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- Energia solar impulsionará aumento global de 4,6 TW em energias renováveis até 2030, aponta AIE
Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a capacidade global de energias renováveis deve crescer 4,6 TW até 2030, com a energia solar liderando 80% dessa expansão, impulsionada por custos reduzidos e políticas de transição energética em novos mercados. Energia solar impulsionará aumento global de 4,6 TW em energias renováveis até 2030, aponta AIE AIE prevê expansão recorde da energia solar e avanço das renováveis no mundo A capacidade global de energias renováveis deve mais que dobrar até 2030 , alcançando um crescimento de 4.600 GW (ou 4,6 terawatts) , segundo o novo relatório Renewables 2025 da Agência Internacional de Energia (AIE) , divulgado nesta terça-feira. O estudo aponta que a energia solar fotovoltaica continuará sendo o principal vetor dessa expansão, respondendo por cerca de 80% do aumento total da capacidade renovável global nos próximos cinco anos. De acordo com a AIE, o avanço é resultado direto da redução contínua dos custos dos módulos solares , combinada com processos de licenciamento mais ágeis e maior competitividade tecnológica em todo o mundo. “Além do crescimento em mercados consolidados, a energia solar deverá crescer fortemente em economias emergentes como Arábia Saudita, Paquistão e países do Sudeste Asiático. À medida que a participação das renováveis aumenta, os formuladores de políticas precisam garantir segurança nas cadeias de suprimentos e integração eficiente à rede elétrica”, afirmou Fatih Birol , diretor executivo da AIE. EUA e China reduzem ritmo, mas Índia e Europa aceleram Apesar do otimismo, o relatório revisou para baixo em 5% a projeção global de crescimento das renováveis entre 2025 e 2030, em comparação com o estudo anterior. A principal causa está em mudanças nas políticas de incentivo nos Estados Unidos e na China os dois maiores mercados de energia limpa do planeta. Nos EUA, a previsão foi reduzida em quase 50% devido à eliminação antecipada de créditos fiscais federais e ajustes regulatórios. Já na China, a revisão decorre da transição de tarifas fixas para o modelo de leilões , o que reduziu a velocidade de novos projetos. Por outro lado, a Índia deve se consolidar como o segundo maior mercado de energias renováveis do mundo , atrás apenas da China. A AIE também destaca avanços consistentes na Europa e em economias emergentes da América Latina, África e Sudeste Asiático, que vêm ampliando programas de descarbonização e incentivos à geração distribuída. Energia eólica offshore enfrenta desafios O estudo aponta que a energia eólica offshore foi o segmento com maior deterioração nas perspectivas de crescimento , com redução de cerca de 25% em relação ao relatório anterior .A desaceleração é atribuída a gargalos nas cadeias de suprimentos , custos de capital elevados e mudanças políticas em mercados-chave da Europa e América do Norte. Mesmo assim, a AIE reforça que a diversificação tecnológica com avanços em armazenamento, hidrogênio verde e integração digital de redes elétricas será essencial para garantir a estabilidade do sistema energético global. Meta da COP28 ainda está distante Segundo a AIE, se as tendências atuais se mantiverem, a capacidade global de energia renovável atingirá 9.530 GW até 2030 , o que representa 2,6 vezes mais do que o registrado em 2022.Esse número, no entanto, fica abaixo da meta definida durante a COP28 , que propõe triplicar a capacidade mundial para cerca de 11.500 GW no mesmo período. O relatório conclui que, embora o progresso seja expressivo, ainda será necessário um esforço político e financeiro coordenado entre governos, empresas e investidores para que o mundo alcance o ritmo necessário de transição energética. Energia solar impulsionará aumento global de 4,6 TW em energias renováveis até 2030, aponta AIE
- DOE reestrutura acordo com Lithium Americas para impulsionar a produção de lítio nos EUA
O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) anunciou uma reestruturação estratégica do acordo com a Lithium Americas Corp. (LAC) , com apoio da General Motors (GM), reforçando a produção de lítio nos EUA e protegendo o investimento de contribuintes americanos. O anúncio foi feito pelo secretário do DOE, Chris Wright , em 1º de outubro. DOE reestrutura acordo com Lithium Americas para impulsionar a produção de lítio nos EUA A medida garante ao governo norte-americano uma participação acionária de 5% na LAC por meio de warrants , além de outros 5% na joint venture LAC/GM. Essa estrutura de garantias, utilizada em outros projetos do DOE, como o empréstimo à Tesla em 2010, reduz os riscos financeiros e fortalece o financiamento do projeto. Reforço à produção de lítio nos EUA e segurança de suprimentos O acordo revisado inclui alterações significativas no empréstimo original firmado em outubro de 2024, além de injetar mais de US$ 100 milhões em capital adicional . O projeto em Thacker Pass , Nevada, deve produzir cerca de 40.000 toneladas de carbonato de lítio por ano quando totalmente operacional, tornando-se a única fonte nacional desse mineral crítico. "Apesar de possuir algumas das maiores reservas de lítio, os Estados Unidos produzem menos de 1% do suprimento global", afirmou Chris Wright. "Com este acordo, reduzimos a dependência de adversários estrangeiros, fortalecemos cadeias de suprimentos estratégicas e garantimos melhor administração do dinheiro dos contribuintes americanos." A iniciativa também cumpre a agenda do governo Trump de estimular a economia doméstica, gerar empregos na indústria e consolidar o acesso aos minerais essenciais no país. Warrants como ferramenta de proteção ao contribuinte O DOE destaca que os warrants são apenas uma das várias medidas de mitigação de risco adotadas pela Loan Programs Office (LPO) , que revisa rigorosamente cada empréstimo para garantir que os investimentos estejam alinhados ao interesse público. A prática visa assegurar que o dinheiro do contribuinte seja usado de forma eficiente, minimizando perdas financeiras e fortalecendo a competitividade industrial dos EUA.' DOE reestrutura acordo com Lithium Americas para impulsionar a produção de lítio nos EUA DOE reestrutura acordo com Lithium Americas para impulsionar a produção de lítio nos EUA
