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  • “Sun Bear: Uma Gigantesca Instalação de Energia Solar e Armazenamento”

    Crédito: RICK Engenharia Na região de Four Corners, no Colorado, está surgindo uma impressionante instalação de energia solar e armazenamento chamada Sun Bear. Com mais de dois milhões de painéis solares, ela se estende por 5.500 acres de terra pertencente à tribo Ute Mountain Ute, parte da banda Weenuche da nação Ute. O principal desenvolvedor por trás desse projeto é o Grupo Canigou, autodenominado líder global em energia renovável. Seu alcance se estende por toda a Europa, Austrália e América do Norte, onde colaboram com parceiros locais para fornecer soluções holísticas. A grandiosa instalação Sun Bear terá um custo estimado de até US$ 1,5 bilhão e produzirá uma potência de pico de 975 MW. Embora não haja informações disponíveis atualmente sobre o tamanho do sistema de armazenamento de baterias ou os fornecedores das baterias, o projeto promete ser um marco na transição para fontes de energia mais limpas e sustentáveis. Mas por que escolheram essa localização no sudoeste do Colorado, que faz fronteira com Novo México, Arizona e Utah? O Grupo Canigou explica que o Sun Bear está estrategicamente posicionado para aproveitar o sol, graças ao seu amplo céu desobstruído, alta irradiância solar anual e baixa variabilidade sazonal. Esses fatores são cruciais para maximizar a eficiência da geração de energia solar. Além disso, a proximidade das linhas de transmissão existentes da Administração de Energia da Área Ocidental facilitará o acesso dos clientes por meio de interconexões de transmissão e distribuição. Em resumo, o Sun Bear representa um passo significativo em direção a um futuro mais sustentável, aproveitando o poder do sol para fornecer energia limpa e confiável.

  • Aumento na demanda de contratação de perfis comerciais para o setor solar

    Descubra as chaves para o futuro mercado de energia com Andressa, da Worldwide Recruitment Energy! 💡🔍Mergulhe sobre as tendências globais e descubra como a consultoria está redefinindo o recrutamento para o setor de energias renováveis. Não perca este vídeo repleto de insights cruciais para sua carreira e para o futuro do planeta! 🌍🚀 https://energy.worldwiderecruitment.org/en/inicio-english/

  • O que a Comcast aprendeu com a emissão de seu título verde de US$ 1 bilhão

    O mercado de títulos de sustentabilidade atingiu quase 940 bilhões de dólares em 2023, com expectativa de maior crescimento em 2024. De acordo com novos dados da Bloomberg, o valor dos títulos emitidos com métricas de sustentabilidade, desempenho social ou ESG alcançou 939 bilhões de dólares em 2023. Embora esse montante esteja abaixo dos mais de 1 trilhão de dólares em 2021, representa um aumento em relação ao ano anterior. A Comcast, uma empresa de comunicação, contribuiu para esse total ao emitir seu primeiro título verde de 1 bilhão de dólares em fevereiro de 2023. As projeções indicam que 2024 trará outro aumento modesto, segundo a S&P Global. A maior parte dessa dívida sustentável é direcionada aos chamados “títulos verdes”, que financiam projetos como parques solares e eólicos, medidas de eficiência energética, construção de edifícios mais ecológicos e conservação de água. Esses investimentos são essenciais para alcançar uma economia líquida zero. Melissa James, vice-presidente de mercados de capitais globais e chefe do Centro de Excelência ESG, destacou que os “laços sociais” são menos comuns nesse cenário. Em uma sessão realizada durante o GreenBiz 24, James enfatizou a importância de aproveitar o poder dos mercados de capitais para investir em atividades sustentáveis e sinalizar a gestão de sustentabilidade ao mercado. Os títulos de sustentabilidade se dividem em quatro categorias: Títulos verdes: Utilizados para financiar projetos relacionados à adaptação ou mitigação das alterações climáticas, prevenção da poluição ou conservação da biodiversidade. Laços sociais: Destinados a financiar infraestruturas básicas, serviços essenciais, criação de empregos e outros aspectos sociais. Títulos de sustentabilidade: Incluem designações de rendimentos verdes e sociais. Títulos vinculados à sustentabilidade: Criados para recompensar empresas por atingirem metas sustentáveis. Claro! Vou explicar a diferença entre títulos verdes e laços sociais: Veja a diferença entre Títulos Verdes e Laços Sociais Títulos Verdes (Green Bonds): Os títulos verdes são emitidos por empresas, governos e organizações multilaterais. Seu propósito é viabilizar iniciativas econômicas de sustentabilidade. Esses títulos estão disponíveis em vários mercados e podem ser uma importante alavanca para novas iniciativas e tecnologias sustentáveis dentro das organizações. Focam em projetos relacionados à adaptação ou mitigação das alterações climáticas, prevenção da poluição ou conservação da biodiversidade. São conhecidos por outros nomes, como títulos sociais, sustentáveis, green, social, sustainability e sustainability-linked bonds. Para cada tipo de título, há um foco específico de investimento. Laços Sociais (Social Bonds): Os laços sociais também são emitidos por empresas, governos e organizações. São vinculados a projetos ligados ao aspecto social do ESG (Ambiente, Social e Governança). Financiam infraestruturas básicas, serviços essenciais, criação de empregos e outras iniciativas sociais. Enquanto os títulos verdes focam no meio ambiente, os laços sociais priorizam o impacto social. Em resumo, os títulos verdes estão relacionados a projetos sustentáveis, enquanto os laços sociais têm como foco o aspecto social. Ambos desempenham um papel importante na busca por uma economia mais sustentável e equitativa.

