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- Governo eleva regras de eficiência energética para edificações no Brasil
O Ministério de Minas e Energia anuncia novas regras de eficiência energética para edificações públicas e privadas. A partir de 2027, prédios federais deverão atingir nível “A” da ENCE. Estados e municípios terão até 2040 para se adequar. Entenda o impacto para o setor da construção civil e para os consumidores. Governo eleva regras de eficiência energética para edificações no Brasil Novas metas de eficiência energética começam em 2027 O governo brasileiro deu um passo decisivo na transição para um setor da construção mais sustentável. O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou novas diretrizes que elevam as exigências de eficiência energética em edificações , estabelecendo metas obrigatórias para prédios públicos e privados em todo o país. A medida, definida pelo Comitê Gestor de Índices e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE) , prevê que a partir de 2027 todos os edifícios da administração federal deverão alcançar o nível “A” da ENCE (Etiqueta Nacional de Conservação de Energia) — o mais alto da classificação. Já os estados, municípios e o Distrito Federal terão prazos progressivos até 2040 para atingir o mesmo padrão. Setor privado também terá novas exigências As mudanças não se restringem ao poder público. No setor privado, edifícios comerciais e residenciais novos deverão alcançar, no mínimo, o nível “C” de eficiência energética , equivalente à conformidade com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) . Além disso, habitações de interesse social também estarão sujeitas a esse padrão mínimo, o que representa um avanço na qualidade construtiva e no conforto das moradias populares. De acordo com o MME, a meta é incentivar o uso racional da energia, reduzindo o consumo elétrico e melhorando o conforto térmico e a iluminação natural dos ambientes — fatores que impactam diretamente na qualidade de vida e na sustentabilidade das cidades. Impactos econômicos e ambientais positivos Segundo estimativas do CGIEE, a implementação das novas normas trará ganhos ambientais expressivos , com redução significativa das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e economia de energia elétrica. No segmento de habitações populares, o órgão calcula uma economia acumulada de 1,3 milhão de MWh entre 2030 e 2040 , o que representa uma diminuição substancial no gasto energético das famílias de baixa renda. Além dos benefícios ambientais, o MME destaca efeitos econômicos positivos . A adoção de padrões mais rígidos deve estimular a geração de empregos e renda em toda a cadeia da construção civil , desde a fabricação de materiais até a execução de obras e serviços especializados em eficiência energética. Transição energética e inovação na construção A elevação das regras de eficiência energética se insere em um contexto mais amplo da transição energética brasileira , que busca alinhar o país às metas globais de descarbonização e desenvolvimento sustentável. Para especialistas do setor, a medida representa uma mudança estrutural na forma de projetar e construir edifícios no Brasil , abrindo espaço para novas tecnologias e soluções inovadoras — como sistemas inteligentes de gestão de energia, fachadas ventiladas, isolamento térmico avançado e iluminação LED automatizada . Empresas e instituições que já investem em construção sustentável e certificações verdes , como LEED e AQUA, devem sair na frente, aproveitando incentivos e valorização no mercado imobiliário. Próximos passos e desafios Embora o cronograma seja escalonado, especialistas alertam que o desafio de adequação é significativo. Muitos prédios públicos e privados ainda não contam com sistemas de medição e controle de consumo energético, o que exigirá planejamento, capacitação técnica e investimentos em modernização . O governo promete ampliar programas de eficiência energética e financiamento verde , em parceria com o BNDES e instituições de fomento estaduais, para apoiar a transição. “Essas medidas consolidam o Brasil como referência regional em políticas de eficiência energética na construção civil, reforçando o compromisso do país com o desenvolvimento sustentável e a neutralidade climática”, afirmou o MME em nota oficial. Conclusão As novas regras de eficiência energética para edificações marcam um avanço estratégico na política energética brasileira, combinando sustentabilidade, inovação e economia. Ao estabelecer padrões mínimos de desempenho e metas progressivas, o país pavimenta o caminho para edificações mais inteligentes, confortáveis e alinhadas às metas de neutralidade de carbono . Governo eleva regras de eficiência energética para edificações no Brasil
- Filtro cerâmico revoluciona células de hidrogênio e aproxima nova geração de energia limpa
Pesquisadores japoneses desenvolvem uma membrana cerâmica inovadora capaz de conduzir prótons e bloquear o hidrogênio com eficiência inédita. O avanço pode impulsionar a popularização das células de combustível e acelerar a transição para a energia limpa. Filtro cerâmico revoluciona células de hidrogênio e aproxima nova geração de energia limpa Um salto tecnológico na ciência do hidrogênio A transição energética global acaba de ganhar um novo aliado. Cientistas da Universidade de Kumamoto , no Japão, criaram um material cerâmico revolucionário que promete levar a tecnologia das células de combustível especialmente as movidas a hidrogênio para um novo patamar de eficiência e viabilidade comercial. Trata-se de uma membrana cerâmica desenvolvida a partir de minerais de argila naturais , moldada em uma estrutura ultrafina capaz de atuar como um filtro atômico , separando e conduzindo partículas com precisão sem precedentes. O resultado é um material sólido, estável e de alta condutividade de prótons , que pode operar em temperaturas próximas às de motores a combustão , algo até então inédito nesse tipo de aplicação. A eficiência que faltava às células de combustível As células de combustível tradicionais dependem de óxidos condutores de prótons que só funcionam bem entre 500 °C e 1.000 °C , o que limita seu uso em veículos, dispositivos portáteis e sistemas distribuídos. A nova membrana cerâmica , no entanto, mantém seu desempenho em faixas muito mais amplas de -10 °C a 140 °C e garante uma condutividade de prótons altíssima com baixa permeabilidade ao hidrogênio (H₂) . Na prática, isso significa segurança, durabilidade e eficiência superiores. Nos testes, a célula equipada com o novo material atingiu densidade de corrente máxima de 1080 mA/cm² e potência de 264 mW/cm² a apenas 90 °C , temperatura similar à de um motor automotivo comum. Sustentabilidade e baixo custo como diferencial Além do desempenho, o custo é um dos principais atrativos da tecnologia. O material base, a argila montmorilonita , é abundante, acessível e ecologicamente correta . “ Este é um grande passo em direção a células de combustível sustentáveis e de alto desempenho, que não dependem de materiais caros ou prejudiciais ao meio ambiente ”, afirmou o professor Shintaro Ida , coordenador da pesquisa. A combinação entre eficiência energética, segurança operacional e baixo custo pode abrir caminho para soluções energéticas escaláveis , especialmente em setores como mobilidade elétrica, geração distribuída e transporte pesado . Hidrogênio: do laboratório para o mundo real Com este avanço, o hidrogênio verde ganha um impulso estratégico para sair do campo experimental e chegar de fato ao mercado. As membranas cerâmicas podem tornar as células de combustível mais simples, baratas e seguras e, consequentemente, acelerar sua adoção em escala global. O novo material coloca o Japão novamente na vanguarda da pesquisa em hidrogênio , reforçando o papel das tecnologias de estado sólido como base da próxima geração de sistemas de conversão e armazenamento de energia limpa. Filtro cerâmico revoluciona células de hidrogênio e aproxima nova geração de energia limpa
- Tempo Negativo: Físicos Comprovam que o Fenômeno é Real no Mundo Quântico
