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  • Solis atinge marco: mais de 5,7GW em remessas de inversores solares no Brasil

    A empresa Solis se tornou uma potência em Energia Solar Fundada em 2005, a Solis é a terceira maior fabricante de inversores fotovoltaicos do mundo, segundo Wood Mackenzie. A empresa está presente em mais de 100 países, respondendo sempre às necessidades do mercado. Despacho de 5,7 GW no Brasil até 2023: Até o final de 2023, a Solis expediu mais de 5,7 gigawatts (GW) de energia solar no Brasil e mais de 80 GW globalmente. Isso demonstra sua presença significativa no mercado brasileiro e sua contribuição para a transição energética. Importância do Mercado Brasileiro na Transição Energética: O Brasil possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, com 17,4% de toda a energia gerada proveniente de fontes fotovoltaicas. A expansão da energia solar no país contribui para a redução das emissões de gases e fortalece a transição energética global. O compromisso da Solis com o Brasil: A Solis está no Brasil há 6 anos e continua investindo em inovação e qualidade. A sua presença no mercado nacional é marcada pela inauguração de uma nova fábrica para produção de produtos de vanguarda. Tecnologia: Solis está na vanguarda da tecnologia de sistemas fotovoltaicos. São inversores de última geração, projetados para alta eficiência e durabilidade. Utilizam tecnologia de alto desempenho para manter a mais alta qualidade e garantir alta geração de energia. Os inversores fotovoltaicos trifásicos Solis S6-GU(333-350)K-EHV, com potência de 333-350 kW, entrada de 1500 Vcc e saída de 800 Vca, são projetados para fornecer uma solução de retrofit mais econômica para projetos de energia solar em serviços públicos. . Sua eficiência máxima chega a 99%, com 12/16 MPPTs e 32 entradas, a corrente da cadeia é de 20A, combinando perfeitamente com módulos fotovoltaicos eficientes de alta potência. A interface DC, AC otimizada e o modo de comunicação PLC são adequados para reduzir efetivamente o custo de investimento em projetos de energia solar. Seu nível de proteção é IP66, tornando a usina solar mais segura e estável. O monitoramento de cadeia de alta precisão e a varredura da curva I-V melhoram efetivamente a operação da planta e a eficiência da manutenção e reduzem os custos de O&M posteriores. Resumindo , os inversores Solis oferecem alta eficiência, confiabilidade e recursos avançados para otimizar a geração de energia solar. Esta é uma excelente escolha para sistemas fotovoltaicos residenciais e comerciais.

  • Hoje, tivemos a honra de receber a Ecori Energia Solar no estúdio do Energy Channel

    A Ecori é uma líder e pioneira no segmento de MLPE (Módulos de Eletrônica de Potência), sendo a empresa que introduziu essa tecnologia no Brasil e impulsionou sua adoção no mercado. Desde o início, a Ecori priorizou a segurança em sistemas fotovoltaicos, oferecendo os melhores benefícios em termos de proteção para consumidores finais e parceiros instaladores. Além disso, a tecnologia MLPE proporciona maior produtividade na geração de energia solar a partir de fontes fotovoltaicas. A Ecori trabalha com produtos de alta qualidade, incluindo marcas renomadas como APsystems e SolarEdge, referências globais no setor. No podcast, compartilhamos dicas valiosas para consumidores de energia que buscam alcançar a tão sonhada independência energética. Seja para residências, comércios ou indústrias, alertamos sobre a importância de evitar equipamentos de baixa qualidade e falsas potências oferecidos por algumas marcas e empresas. Na indústria de energia solar fotovoltaica, existem diversos fabricantes de soluções, mas nem todos se comprometem com as melhores tecnologias para os clientes finais. João Souza e Leandro Martins, com sua vasta experiência no setor, contribuíram com insights importantes sobre segurança e escolha de serviços e produtos. Se você deseja ficar bem informado, confira o podcast! Além disso, participe do fórum de discussão promovido pelo Energy Channel, onde você pode enviar seus comentários e fazer perguntas tanto para nós quanto para a equipe da Ecori Energia Solar.

