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  • Motores, energia e o futuro da descarbonização: como a MWM enxerga a nova era da propulsão no Brasil e no mundo

    ENTREVISTA ESPECIAL | ENERGYCHANNEL Motores, energia e o futuro da descarbonização: como a MWM enxerga a nova era da propulsão no Brasil e no mundo Por Ricardo Honório Em meio a uma das maiores transformações da história da indústria energética e de mobilidade, o setor de motores e sistemas de propulsão vive um momento decisivo onde eficiência, sustentabilidade e viabilidade econômica precisam coexistir. Motores, energia e o futuro da descarbonização: como a MWM enxerga a nova era da propulsão no Brasil e no mundo Nesta entrevista especial do EnergyChannel, conversamos com Cristian Malevic, Vice-Presidente da Unidade de Negócios de Energia & Descarbonização da MWM Motores e Geradores, empresa do grupo Tupy, para entender como a companhia está posicionada diante da transição energética e quais caminhos tecnológicos devem moldar o futuro da mobilidade e da geração de energia. Uma indústria em transformação e um Brasil com vantagem estratégica Segundo Cristian Malevic, o setor atravessa uma mudança estrutural impulsionada pela necessidade global de reduzir emissões de gases de efeito estufa e aumentar a eficiência energética. Mas, ao contrário de uma visão linear, o futuro não será definido por uma única solução tecnológica. “A oferta de soluções acontecerá por múltiplas rotas tecnológicas, com a maximização de eficiência conectada à regionalização da fonte de energia e do combustível.” Nesse contexto, o Brasil se destaca como um dos países com maior potencial competitivo. A disponibilidade de biocombustíveis como etanol, biodiesel e biometano — posiciona o país de forma privilegiada na construção de uma transição energética mais pragmática e adaptada à sua realidade. Tecnologia aplicada: eficiência, combustível e viabilidade Dentro da unidade de Energia & Descarbonização, a MWM concentra seus investimentos em soluções capazes de reduzir a dependência do diesel sem comprometer desempenho e custo operacional. Entre as principais frentes tecnológicas estão: motores a gás natural e biometano, voltados para geração de energia elétrica aplicações em transporte de carga e passageiros soluções a etanol para máquinas agrícolas O foco, segundo Malevic, é claro: desenvolver alternativas tecnológicas que sejam, ao mesmo tempo, sustentáveis, eficientes e economicamente viáveis. Essa abordagem reflete uma visão prática da transição energética menos baseada em discursos e mais centrada na realidade operacional dos clientes. Transição energética: complementaridade, não substituição Para aplicações de alta demanda energética como veículos comerciais pesados e equipamentos industriais a transição não será imediata. A expectativa da MWM é de um processo gradual, no qual o diesel continuará desempenhando um papel relevante por um longo período. Motores, energia e o futuro da descarbonização: como a MWM enxerga a nova era da propulsão no Brasil e no mundo Nesse cenário, diferentes tecnologias deverão coexistir: biocombustíveis eletrificação soluções híbridas “Não será uma transição baseada em uma única tecnologia, mas sim em soluções complementares, adaptadas às características de cada aplicação e região.” Motores, energia e o futuro da descarbonização: como a MWM enxerga a nova era da propulsão no Brasil e no mundo Entre essas alternativas, o biometano surge como uma das apostas mais promissoras para o Brasil. A combinação entre disponibilidade de biomassa, infraestrutura de gás existente e potencial de redução de emissões posiciona o combustível como estratégico especialmente em segmentos como transporte urbano, logística do agronegócio e cadeias produtivas ligadas à proteína animal. Desafios estruturais: infraestrutura e escala Apesar dos avanços tecnológicos, o principal desafio da descarbonização está além dos motores. A equação envolve três pilares fundamentais: redução de emissões produtividade competitividade econômica Para que essa equação funcione, será essencial expandir a disponibilidade de combustíveis renováveis e desenvolver infraestrutura capaz de suportar sua adoção em larga escala. Nesse sentido, o avanço da cadeia do biometano e de outros biocombustíveis aparece como um fator decisivo para acelerar a transição energética no Brasil. Engenharia conectada ao mercado: inovação aplicada Um dos diferenciais estratégicos da MWM está na forma como a empresa desenvolve suas soluções. A inovação não nasce isolada em laboratório ela é construída a partir da proximidade com clientes e das demandas reais de mercado. Com um dos maiores centros de desenvolvimento de motores da América Latina, a companhia opera com uma engenharia integrada, capaz de adaptar tecnologias para diferentes aplicações: transporte agronegócio geração de energia máquinas industriais Esse modelo permite que a empresa entregue soluções alinhadas não apenas às metas ambientais, mas também aos desafios operacionais e econômicos enfrentados pelos clientes. O papel da MWM, nesse contexto, vai além da fabricação de motores: trata-se de um parceiro tecnológico na jornada de descarbonização. Conclusão EnergyChannel A visão apresentada por Cristian Malevic reforça uma mensagem central para o futuro da energia e da mobilidade: a transição energética será diversa, regionalizada e baseada em soluções complementares. No caso brasileiro, o protagonismo dos biocombustíveis especialmente do biometano pode redefinir o papel do país no cenário global. Mais do que substituir tecnologias, o desafio será integrar eficiência, sustentabilidade e viabilidade econômica em escala. E, nesse caminho, empresas como a MWM demonstram que a inovação relevante não é apenas aquela que antecipa o futuro mas aquela que consegue, de fato, torná-lo viável. Motores, energia e o futuro da descarbonização: como a MWM enxerga a nova era da propulsão no Brasil e no mundo

  • 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

    Episódio 41 – Energia solar pode causar problemas elétricos no imóvel? Uma dúvida comum de quem pensa em instalar energia solar é se o sistema pode sobrecarregar a instalação elétrica, causar curtos-circuitos ou outros problemas no imóvel. Neste episódio, o EnergyChannel esclarece os riscos reais, os mitos e como garantir uma instalação segura. ⚡ Energia solar não sobrecarrega a rede interna Quando bem projetado, o sistema solar: Trabalha em paralelo com a rede Não força circuitos internos Segue limites técnicos claros O risco surge apenas em instalações mal feitas. 🧰 Projeto elétrico é fundamental Antes da instalação, é feita uma análise: Do padrão de entrada Do quadro de distribuição Da capacidade dos cabos e disjuntores Se necessário, adequações são realizadas. 🔌 Proteções elétricas obrigatórias Sistemas confiáveis incluem: Disjuntores DPS (Dispositivos de Proteção contra Surtos) Aterramento adequado Esses elementos protegem o imóvel e os equipamentos. 🌩️ Proteção contra surtos e raios A energia solar, quando instalada corretamente, não aumenta o risco de raios. Pelo contrário: Sistemas modernos incluem proteção específica O aterramento reduz danos elétricos ⚠️ Onde surgem os problemas Problemas geralmente estão ligados a: Empresas sem qualificação Falta de projeto técnico Economia excessiva em materiais Instalações irregulares Não à tecnologia em si. 🛠️ Manutenção e inspeção evitam riscos Inspeções periódicas ajudam a: Identificar conexões soltas Detectar aquecimento excessivo Garantir funcionamento seguro Prevenção é a chave. 🧭 Energia solar é segura quando bem feita A energia solar não representa risco elétrico quando instalada conforme normas técnicas e com equipamentos certificados. No próximo episódio, o EnergyChannel responde: 👉 A energia solar interfere em eletrodomésticos ou equipamentos eletrônicos? 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa SaberConteúdo confiável para desmistificar medos e orientar decisões seguras. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