  • Baterias Solares de Alta Tensão vs Baixa Tensão: Uma Análise Comparativa

    As baterias solares vêm em dois tipos principais: alta tensão (HV) e baixa tensão (LV). Esses sistemas permitem armazenar sua energia para uso quando o sol se põe e até comprar energia da rede para armazenar quando o custo por kWh estiver menor. Mas qual tipo de bateria é o melhor? Vamos mergulhar nas diferenças entre as baterias HV e LV para ajudá-lo a tomar uma decisão informada. Entendendo a Tensão A tensão é a diferença de carga entre dois pontos em um campo elétrico. Quanto maior a diferença de energia entre esses dois pontos, maior a tensão. Tensões mais altas resultam em mais fluxo de eletricidade para um dispositivo eletrônico. No entanto, os dispositivos eletrônicos são projetados para operar em diferentes tensões. Muita tensão pode danificar os circuitos, mas uma tensão muito baixa pode prejudicar o desempenho. Baterias de Baixa Tensão As baterias de baixa tensão normalmente têm uma tensão abaixo de 100V. Como as baterias têm menos pressão, elas também têm menos potência. As baterias de baixa tensão descarregam energia mais lentamente, o que pode causar problemas para cobrir cargas de inicialização, exigindo assistência adicional da rede ou solar para fornecer energia instantânea. Elas operam em níveis de tensão mais baixos, geralmente variando de 12 a 48 volts. No entanto, os sistemas de baixa tensão são muito mais fáceis de instalar e atualizar. Eles são frequentemente usados em sistemas fora da rede onde a demanda do cliente por energia média a baixa é alta. Baterias de Alta Tensão. Os sistemas de baterias de alta tensão geralmente são classificados em mais de 100V. Essas baterias poderosas podem carregar e descarregar mais rápido do que as de baixa tensão, tornando-as ideais para cobrir esses surtos rápidos de demanda Baterias Solares de Alta Tensão vs Baixa Tensão: Uma Análise Comparativa 2 ao iniciar equipamentos. Elas operam em níveis de tensão mais altos, geralmente variando de 200 a 600 volts ou mais. Os sistemas de baterias de alta tensão são um desenvolvimento mais recente no mundo do backup de baterias solares residenciais. Esses modelos de maior tensão podem fornecer maior produção de energia para suportar cargas mais pesadas, tornando-os perfeitos para casas com taxas de consumo de eletricidade que excedem o que é normalmente visto em tensões mais baixas. Uma opção que merece ser levada em consideração é bateria T-BAT-SYS-HV-5.8 da SolaX Power com tecnologia LiFePO4, conhecida por suas características de segurança excepcionais, com uma alta profundidade de descarga (DOD) de até 90% e um ciclo de vida de mais de 6000 vezes. Possui um nível de proteção IP65, tornando-a adequada para montagem no chão ou na parede. A escolha entre baterias solares de alta tensão e baixa tensão depende de suas necessidades e circunstâncias específicas. Se você precisa de um sistema que possa lidar com cargas pesadas e surtos rápidos de demanda, um sistema de alta tensão pode ser a melhor escolha. Por outro lado, se você está procurando um sistema que seja mais fácil de instalar e atualizar, um sistema de baixa tensão pode ser mais adequado. Além disso, para compor o sistema de energia solar do cliente, você pode considerar as soluções de bateria da SolaX, fabricante das baterias Triple Power, mundialmente conhecidas por sua excelência e alta performance, com 10 anos de garantia e 90% de profundidade de descarga. A empresa oferece uma variedade de produtos que podem se adequar às suas necessidades específicas. Lembre-se, a escolha certa sempre dependerá das suas necessidades individuais e circunstâncias. Quer saber mais, https://www.solaxpower.com/

  • TV Record e Studio Motion Filmes firmam parceria para distribuição da série “Expedição Solar” no Brasil