- Verde AgriTech Descobre Zona de Terras Raras Magnéticas de Alta Qualidade em Minas Gerais, Brasil
Verde AgriTech identifica área contínua de terras raras magneticamente enriquecidas em Minas Gerais, com destaque para NdPr, Dy e Tb, fortalecendo potencial para ímãs de alto desempenho e economia sustentável. Verde AgriTech Descobre Zona de Terras Raras Magnéticas de Alta Qualidade em Minas Gerais, Brasil Descoberta Significativa de Terras Raras Magnéticas A Verde AgriTech Ltd. (TSX: NPK | OTCQX: VNPKF) anunciou a identificação de uma zona contínua de terras raras (REE) de alta qualidade , localizada em Alto Paranaíba, Minas Gerais. A área abrange aproximadamente 5.500 hectares distribuídos em 13 direitos minerários e foi delineada por meio de mapeamento geológico integrado, análises geoquímicas e estudos espectrais e geofísicos, confirmados por amostragem em trincheiras. O destaque da descoberta são as amostras ricas em neodímio e praseodímio (NdPr) , elementos essenciais para a produção de ímãs permanentes de alto desempenho, utilizados em veículos elétricos, turbinas eólicas e eletrônicos avançados. Resultados de Exploração e Qualidade do Recurso Os testes realizados em 75 amostras de superfície e trincheira mostraram: Teor médio de MREO (óxidos de terras raras magnéticas): 743 ppm, com 22 amostras acima de 1.000 ppm e 7 acima de 1.500 ppm. Teor médio de TREO (óxidos totais de terras raras): 3.532 ppm, atingindo picos de até 8.930 ppm. Enriquecimento em terras raras pesadas: amostras principais apresentam óxidos de disprósio (Dy) entre 35–60 ppm e térbio (Tb) entre 8–13 ppm, complementando o potencial para ímãs de alta coercividade. Segundo o CEO Cristiano Veloso, “a descoberta demonstra uma zona mineralizada de grande tamanho e coerência, oferecendo uma oportunidade estratégica significativa. O Conselho da empresa realizará uma revisão formal para definir o melhor caminho para maximizar o valor do projeto”. Potencial Econômico e Próximos Passos Além da relevância geológica, a localização das 13 áreas sobrepostas aos recursos de potássio da Verde , ativos há mais de uma década, reforça o potencial de desenvolvimento integrado. O Conselho de Administração iniciou uma revisão estratégica para determinar alternativas que equilibrem investimento disciplinado e valorização do portfólio, incluindo perfuração direcionada, avaliação por etapas ou parcerias. Os investidores podem esperar uma atualização detalhada sobre o projeto até 13 de outubro de 2025 . Qualidade Científica e Conformidade Todos os dados foram revisados e aprovados por José Márcio Matta Machado Paixão, Fellow AusIMM , como Pessoa Qualificada (NI 43-101). As análises foram conduzidas pelo SGS Geosol (Vespasiano, Brasil), utilizando fusão com borato de lítio e ICP-MS/OES, seguindo protocolos rigorosos de QA/QC. Implicações para o Setor de Terras Raras A presença consistente de NdPr, Dy e Tb na zona mineralizada posiciona o Brasil como potencial fornecedor estratégico de terras raras para a cadeia global de ímãs de alto desempenho. Com a crescente demanda por veículos elétricos e tecnologias sustentáveis, o projeto da Verde AgriTech pode se tornar uma referência em mineração de terras raras sustentáveis . Sobre a Verde AgriTech A Verde AgriTech é especializada em fertilizantes multi-nutrientes de potássio e soluções inovadoras de agricultura sustentável, visando aumentar a produtividade agrícola e a saúde do solo. A empresa também investe em captura de carbono e fertilizantes ecológicos , alinhando crescimento agrícola e sustentabilidade ambiental. Verde AgriTech Descobre Zona de Terras Raras Magnéticas de Alta Qualidade em Minas Gerais, Brasil
- Setor de Transição Energética 2025-2033: Mercado deve atingir US$ 5,07 trilhões com CAGR de 13,6%
O mercado global de transição energética deve crescer de US$ 1,83 trilhão em 2024 para US$ 5,07 trilhões até 2033, impulsionado por energia renovável, armazenamento e veículos elétricos, com CAGR (Compound Annual Growth Rate) de 13,6%. Setor de Transição Energética 2025-2033: Mercado deve atingir US$ 5,07 trilhões com CAGR de 13,6% Crescimento global da transição energética impulsiona investimentos e inovação O mercado de transição energética está passando por uma transformação sem precedentes. Segundo pesquisa da DataM Intelligence, o setor, avaliado em US$ 1,83 trilhão em 2024 , deve alcançar US$ 5,07 trilhões até 2033 , crescendo a uma taxa anual composta (CAGR - Compound Annual Growth Rate) de 13,59% . O crescimento é impulsionado por políticas governamentais, investimentos privados em tecnologias limpas e a rápida adoção de energias renováveis e veículos elétricos. Principais regiões e tendências de mercado A Ásia-Pacífico lidera o mercado em tamanho e receita, graças à urbanização acelerada, industrialização e grandes projetos de infraestrutura em energia limpa. Já a América do Norte é a região de crescimento mais rápido, impulsionada por tecnologias avançadas de armazenamento de energia, modernização de redes elétricas e expansão da mobilidade elétrica. No Estados Unidos , a geração solar cresceu 15% de janeiro a julho de 2025 , enquanto a capacidade de armazenamento em baterias aumentou 75% , resultando em uma redução de 21% na geração de energia fóssil . Esse cenário contribui para metas de descarbonização e maior eficiência energética. No Japão , o governo aprovou o 7º Plano Estratégico de Energia visando 40-50% de fontes renováveis e 20% de nuclear até 2040 , enquanto a Índia e a China continuam investindo fortemente em energia renovável, armazenamento e redes inteligentes. Tecnologias que estão impulsionando a transição Energia renovável: Solar e eólica dominam a geração de energia, com crescente investimento em eficiência e integração à rede. Armazenamento de energia: Sistemas de bateria permitem equilibrar oferta