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  • Fim das Associações na Geração Distribuída: Por que o Consórcio Ganha Força

    A Reforma Tributária brasileira está prestes a transformar radicalmente o setor de geração distribuída (GD). Fim das Associações na Geração Distribuída: Por que o Consórcio Ganha Força Com a consolidação da Emenda Constitucional 132/2023  e da Lei Complementar nº 214/2025 , entra em cena o novo sistema de tributos sobre consumo: o IVA Dual , composto pelo IBS  (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS  (Contribuição sobre Bens e Serviços). A previsão é que, a partir de 2027 , o IVA Dual substitua totalmente ICMS, ISS, PIS e COFINS, com alíquota combinada de 26% a 28% , alterando de forma definitiva a forma como energia compartilhada será tributada no país. Associações de GD: conceito e limites Até agora, muitos pequenos e médios investidores recorriam às associações de geração distribuída  para compartilhar energia elétrica sem abrir empresas comerciais. Baseadas no artigo 53 do Código Civil , essas entidades “sem fins lucrativos” permitem que os participantes dividam créditos de energia de forma coletiva. Na prática, porém, a operação é econômica: há aportes financeiros, divisão proporcional de energia e, em muitos casos, aluguel das instalações. Para o fisco, isso significa que mesmo uma associação “sem fins lucrativos” que distribui benefícios econômicos pode ser considerada uma atividade comercial. O que muda com a Lei Complementar 214/2025 A nova legislação é clara: imunidade tributária é restrita a entidades verdadeiramente sem fins lucrativos , como partidos políticos, sindicatos e instituições de educação ou assistência social, desde que cumpram os requisitos do art. 14 do CTN : Não distribuir lucros aos associados ou gestores; Aplicar integralmente seus recursos em objetivos institucionais; Manter escrituração rigorosa das receitas e despesas. Para associações de GD que operam economicamente, essas regras não se aplicam. Além disso, o art. 5º da LC 214/2025  deixa claro que até operações “gratuitas” com partes relacionadas podem ser tributadas. Em resumo: associações de GD que geram retorno financeiro direto estarão sujeitas a IBS e CBS, com carga potencial de até 28% . Consórcio: a alternativa segura Enquanto associações ficam vulneráveis, os consórcios de GD regulamentados pelo art. 278 da Lei nº 6.404/1976 permanecem fora da incidência do IVA Dual. Essa modalidade permite a divisão de energia entre participantes sem caracterizar relação comercial, garantindo: Neutralidade tributária; Contratos claros entre os membros; Responsabilidade tributária limitada; Flexibilidade na gestão e rateio dos créditos de energia. Para empresários e investidores que hoje operam sob o modelo de associação, 2025 é o ano de planejar a migração para consórcios . Revisar contratos e avaliar a estrutura societária agora pode evitar custos elevados e insegurança jurídica em 2027. Conclusão O modelo associativo na geração distribuída foi eficiente até aqui, mas o cenário tributário mudou . Associações que mantiverem a operação econômica enfrentarão carga fiscal alta e riscos legais. O consórcio surge como solução moderna, segura e eficiente , garantindo que a geração compartilhada continue sustentável e lucrativa. Fim das Associações na Geração Distribuída: Por que o Consórcio Ganha Força

  • Nova norma da ABNT estabelece critérios para inspeção por eletroluminescência em módulos fotovoltaicos e promete mais transparência no mercado solar brasileiro

