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  • JA Solar Apresenta Inovações em Qualidade no Evento 360 SOLAR

    São Paulo, 11 de novembro de 2024  – No primeiro dia de atividades do 360 SOLAR, evento voltado para o setor de energia solar, Felipe Yugo Yamaguishi, Sales Manager da JA Solar, destacou-se com uma apresentação inovadora e educativa. Yamaguishi compartilhou insights valiosos sobre a importância dos critérios de qualidade na indústria solar, atraindo a atenção dos presentes com demonstrações práticas e discussões técnicas. Durante a apresentação, Felipe explicou que a JA Solar está adotando um enfoque mais educativo em suas apresentações, com o objetivo de esclarecer para o mercado os verdadeiros critérios de qualidade que vão além das certificações tradicionais. " Queremos afastar a ideia de que apenas estar no Tier One é suficiente. Hoje, discutimos a importância do eletroluminescente como um critério de qualidade, que embora ainda não tenha uma classificação oficial de mercado, é fundamental para garantir a durabilidade e eficiência dos painéis solares ", afirmou. Yamaguishi destacou os desafios enfrentados pelo mercado, citando casos em que inversores apresentavam falhas devido a módulos degradados que não suportavam as tensões necessárias. " Esses problemas muitas vezes são atribuídos incorretamente aos inversores, quando na verdade, o problema pode residir nos módulos que degradaram rapidamente ", explicou. A JA Solar mantém um rigoroso controle de qualidade, sendo uma das marcas com os padrões mais rígidos da indústria. Esse compromisso com a qualidade se reflete em sua presença global, atuando em mais de 156 países e destacando-se em projetos de grande escala no Brasil. Felipe sublinhou a competitividade no mercado brasileiro e a necessidade de atender a rigorosos critérios de qualificação para participar dos maiores projetos globais. " Esses projetos não podem ser realizados com qualquer marca; exigem certificações e garantias que apenas os principais fabricantes globais conseguem oferecer ", ressaltou. Além do compromisso com qualidade, a JA Solar está empenhada em educar consumidores e integradores solares. Através de vídeos no YouTube, a empresa busca explicar os processos de certificação e o funcionamento interno dos seus produtos, proporcionando um maior entendimento sobre as escolhas no setor solar. Para o futuro, Felipe aceitou o convite para participar de um podcast em São Paulo, visando expandir ainda mais o diálogo sobre inovação e as melhores práticas no mercado de energia solar. Com um evento repleto de informação e networking, o 360 SOLAR continua a ser uma plataforma vital para discutir tendências e avanços no setor, reforçando o papel fundamental da educação e inovação para o crescimento sustentável da energia solar no Brasil e no mundo. JA Solar Apresenta Inovações em Qualidade no Evento 360 SOLAR

  • O novo caminho da Transição Energética começa no campo. 

    Por Ansgar Pinkowski No recente Congresso Green Rio, participei de um painel intitulado " Bioeconomia e Negócios " e pude discutir o papel central que historicamente a energia sempre teve na agricultura. Fato é que sempre dependemos do campo para gerar energia, e precisamos resgatar esse vínculo para combater as mudanças climáticas. O carvão e óleo que estamos usando hoje é a biomassa de milhões de anos atrás que foi se decompondo e comprimindo até se transformar nos combustíveis fósseis e virou a fonte do nosso conforto e riqueza. Esse processo natural de CCS ( Carbon Capture and Storage ) é importante para o equilíbrio do clima da Terra. Porém é  fato que a exploração e emissão deste enorme estoque de carbono, a pouco mais de 150 anos, resultou na sobrecarga atmosférica e é a principal causa da mudança climática que estamos enfrentando.   É igualmente importante destacar e relembrar que as primeiras tentativas de motorização ainda usavam combustíveis que vieram de fontes biológicas. Rudolf Diesel, por exemplo, recebeu a patente do motor que hoje carrega o seu nome em 1983 usando óleo de amendoim.  Um outro exemplo é o Henry Ford . O pai da produção de carros em série cresceu no campo e sempre defendeu de usar etanol para os seus carros para garantir uma independência dos fazendeiros no uso de motores. Infelizmente, devido às guerras mundiais e outros eventos, os combustíveis fósseis ganharam cada vez mais espaço, e o uso de combustíveis de origem biológica foram ficando em desvantagem mercadológica. Obviamente, a ampla utilização do óleo combustível trouxe muito conforto e sem dúvidas gerou muita riqueza em vários países. E a minha provocação vem justamente como contraponto a esse cenário: é viável voltar a ter a fonte de energia oriunda do campo? Acredito que sim, apesar de termos hoje 8 vezes mais pessoas no mundo com um consumo de energia per capita maior que no início do século passado, temos também tecnologias disponíveis para fazer essa " desfossilização " da nossa energia. Porém, a mudança só pode ser feita se começarmos a definir o uso das diferentes fontes de energia não pela comodidade e lucratividade do seu uso, mas pelo impacto ambiental que ele causa. Essa mudança de paradigma no uso de energia significa, por exemplo, promover a geração e uso de energia elétrica de fontes renováveis como a primeira opção. Isso inclui a expansão de uso na mobilidade, nos processos industriais, entre outros. Além de produção de derivados verdes como amônia ou metanol, o hidrogênio ( verde e/ou renovável ) deve ser usado como uma bateria química possibilitando estocar energia de médio a longo prazo e como buffer para reduzir as intermitências das fontes renováveis. Com isso criamos espaço para o uso de combustíveis biológicos como SAF, metanol verde ou biodiesel nos processos "hard to abate" como na mobilidade aérea, marítima ou rodoviária para caminhões de longa distância. Além disso, o Gás Natural de fontes fósseis pode ser substituído gradativamente por biometano, produzido a partir da decomposição anaeróbia de matérias orgânicas.   E o Brasil, mais uma vez, pode se tornar um protagonista nesta verdadeira transição energética. Além das energias renováveis em abundância possuímos um potencial de biomassa gigantesca e ainda mal aproveitada. Não estou falando da Amazônia que precisa ficar intacta, e que devemos proteger acima de tudo, mas de muitas outras fontes de biomassa que hoje já existem, porém ainda não são aproveitadas adequadamente na própria agricultura.  Para que essa transformação aconteça é necessário uma política energética, agrícola e ambiental que trabalhe de forma integrada, com olhar para esse propósito, e que esteja alinhada à regulamentação.  Compreendo e reconheço que com as recentes leis aprovadas do Combustível do Futuro e do Hidrogênio Verde, e o fortalecimento da Renovabio, os primeiros passos foram dados. Entretanto, além disso, outras ações podem ser feitas: como estimular a construção de biorrefinarias para que o pequeno e médio agricultor integrado em cooperativas possa fornecer as devidas matérias primas. Isso não é sonho, ao contrário. Isso pode ser uma oportunidade real para o Brasil traçar um novo caminho para a transição energética, que de forma integrada, com inteligência e tecnologia, atua em prol de um planeta com energia mais limpa e muito melhor para as futuras gerações. O novo caminho da Transição Energética começa no campo.

