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  • JPMorgan Chase e Carbon Direct lançam modelo global para unir biodiversidade e créditos de carbono

    Nova estrutura propõe padrões científicos para medir e integrar resultados ambientais e de biodiversidade em projetos de remoção de carbono, trazendo mais transparência ao mercado voluntário de carbono. JPMorgan Chase e Carbon Direct lançam modelo global para unir biodiversidade e créditos de carbono Por Redação EnergyChannel O mercado voluntário de carbono vive um momento decisivo. À medida que cresce a demanda global por créditos de carbono com benefícios reais para a natureza, a falta de padronização e métricas confiáveis ainda representa um grande desafio. Pensando nisso, o JPMorgan Chase e a Carbon Direct divulgaram um novo whitepaper  que propõe um modelo de referência global para unir as metas de redução de carbono e proteção da biodiversidade em uma única estrutura científica e verificável. O estudo, intitulado “Otimizando a Biodiversidade com Projetos Baseados na Natureza no Mercado Voluntário de Carbono: Princípios para Buscar Resultados Duplos” , define seis princípios orientadores que ajudam investidores, desenvolvedores e empresas a desenhar projetos com resultados ambientais mensuráveis. A proposta é que esses princípios sirvam como base para padronizar os chamados “projetos de resultados duplos” iniciativas que, ao mesmo tempo, sequestram carbono e promovem ganhos concretos de biodiversidade. Segundo a análise apresentada no documento, foram avaliados 1.639 projetos de mercado voluntário de carbono (VCM)  em diferentes regiões do mundo. O resultado mostra que a integração da biodiversidade ainda ocorre de forma inconsistente, com lacunas significativas em medição, relatórios e verificação. A nova estrutura busca justamente corrigir essa disparidade, trazendo mais rigor científico e credibilidade ao setor. Para o JPMorgan Chase, a transparência é essencial para destravar novos fluxos de financiamento climático. Ao padronizar a forma como os impactos positivos são relatados, espera-se que investidores possam ampliar com mais segurança o apoio a projetos baseados na natureza, promovendo uma nova fase de crescimento sustentável para o mercado de carbono. De acordo com especialistas, a consolidação de metodologias robustas é fundamental para garantir que os créditos de carbono sejam realmente “positivos para a natureza” ou seja, que contribuam não apenas para a neutralização de emissões, mas também para a restauração de ecossistemas e o fortalecimento da vida selvagem. Com a iniciativa, o JPMorgan Chase e a Carbon Direct pretendem impulsionar um novo padrão de qualidade no mercado global, em que cada crédito de carbono também represente um passo concreto na preservação da biodiversidade planetária. JPMorgan Chase e Carbon Direct lançam modelo global para unir biodiversidade e créditos de carbono

  • ABREN anuncia a chegada da EKW do Brasil como nova associada 

    Com sede em Pomerode (SC), o grupo atua na fabricação de produtos refratários e oferece soluções técnicas para aplicações de alta temperatura nas indústrias de aço, fundição, térmico, cimento, vidro e petroquímica, entre outros setores ABREN anuncia a chegada da EKW do Brasil como nova associada Brasília (DF), 20 de outubro de 2025 –  A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) anuncia a chegada da EKW do Brasil Produtos Refratários como nova associada. Com sede em Pomerode (SC), o grupo atua na fabricação de produtos refratários e oferece soluções técnicas para aplicações de alta temperatura nas indústrias de aço, fundição, térmico, cimento, vidro e petroquímica, entre outros setores. A empresa foi criada no Brasil em julho de 2002, a partir de uma união da EKW GmbH (Alemanha) e da Cerâmica Ziegler (Brasil). A EKW Brasil conta atualmente com um campo fabril e administrativo de cerca de 12mil m². A fábrica possui fornos intermitentes e equipamentos modernos de alta produtividade, com capacidade de produção mensal de 1500 toneladas. Ao todo, são mais de 120 colaboradores envolvidos. Segundo Yuri Schmikte , presidente da ABREN , “ a chegada da EKW Brasil fortalece ainda mais o compromisso da ABREN com a sustentabilidade. Com um portfólio robusto de investimentos e atuação estratégica em diferentes frentes, a EKW traz experiência, inovação e uma visão alinhada à nossa ”. Para Jair Pieritz , CEO da EKW Brasil , “ o ingresso da EKW na ABREN reforça nossa trajetória de 23 anos no mercado brasileiro, sempre guiada por produto, tecnologia e pessoas. Com o suporte de nossa matriz na Alemanha que carrega 122 anos de tradição e inovação contínua seguimos fornecendo refratários de alta qualidade e performance comprovada. Acreditamos que essa parceria fortalece nosso propósito de agregar valor ao setor e de construir relações de longo prazo, baseadas em confiança, desempenho e excelência ”. De acordo com Arthur Correia , Controller da EKW Brasil , “ a EKW é comprometida com a sustentabilidade, e reconhece na recuperação energética uma solução inteligente para o futuro. Acreditamos que o ingresso da EKW na ABREN nos posiciona como parceiros estratégicos em soluções refratárias para os pioneiros desse setor. Nosso propósito é contribuir ativamente para o desenvolvimento da recuperação energética no Brasil e fortalecer parcerias alinhadas à nossa missão e aos nossos valores”. A EKW Brasil tem como missão fornecer soluções técnicas em refratários, que contribuam para relações duradouras com ganhos para ambas as partes. Como visão, a companhia almeja estar entre as 5 principais empresas de excelência, no fornecimento de produtos refratários e serviços nos mercados em que atuam. Para saber mais sobre a EKW Brasil, confira o site institucional  do grupo. Sobre a ABREN: A Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN) é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a interlocução entre a iniciativa privada e as instituições públicas, nas esferas nacional e internacional, e em todos os níveis governamentais. A ABREN representa empresas, consultores e fabricantes de equipamentos de recuperação energética, reciclagem e logística reversa de resíduos sólidos, com o objetivo de promover estudos, pesquisas, eventos e buscar por soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada de tratamento de resíduos sólidos no Brasil.  A ABREN integra o Global Waste to Energy Research and Technology Council (Global WtERT), instituição de tecnologia e pesquisa proeminente que atua em diversos países, com sede na cidade de Nova York, Estados Unidos, tendo por objetivo promover as melhores práticas de gestão de resíduos por meio da recuperação energética e da reciclagem. O Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, é o atual Vice-Presidente LATAM do Global WtERT e Presidente do WtERT – Brasil. Conheça mais detalhes sobre a ABREN acessando o site , Linkedin , Facebook , Instagram  e YouTube  da associação. ABREN anuncia a chegada da EKW do Brasil como nova associada