    A recém-publicada NBR 17258 define parâmetros objetivos para análise da integridade de módulos solares por meio de imagens de eletroluminescência — uma medida que pode elevar o padrão de qualidade e reduzir riscos de produtos com desempenho inferior. Nova norma da ABNT estabelece critérios para inspeção por eletroluminescência em módulos fotovoltaicos e promete mais transparência no mercado solar brasileiro Por Energy Channel - Publicado em 23 de outubro de 2025 O mercado solar brasileiro acaba de ganhar uma importante aliada na busca por mais qualidade e confiabilidade. Entrou em vigor, na última sexta-feira (17), a NBR 17258 , nova norma técnica da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)  que estabelece critérios quantitativos para ensaios de eletroluminescência (EL)  em módulos fotovoltaicos . O anúncio foi tema da nova entrevista do Energy Channel  com João Souza , engenheiro e especialista técnico da Ecori Energia Solar , que destacou a importância do documento como um marco para o setor. “A norma define parâmetros claros de aceitação baseados em imagens de eletroluminescência, algo que até então não existia em nenhum padrão internacional”, explicou João. “Agora, temos uma referência nacional para avaliar, de forma objetiva, a integridade dos módulos e identificar possíveis defeitos ainda na produção ou no transporte.” O que é o ensaio de eletroluminescência O teste de eletroluminescência  é frequentemente comparado a um “ raio-X do módulo solar ”. Ele captura imagens em tons de cinza que revelam detalhes invisíveis a olho nu — como microfissuras nas células, falhas de soldagem e diferenças de desempenho entre as células de um mesmo módulo. Quanto mais uniforme e clara a imagem, melhor o desempenho esperado. A nova NBR 17258  transforma essa análise, antes subjetiva, em um processo quantitativo e padronizado , definindo valores-limite para aceitação ou rejeição de módulos. Entre os critérios definidos estão: Diferença máxima de 25% na escala de cinza  entre as células para aprovação total do módulo; Diferenças entre 25% e 40%  são aceitáveis apenas em até 10% das células ; Parâmetros adicionais para identificar pontos escuros, bordas danificadas e soldas frias , que indicam falhas estruturais. Fabricação e controle de qualidade Segundo João Souza, o teste já é amplamente utilizado por fabricantes — tanto os de boa reputação quanto os que ainda carecem de padrões mais rigorosos. No entanto, faltava um padrão unificado . “Cada fabricante tinha seu próprio critério. A ABNT reuniu informações de oito empresas diferentes para construir essa norma, criando pela primeira vez uma base comum de comparação”, destacou. Mesmo com a padronização, o engenheiro ressalta que o teste de eletroluminescência não substitui os demais ensaios de qualidade  previstos na norma internacional IEC 61215 , que avalia a durabilidade e o desempenho dos módulos em condições reais. “O ensaio de EL ajuda a identificar problemas como trincas e defeitos de soldagem, mas não determina a potência real do módulo”, explicou. “Ele deve ser usado em conjunto com outros testes, como o flash test , que mede a potência máxima.” Eletroluminescência não detecta “fake power” Um ponto importante levantado na entrevista foi o mito de que o ensaio de eletroluminescência seria capaz de detectar módulos com potência falsa , conhecidos como “fake power”  — produtos que trazem na etiqueta uma potência superior à real. “O teste de EL não mede potência. Ele pode indicar uniformidade e qualidade, mas não vai dizer se um módulo rotulado como 600 Wp realmente entrega isso. Quem faz essa verificação é o flash test”, esclareceu João. Avanço importante, mas que exige fiscalização A nova norma é vista como um passo significativo para a maturidade do setor solar no Brasil , mas João reforça que apenas a existência de uma norma não é suficiente — é preciso fiscalização e aplicação constante . “Publicar uma norma não resolve o problema por si só. É essencial que haja fiscalização contínua, especialmente junto a distribuidores e integradores que atendem o consumidor final”, alertou. Grandes empreendimentos de geração centralizada , que adquirem milhares de módulos diretamente de fabricantes internacionais, já costumam realizar ensaios de eletroluminescência em amostragem no momento do recebimento. Mas o desafio, segundo o especialista, é estender esse controle para todo o mercado , incluindo pequenas instalações e sistemas residenciais. Um marco para o consumidor e para o mercado Para o setor, a NBR 17258  representa um avanço na proteção do consumidor  e na credibilidade da indústria solar nacional . A Ecori, que tem se destacado como uma das empresas mais ativas na disseminação de conhecimento técnico e combate a práticas desleais, considera a nova norma um passo fundamental rumo a um mercado mais saudável e transparente. “O maior beneficiado é o consumidor, mas toda a cadeia ganha”, afirmou João. “A padronização cria condições mais justas para quem fabrica com qualidade e entrega o que promete.” Caminho para um mercado mais sólido A publicação da NBR 17258 reforça o papel da ABNT  na normatização técnica e do Inmetro  na fiscalização, criando uma base mais sólida para o crescimento sustentável do setor fotovoltaico no Brasil. Com o avanço das normas, da fiscalização e da educação técnica, o país dá mais um passo para consolidar um mercado solar confiável, competitivo e alinhado com as melhores práticas internacionais . Nova norma da ABNT estabelece critérios para inspeção por eletroluminescência em módulos fotovoltaicos e promete mais transparência no mercado solar brasileiro Nova norma da ABNT estabelece critérios para inspeção por eletroluminescência em módulos fotovoltaicos e promete mais transparência no mercado solar brasileiro

  • Fast Track da ANEEL acelera conexão de sistemas solares e abre novas oportunidades para integradores