  • Evento 360 Solar destaca a inovação da DAS Solar em Florianópolis

    Florianópolis, novembro de 2024 – O evento 360 Solar, que marca o final do ano no setor de energia solar em Florianópolis, reuniu algumas das principais empresas do ramo, destacando-se pelo alto nível de inovação e novas tecnologias apresentadas. Entre os expositores de destaque, a DAS Solar reuniu a atenção dos visitantes com sua abordagem pioneira e produtos de ponta para o mercado brasileiro. À frente da DAS Solar no Brasil, Francisco Oton , Gerente de Novos Negócios, compartilhou insights sobre a trajetória da empresa desde sua chegada ao país no final do ano passado. Com uma forte atuação no mercado chinês, onde já possui diversos projetos e diferentes aplicações. A DAS Solar agora busca firmar sua presença em território brasileiro, com alta qualidade e produtos de ponta. Francisco destacou a inovação contínua da empresa, que investe 5% de seu faturamento bruto em pesquisa e desenvolvimento (P&D), resultando em mais de 500 patentes. Este compromisso com a qualidade e durabilidade se reflete nos módulos solares bifaciais com tecnologia n-Type, que oferecem 15 anos de garantia de produto e 30 anos de garantia de produção de energia, superando os padrões de mercado. A DAS Solar também está à frente na infraestrutura de energia flutuante internacional, com projetos notáveis como o maior parque flutuante do mundo, localizado na China, e o segundo maior na Europa. No Brasil, Francisco anunciou que a empresa está desenvolvendo projetos significativos, incluindo um parque de 5 MW em Pernambuco. Durante o evento, Francisco enfatizou as dificuldades e oportunidades no mercado brasileiro. A presença da DAS Solar no evento 360 Solar não só representa uma estreia importante para a empresa, mas também uma plataforma crucial para estabelecer novos contatos e solidificar sua reputação entre os consumidores brasileiros. Com previsões de introduzir painéis ainda mais potentes no próximo ano, que podem alcançar até 715 W, a DAS Solar almeja atender às demandas do mercado por soluções energeticamente eficientes e sustentáveis, tanto em residências quanto em grandes usinas solares. Oton encerrou sua participação destacando o potencial do mercado flutuante brasileiro, encorajando a adoção de tecnologias inovadoras e prometendo expandir o leque de produtos oferecidos no país. O 360 Solar se consolida, assim, como um evento imperdível para profissionais do setor, promovendo não só a troca de conhecimentos e experiências, mas também ações concretas rumo a um futuro mais sustentável e energeticamente eficiente. Evento 360 Solar destaca a inovação da DAS Solar em Florianópolis

  • Inversor híbrido com alta compatibilidade, X3-ULTRA, é tema da próxima edição SolaX Class