  • Crise silenciosa em Dublin: escritórios modernos viram dor de cabeça para grandes gestoras globais

    Após o boom do setor tecnológico e a euforia dos investimentos pós-pandemia, o mercado corporativo de Dublin enfrenta uma das maiores taxas de vacância da Europa e grandes player's financeiros agora contabilizam prejuízos milionários. Crise silenciosa em Dublin: escritórios modernos viram dor de cabeça para grandes gestoras globais Durante anos, Dublin foi vista como uma das cidades mais promissoras da Europa para investimentos imobiliários corporativos. Sede europeia de gigantes da tecnologia e impulsionada pelo crescimento econômico irlandês, a capital chegou a ser considerada o “novo polo financeiro do Velho Continente”. Hoje, no entanto, o cenário é bem diferente. O que antes era um mercado aquecido por startups e multinacionais do setor digital agora se tornou um desafio para investidores e fundos imobiliários. Segundo dados de consultorias locais, a taxa de vacância dos escritórios na capital irlandesa já figura entre as mais altas da Europa, reflexo direto do modelo de trabalho híbrido e das reestruturações em massa nas empresas de tecnologia um dos motores da economia local. Empresas globais como Blackstone , Brookfield  e Henderson Park , que apostaram pesado em edifícios corporativos de alto padrão, agora se veem obrigadas a renegociar contratos, vender ativos e registrar perdas contábeis expressivas. A retração não apenas derrubou o valor de mercado de muitos imóveis, mas também colocou em xeque a atratividade de Dublin como destino seguro para capital imobiliário estrangeiro. Nos últimos dois anos, a cidade tem convivido com um cenário de “superoferta”: prédios modernos, sustentáveis e estrategicamente localizados permanecem com andares vazios, mesmo com descontos nos aluguéis. O fenômeno reflete uma mudança estrutural no comportamento das empresas, que reduzem espaços físicos e priorizam flexibilidade, inovação e eficiência energética. Para os analistas, a situação de Dublin é um retrato de um movimento mais amplo no setor imobiliário corporativo europeu. Grandes metrópoles que apostaram em um crescimento acelerado durante a década passada muitas vezes apoiadas pelo setor tecnológico — agora enfrentam o desafio de adaptar seus espaços e modelos de negócio a uma nova realidade pós-pandemia. Enquanto isso, os investidores tentam se reposicionar. O foco agora recai sobre projetos que unam sustentabilidade, energia eficiente e uso flexível dos ambientes corporativos , áreas vistas como essenciais para revitalizar o mercado e atender às novas exigências do mundo do trabalho. Crise silenciosa em Dublin: escritórios modernos viram dor de cabeça para grandes gestoras globais

  • Espanha dá salto na transição energética com megaprojeto de hidrogênio verde da Repsol em Cartagena