  • A Nova Arquitetura da Mobilidade: A Visão da Marcopolo Sobre o Futuro do Transporte Coletivo

    Por Ricardo Honório – Energy Channel A mobilidade urbana vive um ponto de inflexão. Mais do que uma evolução tecnológica, o setor atravessa uma transformação estrutural que redefine o papel do transporte coletivo dentro das cidades. A Nova Arquitetura da Mobilidade: A Visão da Marcopolo Sobre o Futuro do Transporte Coletivo Para a Marcopolo, esse movimento já está em curso e exige uma mudança profunda de mentalidade. Segundo Luciano Resner, diretor de Engenharia da empresa, não se trata apenas de inovação incremental ou substituição de tecnologias, mas de uma reconfiguração mais ampla do sistema de mobilidade. “A transformação da mobilidade precisa ser analisada como um movimento estrutural. O que está acontecendo é uma revisão do papel do transporte em termos de eficiência, sustentabilidade e impacto econômico”, afirma. Nesse contexto, o transporte coletivo volta ao centro da discussão. Não apenas por sua capacidade de escala, mas pelo impacto direto em temas críticos como descarbonização, uso do espaço urbano e acessibilidade. Ao mesmo tempo, o comportamento do usuário mudou e elevou o nível de exigência. A digitalização da experiência cotidiana fez com que passageiros passassem a comparar o transporte público com plataformas tecnológicas. Para Resner, isso impõe um novo padrão de qualidade. “O passageiro hoje espera conveniência, previsibilidade e eficiência. E é justamente nesse ponto que o ônibus segue relevante, pela flexibilidade e capacidade de adaptação que oferece”, avalia. Da fabricação ao ecossistema de soluções Essa mudança de percepção também impacta diretamente a estratégia da indústria. Na Marcopolo, a inovação deixou de ser apenas incremental e passou a ser orientada à geração de valor real para o cliente. A empresa estrutura sua atuação com base em três pilares: transição energética, digitalização e evolução da engenharia de produto. No campo energético, o foco está no desenvolvimento de soluções compatíveis com eletrificação e alternativas de baixo carbono. Já na digitalização, a companhia investe em conectividade, telemetria e uso de dados para otimizar operações e melhorar a tomada de decisão. Na engenharia, o objetivo é claro: reduzir complexidade, aumentar produtividade e avançar continuamente em segurança, conforto e custo total de operação. “Inovação, para nós, precisa funcionar no dia a dia”, resume Resner. Eletrificação: protagonista, mas não exclusiva Apesar do avanço dos veículos elétricos, a Marcopolo adota uma abordagem pragmática. A eletrificação é vista como um vetor central, mas não como solução única. Segundo Resner, a diversidade de contextos operacionais impõe uma visão mais ampla da transição energética. Diferenças em infraestrutura, matriz energética e regulação fazem com que múltiplas tecnologias coexistam. Biocombustíveis seguem relevantes, especialmente em mercados com cadeias produtivas consolidadas, enquanto o hidrogênio aparece como uma alternativa de médio e longo prazo. “Sustentabilidade não é apenas ambiental. Ela precisa fechar a equação operacional e econômica”, destaca o executivo. Desafios estruturais e interdependentes Mesmo com avanços tecnológicos, os desafios da mobilidade urbana seguem complexos e profundamente conectados. Recuperar a demanda do transporte coletivo, garantir sustentabilidade financeira, reduzir emissões e melhorar a experiência do usuário são objetivos que não avançam de forma isolada. Nesse cenário, a estratégia da Marcopolo passa por elevar o padrão do transporte coletivo, com veículos mais eficientes, seguros e confortáveis, aliados a soluções que aumentam a previsibilidade operacional e a capacidade de gestão de frotas. Mas há um consenso claro: a transformação não depende de um único agente. “A mobilidade é um sistema. E sua evolução exige articulação entre indústria, operadores e poder público”, afirma Resner. Aprendizado global, execução local A atuação internacional da Marcopolo também influencia diretamente sua estratégia. Presente em diferentes mercados globais, a empresa opera em contextos diversos, o que amplia sua capacidade de adaptação. Esse cenário permite a troca de conhecimento entre regiões com diferentes níveis de maturidade, mas também impõe um equilíbrio delicado. De um lado, a padronização garante escala e eficiência industrial. Do outro, a customização é essencial para atender às particularidades de cada operação. O papel central da digitalização Entre todas as transformações em curso, a digitalização se destaca como uma das mais estruturais. O veículo deixa de ser apenas um meio de transporte e passa a atuar como uma plataforma de geração de dados, abrindo espaço para ganhos relevantes de eficiência. Manutenção preditiva, otimização de rotas, eficiência energética e melhoria da experiência do usuário passam a ser viabilizadas por essa nova camada tecnológica. Crescimento com consistência Olhando para o futuro, a Marcopolo organiza sua estratégia com base em três diretrizes: crescimento consistente, avanço tecnológico e expansão global. A empresa pretende ampliar sua presença de forma seletiva, priorizando mercados alinhados às tendências de mobilidade sustentável, ao mesmo tempo em que fortalece um modelo mais integrado entre produto, serviço e dados. Conclusão A mobilidade urbana está sendo redesenhada não por uma única tecnologia, mas pela integração de múltiplas soluções. Para Luciano Resner, o desafio está em encontrar o equilíbrio entre inovação e viabilidade, escala e adaptação. “O transporte coletivo não é apenas um meio de deslocamento. Ele é parte essencial da construção de cidades mais eficientes, sustentáveis e acessíveis, finaliza o executivo A Nova Arquitetura da Mobilidade: A Visão da Marcopolo Sobre o Futuro do Transporte Coletivo

  • Energia de hexa: Belo Monte garante 7% do abastecimento nacional durante estreia contra o Marrocos