Cientistas da Universidade de Toronto comprovam experimentalmente a existência do tempo negativo, abrindo novas perspectivas na física quântica e no conceito de causalidade. Tempo negativo: a descoberta que desafia as leis da física O conceito de tempo negativo sempre foi visto como algo restrito à ficção científica ou à matemática teórica. No entanto, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Toronto , no Canadá, acaba de mudar essa percepção ao demonstrar, de forma experimental, que o tempo negativo é uma realidade física mensurável . A pesquisa, liderada pelo físico Kyle Thompson , foi publicada na revista científica AIP Advances e está chamando atenção da comunidade científica por apresentar um fenômeno que até então parecia impossível: eventos quânticos que ocorrem em “-t”, ou seja, em tempo negativo . Experimento revela comportamento inusitado da luz Para compreender o fenômeno, os cientistas observaram o comportamento de fótons interagindo com átomos em uma nuvem gasosa. Quando um fóton atravessa a nuvem sem interferência, o processo ocorre em um tempo positivo convencional. No entanto, quando o mesmo fóton colide com um átomo e transfere energia para um de seus elétrons, o resultado foi surpreendente: o evento ocorreu em um intervalo de tempo negativo . Tempo Negativo: Físicos Comprovam que o Fenômeno é Real no Mundo Quântico De acordo com Thompson, a equipe constatou que a excitação atômica — processo no qual o elétron de um átomo ganha energia — pode ocorrer em -t , sugerindo que a energia parece ser absorvida antes mesmo de o fóton colidir com o átomo . “É uma observação que desafia nossa intuição sobre causa e efeito, mas que faz sentido dentro da lógica quântica”, explicou o pesquisador. Tempo negativo e o atraso de grupo: uma nova visão da causalidade Os cientistas relacionaram o resultado ao conceito conhecido como “atraso de grupo” — o tempo que o envelope de um pulso de onda leva para atravessar um meio. Em alguns casos, esse atraso pode parecer negativo, criando a ilusão de que o pulso sai do material antes de entrar. A diferença, segundo Thompson, é que o novo experimento não se baseia em ilusão , mas em dados experimentais diretos . Isso significa que o tempo negativo não é apenas uma anomalia matemática , mas uma característica real do comportamento da luz e da matéria em nível quântico. Os pesquisadores mediram valores que variaram de –0,31 a –0,82 para diferentes larguras de banda dos pulsos de luz, confirmando que a duração negativa da excitação atômica é consistente e repetível . Implicações para o futuro da física quântica A descoberta pode ter implicações profundas na compreensão do tempo, causalidade e informação no universo quântico. Fenômenos como teletransporte quântico , comunicação superluminal e até computação quântica reversível podem ganhar novas interpretações a partir desse avanço. Ainda que o conceito de viagem no tempo permaneça fora do alcance prático, o tempo negativo abre uma janela fascinante para estudar eventos que desafiam o fluxo temporal tradicional . “Não estamos falando de voltar no tempo, mas de entender que certos processos podem ocorrer de maneira não linear no tempo, o que muda completamente nossa percepção de realidade”, afirmou Thompson. Conclusão: o tempo pode realmente andar para trás? O experimento da Universidade de Toronto mostra que, ao menos no mundo quântico , o tempo pode se comportar de maneiras contraintuitivas — inclusive andar para trás em determinados processos. A descoberta reforça que a física moderna ainda tem mistérios fundamentais a desvendar sobre a natureza do espaço-tempo, e o conceito de tempo negativo pode ser a chave para compreender parte desses enigmas. Tempo Negativo: Físicos Comprovam que o Fenômeno é Real no Mundo Quântico
- Mercado solar competitivo impulsiona inovação e tecnologia na América Central
Durante o Energyear América Central, a Valmont Solar destacou como o mercado solar competitivo está impulsionando a inovação tecnológica na região, com foco em trackers, SCADA e estruturas mais robustas para projetos de grande escala. Mercado solar competitivo impulsiona inovação e tecnologia na América Central Tecnologia e eficiência moldam o novo cenário solar regional O avanço do mercado solar competitivo na América Central está redefinindo a forma como os projetos fotovoltaicos são planejados e executados. Essa transformação foi o tema central do painel apresentado por Antonino Carneiro , Sales Manager LATAM da Valmont Solar , durante o Energyear América Central , realizado em outubro. Mercado solar competitivo impulsiona inovação e tecnologia na América Central “Boa tarde, sou Antonino Carneiro, gerente de vendas da Valmont Solar para a América Latina. Nossa empresa desenvolve soluções de trackers e sistemas SCADA para usinas solares, com presença crescente em projetos na região. Acompanhamos a evolução do mercado desde os primeiros parques solares em escala comercial, e nosso foco é apoiar a transição para projetos mais competitivos e eficientes”, destacou o executivo na abertura de sua participação. Panamá se consolida como mercado ativo em utility scale Nos próximos dois a três anos, a Valmont prevê uma expansão consistente do setor solar na América Central, com Panamá assumindo papel de destaque no desenvolvimento de projetos de grande porte. “Na América Central, vemos o Panamá como um dos mercados mais ativos em geração solar em larga escala, tanto por seus marcos regulatórios quanto pela necessidade de diversificar a matriz elétrica”, explicou Carneiro. Além do Panamá, República Dominicana e Guatemala também surgem como mercados promissores, impulsionados por avanços regulatórios e crescente demanda energética. Módulos maiores exigem trackers mais robustos e inteligentes O aumento do tamanho e do peso dos módulos fotovoltaicos está exigindo adaptações estruturais importantes na indústria solar. Segundo Antonino Carneiro, a evolução tecnológica traz novos desafios, especialmente em regiões com condições climáticas rigorosas. “Nos últimos anos, os módulos aumentaram de tamanho e peso. Isso nos obriga a adaptar o design dos trackers para suportar maiores cargas de vento e torção. Na América Central, onde os projetos enfrentam condições climáticas exigentes, nossa prioridade é garantir estruturas mais robustas, sistemas de segurança avançados e compatibilidade com as novas gerações de módulos.” Com o avanço dos módulos de alta potência , a Valmont Solar reforça seu investimento em engenharia estrutural e sistemas automatizados de controle , garantindo desempenho superior e maior confiabilidade operacional. Trackers ganham espaço sobre estruturas fixas Nos projetos utility scale , o uso de trackers solares já é predominante na América Central, especialmente no Panamá, onde o ganho energético pode ultrapassar 15% em comparação com as estruturas fixas. “Na região, o tracker já é predominante em projetos de grande escala, principalmente no Panamá, porque o ganho de geração em relação às estruturas fixas pode superar 15%. Essa diferença é decisiva em projetos com margens ajustadas. Trabalhamos com projetos monofila, que oferecem mais flexibilidade e permitem adaptação a terrenos com diferentes inclinações e características.” Essa flexibilidade é um dos fatores que tornam os sistemas de seguimento solar mais competitivos e adequados à topografia variada dos países centro-americanos. Soluções para terrenos desafiadores e ventos intensos A América Central apresenta condições geográficas e climáticas específicas, como solos irregulares e períodos de ventos fortes, que exigem soluções técnicas sob medida. “A região possui solos complexos em certas áreas e ventos intensos durante a temporada de tempestades. Nossos trackers são projetados para se adaptar a terrenos irregulares, com sistemas de controle independente por fileira. Em relação ao vento, trabalhamos com mecanismos de proteção automática e modos de segurança que garantem estabilidade, mesmo com módulos cada vez maiores”, afirmou Carneiro. Esses sistemas avançados permitem maior segurança operacional , reduzindo riscos e otimizando a geração de energia em diferentes condições ambientais. Planejamento e logística serão decisivos até 2026 O panorama logístico também foi destaque no painel, com ênfase no papel estratégico do Panamá como hub regional para o fornecimento e distribuição de componentes solares. “Esperamos que a cadeia de suprimentos se mantenha estável no próximo ano. O Panamá, graças à sua localização e infraestrutura logística, tem vantagens em disponibilidade e tempo de entrega em relação a outros mercados da região. No entanto, a chave para o sucesso continua sendo o planejamento antecipado: fechar contratos com antecedência e garantir fornecedores confiáveis para evitar atrasos decorrentes de variações internacionais na logística”, concluiu o representante da Valmont Solar. O executivo reforçou que a coordenação antecipada entre desenvolvedores, fabricantes e investidores será essencial para garantir eficiência e estabilidade no crescimento do setor solar até 2026. Mercado solar competitivo impulsiona inovação e tecnologia na América Central Sobre o Energyear América Central O Energyear América Central é um dos principais eventos dedicados à energia renovável na região, reunindo executivos, especialistas e empresas líderes em energia solar, eólica e armazenamento . O encontro promove debates técnicos, networking e atualização sobre as tendências que moldam o futuro da transição energética na América Latina. Mercado solar competitivo impulsiona inovação e tecnologia na América Central