e demanda, aumentando a flexibilidade do sistema. Veículos elétricos (EVs): As vendas globais de EVs subiram 25% em 2025 , refletindo a preferência crescente por transporte sustentável. Hidrogênio e combustíveis alternativos: Ganham relevância na descarbonização industrial e mobilidade pesada. Empresas líderes, como Brightmark, Enel Green Power, NextEra Energy, Ørsted e Tesla , estão expandindo operações, modernizando redes e investindo em armazenamento e digitalização, impulsionando o crescimento do mercado global. Dinâmica do mercado e investimentos O investimento global em energia limpa deve ultrapassar US$ 2,2 trilhões em 2025 , abrangendo renováveis, nuclear, redes inteligentes, armazenamento, combustíveis de baixa emissão e eletrificação. Esse fluxo de capital está alinhado à crescente demanda por soluções sustentáveis e à redução de emissões de carbono. Perspectivas e desafios Apesar das oportunidades, a transição energética enfrenta desafios significativos, incluindo barreiras regulatórias, atrasos em licenciamento de projetos renováveis e a necessidade de modernização das redes elétricas. Stakeholders devem navegar essas complexidades para capitalizar tendências emergentes e construir um futuro energético mais sustentável. Conclusão: O setor de transição energética está entrando em uma fase de crescimento acelerado, apoiado por inovação tecnológica, investimentos robustos e políticas de sustentabilidade. Com previsão de atingir US$ 5,07 trilhões até 2033 , o mercado oferece oportunidades estratégicas para investidores, empresas e governos alinhados à economia de baixo carbono. Setor de Transição Energética 2025-2033: Mercado deve atingir US$ 5,07 trilhões com CAGR de 13,6%
- Solis celebra 20 anos impulsionando a inovação global em energia solar
A Solis completa 20 anos consolidada como uma das líderes globais em tecnologia de inversores solares, com lançamentos estratégicos e cases de sucesso em mais de 100 países. Solis celebra 20 anos impulsionando a inovação global em energia solar Duas décadas de protagonismo na transição energética A Solis , uma das maiores fabricantes mundiais de inversores fotovoltaicos, celebra em 2025 seus 20 anos de trajetória , marcados por inovação, expansão internacional e compromisso com a sustentabilidade. Desde sua fundação em 2005, a empresa tem sido peça fundamental no avanço da energia solar, oferecendo soluções eficientes e acessíveis que transformaram o setor em diversos continentes. Ao longo dessas duas décadas, a Solis consolidou presença em mais de 100 países , com centros de P&D e suporte técnico na Ásia, Europa, América e África. Essa expansão reflete o propósito da marca de democratizar o acesso à energia limpa , combinando engenharia de ponta e conhecimento local para atender diferentes realidades energéticas. Tecnologia como motor de crescimento global Entre os marcos recentes, destaca-se o lançamento do inversor híbrido split-phase (127/220V, 5–8kW) , desenvolvido especialmente para o mercado residencial brasileiro , um dos mais promissores da América Latina.O modelo simboliza a estratégia da Solis de adaptar suas tecnologias às particularidades de cada país , reforçando sua liderança no segmento de inversores híbridos. Além dele, a empresa ampliou seu portfólio com soluções para todos os portes de geração solar: Inversores híbridos trifásicos de 7–9kW e 30–50kW, voltados a residências de alto consumo e pequenos negócios; Inversores On-Grid de 7–8kW, 50–70kW e 150kW, reconhecidos pela confiabilidade e eficiência em sistemas distribuídos; O inovador inversor híbrido C&I de 125kW 4-em-1 , que integra múltiplas funções em uma única estrutura, otimizando projetos comerciais e industriais de grande escala . Com esses avanços, a Solis reforça seu papel na integração de geração solar, armazenamento e gerenciamento inteligente de energia , alinhando-se às demandas do futuro energético global. Cases de sucesso que transformam o setor solar A força da Solis está presente em projetos emblemáticos ao redor do mundo , que demonstram a versatilidade e confiabilidade de suas soluções.Entre os destaques: Instalações em universidades e hospitais na Europa, promovendo independência energética e redução de emissões; Sistemas comerciais e agrícolas na Ásia e África , levando eletricidade sustentável a comunidades remotas; Projetos de armazenamento de energia que combinam eficiência e estabilidade para redes inteligentes (smart grids). Esses cases consolidam a Solis como parceira estratégica de integradores, desenvolvedores e governos , contribuindo para a descarbonização e segurança energética em escala global. Compromisso com o futuro da energia Celebrar 20 anos é, para a Solis, reafirmar um compromisso contínuo com inovação, qualidade e sustentabilidade . A empresa mantém investimentos robustos em pesquisa e desenvolvimento , priorizando tecnologias voltadas à eficiência energética, digitalização e integração com sistemas de armazenamento. “Olhamos para o futuro com o mesmo entusiasmo de quando começamos. Nossa missão é continuar liderando a transição energética global, tornando a energia solar cada vez mais acessível e inteligente”, destacou um porta-voz da Solis. Com duas décadas de conquistas, a Solis segue como referência em inversores solares e soluções híbridas , inspirando o mercado e impulsionando a transformação energética em todo o mundo. Solis celebra 20 anos impulsionando a inovação global em energia solar
- BNDES monitora crise na geração de energia e avalia medidas de apoio ao setor renovável