    Nova regra simplifica o processo de homologação para microgeração solar de até 7,5 kW e promete reduzir burocracias que travavam pequenos projetos residenciais e comerciais. Fast Track da ANEEL acelera conexão de sistemas solares e abre novas oportunidades para integradores Por EnergyChannel A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) colocou em vigor, em julho de 2024, a Resolução Normativa nº 1.098 , que introduziu o chamado Fast Track um procedimento simplificado para a conexão de sistemas fotovoltaicos de microgeração distribuída. A medida representa um avanço importante para o setor solar brasileiro, especialmente para instaladores e consumidores que enfrentavam reprovações devido à inversão de fluxo de potência nas redes. O que muda na prática Com o Fast Track, projetos de até 7,5 kW limite geralmente determinado pela potência dos inversores podem ser conectados à rede sem necessidade de análise de fluxo reverso. Essa dispensa elimina uma das etapas mais burocráticas do processo, acelerando a homologação  de pequenos sistemas residenciais e comerciais voltados ao autoconsumo. Na prática, o consumidor interessado deve apenas formalizar a adesão junto à concessionária , assinando o termo padronizado pela ANEEL. A nova modalidade é exclusiva para sistemas de geração e consumo no mesmo ponto de conexão , ou seja, não permite o envio de créditos para outras unidades consumidoras. Menos barreiras, mais agilidade Antes da criação do Fast Track, diversos projetos de microgeração eram reprovados por apresentarem risco de inversão de fluxo de potência , situação em que o excesso de energia gerada poderia retornar à rede. Agora, esse tipo de análise deixa de ser um obstáculo para quem busca investir em energia solar para consumo próprio. Segundo especialistas do setor, a medida reduz custos, tempo e incertezas , contribuindo para a expansão da geração distribuída e para o fortalecimento de pequenas empresas integradoras. Como otimizar a performance dentro do limite Mesmo com a limitação de 7,5 kW, há espaço para melhorar o desempenho energético  dos sistemas enquadrados no Fast Track. Técnicos recomendam trabalhar com um overload de 20% a 25% , estratégia que aumenta a geração total sem comprometer a segurança ou o desempenho dos inversores. Exemplo de inovação no mercado Entre as soluções que se adaptam perfeitamente ao novo modelo está o SolarUnit , um sistema integrado que combina microinversores de 1,5 kW com módulos fotovoltaicos full-screen de 610 Wp.Com cinco unidades, o sistema atinge 9,15 kWp instalados , mas mantém os inversores dentro do limite exigido de 7,5 kW configuração ideal para operar no Fast Track. Essa combinação alia eficiência, facilidade de aprovação e alta performance , tornando-se uma alternativa estratégica para integradores que desejam oferecer projetos competitivos e dentro das novas regras da ANEEL. Um impulso à democratização da energia solar O Fast Track chega em um momento de amadurecimento do mercado solar no Brasil, oferecendo um caminho mais acessível e rápido para quem busca gerar sua própria energia .Com a eliminação de etapas burocráticas e a simplificação do processo de conexão, a expectativa é que o número de sistemas de pequeno porte cresça ainda mais, impulsionando a transição energética em escala local . Fast Track da ANEEL acelera conexão de sistemas solares e abre novas oportunidades para integradores

  • Valmont Solar aposta no retrofit de trackers e projeta boom de modernização em usinas solares no Brasil até 2030

    Pioneira no fornecimento de rastreadores solares no país, a Valmont antecipa um novo ciclo de crescimento no setor fotovoltaico brasileiro, impulsionado pela repotenciação e pela atualização tecnológica de usinas mais antigas. Imagem ilustrativa IA: Valmont Solar aposta no retrofit de trackers e projeta boom de modernização em usinas solares no Brasil até 2030 O setor solar brasileiro começa a se preparar para uma nova fase de expansão não pela construção de novas usinas, mas pela modernização das que já existem. A Valmont Solar , uma das principais fornecedoras globais de rastreadores solares (trackers), aposta no retrofit  como o próximo grande movimento do mercado nacional, capaz de gerar um novo ciclo de investimentos e ganhos de eficiência para o setor. “O Brasil viveu uma explosão de instalações entre 2018 e 2020. Agora, esse ciclo começa a amadurecer e as usinas instaladas nessa época já se aproximam do ponto em que o retrofit passa a fazer sentido técnico e econômico”, afirma Ramon Gomes , diretor regional da Valmont Solar , em entrevista ao EnergyChannel . Da expansão à modernização: o novo momento da energia solar A Valmont Solar, braço da multinacional americana Valmont Industries , iniciou suas operações no mercado solar brasileiro em 2014 e acumula mais de uma década de experiência no fornecimento de rastreadores de eixo único equipamentos responsáveis por movimentar os módulos solares ao longo do dia, acompanhando o sol e aumentando a geração de energia. Agora, a empresa volta suas atenções para o retrofit de estruturas e trackers , uma estratégia já consolidada em mercados maduros como Europa e Estados Unidos. Segundo Gomes, o Brasil deverá seguir o mesmo caminho nos próximos anos. “Na Europa, o retrofit de trackers já representa um mercado de cerca de 2 bilhões de euros por ano . Aqui, estimamos que esse movimento poderá movimentar até R$ 1 bilhão até 2030 . Quem se preparar primeiro terá uma grande vantagem competitiva”, destaca o executivo. O que é retrofit solar e por que ele se torna estratégico O retrofit consiste em repotenciar  usinas solares já existentes, substituindo ou atualizando componentes mecânicos e elétricos como motores, sistemas de controle e até as estruturas dos rastreadores para estender a vida útil  dos sistemas e adaptá-los a novas tecnologias , como módulos de maior potência e inversores mais eficientes. “O retrofit é uma resposta natural à evolução tecnológica. Hoje os módulos são muito mais leves, potentes e eficientes. Atualizar as estruturas e os rastreadores é essencial para acompanhar essa transformação e garantir que as usinas antigas continuem competitivas”, explica Gomes. Além de prolongar a durabilidade das plantas, a modernização também melhora a performance e reduz custos de operação e manutenção, permitindo que os proprietários de ativos maximizem a rentabilidade de longo prazo. Experiência global e confiança de mercado Com mais de 75 anos de história e presença em mais de 80 países, a Valmont Industries  é referência mundial em soluções estruturais e de infraestrutura. No setor solar, a Valmont Solar já atua em projetos de grande porte tanto no mercado de geração centralizada (GC)  quanto no mercado de geração distribuída (GD) dois segmentos que, segundo Gomes, tendem a se beneficiar fortemente da onda de retrofit. “A Valmont está pronta para oferecer soluções completas de atualização, combinando engenharia, fabricação local e tecnologia global. Nosso objetivo é ajudar o cliente a extrair o máximo desempenho possível das plantas existentes”, afirma o diretor. O futuro: inteligência, automação e durabilidade O retrofit também está abrindo espaço para a adoção de tecnologias mais inteligentes, como sistemas automatizados de rastreamento  com proteção contra ventos e granizo, sensores meteorológicos e monitoramento remoto em tempo real recursos que já fazem parte das soluções mais recentes da Valmont. “O rastreador solar deixou de ser apenas um equipamento mecânico. Hoje ele integra sensores, software e inteligência de dados. O retrofit é a oportunidade perfeita para levar essas inovações às usinas que ainda operam com sistemas antigos”, observa Gomes. Brasil entra na era do retrofit solar Com a maturação das primeiras usinas instaladas há mais de sete anos, o retrofit desponta como o novo vetor de crescimento do setor fotovoltaico nacional . E, para a Valmont Solar, trata-se de um passo natural na consolidação da energia solar como uma das principais fontes da matriz elétrica brasileira. “Assim como o mercado de instalação cresceu rapidamente, o de retrofit também vai explodir. O futuro da energia solar no Brasil não será apenas instalar mais será modernizar com inteligência ”, conclui Gomes. Valmont Solar aposta no retrofit de trackers e projeta boom de modernização em usinas solares no Brasil até 2030