    Enquanto milhões de brasileiros estavam ligados na estreia do Brasil na Copa, contra Marrocos, Belo Monte gerava 7% da energia consumida pelo país, inclusive para acompanhar a transmissão. Energia de hexa: Belo Monte garante 7% do abastecimento nacional durante estreia contra o Marrocos No intervalo do jogo, a participação da maior hidrelétrica 100% brasileira na resposta ao aumento da demanda chegou a 34%. Esse crescimento do consumo de energia entre o primeiro e o segundo tempo é esperado, já que os torcedores utilizam a geladeira, ligam as luzes de outros cômodos ou aproveitam para desempenhar outras atividades enquanto a bola não volta a rolar. A responsividade e a flexibilidade de uma grande hidrelétrica, como Belo Monte, é fundamental em momentos como esse. Em apenas sete minutos, a usina entregou mais de 850 MW para o Sistema Interligado Nacional (SIN), mostrando a relevância da rapidez de resposta quando o Brasil mais precisa. Antes mesmo do apito inicial, Belo Monte já estava preparada. Atendendo a uma orientação do Operador Nacional do Sistema Elétrico, a usina suspendeu ações preventivas que pudessem reduzir sua geração e colocou suas máquinas à disposição do SIN. Energia de hexa: Belo Monte garante 7% do abastecimento nacional durante estreia contra o Marrocos

  • Entre o Digital e o Essencial: Como a Oji Papéis Redefine o Papel na Economia Moderna

    Por Ricardo Honório – EnergyChannel Entre o Digital e o Essencial: Como a Oji Papéis Redefine o Papel na Economia Moderna Em um mundo cada vez mais digital, onde transações acontecem em segundos e a informação circula em tempo real, há uma infraestrutura silenciosa que continua sustentando operações essenciais da economia: o papel. Presente em recibos, etiquetas, comprovantes e sistemas de rastreabilidade, esse elemento muitas vezes invisível permanece estratégico e longe de desaparecer. É nesse contexto que a Oji Papéis se posiciona como uma das protagonistas globais em soluções de papéis especiais, conectando o mundo físico ao digital. Entre o Digital e o Essencial: Como a Oji Papéis Redefine o Papel na Economia Moderna Em entrevista ao EnergyChannel, Thiago Matos, diretor comercial da Oji Papéis, revela como a companhia enxerga seu papel na economia, os impactos da digitalização e as tendências que devem moldar o setor nos próximos anos. Uma presença invisível, mas essencial Apesar de muitas vezes passar despercebido pelo consumidor final, o papel produzido pela Oji está presente no cotidiano de milhões de pessoas. Entre o Digital e o Essencial: Como a Oji Papéis Redefine o Papel na Economia Moderna “Nosso produto está diariamente na vida das pessoas em recibos, cupons fiscais, comprovantes de cartão, tíquetes de estacionamento, etiquetas logísticas, entre diversas outras aplicações”, afirma Thiago Matos. “As pessoas utilizam nossos produtos todos os dias, mesmo sem saber que são produzidos pela Oji.” Mais do que um insumo, o papel exerce um papel estratégico dentro das cadeias produtivas. “Nos posicionamos como facilitadores da informação”, explica. “O papel térmico, por exemplo, é um aliado da tecnologia e da automação, permitindo que informações cheguem de forma rápida, segura e eficiente.” Digitalização: ameaça ou oportunidade? A ascensão do digital frequentemente levanta questionamentos sobre o futuro do papel. Mas, na visão da Oji, a realidade é mais complexa e mais equilibrada. “A digitalização tem efeitos tanto de substituição quanto de impulsionamento da demanda”, diz Matos. Ele reconhece que, em algumas aplicações, o papel perde espaço. “Hoje já vemos comprovantes sendo enviados diretamente para o celular. Isso faz parte da evolução natural do mercado.” Por outro lado, novas tecnologias também criam novas demandas. “Os totens de autoatendimento são um exemplo claro. O cliente faz o pedido digitalmente, mas recebe um tíquete físico. O mesmo acontece com o e-commerce, que depende fortemente de etiquetas para identificação e logística.” Na prática, papel e tecnologia caminham juntos. “Eles não são concorrentes. São complementares”, resume. O efeito direto do e-commerce Se há um vetor que impulsionou o setor nos últimos anos, esse vetor atende pelo nome de comércio eletrônico. “O crescimento do e-commerce aumentou significativamente a demanda por soluções de identificação e rastreabilidade”, explica Matos. “Cada produto precisa ser etiquetado, rastreado e entregue com precisão.” Nesse cenário, o papel térmico ganha relevância por suas características técnicas. “A impressão térmica dispensa tinta, cartuchos ou fitas. A imagem é gerada por reação química ao calor”, afirma. “Isso reduz custos, aumenta a velocidade de impressão e garante alta qualidade para códigos de barras e QR Codes.” Além dos ganhos operacionais, há também benefícios ambientais. “Eliminamos insumos adicionais, o que reduz resíduos e simplifica a operação.” Sustentabilidade como eixo estratégico Em uma indústria global pressionada por metas ambientais, a sustentabilidade deixou de ser diferencial e passou a ser requisito. Na Oji, esse compromisso começa na origem da matéria-prima. “100% da celulose utilizada possui certificação FSC, garantindo que venha de florestas plantadas e manejadas de forma responsável”, destaca Matos. A própria tecnologia térmica contribui para esse cenário. “Por eliminar tintas e outros insumos, o papel térmico reduz a geração de resíduos.” Mas a estratégia vai além. “Estamos investindo no desenvolvimento de papéis para embalagens flexíveis, buscando substituir materiais menos sustentáveis, como certos tipos de plástico.” Força global, inovação local Parte de um grupo internacional, a Oji combina presença global com atuação local — um diferencial importante em um mercado competitivo. “Contamos com um centro de pesquisa e desenvolvimento no Japão que trabalha em estreita colaboração com a equipe no Brasil”, explica Matos. “Inclusive, temos profissionais expatriados atuando em Piracicaba.” Essa integração acelera a inovação. “Temos acesso a tecnologias, laboratórios e metodologias que fortalecem nossa capacidade de desenvolver novos produtos.” Além disso, a presença global amplia a competitividade comercial. “Estamos presentes em mercados como Japão, Estados Unidos, Alemanha e Tailândia, e exportamos para América do Norte, Europa e África.” O desafio da competitividade global Apesar das oportunidades, o setor enfrenta pressões importantes. “A competição global aumentou significativamente, especialmente com a expansão da capacidade produtiva na China”, afirma Matos. Esse cenário exige eficiência. “Precisamos buscar redução de custos, aumento de produtividade e excelência operacional para manter a competitividade.” No campo da inovação, o desafio é ainda mais complexo. “O grande ponto é equilibrar desempenho técnico com viabilidade econômica. Nem toda solução tecnicamente perfeita é competitiva no mercado.” O futuro: equilíbrio entre custo e sustentabilidade Olhando para frente, a Oji enxerga a sustentabilidade como uma tendência irreversível — mas com um fator determinante: custo. “O mercado busca soluções sustentáveis e recicláveis, mas o preço continua sendo decisivo, especialmente na América Latina”, explica Matos. O desafio, portanto, é claro. “Precisamos desenvolver alternativas que entreguem benefícios ambientais sem comprometer a viabilidade econômica.” Para isso, a empresa aposta em inovação. “Temos equipes de Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil e no Japão trabalhando de forma integrada para criar soluções que combinem tecnologia, sustentabilidade e competitividade.” Conclusão Em um mundo cada vez mais digital, o papel não desapareceu ele evoluiu. E, ao que tudo indica, continuará desempenhando um papel essencial na engrenagem da economia global. Para Thiago Matos, essa transformação não é uma disputa entre físico e digital, mas uma convergência. “O papel continua sendo um elemento fundamental para a comunicação, a rastreabilidade e a eficiência dos processos”, conclui. “O futuro não é sobre substituição, mas sobre integração.” Entre o Digital e o Essencial: Como a Oji Papéis Redefine o Papel na Economia Moderna

