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  • LRCAP E O NOVO CUSTO DA ENERGIA: O QUE O CONSUMIDOR PRECISA ENTENDER AGORA

    O mercado livre de energia brasileiro ingressou em uma nova era de complexidade analítica. A recente homologação do Leilão de Reserva de Capacidade de Potência (LRCap 2026) pela ANEEL e a movimentação na curva forward da BBCE onde o contrato de 2027 rompeu R$ 280,00/MWh, movimentando R$ 58,68 milhões em uma semana sinalizam que o setor elétrico vive uma das maiores transformações técnicas desde a criação do modelo moderno. LRCAP E O NOVO CUSTO DA ENERGIA: O QUE O CONSUMIDOR PRECISA ENTENDER AGORA O Brasil não tem mais um problema de energia, tem um problema de potência. O planejamento histórico focava em garantir o bloco de energia (MWh). Hoje, com a expansão renovável, o desafio do SIN passou a ser a adequação de potência firme (MW) e a flexibilidade operativa disponíveis nos momentos de pico de carga e nas necessidades operativas do sistema. Foi justamente essa mudança estrutural que levou à realização do LRCap 2026. A EXPANSÃO RENOVÁVEL ALTEROU A FÍSICA E A LIQUIDEZ DO SISTEMA ELÉTRICO A rápida expansão solar e eólica reduziu o custo marginal em certos períodos, mas alterou a dinâmica operativa do SIN. O sistema enfrenta desafios críticos nas rampas de carga do final da tarde, quando a geração fotovoltaica cai simultaneamente ao pico de consumo. O fenômeno, similar à Duck Curve na Califórnia, valoriza atributos como flexibilidade e a “capacidade firme equivalente” — onde uma planta solar de 500 MW contribui com apenas uma fração disso para a confiabilidade na ponta. O Risco de Cauda e a Quebra de Comercializadoras: Esse descasamento entre geração e infraestrutura de rede inflou o curtailment (cortes forçados pelo ONS). Sem ressarcimento integral, agentes integrados sofreram perdas bilionárias: cortados na rede, foram forçados a recomprar lastro no curto prazo a preços voláteis para honrar contratos no ACL. Essa asfixia financeira exauriu o caixa de múltiplos players, resultando em inadimplências na CCEE, recuperações judicializadas e forte aversão ao risco de crédito. O incremento da penetração de fontes intermitentes eleva o custo marginal de confiabilidade do SIN. Diante dos gargalos estruturais de escoamento na rede de transmissão, o mercado sinaliza uma desaceleração significativa no pipeline de projetos de geração e redireciona o foco para estratégias de resiliência contratual. No médio prazo, essa inversão do vetor de expansão tende a pressionar a adequação de recursos do sistema, introduzindo novos riscos de cauda e custos sistêmicos imprevistos. O Impasse das Baterias e a Insegurança Jurídica Embora os sistemas de armazenamento por baterias (BESS) sejam a solução técnica ideal para mitigar o curtailment, sua regulamentação na ANEEL e no MME está travada. Persistem indefinições críticas sobre a dupla tributação de tarifas (TUST/TUSD) na carga/descarga, a remuneração de serviços ancilares e as regras de liquidação na CCEE. Investir em uma tecnologia de alto CAPEX sem regras perenes inviabiliza as modelagens de project finance. Sem garantias jurídicas, o mercado de baterias segue travado, empurrando os agentes para a blindagem via PPAs longos e autoprodução por locação. O LRCAP E A NOVA ARQUITETURA DE REMUNERAÇÃO SEPARADA DO SETOR O LRCap não foi concebido para contratar energia, mas capacidade de atendimento e disponibilidade de recursos. O Brasil começa a migrar para uma estrutura semelhante aos mercados internacionais (como o PJM e o Reino Unido), onde energia (MWh), capacidade (disponibilidade de potência firme em MW) e possíveis serviços ancilares (flexibilidade) poderão a ser tratados como produtos distintos. Essa transição cria um novo componente econômico no custo final. O certame contratou 18,97 GW de potência, mobilizando investimentos de R$ 64,5 bilhões e compromissos que superam R$ 500 bilhões ao longo da vigência contratual (cerca de R$ 40 bilhões anuais). O leilão consolidou as termelétricas a gás natural como o principal lastro da próxima década, elevando a exposição sistêmica ao preço internacional do combustível e à malha de gasodutos (STGN). Como o custo foi integralmente socializado, ele recairá sobre todos os agentes e consumidores através de encargos. Assimetria de Incentivos e Inadequação do Desenho de Mercado: Críticos setoriais apontam que a modelagem do LRCap introduz severas distorções institucionais e econômicas no SIN. Ao garantir receita fixa de longo prazo (10 a 15 anos) sem a contrapartida da entrega física de energia, o mecanismo atua como reserva de mercado e induz a dependência de subsídios. O modelo distancia o real pagador da governança do contrato, centralizando o risco em uma contraparte única regulada (CCEE/ANEEL), o que estimula pressões por flexibilizações e renegociações políticas. Ademais, ao definir a demanda de forma puramente administrativa e segmentada por fonte em vez de promover a competição tecnológica aberto o desenho atual atinge custos até 3,8 vezes superiores a leilões internacionais (como no PJM). Deixo uma pergunta: o certame foi desenhado para atender às necessidades da física do sistema ou à engenharia de conveniências políticas? Ao viabilizar quase 100% do CAPEX na receita fixa da capacidade antes de reformar a formação de preços de curto prazo e os serviços ancilares, o setor inverte as prioridades regulatórias, criando um risco latente de acomodação institucional que posterga as reformas estruturais urgentes do mercado livre. REPRECIFICAÇÃO DO RISCO FUTURO E BLINDAGEM ESTRUTURAL DO CONSUMIDOR A valorização dos contratos de longo prazo entre 2027 e 2031 na BBCE demonstra que o mercado já começou a precificar esse novo cenário. Os agentes passaram a internalizar o aumento dos encargos setoriais (ESS), os custos do LRCap, a dependência térmica e a deterioração hidrológica. Com modelos apontando tetos do PLD próximos a R$ 700/MWh para 2027 em cenários críticos, somados a encargos da CCEE de R$ 39/MWh e ao novo rateio de Angra 1 e 2 no ACL, a passividade comercial tornou-se o maior risco do negócio. O cenário pós-leilão é marcado ainda por forte judicialização regulatória, com o TCU e entidades industriais contestando a homologação e as regras do certame. A consequência prática é que o custo total da eletricidade depende cada vez menos apenas do preço do MWh bilateral, exigindo migração para ferramentas de engenharia financeira e proteção: PPAs de Longo Prazo: Funcionam como derivativos de proteção contra o risco de cauda (tail risk), mitigando a exposição à volatilidade da curva forward e ao PLD antes que cenários de estresse se materializem. Autoprodução por Locação de Ativos: Essa é a melhor solução e garante previsibilidade e eficiência ao transformar CAPEX em OPEX através do aluguel de usinas de terceiros via consórcio. A sofisticação do modelo reside na isenção legal de encargos de conta de consumo (como as quotas da CDE), blindando o balanço do consumidor exatamente contra a parcela de custos sistêmicos em ascensão. A BUSCA PELA ENERGIA MAIS PREVISÍVEL A principal transformação em curso no setor elétrico brasileiro não está relacionada apenas ao preço da energia, mas ao valor da confiabilidade. Os consumidores que compreenderem essa mudança antes do mercado estarão mais preparados. A próxima década provavelmente será menos marcada pela busca da energia mais barata e muito mais pela busca da energia mais previsível. Sofisticar o portfólio com contratos de longo prazo e plantas estruturadas de autoprodução por locação de ativos tornou-se a métrica definitiva de sobrevivência financeira e competitividade para a indústria e o comércio. LRCAP E O NOVO CUSTO DA ENERGIA: O QUE O CONSUMIDOR PRECISA ENTENDER AGORA

