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  • Como as baterias ajudam a manter as luzes do Texas acesas durante condições climáticas extremas

    As baterias no ERCOT (Conselho de Confiabilidade Elétrica do Texas) desempenharam um papel essencial em manter as luzes acesas durante o calor extremo do verão de 2023, liberando mais de 3 GW de usinas de gás natural durante horários críticos, segundo pesquisa da Aurora Energy. De acordo com a empresa de pesquisa e insights, enquanto as condições do Texas indicam outro verão difícil na rede elétrica do estado, os sistemas de armazenamento de energia em baterias ajudaram e continuarão a ajudar a diminuir o impacto e o custo das condições climáticas extremas. Em seu relatório, Role of Battery Energy Storage Systems (BESS) in the ERCOT Market , Aurora afirma que as instalações do BESS já provaram ser um componente crítico da matriz energética do Texas , ajudando o estado a manter energia confiável, econômica e despachável em momentos de alta demanda. Eles ajudaram a abordar a dinâmica do sistema criada pela energia renovável intermitente e pelas condições operacionais desafiadoras da rede, que são exacerbadas pelas condições climáticas adversas. O relatório concluiu que, tanto em condições normais como extremas, as baterias ajudaram a reduzir os custos do sistema, ao mesmo tempo que permitiram o aumento da geração de gás natural. “Os sistemas de armazenamento de energia de baterias no Texas estão sob crescente escrutínio, mas nossa análise mostra que as baterias aumentaram a confiabilidade e reduziram os custos para os texanos durante dias críticos, como a tempestade de inverno de janeiro passado”, disse Olivier Beaufils, líder de mercado ERCOT da Aurora Energy Research. “Curiosamente, isso não ocorreu às custas da geração a gás. Na verdade, à medida que os sistemas de armazenamento de baterias têm prestado cada vez mais serviços auxiliares no Texas, permitiram que uma quantidade equivalente de geração de gás natural participasse no sistema, o que significa que 1 GW de baterias recentemente construídas que participam nos mercados de serviços auxiliares resultou em cerca de 1 GW de geração a gás saindo de serviços de backup e entrando nos mercados de energia durante períodos de estresse do sistema.” Durante o congelamento do inverno de janeiro de 2024, as unidades BESS pouparam cerca de 750 milhões de dólares em custos de mercado para o dia seguinte, prestando serviços auxiliares essenciais e libertando até 3 GW de geração de gás para satisfazer necessidades críticas de energia e reduzir preços. Durante todo o verão e especialmente em 6 de setembro de 2023, em meio ao calor extremo do verão e ao aumento da demanda de energia, as baterias mantiveram as luzes acesas e evitaram um evento emergencial de redução de carga, despachando um pico de 2 GW de energia quando as reservas do ERCOT eram mais baixas. “As baterias armazenam e transferem energia, especialmente energia barata, e a convertem em recursos de capacidade criticamente úteis que podem ser despachados durante as horas do dia, quando é mais necessária”, acrescentou Beaufils. “Eles atendem uma parcela cada vez maior de serviços auxiliares e ajudam a ERCOT a manter a estabilidade da rede durante eventos climáticos extremos ou quando grandes geradores ou linhas de transmissão ficam subitamente desligados – um papel que tem sido historicamente desempenhado pelos geradores de gás natural.” O relatório da Aurora baseia-se numa análise de dados históricos fornecidos pelo ERCOT, incluindo capacidade instalada do BESS, oferta e procura em todo o mercado, preços grossistas de energia e despacho unitário, prémios de serviços auxiliares e reservas operacionais do ERCOT – a quantidade de capacidade de produção restante disponível para o sistema.

  • Manifestação do Setor Solar Confronta Cemig e ANEEL Durante Evento do G20

    Hoje, especialistas em energia solar se congregaram nas proximidades do Minas Centro, localizado em Belo Horizonte (MG), coincidindo com a terceira reunião do G20 focada em Transições Energéticas. Líderes das principais economias globais, incluindo representantes da União Europeia e União Africana, estão debatendo sobre a transição para energias renováveis. Os manifestantes expressaram frustrações com os entraves impostos pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) para integrar sistemas de energia solar às redes de consumo. Por mais de um ano, a Cemig tem sido acusada de criar barreiras que limitam o avanço da energia solar no estado, com muitos projetos suspensos sob a justificativa de reversão no fluxo de energia. Os manifestantes também expressaram descontentamento com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), exigindo uma postura mais assertiva da agência em relação à Cemig e outras distribuidoras que estariam obstruindo o progresso do setor. Em defesa, a Cemig declara que está em conformidade com as normas da ANEEL e que está avaliando as alegadas reversões de fluxo energético. O protesto ressalta a necessidade de um diálogo efetivo entre todos os envolvidos para facilitar o desenvolvimento da energia solar no Brasil de maneira sustentável. A transição para fontes de energia sustentáveis é um desafio que transcende fronteiras nacionais, e a colaboração entre diferentes setores é essencial para superar barreiras e fomentar o uso de energias mais limpas e renováveis.