    A TV Record e a Studio Motion Filmes anunciaram recentemente um acordo de distribuição para a série documental “Expedição Solar”. Essa colaboração traz uma oportunidade única para os telespectadores brasileiros explorarem os avanços na transição energética global. Sobre a Série “Expedição Solar” Gravada em 7 Países: A primeira temporada da série foi filmada em sete países, proporcionando uma visão abrangente das inovações e progressos na área de energia limpa. Desde painéis solares em telhados até usinas de energia solar em larga escala, a série apresenta uma jornada inspiradora pelo mundo da sustentabilidade. O Futuro da Energia: O documentarista Ricardo Honório lidera essa expedição, compartilhando sua perspectiva sobre as oportunidades de negócios relacionadas à energia limpa. A série não apenas explora as tecnologias emergentes, mas também nos faz refletir sobre como o futuro da produção e consumo de energia será radicalmente diferente do que conhecemos hoje. Impacto e Reflexão A parceria entre a TV Record e a Studio Motion Filmes visa ampliar o alcance da série, levando-a a um público mais amplo no Brasil. A energia solar é uma das principais protagonistas dessa revolução energética, e “Expedição Solar” nos convida a considerar como podemos aproveitar essas mudanças para criar um mundo mais sustentável. O futuro está chegando mais rápido do que imaginamos, e a série nos mostra que a energia limpa é uma oportunidade de negócio e um caminho para um planeta mais verde e resiliente. 🌞🌎🎬 “Expedição Solar”: Uma Jornada Global Pela Energia Limpa A série documental “Expedição Solar” está prestes a iluminar as telas brasileiras! A partir da próxima semana, você poderá acompanhar essa emocionante jornada pelo PlayPlus, o serviço de streaming da TV Record. Mas as novidades não param por aí: trechos da série também serão exibidos na TV aberta, especialmente durante programas especiais da TV Record, como o jornalismo, e estarão disponíveis no portal de notícias R7. Uma Volta ao Mundo em Busca de Energia Limpa A primeira temporada da série foi filmada em sete países, cada um com sua própria história fascinante sobre a transição da energia fóssil para a energia limpa. Vamos dar uma olhada nos destinos visitados: Brasil: Nosso país tropical é um exemplo de como a energia solar pode transformar comunidades rurais e urbanas. Dos telhados das casas às grandes fazendas solares, o Brasil está abraçando essa revolução energética. Estados Unidos: Da Califórnia ao Texas, os EUA têm liderado o caminho em inovações solares. Conheceremos projetos pioneiros e as mentes brilhantes por trás deles. Alemanha: A Alemanha é famosa por sua transição energética, ou Energiewende. Veremos como eles estão integrando painéis solares em edifícios históricos e criando cidades mais sustentáveis. Emirados Árabes Unidos: O deserto não é apenas um lugar quente; também é um local ideal para a energia solar. Descobriremos como os Emirados estão aproveitando o sol para impulsionar seu futuro. China: Com sua população gigantesca e metrópoles em crescimento, a China está investindo pesadamente em energia limpa. Veremos como eles estão enfrentando os desafios ecológicos. Japão: Após o desastre de Fukushima, o Japão se voltou para a energia solar. Visitaremos suas fazendas solares flutuantes e suas inovações tecnológicas. Austrália: Com vastas áreas remotas, a Austrália está liderando o caminho em energia solar descentralizada. Veremos como eles estão transformando o Outback em uma fonte de energia limpa. Disponibilidade Internacional No Brasil, a série terá exclusividade na TV Record e no PlayPlus. Mas, para os espectadores internacionais, a “Expedição Solar” estará disponível nos principais canais de streaming, incluindo Amazon Prime, Apple TV e Google Play, em 63 países, com narração em inglês. Prepare-se para uma viagem inspiradora pelo mundo da energia limpa. Afinal, o futuro está brilhando mais forte do que nunca! 🌞🌎📺 Quer saber mais sobre a série, https://www.solarexpedition.info/

  • HSBC e Google unem forças para impulsionar financiamento em tecnologias climáticas inovadoras