  • Artigo 2 – Investimento e inovação na economia de baixo carbono

    Transição para uma economia de baixo carbono Artigo 2 – Investimento e inovação na economia de baixo carbono Com a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) pela Lei nº 15.042, o Brasil abre espaço para uma nova onda de investimentos e inovação. A transição para uma economia de baixo carbono não é apenas uma exigência ambiental, mas também uma oportunidade econômica capaz de gerar novos negócios, atrair capital estrangeiro e posicionar o país como protagonista global. 📌 O papel dos investimentos verdes Capital estrangeiro: fundos internacionais de investimento ESG (Environmental, Social and Governance) buscam mercados confiáveis para aplicar recursos. O SBCE cria esse ambiente regulado. Finanças verdes: bancos e corretoras poderão oferecer produtos financeiros lastreados em créditos de carbono, como fundos de investimento e derivativos ambientais. Infraestrutura sustentável: projetos de energia renovável, mobilidade elétrica e eficiência energética passam a ser mais atrativos. ⚙️ Inovação tecnológica Startups ambientais: soluções digitais para monitoramento de emissões, relatórios automáticos e integração com o Registro Central. Agronegócio sustentável: tecnologias de baixo carbono na produção agrícola, como bioinsumos e práticas regenerativas. Indústria limpa: processos de descarbonização em siderurgia, cimento e química, setores historicamente intensivos em emissões. Mobilidade verde: veículos elétricos, biocombustíveis avançados e sistemas de transporte coletivo de baixa emissão. 🎯 Oportunidades em setores estratégicos Energia: expansão da matriz renovável, com destaque para solar, eólica e biomassa. Construção civil: adoção de materiais sustentáveis e certificações verdes. Resíduos: economia circular, reciclagem e reaproveitamento de materiais. Tecnologia da informação: softwares de gestão ambiental e blockchain para rastrear créditos de carbono. 🌱 Impacto esperado Empresas: terão incentivo para investir em inovação, pois reduzir emissões significa economizar ou lucrar com créditos. Sociedade: surgem novos empregos verdes e oportunidades de capacitação. Meio ambiente: tecnologias limpas reduzem poluição e fortalecem a preservação. Economia: o Brasil se torna polo de atração de capital internacional voltado para sustentabilidade. ⚖️ Desafios Custo inicial: muitas empresas precisarão investir em tecnologia e consultoria para se adequar. Capacitação: falta mão de obra especializada em gestão de carbono e inovação verde. Credibilidade: o mercado precisa evitar greenwashing para atrair investidores sérios. 🔑 Muito mais que uma exigência ambiental O SBCE inaugura uma nova fase de investimento e inovação no Brasil. A economia de baixo carbono não é apenas uma exigência ambiental, mas uma oportunidade de negócios bilionária. Startups, grandes empresas e comunidades locais poderão se beneficiar de um mercado que valoriza a sustentabilidade como ativo econômico. Este segundo artigo mostra como o SBCE pode transformar o Brasil em um hub de inovação verde. No próximo texto, exploraremos o impacto direto na geração de empregos verdes, a nova fronteira do trabalho no país. Artigo 2 – Investimento e inovação na economia de baixo carbono

  • ENERGY SHIFT FÓRUM 2026 coloca São Paulo no epicentro da revolução digital do setor elétrico