  • Sofar Brasil: Inovação em Energia Solar Fotovoltaica

    Hoje, a equipe da SolarTV teve o privilégio de visitar as instalações da Sofar no Brasil. Durante a visita, conhecemos os mais recentes lançamentos e o comprometimento da Sofar em fornecer tecnologia de excelência para diversos projetos de energia solar fotovoltaica em todo o país. Eduardo Froes, Country Manager da Sofar, compartilhou conosco os desafios e oportunidades que a empresa tem enfrentado no mercado brasileiro. A Sofar é pioneira no fornecimento de inversores solares fotovoltaicos, sistemas de armazenamento de energia, inversores híbridos e carregadores de carros elétricos. Sua tecnologia de alta confiabilidade é produzida em uma fábrica ultramoderna e automatizada localizada na China. Com a Sofar, o futuro da energia solar no Brasil está mais brilhante do que nunca. A empresa continua a impulsionar a inovação e a sustentabilidade, contribuindo para um mundo mais limpo e eficiente. Sofar Brasil Investe em Centros de Treinamento e Assistência Eduardo Froes, Country Manager da Sofar, compartilhou com a SolarTV, em seu escritório na Avenida Paulista, SP, os planos empolgantes da empresa para o mercado brasileiro. A Sofar está investindo em dois centros estratégicos para aprimorar o atendimento aos clientes e parceiros. 1. Centro de Treinamento e Showroom na Avenida Paulista: - Localizado no próprio prédio da Sofar na Avenida Paulista, esse centro será um espaço moderno e acessível para receber empresas parceiras. O objetivo é apresentar as novas tecnologias, oferecer treinamentos práticos e permitir que os parceiros experimentem os produtos Sofar em primeira mão. Com isso, a empresa busca fortalecer sua marca e proporcionar uma experiência completa aos clientes. 2. Centro de Reparo e Assistência em Jacareí - SP: - Além do centro na Avenida Paulista, a Sofar também está estabelecendo um centro avançado de reparo e assistência em Jacareí, SP. Esse local será dedicado ao suporte pós-venda, garantindo que os consumidores que escolheram a marca Sofar tenham acesso a serviços de alta qualidade. A empresa está comprometida em oferecer a melhor experiência possível aos seus parceiros. Com esses investimentos, a Sofar reforça seu compromisso com a excelência e a inovação no setor de energia solar fotovoltaica no Brasil.

  • Nova série documental “Expedição Solar”, recém-lançada no streaming PlayPlus, traz um olhar apurado sobre o papel das fontes renováveis na recuperação do planeta