  • AC coupling: como integrar baterias a sistemas solares existentes sem refazer tudo

    Com o avanço do armazenamento de energia, uma nova pergunta começa a surgir no mercado: AC coupling: como integrar baterias a sistemas solares existentes sem refazer tudo É possível adicionar baterias a um sistema solar já instalado sem grandes mudanças? A resposta está em um conceito que ganha cada vez mais relevância: AC coupling. Mais do que uma solução técnica, ele representa um caminho prático para a evolução dos sistemas solares já existentes. ⚡ O desafio dos sistemas instalados O Brasil possui milhões de sistemas solares já em operação. A grande maioria foi projetada com um objetivo claro: Gerar energia Injetar excedente na rede Na época, o armazenamento ainda não era uma prioridade. Hoje, o cenário mudou. A rede enfrenta limitações O consumo exige mais controle A energia precisa ser gerenciada Surge então a necessidade de evoluir sistemas que já estão funcionando. 🔌 O que é AC coupling O AC coupling é uma forma de integrar baterias a sistemas solares sem alterar a estrutura principal existente. Na prática: O sistema solar continua operando normalmente Um sistema de bateria é adicionado do lado da corrente alternada (AC) A integração acontece via rede interna do imóvel Ou seja: a bateria “entra” no sistema sem precisar mexer na parte original em corrente contínua (DC). 🔄 Como funciona na prática De forma simplificada: O sistema solar gera energia normalmente Essa energia alimenta o consumo local O excedente pode ser direcionado para a bateria A bateria armazena e devolve energia quando necessário Tudo isso sem necessidade de reconfigurar o sistema original. 🧠 Por que isso é importante A grande vantagem do AC coupling está na flexibilidade. Ele permite: Atualizar sistemas antigos Evitar retrabalho Reduzir custo de adaptação Acelerar a adoção de baterias É uma ponte entre o passado (geração) e o futuro (gestão energética). 🔧 Menos intervenção, mais eficiência Comparado a outras abordagens, o AC coupling reduz a complexidade de implementação. Não exige substituição do inversor existente Evita alterações profundas no sistema Mantém a operação original intacta Isso torna a solução especialmente atrativa para: Sistemas residenciais já instalados Pequenas empresas Projetos que precisam de retrofit ⚡ Independência e controle Com a adição de baterias via AC coupling, o sistema ganha novas capacidades: Armazenar energia excedente Utilizar energia fora do horário de geração Reduzir dependência da rede Aumentar autonomia energética 🔋 Resposta ao desafio da rede O AC coupling também ajuda a lidar com desafios atuais, como a inversão de fluxo. Ao armazenar parte da energia gerada: Reduz-se a injeção na rede Evita-se sobrecarga local Melhora-se o equilíbrio do sistema 🏢 Aplicações no mundo real Residencial: Upgrade de sistemas existentes Backup energético Uso noturno da energia solar Comercial: Redução de picos de consumo Otimização de custos Maior controle energético 🌐 Tendência global Em mercados mais maduros, o retrofit de sistemas solares com baterias já é uma prática crescente. Em vez de substituir, o caminho é evoluir. Isso reduz custo e acelera a transição energética. 🇧🇷 O cenário brasileiro No Brasil, essa solução ganha relevância por um motivo claro: O país já tem uma base instalada enorme de sistemas solares. O AC coupling permite transformar esses sistemas em plataformas mais inteligentes sem grandes intervenções. 🔄 A evolução natural do setor A energia solar não é mais estática. Sistemas passam a evoluir ao longo do tempo: Primeiro geram Depois monitoram Agora armazenam e gerenciam 🚀 Conclusão: atualizar sem recomeçar O AC coupling representa uma solução prática para um desafio real do mercado. Ele permite que sistemas existentes acompanhem a evolução tecnológica sem precisar começar do zero. E, em um setor em rápida transformação, a capacidade de evoluir é tão importante quanto a de inovar. ⚡ Próximo episódio No próximo capítulo: Microgrids e descentralização: como a energia distribuída redefine a resiliência energética AC coupling: como integrar baterias a sistemas solares existentes sem refazer tudo