    O HSBC , principal banco do Reino Unido, e o Google estabeleceram uma colaboração estratégica para promover o financiamento de empresas emergentes de tecnologia climática . Juntos, eles buscam trazer soluções avançadas para enfrentar as mudanças climáticas globais. Essa parceria tem como objetivo identificar e apoiar financeiramente empresas selecionadas pelo gigante tecnológico americano para participar do programa Google Cloud Ready-Sustainability . Nesse programa, as tecnologias em desenvolvimento são avaliadas quanto à eficácia, qualidade e aceitação no mercado. O HSBC, além de ser o principal banco do Reino Unido, também é negociado na B3 através das BDRs (BOV:H1SB34). O Google, por sua vez, é negociado como NASDAQ:GOOGL. Justin Keeble, do Google Cloud, destacou a crescente demanda por soluções rápidas e eficazes para alcançar objetivos de sustentabilidade. O financiamento do HSBC será crucial para expandir as operações dessas empresas inovadoras e facilitar o acesso dos clientes do banco a essas novas tecnologias. Martin Richards, do HSBC, enfatizou a importância da rigorosa avaliação do Google como um complemento valioso à análise de risco do banco, especialmente em novos acordos de financiamento de dívida para empresas com maior risco inerente. Essa parceria surge em um contexto onde a necessidade de avanços tecnológicos para uma transição para uma economia de baixo carbono é crucial, conforme destacado nas discussões da COP28 em Dubai. O HSBC está comprometido em oferecer um bilhão de dólares em financiamento para tecnologias climáticas em diversos setores até 2030, uma meta que o banco já está superando. Essa aliança entre HSBC e Google visa acelerar a transição para práticas mais sustentáveis, utilizando tecnologia e finanças como catalisadores para a ação climática.

  • ATENÇÃO ! ATENÇÃO ! ATENÇÃO ! POSSIBILIDADE DE SOLUÇÃO PARA REPROVA POR FLUXO INVERSO DE POTÊNCIA PODERÁ TER UM CANETAÇO DA ANEEL !