- Porsche Center Salvador promove test drive exclusivo no Principote com foco em lifestyle e mobilidade sustentável
Convidados vivenciaram a performance dos modelos 911 Carrera e Cayenne E-Hybrid em um evento inédito na capital baiana promovido pela concessionária do Grupo Bamaq Porsche Center Salvador promove test drive exclusivo no Principote com foco em lifestyle e mobilidade sustentável A Porsche promoveu, no último sábado (04), uma experiência exclusiva no Principote Salvador, beach club sofisticado localizado no Rio Vermelho. O evento reuniu convidados e entusiastas da marca para um test drive especial dos modelos 911 Carrera e Cayenne E-Hybrid, combinando performance, luxo e lifestyle em um dos cenários mais charmosos da capital baiana. Esta foi a primeira vez que a Porsche realizou uma ação de test drive em um beach club na Bahia, reforçando o posicionamento da marca ao oferecer experiências exclusivas, sob convite, que vão além do universo automotivo tradicional. Os participantes tiveram a oportunidade de dirigir dois dos modelos mais emblemáticos da montadora, em um ambiente descontraído e ao mesmo tempo sofisticado. O modelo Cayenne E-Hybrid, um dos protagonistas da manhã, atraiu a atenção de clientes interessados em mobilidade de alta performance com menor impacto ambiental. Combinando potência e tecnologia, o SUV representa a aposta da Porsche na transição para um futuro mais sustentável — sem abrir mão da esportividade que define a marca. Além da experiência ao volante, os convidados desfrutaram de um brunch exclusivo servido pelo Principote Salvador, que proporcionou uma verdadeira imersão no lifestyle mediterrâneo em plena orla soteropolitana. O cenário, banhado pelo sol e pela brisa do mar, transformou o evento em um momento de celebração ao design, à inovação e ao prazer de dirigir. A ação reflete a sinergia entre o universo automotivo premium e experiências sensoriais únicas — uma tendência crescente entre marcas de luxo que buscam criar conexões emocionais com seu público. Sobre a Porsche Brasil A Porsche Brasil, com sede em São Paulo, é a primeira subsidiária Porsche na América Latina, tendo a sua operação iniciada em julho de 2015. A rede Porsche no Brasil está presente nas seguintes praças: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Campinas, Florianópolis, Brasília, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia e Salvador. Sobre o Grupo Bamaq Fundada em 1974, a Bamaq é hoje um dos grandes grupos empresariais do Brasil, com atuação nos setores de equipamentos pesados, caminhões, automóveis e serviços financeiros. Com mais de 1.000 colaboradores e presença em 18 estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o grupo atua em todo o território nacional. No setor automotivo, representa as marcas Porsche (MG, BA e MS), GWM (RMBH e MS) e Mercedes-Benz (RMBH). Porsche Center Salvador promove test drive exclusivo no Principote com foco em lifestyle e mobilidade sustentável
- Transformação digital: o equilíbrio essencial entre agilidade e estratégia
Por André Sih Transformação digital: o equilíbrio essencial entre agilidade e estratégia A transformação digital pode ser um desafio para empresas e isso inclui a inserção e o uso de inteligência artificial no dia a dia. Isso porque, ao utilizar a IA como solução na rotina, é necessário manter o equilíbrio entre a agilidade nas tomadas de decisão e o investimento de longo prazo para que essa transição seja bem-sucedida. Essa estabilidade define o sucesso ou o fracasso de muitas iniciativas, pois o obstáculo não é apenas adotar novas tecnologias, mas alinhar a velocidade da inovação com a visão e os investimentos sustentáveis. De acordo com o Índice Transformação Digital Brasil (ITDBr) de 2024, produzido pela PwC, para quase metade dos participantes da pesquisa, a resistência a mudanças é o principal desafio no processo. A falta de visão de um modelo de negócios (22%) e a aversão ao risco (20%) são outros problemas importantes. O relatório também destaca que, embora as empresas brasileiras estejam cada vez mais conscientes da relevância das inovações digitais, o ritmo de integração de novas soluções ainda depende de uma governança eficaz e de estratégias alinhadas às realidades operacionais e de mercado. Na prática, porém, o que pode impedir uma transição digital de sucesso em um negócio? Muitas empresas adotam metodologias ágeis para responder rapidamente às mudanças do mercado e às demandas dos clientes. Embora o resultado seja quase que instantâneo, essa abordagem permite apenas ciclos curtos de desenvolvimento, sendo escasso de constância no alto desempenho e entrega de valor. Além disso, elas tendem a ignorar o longo prazo, levando a um acúmulo de soluções fragmentadas e desconectadas. Sem uma visão clara, os "projetos ágeis" podem se tornar ineficientes e não escaláveis, gerando gastos desnecessários e dificuldade de integração no futuro. Por outro lado, grandes companhias muitas vezes operam com sistemas antigos e complexos, que podem até gerar resultados, mas deixam a desejar quando o assunto é prática e rapidez no funcionamento da IA. Apesar disso, mesmo que decidam realizar a transição e integrar novas tecnologias a uma infraestrutura renovada, o desafio se torna técnico e financeiro. Novos sistemas e capacitações demandam esforço, tempo e dinheiro. No entanto, apenas investir em equipamentos, por exemplo, não é suficiente se a organização continuar presa a processos tradicionais e burocráticos, que tendem a estagnar o desenvolvimento e reforçar uma mentalidade enraizada, sem perspectiva de atualização e inovação. É justamente por isso que a modernização tecnológica precisa vir acompanhada de agilidade e de um planejamento estratégico bem estruturado. Dessa forma, a organização mantém a mente aberta para experimentar, aprender e garantir que esses aprendizados se traduzam em inovações significativas e sustentáveis. Equilibrar a velocidade da inovação na identificação de falhas, a visão estratégica de futuro e os investimentos em cibersegurança e análise de dados permite que a empresa responda rapidamente às novas demandas do mercado, ao mesmo tempo em que se posiciona de forma sólida. Quando todos entendem o propósito de longo prazo, a transição digital se torna uma ferramenta para alcançar a visão de futuro da companhia, e não apenas uma nova metodologia. Se os gestores e organizações não compreendem isso rapidamente, serão excluídos do mapa dos negócios em pouco tempo. *André Sih é Founder & Managing Partner da Fu2re. Sobre a Fu2re A Fu2re é especializada em soluções de inteligência artificial que transformam operações e otimizam processos nas indústrias de energia, óleo e gás. Primeira startup acelerada pela NVIDIA no Brasil, com uma equipe altamente qualificada, desenvolve tecnologias de ponta, como o SmartVision AI, uma plataforma no-code que combina visão computacional e IA, permitindo atualizações rápidas nos modelos de inteligência artificial. Tendo recebido, em 2025, o aporte da Copel Ventures (gerido pela Vox Capital) e Indicator Capital, gestora early-stage de venture capital líder em deep-tech; a Fu2re se destaca por entregar resultados mensuráveis e assertivos, atendendo às necessidades específicas de grandes empresas. Reconhecida no ranking 100 Startups to Watch pelo segundo ano consecutivo, está no TOP3 entre scale-ups de IA e no TOP100 geral, consolidando-se como referência em inovação e transformação digital. Site: www.fu2re.com.br Transformação digital: o equilíbrio essencial entre agilidade e estratégia
- COP30 e o papel da energia eólica serão destaque no Brazil Windpower 2025