  • REDE ELÉTRICA NO RS - O PANORAMA PARA JUNHO 2024 RESILIÊNCIA DO SISTEMA ELÉTRICO GAÚCHO FRENTE AS ENCHENTES - PARTE II

    Prof. Dr. Mauricio Sperandio - Universidade Federal de Santa Maria A parte I  deste artigo pode ser visitado no link: https://www.energychannel.co/post/situa%C3%A7%C3%A3o-do-sistema-el%C3%A9trico-no-rio-grande-do-sul-durante-as-enchentes-de-maio Passados 30 dias do início das enxurradas e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, o sistema elétrico ainda está longe de se recuperar completamente. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no dia 29 de maio continuavam fora de operação 24 linhas de transmissão, 8 transformadores e 3 usinas, inclusive a Subestação Nova Santa Rita, importante ponto de atendimento às cargas da região metropolitana de Porto Alegre. Essa SE (subestação) ficou completamente alagada, chegando a um nível de 1,80 m de água no pátio, afetando o seu centro de proteção e controle. Não há previsão para o seu reestabelecimento completo. O ONS e a CPFL Transmissão (CEEE-T) concluíram no dia 22 de maio o processo de conexão provisória da LT (linha de transmissão) 230 kV Cidade Industrial/Lajeado 2, formada pela composição das LT 230 kV Cidade Industrial/Nova Santa Rita C.1 e LT 230 kV Nova Santa Rita/Lajeado 2, e a conexão também provisória da LT 230 kV Cidade Industrial/Candelária 2, formada por sua vez pela composição das LT 230 kV Cidade Industrial/Nova Santa Rita C.2 e LT 230 kV Nova Santa Rita/Candelária 2. Entre os ativos da rede de operação afetados pelo evento e que retornaram à operação estão 11 linhas, 7 transformadores e a UHE Dona Francisca. Em resposta à situação de calamidade, mais de 120 profissionais da subsidiária Eletrobras CGT Eletrosul foram a campo, incluindo técnicos do próprio estado e o apoio de colaboradores de outras regiões do país, como Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Neste mesmo período, a fiscalização da ANEEL realizou diligências para verificar as condições das instalações da CPFL Transmissão e Eletrobras CGT Eletrosul afetadas pelas fortes chuvas, em que sobrevoou diversas subestações que ficaram alagadas, como Cidade Industrial e Canoas 2, e verificou a situação de diversas torres que sofreram com desmoronamento, tendo suas fundações deslocadas. Logo após, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o prejuízo causado na rede elétrica do RS ultrapassa R$ 1 bilhão, e que o governo trabalha em uma medida provisória que vai autorizar a utilização de recursos do excedente econômico de Itaipu para atender a população afetada no estado. As equipes das distribuidoras seguem trabalhando para restabelecer o fornecimento de energia, apesar da chuva que voltou a assolar a região. A redução do número de consumidores interrompidos tem sido gradual, e até o dia 30 ainda eram 55.518. Várias áreas alagadas seguem desligadas preventivamente por questões de segurança, atendendo às solicitações da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das prefeituras. Foram mais de 6 mil profissionais do setor elétrico mobilizados, e equipamentos enviados de outras distribuidoras do Brasil para ajudar na reconstrução dos ativos que foram destruídos. Um grupo de mais de 100 profissionais que trabalham diretamente com redes subterrâneas da Light e da Enel foram embarcados do Rio de Janeiro, e se somam a 51 da Equatorial Goiás, especializados na instalação de subestações, com a missão de reconstruir as SEs Porto Alegre 2 e 7, que foram afetadas pelos alagamentos. É a primeira vez que ocorre tal compartilhamento de pessoal e equipamentos entre concessionárias, a exemplo do que acontece em tragédias provocadas por furacões e tornados nos EUA. A Cemig cedeu um helicóptero que realizou quase 40 horas de voos e apoio no resgate de moradores, além de inspecionar cerca de 200 km de rede elétrica atingida. Algumas subestações móveis também foram transferidas para atendimento ao estado, com a ajuda de 25 bombas de sucção para a retirada da água acumulada, cujo bombeamento também está beneficiando áreas residenciais. O sistema elétrico do Rio Grande do Sul está demonstrando sua resiliência, com a capacidade de recuperação dos ativos atingidos. Daqui a diante, é preciso se adaptar perante esse cenário inesperado, para que as próximas cheias não sejam tão impactantes. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), publicou recentemente uma nota técnica onde são discutidas as perspectivas futuras das mudanças do clima para o Brasil e os potenciais impactos no sistema elétrico, com o objetivo de formar uma base de conhecimento para avaliações com foco em aumentar a sua resiliência. Dentre as vulnerabilidades às condições climáticas listadas estão a disponibilidade de recursos, como a água, a irradiação solar e os ventos, o comprometimento de safras das culturas bioenergéticas, a perda de eficiência nos sistemas de geração e transmissão, os danos às infraestruturas energéticas e o aumento na demanda por energia.

  • Hoje recebemos dois grandes especialistas no estúdio da SolarTV, Davi Gabriel Lopes, Ph.D em Energias Renováveis e Eustaquio especialista em Hidrogênio.

    Davi Gabriel Lopes é um profissional com uma sólida formação acadêmica e experiência na área de energia renovável. Ele possui um doutorado em Planejamento de Sistemas Energéticos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), concluído em 2013, com a tese intitulada "Análise de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede no Âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo: Estudo de Caso dos Projetos da Chamada N°13 da ANEEL". Durante seu doutorado, ele investigou sistemas fotovoltaicos conectados à rede e seu impacto no desenvolvimento sustentável. Além disso, Davi Gabriel Lopes também obteve um mestrado em Planejamento de Sistemas Energéticos pela UNICAMP em 2009, com uma dissertação sobre o uso de energia elétrica proveniente de reformadores de etanol e células a combustível. Seu trabalho explorou cenários para a promoção do desenvolvimento socioambiental em comunidades isoladas no estado do Mato Grosso. Atualmente, ele desempenha as seguintes funções: 1. Coordenador de Investimentos na INVESTSP: Contribui para o desenvolvimento de projetos de investimento no estado de São Paulo. 2. Consultor especialista em hidrogênio na Dglopes-Consultoria: Seu conhecimento em hidrogênio é aplicado em consultorias e projetos relacionados a essa área. 3. Pesquisador em hidrogênio e energia solar fotovoltaica na FEEC/UNICAMP: Continua sua pesquisa acadêmica, focando em geração de energia renovável, incluindo energia solar fotovoltaica e sistemas híbridos. Davi Gabriel Lopes tem uma abordagem abrangente, considerando aspectos técnicos, tecnológicos e socioambientais em suas atividades relacionadas à energia renovável. Seu trabalho abrange tanto ambientes urbanos quanto rurais, e ele também explora a geração de hidrogênio e sua aplicação em células a combustível e eletromobilidade. Sua contribuição é valiosa para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades na transição energética no Brasil. Sobre o Nosso convidado ANTONIO EUSTAQUIO SIROLLI FERREIRA , Engenheiro de Produção e Automobilístico, FEI, MBA em Automotive Business, FGV. MSc. em Ciência dos Materiais, IPEN/USP. 40 anos na Mercedes-Benz Brasil! 9 anos na Foton Caminhões Brasil. Candidato a doutorado no IPEN/USP em hidrogênio/fuel cell. Sobre a Investe São Paulo A Investe São Paulo é a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade. Seu objetivo é atrair investimentos para o Estado de São Paulo e aumentar a competitividade da economia paulista, promovendo a geração de empregos, renda e inovação tecnológica. Aqui estão algumas informações importantes sobre a Investe São Paulo : - Setores de Negócios: A agência oferece oportunidades de investimento em diversos setores, como alimentos, tecnologia da informação, automotivo, agronegócios, saúde, serviços financeiros, economia verde, máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento, petróleo e gás natural, entre outros. - Infraestrutura Adequada: O Estado de São Paulo possui excelente infraestrutura logística, mão de obra qualificada e diversificada atividade produtiva, tornando-o um local atrativo para investimentos. - Missão: A missão da Investe SP é desenvolver o estado por meio da promoção de investimentos, aumento das exportações, incentivo à inovação e melhoria do ambiente de negócios. - Notícias Recentes: A agência também divulga notícias relevantes sobre investimentos, crescimento econômico e projetos inovadores no estado. Se você está interessado em investir em São Paulo, a Investe SP oferece atendimento gratuito e personalizado para apoiar projetos de investimento. A Investe São Paulo é a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade. Seu objetivo é atrair investimentos para o Estado de São Paulo e aumentar a competitividade da economia paulista, promovendo a geração de empregos, renda e inovação tecnológica.