    O título do artigo é chamativo e pode parecer forte porque a palavra “canetaço” soa como algo executado com alguma pressão ou abuso de poder. Mas não é isso que iremos tratar, o objetivo do título é chamar a atenção para a complexidade da regulação e da necessidade do despertar para toda a transformação do setor elétrico em que o Brasil está experienciando neste exato momento. O feriadão de carnaval foi um período de trabalho para quem está envolvido na busca de soluções para a questão das reprovas de conexão das novas instalações de sistemas solares e de geradores dentro da Geração Distribuída de energia. O problema já vem se arrastando desde meados de 2023 e perturbando o crescimento do mercado pois a ANEEL-Agência Nacional de Energia Elétrica publicou uma Resolução Normativa um tanto na contramão dos anseios dos empreendedores voltados a este mercado.   A geração de energia elétrica e a injeção na rede da concessionária de energia passou a ser uma roleta russa isto porque com o pretexto de um dos artigos da nova regulação, qualquer distribuidora de energia pode reprovar a conexão da usina recém-construída alegando que os cabos de energia da rede pública não têmcondições técnicas e que a injeção de energia excedente irá ocasionar distúrbios elétricos.  Para as empresas que vendem esta tecnologia e que já vinham tentando se adaptar a uma queda nas vendas devido ainterpretação das novas regras trazidas pela Lei Federal 14.300/22. A lei mencionada (Marco Legal da Energia Solar) passou a permitir que as concessionárias cobrem pelo uso do fio onde a energia gerada excedente é injetada.  Até aí tudo bem pois isto já era previsto e foi acordado entre os agentes do setor elétrico antes da aprovação da lei. A decepção dos empresários do setor de energia solar é em relação aos itens redigidos na Lei Federal e que ainda não estavam, e muitos ainda não estão regulamentados pela Agência Reguladora.  O prazo para definir várias destas regras como por exemplo a valoração dos benefícios da GD, e as regras de cobrança do uso da rede elétrica a partir de 2029 ainda não foram apresentadas pela Agência Reguladora. Mas ao contrário, a agência providenciou um conjunto parcial deregulamentações por intermédio da REN 1059/23 apontando para possibilidade de impedimento de se conectar usinas onde a concessionária de energia, após apresentação de um estudo de análise das condições da rede elétrica, identifique a possibilidade de fluxo inverso de potência.  Essa análise está prevista no Artigo 73 da nova Resolução Normativa e vai contra o espírito da Lei Federal.  Mas não é apenas este item que trouxe barreiras para o mercado, pois nesta mesma resolução  tivemos o fim da compensação de energia em usinas solares de consumidores classificados como  “B-Optante“ e a possibilidade dacobrança de TUSD-Geração para a microgeração.  Este ponto da cobrança de demanda sobre microgeração (TUSD-Geração) ainda trará muitos debates, embates e processos judiciais até ser de fato pacificado, enquanto que a questão do “B-Optante” já tem tramitação de centenas de processos judiciais. A dificuldade trazida aos empreendedores, aliás são milhares e milhares de empresas instaladoras afetadas, é que estas inovações na regulação foram danosas e inesperadas, trazendo mais dores de cabeça pelapossibilidade da interpretação ambígua da lei.  Aí começou mais umaromaria em Brasília para tentar encontrar no Poder Legislativo algum mecanismo de correção do rumo dado pela Agência Reguladora, uma vez que existe hierarquias onde uma Lei Federal não pode ser submissa a uma Resolução Normativa.  Mas não foi só em Brasília que o bicho pegou!  Em Belo Horizonte e em Porto Alegre, onde os registros de reprovas de novos projetos estão sendo mais frequentes aconteceram manifestações, audiências nas Assembleias Legislativas e muitas reuniões com concessionárias e governos locais.  Outros estados começaram a se mobilizar para também cobrar soluções pois ficou impossível vender sem saber se a concessionária de energia vai aprovar a conexão na rede elétrica. Associações foram criadas e movimentos regionais se organizaram em torno do tema chamado “Fluxo Inverso de Potência”.  Isto sem mencionar as inúmeras ações e eventos das reconhecidas entidades de amplitude nacional que defende o setor das energias limpas e da Geração Distribuída. Numa destas reuniões regionais, onde empresários se uniram para presencialmente discutir soluções com a permissionária Eletrocar, uma cooperativa de eletrificação rural localizada na região do município deCarazinho, no interior do Rio Grande do Sul, usei na minha fala uma frase de impacto que surgiu na hora: “A eletrônica de potência pede passagem”.  Aqui se inaugura o debate sobre um dos novos desafios que posso afirmar será o mais importante de todos:  A modernização de toda a rede de distribuição de energia para embarcar estas novas tecnologiastrazidas pela Geração Distribuída.  Serão inúmeros artigos produzidos sobre o impacto da eletrônica de potência e a possibilidade de novos e estratégicos serviços ancilares para dar mais segurança energética em tempos de enfrentamentos dos eventos climáticos extremos que tem acontecido com mais frequência e intensidade e nesta esteira a segurança energética passará a ser questão prioritária. Mas vamos voltar ao assunto principal do artigo, o mencionado canetaço da ANEEL. Em sua reunião periódica ordinária de semana passada, os diretores discutiram por 3 horas a questão das reprovas das conexões das novas usinas. Nesta reunião já observamos uma vitória para os empreendedores, porque os diretores da Agência Reguladora entenderam o recado vindo de vários canais, inclusive gerando irritação de técnicos da agência sobre notícias divulgadas de uma possível solução.  Neste momento já estava claro para os diretores da ANEEL e para a sociedade, de que algo precisaria ser feito imediatamente. Lembrando inclusive que tem Projetos de Leis tramitando no Congresso Nacional para corrigir a redação desta Resolução, porém como todos sabem, a pauta legislativa está muito conturbada com temáticas envolvendo reformas tributárias, CPIs e outros matérias de  grandeimpacto na sociedade, enquanto isso a pauta do setor de energia solar não conseguiu um espaço para ser levado a votação o seu PL. A solução então poderá vir mesmo é pela Agência Reguladora e deveráacontecer ainda em março se tudo correr dentro do esperado. O rito regulamentar consiste inicialmente na abertura uma Consulta Pública e isto já aconteceu. Quem quiser ter acesso ao conteúdo basta entrar na internet e digitar no seu navegador de busca  a frase: “consulta pública 3/2024 ANEEL” e já aparecerá o link correto onde consta todas as informações que podem ser baixadas e estudadas. Importante a participação neste processo pois o momento de juntar esforços chegou. A Consulta Pública é um ato democrático, aberto para contribuições de qualquer entidade ou cidadão brasileiro. E poderá ser feito pela internet até o dia 23 de fevereiro.  Após esta data se encerra as contribuições e se inicia a próxima etapa onde as superintendências responsáveis irão avaliar as contribuições.  Após a avaliação das superintendências, será agendada uma Audiência Pública aberta ao público e transmitida via internet.  Nesta audiência será aberto espaço para as pessoas e entidades que se inscreverem para fazer uso da palavra.  O tempo do uso da palavra é limitado entre 5 a 10 minutos para que todos possam se expressar e apresentar sua defesa de forma clara, técnica e focada no tema.  Após isto, a minuta que já está previamente redigida e ajustadacom as contribuições que for julgado tecnicamente viável, será levada a votação pelos 5 diretores da ANEEL, o que poderá acontecer no mesmo dia.  Se o rito se cumprir desta forma, alcançaremos a correção ou o esclarecimento da forma que o artigo 73 da Resolução Normativa deverá ser aplicado para as conexões de usinas na rede pública de energia elétrica.  Assim o assunto ficará pacificado e os empreendedores, os técnicos, engenheiros e principalmente os consumidores terão uma clareza maior sobre esta questão. Assim, o tema precisa ser tratado com prioridade pelos empreendedores do setor, não se trata de um canetaço, mas sim de um processo democrático e transparente onde todos os agentes do setor elétrico irão participar, não apenas os que  são favoráveis ao ingresso de novas tecnologias limpas no setor, mas também aqueles que defendem o “status quo” vigente de geração de larga escala com investimentospúblicos bilionários em redes de transmissão, e sem a transformação e modernização do setor elétrico brasileiro.  Fica aqui o convite para que os empreendedores e aos entusiastas da defesa do setor mais democratizado se façam participativos neste processo. Renato Zimmermann