    Nos dias 2 e 3 de junho, executivos, concessionárias e líderes de tecnologia se reúnem na Avenida Paulista para discutir como blockchain e inteligência artificial estão redefinindo a infraestrutura energética brasileira. A transformação digital do setor elétrico brasileiro ganhará protagonismo nos dias 2 e 3 de junho de 2026, durante a realização do ENERGY SHIFT FÓRUM 2026, evento promovido pela Mentors Energy Consulting e voltado à aplicação prática de blockchain, inteligência artificial e digitalização na gestão de ativos de energia. O encontro será realizado na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, localizada no icônico Edifício Santa Catarina, projeto assinado pelo arquiteto Ruy Ohtake, em plena Avenida Paulista, em São Paulo. A região concentra ampla rede hoteleira, mobilidade urbana e um dos principais polos corporativos e culturais do país. Resoluções da ANEEL aceleram movimento de modernização do mercado O fórum surge em meio ao avanço das discussões regulatórias impulsionadas pelas Resoluções 1.133 e 1.150 da ANEEL, consideradas estratégicas para ampliar eficiência operacional, rastreabilidade de dados e modernização dos ativos do sistema elétrico nacional. A proposta do ENERGY SHIFT FÓRUM 2026 é reunir concessionárias, empresas de tecnologia, especialistas e executivos do setor para debater aplicações concretas de tecnologias emergentes no ambiente operacional das empresas de energia. Segundo os organizadores, o foco será menos conceitual e mais prático, direcionado à apresentação de soluções reais, estudos de caso e experiências voltadas à digitalização de ativos críticos de infraestrutura. Blockchain e IA deixam o discurso e avançam sobre a operação Entre os principais temas previstos estão automação de processos, inteligência artificial aplicada à manutenção preditiva, rastreabilidade de ativos via blockchain, digitalização documental e integração de dados operacionais. O movimento acompanha uma tendência global de modernização do setor energético, pressionado por desafios relacionados à eficiência, segurança cibernética e gestão em tempo real de grandes estruturas de infraestrutura. O evento contará ainda com apoio institucional da LF Decentralized Trust (Linux Foundation Decentralized Trust), iniciativa ligada à The Linux Foundation voltada ao desenvolvimento de soluções descentralizadas, além do Blockchain Río Festival e outros parceiros do ecossistema de inovação. Evento terá formato executivo e vagas limitadas Com perfil mais restrito e direcionado à tomada de decisão estratégica, o ENERGY SHIFT FÓRUM 2026 aposta em networking qualificado e troca de experiências entre profissionais do mercado elétrico e da área de tecnologia. As vagas são limitadas, e as inscrições podem ser realizadas pela página oficial do evento: *Página oficial do ENERGY SHIFT FÓRUM 2026: https://mentors.energy/shift/ ENERGY SHIFT FÓRUM 2026 coloca São Paulo no epicentro da revolução digital do setor elétrico

  • Sungrow Experience Goiânia 2026 coloca Centro-Oeste no radar da nova corrida bilionária da energia solar no Brasil

    Evento da Sungrow em Goiânia reúne integradores, distribuidores e especialistas para discutir armazenamento de energia, Grid Zero e o futuro da geração distribuída. Brasil, 28 de maio de 2026 - O mercado brasileiro de energia solar entrou em uma nova fase. Após o forte avanço da geração distribuída e das grandes usinas solares nos últimos anos, o armazenamento de energia passa agora a ocupar papel central na evolução do setor. Nesse cenário, a Sungrow quer liderar essa transformação na América Latina. No próximo dia 22 de junho de 2026, Goiânia receberá o Sungrow Experience Distribuição 2026, evento que reunirá integradores, distribuidores e especialistas do setor para discutir as principais tendências em armazenamento de energia, inversores híbridos, Grid Zero e gestão inteligente de energia. Mais do que uma tendência tecnológica, o armazenamento já começa a transformar a forma como consumidores residenciais, comerciais e industriais utilizam energia. Para aplicações comerciais e industriais (C&I), os sistemas BESS passam a ter papel estratégico na gestão energética, permitindo redução de custos através da diminuição do consumo no horário de ponta, controle de demanda contratada e correção do fator de potência, evitando multas e cobranças adicionais das concessionárias. Além disso, o armazenamento também garante maior segurança operacional, fornecendo backup de energia em casos de falhas da rede elétrica. No segmento residencial, o armazenamento chega integrado aos inversores híbridos, aumentando significativamente a taxa de autoconsumo das instalações fotovoltaicas e garantindo backup ultrarrápido para cargas críticas da residência, trazendo mais independência e confiabilidade energética para os consumidores. A Sungrow já ultrapassou 16,5 GW de inversores comercializados no Brasil e possui mais de 12 GWh de projetos de armazenamento vendidos na América Latina. Toda essa operação é suportada por um time regional de engenharia especializado, responsável pelo suporte técnico e desenvolvimento de projetos em toda a região. Globalmente, a companhia soma mais de 1.000 GW de conversores eletrônicos de potência instalados até dezembro de 2025 e é reconhecida pela BloombergNEF como uma das empresas mais “financiáveis” do mundo nos segmentos de inversores e armazenamento de energia. O Sungrow Experience Goiânia 2026 será uma oportunidade para o mercado do Centro-Oeste discutir como o armazenamento de energia será um dos principais motores da próxima fase do setor solar brasileiro, impulsionando novas aplicações, maior eficiência energética e novas oportunidades de negócios. Sobre a Sungrow A Sungrow, líder global em tecnologia de energia renovável, tem sido pioneira em soluções de energia sustentável há mais de 29 anos. Até dezembro de 2025, a Sungrow já instalou mais de 1000 GW de conversores eletrônicos de potência em todo o mundo. A empresa é reconhecida como a companhia de inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia mais financiável do mundo (BloombergNEF). Suas inovações impulsionam projetos de energia limpa em todo o planeta, apoiadas por uma rede de 520 centros de serviço, garantindo excelentes experiências aos clientes. Na Sungrow, estamos comprometidos em construir um futuro sustentável, conectando inovação tecnológica de ponta a um serviço incomparável. Sungrow Experience Goiânia 2026 Local: Goiânia, Goiás - BrasilData: 22 de junho de 2026Hora: 13h às 18h🍹 Happy Hour após o evento🎓 Certificado de participação para quem permanecer até o encerramento. *Saiba mais sobre o evento no site: https://www.sympla.com.br/evento/sungrow-experience-goiania-distribuicao/3430242?share_id=copiarlink Sungrow Experience Goiânia 2026 coloca Centro-Oeste no radar da nova corrida bilionária da energia solar no Brasil

  • MT lidera crescimento no Centro-Oeste e acelera demanda por logística e cidades planejadas