  • Aneel promove Seminário sobre Sistemas de Armazenamento de Energia

    No dia 27 de junho de 2024, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizará o Seminário “Sistemas de Armazenamento de Energia - Encerramento da Chamada Estratégica nº 21/2016”. O evento acontecerá das 9h às 18h no Auditório 1 da ANEEL, localizado na sede da agência, no Cepat. O objetivo do seminário é compartilhar os resultados dos projetos que participaram da Chamada Estratégica nº 21/2016. Durante o evento, serão apresentadas as principais constatações obtidas a partir das informações extraídas do sistema de armazenamento de energia. Além disso, serão discutidas evoluções recentes e novas possibilidades para a expansão da fiscalização remota da transmissão, utilizando ferramentas geoespaciais. O sistema de gestão geoespacializada da transmissão (GGT) é uma ferramenta fundamental para o acompanhamento do desempenho das linhas de transmissão. Ele cruza informações obtidas a partir do processamento digital de imagens de satélites com os dados fornecidos pelos agentes de transmissão. O GGT fornece informações gerenciais sobre a situação de limpeza das faixas de segurança das linhas de transmissão, identificando riscos de desligamentos por queimadas e incêndios florestais. O evento será transmitido pelo canal da ANEEL no YouTube, proporcionando acesso amplo e possibilitando que interessados acompanhem as discussões e resultados apresentados durante o seminário . Espero que essa versão atenda às suas expectativas! Caso precise de mais alguma informação ou ajuste, estou à disposição. A Chamada Estratégica nº 21/2016  da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)  teve como objetivo promover arranjos técnicos e comerciais para a inserção de sistemas de armazenamento de energia no setor elétrico brasileiro 1 . Essa iniciativa visava fomentar a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e a inovação nas cadeias produtivas de energia, com foco em sistemas de armazenamento. A chamada resultou em 29 projetos propostos , dos quais 23 foram aprovados . A demanda total foi de aproximadamente R$ 558 milhões , sendo aprovado um montante de cerca de R$ 406 milhões . Esses projetos contemplaram uma capacidade de armazenamento de 23,5 MWh  e 13,2 MW , com aprovação de 15,0 MWh  e 11,8 MW . Em resumo, a Chamada Estratégica nº 21/2016  teve como foco impulsionar o desenvolvimento de tecnologias relacionadas ao armazenamento de energia, contribuindo para a segurança e eficiência do sistema elétrico nacional .             Para participar, inscreva-se aqui: https://lnkd.in/gR4fSPyf

  • Guiana torna-se contribuinte chave para o crescimento global da oferta de petróleo bruto

    A Guiana, situada na costa norte da América do Sul, vizinha da Venezuela, do Suriname e do Brasil, emergiu como um contribuinte significativo para o crescimento da oferta global de petróleo bruto. Desde o início da produção em 2019, a Guiana aumentou a sua produção de petróleo bruto para 645.000 barris por dia (b/d) no início de 2024, tudo proveniente do bloco Stabroek. A Guiana aumentou a produção de petróleo bruto numa média anual de 98.000 b/d entre 2020 e 2023, tornando-se o terceiro país produtor não pertencente à OPEP com crescimento mais rápido durante este período. A produção de petróleo bruto tem sido o maior contribuinte para o crescimento económico da Guiana nos últimos anos. Em 2022, o PIB da Guiana cresceu 62,3%, o maior crescimento real do PIB do mundo naquele ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). A estimativa mais recente da Guiana sobre os recursos recuperáveis ​​de petróleo e gás natural é de mais de 11 mil milhões de barris equivalentes de petróleo , e os promotores ainda estão a explorar as águas offshore do país. Os recursos de petróleo e gás natural descobertos na Guiana estão atualmente localizados no mar, na Bacia Guiana-Suriname, no Oceano Atlântico. A primeira descoberta significativa de petróleo na costa da Guiana foi feita pela ExxonMobil em 2015, no que hoje é o projeto Liza, no bloco Stabroek. Desde então, a ExxonMobil e os seus parceiros, Hess e a China National Offshore Oil Corporation (CNOOC), fizeram mais de 30 descobertas adicionais de petróleo e gás natural offshore no bloco Stabroek . A produção de petróleo da Guiana vem de três navios flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSO) : Liza Destiny, Liza Unity e Prosperity. Estas embarcações produzem petróleo e gás natural dos projetos Liza e Payara. Todo o gás natural associado é reinjetado em poços para apoiar a sua produção e utilizado como combustível no local. Um projecto proposto levaria o gás natural associado para terra até às instalações de processamento através de gasodutos. Atualmente, os parceiros do bloco planejam que a capacidade de produção combinada atinja aproximadamente 1,3 milhão de b/d até o final de 2027 , com planos de desenvolver três projetos adicionais: Yellowtail, Uaru e Whiptail. Se concretizado, o aumento da produção tornaria a Guiana o segundo maior produtor de petróleo bruto da América Central e da América do Sul, atrás do Brasil. O futuro da parceria empresarial no bloco Stabroek é incerto. A aquisição da Hess pela Chevron, que detém uma participação de 30% no bloco Stabroek, pode enfrentar atrasos devido a pedidos de arbitragem por parte dos parceiros existentes do bloco ExxonMobil e CNOOC, que reivindicam direitos de preferência sobre a participação da Hess no bloco. A ExxonMobil detém uma participação de 45% no bloco Stabroek e a CNOOC detém uma participação de 25%. As operações de exploração no bloco Stabroek e nos blocos offshore próximos podem ser afetadas pela reivindicação de soberania da Venezuela sobre a região de Essequibo, que representa mais de dois terços da área terrestre da Guiana. A Corte Internacional de Justiça (CIJ) decidiu em dezembro que a Venezuela não deveria tomar nenhuma medida para interromper o status quo enquanto a CIJ aprecia o caso.