  • Mãos sujas de petróleo

    O presidente do Equador quer extrair petróleo da floresta amazônica contra a vontade do povo! A exploração foi suspensa no ano passado em um plebiscito nacional histórico defendido por grupos indígenas -- mas o novo presidente quer que o petróleo continue a jorrar . Aliados no Equador lançaram uma campanha poderosa para resistir a essa perigosa reviravolta, mas eles precisam da atenção mundial para aumentar a pressão sobre o presidente Daniel Noboa. Vamos nos unir aos equatorianos e defender a democracia e a floresta amazônica --coloque seu nome agora: https://secure.avaaz.org/campaign/po/stopoilamazon_loc/?bKJUTbb&v=154819&cl=21135652667&_checksum=4e8394c8e52338dd0e9905cef5d2f7d2dc1d7fafdc6bb0aa469ad0c5d8a39234 Queridos amigos e amigas, Foi uma vitória impressionante: 59% dos equatorianos votaram pela suspensão da exploração de combustíveis fósseis no Parque Nacional Yasuni, uma região rica em biodiversidade, em agosto do ano passado, renovando a esperança de movimentos do mundo todo na democracia e no planeta. Mas menos de seis meses depois, o novo presidente do Equador quer seguir com a exploração de petróleo de qualquer jeito! Lideranças indígenas e aliados no Equador estão se mobilizando intensamente para garantir que sua democracia e a floresta amazônica sejam protegidas -- e eles precisam que nossa comunidade mostre ao presidente Daniel Noboa que a exploração contra a vontade do povo vai desencadear uma poderosa reação global. Coloque seu nome agora para apoiar o povo equatoriano e exigir o fim da exploração de petróleo na Amazônia de uma vez por todas! Os povos indígenas lutaram por mais de uma década para garantir um plebiscito históricosobre a exploração de petróleo no Parque Nacional Yasuni, uma das áreas de maior biodiversidade da Terra -- onde vazamentos de petróleo já afetaram negativamente as comunidades indígenas e a floresta ao seu redor. Mas o presidente do Equador, Daniel Noboa -- que apoiou a suspensão durante sua campanha -- quer adiar sua implementação e continuar a extrair petróleo para financiar a guerra contra as gangues de traficantes de drogas. Ele não está sozinho – do Equador, passando pelo Brasil e o Peru, nossos líderes estão quebrando promessas e entregando nossa preciosa Amazônia à exploração petrolífera, à mineração tóxica e à agropecuária intensiva, que degrada a terra. Isso precisa parar. Se o presidente Noboa seguir em frente, isso pode lançar sobre o Equador uma crise de desconfiança e levar a floresta a um ponto de não retorno de destruição, ameaçando vitórias ambientais duramente conquistadas em toda a região – e sinalizando a outros líderes locais que eles podem dar passe livre para a destruição da Amazônia. É aí que nós entramos: nossas vozes podem chamar a atenção do mundo para a traição perpetrada pelo presidente Noboa e aumentar a pressão para que ele respeite o resultado do plebiscito. Assine agora, compartilhe com amigos e amigas  e ajude a espalhar a mensagem: Presidente Noboa: acabe com o petróleo na Amazônia! A Amazônia é um ecossistema delicado -- sem ela, não conseguiremos deter as mudanças climáticas. A comunidade Avaaz tem se mobilizado continuamente para defender a floresta e apoiar as comunidades indígenas que protegem suas terras ancestrais. Só no ano passado, alertamos para a questão dos direitos indígenas a seus territórios no Brasil, apoiamos esforços para proteger os povos isolados do Peru e nos manifestamos contra os ataques aos Yanomami. Juntos e juntas, podemos mudar o rumo em direção a um clima habitável e uma floresta amazônica próspera.