    Com investimento superior a €300 milhões e apoio da União Europeia, a nova planta da Repsol e Enagás Renovable marca um passo decisivo rumo à descarbonização da indústria espanhola. Espanha dá salto na transição energética com megaprojeto de hidrogênio verde da Repsol em Cartagena A transição energética na Europa acaba de ganhar um novo impulso. A Repsol e a Enagás Renovable confirmaram o início da construção de um dos maiores eletrolisadores de hidrogênio verde da Espanha um sistema de 100 megawatts que será instalado na refinaria de Cartagena, na região de Múrcia. O empreendimento, aprovado no início de outubro, representa um marco no avanço da economia de hidrogênio na Península Ibérica. O projeto, que conta com um aporte de €155 milhões em recursos públicos  provenientes do Instituto para a Diversificação e Poupança de Energia (IDAE)  e do Plano de Recuperação, Transformação e Resiliência da Espanha , foi reconhecido pela Comissão Europeia como um IPCEI (Importante Projeto de Interesse Europeu Comum) selo reservado a iniciativas estratégicas de impacto continental. Hidrogênio verde em escala industrial Com previsão de início de operação em 2029 , o eletrolisador produzirá 15 mil toneladas anuais de hidrogênio verde , utilizando eletrólise alimentada por fontes renováveis especialmente energia solar e eólica da própria região de Múrcia. Essa produção substituirá o hidrogênio cinza atualmente empregado nos processos da refinaria, reduzindo emissões e dependência de combustíveis fósseis. Estima-se que a planta evite a emissão de 167 mil toneladas de CO₂ por ano , o equivalente a dois terços das emissões de toda a frota de veículos elétricos espanhola em 2024. Durante as obras e a fase inicial de comissionamento, o projeto deverá gerar cerca de 900 empregos diretos e indiretos , impulsionando a economia local e fortalecendo a cadeia de fornecimento regional. Repsol e Enagás: união pela descarbonização A Repsol deterá 75% de participação  na nova planta, com a Enagás Renovable responsável pelos 25% restantes . A parceria combina a experiência industrial da Repsol líder na produção de hidrogênio na Espanha com o conhecimento técnico da Enagás em infraestrutura de gás renovável, acumulado em mais de 20 projetos do gênero. Para a Repsol, o projeto simboliza uma mudança estrutural no modelo energético : de produtora de hidrogênio fóssil para referência europeia em hidrogênio limpo . Já a Enagás reforça seu papel como operadora de referência no desenvolvimento do corredor espanhol de hidrogênio verde , que integrará o país às futuras rotas de exportação de energia sustentável da União Europeia. Impacto estratégico e regional Mais do que uma iniciativa isolada, o eletrolisador de Cartagena é um pilar do Vale do Hidrogênio de Múrcia , que busca transformar a região em um hub de tecnologia limpa e inovação energética . O investimento total ultrapassa €300 milhões  e integra o roteiro espanhol de hidrogênio , que prevê 4 GW de capacidade instalada até 2030  e ao menos 25% de participação do hidrogênio renovável  nos processos industriais do país. Além de atender às operações da refinaria, a produção poderá futuramente ser injetada no sistema nacional de gás  e no Hydrogen Backbone espanhol , ampliando o uso do hidrogênio verde em transporte, geração de energia e na indústria química. Um novo marco para a Europa do hidrogênio Apesar dos desafios como a necessidade de ampliar a oferta de energia renovável e definir políticas tarifárias adequadas, o projeto de Cartagena é visto como um modelo de integração entre indústria, inovação e sustentabilidade . A Repsol e a Enagás mostram que a transição energética não é apenas uma meta ambiental , mas também uma oportunidade econômica e tecnológica  para o continente. Ao unir infraestrutura robusta, investimento público e visão estratégica, a Espanha se posiciona entre os principais polos de hidrogênio verde da Europa , consolidando sua liderança em energia limpa e inovação industrial. Espanha dá salto na transição energética com megaprojeto de hidrogênio verde da Repsol em Cartagena

  • Energia Solar como Renda Extra: novo eBook ajuda consumidores e profissionais a entender e lucrar com o setor

    Matéria jornalística – EnergyChannel Energia Solar como Renda Extra: novo eBook ajuda consumidores e profissionais a entender e lucrar com o setor O EnergyChannel passa a indicar semanalmente livros, vídeos e eBooks que contribuem para a formação técnica e o desenvolvimento profissional no setor de energia. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o mercado, disseminar conhecimento e apoiar criadores de conteúdo comprometidos com a transição energética no Brasil. Nesta semana, a recomendação é o eBook “ Energia Solar – Renda Extra ” , uma leitura essencial para quem deseja investir em energia solar com segurança ou iniciar uma nova fonte de renda no setor. A publicação explica de forma acessível como funcionam os sistemas fotovoltaicos, os principais cuidados na hora da compra e como evitar armadilhas comuns no processo de contratação de empresas ou vendedores. Além disso, o material apresenta uma segunda parte dedicada a quem deseja atuar profissionalmente com vendas de energia solar. O eBook “Como Vender Energia Solar”  oferece um panorama completo do mercado brasileiro, com estratégias de prospecção, negociação e pós-venda. O conteúdo reúne dicas práticas sobre financiamento, tendências tecnológicas e relacionamento com o cliente tudo pensado para ajudar novos empreendedores e vendedores a transformar conhecimento em lucro. Segundo os organizadores da obra, a proposta é democratizar o acesso à informação técnica e incentivar mais pessoas a participarem ativamente da transição energética. “Nosso objetivo é empoderar consumidores e profissionais com conhecimento real, para que tomem decisões seguras e sustentáveis”, destacam os autores. O eBook “Energia Solar – Renda Extra”  está disponível em formato digital e pode ser acessado por qualquer pessoa interessada em entender, investir ou empreender no setor solar um dos que mais crescem no país e oferecem oportunidades reais de rentabilidade e impacto positivo para o planeta. Energia Solar como Renda Extra: novo eBook ajuda consumidores e profissionais a entender e lucrar com o setor Energia Solar como Renda Extra : novo eBook ajuda consumidores e profissionais a entender e lucrar com o setor

  • Startup norte-americana capta US$ 75 milhões e aposta em transformar casas em microgeradoras de energia solar