    O treinamento virtual e gratuito da SolaX Power acontece no dia 13.11 Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power A primeira edição do mês de novembro do SolaX Class – programa de treinamento virtual e gratuito da SolaX Power – terá como tema o inversor híbrido lançamento no Brasil, X3-ULTRA. O treinamento acontece no dia 13 de novembro, das 10h às 12h, e as inscrições gratuitas podem ser efetuadas pelo link Calendly - SolaX Power Ao longo de 2024, quase 500 profissionais que atuam no setor de energia solar participaram das capacitações virtuais, que abordam tanto informações sobre o mercado de armazenamento de energia, com sistemas solares híbridos compostos por inversores e baterias, como conhecimentos técnicos acerca dos equipamentos que compõem esse sistema e são novidade no mercado brasileiro. Nesta edição, os participantes receberão esclarecimentos sobre o inversor híbrido X3-ULTRA – uma nova solução de armazenamento de energia solar, que possui portas de bateria duplas gerenciadas independentemente para fácil expansão e que podem ser conectadas em paralelo a uma bateria de grande capacidade. Disponibiliza ainda gerenciamento de energia com Inteligência Artificial e suportes para todos os tipos de cargas, para microrredes e para gerador a diesel. Entre seus diferenciais, está a compatibilidade máxima, já que o produto foi criado para se integrar a todos os tipos de módulos e compatibilidade com uma ampla gama de configurações de sistemas fotovoltaicos.  Agenda SolaX Class X3-ULTRA - 13/11 Baterias HS36 + LD 53 - 27/11 Carregador Veicular - 11/12 Sobre a SolaX Power  - Multinacional fundada em 2012 com sede em Hangzhou, na China, e filiais em vários países, incluindo Holanda, Alemanha, Reino Unido, Austrália, Japão e EUA. Com mais de 2 mil funcionários em todo o mundo, a empresa é reconhecida por sua atuação nas áreas de pesquisa e desenvolvimento: são mais de 100 patentes internacionais e mais de 500 certificações de mercado.  Informações para a Imprensa Simone Cesário – Jornalista responsávelsimonelovicesario@gmail.com 61 99911.7059

  • ABREN conclui programa de cooperação internacional com os Estados Unidos com foco na descarbonização do setor de resíduos no Brasil