O BNDES acompanha de perto a crise na geração de energia no Brasil e estuda medidas de apoio financeiro para empresas de energia solar e eólica afetadas por curtailment. Saiba como o banco pretende preservar a transição energética e proteger os investimentos no setor renovável. BNDES monitora crise na geração de energia e avalia medidas de apoio ao setor renovável O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) intensificou o monitoramento sobre a crise na geração de energia que afeta o setor elétrico brasileiro. O banco, reconhecido como o maior financiador de energia renovável do mundo , indicou que poderá revisar contratos e oferecer condições especiais de crédito às empresas impactadas pelos cortes na produção fenômeno conhecido no setor como curtailment . De acordo com Luciana Costa , diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, a instituição está comprometida em preservar a saúde financeira das geradoras e garantir a continuidade dos projetos de energia limpa no país. “Grande parte das usinas solares e eólicas no Brasil são financiadas pelo BNDES. Estamos acompanhando de perto a situação e atuaremos de forma colaborativa para proteger os empreendimentos e seus investidores”, afirmou Costa. BNDES busca soluções para conter os efeitos do curtailment O curtailment , ou limitação temporária da geração de energia, tem impactado usinas renováveis em diversas regiões do país, principalmente no Nordeste, onde a capacidade de transmissão não acompanhou o ritmo de expansão das fontes solar e eólica. Esse desequilíbrio entre geração e escoamento de energia preocupa o setor, já que reduz a receita das companhias e afeta o retorno dos investimentos . Diante desse cenário, o BNDES pretende atuar como agente estabilizador , oferecendo alternativas financeiras e renegociações contratuais que evitem a paralisação de projetos estratégicos. Compromisso com a transição energética Com um portfólio que inclui centenas de empreendimentos renováveis em operação ou em fase de construção, o BNDES desempenha um papel central na transição energética brasileira . O banco tem investido fortemente em solar, eólica, biomassa e hidrogênio verde , setores considerados pilares para o atingimento das metas climáticas nacionais. A diretora reforçou que a atuação do banco seguirá alinhada aos compromissos globais de sustentabilidade e descarbonização , priorizando projetos que contribuam para a segurança energética e a estabilidade econômica . “O Brasil é uma potência em energia limpa, e o BNDES continuará apoiando esse movimento. O momento é desafiador, mas também é uma oportunidade de fortalecer o setor e modernizar sua infraestrutura”, completou Luciana Costa. Perspectivas para o setor elétrico Especialistas apontam que a integração entre financiamento, planejamento e infraestrutura de transmissão será essencial para mitigar novos episódios de curtailment. A expectativa é que as novas linhas de transmissão previstas para 2026 aliviem os gargalos atuais e restabeleçam o equilíbrio entre oferta e demanda de energia renovável. Enquanto isso, o BNDES reforça seu papel de parceiro estratégico das empresas de energia limpa , buscando soluções que assegurem a continuidade dos investimentos e a confiança dos mercados . BNDES monitora crise na geração de energia e avalia medidas de apoio ao setor renovável
- Killing conquista Selo Carbono Neutro
Certificação internacional reconhece o compromisso com iniciativas sustentáveis do Grupo. Killing conquista Selo Carbono Neutro Novo Hamburgo, outubro 2025 – Líder em adesivos para calçados na América Latina e um dos maiores fabricantes de tintas no Brasil, o Grupo Killing também é reconhecido pela sustentabilidade. A empresa conquistou a certificação de Carbono Neutro, relacionada à aquisição de créditos para apoiar um grande projeto da região Sul e compensar suas emissões. Essa validação é certificada pela Verra, considerada a maior certificadora de créditos de carbono do mundo, por meio de seu padrão Verified Carbon Standard (VCS). “A Killing mapeou suas emissões de GEE, que são os gases de efeito estufa, medidos em CO 2 equivalente, geradas no ano de 2024 e, com isto, buscou formas de poder neutralizar essas emissões através da compensação do carbono emitido, apoiando uma iniciativa que está alinhada ao propósito da empresa. Com isso, o valor da compra (em créditos de carbono) ajudará o projeto BAESA - Energética Barra Grande S.A - que consiste na construção e operação da Usina Hidrelétrica Barra Grande (UHE), na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina,” detalha Monalisa Caloni, Analista de ESG da Killing. Ao direcionar a compensação de créditos de carbono para essa usina, a Killing reforça seu comprometimento com o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, onde está sua matriz e com a produção de energia limpa. A UHE Barra Grande utilizará o potencial hidráulico do Rio Pelotas para gerar eletricidade com capacidade instalada de 708 MW e energia assegurada de 380,6 MW médios. A eletricidade limpa e renovável fornecida ao Sistema Interligado Brasileiro pela UHE Barra Grande contribui significativamente para a sustentabilidade ambiental, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa (GEE) ao evitar a geração de eletricidade a partir de fontes de combustíveis fósseis (e as emissões de CO 2 ), que seriam geradas (e emitidas) na ausência do projeto. As unidades do Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo) e da Bahia utilizam 100% de energia renovável em suas operações que são abastecidas pelo mercado livre de energia. A empresa se destaca ainda por ser ‘Aterro Zero’. Ou seja, os resíduos gerados nos processos produtivos são redirecionados para reciclagem ou coprocessamento e não vão para os aterros sanitários industriais. Killing conquista Selo Carbono Neutro Foco na sustentabilidade da fábrica ao produto A Killing também promove diversas ações para reduzir as emissões de carbono, como a substituição de parte de seus equipamentos (empilhadeiras, por exemplo) que geralmente funcionam a combustão, por equipamentos elétricos. Incentiva ainda que técnicos utilizem etanol para abastecer seus veículos, pois esse tipo de combustível reduz as emissões de CO₂ em até 90% em comparação com a gasolina, quando se considera todo o seu ciclo de vida. Além disso, a empresa está substituindo os condicionadores de ar de suas unidades por aparelhos mais modernos que geram menos poluentes. A empresa realiza ainda, internamente, vários projetos com o viés da sustentabilidade, como é o caso do TAC – TAConosco – uma campanha iniciada em 2024, que tem como