    Com apoio da AESolar e outros players do setor fotovoltaico, a primeira temporada aborda as iniciativas de sete países, incluindo o Brasil, em prol da transição energética Em 2023, o planeta Terra enfrentou um dos anos mais quentes da história, com temperaturas médias globais que atingiram recordes, e uma das principais causas para esse aumento foi o crescimento contínuo das emissões de gases de efeito estufa - incluindo o dióxido de carbono (CO2), que aumentou em 1,1% no último ano, alcançando um total alarmante de 37,4 bilhões de toneladas de emissão. É nesse cenário que foi lançada, recentemente, na plataforma de streaming PlayPlus  a série documental, “Expedição Solar”, uma produção da Studio Motion Filmes , que aborda iniciativas de sete países (Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Emirados Árabes, China, Japão e Austrália) em prol de iniciativas voltadas à transição energética. A produção, que é dividida em sete episódios, traz um olhar apurado para o uso de fontes renováveis no combate às mudanças climáticas e mostra como cada uma das regiões visitadas têm abordado esse tópico, deixando de lado o uso de combustíveis fósseis para a adoção de fontes alternativas. Essa mudança para fontes de energia limpas e renováveis pode desempenhar um papel crucial na redução das emissões de CO² e na mitigação das mudanças climáticas. O Brasil é um dos países que têm despontado como líder na adoção da energia fotovoltaica. No último ano, o país bateu recordes na expansão desse segmento. Além disso, a energia solar se tornou a segunda maior fonte do país, com um marco de 36 GW adicionados à rede. No primeiro episódio da série Expedição Solar, “Brasil: Terra do Sol e do Vento”, é possível acompanhar de perto essa realidade ao ver a aplicação da energia fotovoltaica na prática. O diretor geral da AESolar para a América Latina, Ramon Nuche, participa do documentário mostrando alguns cases de uso de FV em setores variados como o automotivo, o industrial e até no turismo. “Estamos vivendo um momento de virada na forma de consumo energético no Brasil e no Mundo. Diante disso, produções que ajudem a levar adiante informação relevante sobre essa transição - como é o caso da série Expedição Solar - são de extrema importância para que cada vez mais pessoas se tornem adeptas do uso de fontes renováveis. A série ilustra perfeitamente os benefícios da geração distribuída para diversos setores. Além de contribuir com a preservação do planeta, é importante entender que a adoção do modelo descentralizado de energia promove o acesso, levando luz a áreas remotas, economia, geração de empregos, e ainda permite investimento em outras frentes da indústria”, afirma Nuche. Hoje, a energia solar já é utilizada em diversas frentes como no agro, no comércio, na indústria, no setor automotivo e residencial. As aplicações das placas solares, que convertem os raios em energia, são das mais diversas, indo desde instalações tradicionais em telhados, até em plantações ou em lagos - conhecidas por usinas flutuantes. As expectativas para o crescimento do uso de energia solar no Brasil em 2024 seguem bastante positivas. De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), serão adicionados 9,4 GW à rede, resultando em um total de 45,5 GW de capacidade instalada até o final deste ano. Isso representa um aumento de 26% em relação à capacidade instalada em 2023. Embora as perspectivas locais sejam boas, como ilustra a série, ainda há um longo caminho a ser percorrido para a transição energética total. “Nós realizamos essa primeira temporada como um convite à exploração das possibilidades e desafios que permeiam a busca por um futuro sustentável. Está claro que a troca de perspectiva em relação ao consumo de energia é um caminho sem volta, essencial para reverter a atual instabilidade climática que ameaça as bases de nossa existência”, afirma Ricardo Honório, produtor e documentarista da série. Além do Brasil, a partir de maio, a primeira temporada da série documental, “Expedição Solar” estará disponível nos principais serviços de streaming, em 63 países, podendo ser encontrada em plataformas como Apple TV, Amazon Prime e Google Play. Sobre a AE Solar A AESolar, fabricante Tier1 (Bloomberg New Energy Finance), é uma das marcas líderes e premiadas no mercado de energia renovável e oferece novos produtos e serviços de energia renovável de alta qualidade desde 2003. Com uma capacidade de produção de 2GW, a AE Solar opera em mais de 100 países. https://ae-solar.com .

  • Projeto aprovado pela Câmara dos Deputados representa possibilidade de expansão dos usuários e dos negócios 

    “Vemos com bons olhos o projeto que visa atender com a energia solar consumidores de baixa renda. É uma forma de promover independência e eficiência energética a diferentes públicos”, Gilberto Camargos, diretor-executivo da SolaX Power A distância entre as fontes de energia renováveis, em especial a solar, e a população em geral têm se tornado cada vez menor. Isso porque, a tendência de queda dos preços dos módulos fotovoltaicos, os quais, só em janeiro de 2024, tiveram redução de 30% em comparação ao mesmo mês do ano anterior (segundo pesquisa da Greener Consultoria), aliada a ações governamentais para expandir o uso dessa fonte, têm possibilitado ampliar o acesso e o leque de usuários da energia solar no Brasil. Um exemplo recente dessas ações é o projeto aprovado pela Câmara dos Deputados para estimular a geração de energia solar entre consumidores de baixa renda. O texto, que passará para aprovação do Senado, indica que as centrais de mini e microgeração de energia elétrica deverão, preferencialmente, utilizar os sistemas de geração de energia solar fotovoltaica. Essas usinas fotovoltaicas poderão ser instaladas em áreas rurais, suspensas sobre a superfície de reservatórios ou nas residências do Programa Minha Casa, Minha Vida. Essa é uma iniciativa que vemos com bons olhos. Todo incentivo para promover a independência energética das pessoas é bem-vindo para desenvolver tanto a energia solar como a eficiência energética. Além disso, é uma possibilidade de que a energia solar atenda a diferentes perfis de clientes. É claro que também visualizamos o potencial de negócios para as empresas do setor. A SolaX Power, por exemplo, que é a terceira no ranking mundial do mercado de inversores híbridos (conforme dados da S&P Global Commodity Insights), iniciou recentemente sua operação brasileira e está em processo de expansão no País. Nesse sentido, a empresa vê com otimismo essa iniciativa.  Estamos acompanhando a tramitação do projeto, agora no Senado, porque temos equipamentos que atendem tanto as usinas fotovoltaicas de maior porte, que seriam utilizadas por meio de cooperativas, como a solução dos microinversores, que poderiam ser usados nas soluções voltadas às residências do Minha Casa, Minha Vida. Então, caso seja aprovado, estamos prontos para atender os dois tipos de projetos que constam no texto. Vale ressaltar que essas iniciativas que disseminam e tornam a energia solar mais acessível, contribuem para que o Brasil se mantenha com considerável ritmo de crescimento no setor.  Somos o sexto no ranking mundial com maior potência solar instalada e o País já ultrapassou a marca de 29 GW de potência instalada operacional em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos no país, segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar). Com isso, mais de 3,7 milhões de unidades consumidoras já são atendidas pela energia fotovoltaica. A SolaX Power trabalha no mundo todo para transformar o planeta em um lugar mais verde, mais sustentável, e o amplo acesso às energias renováveis são parte fundamental nesse processo de transformação da nossa sociedade.  Gilberto Camargos Diretor-executivo da SolaX Power no Brasil