  • Atlas Renewable assegura US$ 475 milhões para megaprojeto solar com armazenamento no deserto do Atacama

    A Atlas Renewable Energy confirmou a captação de US$ 475 milhões em financiamento  para viabilizar um dos maiores projetos híbridos da América Latina: o Copiapó Solar , empreendimento que integrará 357 MWp de geração fotovoltaica  com 320 MW de capacidade de armazenamento em baterias . O projeto será construído na ensolarada região de Atacama, no Chile , e reforça a tendência de expansão de sistemas híbridos no continente. Atlas Renewable assegura US$ 475 milhões para megaprojeto solar com armazenamento no deserto do Atacama De acordo com a companhia, o parque já possui dois contratos de fornecimento de energia de longo prazo (PPA)  firmados com o Grupo CAP , conglomerado chileno do setor de mineração e siderurgia. Os acordos têm duração de 15 anos  e garantirão energia limpa e estável para as operações industriais do grupo, alinhando-se às metas de descarbonização da empresa. O Copiapó Solar  representa um marco estratégico para a Atlas Renewable, que busca consolidar sua presença na América Latina com projetos de alta complexidade tecnológica. A combinação de geração solar e armazenamento permitirá o fornecimento contínuo de eletricidade, mesmo durante a noite ou em períodos de baixa irradiação um avanço crucial para sistemas elétricos com alta penetração de renováveis. Segundo a empresa, a estrutura de financiamento contou com a participação de bancos internacionais e agências multilaterais de crédito, demonstrando o interesse crescente de investidores em soluções energéticas sustentáveis e de base tecnológica . Com esse projeto, o Chile reforça seu papel de liderança regional em energias renováveis e armazenamento de energia. O país já ultrapassou a marca de 14 GW instalados em fontes limpas e se posiciona como um dos mercados mais promissores da América do Sul para tecnologias híbridas e sistemas de armazenamento em larga escala. O início das obras está previsto para os próximos meses, com entrada em operação comercial estimada para 2027 . Atlas Renewable assegura US$ 475 milhões para megaprojeto solar com armazenamento no deserto do Atacama