objetivo recolher materiais recicláveis e engajar os colaboradores a respeito do descarte correto de T ampas plásticas, A néis de latas e C artelas de remédios vazias. Para isso, a empresa instalou ecopontos de coleta na matriz, em Novo Hamburgo; no centro de distribuição, em Sapucaia do Sul, e na unidade de Simões Filho, na Bahia. Após a arrecadação, os itens são doados a instituições beneficentes de cada região. Com a venda desses materiais para empresas de reciclagem, essas organizações conseguem converter o valor em recursos a serem utilizados em projetos sociais, como a compra de equipamentos para hospitais, medicamentos ou para apoiar ações que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. Outra ação importante foi a substituição total dos plásticos descartáveis por papel biodegradável. Os copos plásticos possuem uma decomposição média de 450 anos, enquanto os biodegradáveis se decompõem, em média, em 120 dias. Também seus produtos têm esse compromisso. A Linha Ecotech da Killing é composta por itens formulados com tecnologia à base de água, com foco na sustentabilidade. A empresa desenvolveu ainda a linha KED de resinas 3D para processos industriais, que auxiliam na criação de produtos, especialmente para o setor calçadista, com menor geração de resíduos e menor tempo de produção. Killing conquista Selo Carbono Neutro
- Itaipu conclui 1ª fase da usina solar flutuante até novembro
A usina hidrelétrica de Itaipu avança na transição energética com a instalação de sua primeira usina solar flutuante no Rio Paraná. O projeto-piloto, com 1,5 mil painéis solares, deve ser concluído até novembro e poderá dobrar a capacidade de geração no futuro. Itaipu conclui 1ª fase da usina solar flutuante até novembro Brasil amplia fronteiras da energia limpa com a usina solar flutuante de Itaipu A Itaipu Binacional, uma das maiores geradoras hidrelétricas do mundo, está prestes a concluir a primeira fase de sua usina solar flutuante no Rio Paraná. O projeto-piloto, que marca um novo passo rumo à diversificação da matriz energética brasileira, deve ser finalizado até novembro, segundo o consórcio responsável pela obra. Nesta etapa inicial, 1,5 mil placas fotovoltaicas foram ancoradas sobre as águas do reservatório da usina , em uma área próxima à barragem principal. A instalação tem como objetivo testar a viabilidade técnica e ambiental da tecnologia flutuante em larga escala uma tendência global que promete aumentar a eficiência energética e reduzir a ocupação de solo. Potencial para dobrar a geração da hidrelétrica De acordo com os engenheiros do projeto, o desempenho inicial superou as expectativas. Os painéis instalados sobre a superfície da água operam em temperaturas mais baixas, o que melhora a performance dos módulos solares e reduz perdas por aquecimento. Com base nos resultados desta fase, a Itaipu avalia expandir o sistema para outras áreas do reservatório , o que poderia dobrar a capacidade total de geração da usina sem a necessidade de novos empreendimentos em terra. “A energia solar flutuante complementa a produção hidrelétrica e representa um modelo de geração híbrida mais estável e sustentável”, destacou um porta-voz técnico da Itaipu. Energia flutuante: uma tendência global em expansão A instalação da usina solar flutuante de Itaipu coloca o Brasil em sintonia com países que já adotam a tecnologia em grande escala, como China, Japão, Coreia do Sul e Índia. Além de aproveitar áreas já alagadas, as plataformas flutuantes reduzem a evaporação da água e ajudam na preservação dos ecossistemas aquáticos . Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), o potencial global da energia solar flutuante ultrapassa 4.000 GW o equivalente a quatro vezes toda a capacidade de geração hidrelétrica atual do planeta. Integração com a transição energética brasileira A iniciativa reforça o papel estratégico de Itaipu na transição energética do Brasil , integrando fontes limpas e renováveis. O país, que já possui uma das matrizes elétricas mais verdes do mundo, busca acelerar a diversificação com solar, eólica e hidrogênio verde para atender à crescente demanda e reduzir emissões de carbono. “Projetos como este simbolizam a nova fase da energia no Brasil mais inteligente, sustentável e conectada às metas globais de descarbonização”, afirmou um analista do setor ouvido pelo EnergyChannel . Conclusão A usina solar flutuante de Itaipu é um marco na inovação energética latino-americana. Além de aproveitar sinergias entre hidrelétricas e energia solar, o projeto sinaliza um futuro em que tecnologia e sustentabilidade caminham lado a lado na geração de eletricidade limpa. Com a conclusão prevista para novembro, Itaipu se consolida não apenas como uma potência hídrica, mas também como referência em transição energética e inovação ambiental . Itaipu conclui 1ª fase da usina solar flutuante até novembro
- Mercado Livre para a BT é só o primeiro passo. A verdadeira vantagem está na gestão e monitoramento
Migrar para o Mercado Livre não é somente reduzir 12–17% da fatura, segundo estimativas para a abertura de mercado. Acaba sendo uma oportunidade de parar de “pilotar às cegas”, principalmente quando estamos falando da Baixa Tensão (BT). Monitoramento de Energia é necessário. Mesmo com o medidor da distribuidora, os consumidores não sabem exatamente onde , como e quando a energia é consumida. Sem essa visibilidade, a economia acaba sendo parcial e o desperdício continua invisível. E para piorar, ainda nem temos medidores que realmente sejam inteligentes para a BT, tornando a operação cada vez mais complexa. Pensando em uma abertura de mercado que começa em 2026 para o B3 comercial/industrial, temos pelo menos 8 milhões de consumidores que podem pensar em estratégias diferentes, e isso pode ser interessante para redes de varejo, franquias e indústrias multisite . É importante que nesse momento, ao falarmos de dados e como vamos usá-los, se tenham conhecimento como os sistemas de monitoramento, vão poder ajudar nessa complexa operação. Um detalhe importante, não foco na residencial e seus quase 