O evento deve reunir representantes de mais de 30 países, com networking e troca de experiências entre os principais atores da cadeia eólica latino-americana COP30 e o papel da energia eólica serão destaque no Brazil Windpower 2025 São Paulo, 06 outubro de 2025 – Com o tema “COP30 e o papel da energia eólica: acelerando a descarbonização da economia”, o Brazil Windpower 2025 chega à sua 16ª edição como o maior evento de energia eólica da América Latina. Organizado e promovido pela Informa Markets, Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica) e o Global Wind Energy Council (GWEC), o congresso será realizado de 28 a 30 de outubro, no São Paulo Expo e reunirá representantes de mais de 30 países em um ambiente de networking qualificado, debates estratégicos e troca de experiências sobre os rumos da transição energética no Brasil e no mundo. Executivos, autoridades e especialistas do setor vão traçar os rumos da transição energética e as contribuições da fonte eólica para a agenda climática. “Com mais de 36 GW instalados e presença crescente mundial, o setor eólico brasileiro reafirma em 2025 seu compromisso com inovação, industrialização verde e transformação social. Mas também vamos debater as questões das micro e macro crises da indústria eólica: Curtailment e demanda, especialmente no painel “O Futuro do Sistema Interligado Nacional: Equilíbrio entre fontes” que já promete ser o mais concorrido, assim como o ano passado.”, afirma Elbia Gannoum, presidente-executiva da ABEEólica e enviada especial para energia da COP30. Programação A cada dia, as discussões trarão representantes de mercado em discussões atuais e relevantes para o setor e sociedade, destacamos as principais plenárias: 28 de outubro – Nova industrialização verde: análise sobre as rotas de investimento e o potencial do Brasil como polo global para a indústria de energias renováveis. 29 de outubro – Para onde os ventos sopram: debates sobre sustentabilidade, licença social para operar, governança e atração de financiamentos. 30 de outubro – A caminho da COP30: discussão sobre políticas públicas para acelerar a transição energética, o papel do hidrogênio verde, inovação tecnológica e governança do setor elétrico brasileiro. Além das plenárias de abertura, a programação conta com arenas técnicas dedicadas a Onshore, Offshore e O&M, que aprofundam os desafios regulatórios, operacionais e tecnológicos de cada segmento da cadeia eólica. O evento também oferece as Windtalks, espaço aberto e gratuito para apresentação de cases de inovação, pitches de startups, debates sobre ESG e exposição dos trabalhos selecionados pelo BWP Papers. O Brazil Windpower 2025 também valoriza a inovação e o conhecimento científico. O congresso terá sessões específicas para apresentação dos trabalhos selecionados pelo BWP Papers, além de debates sobre tecnologias aplicadas à operação e manutenção dos parques eólicos e iniciativas de empreendedorismo com startups. A agenda ainda inclui painéis sobre industrialização verde e financiamento, hidrogênio como vetor energético, energia offshore e zoneamento marítimo, além de oportunidades para expansão da cadeia produtiva. “Ao integrar academia, mercado e inovação, o evento amplia as perspectivas para o crescimento sustentável da energia eólica no Brasil e reforça o protagonismo do setor diante da transição energética global”, destaca Elbia. Serviço Evento : Brazil Windpower 2025 Data : 28 a 30 de outubro de 2025 Local : São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo, SP Horário : 10h às 20h Inscrições : brazilwindpower.com.br Sobre a Informa Markets A Informa Markets conecta pessoas e mercados por meio de soluções digitais, conteúdo especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Presente em mais de 30 países, atua há mais de 29 anos na América Latina, e conta hoje com três unidades de negócios: Brasil, México e Latam Hub, responsáveis pela entrega de mais de 30 eventos híbridos, portais de notícia e plataformas digitais de conexão e negócios. Para saber mais, acesse: www.informamarkets.com.br Sobre a ABEEólica A Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica) congrega mais de 150 empresas de toda a cadeia produtiva do setor eólico e tem como principal objetivo trabalhar pelo crescimento, consolidação e sustentabilidade dessa indústria no Brasil.www.abeeolica.org.br Sobre GWEC O GWEC é uma organização baseada em membros que representa todo o setor de energia eólica. Os membros do GWEC representam mais de 1.500 empresas, organizações e instituições em mais de 80 países, incluindo fabricantes, desenvolvedores, fornecedores de componentes, institutos de pesquisa, associações nacionais de energia eólica e renovável, fornecedores de eletricidade, empresas financeiras e de seguros.Encontre-nos em: https://gwec.net/ . COP30 e o papel da energia eólica serão destaque no Brazil Windpower 2025
- Juros altos e custos apertam transportadoras
Até abril, 638 empresas entraram com pedidos de recuperação judicial e o setor de transporte e logística é um dos mais vulneráveis Juros altos e custos apertam transportadoras O caixa do transporte está no limite. De janeiro a abril, o Brasil registrou 638 pedidos de recuperação judicial, conforme dados da Serasa Experian. No 2.º trimestre de 2025, o saldo de processos em curso chegou 4.965 casos, recorde da série do Monitor RGF, iniciada em 2023. O advogado Cristiano José Baratto, presidente do Instituto de Estudos do Transporte (IET), diz que a pressão vem de um conjunto conhecido: juros elevados, combustível caro, carga tributária pesada e oscilações de mercado. “A Selic em 15% pressiona o crédito e limita o fôlego das empresas, sobretudo aquelas de pequeno e médio porte”, afirma. Outro agravante, segundo ele, é o descompasso entre o “débito e o crédito”. Ou seja, o serviço oferecido pelas transportados é pago, geralmente, de 90 a 120 dias depois de realizado, o que compromete o fôlego financeiro das organizações. Baratto define o setor de transportes e logística como a “espinha dorsal da economia”. “Qualquer falha logística desencadeia atrasos em cascata e falta de produtos. É necessário reconhecer a resiliência do setor, que mantém a operação apesar do ambiente adverso”, comenta. EXEMPLOS Casos recentes ilustram a pressão. Baratto conta que, em um deles, uma grande transportadora de carga fracionada obteve o deferimento do processamento de recuperação judicial consolidada, com valor de causa acima de R$ 45 milhões. A firma atribuiu a crise a choques iniciados na greve de 2018 e agravados na pandemia, com oscilação de fretes, aumento de custos e crédito mais caro. Em outro, uma operadora logística ligada ao agronegócio ingressou com pedido de recuperação judicial, informando passivo superior a R$ 78 milhões e pedindo blindagem temporária para reorganizar dívidas enquanto se avalia a viabilidade operacional. Juros altos e custos apertam transportadoras O QUE ESTÁ EM JOGO Baratto salienta que esses são alguns casos emblemáticos, porém que apontam um risco sistêmico. “Uma quebra em larga escala afetaria indústria, comércio e abastecimento, que pode afetar o abastecimento em diversos setores, de supermercados a hospitais”, pontua. Para o presidente do IET, é necessária uma abordagem sistêmica e rápida para evitar mais prejuízos econômicos ao país. De acordo com ele, é fundamental conciliar alternativas de crédito, com linhas e taxas compatíveis com a realidade do setor. Além disso, promover a readequação tributária e regulatória para aliviar o peso fiscal e dar previsibilidade às empresas, que devem investir em eficiência operacional, com gestão, tecnologia e inovação para cortar custos. “É um esforço conjunto de empresas, governo e entidades”, enfatiza. “O momento é de cautela e, também, de ação estratégica. Buscar eficiência e alternativas de financiamento, ao mesmo tempo em que se cobra mudanças estruturais”, completa. Juros altos e custos apertam transportadoras
- Congresso SAE BRASIL 2025 discute soluções sustentáveis e tecnológicas para a mobilidade do futuro