    A associação realizou, entre 28 de setembro e 05 de outubro, a 2ª edição do Programa Internacional de Descarbonização no Setor de Resíduos BR-EUA; A iniciativa, que aconteceu nos Estados Unidos, contou com visita técnica a uma usina de recuperação energética, reuniões na UNEP/ONU, BID e no Banco Mundial e Congresso Mundial na The City College of New York e Palestra na Columbia University. Entre os participantes, destaque para a presença da Senadora Rosana Martinelli (PL-MT), além de outros integrantes da delegação brasileira. 09 de outubro de 2024  – A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) concluiu no último sábado (5/10) a 2ª edição do Programa Internacional de Descarbonização no Setor de Resíduos BR-EUA, realizado entre 28 de setembro e 05 de outubro, nos Estados Unidos. Entre os principais compromissos, a delegação brasileira, que contou com a presença do presidente da ABREN, Yuri Schmitke , e da senadora Rosana Martinelli (PL-MT) , entre outros participantes, participou de visita a uma usina de recuperação energética de resíduos (waste-to-energy) em Weset Palm Beach, na Flórida, do Congresso bianual do WtERT®️ e de reuniões com representantes da UNEP/ONU, Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Na segunda-feira (30), a delegação brasileira visitou a usina Waste-to-Energy em West Palm Beach. A usina se destaca por utilizar resíduos sólidos para gerar energia, contribuindo diretamente para os esforços de descarbonização no setor de resíduos. A usina, que conta com tecnologia da empresa associada da ABREN, Babcock & Wilcox Renewable, trata 5 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia e tem capacidade para suprir 150 mil casas. A planta recebeu investimento de 700 milhões de dólares e é considerada uma das usinas com o melhor sistema de tratamento de emissões atmosféricas do mundo. Na terça-feira (1º) a comitiva participou de reunião com Ligia Noronha, Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas e Chefe do Escritório de Nova York do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e de reunião com o embaixador Norberto Moretti, representante permanente alterno do Brasil junto à ONU. As discussões giraram em torno dos benefícios do biogás, biometano e da recuperação energética para reduzir as emissões de metano, inclusive como solução mais sustentável do que os aterros, em especial pela elevada capacidade de redução das emissões de metano quando comparado com outras soluções.  Na mesma data, a delegação participou de palestra do Presidente do WtERT, Prof. Huang Qunxing, na Universidade de Columbia, com discussões sobre o enorme potencial do waste-to-energy e do rápido crescimento da China neste seguimento, que hoje conta com tecnologia própria, patentes e mais de 1.000 usinas em operação comercial.  Na quinta-feira a delegação participou do Congresso Bianual do WtERT, na The City College of New York. O Presidente Executivo da ABREN fez uma apresentação ao público presente sobre o potencial das usinas de waste-to-energy para reduzir as emissões de metano, com destaque para o Brasil. De acordo com o executivo, “o país tem potencial para construir até 130 usinas de recuperação energética de resíduos (UREs), porém ainda não temos nenhuma usina dessa natureza em operação, há somente uma em fase de construção com previsão de entrar em funcionamento em janeiro 2027”. Já na sexta-feira (4), a delegação participou de reuniões em Washington com representantes do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com a presença também de representantes da Embaixada do Brasil em Washington. Nos dois compromissos, a ABREN apresentou todo o potencial da recuperação energética de resíduos no Brasil, bem como do biogás e do biometano, de forma que o país tenha condições de tratar os seus resíduos sólidos urbanos e da agropecuária e angariar investimentos da ordem de R$ 500 bilhões nos próximos anos. A associação apresentou, ainda, dados que mostram que é necessário avançar nesta agenda para reduzir as mortes causadas em decorrência da má gestão do lixo no Brasil. Os custos com a saúde pública no país poderiam cair drasticamente a partir do tratamento correto dos resíduos sólidos, conforme destacou a ABREN. De acordo com a senadora Rosana Martinelli, “os debates e as reuniões em que participamos foram de grande importância para que possamos levar ao Brasil a possibilidade de avançar na questão da gestão de resíduos sólidos a partir da recuperação energética. Precisamos avançar nas tecnologias que contribuem para a redução do gás metano, e as conversas que tivemos foram importantes para possibilidades futuras de parcerias”. Para Yuri Schmitke, “a missão realizada nos Estados Unidos foi excelente. Pudemos participar de compromissos muito importantes, com diversos órgãos internacionais, e voltamos para o Brasil com o sentimento de dever cumprido. Aproveito para agradecer à senadora Rosana Martinelli por ter liderado essa missão conosco, com o objetivo de trazer investimentos para o Brasil para a geração de energia através de resíduos, o que irá contribuir grandemente para a descarbonização do país”. Sobre o Programa Internacional de Descarbonização no Setor de Resíduos BR-EUA A 2ª edição do Programa Internacional de Descarbonização no Setor de Resíduos BR-EUA é uma realização da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN). O programa tem como objetivo promover a cooperação entre Brasil e Estados Unidos no campo da recuperação energética e do gerenciamento sustentável de resíduos.  Parte significativa das emissões globais de gases de efeito estufa provêm do metano. No Brasil, 90% das emissões desse gás têm origem no setor agropecuário e nos aterros sanitários. Desta forma, gerar energia a partir dos resíduos evita essas emissões de forma parcial ou total, o que é fundamental para que o país alcance as metas do Global Methane Pledge até 2030. O programa também destaca a importância de projetos de biogás e biometano, que podem capturar e utilizar o metano, mitigando seu impacto climático e promovendo a recuperação energética, eliminando por completo as emissões de metano provenientes de resíduos sólidos urbanos e da agropecuária. Durante a COP26, realizada em 2021, o Brasil assinou o Global Methane Pledge, comprometendo-se a reduzir em 30% suas emissões de metano até 2030, em relação aos níveis de 2020. Para alcançar essa meta, será necessário reduzir cerca de 605 mil toneladas de metano até 2030, o que exige que o setor de resíduos sólidos atinja um limite máximo de emissões de 1,41 milhão de toneladas de metano até essa data. No entanto, dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) mostram que as emissões de metano no Brasil aumentaram significativamente nos últimos anos, com o setor de "Disposição Final de Resíduos" apresentando o maior crescimento absoluto e relativo: 52% nos últimos 15 anos (2005-2020). O programa também possui um enfoque especial na recuperação de energia a partir de resíduos como uma fonte viável de eletricidade. Com a participação no Congresso Bianual do WtERT na City College University, e palestra especial com o Presidente do WtERT na Columbia Climate Centre, em Nova York, a comitiva brasileira participou das discussões sobre como essas tecnologias podem ser aplicadas em maior escala no Brasil, alinhando-se com as práticas internacionais de gestão de resíduos.  A agenda incluiu ainda palestras e debates sobre como a conversão de resíduos pode não apenas reduzir as emissões de gases de efeito estufa, mas também gerar eletricidade suficiente para abastecer comunidades inteiras, fortalecendo a segurança energética. Esses compromissos são estratégicos para garantir o apoio técnico e financeiro necessário para que o Brasil continue avançando no desenvolvimento de tecnologias de recuperação energética de resíduos, contribuindo tanto para o cumprimento das metas climáticas do país quanto para a geração de novos postos de trabalho e o crescimento sustentável da economia. Sobre o WtERT® O Global Waste to Energy Research and Technology Council (WtERT®), fundado em 2002 pela Universidade de Columbia, é uma associação global sem fins lucrativos dedicada à pesquisa de tecnologias de conversão de resíduos em energia (WtE). Com membros de 30 países, incluindo engenheiros, cientistas, governos e academia, o WtERT® se destaca por promover o avanço econômico e ambiental das tecnologias de WtE. A organização tem uma forte presença em fóruns globais de formulação de políticas, compartilhando conhecimentos sobre práticas sustentáveis, como reciclagem, compostagem e geração de energia a partir de resíduos. O WtERT® também foi reconhecido por sua contribuição para a ciência e tecnologia, participando de iniciativas importantes, como a elaboração da seção de Gestão de Resíduos do Relatório de Avaliação de 2015 do IPCC, e colaborando com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) na criação de um guia sobre Gestão Sustentável de Resíduos para cidades da América Latina e do Caribe. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. ABREN conclui programa de cooperação internacional com os Estados Unidos com foco na descarbonização do setor de resíduos no Brasil Assessoria de Imprensa:  Carlos Moura: carlos.moura@headlinecomunicacao.com.br  / Tel.: (11) 98243-9332

  • O Agrienergy Summit, destacou-se como um evento pioneiro no desenvolvimento de fazendas inteligentes