  • MINAS GERAIS PODE LIDERAR A MAIOR REDE DE INTELIGÊNCIA PRODUTIVA DO BRASIL

    Por Sebastião Martins * Projeto idealizado pela DBEST PLAN propõe transformar a experiência acumulada de milhares de profissionais em desenvolvimento econômico, inovação e competitividade empresarial Belo Horizonte – O Brasil investiu durante décadas na formação de engenheiros, médicos, administradores, pesquisadores, professores, especialistas em tecnologia e gestores que ajudaram a construir grande parte da infraestrutura, da indústria e da economia nacional. Entretanto, à medida que esses profissionais se aposentam, uma parcela significativa desse patrimônio intelectual acaba sendo perdida ou subutilizada. Foi para enfrentar esse desafio que a DBEST PLAN – Engenharia e Tecnologia da Informação desenvolveu o Projeto Legado Brasil, uma iniciativa inovadora baseada em Inteligência Artificial, Analytics e Matching Inteligente, concebida para conectar empresas que necessitam de conhecimento especializado a profissionais altamente experientes que desejam continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico do país. Mais do que uma plataforma digital, o projeto propõe a criação de uma verdadeira Infraestrutura Nacional de Inteligência Produtiva, capaz de preservar, organizar e reutilizar o conhecimento acumulado por milhares de profissionais ao longo de suas carreiras. O Brasil Forma Talentos. O Legado Brasil Preserva sua Experiência. Instituições como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Universidade de São Paulo (USP) desempenham papel fundamental na formação de profissionais altamente qualificados e na geração de conhecimento científico e tecnológico. O Projeto Legado Brasil surge como complemento natural desse esforço histórico, atuando na etapa seguinte da cadeia de valor: a preservação e a reutilização produtiva do conhecimento adquirido ao longo da vida profissional. Comparação Estratégica Enquanto universidades e centros de excelência geram conhecimento, o Projeto Legado Brasil busca impedir que esse patrimônio seja perdido quando seus detentores deixam o mercado formal de trabalho. Não é uma Plataforma de Empregos Uma das maiores inovações do Legado Brasil é justamente não se posicionar como uma plataforma tradicional de recrutamento. Hoje existem diversas soluções de mercado que conectam profissionais e empresas. Entretanto, nenhuma delas possui o foco específico na valorização da experiência profissional acumulada, na Economia Prateada (Silver Economy) e na transformação do conhecimento em ativo produtivo. Comparação com Soluções Existentes A diferença fundamental é que o Legado Brasil não vende vagas nem horas de consultoria. Seu propósito é permitir que empresas tenham acesso estruturado ao conhecimento acumulado por profissionais experientes, utilizando Inteligência Artificial para identificar rapidamente os especialistas mais aderentes às necessidades de cada organização. Ganhos para Empresas Empresas enfrentam desafios crescentes relacionados à produtividade, inovação, sucessão técnica e retenção de conhecimento. Por meio da plataforma, passam a ter acesso a especialistas capazes de contribuir para: redução de custos operacionais; mitigação de riscos técnicos; aceleração da solução de problemas; melhoria de processos; transferência de conhecimento para equipes mais jovens; apoio à inovação e transformação digital; fortalecimento da governança corporativa. Tudo isso com um investimento extremamente reduzido quando comparado aos custos tradicionais de contratação de consultorias ou especialistas seniores. Ganhos para os Profissionais Para os profissionais experientes, especialmente aposentados ou próximos da aposentadoria, o projeto representa uma oportunidade concreta de: complementar a renda; manter-se produtivo; preservar sua relevância profissional; continuar contribuindo para a sociedade; compartilhar décadas de experiência acumulada; ampliar sua participação econômica e social. Mais do que geração de renda, trata-se de valorização da experiência humana. Ganhos para Investidores e Financiadores Os estudos econômico-financeiros desenvolvidos pela DBEST PLAN indicam que o empreendimento possui características altamente atrativas: receitas recorrentes; forte escalabilidade; utilização intensiva de Inteligência Artificial; baixo custo marginal de expansão; elevado potencial de crescimento; forte aderência aos critérios ESG; impacto social mensurável; potencial de replicação nacional. Além disso, o projeto encontra aderência natural às linhas de apoio à inovação da FINEP, do BNDES, de fundos de impacto social e de organismos multilaterais voltados ao desenvolvimento sustentável. Ganhos para o Governo e para a Sociedade O envelhecimento populacional é uma realidade mundial. No Brasil, milhões de profissionais experientes permanecem plenamente capazes de contribuir para a economia mesmo após a aposentadoria. O Projeto Legado Brasil oferece uma solução estruturada para essa questão, promovendo: envelhecimento ativo; inclusão produtiva; aumento da arrecadação tributária; fortalecimento da competitividade empresarial; preservação do capital intelectual nacional; geração de renda; desenvolvimento econômico sustentável. Ao mesmo tempo, tende a reduzir impactos associados ao isolamento social e à perda de propósito profissional, fatores frequentemente relacionados ao agravamento de problemas de saúde física e mental. Uma Oportunidade Histórica para Minas Gerais Se consolidado inicialmente em Minas Gerais, o Projeto Legado Brasil poderá transformar o Estado em referência nacional na valorização da experiência profissional e na criação de uma nova economia baseada no conhecimento. Assim como o ITA e a USP ajudaram a formar parte da inteligência brasileira, o Legado Brasil propõe-se a preservar e reintegrar essa inteligência ao sistema produtivo nacional. Trata-se de uma iniciativa que une tecnologia, inteligência artificial, impacto social, geração de renda e desenvolvimento econômico em um único ecossistema. Uma proposta alinhada ao futuro do trabalho, à Economia Prateada e às necessidades de um país que precisa transformar conhecimento em competitividade. O Brasil já aprendeu a formar talentos. Agora chegou o momento de preservar sua experiência. Projeto Legado Brasil – Transformando experiência em oportunidade, conhecimento em desenvolvimento e inteligência em prosperidade para o Brasil. MINAS GERAIS PODE LIDERAR A MAIOR REDE DE INTELIGÊNCIA PRODUTIVA DO BRASIL

  • Dentro de uma das maiores operações do Brasil: como a Coca-Cola FEMSA Brasil integra escala, tecnologia e sustentabilidade