  • Austrália se Consolida como Potência Global em Armazenamento de Energia

    Com expansão acelerada, país ultrapassa Reino Unido e assume o terceiro lugar em capacidade de baterias em larga escala Austrália se Consolida como Potência Global em Armazenamento de Energia A Austrália está se afirmando como um dos protagonistas globais no setor de armazenamento de energia. De acordo com dados do mercado, o país agora ocupa a terceira posição mundial em capacidade de baterias para serviços públicos, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Atualmente, o país conta com cerca de 14 GW e 37 GWh  de projetos de armazenamento em andamento ou prestes a ser concluídos, superando o Reino Unido, tradicionalmente forte no setor. O crescimento expressivo reflete a combinação de políticas de incentivo à energia limpa, avanço tecnológico e forte interesse do setor privado em soluções de armazenamento em larga escala. Especialistas apontam que essa expansão é estratégica para o país, que busca garantir estabilidade da rede elétrica  em um contexto de crescente participação de fontes renováveis, como solar e eólica. As baterias de grande porte permitem armazenar energia gerada em períodos de alta produção e liberá-la quando a demanda aumenta, reduzindo riscos de apagões e otimizando o uso da energia limpa. O mercado australiano também se beneficia de investimentos robustos em inovação e infraestrutura, além de um ambiente regulatório que favorece a integração de novas tecnologias ao sistema elétrico. Analistas estimam que, nos próximos anos, o país pode ultrapassar o patamar de 50 GWh  de capacidade instalada, consolidando sua posição como referência global em armazenamento energético. A ascensão da Austrália no ranking mundial evidencia a crescente importância do armazenamento de energia como ferramenta crucial para a transição energética. À medida que a demanda por confiabilidade e flexibilidade cresce, o país surge como um modelo de desenvolvimento de baterias em escala nacional. Austrália se Consolida como Potência Global em Armazenamento de Energia

  • Investidores Globais Buscam Ouro: Fundos Ligados ao Metal Batem Recorde de US$ 472 Bilhões

    O ouro voltou a brilhar no radar de investidores globais. Fundos atrelados ao metal precioso atingiram um valor recorde de US$ 472 bilhões, segundo dados recentes do mercado financeiro. A marca histórica reflete a crescente busca por proteção contra a volatilidade econômica, inflação e instabilidades geopolíticas. Investidores Globais Buscam Ouro: Fundos Ligados ao Metal Batem Recorde de US$ 472 Bilhões Nos últimos anos, o ouro tem se consolidado como porto seguro em momentos de incerteza. Analistas destacam que, mesmo com mercados acionários em recuperação, investidores continuam a diversificar suas carteiras incluindo ativos tangíveis e tradicionalmente resistentes a crises. “Estamos vivendo uma era de volatilidade elevada, e o ouro se torna um componente estratégico para preservação de capital. Este recorde confirma que o metal ainda é altamente valorizado como hedge contra riscos globais”, afirma Maria López, especialista em investimentos de commodities. A crescente demanda também é impulsionada por políticas monetárias expansivas de bancos centrais, que mantêm juros baixos, tornando ativos de renda fixa menos atrativos. Além disso, tensões internacionais recentes e pressões inflacionárias reforçam o apelo do ouro como proteção contra perdas em moedas fiduciárias. Apesar da valorização, especialistas alertam que investimentos em fundos de ouro não são isentos de riscos. Flutuações no preço do metal, variações cambiais e movimentos especulativos podem impactar retornos, mesmo em períodos de recorde histórico. Com a marca de US$ 472 bilhões, o ouro volta a destacar seu papel central na diversificação de portfólios globais, lembrando que, em um cenário econômico instável, os investidores continuam a buscar segurança em ativos tangíveis e consolidados. Investidores Globais Buscam Ouro: Fundos Ligados ao Metal Batem Recorde de US$ 472 Bilhões

  • Aterramento em Sistemas Fotovoltaicos: Segurança e Eficiência na Geração de Energia Solar

    Com o crescimento acelerado da energia solar no Brasil, a proteção de sistemas fotovoltaicos deixou de ser apenas recomendação e se tornou uma exigência para garantir segurança e desempenho. O aterramento correto surge como um componente essencial, prevenindo acidentes elétricos e preservando equipamentos contra descargas atmosféricas e surtos de tensão. Por que o aterramento é indispensável? O sistema fotovoltaico, quando exposto a condições climáticas adversas ou falhas elétricas, pode se tornar um risco tanto para os moradores quanto para os próprios módulos solares e inversores. Um aterramento bem planejado atua como barreira, desviando correntes perigosas de forma segura para o solo, reduzindo o risco de choques elétricos, incêndios e danos aos equipamentos. Benefícios práticos do aterramento correto Além da proteção física, sistemas devidamente aterrados garantem maior eficiência operacional e maior vida útil dos componentes. Eles também ajudam a evitar interrupções na geração de energia, diminuindo perdas financeiras e garantindo a confiabilidade do sistema. Aprendizado e capacitação Para profissionais e instaladores, entender a técnica de aterramento em sistemas fotovoltaicos é essencial. Apostilas e treinamentos especializados ensinam desde os conceitos básicos até as práticas mais avançadas, incluindo normas de segurança e procedimentos de inspeção periódica. No contexto atual do setor solar, dominar essas práticas é um diferencial competitivo. Empresas e técnicos capacitados não apenas entregam sistemas mais seguros, mas também agregam valor aos projetos e oferecem tranquilidade aos clientes. Indicação do dia EnergyChannel:  Se você atua no setor solar ou pretende investir em energia fotovoltaica, garantir que o sistema esteja corretamente aterrado é fundamental. Conheça materiais educativos e treinamentos especializados para elevar a segurança e eficiência do seu projeto . Aterramento em Sistemas Fotovoltaicos: Segurança e Eficiência na Geração de Energia Solar Link para a Apostila de Aterramento; https://go.hotmart.com/R102488915J