  • Heterojunção junho! Junte-se à Huasun na SNEC PV Power Expo e Intersolar Europe 2024

    A indústria fotovoltaica está a entrar numa nova era de desenvolvimento de alta qualidade, marcada por oportunidades e desafios. A tecnologia de heterojunção (HJT) emergiu como um impulsionador fundamental do avanço solar devido à sua alta eficiência, confiabilidade, maior geração de energia e baixa pegada de carbono.  Como maior fabricante de HJT do mundo, a Huasun Energy tem expandido consistentemente os limites da tecnologia HJT, introduzindo produtos inovadores, como o primeiro módulo HJT retangular da indústria e o módulo de barramento zero (0BB). Em junho deste ano, a Huasun apresentará sua tecnologia HJT líder e produtos de última geração em duas importantes exposições solares internacionais: a SNEC PV Power Expo e a Intersolar Europe. Os visitantes terão a oportunidade de ver os wafers, células e módulos HJT da série Himalaya G12-132 e Everest G12R, carro-chefe da Huasun. Além disso, a Huasun apresentará suas mais recentes inovações em heterojunção, destacando suas aplicações em vários cenários fotovoltaicos, incluindo serviços públicos de grande escala, comerciais e industriais, telhados residenciais, offshore e instalações verticais. Huasun celebrará ainda mais seu “Junho de Heterojunção” com dois eventos exclusivos de Workshop e Gala HJT na China e na Europa. Esses eventos contarão com uma série de apresentações esclarecedoras, estudos de caso, além de networking divertido, incluindo coquetéis, jantares de gala e apresentações de bandas ao vivo. Junte-se à Huasun Energy em junho para explorar o futuro da tecnologia fotovoltaica e testemunhar os avanços em HJT que estão impulsionando a indústria! Visão geral da agenda - Huasun Heterojunction Tour, junho de 2024 12 de junho @ 740W+ HJT Club Industry Summit de alta eficiência em Xangai 12 de junho à noite @Huasun HJT Workshop exclusivo e Gala Shanghai 13 a 15 de junho @SNEC PV Power Expo 2024 Xangai: Estande Huasun #7.2H-F680, Centro Nacional de Exposições e Convenções  18 de junho @Solar & Energy Storage Future Germany Summit 2024 Munique 19 a 21 de junho @Intersolar Europe 2024 Munique: Estande Huasun #A3-230, Messe München 26 de junho @Huasun HJT Workshop Exclusivo e Gala Europa Mais sobre as atualizações do evento, siga “Huasun HJT” no LinkedIn.  Clique para entrar em contato diretamente com Huasun  Sobre Huasun Energy Reconhecida como líder industrial em tecnologia solar de heterojunção (HJT), a Anhui Huasun Energy Co., Ltd (Huasun) é especializada em P&D e fabricação em larga escala de wafers, células e módulos solares HJT de silício tipo n de ultra-alta eficiência. Com capacidade de produtos HJT de 20 GW, a Huasun é considerada o maior fabricante de HJT do mundo. A empresa forneceu 5 GW de produtos HJT para mais de 40 países em todo o mundo.  Site: www.huasunsolar.com E-mail: sales@huasunsolar.com

  • Astronergy continua avançando e alcança o TOP 5 na Lista de Fabricantes de Módulos Fotovoltaicos como Tier1 da BloombergNEF no 2º Trimestre!

    A Astronergy tem o prazer de anunciar que garantiu mais uma vez lugar na Lista de Fabricantes de Módulos Fotovoltaicos de Nível 1 da BloombergNEF no segundo trimestre, alcançando o top 5 entre os Tier1! Este reconhecimento é uma prova do nosso compromisso com a excelência e a confiabilidade na entrega de produtos de módulos de alta eficiência. Atualmente, a Astronergy possui 10 fábricas ao redor do mundo, com negócios que abrangem 140 países e regiões. Como pioneira em módulos fotovoltaicos n-type TOPCon, toda a nossa nova capacidade de produção em 2023 adota a tecnologia TOPCon de tipo n. Olhando para 2024, essa tecnologia contribuirá para 91% de nossa capacidade total. A Astronergy atendeu aos critérios rigorosos e conquistou esse reconhecimento graças à nossa dedicação à excelência e à confiabilidade. Agradecemos à Bloomberg pela confiança na Astronergy! Continuaremos a buscar a excelência e a inovação de produtos para contribuir com a transição energética global. Este é mais um marco significativo para a Astronergy, destacando sua posição como líder no setor de energia solar. Buscando sempre impulsionar a inovação tecnológica e fornecer soluções sustentáveis que beneficiem nossos clientes e o meio ambiente. Vamos continuar trabalhando arduamente para manter seus padrões elevados e oferecer produtos que ajudem a moldar um futuro energético mais sustentável.

