graças ao seu design atualizado de ranhura de transbordamento e à estrutura de quadro atualizada devido à aplicação do vidro duplo. Com a introdução do recém-lançado módulo fotovoltaico de tela cheia e vidro duplo, a busca final pela melhoria da tecnologia e do desempenho do produto da DAH Solar é alcançada ainda mais, e o objetivo de fornecer vitalidade para a transição energética global é ainda mais alcançado.

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