Congresso será aberto ao público e conta com entradas a partir de R$ 80 Congresso SAE BRASIL 2025 discute soluções sustentáveis e tecnológicas para a mobilidade do futuro São Paulo, 6 de outubro de 2025 – A 32ª edição do Congresso e Mostra Internacionais de Mobilidade SAE BRASIL será realizado nesta semana, entre os dias 7 e 8 de outubro, no PRO MAGNO, em São Paulo. O encontro de 2025 terá como tema: Engenharia brasileira: pioneirismo, inovação e sustentabilidade na mobilidade do futuro. O evento contará com a presença de lideranças da indústria e especialistas em áreas que envolvam a mobilidade. Em 2025, Rafael Chang, CEO da Toyota para Brasil, América Latina e Caribe, é quem preside o Congresso. “Nossa 32ª edição do Congresso traz para a mesa de debate temas importantes para o setor de mobilidade do país. A sociedade está fortemente interligada com as inovações e pautar e estimular a discussão sobre soluções inovadoras para a mobilidade brasileira de pessoas e de cargas é fundamental. Além disso, cresce exponencialmente a importância de se inovar de forma sustentável. Já começamos a olhar o tema de sustentabilidade em congressos anteriores e ele ganha ainda mais força neste ano com a emergente preocupação global em torno do assunto. Temos a possibilidade de transformar o nosso país em referência para o futuro da mobilidade”, afirma Claudio Castro, Presidente da SAE Brasil. Em 2025, serão quatro grandes trilhas de debate trabalhadas simultaneamente no Congresso: Engenharia Brasileira, Descarbonização, Transformação Digital e Mobilidade. Com mais de 100 speakers confirmados, players relevantes do mercado comandarão mais de 70 horas de conteúdo para os presentes no congresso. A expectativa é de mais de três mil pessoas ao longo dos dois dias. A Trilha Engenharia Brasileira, que debate os caminhos da formação de engenheiros no Brasil, o papel da academia, as novas exigências do mercado e as oportunidades para quem está construindo sua carreira, terá os painéis de Educação de Engenharia, Jump Start e SAE Jovens. Já a Trilha de Descarbonização, que traz reflexões e avanços sobre biocombustíveis, hidrogênio e estratégias para a transição energética, discutindo o papel da mobilidade na construção de um futuro mais limpo, terá momentos para o Agro, CEOS, Circularidade Verde, Crise Climática (COP 30), Explorando Motores de Alta Eficiência Energética, Keynote Speaker, SAE 4Mobility, Veículos Elétricos e Híbridos e Transição Energética. Para a Trilha de Transformação digital, a conectividade inteligência artificial, big data e novas tecnologias ganham destaque como vetores de inovação e competitividade. Ela trará os painéis Conectividade, Operações Conectadas e o de Transformação Digital. Por último, mas não menos importante, a Trilha Mobilidade, que traz uma visão integrada dos modais, intermodalidade, inovação e sustentabilidade no ecossistema da mobilidade, chega com os painéis sobre os setores: Aéreo, Aquaviário, Caminhões e Ônibus, Ferroviário e Intermobilidade. Outro ponto de destaque na 32ª edição do Congresso SAE BRASIL é o espaço dedicado para se falar sobre a Indústria do Hidrogênio , tema que ganhou tração nos últimos anos, principalmente em relação à sustentabilidade e eficiência dentro do setor. Além disso, a 18ª edição do Prêmio SAE BRASIL de Jornalismo, patrocinada pela Toyota, irá premiar os melhores trabalhos da imprensa nacional inscritos. As inscrições para o Congresso SAE 2025 já estão abertas e podem ser realizadas pelo site oficial do Congresso SAE BRASIL . A grade de palestras e debates será anunciada em breve. Confira, abaixo, a grade de palestras das trilhas durante o 32º Congresso SAE BRASIL: 7 de outubro 10h30 Painel Mobilidade Aérea: “Mobilidade Aérea Inteligente: Aeronaves Remotamente Pilotadas e Aeronaves Autônomas” Auditório Carcon Participantes: Júlio Shidara, Presidente, Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB); Rui Carlos Josino Alexandre, Coordenador da CDNT, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC); Alexandre Zaramela, CEO da MOYA Aero; Moderador: Fábio Almeida, Relações Institucionais de Desenvolvimento Tecnológico da EMBRAER. Sinopse: Este painel tem como tema a tecnologia e a engenharia brasileira para as aplicações utilizando Aeronaves Remotamente Pilotadas e Aeronaves Autônomas. Para isto, especialistas contribuirão, cada um com sua perspectiva, para entender as tendências da tecnologia, industrialização, regulação, políticas públicas e aplicações em diversas áreas, como agricultura, segurança pública, defesa e logística. Também será discutido o timing das futuras operações remotamente pilotadas e/ou autônomas. 10h30 Paine Circularidade Veicular: “Rumo à Descarbonização: A Pegada de Carbono na Cadeia de Valor Automotiva” Auditório Mahle Participantes: Priscila Rocha, Head de sustentabilidade e ESG da Volkswagen Caminhões e Ônibus; Roger Tadeu Gondim Guilherme, Gerente de Desenvolvimento de Produto da Volkswagen do Brasil; Juliana Picoli, gestora de projetos no Programa de Política e Economia Ambiental do FGVces, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV; Moderador: Alberto Abdu, Head Corporativo de ESG e HSE da Bosch América Latina. 10h30 Painel Ferroviário: “Inovações da engenharia brasileira no setor ferroviário” Auditório Brose Participantes: Auteliano Antunes dos Santos Junior, Professor Titular da UNIVCAMP; Alex Augusto Sanches Trevizan, Diretor Comercial e Terminais da Transnordestina Logística (TLSN); Paulo Maurício Costa Furtado Rosa, Diretor de Engenharia da Amsted Rail; Moderador: Leonardo Baruffaldi, Professor de Mecânica no Instituto Federal de São Paulo em Hortolândia. Sinopse: O setor ferroviário brasileiro, com mais de 170 anos de história, vive um momento de transformação, impulsionado por investimentos crescentes e inovações desenvolvidas pela engenharia nacional. Alinhado ao tema do Congresso SAE BRASIL 2025, este painel destacará como a indústria e as operadoras locais estão se preparando para ampliar sua capacidade, com expectativas de aumento significativo de recursos nos próximos anos. Diante de desafios únicos, como geografia diversificada e demandas logísticas específicas, o Brasil tem criado soluções tecnológicas e operacionais adaptadas às suas necessidades, muitas delas concebidas internamente por empresas nacionais. O Painel Ferroviário do Congresso SAE BRASIL 2025 reforçará o papel estratégico da ferrovia na mobilidade sustentável, logística de cargas e desenvolvimento estratégico do Brasil e mostrará como a engenharia nacional está assentando os trilhos para o futuro do transporte de cargas e passageiros no país. 12h15 Painel Aquaviário: “A inovação como caminho para enfrentar os desafios de infraestrutura e logística no Brasil” Auditório Carcon Participantes/Tema: Roberto Teller, Diretor de Operações da Movecta Tema: Inovação nas Operações Logísticas nos Portos Marcelo Patrício, Gerente Executivo de Operações da TECON – Santos Brasil Tema: Automação Aplicada a terminais de contêineres Mario Povia, Presidente, Instituto Brasileiro de Infraestrutura Tema: Observatório da Infraestrutura e Logística de Transportes. Moderador: Roberto Paveck, Coordenador da Mentoria Aquaviária SAE BRASIL. Sinopse: A proposta deste painel é discutir como a inovação — seja por meio de novas tecnologias, práticas de gestão ou avanços no modelo regulatório — pode ser a chave para destravar os principais gargalos logísticos e de infraestrutura no Brasil. A partir de exemplos práticos e visões estratégicas, o debate buscará evidenciar caminhos viáveis para tornar o setor marítimo e portuário mais eficiente, integrado e sustentável. 12h15 Painel Transformação Digital: “People, Process & Product: A Jornada da Mobilidade Digital” Auditório Brose Participantes: Henrique Printes dos Santos, Gerente Geral de Marketing & Experiência Digital LATAM da Toyota; Karine Bauer, Gestora de Engenharia – Serviços conectados da Robert Bosch Ltda; Ronan Damasco, Diretor Nacional de Tecnologia da Microsoft do Brasil; Moderadora: Fernanda Chiarella – Sales Executive da Tata Consultancy Services. Sinopse: Traçaremos a jornada completa da transformação digital na mobilidade, desde o desenvolvimento de competências no trabalhador (People), passando pela estruturação de times e processos digitais (Process), até a entrega de serviços conectados (Product). 12h15 Pesquisa e Desenvolvimento Otimizando Pontes Físicas, Econômicas, Sociais e Digitais - SAE 4Mobility Auditório Mahle Participantes: Rubim Bonato, Diretor de Desenvolvimento de produto na DENSO, e Renato Cimineli, Diretor Técnico e Comercial Mercado Mineral e SDSN - Sustainable Development Solutions Network, com palestra sobre o “ Fortalecimento da transformação de Minerais estratégicos em materiais ”; Francisco de Assis Oliveira Júnior, Líder de Projetos SAE4Mobility e Luiz Henrique Diniz, ZNT GROUP com o tema “ Promoção de Cadeias Produtivas Locais em consonância com SDE – SP ”; Guilherme Pereira da Silva, Consultor III – SENAI-SP com o tema “ Do Laboratório à Indústria: Inovação em Materiais e Circularidade como Vetores da Nova Economia Nacional ”; Moderador: Erwin Franieck, Secretário Desenvolvimento Econômico e Inovação Valinhos e Conselheiro SAE BRASIL. 