    Por Claudia Andrade O Agrienergy Summit , realizado recentemente em Curitiba, destacou-se como um evento pioneiro no desenvolvimento de fazendas inteligentes no Brasil e no mundo. Embora não tenha participado pessoalmente, acompanhei atentamente as informações e percebi a relevância desse encontro para o setor agroenergético. O evento reuniu profissionais, empresas e líderes renomados, focando em inovação e sustentabilidade, e trouxe à tona discussões fundamentais sobre como novas tecnologias e práticas inteligentes podem transformar a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade das operações agrícolas. Entre os palestrantes ilustres, destacou-se Peter Salles Geib , embaixador da Agrienergy , que moderou um painel com nove câmaras de comércio internacionais. Nesse painel, foram discutidos cases de sucesso no segmento agroenergético, com cada representante trazendo perspectivas únicas sobre a integração de soluções energéticas em fazendas. Essas discussões evidenciaram que a união entre agronegócio e energia renovável é uma tendência global, com soluções práticas e estratégias de impacto já sendo implementadas em diversas regiões. As iniciativas apresentadas envolveram desde o uso de energias renováveis até o manejo eficiente de recursos, utilizando tecnologias de ponta e métodos avançados de monitoramento. O Agrienergy Summit demonstrou que o desenvolvimento de fazendas inteligentes e o investimento em práticas agroenergéticas não são apenas vantagens competitivas, mas necessidades urgentes para garantir um futuro mais sustentável. O evento transcendeu os interesses comerciais das empresas e abordou questões que afetam toda a sociedade, promovendo um agronegócio que respeita o meio ambiente e busca eficiência por meio da inovação. Acompanhar as perspectivas e ideias compartilhadas no Agrienergy Summit reforça a importância do setor agroenergético na promoção de práticas responsáveis e na construção de um legado duradouro. Eventos como esse são mais do que encontros de negócios; são pontes para o futuro, conectando empresas, governos e comunidades em prol de um desenvolvimento agrícola mais sustentável e ético. O Agrienergy Summit, destacou-se como um evento pioneiro no desenvolvimento de fazendas inteligentes #AgrienergySummit #FazendasInteligentes #InovaçãoAgro #Sustentabilidade #PeterSallesGeib #AgronegócioInteligente #AgroEnergia

  • Encontro 360 SOLAR: Inovação e Networking no Setor de Energia Renovável - Brametal

    O 360 SOLAR , um dos eventos mais aguardados do setor de energia renovável, abriu suas portas para um fervoroso intercâmbio de experiências e visões sobre o futuro do setor. Com a presença das principais empresas, o evento se consolida como um importante ponto de encontro para networking, inovação e debates de alta relevância técnica. Uma das presenças mais destacadas foi a da Brametal - Estruturas Metálicas para Energia , bem representada por seu Diretor Comercial e de Marketing, Alexandre Schmidt . Prestes a completar 50 anos de atuação, a empresa se reafirma como referência no setor de estruturas para transmissão de energia, apostando fortemente no mercado solar. Segundo Alexandre, a participação em eventos como o 360 SOLAR é estratégica: " Os debates e palestras são de nível técnico elevado, o que nos enriquece com conteúdo de ponta e novidades globais. " A Brametal , que iniciou sua trajetória na fabricação de torres de transmissão, ampliou suas operações, cobrindo agora uma ampla gama de produtos no setor energético. Com plantas no Espírito Santo e em Santa Catarina, a empresa busca constantemente inovação e novos mercados, apoiada em parcerias técnicas estratégicas, como a com a PV Operation. " Nosso foco em P&D é intenso, e temos novidades programadas para a Intersolar do próximo ano ", revelou Alexandre. O evento também trouxe à tona discussões sobre os desafios e oportunidades da indústria brasileira na transição energética. Alexandre destacou a importância do apoio governamental no desenvolvimento tecnológico e na infraestrutura, fatores cruciais para a competitividade e eficiência industrial. "A estrutura política e econômica ainda é limitada, mas temos potencial humano e natural para nos tornarmos líderes globais", afirmou. O cenário brasileiro se beneficia de sua rápida adaptação a inovações estrangeiras, melhorando-as localmente. Regiões como o Sul do Brasil, especialmente Florianópolis, emergem como polos de desenvolvimento tecnológico. No entanto, Alexandre e outros participantes frisaram a necessidade de melhorias significativas em infraestrutura, como ferrovias e cabotagem, para reduzir custos logísticos e aumentar a capacidade exportadora do país. Como um exemplo de sucesso nacional, a Brametal se destaca não apenas pela solidez e longevidade, mas também pela capacidade de liderar novas frentes, como os seguidores, Hexa Tracker . Este conceito demonstra a necessidade de inovação contínua e adaptação às demandas do futuro energético. Projetos da Brametal inspiram otimismo e reforçam a determinação de criar um ambiente de negócios mais favorável. O 360 SOLAR mais uma vez se mostrou um palco essencial para a troca de conhecimento e fortalecimento de redes de colaboração, reafirmando a importância de eventos dessa natureza na ampliação das fronteiras do conhecimento e na construção de um setor de energia mais sustentável e eficiente. Encontro 360 SOLAR: Inovação e Networking no Setor de Energia Renovável - Brametal

  • Energy Channel - Especial sobre Hidrogênio: Da Produção ao Consumo, Conheça as Vantagens na Descarbonização