  • MultiCOP: Conferência paralela à COP30 abre inscrições para que comunidades indígenas e movimentos sociais discutam sustentabilidade e clima

    A  MultiCOP , conferência online e gratuita que acontece paralelamente à COP30, aceita inscrições até 31 de outubro para participar da Conferência Internacional e Exposição Multimodal deste ano. O evento acontecerá de 11 a 20 de novembro, de forma remota e em Satélites Hubs em Londres, Dourados (MS) e Belém (PA). MultiCOP: Conferência paralela à COP30 abre inscrições para que comunidades indígenas e movimentos sociais discutam sustentabilidade e clima   Em resposta ao Mutirão oficial da COP30, o evento convida comunidades indígenas, líderes comunitários, organizações não governamentais (ONGs), pesquisadores acadêmicos, profissionais das artes e da criatividade, indústrias de inovação, curadores de museus e profissionais de diversas áreas de especialização a contribuir para os debates globais sobre a crise planetária e diversas estratégias de ação climática.    Para se inscrever, os representantes podem compartilhar palestras, artigos de pesquisa, mesas redondas, filmes, exposições criativas, desfiles de moda, cerimônias rituais, apresentações musicais, experiências interativas, apresentações multimídia, contação de histórias, visualizações de dados, sessões de pitching, leituras de poesia, workshops, hackathons e outras formas de conhecimento multimodal.  Os representantes podem gravar sua contribuição em formato de vídeo e enviá-la no formulário de inscrição no  Acesso Comunitário , caso façam parte desta área ou de grupos indígenas. Para instituições culturais, pesquisadores, empresas, entre outros, os interessados podem acessar o formulário de acesso geral disponível  neste link . O evento fornecerá tradutores para apoiar todas as sessões em português, espanhol e inglês, e tem como objetivo garantir que as línguas indígenas também sejam traduzidas.  Este espaço internacional de diálogo será ancorado por centros físicos que facilitarão o envolvimento com universidades em todo o mundo. Um MultiCOP Hub presencial na University College London (UCL) sediará eventos híbridos, transmitindo as principais negociações de Belém para análise em tempo real e mobilização das comunidades locais. Além disso, a Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) sediará um segundo MultiCOP Hub em Dourados.  Informações importantes:  Inscreva-se em:  Formulário de inscrição ( acesso comunitário ) ou Formulário de inscrição ( acesso geral ) Prazo:  sexta-feira, 31 de outubro de 2025.   Sobre a MultiCOP  A  MultiCOP , uma conferência internacional online, faz parte da COP30 Global Mutirão e é formalmente reconhecida como um evento paralelo oficial da COP30. A conferência garante que povos indígenas, comunidades, detentores de conhecimento ecológico tradicional e diferentes áreas de pesquisa acadêmica e campos de prática criativa participem desse apelo global por ação climática, reunindo-se para cultivar coletivamente diversos futuros planetários. Para mais informações, entre em contato com:  multicop@sherlockcomms.com    MultiCOP: Conferência paralela à COP30 abre inscrições para que comunidades indígenas e movimentos sociais discutam sustentabilidade e clima