  • A SolarTv recebeu João Pedro Correia Neves, conselheiro e sócio da RZK Energia

    A SolarTv recebeu esta semana para um bate papo João Pedro Correia Neves, conselheiro e sócio da RZK Energia, compartilhou conosco sua visão de mercado e os desafios para o novo mercado de energia. Cortes

  • O Brasil fez avanços significativos na área de energia renovável

    Posicionando-se como líder global. Aqui estão alguns desenvolvimentos notáveis: 1. Energia Solar e Eólica: A capacidade do Brasil de gerar energia renovável supera a média mundial, ficando em 84%. A participação da energia solar na matriz energética brasileira atingiu 6,9%, enquanto a energia eólica contribui com 10,9%. No ano passado, o Brasil alcançou um recorde histórico na expansão de usinas de mercado livre, com mais de 3 GW instalados, principalmente de fontes eólicas e fotovoltaicas. 2. Energia Eólica: O Brasil é hoje o maior produtor de energia eólica da América Latina e está entre os 10 maiores do mundo. A capacidade de produção local de turbinas eólicas do país foi reforçada pelo Programa de Incentivos para Fontes Alternativas de Eletricidade. 3. Geração Solar: O Brasil promove a geração solar distribuída por meio da medição líquida e do Sistema de Compensação de Energia para Micro e Minigeração. Atualmente, 70% de sua capacidade instalada é proveniente de energia solar. 4. Biocombustíveis: a política nacional de biocombustíveis do Brasil, RenovaBio, visa reduzir as emissões dos transportes. Incentiva a produção e o consumo de biocombustíveis por meio de créditos de descarbonização. 5. Expansão recente: Em 2023, o Brasil adicionou 7,13 GW ao seu mix energético, com solar e eólica respondendo por 90% desse crescimento. Até 2022, espera-se que a expansão atinja 8,2 GW, com a energia solar e eólica contribuindo significativamente. 6. Investimentos Futuros: O Brasil prevê grandes investimentos em energia limpa. Até 2024, prevê-se que a energia eólica, solar e o gás registrem aumentos substanciais, enquanto a quota das centrais hidroeléctricas poderá diminuir à medida que outras fontes renováveis ​​ganhem força. Em resumo, o compromisso do Brasil com as energias renováveis ​​é considerado muito importante e continua a desempenhar um papel fundamental no avanço de práticas sustentáveis ​​em escala global.

  • DAH Solar: produtos inovadores, de qualidade e sustentáveis para a energia solar

    A energia solar é uma das fontes renováveis que mais se expande no mundo, por oferecer uma alternativa limpa, econômica e abundante para a geração de eletricidade. No entanto, para aproveitar ao máximo o potencial dessa energia, é preciso contar com equipamentos de alta qualidade, que garantam um bom desempenho, uma longa durabilidade e um baixo impacto ambiental. É nesse cenário que se destaca a DAH Solar, uma empresa nacional de alta tecnologia, especializada em desenvolvimento e fabricação de módulos fotovoltaicos, construção e operação de estações de energia pv, manutenção e investimento. Fundada em 2009, a DAH Solar possui uma capacidade de produção de 500 MW por ano e exporta seus produtos para mais de 50 países em todo o mundo. A qualidade dos produtos é a maior prioridade da DAH Solar, por isso a empresa possui uma linha de produção totalmente automática que atende aos padrões internacionais. Além disso, a empresa conta com um sistema de controle de qualidade para garantir que todos os produtos saiam de fábrica com garantia de alta qualidade e eficiência. Os módulos fotovoltaicos da DAH Solar possuem certificações internacionais como TUV, CE, CEC, INMETRO, FIDE etc. e certificações domésticas como CQC, LÍDER, ISO9001, ISO14001, OHSAS18001. A DAH Solar investe continuamente no R&D dos produtos e já ganhou mais de 30 patentes no momento. O módulo pv inteligente e a plataforma de monitoramento em nuvem desenvolvida pela DAH Solar estão na vanguarda da indústria solar. O módulo pv inteligente é capaz de monitorar o desempenho de cada célula fotovoltaica, detectar e corrigir falhas, otimizar a geração de energia e reduzir as perdas. A plataforma de monitoramento em nuvem permite o acesso remoto aos dados de produção, consumo e armazenamento de energia, bem como o controle e a gestão dos sistemas fotovoltaicos. Em 2022, a DAH Solar revolucionou a definição dos módulos fotovoltaicos ao introduzir os módulos de tela cheia. Esses módulos patenteados globalmente, chamados de F-Complete PV, adotam um processo exclusivo e inovador. O módulo de tela cheia não possui moldura na parte da frente do módulo, apenas um vidro inteiro. O que proporciona um design bonito e além disso, uma experiência otimizada de manuseio e instalação. Entre as principais vantagens da tecnologia de tela cheia está a capacidade de autolimpeza dos módulos, onde a geração de energia pode ser aumentada em 6,15% em comparação aos módulos convencionais. Isso ocorre em virtude de o módulo não possuir a moldura na parte da frente. O que evita o acúmulo de sujeira, água e reduz o risco de pontos quentes, bem como os custos de manutenção com a limpeza manual. Os módulos de tela cheia da DAH Solar possuem uma excelente resistência à água e à carga mecânica, com nível impermeável IP68 e capacidade de 5400Pa na frente e 2400Pa atrás. Eles também possuem uma alta confiabilidade com um processo de embalagem revolucionário e 12 anos de garantia de material e da tecnologia. Os módulos de tela cheia da DAH Solar receberam o "Prêmio TÜV de Qualidade e Efeito de Demonstração ao Ar Livre". A DAH Solar oferece uma variedade de módulos fotovoltaicos para atender às diferentes necessidades dos clientes, desde os módulos monocristalinos, policristalinos, bifaciais, de vidro duplo, até os módulos de tela cheia. A potência dos módulos varia de 400W a 560W, com diferentes tamanhos e configurações de células. A DAH Solar também fornece soluções personalizadas de acordo com as especificações dos projetos. A DAH Solar é uma empresa comprometida com a sustentabilidade, que busca reduzir o impacto ambiental de seus produtos e processos. A empresa utiliza materiais recicláveis e reciclados em seus módulos, como o vidro, o alumínio e o silício. A empresa também adota medidas de economia de energia e de redução de emissões em sua fábrica, como o uso de painéis solares, iluminação LED, ventilação natural e tratamento de água e resíduos. A DAH Solar é uma empresa que se destaca no mercado de energia solar, por oferecer produtos inovadores, de qualidade e sustentáveis. A empresa tem como missão liderar o futuro da energia sustentável e contribuir para o desenvolvimento social e econômico dos países onde atua.