14h45 Painel Conectividade: “ Do Sensoriamento Inteligente com inteligência artificial à Comunicação 6G: O Futuro da Infraestrutura Conectada V2X” Auditório Brose Participantes: Emanuel Baldissera, Diretor de Desenvolvimento e Tecnologia da Questar do Brasil; Arismar Cerqueira, Prof. Titular e Consultor do Inatel e Sócio Fundador da IAAA Antenas Avançadas; Milton Marcelini, Gestor de Tecnologia do Instituto de Pesquisa Eldorado; Bernardo Brandao, Diretor Geral de Customer Services da IVECO AMERICA LATINA Moderador: Mithermayer Menabo, Gerente Corporativo de TI e Engenharia na GJA e Mentor de Conectividade SAE BRASIL. Sinopse: A convergência do sensoriamento inteligente nos veículos com inteligência artificial, da comunicação 6G e da infraestrutura conectada V2X promete transformar cidades em ecossistemas urbanos mais seguros e eficientes. A IA potencializa a coleta e análise de dados em tempo real, enquanto o 6G viabiliza uma comunicação ultrarrápida e com latência mínima entre dispositivos. Integrando veículos, infraestrutura e cidadãos, a solução V2X cria um ambiente interligado que aprimora a mobilidade e a gestão urbana. Essa sinergia tecnológica pavimenta o caminho para cidades inteligentes, onde inovação e sustentabilidade caminham lado a lado. 14h45 Painel Explorando Motores de Alta Eficiência Energética Auditório Mahle Participantes: Christos Skylodimos, da Cummins; Robert Klen, Sales Manager da Wartsila; Moderador: Everton Lopes da Silva, Diretor de Tecnologia e responsável pelo Tech Center para América do Sul na MAHLE Metal Leve S.A. 14h45 Painel Intermodalidade: “Conectando Caminhos: A Intermodalidade no Brasil” Auditório Carcon Participantes: Vanderlei Azevedo Marques, Diretor de Logística Integrada da Dubai Ports World – DPW; Luciana Sumam, Diretora da MarMec Engenharia e Consultora Especialista em Eficiência Energética e Segurança Operacional; Casemiro Térsio, Sócio da 4Infra; Tema: Os desafios da integração metropolitana da mobilidade urbana no Brasil; Moderador: Adriano Nascimento Barbosa, Sócio da Modal Consultoria. Sinopse: O painel tem como objetivo discutir a importância da intermodalidade como uma solução integrada para os desafios de transporte de carga e passageiros no Brasil. Através da análise de diferentes modais e da promoção de um sistema de transporte mais acessível, sustentável, conectado e eficiente, buscamos identificar estratégias que conectem pessoas, cargas e lugares de maneira mais eficaz. 16h30 Painel Caminhões e Ônibus: “Caminhões e Ônibus – Segurança ativa e passiva no transporte de cargas e passageiros” Auditório Carcon Participantes: Ronaldo Rodrigues Observatório Nacional de Segurança Tema: Estatísticas e dados de acidentes nas rodovias e cidades no território nacional Mithermayer Menabo Junior, Gerente Corporativo de TI e Engenharia da GJA Tema: Tecnologias de sensoriamento e monitoramento na prevenção de acidentes, seu uso e benefícios Rone Chieppe, Superintendente de operações Tema: A visão do cliente sobre a adoção e uso de tecnologias de segurança ativa no transporte de passageiros Moderador: Fred Carvalho, Jornalista Sinopse: Caminhões e Ônibus – Segurança ativa e passiva no transporte de cargas e passageiros. Como a adoção e utilização de novas tecnologias podem contribuir para salvar vidas nas cidades e estradas do Brasil. 16h30 Inovação da Mobilidade com Excelência Operacional e Qualidade Engenharia Brasileira do Projeto a Manufatura Auditório Brose Participantes: Márcio Tonani, VP de Engenharia da Stellantis South America; Luis Carlos Marinho, VP de Operações da Embraer; Eduardo da Silva Zanini, Gerente de Desenvolvimento Gestão Operacional da Toyota; Marco Aurélio Corti Beleti, Gerente de Qualidade da Yamaha Motor Amazonia; Moderador: Peter Steinhauser, Director Customer Solutions & Board da Shainin. Sinopse: O painel vai destacar como a engenharia brasileira vem se consolidando no cenário global, unindo inovação, excelência operacional e qualidade para atender as crescentes demandas da mobilidade. No bate-papo, os participantes vão falar sobre práticas e experiências de diferentes setores da mobilidade, como automotivo, aeronáutico e de duas rodas, e expor como líderes da indústria estão moldando o futuro da mobilidade com tecnologia, eficiência e visão sustentável. 16h30 Painel de Veículos Elétricos e Híbridos - Eletrificação e Hibridização: O Papel da Engenharia Brasileira na Mobilidade Sustentável Auditório Mahle Participantes: Ricardo Fanucchi, Executive Director of Product Engineering & Executive Chief Engineer na General Motors; Rupert Niethammer, Head of R&D and Product Management Bus-Chassis na Mercedes-Benz do Brasil; Roberto Matarazzo Braun, Diretor de Comunicação na Toyota do Brasil; Moderador: Ricardo Bacellar, Sócio Fundador Papo de Garagem e Bacellar Advisory Boards – Automotive & Mobility. Sinopse: A transição para uma mobilidade mais limpa, eficiente e inteligente é um dos maiores desafios da engenharia automotiva global — e o Brasil tem papel fundamental nesse processo. Este painel reúne pessoas-chave deste ecossistema para discutir como a engenharia brasileira está impulsionando o desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos com soluções criativas, eficientes e sustentáveis. O debate abordará desde o panorama tecnológico e os desafios de infraestrutura até políticas públicas, mercado e o papel do consumidor. Com visões complementares, o painel mostrará como o país pode não apenas acompanhar, mas liderar essa transformação, fortalecendo uma indústria mais verde, conectada e inovadora. 8 de outubro 9h Palestra: Crise Climática e a COP 30 Palestrante: Nelmara Arbex, Sócia líder de ESG na KPMG no Brasil Tema: Sustentabilidade, desafios das mudanças climáticas, e o papel da COP30 como fórum para endereçar mensagens e definir planos concretos para a transição energética 9h30 Keynote Speaker: “ Soluções de gerenciamento de energia veicular e sistemas térmicos para a futura mobilidade elétrica” Auditório Mahle Participantes: Martin Krueger, Vice-Presidente Sênior de Engenharia, Powertrain e Automóveis de Passageiros na Robert Bosch GmbH; Moderador: Eduardo Camignotto, Gerente Geral da Toyota do Brasil. 9h30 SAE Jovens: “ Reter Talentos na Mobilidade: Estratégias para Conquistar e Engajar a Nova Geração” Auditório Brose Participantes: Luiz Gabriel Sommerlatte Santos, Engenheiro Desenvolvimento de Processos (Integrador de Projetos), EMBRAER Alyne Agostinho Ramaldes, Gerente de RH Recrutamento, Desenvolvimento de pessoas, Mercedes-Benz do Brasil Eliane Medeiros, Diretora de Pessoas e Sustentabilidade, Be8 Moderador: Gabriel Tavares Parente, Técnico de Produto Sr, Robert Bosch Sinopse: Em um setor que passa por intensa transformação tecnológica e pressões globais, reter talentos tornou-se um dos maiores desafios da indústria automotiva e aeroespacial.O painel reunirá líderes de Recursos Humanos e executivos para debater: O que afasta e o que mantém os novos profissionais engajados?; Por que a percepção de carreira é mais clara na indústria aeroespacial do que na automotiva?; Como alinhar expectativas salariais, progressão de carreira e exigências técnicas?; O papel da cultura, liderança e propósito na decisão de permanecer ou sair; Um debate franco para mapear estratégias de retenção e mostrar como empresas podem ser mais atraentes para a nova geração de engenheiros e profissionais da mobilidade. Mais do que identificar desafios, o painel apresentará caminhos para alinhar expectativas, implementar políticas eficazes de retenção e criar uma proposta de valor que faça com que os melhores talentos queiram construir o futuro da mobilidade dentro das empresas brasileiras. 11h15 Painel Agro: “ Agroenergia e Mobilidade: A Engenharia Brasileira impulsionando Biocombustíveis para um Futuro Sustentável” Auditório Mahle Participantes: Fabrício Natal, VP de engenharia da AGCO, com o tema “A Engenharia Brasileira e sua contribuição no desenvolvimento de Máquinas movidas a Biocombustíveis”; Otacílio Cardoso Duarte Filho, Chief Engineer para Tratores da CNH; Sergio Sartori Junior, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Máquinas Agrícolas da Tracto S.A.; Luis Eduardo Accordi Ferrari, Gerente de Assuntos Corporativos na John Deree; Moderadora: Roseane Campos, Diretora Executiva e Conselheira de Administração, Membro da Seção Porto Alegre e Líder Nacional da Mentoria Agro da SAE BRASIL. Sinopse: O painel mostrará como a engenharia brasileira tem sido protagonista no desenvolvimento de soluções que unem o agronegócio, a energia e a mobilidade, destacando o papel dos biocombustíveis — biodiesel, biometano e etanol — na descarbonização e na mobilidade do futuro. A partir da força do agro, o Brasil se consolida como referência mundial na geração de energia renovável e na aplicação de tecnologias sustentáveis em máquinas agrícolas. Neste contexto, o painel traz discussões sobre como a inovação na engenharia de motores, veículos e infraestrutura energética permite acelerar a adoção de biocombustíveis, gerar valor para o campo, criar eficiência logística e contribuir para as metas globais de sustentabilidade. 