    Modelo descentralizado da Daylight Energy permite que residências gerem, armazenem e compartilhem eletricidade de forma inteligente, reduzindo custos e fortalecendo a transição energética. Startup norte-americana capta US$ 75 milhões e aposta em transformar casas em microgeradoras de energia solar Por Redação EnergyChannel A startup norte-americana Daylight Energy  acaba de receber um novo impulso financeiro em sua missão de descentralizar a produção de energia. A empresa levantou US$ 75 milhões  em uma rodada de investimentos que visa acelerar a expansão de sua plataforma um sistema inovador que transforma residências em verdadeiras microusinas solares capazes de gerar, armazenar e compartilhar eletricidade com a rede pública. Criada em 2022  e com sede em Nova York , a Daylight tem ganhado destaque nos Estados Unidos ao propor um modelo que combina energia solar, baterias e inteligência digital . A proposta é simples, mas poderosa: permitir que cada casa produza sua própria energia limpa e participe de uma rede colaborativa de fornecimento elétrico. O sistema funciona a partir da instalação de painéis solares e baterias domésticas  conectadas a uma plataforma digital proprietária. Com isso, o consumidor passa a gerar sua própria eletricidade e a armazenar o excedente, podendo vender ou compartilhar essa energia nos momentos de maior demanda. Além de reduzir a dependência das concessionárias tradicionais, o modelo da Daylight cria um ecossistema de energia compartilhada , no qual as residências se tornam parte ativa do sistema elétrico. Durante os períodos de pico, a empresa agrega a energia estocada nas baterias dos usuários e a revende à rede, dividindo os lucros  com os participantes. De acordo com a companhia, o objetivo é democratizar o acesso à energia limpa  e estimular a criação de uma infraestrutura descentralizada e resiliente capaz de manter o fornecimento mesmo em situações de interrupção da rede. Com a nova rodada de investimentos, a Daylight pretende expandir suas operações para novos estados norte-americanos  e aprimorar suas soluções tecnológicas de monitoramento e integração em tempo real. O avanço da empresa reflete uma tendência global: o crescimento das redes inteligentes de energia (smart grids)  e das comunidades solares , nas quais o consumidor deixa de ser apenas um usuário e passa a atuar como produtor e gestor da própria eletricidade. Para o setor, iniciativas como a da Daylight reforçam o papel da energia descentralizada  na construção de um futuro elétrico mais limpo, eficiente e sustentável um caminho inevitável para países que buscam reduzir emissões e aumentar a segurança energética. Startup norte-americana capta US$ 75 milhões e aposta em transformar casas em microgeradoras de energia solar

  • A Importância da Simulação de Monte Carlo na Avaliação de Projetos Inovadores de Transição Energética