    Avanço da economia mato-grossense em 2025 reforça procura por infraestrutura moderna, galpões logísticos e industriais como a PZ Log. MT lidera crescimento no Centro-Oeste e acelera demanda por logística e cidades planejadas Mato Grosso fechou 2025 entre os estados com maior crescimento econômico do país e foi um dos principais responsáveis por impulsionar o avanço da região Centro-Oeste, que liderou a expansão nacional no período. Os dados são do Boletim Regional divulgado pelo Banco Central do Brasil, publicado em 21 de maio. Segundo o levantamento, o Centro-Oeste foi a única região brasileira que acelerou o ritmo de crescimento em relação a 2024, alcançando alta de 5% no Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR). O desempenho foi puxado principalmente pela força da agropecuária, com destaque para Mato Grosso. O relatório aponta que Mato Grosso registrou um dos maiores crescimentos econômicos entre os estados monitorados pelo Banco Central em 2025, impulsionado pela produção agrícola, especialmente soja e milho. Esse dinamismo já começa a refletir diretamente na expansão de empreendimentos logísticos e urbanos voltados ao novo momento econômico do Estado. É nesse cenário que projetos como o PZ Log ganham protagonismo. Instalado às margens da BR-163, em Sinop, o condomínio logístico da PZ Empreendimentos foi desenvolvido para atender à crescente demanda por armazenagem, distribuição e operações industriais em uma região que se consolidou como estratégica para o agronegócio brasileiro. MT lidera crescimento no Centro-Oeste e acelera demanda por logística e cidades planejadas O empreendimento também foi desenvolvido para atender às exigências de grandes players, operadores logísticos e indústrias que vêm expandindo presença no Norte de Mato Grosso. Com estrutura de padrão AAA, módulos flexíveis, pé-direito elevado, excelente área de manobra para os caminhões, segurança 24 horas, balança, estacionamento e localização estratégica às margens da BR-163, o PZ Log busca oferecer mais eficiência operacional, redução de custos logísticos e agilidade na distribuição para empresas que atuam no principal corredor econômico do agronegócio brasileiro. O movimento acompanha a transformação econômica de Mato Grosso, que vem atraindo empresas, investidores e novos negócios ligados à logística, indústria e infraestrutura. Além da logística, o crescimento econômico também pressiona as cidades por novos modelos de urbanização, mobilidade e infraestrutura corporativa. Em Sinop, empreendimentos multiuso, centros empresariais e projetos planejados acompanham a chegada de empresas e profissionais atraídos pelo avanço econômico da região. Para o CEO da PZ Empreendimentos, Filipe Pitz, o atual momento de Mato Grosso consolida uma mudança estrutural no perfil econômico do Estado. “Hoje Mato Grosso não é mais apenas um grande produtor. O Estado vive uma transformação econômica e urbana. Quando a economia cresce nesse ritmo, cresce junto a necessidade de logística eficiente, infraestrutura moderna e cidades preparadas para receber empresas, profissionais e investimentos”, afirma. Segundo Filipe Pitz, o avanço econômico deve continuar impulsionando a procura por galpões de padrão elevado, centros de distribuição e empreendimentos corporativos próximos aos principais corredores de escoamento da produção. O desempenho do comércio em Mato Grosso também reforça esse cenário. O Estado registrou crescimento de 5,1% nas vendas do comércio ampliado em 2025, um dos melhores resultados do país. Outro dado que chama atenção no levantamento do Banco Central é o fortalecimento do mercado de trabalho. O Centro-Oeste manteve a maior taxa de participação na força de trabalho do país, além de avanço na renda média da população. MT lidera crescimento no Centro-Oeste e acelera demanda por logística e cidades planejadas

  • Trael leva tecnologia para autonomia energética no campo durante a GreenFarm

    ENERGIA NO AGRO Empresa participa do núcleo EnergyFarm com palestra sobre transformadores autorreguláveis e soluções para eficiência no agronegócio A Trael Transformadores será uma das empresas participantes da EnergyFarm, espaço voltado à transição energética e inovação no agronegócio dentro da GreenFarm 2026, que será realizada entre os dias 27 e 30 de maio no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá. A empresa estará no núcleo EnergyFarm, instalado dentro do GreenFarm, ambiente dedicado a debates sobre autonomia energética, armazenamento de energia, geração distribuída e eficiência elétrica nas propriedades rurais. Como parte da programação técnica, a Trael promove no dia 28 de maio a palestra “Transformadores de Distribuição Autorreguláveis”, ministrada pelo engenheiro eletricista Elton Jeser Diniz dos Santos, profissional com mais de 20 anos de atuação em pesquisa, desenvolvimento e projetos na indústria de transformadores. Atualmente, ele atua na área de desenvolvimento de negócios e produtos para exportação da empresa. A programação da EnergyFarm vai discutir soluções voltadas ao aumento da autonomia energética no campo, especialmente para atividades que exigem alto consumo de energia, como irrigação, armazenagem, secagem de grãos, avicultura e agroindústria. Entre os temas debatidos estão microredes, armazenamento de energia com baterias de lítio, mercado livre de energia e geração distribuída. Segundo os organizadores, a proposta é mostrar ao produtor rural alternativas capazes de reduzir custos operacionais e diminuir a dependência da rede convencional de energia elétrica. Trael leva tecnologia para autonomia energética no campo durante a GreenFarm A GreenFarm 2026 contará com mais de 65 espaços para expositores, 60 estandes dedicados à agricultura familiar, arenas de palestras técnicas e leilões de animais. A expectativa é reunir empresas, produtores rurais e representantes do setor agropecuário em quatro dias de programação voltada a negócios, tecnologia e inovação no campo. Trael leva tecnologia para autonomia energética no campo durante a GreenFarm

  • Energia solar residencial: eficiência, controle e uma nova experiência para o consumidor