  • Nova Proposta do Ministério Pode Alterar Regulação Ambiental do Gás de Xisto

    Em uma recente iniciativa que pode reformular a gestão ambiental no Brasil, o Ministério de Minas e Energia propôs uma mudança significativa: transferir a responsabilidade do licenciamento ambiental de recursos não convencionais, como o gás de xisto, atualmente sob a égide do Ibama, para uma nova estrutura regulatória. O ministro Alexandre Silveira está no centro dessa controvérsia, com críticos acusando-o de tentar suplantar as funções do Ibama. Especialistas alertam que essa mudança poderia acelerar o processo de licenciamento às custas de uma avaliação ambiental rigorosa, potencialmente aumentando os riscos de danos ao meio ambiente. A medida também levanta questões sobre a capacidade do novo órgão de manter o mesmo nível de escrutínio e proteção ambiental historicamente associado ao Ibama. A proposta ainda está em fase de discussão, mas já gera um debate acalorado sobre o equilíbrio entre desenvolvimento energético e conservação ambiental no país. A posição do Ibama em relação à proposta do Ministério de Minas e Energia de transferir a competência do licenciamento ambiental para a produção de gás de xisto para as secretarias estaduais de meio ambiente é de cautela e preocupação . O Ibama, conhecido por seu rigor no processo de licenciamento, tem ressalvas quanto à capacidade das secretarias estaduais de manter o mesmo nível de controle e avaliação ambiental. Especialistas e representantes do Ibama argumentam que deixar o licenciamento ambiental nas mãos do órgão federal garante um controle mais rígido e uma equipe mais preparada para lidar com as técnicas envolvidas na produção de gás de xisto. Além disso, há uma preocupação com o potencial impacto ambiental e social da técnica de fraturamento hidráulico, usada para a exploração desse tipo de recurso. A mudança proposta pelo ministério é vista por alguns como uma forma de acelerar a produção de gás natural não convencional, mas levanta questões sobre a proteção ambiental e a resistência social a essa forma de exploração. Algumas leis estaduais, como no Paraná, já proíbem a técnica de fraturamento hidráulico, refletindo a resistência local a esses métodos. POs argumentos a favor e contra a proposta de transferência da competência do licenciamento ambiental para a produção de gás de xisto do Ibama para as secretarias estaduais de meio ambiente são complexos e refletem diferentes perspectivas sobre desenvolvimento econômico e proteção ambiental. Argumentos a favor: - Ampliação da Produção: Defensores da proposta veem a transferência como uma maneira de ampliar a produção de gás natural não convencional, o que poderia contribuir para o crescimento econômico e a independência energética. - Descentralização : A mudança poderia permitir uma abordagem mais descentralizada e adaptada às realidades locais, com as secretarias estaduais assumindo o licenciamento das atividades de produção. Argumentos contra: - Riscos Ambientais: Críticos apontam para os potenciais impactos ambientais e sociais da técnica de fraturamento hidráulico (fracking), como a contaminação de lençóis freáticos e tremores de terra. - Controle Rigoroso: Há preocupações de que as secretarias estaduais possam não manter o mesmo nível de controle e avaliação ambiental rigorosa que o Ibama tem demonstrado historicamente. - Resistência Social: A falta de exploração de recursos não convencionais no Brasil é atribuída também à resistência social e a leis estaduais que proíbem técnicas como o fracking. Esses argumentos estão no centro do debate sobre a proposta , refletindo a tensão entre o desenvolvimento de recursos energéticos e a preservação do meio ambiente. A decisão final terá implicações significativas para o futuro da política energética e ambiental do Brasil. Portanto, o Ibama defende a manutenção de sua competência no licenciamento ambiental para assegurar a preservação do meio ambiente e a saúde das comunidades afetadas. O que você pensa sobre essa questão? Deixe seu comentário aqui...