  • Aldo Solar e GoodWe firmam parceria estratégica para impulsionar projetos de Geração Distribuída, soluções híbridas e de retrofit no Brasil

    A colaboração visa expandir a presença das empresas no crescente mercado de energia solar fotovoltaica nacional.   A GoodWe , fabricante líder mundial de inversores e soluções de armazenamento de energia, acaba de firmar parceria com a Aldo Solar, a maior distribuidora de soluções para energia fotovoltaica do país. O objetivo é fortalecer a presença da empresa no mercado de geração distribuída e alavancar a eficiência de projetos de energia FV em todo o Brasil.   ​Nesta aliança, a Aldo será responsável pela distribuição dos renomados inversores solares da GoodWe pelo país, com ênfase nos inversores da linha HT de 100 e de 250kW, além de inversores monofásicos híbridos e de retrofit. A escolha dos produtos foi estratégica para atender às exigências específicas do mercado de GD, elevando o padrão de qualidade e eficiência disponível para instaladores e projetistas do setor.   ​O Brasil apresenta um dos mercados de energia solar mais promissores do mundo, com uma taxa de crescimento anual estimada em mais de 35% nos próximos cinco anos. De acordo com um balanço publicado recentemente pela ABSOLAR - Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica, o Brasil atingiu a marca histórica de geração de mais de 42 gigawatts (GW). O relatório também apontou que o setor FV atraiu mais de R$199,3 bilhões em investimentos acumulados. A parceria entre Aldo Solar e GoodWe deve transformar o panorama atual da geração distribuída no país, trazendo tecnologias avançadas e soluções inovadoras que irão maximizar a eficiência energética e a sustentabilidade ambiental.   "Esta cooperação com a Aldo representa um marco estratégico para a GoodWe, refletindo nosso compromisso de longo prazo em expandir a nossa presença e a nossa influência no mercado brasileiro de energia solar. Juntos, estamos não apenas ampliando nossas capacidades de distribuição, mas também reforçando o compromisso com a inovação e sustentabilidade no setor de geração distribuída. Estamos confiantes de que essa colaboração fortalecerá nossa posição no mercado, oferecendo produtos de ponta que atendem às crescentes necessidades de energia renovável do Brasil." , diz Fabio Mendes, Vice-Presidente da GoodWe para a América do Sul.   ​Com a parceria, clientes da Aldo Solar e GoodWe agora terão acesso a uma das tecnologias mais avançadas em inversores solares, garantindo produtos mais eficientes e confiáveis. A colaboração assegura uma variedade ampla de produtos a preços competitivos, suporte técnico localizado e melhores condições de garantia e serviços de pós-venda. A GoodWe , em virtude de seu rigoroso processo produtivo e da escolha criteriosa das melhores matérias-primas, se destaca como a única empresa do setor a oferecer uma garantia de 10 anos para seus inversores nas categorias de Geração Distribuída (GD) e Geração Centralizada (GC). Além disso, dá aos clientes a opção de estender essa garantia por até 25 anos, assegurando qualidade e confiabilidade excepcionais aos seus produtos. A colaboração atende às necessidades atuais do mercado e também estabelece novos padrões em termos de sustentabilidade e confiabilidade em projetos de energia solar.   “Juntas, GoodWe e Aldo construirão um novo capítulo de soluções de energia para o Brasil. Essa parceria promoverá o maior portfólio e recursos para as empresas que procuram se destacar no segmento, principalmente para quem está mirando no mercado de armazenamento de energia, grandes usinas e soluções para o Agronegócio. Estamos extremamente confiantes, com a soma de possibilidades que a GoodWe trará para o nosso ecossistema. Tenham a certeza de novidades!” , afirma Nuno Verças, CEO da Descabonize Soluções (ALDO + Sol Agora + LADO). Sobre a GoodWe Empresa líder global em soluções de energia solar, comprometida em fornecer inversores solares inovadores e confiáveis para atender às diversas necessidades do mercado de energia fotovoltaica. A GoodWe tem mais de 4.600 funcionários situados em mais de 20 países diferentes e foi considerado Top 3 Global no fornecimento de inversores híbridos pela Wood Mackenzie em 2021. A empresa tem um acumulado de entrega de mais de dois milhões de inversores e instalação de 52 GW em mais de 100 países e regiões. Tendo alcançado sete prêmios "All Quality Matters'' consecutivos da entidade TUV Alemanha e consistentemente sendo classificado no topo em termos de qualidade geral do produto, o portfólio abrangente de produtos e soluções da GoodWepara residências, comércio e sistemas fotovoltaicos em larga escala garantem alto desempenho e qualidade confiável. Para obter mais informações, visite br.goodwe.com .   Sobre a Aldo Solar  Adquirida em 2021 pela Brookfield, a Aldo Solar é especializada em soluções para a geração de energia solar no país.  A Aldo é associada à ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) e participa ativamente do PNRS – Programa Nacional de Resíduos Sólidos. Com mais de 40 anos de estrada, a empresa é parceira dos maiores players mundiais do setor fotovoltaico e um dos líderes do mercado brasileiro de Geração Distribuída.   Mais informações: https://www.aldo.com.br