    ENTREVISTA ESPECIAL | ENERGYCHANNEL Por Ricardo Honório Em um país de dimensões continentais como o Brasil, operar com eficiência em larga escala exige mais do que infraestrutura robusta demanda inteligência operacional, integração tecnológica e uma visão estratégica orientada para o futuro. Nesta entrevista especial do EnergyChannel, conversamos com Renata Zargolin, Gerente de Meio Ambiente da Coca-Cola FEMSA Brasil, para entender como uma das maiores operações de bebidas do mundo equilibra crescimento, eficiência logística e compromisso ambiental em um cenário de profundas transformações no consumo e na economia. Escala como desafio e como vantagem competitiva Com uma operação que alcança aproximadamente 93,9 milhões de pessoas, por meio de cerca de 498 mil pontos de venda, a Coca-Cola FEMSA Brasil construiu uma das estruturas logísticas mais complexas do país. São 11 plantas industriais e 54 centros de distribuição, formando uma rede que precisa operar com precisão quase cirúrgica. Segundo Renata Zargolin, o grande desafio está na integração: “Manter uma operação integrada e eficiente, garantindo abastecimento, capilaridade e agilidade em diferentes regiões do país.” Para sustentar esse nível de operação, a companhia aposta em um tripé estratégico: evolução operacional contínua, proximidade com clientes e expansão de infraestrutura, aliado a um movimento consistente de digitalização e adoção de novas tecnologias. Logística inteligente: o encontro entre físico e digital A eficiência logística da companhia não está apenas na dimensão física da operação, mas na forma como ela se conecta ao mundo digital. A empresa vem estruturando uma cadeia logística que combina ativos físicos estrategicamente posicionados com soluções baseadas em dados e inteligência artificial. Plataformas como Juntos+ e Juntos+ Advisor são centrais nessa transformação, permitindo análises avançadas que impactam diretamente a execução no ponto de venda e a tomada de decisão comercial. Além disso, a modernização da frota, incluindo a adoção de caminhões elétricos, reforça não apenas a eficiência, mas também o compromisso com a transição energética. Energia e descarbonização: metas claras, execução consistente A agenda energética ocupa hoje um papel central na estratégia da companhia. Entre os principais compromissos estão: Uso de 100% de energia renovável Redução de 50% das emissões de escopos 1 e 2 até 2035 (base 2015) Na prática, os avanços já são significativos: 100% das plantas de manufatura operam com energia renovável 83% dos centros de distribuição já seguem o mesmo caminho Essas iniciativas são combinadas com investimentos em eletrificação da frota logística, acelerando o processo de descarbonização das operações. Dentro de uma das maiores operações do Brasil: como a Coca-Cola FEMSA Brasil integra escala, tecnologia e sustentabilidade A transformação “phygital” da operação Um dos conceitos mais relevantes destacados por Renata Zargolin é a consolidação de uma operação “phygital” a integração entre o físico e o digital. Nesse modelo, tecnologia deixa de ser suporte e passa a ser eixo central da operação. Ferramentas como o Juntos+ Advisor já alcançam mais de 70% da força de vendas no Brasil e no México, ampliando a capacidade analítica e permitindo decisões mais rápidas e assertivas. Essa transformação impacta diretamente: eficiência operacional relacionamento com clientes evolução do portfólio Sustentabilidade como modelo de negócio não como discurso Na Coca-Cola FEMSA Brasil, sustentabilidade não é tratada como uma agenda paralela, mas como parte estrutural do negócio. A estratégia integra quatro pilares principais: eficiência hídrica economia circular gestão de resíduos ação climática Um dos indicadores mais emblemáticos é o uso de água: a empresa já opera com um índice de 1,36 litro de água por litro de bebida produzido, um dos níveis mais eficientes do setor. A unidade de Jundiaí, a maior do mundo da companhia em volume, recebeu certificação internacional AWS (Alliance for Water Stewardship), reforçando boas práticas em gestão hídrica. Além disso, projetos como o Olhos da Serra: preservam 10.235 hectares na Serra do Japi contribuem para a reposição de cerca de 5 bilhões de litros de água por ano Na frente de economia circular e clima, os compromissos incluem: ampliação do uso de resina reciclada em embalagens PET certificação de zero resíduos em 100% das plantas avanço na redução de emissões de gases de efeito estufa O futuro: digital, sustentável e centrado no consumidor Olhando para os próximos anos, a companhia mantém foco em quatro frentes principais: fortalecimento da execução comercial digitalização da operação evolução contínua do portfólio avanço em sustentabilidade Ao mesmo tempo, segue investindo em expansão física novas linhas, armazéns e centros de distribuição enquanto amplia o uso de inteligência artificial para apoiar vendas e melhorar a experiência do consumidor. Transformação do consumo: um novo mercado em formação Para a empresa, o mercado brasileiro já vive uma transformação estrutural. A digitalização, a mudança de hábitos e a busca por conveniência estão redesenhando a dinâmica de consumo. Nesse cenário, a estratégia é clara: fortalecer a plataforma digital, ampliar o uso de tecnologia e estreitar a relação com clientes posicionando a companhia não apenas como distribuidora de produtos, mas como uma plataforma integrada de negócios e dados. Conclusão EnergyChannel A entrevista com Renata Zargolin revela um ponto essencial: escala, por si só, não é vantagem competitiva é responsabilidade operacional. O diferencial está na capacidade de integrar: infraestrutura tecnologia sustentabilidade inteligência de dados A Coca-Cola FEMSA Brasil demonstra que o futuro das grandes operações passa por um modelo híbrido físico e digital, eficiente e sustentável onde cada decisão operacional também é uma decisão energética e ambiental. E, nesse contexto, a transformação não é mais opcional. É estrutural. Dentro de uma das maiores operações do Brasil: como a Coca-Cola FEMSA Brasil integra escala, tecnologia e sustentabilidade

  • 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

    Episódio 40 – Seguro para energia solar: vale a pena contratar? À medida que o investimento em energia solar cresce, surge uma dúvida importante: é necessário fazer seguro para o sistema fotovoltaico? Neste episódio, o EnergyChannel explica quando o seguro faz sentido, o que ele cobre e quais pontos o consumidor deve avaliar antes de contratar. 🛡️ O que o seguro de energia solar costuma cobrir? As coberturas mais comuns incluem: Danos por fenômenos naturais (granizo, vendaval, raio) Incêndio Roubo e furto qualificado Danos elétricos Queda de estrutura A cobertura varia conforme a apólice. 🏠 Seguro residencial pode incluir energia solar Em muitos casos, o sistema solar pode ser: Incluído no seguro residencial Considerado parte da estrutura do imóvel Isso pode reduzir custos e simplificar a contratação. 🌩️ Quando o seguro é mais recomendado O seguro é especialmente indicado para: Regiões com eventos climáticos severos Sistemas de maior valor Imóveis em áreas expostas ou isoladas Quanto maior o risco, mais sentido o seguro faz. 💰 O custo do seguro O valor do seguro costuma ser: Relativamente baixo em relação ao investimento Proporcional ao valor do sistema Em geral, o custo anual representa uma pequena fração da economia gerada. ⚠️ Atenção às exclusões É fundamental ler a apólice e verificar: O que não está coberto Limites de indenização Franquia Exigências de manutenção Nem todo dano é indenizável. 📄 Seguro não substitui garantia Garantia de fabricante e seguro são coisas diferentes: Garantia cobre defeitos Seguro cobre acidentes e eventos externos Os dois podem coexistir. 🧭 Segurança também é parte do investimento Contratar um seguro pode trazer tranquilidade e proteger o retorno do investimento ao longo do tempo. No próximo episódio, o EnergyChannel esclarece: 👉 Energia solar pode aumentar problemas elétricos no imóvel? 📌 Série Especial EnergyChannel Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa SaberInformação clara para proteger não só a economia, mas também o patrimônio do consumidor. 🌞 Energia Solar: Tudo o Que o Consumidor Precisa Saber

  • Reciclação 2026 recebe a 7ª. edição do Fórum de Energia de Resíduos que será realizado em Curitiba e destaca o potencial da energia de resíduos no Brasil