  • ENERGY ADVISOR: O Trabalho e o Desafio Político

    Impacto da Automação, por Joao Pedro Neves - 공동 Partner na RZK Energia Não temos ideia de como será o mercado de trabalho em 2050. Sabemos que o aprendizado de máquina e a robótica vão mudar quase todas as modalidades de trabalho. Alguns acreditam que dentro de uma ou duas décadas bilhões de pessoas serão economicamente redundantes. Outros sustentam que mesmo no longo prazo a automação continuará a gerar novos empregos e maior prosperidade para todos. Os temores de que a automação causará desemprego massivo remontam ao século XIX e até agora nunca se materializaram. Desde o início da revolução industrial, para cada emprego perdido para uma máquina, pelo menos um novo emprego foi criado e o padrão de vida aumentou consideravelmente. Como os humanos são seres individuais, é difícil conectá-los uns aos outros e garantir que todos estejam atualizados. Em contraste, computadores não são indivíduos e é fácil integrá-los numa rede flexível. Portanto, estamos diante não da substituição de milhões de trabalhadores individuais por milhões de robôs e computadores individuais, mas provavelmente da substituição de humanos individuais por uma rede integrada. Em vez de comparar as habilidades de um único motorista humano com as de um único carro autônomo ou as de um médico humano com as de um único médico de IA, deveríamos comparar as habilidades de uma coleção de indivíduos humanos com as habilidades de uma rede integrada. Os benefícios para a sociedade humana provavelmente serão imensos. A IA em medicina poderia prover serviços de saúde muito melhores e mais baratos a bilhões de pessoas, especialmente as que hoje não têm acesso algum a esses serviços. Graças a algoritmos de aprendizagem e sensores biométricos, um aldeão pobre num país subdesenvolvido poderia usufruir de uma assistência médica muito melhor usando seu smartphone do que a pessoa mais rica do mundo obtém hoje em dia no mais avançado dos hospitais urbanos. Ao menos no curto prazo, a IA e a robótica provavelmente não eliminarão por completo setores inteiros da economia. Trabalhos que requeiram especialização numa faixa estreita de atividades padronizadas serão automatizados. Porém, será muito mais difícil substituir humanos por máquinas em tarefas menos padronizadas que exijam o uso simultâneo de uma ampla variedade de habilidades e que envolvam lidar com cenários imprevisíveis. Assim como a atividade de cuidar das pessoas, a criatividade também coloca obstáculos especialmente difíceis para a automação. Não precisamos mais de humanos que nos vendam músicas – podemos baixá-las no  Spotify , por exemplo – mas compositores, instrumentistas, cantores e DJs ainda são de carne e osso. Importância da Educação A educação e a atualização do conhecimento são fundamentais para que se possa manter níveis de entrega adequados. Vivemos em um momento de muitas oportunidades no setor de energia, especialmente no elétrico. Precisamos ter consciência de que não será sempre assim, e a credibilidade será fundamental. A evolução da educação e da tecnologia é mandatória; a IA será um divisor de águas muito grande. Entretanto, as IAs são algoritmos que, por enquanto, necessitam de pessoas para programá-los. Além disso, outros importantes conhecimentos devem ser adicionados ao nosso repertório para aproveitarmos o tempo adicional que a IA proporcionará e assim traduzir isso em ganhos efetivos de produtividade. Esse é um dos grandes desafios. Desafios Regulatórios O arcabouço regulatório vai ter que evoluir para não atrapalhar e mais uma vez ficarmos à margem dos avanços que acontecem ao redor do mundo. O Brasil tem uma grande oportunidade de capitanear a discussão da transição energética por vários aspectos, incluindo a grande benção que Deus aqui colocou, que é a nossa natureza, a qual tivemos a sabedoria de conservar ao contrário de outras nações. Precisamos de um paradigma global de emissão de carbono e uma efetiva medida da destruição causada pela nossa existência para que possamos precificar isso. Essa deve ser a abordagem sob o ponto de vista global. E precisamos de uma abertura do mercado de energia de forma tal que todos possam tirar benefício das suas evoluções e para que possamos servir de exemplo para o mundo com nossos profissionais, modelos de negócio e empresas. O modelo da GD foi um caso bem-sucedido; agora precisamos levar o restante na mesma direção. Fortalecimento das Comunidades As eleições americanas de 2016 chegaram como um choque violento ao Vale do Silício. Após três meses de exame de consciência, em 16 de fevereiro de 2017,  Mark Zuckerberg  publicou um audacioso manifesto sobre a necessidade de construir uma comunidade global e sobre o papel da  Meta  (antes Facebook) nesse projeto. Num discurso que pronunciou em seguida na inauguração da cúpula das comunidades, Zuckerberg explicou que as convulsões políticas de nossa época resultam em grande medida da desintegração das comunidades humanas. Lamentou o fato de que 'durante décadas a participação em todo tipo de grupos tinha diminuído em uma quarta parte. Há muitas pessoas que agora precisam encontrar propósito e apoio em outro lugar. Infelizmente, nos dois séculos passados, as comunidades íntimas se desintegraram. A tentativa de substituir grupos pequenos de pessoas que efetivamente se conhecem pelas comunidades imaginárias das nações e dos partidos políticos nunca poderia ter sucesso total. Seus milhões de irmãos da família nacional e seus milhões de companheiros de partido não são capazes de lhe dar a cálida intimidade que lhe dão um único irmão de verdade ou um amigo. Consequentemente, as pessoas vivem vidas cada vez mais solitárias num planeta cada vez mais conectado. Muitas das rupturas sociais e políticas de nossa época podem ser atribuídas a esse mal-estar. Uma comunidade pode começar como um agrupamento online, mas para poder realmente florescer, terá de deitar raízes no mundo offline também. Comunidades físicas têm uma profundidade que comunidades virtuais não são capazes de atingir, ao menos não no futuro próximo. Conclusão Estamos vendo que o avanço dos Energy Advisors é impressionante. Estamos andando o Brasil todo e vemos diversos casos bem-sucedidos que sentimos a obrigação de contar para que todos saibam que é possível. São diversas culturas com suas características locais, mas com seres humanos extraordinários buscando uma atuação global e em busca de mais conhecimento para aumentar ainda mais o poder empreendedor que cada um tem. Por isso, entendemos que vamos precisar adicionar aos nossos encontros periódicos mensais e virtuais algum encontro presencial para que essa troca seja ainda melhor. Aguardem, anunciaremos em breve. A nova profissão do mercado de energia está aí e já é uma realidade! João Pedro Correia Neves é graduado em Administração de Empresas e MBA na FIA-USP, fez especialização em diversos países como Itália, Estados Unidos (Chicago e São Francisco) e China (onde integrou o grupo de estudo Brasil – China da FIA-USP). Atua no setor elétrico desde 2003 nos segmentos de distribuição, geração, comercialização e gestão de energia, além de ter atuado no setor de telecomunicações. Atuou nos primeiros leilões de energia regulado e na migração do mercado livre para o modelo que existe hoje no pós-apagão. Além disso teve participação na consolidação da operação da Net-Claro-Embratel, nas Olimpiadas 2016, e dentre outras grandes projetos criou o projeto “A Energia da  Claro Brasil ”. Trabalhou na  Duke Energy Corporation , AES (Eletropaulo, Tiete,  Uruguaiana, Brasiliana e AES Sul) e na  Claro Brasil . Hoje é sócio e conselheiro da  RZK Energia   , sócio e fundador da  Sol by RZK   – Internet of People, conselheiro da  ABGD - Associação Brasileira de Geração Distribuída 🇧🇷   e do  INEL - Instituto Nacional de Energia Limpa .