    O hidrogênio, em suas diversas formas, tem se consolidado como uma peça fundamental na transição energética global, promovendo a descarbonização e o uso sustentável de recursos. Neste especial, exploramos a cadeia do hidrogênio, desde sua produção até as aplicações industriais, e como o hidrogênio verde está se tornando a solução para um futuro mais limpo. A Produção do Hidrogênio: Entendendo as "Cores" O hidrogênio é classificado em diferentes "cores" com base em seu processo de produção: Hidrogênio Cinza : Produzido a partir de gás natural, este é o método convencional. Embora seja o mais barato, gera emissões significativas de CO2. Hidrogênio Azul : Semelhante ao cinza, mas incorpora tecnologias de captura e armazenamento de carbono, reduzindo as emissões. Seu custo, no entanto, é mais alto. Hidrogênio Verde : Produzido através da eletrólise da água utilizando eletricidade de fontes renováveis, como solar e eólica. Com emissões quase nulas, o hidrogênio verde é a opção mais sustentável, mas atualmente seu custo gira entre $4 a $6 por quilograma, podendo ser reduzido a $2 em um futuro próximo. Vantagens do Hidrogênio Verde na Descarbonização O hidrogênio verde oferece uma série de benefícios em relação às suas contrapartes convencionais : 1. Sustentabilidade : Ao não emitir dióxido de carbono durante sua produção, o hidrogênio verde é uma alternativa viável na luta contra as mudanças climáticas. 2. Versatilidade : Pode ser utilizado em diversos setores, como a indústria química, siderúrgica, refino de petróleo, transporte e até mesmo na geração de eletricidade em células de combustível. 3. Produção de Subprodutos Verdes : O hidrogênio verde pode ser convertido em amoníaco verde, metanol, combustíveis sintéticos, e até mesmo utilizado para a produção de aço limpo, representando um grande potencial de inovação industrial. Setores em Alvo: A Transição para o Hidrogênio Verde A transição para o hidrogênio verde está sendo liderada por setores que apresentarão uma transformação significativa: - Indústria Química : A produção de amoníaco e metanol são as primeiras aplicações que devem se beneficiar do hidrogênio verde, dada a demanda existente e a necessidade de reduzir a pegada de carbono. - Indústria Siderúrgica : O hidrogênio verde promete revolucionar a fabricação de aço, eliminando o uso de carvão como agente redutor. - Transporte : Veículos pesados, como caminhões e ônibus, estão se destacando como pioneiros na adoção de hidrogênio verde, especialmente em frotas urbanas. - Setor Marítimo e Aeronáutico : Com o desenvolvimento de combustíveis sintéticos, a aviação e a navegação estão começando a explorar o uso de amoníaco e hidrogênio como alternativas verdes. Casos de Sucesso pelo Mundo Diversos projetos ao redor do globo mostram que a combinação de energia eólica e solar para a produção de hidrogênio verde já é uma realidade. Na Austrália, o "Asian Renewable Energy Hub" visa exportar hidrogênio verde para a Ásia, enquanto na Europa, países como Alemanha e Países Baixos estão integrando redes eólicas e solares em suas operações. Conclusão À medida que o mundo busca alternativas para reduzir suas emissões e acelerar a transição energética, o hidrogênio verde surge como uma solução promissora e necessária. Com seus múltiplos benefícios e sua versatilidade, ele não apenas apoia a descarbonização industrial, mas também abre portas para um futuro mais sustentável. O hidrogênio verde está pronto para assumir um papel central na nova economia de baixo carbono, e sua jornada está apenas começando. Energy Channel continuará acompanhando essa transformação, trazendo atualizações sobre os avanços na tecnologia do hidrogênio e suas aplicações. Fique conosco para mais informações sobre o futuro energético do planeta. Energy Channel - Especial sobre Hidrogênio: Da Produção ao Consumo, Conheça as Vantagens na Descarbonização

  • Tigo Energy é Destaque no Energy Channel com Soluções Inovadoras para o Setor Fotovoltaico

    Por Energy Channel Em mais um episódio do Energy Channel, nosso apresentador Ricardo recebeu Manoel Monteiro, Sales Marketing Manager da Tigo Energy Brasil . Direto do Rio de Janeiro, Manoel compartilhou insights sobre a atuação da empresa no mercado de energia solar e como suas soluções inovadoras podem beneficiar tanto projetos novos quanto já instalados. “ Parabéns pelo canal e pela iniciativa de trazer informações relevantes e sérias sobre o setor ”, afirmou Manoel, destacando a importância de uma comunicação clara e objetiva. No bate-papo, ele esclareceu o que a Tigo Energy, uma empresa americana com 17 anos de experiência, pode oferecer aos consumidores e instaladores de sistemas solares. Manoel introduziu o otimizador da Tigo, que combina três funções principais: otimização, segurança (com o desligamento rápido) e monitoramento a nível de módulo. “Esse equipamento é capaz de resolver problemas de sombreamento, aumentando a eficiência dos módulos solares mesmo em situações adversas”, explicou. Um dos diferenciais da Tigo é a otimização seletiva. Em casos onde alguns módulos ficam sombreado devido a obstruções externas, é possível instalar otimizadores apenas nesses módulos problemáticos, permitindo que os outros continuem gerando energia normalmente. " É como criar um MPPT individual para cada módulo instalado ", detalhou Manoel. Além de otimização, a segurança é um dos pilares fundamentais oferecidos pela Tigo. Segundo Manoel, a norma americana NEC (National Electric Code) exige que os módulos fotovoltaicos tenham um sistema de desligamento rápido para proteção em caso de incêndios ou acidentes. “Com a Tigo, garantimos que o sistema se desative em até 12 segundos, muito mais rápido do que o exigido”, disse. O monitoramento avançado também foi um dos temas abordados no encontro. Manoel explicou que, ao contrário de sistemas tradicionais, os otimizadores da Tigo permitem um controle minucioso da produção de energia, possibilitando identificar problemas em tempo real e otimizar a atuação do serviço de manutenção. Por fim, o episódio trouxe à tona um projeto de grande porte em Tocantins, que contará com 97.200 módulos da AESolar , todos equipados com otimizadores da Tigo. Essa instalação deve gerar 60 MW com a segurança e eficiência proporcionadas pela tecnologia da Tigo. O encontro finalizou com um convite para que os espectadores enviassem suas perguntas sobre retrofit e segurança, prometendo mais informações sobre os próximos passos da Tigo Energy no Brasil . Com a experiência e as inovações apresentadas, a Tigo Energy se destaca como uma solução viável e segura no mercado de energia solar. Para mais informações, visite Tigo Energy Brasil, https://br.tigoenergy.com . Fique ligado para mais episódios do Energy Channel e continue acompanhando as últimas tendências e tecnologias do setor!