    Por Sebastião Carlos Martins * Os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), ainda tratados como simples passivos ambientais, representam, na verdade, um dos mais subestimados ativos energéticos do Brasil. A Importância da Simulação de Monte Carlo na Avaliação de Projetos Inovadores de Transição Energética Quando corretamente processados em Unidades de Recuperação Energética (URE), esses resíduos podem ser convertidos em produtos de alto valor agregado, como biodiesel, etanol de segunda geração (E2G), SAF (Sustainable Aviation Fuel), hidrogênio verde, eletricidade e fertilizantes organominerais. Essa transformação energética  proporciona não apenas expressivos ganhos ambientais ao reduzir emissões de gases de efeito estufa e proteger lençóis freáticos da contaminação como também estimula a economia circular , gera empregos qualificados e fomenta cadeias produtivas de base tecnológica em nível local e nacional. Entretanto, a realidade ainda caminha em sentido oposto : a destinação dominante dos RSU continua sendo os aterros sanitários, cuja eficiência energética do biogás captado é, em média, 10% daquela obtida com a gaseificação em UREs modernas. Além de ineficientes, os aterros continuam a ser grandes emissores de metano e contaminantes. Fracassos que poderiam ter sido evitados Projetos inovadores como os da Fulcrum BioEnergy  (SAF) e da Raízen  (etanol 2G) fracassaram economicamente , não por ausência de tecnologia, mas por desprezar a análise adequada das incertezas  envolvidas em seus investimentos. Ao ignorarem fatores críticos como volatilidade do CAPEX, flutuações de preços dos produtos, custos operacionais, produtividade e especialmente a possibilidade de ocorrência de eventos de natureza tributária e de mercado, ambos os projetos tornaram insustentáveis econômica e financeiramente, causando impactos negativos para investidores, governos e a sociedade. Importante destacar que esses riscos foram previamente identificados  e mensurados nos estudos de viabilidade econômica financeira realizados  pela DBEST PLAN .  A empresa previu que, sem a devida consideração de cenários tributários desfavoráveis e variações de mercado — como os que efetivamente ocorreram — os projetos da Fulcrum e da Raízen estariam destinados ao fracasso. A realidade apenas confirmou as projeções realizadas pela DBEST PLAN, reforçando a importância de análises baseadas em simulações probabilísticas. A Simulação de Monte Carlo como diferencial É nesse contexto que se destaca a Simulação de Monte Carlo , metodologia que permite mensurar os impactos das incertezas nos principais indicadores de viabilidade dos projetos como a Taxa Interna de Retorno (TIR), o Valor Presente Líquido (VPL) e o Payback. Através de milhares de simulações, é possível obter uma curva de distribuição probabilística da TIR, identificando: O valor médio esperado da rentabilidade, O risco de não atingir a TMA (Taxa Mínima de Atratividade), O intervalo provável entre o mínimo e o máximo retorno, As variáveis mais sensíveis (preço, produtividade, impostos, OPEX, CAPEX). Essa abordagem transforma estimativas incertas em decisões embasadas e permite traçar estratégias de mitigação, tais como: hedge de preços, incentivos fiscais necessários, indexações contratuais e cláusulas de proteção para financiadores e investidores. A Simulação de Monte Carlo como diferencial É nesse contexto que se destaca a Simulação de Monte Carlo , metodologia que permite mensurar os impactos das incertezas nos principais indicadores de viabilidade dos projetos como a Taxa Interna de Retorno (TIR), o Valor Presente Líquido (VPL) e o Payback. Modus Operandi da Simulação de Monte Carlo A Simulação de Monte Carlo opera da seguinte maneira: Definição das variáveis críticas  do projeto: CAPEX, OPEX, produtividade, preços de venda, tributos, entre outros. Atribuição de distribuições estatísticas  a cada variável, com base em dados históricos, projeções de mercado ou intervalos de incerteza esperados. Execução de milhares de simulações  computacionais, onde em cada rodada os valores das variáveis são sorteados aleatoriamente segundo suas distribuições. Geração de curvas de probabilidade  para os indicadores financeiros (TIR, VPL, Payback), evidenciando: Média esperada, Valor mínimo e máximo observável, Probabilidade de sucesso ou fracasso do projeto, Sensibilidade de cada variável sobre os resultados. Extração de insights estratégicos  para tomada de decisão, identificação de gargalos, definição de incentivos fiscais mínimos e estruturação de garantias contratuais. Essa abordagem transforma estimativas incertas em decisões embasadas e permite traçar estratégias de mitigação, tais como: hedge de preços, incentivos fiscais necessários, indexações contratuais e cláusulas de proteção para financiadores e investidores. DBEST PLAN e Safran: Referência Nacional e Internacional No Brasil, a DBEST PLAN   – Engenharia e Tecnologia da Informação  e a Safran , empresa internacional,  destacam-se como pioneiras na incorporação dessa metodologia em seus estudos de viabilidade para projetos de energia limpa. Aplicando com rigor a Simulação de Monte Carlo, essas empresas avaliam com precisão a viabilidade de projetos de SAF, biodiesel, etanol 2G, hidrogênio verde, eletricidade e fertilizantes organominerais, processando biomassa e RSU em UREs de última geração. Ao acompanhar práticas de análise adotadas por grandes player's internacionais, a DBEST PLAN contribui para a transição energética do Brasil com soluções sustentáveis, financeiramente sólidas e socialmente justas. Sua abordagem orienta decisões governamentais, evita desperdícios de recursos públicos e privados e impede o surgimento de novos projetos fadados ao fracasso. Recomendações Finais Projetos inovadores de alto risco devem obrigatoriamente utilizar ferramentas como a Simulação de Monte Carlo para: Proteger investidores de perdas desnecessárias, Garantir o correto dimensionamento do CAPEX e OPEX, Ajustar as expectativas de retorno à realidade econômica, Demonstrar maturidade técnica perante financiadores e órgãos de fomento. É hora de o setor público e privado reconhecerem que a transição energética requer, além de boas intenções e tecnologias promissoras, rigor analítico  e gestão estratégica das incertezas . Só assim evitaremos novos casos como o da Raízen e garantiremos que os recursos investidos resultem em impactos positivos reais para o Brasil e o mundo Contatos: Eng. Sebastião Carlos Martins                                                                                              CNPJ 41.038.111/0001-74                                                                                              CEO da DBEST PLAN                                                                                                                                 Email: scm.sistemas@gmail.com                                                                                                Fone: (31) 99645-0801 A Importância da Simulação de Monte Carlo na Avaliação de Projetos Inovadores de Transição Energética

  • MP 1.304: Geradoras podem ter que abrir mão de parte dos ganhos para proteger consumidor, alerta Braga