  • ABREN e FIEMG discutem caminhos para a produção sustentável do biogás e biometano em Minas Gerais

    As entidades realizaram, nesta terça-feira (28), um workshop em Belo Horizonte (MG) com a presença de autoridades públicas, instituições e empresas em evento voltado à cooperação estratégica entre Brasil e União Europeia. Minas Gerais, 29 de maio de 2024 –  A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) realizaram, nesta terça-feira (28), o segundo workshop da série European Union Climate Dialogues (EUCD), com foco em debater os caminhos para a produção sustentável do biogás e do biometano e a consequente redução do metano no setor de resíduos agrícolas e urbanos. O evento, realizado na sede da FIEMG, contou com a participação de autoridades públicas, instituições, empresas e acadêmicos, em evento voltado à cooperação estratégica entre Brasil e União Europeia. O workshop foi realizado durante o encontro do G20 em Belo Horizonte (MG) e possibilitou a troca de conhecimento e discussões sobre regulamentações e padrões técnicos essenciais para a produção sustentável desses combustíveis. De acordo com Yuri Schmitke, presidente da ABREN, “a transição energética para fontes mais limpas e sustentáveis é uma das prioridades globais na luta contra as mudanças climáticas. Neste contexto, o biogás e o biometano representam alternativas promissoras para reduzir emissões de gases de efeito estufa. Por isso, eventos como esse, que tem como objetivo discutir os caminhos para ampliação do uso dessas tecnologias, são essenciais para o Brasil”. Mário Campos Filho, presidente da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (SIAMIG) e do Conselho de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CEMA) da FIEMG, destacou, durante a abertura do encontro, o papel do setor produtivo na busca pela transição energética. Nesse sentido, segundo ele, “é fundamental que as indústrias busquem aperfeiçoar, constantemente, determinados processos da cadeia produtiva”.  O dirigente ressaltou, ainda, que “mais de 95% da energia produzida em Minas Gerais é de origem limpa, e que o Estado foi o primeiro da América Latina a aderir à campanha Race to Zero, iniciativa global liderada pelo Reino Unido que pretende neutralizar as emissões líquidas de gases de efeito estufa no planeta até 2050”. Cooperação entre Brasil e União Europeia A relação entre Brasil e União Europeia no desenvolvimento sustentável do biogás e biometano foi um dos temas abordados durante o evento. Essa relação tem sido fortalecida através de iniciativas conjuntas e compartilhamento de melhores práticas, conforme destacado por representantes europeus e brasileiros durante o workshop.  Laurent Javaudin , Conselheiro para Clima, Energia, Ambiente e Saúde na Delegação da União Europeia no Brasil, destacou “a importância de reduzir a dependência de fontes de energia não renováveis e apontou o biogás e o biometano como cruciais na estratégia europeia para alcançar independência energética e combater as mudanças climáticas”. Já Giulia Laura Cancian , Secretária Geral, European Biogas Association – EBA, reforçou o compromisso da União Europeia com metas ambiciosas de produção de biometano de 35 bilhões de m3 até 2030, servindo como modelo para iniciativas brasileiras. Francisco Maciel , EUCD Country Coordinator, destacou a essência colaborativa dos Diálogos Climáticos, promovendo a reflexão e ação conjunta entre Brasil e União Europeia. "Estes workshops não se propõem a ser apenas exposições de conteúdo, mas momentos de reflexão", afirmou Maciel. O executivo também salientou a importância de reagir ativamente às informações compartilhadas, propondo desafios e estimulando a discussão entre todos os participantes.  “O grande objetivo do programa EUCD é apoiar efetivamente as políticas públicas e as ações que levam à implementação das metas estabelecidas no Acordo de Paris, unindo esforços entre diferentes nações para alcançar resultados sustentáveis e significantes em escala global”, finalizou. Potencial do Biogás e do Biometano em Minas Gerais O estado de Minas Gerais emerge como um protagonista vital na produção de biogás e biometano no Brasil, conforme detalhado por Yuri Schmitke durante o workshop. Com uma base agrícola robusta e uma indústria agropecuária significativa, a região possui um potencial excepcional para liderar a transição energética nacional para fontes mais sustentáveis. O presidente da ABREN destacou a existência de 274 plantas de biogás em operação em Minas Gerais, produzindo um total de 302 milhões de metros cúbicos de biogás. Este volume, embora impressionante, representa apenas uma fração do potencial total do estado. "A grande oportunidade está na agropecuária, pois 92% do potencial de mercado em Minas Gerais está nos dois setores principais de produção de biometano: os segmentos sucroenergético e de agroindústria. Podemos chegar a 9,6 bilhões de metros cúbicos por ano de biogás, embora atualmente estejamos aproveitando apenas 3,2% desse potencial," explicou Schmitke. Este dado sublinha não apenas a capacidade atual, mas também o vasto campo de oportunidades que ainda precisa ser explorado. O desenvolvimento do biogás e biometano em Minas Gerais enfrenta desafios significativos, incluindo a necessidade de investimentos em tecnologia, infraestrutura adequada para a distribuição e a criação de um ambiente regulatório favorável. No entanto, o avanço nessas áreas pode transformar o setor energético do estado e contribuir significativamente para a redução das emissões de gases de efeito estufa. A promoção do biogás e biometano pode gerar benefícios econômicos substanciais para Minas Gerais, incluindo a criação de empregos e o desenvolvimento de novas tecnologias. Além disso, a substituição de combustíveis fósseis por biometano pode diminuir consideravelmente o impacto ambiental da região, alinhando o estado com as metas de sustentabilidade nacionais e globais. O evento realizado na FIEMG faz parte de uma série de três workshops, iniciada em São Paulo, durante a IFAT Brasil, posteriormente realizada em Minas Gerais, nesta terça-feira (28), e que será concluída em Brasília, em 26 de junho - Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional - MIDR. Cada evento tem uma abordagem diferente a respeito da produção sustentável de biogás e biometano. Além disso, a série de workshops EUCD não apenas contribui para as possibilidades dentro do setor de biogás e biometano, mas também fortalece as relações entre o Brasil e a União Europeia, guiando-os em direção a um futuro mais sustentável e resiliente frente aos desafios ambientais contemporâneos. Sobre o projeto EU Climate Dialogues (EUCDs) Em 2020, o Brasil foi identificado como o quinto maior emissor de metano do mundo, representando 5,5% das emissões globais e apresentando um aumento de 51% entre 1990 e 2019, atingindo 417 MtCO2e/ano. De acordo com os dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa - SEEG (2022), o setor de Agricultura lidera as emissões de metano no Brasil, com 14,54 MtCH4 em 2020 (71,8% do total), enquanto o setor de resíduos está em segundo lugar, com 3,17 MtCH4 (15,8% do total). As emissões dos setores de energia e indústria foram mínimas e estão em tendência de queda. O potencial teórico do país para a produção anual de biogás é de 84,6 bilhões de m³, o que seria equivalente a 40% da demanda nacional de eletricidade ou 70% do consumo de diesel. No entanto, em 2021, o Brasil produziu apenas 2,3 bilhões de m³ de biogás, o que representa 3% do seu potencial teórico. Quanto ao biometano, o potencial teórico é de 121 milhões de m³/dia, mas a produção atual é de apenas 360.000 m³/dia, ou 0,2% do potencial estimado. Durante a COP26, realizada em 2021, na Escócia, o Brasil assinou o "Global Methane Pledge", comprometendo-se a reduzir as emissões de metano em 30% até 2030, em comparação com os níveis de 2020. Em 2022, a "Estratégia Federal para o Uso Sustentável do Biogás e do Biometano" e o "Programa Nacional de Redução de Emissões de Metano" foram estabelecidos para ajudar a cumprir esses compromissos. Os objetivos do projeto incluem a colaboração com o Brasil para compartilhar políticas públicas bem-sucedidas, conhecimento e conscientização sobre questões relacionadas, tais como: A redução das emissões de metano dos setores agrícola e de resíduos, de acordo com os compromissos do Acordo de Paris; A definição de uma estrutura regulatória clara para a produção de biogás e biometano, promovendo o compartilhamento de conhecimento e a conscientização; Aumentar a conscientização pública sobre o papel do biogás e do biometano na transição energética e na neutralidade climática; O uso do biogás e do biometano como alternativas aos combustíveis fósseis, contribuindo para a descarbonização de setores-chave da economia brasileira. Uma parte integrante do projeto Diálogo UE-Brasil é a identificação e a categorização das principais partes interessadas no Brasil para participar de uma viagem de estudos internacional. Foram avaliadas mais de 280 partes interessadas no Brasil e na Europa, sendo que a Alemanha e a Dinamarca, e o próprio marco regulatório da União Europeia foram apontados como referências para a avaliação das melhores práticas em políticas públicas de incentivo à produção sustentável de biogás e biometano. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Resíduos para Energia (ABREN) é uma organização nacional sem fins lucrativos cuja missão é promover o diálogo entre o setor privado e as instituições públicas, tanto em nível nacional quanto internacional, e em todos os níveis de governo. A ABREN foi selecionada pela GIZ Bélgica para implementar o projeto. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos para recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de um setor sustentável e integrado de tratamento de resíduos sólidos no Brasil. A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação.