    A energia solar residencial deixou de ser apenas uma alternativa para reduzir a conta de luz. Energia solar residencial: eficiência, controle e uma nova experiência para o consumidor Hoje, ela representa algo maior: Uma nova forma de consumir, controlar e se relacionar com a energia. Com a evolução das tecnologias especialmente arquiteturas mais inteligentes e distribuídas o sistema solar residencial passa a oferecer muito mais do que geração. Da economia à experiência energética Nos primeiros anos da geração distribuída, o principal argumento era simples: Reduzir custos com energia elétrica Mas o consumidor mudou — e o mercado também. Hoje, entram em jogo novos fatores: Controle sobre a própria energia Segurança da instalação Visibilidade de desempenho Integração com o dia a dia A decisão deixa de ser apenas financeira e passa a ser também tecnológica. Mais eficiência no mundo real Residências apresentam características que raramente são ideais: Telhados com diferentes orientações Sombras parciais ao longo do dia Espaço limitado Interferências externas Nesse cenário, tecnologias que operam de forma independente por módulo conseguem extrair mais energia ao longo do tempo. Pequenas diferenças diárias se acumulam em ganhos relevantes ao longo dos anos. Controle na palma da mão Um dos maiores avanços no segmento residencial é o acesso à informação. Com plataformas digitais, o consumidor pode: Acompanhar a geração em tempo real Ver sua economia diária Identificar possíveis falhas Entender seu padrão de consumo A energia deixa de ser invisível e passa a ser acompanhada no dia a dia. Segurança como prioridade Em ambientes residenciais, a segurança ganha ainda mais relevância. Fatores como: Presença de crianças e famílias Instalação próxima à área habitada Exposição constante do sistema fazem com que o nível de exigência aumente. Soluções que reduzem riscos elétricos e oferecem mecanismos de proteção ativa passam a ser cada vez mais valorizadas. Menos intervenção, mais tranquilidade Outro ponto importante para o consumidor é a confiabilidade. Sistemas mais inteligentes permitem: Diagnóstico remoto Menor necessidade de manutenção frequente Identificação rápida de problemas Maior previsibilidade de operação O cliente não quer apenas gerar energia — ele quer não se preocupar com o sistema. Valorização do imóvel A presença de um sistema solar moderno também impacta o valor do imóvel. Mais do que economia, ele passa a representar: Sustentabilidade Eficiência energética Modernização da residência Preparação para o futuro A residência passa a ser vista como uma unidade energética completa. Sistemas solares modernos já se conectam com: Baterias Veículos elétricos Sistemas de automação residencial A casa deixa de ser apenas consumidora e passa a ser produtora e gestora de energia. O crescimento no Brasil O Brasil vive uma forte expansão da energia solar residencial. Com o amadurecimento do mercado, cresce também a exigência dos consumidores por: Mais eficiência Mais transparência Mais controle Mais segurança Isso acelera a adoção de tecnologias mais avançadas. Mudança de comportamento do consumidor O consumidor residencial está mais informado e mais exigente. Ele já não pergunta apenas: “Quanto vou economizar?” Mas também: “Como funciona o sistema?” “Posso acompanhar a geração?” “É seguro?” “Consigo expandir no futuro?” Conclusão: a casa como centro energético A energia solar residencial entra em uma nova fase. Ela deixa de ser apenas uma solução de economia e passa a ser parte da transformação da casa em um centro inteligente de gestão energética. E, nesse novo cenário, tecnologia, controle e experiência caminham juntos. Próximo episódio No próximo capítulo: Comercial e pequenas empresas: como a energia solar se torna ferramenta de eficiência operacional Energia solar residencial: eficiência, controle e uma nova experiência para o consumidor

  • SINDENERGIA-MT homenageia a Trael Transformadores durante o Fórum da Indústria MT 2026

    Empresa homenageada atua há mais de 30 anos em Mato Grosso e contribui para o fortalecimento do setor industrial e elétrico do Estado SINDENERGIA-MT homenageia a Trael Transformadores durante o Fórum da Indústria MT 2026 Na noite desta quarta-feira, 21 de maio, o Centro de Eventos da UniSenai, em Cuiabá, recebeu o Fórum da Indústria MT 2026, um importante encontro que reuniu lideranças, empresários e parceiros comprometidos com o desenvolvimento econômico e industrial de Mato Grosso. Promovido pela FIEMT – Federação das Indústrias de Mato Grosso, o evento contou com uma programação voltada ao fortalecimento do setor produtivo e à valorização das empresas que contribuem diretamente para o crescimento do Estado. A palestra magna da noite foi conduzida pelo analista político e econômico Caio Coppolla, que trouxe reflexões sobre cenário econômico, política e desenvolvimento nacional. Durante a programação também ocorreu a entrega do Prêmio Destaque Empresarial, momento dedicado ao reconhecimento de empresas que fazem a diferença para Mato Grosso. Representando o setor de energia, o SINDENERGIA teve a honra de homenagear a empresa Trael Transformadores, uma empresa que atua em Mato Grosso há mais de 30 anos e que é referência no segmento, sendo importante protagonista para o desenvolvimento industrial e elétrico do Estado. A homenagem foi recebida pelo CEO da empresa, Marinaldo Ferreira dos Santos. O prêmio foi entregue pelas mãos do atual presidente do SINDENERGIA, Carlos Garcia, acompanhado pelos associados da entidade, os deputados Fábio Garcia e Carlos Avallone. O SINDENERGIA-MT parabeniza a Trael Transformadores por sua atuação e importância estratégica para Mato Grosso, destacando o orgulho em reconhecer empresas que impulsionam o crescimento, a geração de empregos e o avanço do setor energético em nosso Estado. A entidade também agradece à FIEMT – Federação das Indústrias de Mato Grosso pela realização do Fórum da Indústria MT 2026, um evento que fortalece conexões, valoriza o setor produtivo e contribui para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso. SINDENERGIA-MT homenageia a Trael Transformadores durante o Fórum da Indústria MT 2026

  • Partner Custom acelera mercado de motorhomes premium com tecnologia off-grid da Victron Energy e conquista artistas brasileiros