    Relator da medida provisória aponta que concessões do setor elétrico serão necessárias para evitar aumento de tarifas e manter estabilidade do sistema MP 1.304: Geradoras podem ter que abrir mão de parte dos ganhos para proteger consumidor, alerta Braga BRASÍLIA — O relator da Medida Provisória 1.304/2025, senador Eduardo Braga (MDB‑AM), afirmou nesta semana que o setor elétrico brasileiro precisará fazer “ concessões importantes ” para garantir que os consumidores não sejam penalizados com aumento de tarifas. Segundo ele, a medida provisória, que ainda será votada no Congresso, prevê ajustes que podem impactar diretamente as geradoras de energia. “Não há como o sistema atravessar este momento sem que todos compartilhem o esforço. Algumas empresas vão precisar abrir mão de parte dos seus ganhos para que o consumidor, que já arca com tarifas elevadas, não seja mais uma vez prejudicado” , declarou Braga durante audiência pública da comissão mista que analisa a MP. Pressão sobre a geração e novas regras Braga destacou que o setor enfrenta desafios estruturais, incluindo excesso de oferta em alguns períodos e cortes programados na geração renovável (curtailment), além do custo crescente das tecnologias de armazenamento e modernização de redes. Para ele, essas questões exigem mudanças profundas no modelo de contratação e remuneração das usinas, sem repassar integralmente os custos ao consumidor final. Entre as principais discussões, está a forma de remuneração do armazenamento de energia por baterias e a atualização das regras para hidrelétricas com reservatórios, consideradas estratégicas para manter a estabilidade do sistema frente à intermitência de solar e eólica. Braga defende que os custos desses investimentos sejam compartilhados entre geradoras, poder público e demais agentes do setor. Compartilhamento de encargos e segurança operacional O relator reforçou que a segurança operacional do sistema elétrico não pode ser comprometida. Isso significa que ajustes na MP devem garantir que os consumidores não carreguem sozinho o peso de investimentos ou prejuízos de usinas incapazes de entregar a energia prevista. Outro ponto em debate é a participação da geração distribuída (GD) nos investimentos em redes de baixa tensão, que atualmente têm limitações para absorver o crescimento acelerado de pequenos geradores. Braga acredita que a contribuição da GD deve ser equilibrada, sem prejudicar os pequenos consumidores. Prazos e próximos passos O relatório final da MP 1.304 está previsto para ser apresentado até o fim de outubro, com a expectativa de votação no Congresso antes do prazo de validade da medida, em 7 de novembro. Braga ressalta que o texto final precisará equilibrar interesses de diferentes atores do setor, garantindo que investimentos estratégicos em armazenamento, hidrelétricas e modernização de redes sejam viáveis, sem repassar integralmente os custos aos consumidores. “O momento exige responsabilidade e diálogo entre governo, setor privado e consumidores. A travessia será feita com esforço conjunto e transparência, garantindo que o sistema elétrico continue confiável e acessível para todos”, afirmou o relator. MP 1.304: Geradoras podem ter que abrir mão de parte dos ganhos para proteger consumidor, alerta Braga

  • Crise e reinvenção: energia solar residencial nos EUA enfrenta turbulência, mas aposta em novo ciclo de rentabilidade

    Após anos de crescimento explosivo, o setor solar doméstico americano encara retração em meio a mudanças regulatórias e falências. Especialistas, porém, veem sinais de reestruturação e oportunidade. Crise e reinvenção: energia solar residencial nos EUA enfrenta turbulência, mas aposta em novo ciclo de rentabilidade O mercado de energia solar residencial dos Estados Unidos, que por anos simbolizou o avanço da transição energética, atravessa um dos períodos mais desafiadores da última década. O que antes era um cenário de forte expansão e otimismo, hoje dá lugar a um momento de incerteza com margens mais estreitas, custos crescentes e o desaparecimento de alguns dos principais incentivos financeiros que impulsionaram o setor. Nos estados que lideraram a adoção de sistemas fotovoltaicos, como a Califórnia, o retorno sobre o investimento deixou de ser tão atraente. As novas regras de compensação de energia conhecidas como Net Billing reduziram de forma significativa os créditos concedidos aos consumidores que injetam eletricidade excedente na rede. Com isso, o tempo de retorno de muitos projetos aumentou e a demanda começou a desacelerar. Além da pressão regulatória, o setor enfrenta desafios externos. As tarifas de importação sobre painéis solares e componentes aumentaram os custos, ao mesmo tempo em que parte dos créditos fiscais federais está prestes a expirar. O resultado é uma equação financeira mais complexa e menos previsível para empresas e consumidores. O cenário levou a uma onda de falências entre instaladoras e fornecedores, incluindo algumas marcas consolidadas. Essa instabilidade alimenta dúvidas sobre a viabilidade econômica de novos investimentos em sistemas residenciais de pequeno porte. Apesar do ambiente desafiador, há quem veja esse momento como uma fase de transição necessária. Analistas apontam que a consolidação do mercado pode abrir espaço para modelos de negócio mais eficientes e sustentáveis. Empresas focadas em soluções integradas combinando energia solar, baterias domésticas e sistemas inteligentes de gestão começam a se destacar como potenciais protagonistas da nova fase do setor. Entre os otimistas está um grupo crescente de empreendedores que acredita na retomada da rentabilidade a partir de novas estratégias de mercado. A aposta é clara: reduzir a dependência de subsídios e provar que a energia solar residencial pode ser competitiva por mérito próprio, impulsionada por inovação tecnológica e novas formas de consumo energético. Para o consumidor americano, o momento é de cautela mas também de oportunidade. A queda dos custos de armazenamento e a integração de soluções digitais prometem redefinir o conceito de autossuficiência energética nos próximos anos. E, se o setor conseguir equilibrar incentivos, tecnologia e confiança, a energia solar pode voltar a brilhar nos telhados dos Estados Unidos. Crise e reinvenção: energia solar residencial nos EUA enfrenta turbulência, mas aposta em novo ciclo de rentabilidade