  • Em uma das principais feiras de inovação e energia do mundo, SolaX Power levará integradores parceiros para conhecer a fábrica da empresa

    A SNEC PV Power acontece de 13 a 15 de Junho, em Xangai, na China Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power As mais recentes tecnologias e inovações mundiais no segmento de energia solar estarão reunidas em Xangai, na China, durante a SNEC PV Power Expo 2024 - Exposição Internacional de Geração de Energia Fotovoltaica, que acontece entre os dias 15 a 17 de junho, no Shanghai International Convention Center (SICEC). A SolaX Power apresentará suas soluções voltadas aos sistemas de armazenamento de energia solar. No evento, a operação brasileira da multinacional será representada pelo diretor-executivo do Brasil, Gilberto Camargos. Além do extenso portfólio de inversores híbridos e baterias, a multinacional, que colocou o primeiro inversor híbrido no mercado asiático, possibilitará aos integradores parceiros que estiverem no evento conhecerem sua fábrica localizada em Hangzhou, na província de Zhejiang, distante cerca de duas horas de Xangai. Aos interessados, empresa oferecerá o translado entre a cidade de Xangai e à unidade fabril. Para garantir sua vaga, contacte a empresa por meio das redes sociais: SolaX Power Brasil (@solaxpowerbrasil) ou pelo LinkedIn do diretor Gilberto Camargos Jr ( (25) LinkedIn ). “A SNEC é a principal vitrine anual das novidades e tendências do mercado de energia solar, reunindo os principais players do mercado, com participantes altamente qualificados. É neste contexto que a SolaX levará toda a tecnologia e novidades que trará ao mercado mundial de armazenamento de baterias”, enfatiza Gilberto Camargos. E completa: “Por isso, é um momento importante de aproximar nossos integradores parceiros aos produtos com os quais lidam diariamente. Eles poderão conhecer como são produzidos os equipamentos, com uma imersão nesse ambiente fabril que dispõe de tecnologia de ponta, já que essa é uma premissa da empresa na produção de seus equipamentos”. Sobre a fábrica A unidade ocupa uma área total de cerca de 100.000 m², com capacidade de produção de 30GW (8,76 milhões de unidades anuais) em inversor e 7,4GWh (7,3 milhões de unidades anuais) em bateria. Para garantir a fabricação em massa, a unidade é totalmente automatizada e possui 30 linhas de produção de ponta, além de 12 linhas de produção SMT automáticas. Serviço: SNEC PV Power Expo 2024 Data: 13 a 15 de junho Local: Shanghai International Convention Center (SICEC), Binjiang Avenue 2727, Xangai (China) Mais informações: pv.snec.org.cn Sobre a SolaX Power - Multinacional fundada em 2012 com sede em Hangzhou, na China, e filiais em vários países, incluindo Holanda, Alemanha, Reino Unido, Austrália, Japão e EUA. Com mais de 2 mil funcionários em todo o mundo, a empresa é reconhecida por sua atuação nas áreas de pesquisa e desenvolvimento: são mais de 100 patentes internacionais e mais de 500 certificações de mercado.  Informações para a Imprensa - Simone Cesário – Jornalista Responsávelsimonelovicesario@gmail.com (61) 99911.7059