  • A Hopewind alcançou classificação Tier 1 da BNEF

    🎉 A Hopewind alcançou classificação Tier 1 da BNEF!🌟 Grandes novidades! A Hopewind é agora uma empresa Tier 1 reconhecida pela BloombergNEF. Estamos honrados por nos juntarmos aos líderes da indústria e estamos comprometidos com a nossa missão de energia limpa e renovável. Reconhecimento Premier: Esta distinção Tier 1 é um reflexo do nosso compromisso inabalável com a excelência e a sustentabilidade. Obrigado à nossa equipe, parceiros e apoiadores por tornarem essa conquista possível. Juntos, estamos impulsionando mudanças positivas e moldando um futuro melhor para todos. Saiba mais: Quer saber como atingimos essa conquista? Fique atento aos insights sobre nossa jornada e aos critérios que nos renderam esse estimado reconhecimento. A Hopewind é uma empresa chinesa fundada em 2007, especializada em pesquisa, fabricação, vendas e serviços de energia renovável e produtos de acionamento elétrico. Ela é referência em soluções de energia eólica, fotovoltaica e armazenamento de energia. No segmento eólico, a Hopewind é o maior fabricante chinês e o terceiro maior fabricante do mundo1. Além disso, a empresa foi nomeada para o Smarter E AWARD 2024 com seu inversor string de 385 kW, que possui capacidade Grid Forming. Essa premiação reconhece e homenageia conceitos e tecnologias inovadoras nos domínios da energia e da mobilidade.

  • Enel e Ministério de Minas e Energia Buscam Soluções em Meio à Crise

    Por Energy Channel Brasília, 24 de maio de 2024, Uma delegação da empresa italiana Enel desembarcou no Brasil para uma reunião crucial com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), nesta quinta-feira (23). O encontro ocorre em meio a um processo de caducidade que ameaça o contrato da companhia com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O ministério alega um histórico de falhas e transgressões por parte da empresa privada. Durante a reunião, Silveira reforçou sua posição, alertando que, se a Enel não investir na qualidade do serviço de distribuição de energia, poderá enfrentar consequências graves. A situação se tornou ainda mais delicada após uma série de apagões no final de 2023 e início deste ano, que geraram insatisfação entre os consumidores. A Enel, por sua vez, apresentou um ambicioso plano de investimentos no Brasil, totalizando R$ 18 bilhões para o período de 2024 a 2026. Desse montante, 80% serão destinados à melhoria da distribuição de energia. O projeto inclui o fortalecimento e modernização da rede, automação do sistema e ampliação dos canais de comunicação com os clientes. Além disso, prevê o aumento do quadro de pessoal. As áreas de concessão da Enel incluem São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará. No Rio de Janeiro, o contrato expira em 2026, durante o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em São Paulo, o término está previsto para 2028. O governo está preparando um pacote com 20 medidas para aprimorar as regras dos contratos de distribuição de energia em todo o país. Entre as medidas propostas, destaca-se a limitação dos dividendos distribuídos pelas empresas ao mínimo estabelecido na Lei das Sociedades Anônimas, caso os índices de qualidade não sejam mantidos em todas as áreas de concessão. Além disso, as distribuidoras deverão comprovar anualmente sua saúde financeira com base na relação entre lucro e dívida. Para lidar com interrupções no fornecimento de energia após eventos climáticos extremos, o governo pretende estabelecer um tempo máximo para o retorno da operação. Outras iniciativas incluem o uso do índice de satisfação dos consumidores como critério para conceder incentivos econômicos e a digitalização para facilitar o gerenciamento do consumo. O Ministério de Minas e Energia também propõe o cumprimento das regras de trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelas distribuidoras e a utilização do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para reajustar os contratos. Em resumo, a Enel e o governo brasileiro estão em busca de soluções para garantir um fornecimento de energia confiável e de alta qualidade, ao mesmo tempo em que protegem os interesses dos consumidores e promovem o desenvolvimento sustentável do setor energético. O desfecho dessa crise será decisivo para o futuro da empresa no país.