    Fabricante gaúcha aposta em sistemas inteligentes de energia para transformar veículos de luxo em casas autônomas sobre rodas e surfa a expansão da demanda por mobilidade de alto padrão no Brasil. Brasil, 27 de maio de 2026 - O mercado brasileiro de motorhomes de luxo vive uma transformação silenciosa, mas estratégica. Impulsionado pela combinação entre turismo rodoviário, busca por autonomia e avanço das tecnologias energéticas embarcadas, o segmento vem atraindo consumidores de alto padrão dispostos a investir em conforto, sofisticação e independência total durante viagens de longa distância. É nesse cenário que a gaúcha Partner Custom, especializada na customização de veículos especiais, vem consolidando sua posição como uma das principais referências nacionais ao integrar soluções avançadas da Victron Energy em seus projetos exclusivos. Com quase três décadas de atuação e mais de 500 projetos entregues, a empresa sediada na cidade de Portão, na região Metropolitana de Porto Alegre, transformou a eletrificação inteligente em um diferencial competitivo. O foco está em converter motorhomes em plataformas de alta performance energética, equipadas para operar com total autonomia em locais remotos, sem dependência de infraestrutura externa. O motorhome como extensão da casa e do escritório O conceito de motorhome no Brasil deixou de estar associado apenas ao lazer ocasional. Hoje, esses veículos vêm sendo utilizados como bases operacionais móveis por artistas, empresários e profissionais que passam longos períodos na estrada. Clientes da Partner Custom incluem nomes relevantes da música brasileira, como Edson & Hudson, Gustavo Mioto, João Gomes, Nattan e a dupla João Neto & Frederico. Para esse público, o veículo precisa oferecer mais do que mobilidade: ele precisa funcionar como camarim, escritório, espaço de descanso e ambiente de convivência. Um dos projetos emblemáticos foi desenvolvido para João Neto & Frederico. O veículo foi concebido para suportar uma rotina intensa de deslocamentos entre shows, garantindo operação contínua de climatização, conectividade, iluminação e equipamentos de apoio mesmo longe dos centros urbanos. “Hoje o motorhome deixou de ser apenas um veículo de transporte e passou a funcionar como uma verdadeira extensão da casa e do escritório. A tecnologia off-grid oferecida pela Victron Energy permite entregar autonomia, silêncio operacional e estabilidade energética para quem vive na estrada”, afirma Odirlei Pasa, executivo da Partner Custom. Além do foco em tecnologia e sofisticação, a Partner Custom ressalta que cada projeto é desenvolvido de forma personalizada, permitindo que o cliente acompanhe todas as etapas da construção, desde o conceito interno até a integração completa dos sistemas elétricos e estruturais. A tecnologia por trás da autonomia A espinha dorsal desses projetos está na integração de sistemas inteligentes de geração, armazenamento e gerenciamento energético. Os veículos recebem arquiteturas completas compostas por: carregadores DC-DC Orion; controladores solares MPPT; bancos de baterias de lítio de alta densidade; inversores-carregadores MultiPlus II; sistemas de monitoramento remoto Cerbo GX; gestão energética em tempo real via plataforma VRM. Na prática, trata-se de um ecossistema capaz de manter o motorhome operando como uma residência autônoma, com distribuição estável de energia e redundância operacional. O sistema permite, por exemplo, manter ar-condicionado, internet, iluminação, chuveiros elétricos, eletrodomésticos e estações de trabalho ativos durante longos períodos, mesmo sem conexão à rede elétrica. “A operação brasileira da Victron Energy vive um momento de expansão extremamente consistente, reflexo direto de uma mudança estrutural no mercado de energia no país. Encerramos 2025 com crescimento de 113% e, apenas no primeiro trimestre de 2026, avançamos 133% em participação de mercado na comparação anual. Esses números mostram que o consumidor brasileiro está cada vez mais atento à importância da autonomia energética, da confiabilidade operacional e da busca por soluções inteligentes para diferentes aplicações”, afirma Edimar Prumucena, diretor da operação brasileira da Victron Energy. Mercado brasileiro exige soluções mais robustas Ao contrário do padrão europeu e norte-americano, onde boa parte dos motorhomes opera conectada a campings estruturados, o Brasil apresenta desafios logísticos distintos. Longas distâncias, baixa disponibilidade de pontos preparados e a preferência por destinos remotos exigem sistemas energéticos muito mais resilientes. “Os clientes querem liberdade para parar onde quiserem sem abrir mão de conforto. Eles exigem autonomia real, não apenas soluções paliativas. É por isso que a energia deixou de ser acessório e passou a ser elemento central do projeto”, afirma Pasa. Distribuição oficial fortalece parceria estratégica Além da fabricação dos veículos, a Partner Custom atua como distribuidora oficial da Victron Energy no Brasil, ampliando sua capacidade técnica e comercial no segmento off-grid. Para a multinacional holandesa, a parceria reforça o posicionamento no mercado brasileiro de aplicações móveis de alta exigência. “A demanda por soluções confiáveis, inteligentes e energeticamente eficientes cresce de forma acelerada. Os motorhomes premium exigem estabilidade em qualquer cenário, e essa integração com a Partner Custom mostra como tecnologia e customização podem elevar o padrão do setor”, destaca o executivo da Victron Energy. Tendência: luxo, sustentabilidade e inteligência embarcada A ascensão dos motorhomes premium reflete uma mudança global de comportamento: consumidores de alta renda estão cada vez mais interessados em experiências personalizadas, mobilidade flexível e independência energética. Nesse contexto, a combinação entre sofisticação automotiva, automação embarcada e energia limpa desponta como um dos vetores mais promissores do mercado. Para a Partner Custom, o próximo salto competitivo virá da integração entre inteligência energética, conectividade remota e automação preditiva. A aposta é clara: transformar cada motorhome em uma infraestrutura inteligente sobre rodas, preparada para oferecer o mesmo padrão de conforto de uma residência de luxo, em qualquer lugar do país. Partner Custom acelera mercado de motorhomes premium com tecnologia off-grid da Victron Energy e conquista artistas brasileiros