  • REVOLUÇÃO ENERGÉTICA: Sistema Solar Híbrido é Instalado em Residência Paulista

    O cenário crescente de apagões e busca por sustentabilidade, o Energy Channel apresenta uma inovação que está mudando a maneira como residências enfrentam a instabilidade energética. Em São Paulo, a residência de Márcia Rocha conta com sistema de armazenamento de energia solar, projeto assinado pela empresa de Marcos Carvalho , Híbrido Solar, especializada em soluções renováveis. A necessidade de uma solução alternativa surgiu das frequentes quedas de energia no condomínio onde Márcia reside. Disposta a evitar os altos custos e a logística complicada de um gerador a diesel, Márcia optou por um sistema híbrido que combina energia solar com baterias, garantindo autonomia e eficiência energética. Detalhes do Projeto: O sistema implementado possui impressionantes 17.4 kWp de potência com duas baterias de 5.8 kWh , além de dois inversores híbridos de 6 kW , responsáveis por manter a energia durante apagões. Carvalho, em parceria com marcas renomadas como SolaX Power e CorSolar, garantiu que o sistema priorizasse cargas essenciais como cozinha, quartos e escritório, mantendo os eletrodomésticos e equipamentos de comunicação sempre operacionais. A instalação, concluída em aproximadamente 55 dias, não só atendeu às necessidades da família Rocha, mas também destacou os benefícios econômicos e ambientais do uso de energia solar híbrida. "A escolha pelo sistema híbrido não só eliminou o ruído e a necessidade de diesel, mas também garantiu que a casa permaneça funcional mesmo durante apagões", explicou Márcia. Impacto e Futuro da Energia Solar: O caso da família Rocha não é isolado. Com o aumento dos eventos climáticos extremos, a instalação de sistemas híbridos está se tornando uma escolha cada vez mais atrativa tanto para residências quanto para comércios, como restaurantes, que não podem arriscar perder estoques valiosos por falta de energia. Além da confiabilidade, o sistema oferece vantagens financeiras significativas. Relatos indicam que a economia com contas de energia já é expressiva, com reduções de até 95% nas tarifas mensais durante períodos de bandeira vermelha. Esses sistemas, sustentáveis e altamente eficientes, são uma solução prática e de longo prazo frente ao aumento das tarifas de energia e à instabilidade do fornecimento. Marcos Carvalho descreve a parceria com SolaX como um divisor de águas, destacando o papel fundamental da tecnologia na transição para fontes renováveis. REVOLUÇÃO ENERGÉTICA: Sistema Solar Híbrido é Instalado em Residência Paulista

  • Inédita no Brasil: Função Super-Backup, da SolaX Power, permite funcionamento do inversor híbrido sem a rede e sem baterias