  • Transição energética não é só troca de fonte de energia

    por, Raphael Sampaio Vale “Nesse mundo de mudanças velozes, dinâmicas e transformadoras, o cooperativismo tem um papel fundamental. A força do trabalho conjunto e harmônico dos cooperados possibilitará a integração tecnológica, econômica, social e ambiental na quarta revolução industrial/tecnológica. Quando fundamos a Cooperativa Brasileira de Energia Renovável e Desenvolvimento Sustentável (Coober), na cidade paraense de Paragominas, em fevereiro de 2016, fomos a primeira cooperativa no Brasil com uma usina solar fotovoltaica conectada da rede elétrica a compensar a geração de energia nas contas de energia de seus cooperados. Com o espirito PEI (Pioneiro, empreendedor e inovador) imaginávamos que as mudanças no Setor Elétrico Brasileiro seriam mais rápidas, o que foi um grande engano. Ignoramos que no setor elétrico mundial as mudanças não acompanharam a velocidade dos setores bancário, automotivo e aeroespacial. É um setor CLT (Conservador, lento e tradicional). Ao longo desses últimos oito anos, nosso exemplo se espalhou por todo o Brasil e hoje existem 30 cooperativas de possumidores (produtor + consumidor) de energia elétrica. Porém, acreditamos que estamos mais próximos da grande luz no fim ou seria no inicio do túnel? Essa minha esperança foi potencializada ao participar em Brasília (entre os dias 14 e 16 maio de 2024) do 15º CBC (Congresso Brasileiro de Cooperativismo), anunciado como o maior evento cooperativista do mundo, onde, para além das pautas cooperativista, foi cheio de palestras sobre inovação, mudanças, adaptações e futuro. E especialmente sobre futuro, destaco a palestra da professora Martha Gabriel e transcrevo um trecho do seu livro, “O futuro é Coop”, sobre a transição energética e as cooperativas, página 160: “As cooperativas podem se posicionar como líderes na transição para fontes de energia renováveis, oferecendo serviços relacionados à energia limpa e promovendo práticas sustentáveis em suas comunidades. Isso pode aumentar sua relevância e reputação como agentes de mudança positiva.” Essas práticas sustentáveis passarão necessariamente pelos RED’s (Recursos Energéticos Distribuídos), nos quais temos a Geração Distribuída, armazenamento de energia, off grid urbano, veículos elétricos, eletrovias, eficiência energética, gerenciamento pelo lado da demanda. E as cooperativas são entidades aptas a potencializar a transição necessária. Transição Energética A transição energética não se resume apenas à troca de fontes de energia. Ela também engloba: o aumento da eficiência energética, mudanças positivas nos hábitos de consumo, desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias e a criação de um novo modelo energético. Transformar o sistema energético em um sistema mais descentralizado, democrático, digitalizado, descarbonizado e resiliente, com maior participação da sociedade civil e das comunidades locais. Acreditamos que as cooperativas são o caminho para um uma transição energética mais justa, transparente e com menor custo, atendendo assim os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis). Principalmente com as constantes evoluções tecnológicas e mudanças de paradigmas. Devemos ter em mente dois fatores que estação crescendo e trarão impactos no setor elétrico: o armazenamento de energia elétrica em baterias e a mobilidade elétrica (ou eletrificação do transporte). Ambos estão avançando, crescendo e demandando mais adaptações e mudanças. Pobreza Energética Em 2024, em todo o mundo temos aproximadamente 773 milhões de pessoas sem o fornecimento regular de energia elétrica, segundo relatório de março/2024 publicado pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena). Esse é o núcleo do ODS 7: energia limpa e acessível. Lembrando que não há dignidade da pessoa humana sem energia elétrica. No Brasi l estima-se menos de 1 milhão de pessoas sem acesso regular a energia elétrica, segundo dados do Instituto de Energia e Meio Ambiente. Para além desse terrível cenário temos um outro grave problema: situação muito indigna é a pobreza energética daqueles que tem conexão e não consomem por falta de capacidade financeira. É algo quase invisível para a maioria da população brasileira. Porém, o estado do Pará, segundo maior produtor de energia elétrica do país, tem a maior tarifa de energia elétrica do Brasil, o que torna ao consumo de energia elétrica algo caro para a população que tem um poder aquisitivo baixo (nosso PIB per capita é o 15º e o IDH é o 24º). Esse cenário gera um outro fator: o alto percentual de PNT (Perdas não técnicas), popularmente conhecido como gato (o furto de energia elétrica). É comum o consumidor que fica inadimplente com a distribuidora de energia elétrica realizar uma ligação irregular, o que cria um ciclo vicioso de não pagamento e o consequente furto de energia elétrica. O modelo que ai está é injusto e ineficaz, e precisa de uma reformulação para diminuir essas mazelas. Acreditamos que as cooperativas de energia renovável são um instrumento de melhoria no consumo de energia elétrica, responsabilidade compartilhada com o consumidor que passa a produzir o que consome e também a diminuição das Perdas Não técnicas no sistema. Os sem telhado As cooperativas são uma excelente opção para aqueles consumidores conhecidos como os “sem telhado”, que são aqueles que: tem sua residência e/ou comércio em: um edifício, ou em um imóvel alugado ou seu imóvel tem algum sombreamento que não viabilize a instalada de uma microusina solar fotovoltaica. O cooperativismo é um sistema socioeconômico baseado na colaboração e na associação de pessoas com interesses em comum. No cooperativismo, os indivíduos se unem para gerir negócios ou prestar serviços de forma conjunta, buscando benefícios mútuos e o desenvolvimento da comunidade. Entendemos que as cooperativas de energia renovável são uma alternativa promissora para um futuro mais sustentável e democrático. Elas oferecem diversos benefícios para seus membros e para o meio ambiente, e podem ser um importante instrumento para o desenvolvimento local, permitindo que as comunidades tenham mais autonomia e controle sobre o seu consumo de energia, além de promover a sustentabilidade e a redução da emissão de gases de efeito estufa. Enfim, há desafio imenso pela frente, no setor que está presente em todos os outros e é ao mesmo tempo invisível e essencial. Raphael Sampaio Vale é advogado e co-fundador da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável e Desenvolvimento Sustentável (Coober).