  • Tecnologia BIPV da GoodWe transforma silos de grãos em geradores solares

    INOVAÇÃO NO CAMPO Com déficit de armazenagem e custos crescentes de energia, o agronegócio aposta em soluções fotovoltaicas integradas à construção para gerar economia e sustentabilidade Tecnologia BIPV da GoodWe transforma silos de grãos em geradores solares O Brasil colheu mais uma supersafra neste ano, com estimativa de 345,2 milhões de toneladas de grãos, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Mas, mesmo com números animadores, a capacidade estática de armazenagem do país permanece em 210,1 milhões de toneladas, deixando um déficit de 135,1 milhões de toneladas e pressionando o setor a buscar soluções inovadoras. Nesse cenário, a chinesa GoodWe, fabricante de inversores solares e sistemas de armazenamento de energia, aposta na tecnologia BIPV (Building Integrated Photovoltaics) para integrar energia solar diretamente à construção de silos e armazéns de grãos. Ao contrário dos painéis fotovoltaicos tradicionais, os sistemas BIPV são incorporados ao próprio envelope da edificação, servindo tanto à geração de energia quanto à função estrutural, o que reduz materiais adicionais, impactos ambientais e gastos com eletricidade. Tecnologia BIPV da GoodWe transforma silos de grãos em geradores solares Os módulos BIPV Galaxy Series possuem alta resistência a impactos e podem ser aplicados sem perfuração, tornando-os ideais para estruturas com baixa capacidade de carga ou impermeabilização sensível. No agronegócio, a energia solar já é uma alternativa consolidada para secagem e armazenagem de grãos. De acordo com mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), atualmente, os sistemas fotovoltaicos no agronegócio possuem 5,4 gigawatts de potência instalada, que representam mais de 13% de toda a capacidade utilizada na geração própria solar pelos consumidores residenciais, rurais, comerciais, industriais e públicos. São mais de 305 mil propriedades rurais abastecidas pela tecnologia fotovoltaica no Brasil. “A integração da tecnologia BIPV aos silos e armazéns de grãos não é apenas uma inovação, é uma estratégia inteligente para o agronegócio. Além de reduzir custos com energia, esses sistemas permitem que cada propriedade produza sua própria energia limpa, com retorno rápido do investimento e menor impacto ambiental. Nosso objetivo é oferecer soluções práticas e escaláveis que ajudem os produtores a acompanhar o crescimento da produção sem comprometer a eficiência ou a sustentabilidade”, afirma o gerente Comercial e de Desenvolvimento de Mercado da GoodWe, Rafael Carvalho. Além da eficiência energética, os sistemas BIPV contribuem para a descarbonização das cidades, transformando edificações passivas em geradoras de energia e alinhando projetos arquitetônicos às metas de sustentabilidade. Para o agronegócio brasileiro, que enfrenta desafios de armazenagem e custos operacionais elevados, essa tecnologia representa uma solução estratégica capaz de gerar economia, reduzir impactos ambientais e aumentar a competitividade. Com uma década de experiência e portfólio abrangente, a GoodWe busca expandir sua atuação no Brasil, atendendo desde projetos residenciais e comerciais até grandes silos e armazéns agrícolas. “O mercado de agronegócio é muito importante e tem grande necessidade de energia confiável. Nossa solução consegue atender a essa demanda, e acreditamos que o setor vai crescer significativamente nos próximos anos”, conclui Rafael Carvalho. Sobre a GoodWe A GoodWe é uma empresa líder mundial em soluções de energia solar, dedicada ao fornecimento de inversores solares inovadores e confiáveis para atender às diversas demandas do mercado fotovoltaico. Com mais de 5.000 colaboradores em mais de 100 países, a GoodWe foi reconhecida como fabricante global TIER 1 de inversores pela BloombergNEF (BNEF) em 2025. A empresa já entregou mais de 2 milhões de inversores e instalou 100 GW em mais de 100 países e regiões. Reconhecida com sete prêmios consecutivos "All Quality Matters" da TÜV Alemanha, a GoodWe lidera consistentemente em qualidade de produto. Seu portfólio completo de soluções para sistemas fotovoltaicos residenciais, comerciais e de grande escala garante alta performance, segurança e confiabilidade. Tecnologia BIPV da GoodWe transforma silos de grãos em geradores solares Para mais informações, acesse:  br.goodwe.com Tecnologia BIPV da GoodWe transforma silos de grãos em geradores solares

  • Dado vivo: a nova lógica das utilities

    Por: Paulo Quaresma, Account Manager MultiSector Hybrid Cloud & Data Analytics & AI da Logicalis Dado vivo: a nova lógica das utilities Nas redes sociais e nos debates corporativos, os dados já não são mais vistos como algo estático, guardado em relatórios que chegam com atraso, mas sim como um ativo vivo, que nasce, circula e perde valor em questão de minutos. Essa é a lógica que o setor de utilities precisa adotar se quiser acompanhar o ritmo de uma rede elétrica, de água ou de gás que já não se comporta como antigamente. O cliente de hoje não quer saber o que aconteceu no mês passado, ele espera transparência quase em tempo real quando ocorre uma interrupção e, o regulador também. A rede, antes previsível, ficou mais complexa e marcada por geração distribuída, picos de consumo inesperados e eventos climáticos extremos. O custo de esperar é alto, caminhões enviados sem prioridade, visitas improdutivas, faturamento impreciso e clientes frustrados. A boa notícia é que a tecnologia já permite mudar esse jogo. Em um cenário cada vez mais dinâmico e competitivo, decisões precisam ser tomadas com agilidade e precisão. Não basta mais olhar pelo retrovisor, é essencial enxergar o que está acontecendo agora. A transformação digital deixou de ser promessa e passou a ser ferramenta concreta para antecipar problemas, otimizar recursos e garantir vantagem estratégica. E dois pilares estão no centro dessa virada: o monitoramento contínuo dos dados e a inteligência artificial aplicada diretamente aos processos. Aqui entra o Data Analytics em fluxo, que é, na prática, menos “planilha do mês passado”, e mais painel do agora. O desafio é monitorar interrupções, oscilações e alertas como um ‘marcapasso’ da operação, para que o dado chegue a tempo de orientar a tomada de decisão. Para isso, é essencial incluir IA dentro do processo, com modelos de inteligência alimentados com dados frescos, afinal, IA sem dados vivos vira um palpite caro. Por fim, para ganhar tempo e velocidade, aplicamos Hybrid Cloud com processamento na borda, com o trabalho próximo a origem, na nuvem e com capacidade para escalar, governar e compartilhar. Essa convergência não é discurso futurista, é agenda prática para os próximos 12 meses. Para o decisores do setor, cinco decisões podem acelerar essa virada: Escolha três fluxos críticos para operar “ao vivo”:  interrupções, perdas e geração distribuída são ótimos pontos de partida. Trate a medição como um produto de dados:    quem é o dono, que qualidade esperamos, por quanto tempo guardamos e quando descartamos. Comprove valor rápido:  com dois casos de IA com payback curto (priorização de equipes e perdas não técnicas). Transparência com o cliente:   comunicação proativa durante eventos, com status e previsão de restabelecimento em tempo real. Reduz chamadas e aumenta confiança. Governança simples e prática (LGPD):  Coletar o necessário, registrar quem usou, por que e descartar o que não gera valor. E como mostrar resultados? As métricas precisam falar a língua do CFO. Menor tempo de restabelecimento, previsibilidade confiável, menos chamadas no call center, redução de perdas não técnicas, OPEX mais baixo e clientes mais satisfeitos nos canais digitais. No fim das contas, “dados vivos” não são um projeto de TI. São infraestrutura de decisão. Quando Analytics em fluxo, IA no processo e Hybrid Cloud trabalham juntos, o resultado é a diferença entre reagir 30 dias depois e agir no tempo real do negócio. É o que garante menos perdas, redes mais estáveis e clientes mais bem atendidos. E para amanhã, a pergunta que fica aos líderes de utilities é direta:  Qual é o primeiro fluxo da sua operação que você vai transformar em dado vivo? Dado vivo: a nova lógica das utilities