11h15 Educação de Engenharia: “ Engenharia em Rota de Colisão? Desafios da Formação frente às Demandas da Indústria Automobilística” Auditório Brose Participantes: Roberto Martins Souza, Pesquisador e professor, Lab. Fenômenos de Superfície – USP Tema: Hidrogênio na indústria automobilística Edison Feghali, Professor, ESEG Tema: Engenheiro no Mercado Financeiro Yuichi Nakatani, Engenheiro Sênior, GM Tema: Sustentabilidade Moderador: Mauro Carlos Andreassa, Consultor – Big Learning Ltda Sinopse: A formação em engenharia no Brasil passa por um momento de inflexão. A queda no número de ingressantes, o empobrecimento curricular — com a eliminação de disciplinas fundamentais — e a falta de um mindset compatível com as exigências da área revelam uma crise silenciosa, mas profunda. Ao mesmo tempo, a indústria automobilística enfrenta desafios crescentes: eletrificação, inteligência artificial embarcada, eficiência energética e transformação digital. O debate propõe refletir sobre a desconexão entre as instituições de ensino, o mercado e os órgãos reguladores como o MEC. O que está motivando a evasão ou desinteresse pelos cursos de engenharia? Os currículos atuais estão formando profissionais capazes de enfrentar os desafios tecnológicos e sistêmicos da indústria? Por que estudantes migram para áreas como o mercado financeiro ou gestão, e o que isso diz sobre a formação oferecida? Mais do que apontar falhas, a discussão busca caminhos: como formar engenheiros(as) que queiram — e possam — transformar o futuro da mobilidade e da indústria? 12h Esporte a motor: “Os desafios de engenharia focada em performance” Auditório Carcon Participantes: André Bresser Dores, Gerente de Engenharia - Spinelli Racing Guilherme Spinelli, CEO - Spinelli Racing Giovanni Lima de Godoi, Engenheiro Projetista Chefe - Spinelli Racing Sinopse: Triton Ultimate Racing, primeiro e único protótipo de rally raid da categoria T1+ FIA produzido no Brasil, desenvolvido e fabricado pela HPE/Mitsubishi Motors em parceria com a Spinelli Racing. Criado no mais alto nível de tecnologia e performance, o projeto foi concebido por engenheiros, projetistas e mecânicos da equipe, em tempo recorde, consolidando-se como marco do automobilismo nacional. 13h45 Transição Energética na Prática: Percepções, Decisões e Caminhos para a Mobilidade Sustentável Auditórios Mahle e Carcon Participantes: Carlos Alberto Tavares, Presidente da FPT Industrial na América Latina; Daniel Spinelli, Director of Product Engineering na Mercedes-Benz Caminhões e Ônibus; Everton Lopes da Silva, Diretor de tecnologia e responsável pelo Tech Center para América do Sul naMAHLE Metal Leve S.A.; Henrique Mendes Araújo, Diretor de Relações Institucionais e Governamentais na Copersucar; Patrícia Acioli Gontijo Mendes, Diretora de Comunicação e Sustentabilidade na Scania Group; Moderador: Camilo Adas, Conselheiro de Tecnologia e Transição Energética da SAE BRASIL e Diretor de Estratégia e Transição Energética na Be8. Sinopse: Apesar do crescente debate, ainda há falta de clareza e alinhamento sobre a urgência e os caminhos mais viáveis para a implementação da transição energética. Muito se discute, mas pouco se concretiza em larga escala. Para entender melhor esse cenário, a SAE BRASIL está conduzindo uma pesquisa inédita sobre percepções individuais e profissionais relacionadas à transição energética no contexto da mobilidade. A iniciativa reúne dados objetivos e percepções subjetivas sobre prioridades, barreiras e o papel do Brasil nesse processo. Os resultados serão apresentados no Painel de Transição Energética e no Painel dos CEOs, durante o 32º Congresso Internacional da SAE BRASIL. Este painel será dedicado à análise dos dados da pesquisa sob a ótica objetiva e técnica. O foco estará nas percepções sobre possíveis rotas tecnológicas, alternativas energéticas e critérios de decisão aplicados à mobilidade sustentável. A proposta é promover um debate qualificado entre especialistas, com base em evidências empíricas, considerando de forma integrada os custos e benefícios ambientais, econômicos e sociais, através da abordagem do indivíduo. 16h Painel de CEOs Decisão e Liderança na Transição Energética: O Papel do C-Level na Mobilidade Sustentável Participantes: Evandro Maggio, Presidente Toyota do Brasil ; Christopher Podgorski, Presidente e CEO na SCANIA LATIN AMERICA LTDA.; Fernando Grangeiro , Presidente regional da divisão Power Solutions na Robert Bosch; João Irineu Medeiros, Vice-Presidente de Assuntos Regulatórios na Stellantis; Glaucia Mendes Souza, Professora do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP); Moderador: Camilo Adas, Conselheiro de Inovação e Transição Energética da SAE BRASIL e Diretor de Estratégia e Transição Energética na Be8. Sinopse: Este painel trará uma leitura estratégica dos dados da pesquisa, com foco nas implicações subjetivas da transição energética. A discussão abordará como o tema é compreendido e priorizado nos níveis decisórios estratégicos, quais fatores influenciam as escolhas corporativas e como aspectos como competitividade, retorno sobre investimento, regulação e reputação institucional moldam decisões de alto impacto. O Painel irá reunir lideranças empresariais e institucionais para debater caminhos viáveis para a mobilidade sustentável, considerando de forma integrada os custos e benefícios ambientais, econômicos e sociais. O painel busca ampliar a visão de futuro e fortalecer o papel da liderança na construção de soluções que posicionem o Brasil de forma estratégica na transição energética. Serviço Congresso SAE BRASIL 2025 Data: 07 e 08 de outubro Horário: Das 08h30 às 19h Local: PRO MAGNO - Centro de eventos Endereço: Av. Profa. Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras Inscrições: Congresso SAE BRASIL Sobre a SAE BRASIL A SAE BRASIL é uma associação de pessoas físicas, sem fins lucrativos, que tem como propósito ser “A Casa do Conhecimento da Mobilidade Brasileira”. Participam da entidade profissionais de variadas áreas, unidos pela missão de criar e de disseminar conhecimento, visando desenvolver tecnologia e inovação no ecossistema da mobilidade. Fundada no Brasil em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento da mobilidade e da integração do País ao processo de globalização da economia, a SAE BRASIL é referência nacional para a integração da indústria, academia, 3º setor e dos órgãos técnicos do governo. Conta com 6 mil associados e 09 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje em uma das mais relevantes instituições do setor da mobilidade brasileira. A SAE BRASIL é filiada à SAE International, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, entre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison. Ao longo de mais de um século de existência tornou-se em uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios em cerca de 100 países. Congresso SAE BRASIL 2025 discute soluções sustentáveis e tecnológicas para a mobilidade do futuro
- Capacitação gratuita sobre sistemas de armazenamento de energia percorre três capitais do Nordeste em outubro
Os treinamentos serão realizados em Natal, Recife e Salvador, nos dias 13, 15 e 17 de outubro, respectivamente Foto: O treinamento envolve a teoria e prática das principais inovações tecnológicas em armazenamento disponíveis no Brasil Por Simone Cesário Assessoria de Imprensa da SolaX Power Levantamento da Associação Brasileira de Armazenamento de Energia (Absae) aponta que o mercado brasileiro de armazenamento com baterias poderá movimentar cerca de R$ 77 bilhões até 2034, com 72 GWh de capacidade instalada. Só em 2024, a capacidade instalada do armazenamento no Brasil cresceu 200% em relação a 2023, de acordo com pesquisa da consultoria Greener. Ou seja, há um caminho promissor para os empreendedores de solar e armazenamento de energia para os próximos anos. Contudo, para que esse mercado favorável e se reverta em um negócio promissor, é fundamental que esses profissionais estejam capacitados para acompanhar, entender seu funcionamento e como as inovações tecnológicas podem atender às necessidades desse consumidor brasileiro ávido por segurança energética. Conhecimento itinerante Para qualificar integradores solares de todo o Brasil, a SolaX Power percorre todo o país, desde 2024, com o SolaXP, que oferece capacitação gratuita a esses profissionais. No mês de outubro, esses treinamentos, que contabilizam mais de dois mil participantes, estarão em três capitais da região Nordeste – Natal (13), Recife (15) e Salvador (17). As inscrições devem ser efetuadas nos links abaixo: Natal - SOLAXP EM NATAL: Domine o Mercado de Sistemas de Armazenamento em Natal - Sympla Recife - SOLAXP EM RECIFE: Domine o Mercado de Sistemas de Armazenamento em Recife - Sympla Salvador - SOLAXP EM SALVADOR: Domine o Mercado de Sistemas de Armazenamento em Salvador - Sympla O treinamento é conduzido pela equipe da SolaX Power, que aborda desde questões de mercado até o funcionamento dos mais modernos equipamentos que integram os sistemas de armazenamento, incluindo atividades práticas. “Apagões são cada vez mais frequentes no Brasil, por exemplo, o último que atingiu a região metropolitana de São Paulo e deixou milhares de pessoas sem energia. E são essas interrupções frequentes um dos principais impulsionadores do mercado de armazenamento em baterias, já que esta é uma solução eficaz e que tem se tornado cada vez mais viável para que todos os setores da sociedade, desde apartamentos, residências, comércios e indústria, não sofram os prejuízos dessa recorrente falta de energia”, explica o gerente de marketing da SolaX Power, Valdo Mendes. Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. Capacitação gratuita sobre sistemas de armazenamento de energia percorre três capitais do Nordeste em outubro