    O evento será realizado no período de 29 a 31 de julho, no Centro de Eventos Positivo Barigui, de forma integrada com a 13ª. edição da Feira Reciclação. O Fórum, é um dos principais encontros do país voltados à valorização energética de resíduos e à transição para uma economia mais sustentável. Reciclação 2026 recebe a 7ª. edição do Fórum de Energia deResíduos que será realizado em Curitiba e destaca o potencial daenergia de resíduos no Brasil Com o objetivo de cada vez mais proporcionar visibilidade e otimizar os segmentos que promovem a sustentabilidade no ambiente urbano, rural, industrial e comercial a Reciclação - Feira da Indústria da Reciclagem, Saneamento Ambiental e Energias Alternativas firma parceria e apoio de realização com a principal instituição do setor, Associação Brasileira de Energia de Resíduos ABREN e abre espaço para realização integrada do 7º Fórum de Energia de Resíduos um dos mais relevantes encontros do setor voltado à eficiência energética, geração distribuída e soluções alternativas sustentáveis, reunindo empresas, especialistas, gestores públicos e investidores em um ambiente preparado para a discussão de soluções que visam atender os desafios do setor energético e ambiental do Brasil integrado com a geração e realização de negócios entre gestores e fornecedores de equipamentos, tecnologias e serviços para os segmentos abrangentes. A iniciativa desta realização ganha relevância em um momento em que o país busca alternativas para ampliar sua matriz energética e melhorar a gestão de resíduos. Segundo a ABREN, o Brasil pode destravar cerca de R$ 500 bilhões em investimentos ao expandir o uso de biogás, biometano e tecnologias de recuperação energética. De acordo com o presidente executivo da entidade, Yuri Schmitke, o potencial brasileiro ainda é pouco explorado. “O Brasil possui um enorme potencial para expansão do biogás, especialmente a partir de resíduos agropecuários, podendo ampliar em até 20 vezes a produção atual. Esse potencial, somado ao aproveitamento energético dos resíduos sólidos urbanos, pode destravar cerca de R$ 500 bilhões em investimentos no País” ressalta Schmitke. “Ao mesmo tempo, o Brasil gera aproximadamente 82 milhões de toneladas por ano de resíduos urbanos, dos quais cerca de 60% ainda são destinados a aterros sanitários, além de persistir um volume relevante de disposição inadequada, este resíduo precisa ser corretamente destinado” complementa ele. “Por isso, é essencial avançar em soluções integradas que promovam tanto o aproveitamento dos resíduos urbanos quando do biogás no meio rural com gestão ambientalmente adequada dos resíduos tendo como principais alternativas o biogás, o biometano e a recuperação energética de resíduos" finaliza o especialista. Além de promover o debate técnico, o encontro se posiciona como uma plataforma estratégica para conexão entre diferentes setores com potencial espaço para geração e realização de negócios. A Feira Reciclação, que chega à sua 13ª edição e reúne fornecedores de tecnologias, equipamentos e serviços voltados à indústria da reciclagem, saneamento ambiental, energias alternativas e tudo oque promove a sustentabilidade no ambiente urbano e rural. A realização simultânea dos dois eventos fortalece Curitiba como um polo de discussão sobre sustentabilidade e inovação, criador de oportunidades concretas de negócios e parcerias entre iniciativa privada, setor público e comunidade científica, fazendo da feira Reciclação, o principal ponto de encontro da sustentabilidade no sul do Brasil A RECICLAÇÃO 2026 Com abrangência nacional recebendo expositores e visitantes de todo o Brasil, a Feira Reciclação é o palco ideal para discutir o futuro da energia limpa, descentralizada e eficiente, conectando o setor com às demandas reais da indústria, do comércio, dos serviços e da sociedade em um ambiente apropriado e direcionado para profissionais do setor. Com foco em soluções aplicáveis e viáveis economicamente, a programação estará atraindo profissionais de diversas áreas, setor industrial, comercial incluindo engenharia, energia, meio ambiente, gestão pública, indústria da reciclagem, saneamento ambiental e energias alternativas, consolidando o evento como um dos principais pontos de encontro do setor no Sul do país. O que é: Evento Técnico: 7º Fórum de Energia de Resíduos (7ºFórum ABREN) realizado de forma integrada com a Feira Reciclação. Quando acontece: 29 a 31 de julho de 2026 Onde acontece: Centro de Eventos Positivo - Barigui, Curitiba / PR Como participar / contato: contato@abren.org.br| eventos@grupofrg.com.br| (41) 99274-1996 Site oficial: https://abren.org.br/7-forum-de-energia-de-residuos/ Feira Comercial: Reciclação - Feira do Meio Ambiente Industrial, Industria da Reciclagem, Saneamento Ambiental e Energias Alternativas Realização: Montebello Eventos Quer expor sua empresa? Contato comercial e organização: montebello@montebelloeventos.com.br (41)9 9546-0416 comercial|@montebelloeventos.com.br (41)9 9780-0285 Reciclação 2026 recebe a 7ª. edição do Fórum de Energia de Resíduos que será realizado em Curitiba e destaca o potencial da energia de resíduos no Brasil

  • Curitiba sedia principal debate sobre o futuro da transição energética, geração distribuída e sustentabilidade no Sul do país