  • Huasun garante posição na lista de fabricantes de módulos fotovoltaicos de nível 1 da BNEF para o 2T 2024

    Em 23 de maio, a Bloomberg New Energy Finance (BNEF) divulgou suas últimas classificações para fabricantes de módulos fotovoltaicos de nível 1 no segundo trimestre de 2024. Huasun Energy, distinguida por seus produtos de heterojunção (HJT) eficazes e confiáveis, reputação de marca robusta e recursos financeiros formidáveis capacidade, reafirmou sua posição na classificação Tier 1 sob critérios mais rigorosos. A classificação Tier 1 de fabricantes de módulos fotovoltaicos da BNEF se destaca como uma das avaliações mais conceituadas e confiáveis do setor, avaliando aspectos como garantia de qualidade do produto, sucesso em licitações de projetos governamentais, apoio de instituições financeiras, entre outros. Os critérios revistos para o status Tier 1 determinam que os fornecedores de módulos fotovoltaicos devem ter fornecido seus próprios produtos de marca para um mínimo de seis projetos distintos superiores a 5 MW cada nos últimos dois anos e ter garantido financiamento sem recurso de pelo menos seis bancos comerciais diferentes, excluindo bancos de desenvolvimento ou bancos de exportação-importação. Notavelmente, a Huasun se destaca como o único fabricante fotovoltaico na listagem em virtude de projetos completos de HJT. Isso ressalta a dedicação e a experiência focadas da Huasun no avanço da tecnologia HJT, ao mesmo tempo que significa a aclamação internacional concedida aos eficientes módulos HJT da Huasun e ao progresso da industrialização por avaliadores profissionais de renome. Todos os projetos apresentados pela Huasun para aplicação Tier 1 apresentam exclusivamente a utilização de seus módulos HJT da série Himalaya, ressaltando o desempenho superior da tecnologia HJT e a confiança inabalável concedida pela clientela global. Em 2024, a Huasun forneceu cerca de 5 GW de produtos HJT de alta eficiência para mais de 40 países e regiões em todo o mundo, incluindo China, Bulgária, Alemanha, Suíça, Japão e Tunísia. Garantindo a satisfação sustentada do cliente, a Huasun oferece consistentemente qualidade e serviço superiores . Ao mesmo tempo, a Huasun continua comprometida com princípios de consciência ecológica, tendo reduzido a pegada de carbono do seu módulo G10-144 para 366,12g/W CO₂e, contribuindo assim para iniciativas globais de redução de carbono. Como pioneira na industrialização da tecnologia HJT, a Huasun estabeleceu com sucesso quatro bases de produção em Xuancheng e Hefei, localizadas na província chinesa de Anhui, bem como em Wuxi, província de Jiangsu, e Dali, província de Yunnan. Isso forma uma cadeia industrial verticalmente integrada que abrange wafers, células e módulos de silício, com capacidade anual de 20 GW, estabelecendo-se firmemente como líder em capacidades de produção de HJT. Continuando a aprofundar-se nos potenciais da tecnologia HJT tipo n, a Huasun solidificou sua posição Tier 1, reafirmando sua dedicação inabalável ao avanço tecnológico e amplas capacidades de fabricação. Seguindo em frente, a Huasun compromete-se a manter vigilância sobre as tendências do mercado, servindo os clientes globais com produtos de ponta e serviços de primeira linha. Ao fazê-lo, pretende impulsionar o setor fotovoltaico para a vanguarda do fornecimento global de energia, promovendo assim a transição para um futuro mais verde e com zero emissões de carbono.

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