  • GM freia planos elétricos e amarga prejuízo bilionário em 2025

    A General Motors enfrenta um revés de US$ 1,6 bilhão após desacelerar sua estratégia de eletrificação, em meio a um cenário global de ajustes no mercado de veículos elétricos. Créditos da imagem GM | GM freia planos elétricos e amarga prejuízo bilionário em 2025 A General Motors (GM) atravessa um dos momentos mais delicados de sua transição energética. A montadora norte-americana registrou um prejuízo de US$ 1,6 bilhão  neste trimestre, resultado direto da redução temporária na produção de veículos elétricos (EVs) uma decisão estratégica que reflete os desafios enfrentados por toda a indústria automotiva global. De acordo com analistas de mercado, o recuo da GM não representa o abandono do plano elétrico, mas um reajuste de rota  diante de custos elevados, gargalos de fornecimento e um ritmo de adoção mais lento do que o projetado. “A GM está realinhando sua produção à demanda real do mercado, o que é prudente em um momento de volatilidade global”, explicou um consultor do setor automotivo ouvido pelo EnergyChannel . Uma desaceleração estratégica Nos últimos dois anos, a GM vinha apostando fortemente na eletrificação, com lançamentos de modelos como o Chevrolet Blazer EV  e o Silverado EV , e investimentos superiores a US$ 35 bilhões  até 2030. Entretanto, as dificuldades no fornecimento de baterias  e os altos custos de produção  levaram a empresa a desacelerar parte de seus projetos. Além disso, o mercado norte-americano tem mostrado sinais de saturação  em segmentos de alto custo, com consumidores optando por híbridos plug-in ou veículos a combustão mais eficientes diante da incerteza econômica. Pressão por resultados e ajustes de mercado Enquanto rivais como a Tesla enfrentam queda de margens e a Ford revisa investimentos em suas fábricas de EVs, a GM tenta encontrar equilíbrio entre a transição energética e a rentabilidade de curto prazo. O CEO da empresa, Mary Barra, reafirmou que a estratégia de longo prazo permanece intacta: “Continuamos comprometidos com um futuro totalmente elétrico, mas é fundamental ajustar o ritmo à realidade de mercado.” O contexto global da transição A retração da GM acontece em um momento de revisão global da eletrificação . Montadoras da Europa e da Ásia também estão revisando metas de produção e cronogramas de lançamento, especialmente diante do aumento dos custos de matérias-primas  e das mudanças nas políticas de subsídios governamentais . Para especialistas, o movimento da GM reforça que a transição para veículos elétricos não é linear, e dependerá fortemente de infraestrutura de recarga, incentivos fiscais e estabilidade regulatória . Ainda assim, o setor segue otimista com a expansão da mobilidade limpa na próxima década. GM freia planos elétricos e amarga prejuízo bilionário em 2025

  • Mercado de armazenamento de hidrogênio caminha para US$ 200 bilhões e se consolida como pilar da transição energética global

    Projeções apontam crescimento explosivo de 76,8% ao ano até 2028, impulsionado pela descarbonização industrial, avanço dos veículos a célula de combustível e expansão de renováveis. Mercado de armazenamento de hidrogênio caminha para US$ 200 bilhões e se consolida como pilar da transição energética global O mercado global de armazenamento de energia por hidrogênio  deve alcançar US$ 196,8 bilhões até 2028 , um salto impressionante em relação aos US$ 11,4 bilhões registrados em 2023 , segundo dados recentes da MarketsandMarkets. O número representa uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 76,8% , reforçando o papel do hidrogênio como elemento central da transição energética mundial. A rápida expansão é resultado direto da combinação entre políticas de descarbonização , avanços tecnológicos  e integração de fontes renováveis  como solar e eólica. Países e empresas estão intensificando investimentos em infraestrutura de hidrogênio — desde usinas e hubs de produção  até soluções de armazenamento e transporte , que garantem maior flexibilidade e segurança energética. Hidrogênio: o elo entre renováveis e estabilidade de rede Diferente das baterias convencionais, o armazenamento de energia por hidrogênio permite guardar eletricidade por longos períodos , funcionando como um “banco de energia” capaz de equilibrar a oferta e a demanda em sistemas elétricos baseados em fontes intermitentes. Essa característica tem tornado a tecnologia fundamental para viabilizar uma matriz 100% renovável  e fortalecer sistemas off-grid  em regiões remotas. Quando combinado com energia solar e eólica, o hidrogênio atua como elemento de estabilidade da rede elétrica , reduzindo desperdícios e abrindo caminho para uma nova era de independência energética . Segmentos que puxam o crescimento 1. Concessionárias de energia na liderança As utilities  estão à frente da adoção, utilizando o hidrogênio para armazenar excedentes de geração  e garantir energia de reserva  em momentos de pico de consumo. O movimento é estratégico diante da crescente volatilidade das fontes renováveis. 2. Armazenamento gasoso domina o mercado Entre as formas disponíveis gás, líquido e sólido o hidrogênio gasoso  lidera pela eficiência e facilidade de transporte , com infraestrutura já consolidada em diversos países. 3. Tecnologia de compressão em destaque A compressão  deve ser a tecnologia de armazenamento com crescimento mais acelerado , por combinar baixo custo operacional , alta densidade energética  e compatibilidade com gasodutos existentes . 4. Energia estacionária supera transporte O uso em aplicações estacionárias , como data center's e instalações industriais, avança rapidamente. Essa modalidade garante fornecimento contínuo e livre de emissões , fortalecendo estratégias corporativas de sustentabilidade. Ásia-Pacífico: o novo epicentro do hidrogênio A região da Ásia-Pacífico  desponta como protagonista no desenvolvimento do mercado. Países como Japão, Coreia do Sul e China  lideram investimentos em infraestrutura, eletrólise e mobilidade a hidrogênio , enquanto iniciativas conjuntas público-privadas  impulsionam a produção de hidrogênio verde . A demanda energética crescente , somada à necessidade urgente de reduzir emissões , faz da região o principal polo de inovação e implantação de sistemas de armazenamento de energia por hidrogênio  até o final da década. Os protagonistas do setor Empresas globais como Linde , Plug Power , ENGIE , Iwatani Corporation  e FuelCell Energy  estão na linha de frente, ampliando capacidade produtiva e firmando parcerias estratégicas  para acelerar a economia do hidrogênio . O setor atrai também novos players da área de energia, tecnologia e infraestrutura, de olho em um mercado que deve redefinir as cadeias de valor da energia limpa. O caminho rumo a 2030 Com metas de neutralidade climática , créditos de carbono  e políticas de incentivo  em escala global, o hidrogênio deixa de ser promessa e se consolida como uma das tecnologias mais promissoras para armazenamento de energia, mobilidade sustentável e descarbonização industrial . Se as projeções se confirmarem, o setor de armazenamento por hidrogênio poderá multiplicar por 17 seu valor de mercado em apenas cinco anos , tornando-se um dos pilares centrais da transição energética global . Mercado de armazenamento de hidrogênio caminha para US$ 200 bilhões e se consolida como pilar da transição energética global