    Com nomes confirmados como WEG, WCA e referências do setor, Fórum GD Sul acontece em paralelo a Feira RECICLAÇÃO e ao Fórum ABREN, consolidando a capital paranaense como polo do debate de soluções verdes Curitiba sedia principal debate sobre o futuro da transição energética, geração distribuída e sustentabilidade no Sul do país O mercado de energia renovável, sustentabilidade e gestão de resíduos se prepara para um de seus momentos mais estratégicos do ano no Brasil. Entre os dias 29 e 31 de julho, Curitiba recebe a 31ª edição do Fórum Regional de Geração Distribuída – Sul/Sudeste 2026, no Centro de Eventos Positivo, no Parque Barigui. Potencializando o debate, o encontro acontece de forma conjunta com a 13ª Feira Reciclação, organizada pela Monte Bello Eventos e o 7º Fórum ABREN, desenvolvido pela Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos, criando uma grande plataforma de soluções para a transição energética e a economia circular. Promovido pelo Grupo FRG Mídias & Eventos, o Fórum GD Sul reunirá especialistas, empresários, investidores, integradores e fabricantes para debater o crescimento do mercado de energia limpa, armazenamento, novos marcos regulatórios e inovações tecnológicas. Para Tiago Fraga, CEO do Grupo FRG Mídias & Eventos, a sinergia entre os três eventos reflete o momento de amadurecimento do mercado brasileiro, que exige respostas integradas para a descarbonização. "O Brasil vive um momento decisivo na modernização do seu setor elétrico e na busca por metas climáticas reais. Reunir o Fórum GD Sul, o Fórum ABREN e a Reciclação no mesmo espaço é uma resposta a essa demanda de mercado. Não estamos falando apenas de gerar energia limpa, mas de pensar na cadeia completa: tecnologia solar, aproveitamento energético de resíduos e economia circular como indutores de novos investimentos econômicos e sustentabilidade aplicada", destaca Fraga. Entre os principais nomes já confirmados na programação técnica estão referências nacionais e internacionais, como Carlos Evangelista (energia solar); Reginaldo Joaquim, representante da WCA (Associação Mundial de Carbono); Edimilson Dias; André Contani (WATT Capital); Gustavo Moraes (SFX Engenharia); e Carlos Andriolli (WEG). Além dos painéis técnicos, a programação conjunta oferecerá uma ampla área de exposição, funcionando como um hub estratégico de negócios e networking entre indústrias, engenharia, setor financeiro e gestores públicos e privados. A estrutura contará com auditórios para apresentações simultâneas, espaços exclusivos para troca de experiências e transmissão ao vivo de parte das atividades. As inscrições para o evento já estão abertas e são voltadas a estudantes, integradores, EPCistas, fabricantes, distribuidores, profissionais do setor de reciclagem e resíduos, e empresas que atuam no ecossistema de transição energética do país. A FEIRA RECICLAÇÃO Com abrangência nacional, a feira RECICLAÇÃO conecta o setor produtivo às demandas reais da sociedade, promovendo um espaço qualificado para negócios e inovação em reciclagem, saneamento e desenvolvimento sustentável. Na área de exposição, grandes marcas focadas em gestão e destinação de resíduos já estão confirmadas, como o Grupo Recicla e a ECOSTARTT Ambiental, apresentando soluções práticas voltadas à conformidade ambiental e à economia circular. FÓRUM GD SUL/SUDESTE Consolidado como um dos principais espaços de debate sobre energia solar fotovoltaica e fontes renováveis no país, o fórum chega à sua 32ª edição. O encontro reúne especialistas para projetar as principais tendências, marcos regulatórios e oportunidades de negócios no ecossistema de geração própria de energia. FÓRUM ABREN – ENERGIA DE RESÍDUOS Em sua 7ª edição, o fórum — realizado em parceria com a ABREN — destaca o potencial do aproveitamento energético de resíduos sólidos urbanos e industriais. O foco das discussões estará nas novas tecnologias, políticas públicas e modelos de negócio que impulsionam a diversificação da matriz energética nacional. As inscrições para o evento já estão abertas e são voltadas a estudantes, integradores, EPCistas, fabricantes, distribuidores, profissionais do setor de reciclagem e resíduos, e empresas que atuam no ecossistema de transição energética do país. Participe Quando os eventos acontecem: 29 a 31 de julho de 2026 Onde acontecem: Centro de Eventos Positivo - Barigui, Curitiba / PR Como participar / contato: contato@abren.org.br| eventos@grupofrg.com.br Contato: (41) 3203-1189 (41) 9.9546-0416| (41)9.9780-0285| (41) 99274-1996 Conheça mais sobre cada evento: https://montebelloeventos.com.br/works/reciclacao/ | https://abren.org.br/7-forum-de-energia-de-residuos/ | https://forumgdsul.com.br/ Curitiba sedia principal debate sobre o futuro da transição energética, geração distribuída e sustentabilidade no Sul do país

  • Ferrogrão amplia potencial de valorização do PZ Log em Sinop

    HUB LOGÍSTICO Ferrogrão amplia potencial de valorização do PZ Log em Sinop Decisão do STF que destravou o projeto da ferrovia aumenta expectativa de investimentos, reduz custos de transporte e fortalece posição estratégica do maior complexo logístico de Mato Grosso O avanço da Ferrogrão após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) deve acelerar a valorização patrimonial de Sinop e ampliar a atratividade do PZ Log para novos investimentos. A avaliação é do diretor comercial e de operações da empresa, Antonio Pereira, que vê a ferrovia como um divisor de águas para a logística e o desenvolvimento econômico do norte de Mato Grosso. Ferrogrão amplia potencial de valorização do PZ Log em Sinop Para ele, a decisão do STF sinaliza segurança jurídica para que as próximas etapas avancem, incluindo a análise do projeto pelos órgãos de controle e, posteriormente, o processo de concessão e construção da ferrovia. "A aprovação do STF mostra como a região será ainda mais impactada pela valorização patrimonial. A Ferrogrão é a principal ferrovia projetada para o transporte de grãos de Sinop até os portos do Pará e vai transformar a logística do agronegócio brasileiro", afirma. Com aproximadamente mil quilômetros de extensão, a Ferrogrão ligará Sinop ao terminal portuário de Miritituba, no Pará, acompanhando boa parte do traçado da BR-163. O empreendimento é considerado uma das principais apostas para ampliar a competitividade do agronegócio mato-grossense e reduzir a dependência do transporte rodoviário. Estudos do setor apontam que a nova ferrovia poderá gerar uma economia superior a R$ 9 bilhões em fretes. Para Antonio Pereira, esse recurso deixará de ser consumido pelos custos logísticos e passará a circular dentro da economia regional. "São mais de R$ 9 bilhões que ficarão na mão dos produtores e das empresas da região. Esse dinheiro volta para investimentos, geração de riqueza e desenvolvimento local. Toda essa infraestrutura ferroviária tende a valorizar ainda mais os ativos logísticos e imobiliários de Sinop", destaca. A expectativa da PZ Log é que a consolidação da Ferrogrão acelere a procura por áreas destinadas à armazenagem, distribuição e instalação de empresas ligadas ao agronegócio, logística e comércio exterior. O complexo já nasceu voltado para atender a crescente demanda por infraestrutura logística em uma das regiões que mais produzem grãos no país. Além da redução dos custos de transporte, o projeto deve aliviar a pressão sobre a BR-163, corredor que movimenta mais de 17 milhões de toneladas de grãos por ano e enfrenta gargalos frequentes, especialmente nos períodos de safra. A migração de parte dessa carga para o modal ferroviário deverá reduzir congestionamentos, acidentes e aumentar a eficiência do escoamento da produção. Com a validação da Lei nº 13.452/2017 pelo STF, o setor produtivo agora aguarda o avanço dos procedimentos técnicos e regulatórios necessários para que a Ferrogrão saia definitivamente do papel. Em Sinop, a percepção é de que a ferrovia já começa a produzir efeitos positivos ao reforçar a confiança de investidores e consolidar a cidade como um dos principais hubs logísticos do agronegócio brasileiro. Ferrogrão amplia potencial de valorização do PZ Log em Sinop

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