90 milhões de consumidores , porém alguns pontos podem ser utilizados nesse grupo. Hoje, a baixa tensão não conta com medidores inteligentes da distribuidora, nem foca em implementar monitoramento próprios. Sem dados estratégicos, o mercado acaba enxergando somente a redução de custos, sem oportunidades adicionais. Sendo que, se tivermos os dados na mão e for possível montar uma análise eficiente, podemos trabalhar cada vez mais nas entregas futuras. Financie a inteligência É importante que sempre que você tiver um ganho que seja importante, podemos usar a economia envolvida para custear uma plataforma de gestão com medição inteligente e IoT em seus pontos de consumo. O projeto pode se pagar desde o primeiro dia, pois os dados gerados fornecem informações estratégicas essenciais para sua operação. Mercado Livre para a BT é só o primeiro passo. A verdadeira vantagem está na gestão de energia e monitoramento na Baixa Tensão. E nesse ponto temos alguns avisos, como, por exemplo, evitar equipamentos que não consigam fazer integração de dados ou o envio para bancos de dados externo, que facilitem assim o controle daquele dado lido. Afinal muitas vezes o medidor não é seu, mas o dado sim. Outro ponto importante é o preço. Algumas empresas oferecem portfólios extensos, mas nem sempre entregam tudo o que prometem no material de divulgação. Muitas vezes o consumidor precisa somente do básico que é a leitura da energia, um forecast para o próximo mês, a avaliação de custo total, e o benchmark entre as unidades. Isso é saber o que escolher, ainda mais quando estamos vendo a baixa tensão. Escolher corretamente garante autonomia digital , acesso às melhores informações e operação mais eficiente, sem custos excessivos. Usar aquilo se economiza para aplicar em mais inteligência gera mais retorno. O que esse tipo de monitoramento poderá entregar? Como a BT ainda é muito tímida e parece que falaram para ela " você somente vai ter Geração Distribuída (GD) ", se cria um modelo de consumidor que não consegue amplificar a forma de estar no mercado. Queremos um consumidor que participe ativamente, amplifique sua visibilidade e use a inteligência de dados para decisões estratégicas. ESTAR é melhor do que somente SER do mercado. Apesar de cada carga na baixa tensão consumir menos energia, elas representam 99% do total de unidades do mercado. Em consumo total, são pelo menos 53% do mercado consumidor, mas sua distribuição pulverizada torna o impacto estratégico relevante. Para que essa plataforma funcione de forma eficaz, é essencial escolher o monitoramento adequado para cada operação. Vamos comparar as principais tecnologias disponíveis. Entenda as tecnologias e escolha a melhor para sua operação Quando falamos de monitoramento, vamos precisar de medidores próprios (diferentes dos da distribuidora que já possuímos), esses medidores realizam leituras e enviem os dados a um banco de dados. Alguns medidores se conectam diretamente ao medidor da distribuidora, enquanto outros são integrados à rede elétrica da empresa. De forma genérica, alguns dos medidores de monitoramento usam Wi-Fi . Essa acaba sendo uma das primeiras tecnologias, porém ela nem sempre é líder de mercado e, em alguns locais, seu uso é inviável. Ainda assim, é ideal para empresas menores que aproveitam a infraestrutura de TI existente. Alguns medidores se comunicam diretamente, enviando dados imediatamente, enquanto outros utilizam gateways que coletam dados de vários medidores e transmitem via 4G ou 5G. Também existem medidores que utilizam a rede com protocolo LoRaWAN , que testes demonstraram ser mais robusta que o Wi-Fi, alcançando maiores distâncias sem necessidade de infraestrutura complexa. Escolher o modelo mais adequado ao seu budget e para sua operação é essencial para garantir eficiência e confiabilidade na coleta de dados. Medir é necessário, os dados são o novo petróleo. A seguir, um comparativo resumido das opções de medidores: Medidores que usam Wi-Fi: São ótimos em escritórios, lojas e nas PMEs com cobertura de Wi-Fi que seja estável e de alta qualidade. Em suma maioria tem baixo custo inicial e podem aproveitar da infraestrutura de TI existente. Como desvantagem, dependem da estabilidade da rede local e acabam sendo inviáveis em subsolos, galpões ou áreas onde o sinal é fraco, o que pode comprometer a coleta de dados. Gateways com conexão móvel (4G/5G): Ótimo para operações com múltiplos medidores próximos ou locais onde o sinal de Wi-Fi não é confiável. Como vantagem criam uma rede de medição independente da TI da empresa, garantindo maior estabilidade ao conectar vários medidores a um único ponto de internet. Acabam tendo um custo inicial mais elevado como desvantagem (medidores + gateway) e dependência da cobertura da operadora móvel. Modelos protocolo LoRaWAN: Serve bem em indústrias, fazendas, grandes centros comerciais e locais com medidores muito dispersos ou atrás de obstáculos físicos. Tem como vantagem um grande em comparação ao Wi-Fi, atravessando paredes com mais facilidade, reduzindo drasticamente a necessidade de repetidores e infraestrutura. Mas ainda tem a desvantagem do custo de implementação geralmente maior que o Wi-Fi e menor taxa de transferência de dados (suficiente para medição, mas algumas vezes, não para outras aplicações). A escolha do modelo de medidor depende do fornecedor, do custo e das necessidades específicas da sua operação. Selecionar o modelo adequado garante coleta confiável de dados, insights estratégicos e eficiência operacional, independentemente do tamanho ou complexidade da sua empresa. Desbloqueia a eficiência Com telemetria em tempo real, e em alguns casos integrando automação de cargas, é possível identificar desperdícios, entender como seus equipamentos operam e otimizar seu uso diário. Medidor da distribuidora = Ele acaba sendo somente o "fiscal", ele gera a conta. Medidor de gestão/Monitoramento = Mostra o que, onde e por que está sendo consumido. É a ferramenta para ter certeza da operação. Saber como utilizar e ter a leitura certa, muda tudo. Os benefícios vão além da