  • Armazenamento de energia: um desafio e uma oportunidade para a transição energética

    A transição energética é um processo que busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa e aumentar a participação das fontes renováveis na matriz energética mundial. No entanto, essa mudança enfrenta um grande obstáculo: a intermitência das fontes como solar e eólica, que dependem das condições climáticas e não podem garantir uma oferta constante e confiável de energia. Para superar esse problema, é necessário contar com sistemas de armazenamento de energia, que permitem guardar a eletricidade gerada em momentos de pico e utilizá-la em períodos de baixa produção. Dessa forma, é possível equilibrar a demanda e a oferta de energia, garantir a estabilidade da rede elétrica e otimizar o aproveitamento dos recursos naturais. Entre as diversas tecnologias de armazenamento de energia, as baterias se destacam por sua versatilidade, eficiência e segurança. As baterias são dispositivos que armazenam energia química e a convertem em energia elétrica quando necessário. Elas podem ser usadas em diferentes escalas e aplicações, desde celulares e carros elétricos até usinas renováveis e redes de transmissão e distribuição. As baterias de íon-lítio são as mais utilizadas atualmente, por apresentarem um alto desempenho, uma longa vida útil e uma baixa taxa de autodescarga. Elas são compostas por um cátodo (eletrodo positivo), um ânodo (eletrodo negativo) e um eletrólito, que serve como condutor de íons entre os eletrodos. As baterias de íon-lítio são responsáveis por grande parte da eletrificação dos transportes e da integração das fontes renováveis à rede elétrica. No entanto, as baterias de íon-lítio também apresentam alguns desafios, como o alto custo, a escassez de alguns materiais, como o lítio e o cobalto, e o impacto ambiental de sua extração e descarte. Por isso, há uma busca por novas tecnologias de baterias, que sejam mais baratas, sustentáveis e eficientes. Uma das alternativas promissoras são as baterias de vanádio, que armazenam energia na forma líquida, em um eletrólito composto por íons de vanádio. Essas baterias têm a vantagem de ter uma alta capacidade de armazenamento, uma longa durabilidade, uma rápida recarga e uma baixa degradação. Além disso, o vanádio é um metal abundante e reciclável, que pode ser obtido de fontes diversas, como minérios, petróleo e carvão. As baterias de vanádio são ideais para aplicações em larga escala, como usinas renováveis, microrredes e redes inteligentes, pois podem fornecer energia por horas ou dias, dependendo do tamanho do tanque de armazenamento. Elas também podem melhorar a qualidade da energia, por regularem a tensão e a frequência da rede. O armazenamento de energia é um setor em constante evolução, que oferece oportunidades para o desenvolvimento de novas soluções e negócios. O Brasil, por exemplo, tem um grande potencial para explorar essa área, por contar com uma matriz energética diversificada, uma alta incidência solar e uma forte demanda por energia. Além disso, o país tem uma legislação favorável ao armazenamento de energia, que permite a sua comercialização no mercado livre e a sua remuneração pelos serviços prestados ao sistema elétrico. O armazenamento de energia é, portanto, um pilar fundamental para a transição energética, que pode contribuir para a redução das emissões de carbono, a melhoria da segurança energética, a geração de empregos e renda e a promoção do desenvolvimento sustentável.

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