- Vendas de carros elétricos na Europa disparam e registram segundo melhor mês da história
As vendas de carros elétricos na Europa cresceram 36% em agosto, atingindo o segundo melhor resultado histórico. Tesla Model Y, Skoda Elroq e VW ID.3 lideram o mercado. Vendas de carros elétricos na Europa disparam e registram segundo melhor mês da história Crescimento acelerado impulsiona o mercado de veículos elétricos O mercado europeu de carros elétricos voltou a surpreender em agosto. Segundo dados consolidados do setor, foram registrados cerca de 246 mil veículos elétricos plug-in (BEVs e PHEVs) no mês um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano anterior .O resultado representa o segundo melhor mês da história para os elétricos no continente, sinalizando um ritmo de crescimento consistente mesmo diante de um mercado automotivo geral praticamente estagnado. Enquanto as vendas totais de automóveis na Europa cresceram apenas 5% em agosto, o segmento de elétricos manteve a curva ascendente. Os BEVs (Battery Electric Vehicles) avançaram 27% , totalizando 163 mil unidades, enquanto os PHEVs (Plug-in Hybrid Electric Vehicles) surpreenderam com alta de 56% , seu melhor desempenho em mais de três anos. Tesla Model Y volta à liderança, mas Skoda e VW ganham terreno O Tesla Model Y recuperou a liderança do ranking, com 8.371 unidades vendidas , confirmando o apelo do SUV elétrico mesmo após críticas ao novo design. Em seguida, o Skoda Elroq apareceu em segundo lugar, com 6.385 emplacamentos um resultado expressivo para um modelo recém-lançado, que vem conquistando o público com boa autonomia e preço competitivo.O Tesla Model 3 fechou o pódio com 6.380 unidades, seguido pelo VW ID.3 e o BMW iX1 , ambos com desempenho sólido e crescimento anual acima de 45%. A fabricante Skoda , parte do grupo Volkswagen, desponta como uma das grandes vencedoras do momento. O Elroq, com preço inicial de cerca de 34 mil euros, vem sendo apontado como um dos SUVs elétricos de melhor custo-benefício da Europa , competindo diretamente com modelos chineses como BYD Dolphin e Leapmotor T03. Participação de mercado e panorama geral Com os resultados de agosto, os carros 100% elétricos já representam 21% do mercado europeu , enquanto os veículos plug-in (BEVs + PHEVs) atingiram 31% de participação o segundo maior índice da história.O crescimento é expressivo: há apenas um ano, os BEVs representavam 17% das vendas. Mantido o ritmo atual, a Europa poderá atingir 62% de participação elétrica até 2030 e 100% até 2033 , consolidando a transição energética no setor automotivo. Além disso, 64% de todos os veículos vendidos na Europa em agosto possuíam algum tipo de eletrificação , somando híbridos e elétricos. O dado reforça o avanço da mobilidade sustentável no continente. BYD avança e ameaça marcas tradicionais Outro destaque é o avanço da chinesa BYD , que cresceu 217% em relação ao ano anterior e já ocupa a 8ª posição entre as marcas de veículos elétricos mais vendidas da Europa. Com uma linha de dez modelos (oito BEVs e dois PHEVs), a empresa se consolida como uma nova força global e promete ameaçar os grupos tradicionais, como Volkswagen e BMW, já em 2026. Conclusão: uma nova era elétrica na Europa A tendência é clara: o mercado europeu de carros elétricos entrou em sua fase de consolidação , com crescimento sólido, maior competitividade entre marcas e consumidores cada vez mais abertos à eletrificação.Com novos modelos acessíveis, tecnologias aprimoradas e infraestrutura de recarga em expansão, a Europa caminha para se tornar o epicentro global da revolução elétrica . Vendas de carros elétricos na Europa disparam e registram segundo melhor mês da história
- Crianças de Russas (CE) vivenciam experiência educativa no Complexo Solar Lagoinha
A iniciativa fez parte do calendário internacional do CGN OPEN DAY 2025, realizado em quatro continentes, e levou mais de 20 alunos de escola pública a uma manhã de lazer, aprendizado e contato com a energia renovável Crianças de Russas (CE) vivenciam experiência educativa no Complexo Solar Lagoinha O Complexo Solar Lagoinha, em Russas (CE), recebeu o CGN OPEN DAY 2025 , evento global que conecta diferentes países em torno do conhecimento e da sustentabilidade. No Brasil, a iniciativa aproximou a comunidade local da realidade da energia renovável ao reunir mais de 20 alunos de 9 e 10 anos da Escola Municipal Francisco Chagas para uma manhã de descobertas, aprendizado e inspiração sobre o papel da energia solar no futuro do planeta. A programação incluiu sessão de cinema, lanche e atividades de integração, além do contato direto com as placas solares do Complexo, despertando a curiosidade das crianças sobre novas formas de geração de energia e reforçando a importância da sustentabilidade. Para Silvia Rocha, diretora jurídica e de compliance da CGN Brasil, a experiência fortalece a missão da companhia. “Essa ação proporcionou momentos de lazer e aprendizado. Ela reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento social das comunidades em que atua, demonstrando que nosso impacto vai além da geração de energia e sustentável”, afirmou. Iniciativa global O CGN OPEN DAY 2025 é uma ação promovida simultaneamente em quatro continentes. Além da cidade cearense, a programação também ocorreu em destinos como Paris, Husab e Mueang Xay, reunindo comunidades locais em experiências voltadas à energia sustentável e à cultura. O professor João Santos, que acompanhou os alunos, ressaltou a relevância da atividade para a formação das crianças. “Foi muito enriquecedor, porque as crianças tinham o desejo de conhecer de perto as placas solares. Quando chegaram e se depararam com o tamanho, tudo aquilo que a gente explicava nos projetos ganhou vida. O que antes era teoria se conectou com a prática, e essa experiência casou perfeitamente com o que sempre trabalhamos em sala de aula”, destacou. Já a professora Maria de Lima enfatizou a emoção das crianças e a importância da visita para toda a comunidade escolar. “Foi emocionante ver a alegria das crianças, os sorrisos, a curiosidade e as tantas perguntas que fizeram. Ter a oportunidade de visitar o Complexo e ser recebidos pela empresa também foi motivo de grande felicidade. Para toda a escola, essa visita foi muito importante. Espero que a parceria se estenda a outras instituições, porque foi uma experiência única tanto para os alunos quanto para nós, professores”, afirmou. Silvia Rocha acrescentou que a aproximação com a comunidade local é parte fundamental da missão da empresa. “Nosso desejo é que as crianças guardem para sempre a experiência única de conhecer de perto um complexo solar em sua própria cidade. Esse contato busca despertar a curiosidade pela sustentabilidade e fortalecer o orgulho de ver Russas como referência em um projeto que impulsiona o desenvolvimento econômico e social da região”, completou a diretora. Sobre o Grupo CGN Brasil Energia O grupo chinês CGN atua no desenvolvimento do mercado global de energia e possui capacidade instalada superior a 100 gigawatts. É a maior geradora de energia nuclear da China e a terceira maior do mundo. No Brasil, a expansão do grupo começou em 2019 com a criação da CGN Brasil Energia, dedicada ao desenvolvimento de projetos greenfield, além da geração e comercialização de energia e renovável. Atualmente, a CGN Brasil Energia opera sete complexos eólicos e três complexos solares, distribuídos por cinco regiões do país, somando mais de 1,6 gigawatts de capacidade instalada. Crianças de Russas (CE) vivenciam experiência educativa no Complexo Solar Lagoinha