economia imediata, cito alguns: Monitoramento em tempo real Geração de alertas operacionais Forecast de consumo e custo futuro Relatórios detalhados para insights estratégicos Integração de múltiplos sites de operação Base de dados única para gestão de energia Submedição ou rateio quando necessário Uso de IA para melhorar visibilidade (quando aplicável) Ter somente o hardware para capturar os dados não é suficiente. É essencial contar com um software web que permita explorar todos os benefícios, colocando o controle nas mãos de quem gerencia cada carga. Conseguir equilibrar essas informações garante que sua operação funcione de forma eficiente, dentro do possível. Com informações claras, seu time consegue pensar estrategicamente, tomar decisões mais assertivas e fazer a operação dar certo. Como mencionamos no início, mesmo na baixa tensão , estar no Mercado Livre ou ter produtos adicionais, aliado a leituras inteligentes, permite se beneficiar cada vez mais, assim como já ocorre na média e alta tensão. Para gestores, a questão não é migrar ou não, mas como transformar a migração em vantagem competitiva concreta e mensurável, com dados. Atualização: o MME adiou os prazos das consultas públicas sobre a abertura do mercado livre de energia e medidores inteligentes, agora até 21 de outubro e 17 de novembro , respectivamente (Fonte: Eixos Energia). Isso acaba impactando diretamente no que falamos, pois sem uma visão do distribuidor, complica também como o consumidor fará o movimento. O próprio ministério prevê que a rede de baixa tensão seja totalmente digitalizada em até 10 anos . Ou seja, quem começar a estruturar sua gestão agora vai poder chegar preparado, mas esperamos que quanto antes. #mercadolivredeenergia #gestaodeenergia #IoT #submedicao #eficienciaenergetica #transformacaoenergetica #varejo #industria #inovacao Sobre o autor Felipe Figueiró é engenheiro eletricista, com dois MBAs focados em inovação, liderança e inteligência de mercado. Atua há mais de 11 anos no setor elétrico e tem como visão transformar dados em estratégias inteligentes e eficientes. Mercado Livre para a BT é só o primeiro passo. A verdadeira vantagem está na gestão e monitoramento
- Infraestrutura moderna impulsiona a mobilidade urbana nas grandes cidades
Empresa investe em tecnologia e inovação para aprimorar a qualidade viária e contribuir com o desenvolvimento das grandes cidades. Infraestrutura moderna impulsiona a mobilidade urbana nas grandes cidades A pavimentação exerce um papel essencial na mobilidade urbana, impactando diretamente o cotidiano de milhões de pessoas. Ruas e avenidas em boas condições proporcionam deslocamentos mais rápidos e seguros, favorecem o transporte público, ciclovias e pedestres, além de contribuir para o desenvolvimento econômico e social das cidades. De acordo com especialistas em infraestrutura viária, a qualidade do pavimento está diretamente ligada à redução de acidentes, à otimização da logística urbana e até mesmo à valorização imobiliária. Por outro lado, quando mal planejada ou sem manutenção adequada, a pavimentação pode gerar efeitos negativos, como congestionamentos, alagamentos, maior desgaste de veículos e altos custos com reparos. Atenta a esse cenário, a Fremix tem se consolidado como referência no mercado nacional de pavimentação, atuando lado a lado com construtoras, órgãos públicos e profissionais do setor. A empresa se destaca por oferecer soluções inovadoras que unem tecnologia, eficiência e sustentabilidade, garantindo obras com maior produtividade e pavimentos mais seguros e duradouros. Nos últimos anos, a Fremix vem ampliando sua presença em importantes projetos de infraestrutura urbana, sempre com o compromisso de entregar resultados que atendam às necessidades atuais das cidades e que contribuam para o futuro da mobilidade. Entre os destaques está a participação no maior programa de recapeamento da Cidade de São Paulo. Iniciado em junho de 2022, a Fremix atuou na recuperação de mais de 200 vias na cidade, incluindo o Complexo Viário Maria Maluf e a Avenida Sabiá, em Moema. O programa priorizou corredores de ônibus, avenidas de grande fluxo e bairros com maior demanda por manutenção, impactando diretamente a rotina de milhões de paulistanos. Graças ao uso de equipamentos de alta tecnologia pela Fremix, foi possível garantir maior agilidade na execução das obras, pavimentos mais duradouros e significativa redução de custos operacionais. Com uma trajetória marcada pela inovação e excelência técnica, a Fremix reafirma diariamente seu compromisso em apoiar o crescimento das cidades brasileiras, ajudando a transformar a mobilidade urbana por meio de soluções inteligentes em pavimentação. Sobre a Fremix A Fremix é uma empresa líder em demolição, britagem e pavimentação, com quase três décadas de experiência. Comprometida com a inovação e a responsabilidade ambiental, a Fremix continua a transformar o setor de infraestrutura viária, oferecendo soluções de alta qualidade e sustentáveis. Infraestrutura moderna impulsiona a mobilidade urbana nas grandes cidades
- Justiça suspende cobrança de ICMS sobre energia solar no Piauí
O Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) suspendeu a cobrança de ICMS sobre energia solar no estado, reforçando que o imposto é inconstitucional e fere o incentivo às fontes renováveis. A decisão representa um marco para o setor de energia limpa no Brasil. Justiça suspende cobrança de ICMS sobre energia solar no Piauí Decisão judicial reforça incentivo à energia limpa no Brasil O Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJ-PI) suspendeu a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aplicada à geração de energia solar distribuída , reconhecendo que a medida é indevida e inconstitucional . A decisão, divulgada nesta segunda-feira (6), é considerada uma vitória significativa para consumidores, integradores e investidores do setor fotovoltaico no estado. A ação questionava a legalidade da cobrança do ICMS sobre a energia gerada e consumida por sistemas solares instalados em residências, comércios e