    É um equipamento com preço equiparado a um sistema on-grid tradicional, mas com a possibilidade de adquirir um sistema que poderá atender em situações de emergência Simone Cesário Assessoria de Imprensa da SolaX Power Já imaginou, em meio a um apagão, manter a energia e todos os equipamentos funcionando normalmente em casa com apenas um equipamento? Isso agora é possível com a função Super-Backup, novidade que a SolaX Power trouxe para o Brasil e permite que o inversor híbrido funcione em modo de emergência (EPS), quando não há fornecimento de energia pela rede, e sem a necessidade de instalação de baterias. O inversor híbrido com função Super-Backup atende desde imóveis residenciais, incluindo apartamentos, até comércio, indústria ou propriedade rural. O engenheiro Marcelo Niendicker explica que os imóveis podem contar com o sistema fotovoltaico, que funciona de forma autônoma conectado à rede elétrica, e, em momentos de interrupção de energia pela concessionária, como no caso de apagões, o inversor híbrido com a função Super-Backup entra em operação off-grid, utilizando a energia dos módulos solares, e permite minimizar os danos causados pela interrupção prolongada no fornecimento. “Esse equipamento permite, por exemplo, que a pessoa consiga manter o funcionamento de sua casa ou negócio, seja um trabalho em home-office, equipamentos que necessitem de energia, bem como, no caso do comércio e indústria, evitar a perda de mercadoria ou prejuízos financeiros com equipamentos paralisados”, explica o engenheiro.  Os modelos de inversores híbridos nos quais essa função pode ser utilizada são os modelos das famílias X1-Hybrid G4 e X3-Hybrid G4. Os equipamentos X-Hybrid possuem um design diferenciado, que se integra à decoração do ambiente, além de tamanho reduzido, adequado para ser utilizado em espaços pequenos. Dessa forma, os apartamentos, mesmo sem o sistema de painéis solares instalados e com espaço reduzido, também podem utilizar e se beneficiar com esse equipamento.  Em relação ao preço desse equipamento, o engenheiro esclarece que “o principal diferencial da função Super-Backup é a possibilidade de pagar praticamente o mesmo preço que um sistema on-grid tradicional, que só funciona com a rede presente, e ter a possibilidade de levar um sistema que poderá atender em situações de emergência”, reforça. Sobre a SolaX Power - Multinacional fundada em 2012 com sede em Hangzhou, na China, e filiais em vários países, incluindo Holanda, Alemanha, Reino Unido, Austrália, Japão e EUA. Com mais de 2 mil funcionários em todo o mundo, a empresa é reconhecida por sua atuação nas áreas de pesquisa e desenvolvimento: são mais de 100 patentes internacionais e mais de 500 certificações de mercado. Inédita no Brasil: Função Super-Backup, da SolaX Power, permite funcionamento do inversor híbrido sem a rede e sem baterias Informações para a Imprensa Simone Cesário – Jornalista responsávelsimonelovicesario@gmail.com Tel. 61 99911.7059

  • As Baterias Estão Remodelando Rapidamente o Cenário Energético da Austrália 

    Por Daniel Lima - ECOnomista À medida que o mundo avança em direção à energia renovável, fontes intermitentes como a eólica e a solar assumem um papel cada vez mais relevante. Nesse contexto, o armazenamento de energia em baterias emerge como um pilar fundamental para garantir uma transição energética bem-sucedida. O Operador do Mercado de Energia Australiano (AEMO) prevê períodos cada vez mais frequentes em que a rede elétrica atingirá 100% de energias renováveis instantâneas. Em outubro de 2023, um novo recorde foi estabelecido: 72,1% de energia renovável em um único momento. Com o declínio das usinas despacháveis, o armazenamento em baterias, juntamente com a geração hidrelétrica e a gás, torna-se crucial para manter a estabilidade da rede. Atualmente, a capacidade de armazenamento da Austrália é de 3 GW, incluindo baterias e hidrelétricas bombeadas. Mas a AEMO projeta que essa capacidade precisará saltar para pelo menos 22 GW até 2030 – um aumento impressionante de mais de 700% nos próximos seis anos. No setor residencial, os sistemas de baterias distribuídas ultrapassaram 250 MW em 2023. Cerca de 3,7 milhões de lares australianos possuem unidades solares instaladas em seus telhados, e 1 em cada 14 dessas residências já conta com sistemas de bateria domésticos. Para atingir as metas climáticas ambiciosas da Austrália, o armazenamento de energia domiciliar precisará aumentar dos atuais 0,25 GW para 3,7 GW até 2030, e crescer dez vezes mais até alcançar 37 GW em 2050. Se essa meta for atingida, o armazenamento doméstico representará até 66% da capacidade de armazenamento de energia do sistema elétrico australiano. No que tange ao armazenamento em escala de utilidade, atualmente estão em construção 2 GW de baterias que devem ficar prontas até o próximo ano. Além disso, projetos gigantescos estão em andamento, incluindo três iniciativas que totalizam 2,5 GW de potência e uma capacidade de 9.000 MWh. A duração das baterias evoluiu de 1 hora para até 4 ou 8 horas, tornando-se o novo padrão. Esses avanços não apenas remodelam o cenário energético da Austrália, mas também servem de exemplo para o mundo, mostrando como a combinação de energias renováveis e armazenamento de energia pode criar um sistema elétrico mais resiliente, eficiente e sustentável. As Baterias Estão Remodelando Rapidamente o Cenário Energético da Austrália  hashtag#meioambiente   hashtag#agroecologia   hashtag#economia   hashtag#engenharia   hashtag#pantanal   hashtag#engenhariaambiental   hashtag#economia   hashtag#biologia   hashtag#meioambiente   hashtag#amazonia   hashtag#agro   hashtag#agrotec   hashtag#sustentabilidade   hashtag#gestaoambiental   hashtag#sustentabilidadeambiental   hashtag#mudançasclimáticas   hashtag#engenhariaflorestal   hashtag#clima   hashtag#esg   hashtag#direitoambiental   hashtag#consultoriaambiental   hashtag#residuos   hashtag#desmatamento   hashtag#solar   hashtag#eolica   hashtag#energia   hashtag#energialimpa   hashtag#ecologia   hashtag#mme   hashtag#mda   hashtag#presidencia   hashtag#verde   hashtag#senado   hashtag#camarafederal   hashtag#onu   hashtag#bid   hashtag#bird   hashtag#fundoclima   hashtag#cop

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