  • 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

    Episódio 33 – Energia solar compensa para quem mora de aluguel? Quem mora de aluguel também sente o peso da conta de luz e muitas vezes se pergunta: vale a pena investir em energia solar mesmo sem ser dono do imóvel? Neste episódio, o EnergyChannel explica quando a energia solar pode fazer sentido para inquilinos e quais alternativas existem. 🏠 Instalar energia solar em imóvel alugado é raro Como o sistema solar fica fixo no imóvel, a instalação tradicional só faz sentido com autorização do proprietário. Sem esse acordo, o risco de perder o investimento é alto. 📄 Acordo entre inquilino e proprietário Quando há interesse mútuo: O proprietário autoriza a instalação O imóvel é valorizado O inquilino se beneficia da economia Esse acordo deve estar formalizado em contrato. 🔄 Geração compartilhada: uma alternativa Quem mora de aluguel pode optar por: Usinas solares remotas Cooperativas de energia Consórcios solares Nesses modelos, a energia é compensada na conta sem instalação no imóvel. 💡 Energia solar por assinatura Algumas empresas oferecem modelos de “energia solar por assinatura”, onde o consumidor recebe desconto na conta sem investimento inicial. O desconto costuma ser menor, mas sem risco patrimonial. 💰 O investimento vale a pena? Para quem mora de aluguel: Instalação própria raramente compensa Modelos compartilhados são mais indicados Flexibilidade é fator-chave Cada caso deve ser analisado com cuidado. ⚠️ Atenção ao tempo de permanência Se a intenção é mudar de imóvel em curto prazo, investir em um sistema próprio dificilmente se justifica. Energia solar é um investimento de médio e longo prazo. 🧭 Energia solar não é só para proprietários Mesmo sem imóvel próprio, é possível acessar os benefícios da energia solar por meio de modelos alternativos e menos arriscados. No próximo episódio, o EnergyChannel responde: 👉 É melhor instalar energia solar ou investir o dinheiro em outro lugar? 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa SaberUm guia independente para ajudar o consumidor a escolher a melhor opção para sua realidade. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

  • UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética

    Unidade é resultado de parceria que busca promover conexão entre pesquisa, mercado e desenvolvimento tecnológico UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética São Paulo, maio de 2026 - A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Copa Energia - líder no mercado brasileiro de GLP e com atuação em GNC, GNL e biometano – inauguram o Laboratório Modular COPA H₂, Combustão Otimizada Pela Adição de H₂, uma infraestrutura inédita dedicada à pesquisa de blends de GLP com hidrogênio, com foco no desenvolvimento de novas soluções para o país, voltadas à redução de emissões e ao aumento da eficiência energética. UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética “A transição energética exige cooperação e visão de longo prazo. Ao unir a capacidade científica da UFMS à nossa eficiência operacional, criamos um ambiente capaz de transformar pesquisa em soluções concretas para o mercado. O LAB COPA H2 reforça nosso papel como agente de inovação no setor e demonstra que o avanço tecnológico será fundamental para ampliar eficiência, reduzir emissões e expandir o acesso a energias cada vez mais sustentáveis”, afirma Pedro Turqueto, CEO da Copa Energia. O laboratório foi desenvolvido no âmbito da parceria entre as instituições e representa um avanço na integração entre conhecimento científico e aplicação industrial. A iniciativa reforça o papel do GLP como uma plataforma relevante para a descarbonização e amplia as possibilidades de uso do hidrogênio em aplicações energéticas reais. “A Copa Energia é uma importante parceira da nossa Universidade. Esse projeto dá início a uma nova etapa voltada à produção de combustíveis de GLP contendo H2. A equipe, composta de professores e estudantes da UFMS, mostra a capacidade da UFMS no desenvolvimento de produtos tecnológicos reais para o setor de energia”, destaca a Reitora da UFMS, Camila Ítavo. Inovação com foco na transição energética O Lab COPA H₂ se insere no contexto da transição energética, ampliando o conhecimento sobre combustão com hidrogênio e viabilizando o desenvolvimento de soluções com potencial de escala para diferentes setores. E mais, sua inauguração e outras ações locais tangibilizam três frentes de Inovação da Copa Energia, como: Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), com a inauguração do laboratório e demonstrações experimentais do projeto de blend GLP–H₂; Open Innovation, com a realização de um pitch day na AGINOVA, reunindo cinco startups do ecossistema da UFMS, convidadas a apresentar suas soluções tecnológicas; Novas Tecnologias, com visitas técnicas ao Centro Operacional da Copa Energia em Campo Grande; Para Luiz Pellegrini, Diretor de Biometano e Inovação da Copa Energia, “a adição de hidrogênio ao GLP abre uma agenda relevante de pesquisa, porque permite estudar novos regimes de combustão capazes de aumentar a eficiência e reduzir a intensidade de carbono das aplicações energéticas. O laboratório nasce justamente para transformar esse conhecimento em evidência científica, testada em condições reais, e reitera a relevância que a Companhia enxerga no investimento contínuo em pesquisa e na construção conjunta com universidades, conectando conhecimento acadêmico às demandas práticas da indústria e da sociedade”. Parceria consolidada A inauguração do Lab COPA H₂ marca o terceiro acordo de parceria entre a UFMS e a Copa Energia, consolidando uma trajetória conjunta em inovação energética. Alguns marcos alcançados ao longo dos últimos anos: 2026: desenvolvimento de soluções de menor carbono a partir da integração de hidrogênio renovável ao GLP. 2022: estudos sobre o uso do GLP para geração de energia elétrica em sistemas on-grid e off-grid, incluindo aplicações para pequenos produtores, como na piscicultura; 2020: uso do GLP para geração de energia elétrica no Hospital Universitário da UFMS, no contexto da pandemia; Durante esses projetos, a parceria Copa Energia e UFMS tem contribuído para o avanço de soluções energéticas mais eficientes, seguras e sustentáveis, conectando pesquisa acadêmica e aplicação prática. UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética Sobre a UFMS Com mais de 45 mil estudantes, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul possui 64 anos de história e 47 como federal, oferecendo mais de 130 cursos de excelência em graduação, tanto presencial quanto a distância, e mais de 80 de mestrado e doutorado, em todas as áreas do conhecimento, com presença em dez municípios em regiões estratégicas do estado. Voltada para o desenvolvimento de MS e do país, a UFMS é comprometida com valores e princípios que focam na formação pessoal e profissional, na inovação, na sustentabilidade e na busca por soluções conjuntas para os desafios contemporâneos de hoje e do futuro. Agecom - Assessoria de imprensa da UFMS Profª. Dra. Rose Mara Pinheiro - agecom@ufms.br Sobre a Copa Energia A Copa Energia é uma empresa brasileira com 70 anos de experiência e líder em engarrafamento e distribuição de GLP, representando 24,4% de participação no mercado nacional. Por meio de suas marcas tradicionais, Copagaz e Liquigás, a Companhia leva energia para 30 milhões de clientes em todo o Brasil. Conta com uma rede robusta de 12 mil revendedores presentes em 24 estados e no Distrito Federal, além de um time de mais de 3.700 colaboradores comprometidos com o propósito de energizar vidas e negócios de forma sustentável. Com soluções inovadoras, a Copa Energia desempenha um papel ativo na transição energética, reafirmando seu compromisso com o futuro. UFMS e Copa Energia inauguram o Lab COPA H₂ e ampliam parceria em P&D e transição energética