propriedades rurais. Segundo o tribunal, o imposto não deve incidir sobre a energia elétrica produzida para consumo próprio , uma vez que não há efetiva circulação mercantil um dos princípios básicos para a aplicação do ICMS. Entendimento do TJ-PI sobre o ICMS na geração solar De acordo com a decisão, a cobrança do imposto fere princípios constitucionais da isonomia, livre iniciativa e proteção ao meio ambiente , já que penaliza quem opta por gerar sua própria energia a partir de fontes renováveis. “A autogeração de energia solar não se enquadra na hipótese de incidência do ICMS, pois não há operação de circulação de mercadoria entre partes distintas”, destacou o acórdão do TJ-PI. O entendimento segue a tendência de outros tribunais estaduais que já haviam afastado a incidência do ICMS sobre a energia solar gerada no regime de compensação , conforme previsto pela Resolução Normativa nº 482/2012 da ANEEL que estabelece as regras do sistema de geração distribuída no país. Repercussões para o setor solar no Piauí e no Brasil A decisão do TJ-PI fortalece o ambiente jurídico favorável à expansão da energia solar no Nordeste, uma das regiões com maior irradiação solar do planeta. Especialistas acreditam que a medida pode estimular novos investimentos e impulsionar a instalação de sistemas fotovoltaicos, especialmente em propriedades rurais e pequenas empresas. Além do impacto econômico direto, o cancelamento da cobrança de ICMS também contribui para a redução das emissões de carbono e o cumprimento das metas de transição energética do Brasil, alinhadas aos compromissos do Acordo de Paris. Próximos passos e impacto nacional Embora o caso tenha repercussão regional, a decisão do TJ-PI pode servir de referência para outros estados brasileiros que ainda aplicam o ICMS sobre a geração distribuída. A discussão também reforça a importância da Lei nº 14.300/2022 , conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída , que define diretrizes para a compensação de energia elétrica e assegura benefícios fiscais a sistemas de micro e minigeração. Se o entendimento do TJ-PI for mantido em instâncias superiores, ele poderá consolidar uma jurisprudência que protege o consumidor gerador e impulsiona o crescimento sustentável do setor fotovoltaico em todo o país. H2: ICMS sobre energia solar no Piauí: o que muda para o consumidor Com a suspensão da cobrança, consumidores piauienses que geram sua própria energia solar devem observar redução nas tarifas de energia e maior retorno sobre o investimento em seus sistemas fotovoltaicos. A decisão abre espaço para que novas ações questionem cobranças semelhantes em outros estados e fortalece a tendência nacional de incentivo à energia renovável descentralizada . EnergyChannel Group Portal internacional especializado em energia, sustentabilidade, mobilidade e construção inovadora . Justiça suspende cobrança de ICMS sobre energia solar no Piauí
- MME amplia prazos de consultas públicas sobre mercado livre de energia e medidores inteligentes
O Ministério de Minas e Energia (MME) prorrogou os prazos das consultas públicas que tratam da expansão do mercado livre de energia e da regulamentação dos medidores inteligentes. A medida visa ampliar o debate com o setor e a sociedade antes da definição das novas diretrizes do setor elétrico brasileiro. MME amplia prazos de consultas públicas sobre mercado livre de energia e medidores inteligentes O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou nesta segunda-feira (6) a ampliação dos prazos das Consultas Públicas nº 196 e nº 198 , que tratam, respectivamente, da abertura do mercado livre de energia elétrica e da implementação de medidores inteligentes no país . As portarias que formalizam a mudança foram publicadas no Diário Oficial da União . A decisão tem como objetivo garantir mais tempo para contribuições de agentes do setor, consumidores e especialistas , fortalecendo o processo de construção colaborativa das novas políticas energéticas. Mais tempo para o debate sobre o mercado livre de energia A Consulta Pública nº 196 , que trata da ampliação do mercado livre de energia , busca definir os parâmetros da abertura total do setor elétrico brasileiro — um processo que permitirá que todos os consumidores, inclusive residenciais, possam escolher de quem comprar sua energia. Originalmente prevista para encerrar em outubro, a consulta teve o prazo prorrogado para o final de novembro. Segundo o MME, a medida considera o alto volume de contribuições já recebidas e o interesse crescente de diferentes segmentos do mercado. A abertura total do mercado livre representa um dos marcos mais importantes da modernização do setor elétrico brasileiro , estimulando a concorrência, a eficiência energética e a transição para uma matriz mais sustentável. Medidores inteligentes: passo estratégico para modernizar o consumo Já a Consulta Pública nº 198 aborda a adoção de medidores inteligentes ( smart meters ), dispositivos que permitem leitura remota e gestão em tempo real do consumo de energia. Essa tecnologia é considerada essencial para o avanço do mercado livre e para o desenvolvimento de redes elétricas inteligentes (smart grids) . Com a prorrogação, as contribuições poderão ser enviadas até o início de dezembro. O MME destacou que as sugestões recebidas ajudarão a definir padrões técnicos, cronogramas de implantação e modelos de regulação que viabilizem a integração dessas tecnologias em todo o país. Modernização e competitividade no setor elétrico A ampliação dos prazos reforça o compromisso do governo com a transparência e a participação social na formulação das políticas públicas. Para o MME, a evolução do mercado livre e a digitalização da medição representam pilares estratégicos da transição energética brasileira , que busca combinar competitividade, segurança e sustentabilidade. Nos próximos meses, as contribuições serão analisadas pela pasta, que pretende consolidar as versões finais das diretrizes ainda em 2025. MME amplia prazos de consultas públicas sobre mercado livre de energia e medidores inteligentes