  • Danfoss aponta caminhos para um futuro mais sustentável na indústria de alimentos e bebidas

    Tecnologias de alta eficiência e refrigerantes de baixo GWP impulsionam a descarbonização de um dos setores mais intensivos em energia Danfoss aponta caminhos para um futuro mais sustentável na indústria de alimentos e bebidas A produção de alimentos e bebidas é uma das atividades industriais mais intensivas em energia do mundo. Segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos, o setor responde por 6% das emissões industriais globais, e dois terços desse consumo estão diretamente relacionados aos processos de fabricação. Em escala global, estima-se que a indústria seja responsável por cerca de 30% do consumo total de energia, de acordo com as Nações Unidas. Diante da crescente pressão para reduzir emissões de gases de efeito estufa e aumentar a eficiência energética, fabricantes de alimentos e bebidas em todo o mundo estão acelerando a adoção de tecnologias mais limpas e o uso de refrigerantes de baixo potencial de aquecimento global (GWP). Essa transição é essencial para o cumprimento das metas climáticas globais e para a construção de um futuro mais sustentável para a cadeia de valor da alimentação. Para Torben Funder-Kristensen, chefe de conformidade de produtos e padronização da Danfoss Climate Solutions, a mudança já está em curso: “O processamento de alimentos exige uma ampla gama de temperaturas, dependendo do produto. Processos como fervura e fermentação requerem água quente, enquanto a produção de alimentos congelados, como sorvetes, demanda temperaturas extremamente baixas. Em todos os casos, é essencial manter o controle preciso da temperatura, e isso depende diretamente do uso do refrigerante adequado, com a carga correta para cada sistema”, explica. Com a redução gradual dos HFCs (hidrofluorcarbonetos), regulamentada em diversos países, o setor tem buscado alternativas de baixo GWP, como amônia (NH₃), dióxido de carbono (CO₂) e novas misturas de HFO/HFC. Segundo o executivo, a escolha do refrigerante deve considerar não apenas o impacto ambiental, mas também a segurança operacional e a compatibilidade com o sistema existente. “Migrar para refrigerantes de baixo GWP pode significar um retrofit dos equipamentos atuais ou, em alguns casos, a instalação de sistemas totalmente novos. Cada aplicação, seja de aquecimento, refrigeração ou recuperação de calor, requer uma análise técnica cuidadosa para garantir desempenho e eficiência”, complementa Funder-Kristensen. A Danfoss tem investido globalmente no desenvolvimento de soluções que apoiem essa transição, combinando eficiência energética, redução de emissões e desempenho operacional. A empresa oferece uma ampla gama de compressores, válvulas, trocadores de calor e controles projetados para operar com refrigerantes naturais e de baixo GWP, contribuindo para a descarbonização das operações de refrigeração industrial e de processamento de alimentos. “ Nosso papel é apoiar os fabricantes na jornada rumo à sustentabilidade, oferecendo tecnologias que não apenas atendam às regulamentações, mas também tornem seus processos mais eficientes e competitivos”,  conclui Funder-Kristensen. Para saber mais sobre este e outros temas ligados à inovação e eficiência energética, acesse a nova edição da revista Solutions para as Américas da Danfoss, disponível em:  https://www.danfoss.com/pt-br/about-danfoss/news-and-events/solutions-magazine/ . Danfoss aponta caminhos para um futuro mais sustentável na indústria de alimentos e bebidas

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