  • Aumento de produtividade em até 30% para empresas de energia, óleo e gás; conheça soluções da Fu2re

    Ferramentas tecnológicas da scale-up já estão inseridas nas maiores distribuidoras energéticas do Brasil Aumento de produtividade em até 30% para empresas de energia, óleo e gás; conheça soluções da Fu2re Com atuação desde 2017, a Fu2re tem inovado a forma como companhias de energia, óleo e gás em todo o Brasil utilizam IA. A scale-up desenvolve soluções capazes de elevar em até  30% a produtividade de empresas do setor , gerando maior eficiência operacional, mas também redução de custos e múltiplas vantagens competitivas. Cabe lembrar que a empresa foi destaque no ranking 100 Startups to watch por dois anos consecutivos e está posicionada no TOP 3 startups de IA e na lista das 100 melhores no geral. Atualmente, atua em território nacional e internacional, com trabalhos em Portugal e, recentemente recebeu um investimento de R$12,5 milhões por parte da Copel Ventures e Indicator Capital para desenvolvimento em estrutura comercial e de produtos. “Nosso objetivo é combinar tecnologia de ponta e inteligência aplicada para transformar a maneira como empresas do setor energético operam, aumentando o rendimento e a confiabilidade da rede. Nossas soluções, como o SmartAssets, por exemplo, proporcionam uma alta de 30% na produtividade operacional no mercado, o que reforça nosso impacto de atuação”,  aponta André Sih, founder e Managing Partner da Fu2re. SmartSolutions Com foco em visão computacional, a Fu2re tem como carro-chefe o SmartVisionAI, plataforma no-code de inteligência artificial e visão computacional que possibilita que empresas treinem ou desenvolvam seus próprios modelos de inteligência artificial com agilidade, segurança e personalização, mesmo sem colaboradores especializados em programação. Já o SmartAssets, realiza o mapeamento dos ativos de iluminação pública utilizando o Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS) integrado, o que assegura máxima precisão, confiabilidade e eficiência em todas as etapas. O resultado é um ganho de 30% em produtividade e até 100 vezes mais velocidade dos processos de atualização de inventário. Além desses produtos, a Fu2re desenvolve outras tecnologias inovadoras que aplicam inteligência artificial e visão computacional para otimizar operações nos setores de energia, óleo e gás. Uma dessas soluções é o SmartReader, que captura automaticamente leituras de medidores de energia, água e gás, reduzindo falhas humanas. Tal recurso torna a coleta de dados mais eficiente, reduz em até 1/6 os custos dos processos de medição e aumenta em 20% a produtividade. Adicionalmente, a empresa oferece o EnergyWatch, uma ferramenta que identifica fraudes e perdas não técnicas na rede de distribuição elétrica. Dessa forma, permite que as distribuidoras direcionem melhor as inspeções e minimizem perdas financeiras. Por fim, o SmartReader Cylinder registra, de forma automatizada, a tara e a data de validade dos cilindros de gás, garantindo mais segurança e eficiência no controle logístico, além do Electrician Safety System, que monitora as imagens para detectar práticas inseguras e falhas no uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), assegurando maior proteção e conformidade nas operações. Assim, a Fu2re tem se consolidado como referência em inovação nos setores de energia, óleo e gás. Ao integrar visão estratégica e tecnologia, as soluções da scale-up ajudam organizações a reduzir custos, aumentar a eficiência e automatizar processos. Sobre a Fu2re A Fu2re é especializada em soluções de inteligência artificial que transformam operações e otimizam processos nas indústrias de energia, óleo e gás. Com uma equipe altamente qualificada, desenvolve tecnologias de ponta, como o SmartVision AI, uma plataforma no-code que combina visão computacional e IA permitindo atualizações rápidas nos modelos de inteligência artificial. Com diversas soluções já em operação, a Fu2re se destaca por entregar resultados mensuráveis e assertivos, atendendo às necessidades específicas de grandes empresas. Reconhecida no ranking 100 Startups to Watch pelo segundo ano consecutivo, está no TOP3 entre startups de IA e no TOP100 geral, consolidando-se como referência em inovação e transformação digital. Site :  www.fu2re.com.br Aumento de produtividade em até 30% para empresas de energia, óleo e gás; conheça soluções da Fu2re

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