  • BESS Academy surge como plataforma estratégica para impulsionar engenharia no mercado de armazenamento de energia

    Por Redação do EnergyChannel Em um cenário de rápida transformação do setor elétrico, impulsionado pela expansão das energias renováveis e pela crescente demanda por flexibilidade na rede, o armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) se consolida como um dos pilares da nova infraestrutura energética global. É nesse contexto que a BESS Academy surge como uma iniciativa estruturada para acelerar a atuação de empresas de engenharia nesse mercado. A proposta vai além da capacitação técnica tradicional. A BESS Academy se posiciona como um ecossistema integrado que combina formação profissional, desenvolvimento de negócios e suporte prático em engenharia, com foco em preparar empresas para atuar de forma competitiva em projetos que vão do segmento residencial até aplicações utility scale. Formação técnica conectada à realidade do mercado Um dos principais pilares da plataforma é a capacitação técnica especializada, estruturada para atender diferentes níveis de aplicação no setor de armazenamento. No segmento residencial e de pequenos negócios, os treinamentos são direcionados a sistemas híbridos, soluções grid zero e aplicações em baixa tensão um mercado que cresce com a busca por autonomia energética e redução de custos. Já no segmento comercial e industrial (C&I), o foco está em aplicações de média tensão, com estratégias cada vez mais relevantes no Brasil, como peak shaving, load shifting, arbitragem energética e sistemas de backup. Essas soluções vêm ganhando protagonismo à medida que consumidores buscam maior previsibilidade de custos e resiliência operacional. Para projetos de maior porte, o módulo voltado ao Front of the Meter (FTM) prepara profissionais para o dimensionamento e desenvolvimento de soluções em escala utility, incluindo grandes sistemas conectados à rede. A formação inclui ainda o uso de ferramentas amplamente reconhecidas no mercado, como Homer PRO, SAM e PVsyst, permitindo análises avançadas de viabilidade técnica e econômica. Mentoria estratégica: da teoria ao projeto real Outro diferencial relevante é o pilar de mentoria estratégica, voltado diretamente para empresas. A iniciativa apoia a estruturação de estudos técnico-econômicos e o desenvolvimento de projetos híbridos que integram geração e armazenamento. Na prática, isso significa reduzir a distância entre conhecimento técnico e aplicação real um dos principais gargalos enfrentados por empresas que desejam entrar ou escalar sua atuação no segmento de baterias. Engenharia aplicada e suporte em campo A BESS Academy também atua na ponta mais crítica dos projetos: a execução. O pilar de consultoria especializada abrange desde o desenvolvimento de projetos executivos até instalação, comissionamento e acompanhamento técnico em campo. A atuação cobre sistemas em baixa, média e alta tensão, com foco na integração de tecnologias como bancos de baterias, inversores bidirecionais, sistemas de gerenciamento de baterias (BMS) e sistemas de gestão de energia (EMS). Além disso, a plataforma oferece suporte em testes de comissionamento, incluindo FAT (Factory Acceptance Test) e SAT (Site Acceptance Test), seguindo normas técnicas brasileiras como a NBR 5410 e NBR 17193 um ponto crítico para garantir segurança operacional e desempenho dos sistemas. Conformidade e integração com o ambiente regulatório Em um mercado ainda em consolidação regulatória no Brasil, a BESS Academy também atua no apoio à legalização e homologação de projetos, auxiliando empresas nos processos junto a concessionárias, Corpo de Bombeiros (AVCB) e CREA. Esse suporte é estratégico em um ambiente onde a complexidade técnica se soma à necessidade de conformidade regulatória, especialmente em projetos de maior porte. Um novo modelo para acelerar o mercado de armazenamento Ao integrar capacitação, estratégia e execução, a BESS Academy reflete uma tendência clara do setor: a necessidade de soluções completas e multidisciplinares para viabilizar o avanço do armazenamento de energia. Mais do que formar profissionais, a iniciativa busca estruturar empresas para competir em um mercado que exige não apenas conhecimento técnico, mas também visão de negócio, capacidade de execução e alinhamento regulatório. Com o crescimento esperado do BESS no Brasil nos próximos anos impulsionado por renováveis, mercado livre e novas demandas da rede plataformas como essa podem desempenhar um papel decisivo na formação de um ecossistema mais preparado, competitivo e inovador. BESS Academy surge como plataforma estratégica para impulsionar engenharia no mercado de armazenamento de energia Mais informações: Sydney Ipiranga - Engenheiro Especialista em BESS Telefone: 11 91844.9174

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