  • Mais de R$1bi de prejuízo na rede elétrica no Rio Grande do Sul

    O ministro de minas e energia, Alexandre Silveira, declarou que é preciso reconstruir subestações de energia do RS. Conforme analise preliminar, os danos causados pelas inundações podem gerar um prejuízo histórico para o Rio Grande do Sul, o fornecimento de energia elétrica foi afetado quase em sua totalidade por conta do comprometimento em redes de baixa, média e alta tensão. Um grupo de especialistas enviado pelo Governo avaliam os dados para reconstrução. É preciso agir rápido! A energia elétrica é crucial para o bom funcionamento de vários setores da sociedade, os riscos para a população são enormes, a rede elétrica convencional não comporta pontos de conexão rápida emergencial. Os esforços para reconstruir são coordenados pelo Ministério de Minas e Energia, disponibilizando aviões da Força Aérea Brasileira e equipamentos necessários para as ações. São duas subestações de energia que vão precisar ser reconstruídas, ficam na região metropolitana de Porto Alegre, também é preciso fazer uma inspeção em mais de 500Km de redes subterrânea. Com o nível da agua mais baixo é possível fazer o levantamento do que foi perdido com a inundação. Fica um alerta para modernizar a rede elétrica e serviços de prevenção contra fatos climáticos que vão se tornar cada vez mais intensos. O sistema elétrico convencional é interligado em como demonstrado neste grande cenário catastrófico com uma combinação de fatores pode colocar vários setores cruciais em risco. A sociedade moderna depende da energia elétrica para tudo hoje em dia, e já existem soluções onde podemos decentralizar o fornecimento de energia por questões de segurança energética. Devemos modernizar o setor elétrico com sistemas de energia renovável e micro redes segmentadas, em caso de falha da grande rede, em um sistema inteligente com micro redes teremos ainda o fornecimento de energia parcialmente para pontos críticos em uma grande cidade, como é o caso de Porto Alegre. O custo para reparar um sistema "velho, e convencional" poderia ter sido aplicado antes em melhorias em sistemas de contenção de agua, planejamento urbano, planejamento estratégico de pontos de risco, poderíamos ainda ter micro redes com energia solar e eólica, para suprir locais chaves como hospitais, segurança publica entre outros, pensando em redes modernas e inteligentes. Muito se fala em reconstruir e prejuízo, mas é preciso fazer muito mais, dar um passo para trás e perguntar e se houver novos problemas de alagamento? Como vamos lidar com isso? O que nós temos que planejar daqui para frente. As mudanças climáticas o controle do clima vai se tornar um problema infelizmente maior nos próximos anos, não seria a hora de colocar em prática a modernização dos setor elétrico? A gestão do planeta será um tema complexo, é preciso agir com seriedade, acabar com o oportunismos e a corrupção, para de fato mudarmos.

  • ABREN destaca a importância do tratamento de resíduos em reunião do G20 em Belo Horizonte

    Yuri Schmitke, presidente da associação, ressaltou a necessidade de um monitoramento mais amplo das emissões de metano, além da urgência em adotar incentivos econômicos para o tratamento de resíduos urbanos e da agropecuária. Minas Gerais, 28 de maio de 2024 –  O presidente-executivo da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN), Yuri Schmitke, participou nesta segunda-feira (27) de reunião do grupo de trabalho de transições energéticas do  G20 , composto pelas maiores economias do mundo, realizada em Belo Horizonte (MG). O executivo integrou, junto a Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, e outros especialistas do setor, o painel de debate que abordou a transição energética justa e inclusiva. O representante da ABREN destacou a necessidade de um monitoramento mais amplo e abrangente das emissões de metano por meio de imagens de satélites e aeronaves com câmeras de espectrometria, assim como a necessidade de maior adoção de incentivos econômicos para o tratamento de resíduos da agropecuária e urbanos, por meio do biogás, biometano e a recuperação energética.  Segundo Schmitke, “cerca de 90% das emissões de metano são provenientes dos setores da agropecuária e resíduos urbanos, sendo urgente a necessidade de enfrentar essa agenda para mitigar catástrofes climáticas como as que ocorreram no Rio Grande do Sul neste mês”. As discussões foram mediadas por representantes do Ministério das Relações Exteriores e contaram com uma apresentação de abertura da Representante Especial do Secretário Geral das Nações Unidas, Damilola Ogunbiyi. Também fizeram pronunciamentos representantes do Instituto E+, ABEEólica, Única, Absolar, WWF e Abiogas, entre outros. As reuniões serão realizadas de 27 a 29 de maio, no Minascentro, no Centro da capital.  Workshop na FIEMG Nesta terça-feira (28), a ABREN e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG)   realizarão um workshop para apresentar e discutir detalhes a respeito do projeto Diálogo UE-Brasil sobre a redução de metano no setor de resíduos agrícolas e urbanos. A ação, que é conduzida pelo projeto EU Climate Dialogues (EUCDs), conta com financiamento da União Europeia e será implementada pela ABREN. O workshop será realizado no auditório da FIEMG e terá início às 9h00, com previsão de término às 12h40. O evento é gratuito e voltado, em especial, a autoridades, instituições e empresas, além de pessoas que tenham interesse na sustentabilidade ambiental e na redução de emissões de gases de efeito estufa. O evento será realizado durante o encontro do G20 em Belo Horizonte e é considerado é uma peça fundamental nesse compromisso, destacando a importância do estado de Minas Gerais na produção de biogás e biometano. O worskshop será uma plataforma relevante para a troca de conhecimentos e discussões sobre regulamentações e padrões técnicos essenciais para a produção sustentável de ambos os combustíveis.  Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Resíduos para Energia (ABREN) é uma organização nacional sem fins lucrativos cuja missão é promover o diálogo entre o setor privado e as instituições públicas, tanto em nível nacional quanto internacional, e em todos os níveis de governo. A ABREN foi selecionada pela GIZ Bélgica para implementar o projeto. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos para recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de um setor sustentável e integrado de tratamento de resíduos sólidos no Brasil. A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação.

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