Publicidade
Resultados da busca
Buscar neste site
3690 resultados encontrados com uma busca vazia
- Brasil lança o primeiro iate movido a hidrogênio verde do mundo e inaugura nova era na navegação sustentável
Na COP30, projeto brasileiro JAQ Hidrogênio promete revolucionar o transporte marítimo global com embarcações autossuficientes em energia limpa. Brasil lança o primeiro iate movido a hidrogênio verde do mundo e inaugura nova era na navegação sustentável Matéria original para o EnergyChannel: O Brasil está prestes a entrar para a história da transição energética mundial. Durante a COP30, o Grupo Náutica apresentará o JAQ Hidrogênio , uma iniciativa inédita que coloca o país na vanguarda da navegação sustentável e da economia azul . Desenvolvido em parceria com Itaipu Parquetec, GWM, MAN, Artefacto, Heineken e Café Orfeu , o projeto inaugura um novo capítulo para o transporte marítimo movido a hidrogênio verde . O grande destaque será o JAQ H1 , uma embarcação de 36 metros totalmente preparada para operar com energia de hidrogênio da propulsão à hotelaria de bordo. Projetado como um laboratório flutuante de pesquisa e exploração ambiental , o iate combina tecnologia de ponta, design sofisticado e sustentabilidade em um único conceito. Além de servir como vitrine tecnológica, o projeto simboliza o protagonismo brasileiro na corrida global por soluções de baixo carbono. “O JAQ Hidrogênio é mais do que uma embarcação: é um manifesto sobre o futuro da energia limpa aplicada ao transporte marítimo”, afirmam os idealizadores. O Grupo Náutica também revelou que já está em desenvolvimento a segunda fase do programa o JAQ H2 , que promete ser a primeira embarcação do mundo capaz de produzir seu próprio hidrogênio a bordo . Essa inovação representa um passo decisivo rumo à autossuficiência energética e à redução total de emissões no setor náutico. Com o lançamento do JAQ Hidrogênio, o Brasil demonstra ao mundo que o futuro da mobilidade marítima sustentável pode nascer em águas nacionais e que a COP30 será o palco de uma das apresentações mais aguardadas da nova era do hidrogênio verde. Brasil lança o primeiro iate movido a hidrogênio verde do mundo e inaugura nova era na navegação sustentável
- Spirit Energia aposta em gestão estratégica após crescimento de 59% no faturamento
Com crescimento expressivo e aumento de 77% no número de clientes, a empresa reforça estratégia de expansão e inovação no setor de energia elétrica. Spirit Energia aposta em gestão estratégica após crescimento de 59% no faturamento A Spirit Energia, empresa blumenauense referência na assessoria e gestão de contratos no Mercado Livre de Energia, anuncia uma mudança estratégica em sua liderança: Uberto Sprung Neto assume a posição de presidente do Conselho do Grupo Spirit, enquanto o suporte e atendimento passam a ser conduzidos por um colegiado, tendo Tiago Fassbinder como gestor de consumidores, Thiago Henn gestor de vendas e marketing, Fabiano Bratfisch gestor de geradores e Nara Rayane Stuhlert gestora administrativo/financeira. A reorganização reflete o crescimento expressivo da companhia: no primeiro semestre de 2025, a Spirit registrou aumento de 59% no faturamento e expansão de 77% na carteira de clientes em comparação com o mesmo período de 2024. “O crescimento sólido e constante nos permite ampliar nossa presença no Sul do Brasil, reforçando nossa missão de oferecer excelência em resultados e atendimento”, afirma Sprung Neto. Gestão estratégica para o próximo ciclo de crescimento A mudança na liderança vai além de uma simples troca de cargos: reflete a evolução da atuação da Spirit Energia. Enquanto Uberto Sprung Neto concentra-se em decisões estratégicas e inovação, a nova estrutura de atendimento garante que cada área da empresa seja conduzida por profissionais capacitados, mantendo sempre a proximidade e atenção aos clientes. Crescimento sustentável e visão de futuro Desde sua fundação, em 2015, a Spirit Energia se destacou por transformar a relação entre consumidores e fornecedores de energia, promovendo economia, segurança e previsibilidade na conta de luz. Com a expansão registrada nos últimos 12 meses, a empresa reforça seu papel como protagonista no Mercado Livre de Energia, oferecendo soluções estratégicas e personalizadas para empresas de todos os portes. “O crescimento acelerado reflete não apenas nossa capacidade de gestão, mas também a confiança de nossos clientes na Spirit. Seguimos investindo em tecnologia, atendimento e inovação, preparando a companhia para os próximos desafios do setor”, conclui o presidente do Conselho. Com essa reestruturação, a Spirit Energia combina experiência, inovação e proximidade, consolidando-se como referência em gestão de energia elétrica no Brasil e posicionando-se para uma nova etapa de expansão e protagonismo no mercado. Spirit Energia aposta em gestão estratégica após crescimento de 59% no faturamento
- Tecnologia aplicada no setor elétrico também pode ser utilizada no agronegócio brasileiro
Técnicas usadas para monitorar reservatórios e rios podem ser adaptadas para detectar pragas, analisar lavouras e gerir recursos hídricos Tecnologia aplicada no setor elétrico também pode ser utilizada no agronegócio brasileiro As mesmas técnicas de Inteligência Artificial (IA) e Visão Computacional que têm sido aplicadas em projetos de monitoramento ambiental e energético, voltados a reservatórios hidrelétricos, rios e áreas florestais podem ser as grandes aliadas do produtor rural no campo. É o que explica William Cesar Farias, pesquisador do Lactec, um dos maiores centros de pesquisa, tecnologia e inovação do Brasil. Segundo ele, a Visão Computacional – tecnologia que "ensina" máquinas a enxergarem e interpretarem imagens – tem potencial para ser adaptada do setor elétrico para o agronegócio, automatizando tarefas como a detecção precoce de pragas e a análise da saúde das lavouras. "Esses sistemas automatizam tarefas como a identificação de troncos flutuantes e espécies nativas. A mesma tecnologia pode ser direcionada para o monitoramento de lavouras", afirma William Cesar Farias. A automação, segundo o pesquisador, reduz o tempo de resposta e amplia a precisão nas tomadas de decisão, otimizando a gestão de recursos. De olho na plantação A Visão Computacional, uma área da IA, funciona como uma extensão da nossa capacidade de observação. Por meio de algoritmos de deep learning – ou aprendizado profundo –, as máquinas aprendem a reconhecer padrões visuais a partir de milhares de imagens. O processo é semelhante ao usado para identificar macrófitas na água, mas, no campo, o alvo seriam folhas com sinais de doença, pragas ou áreas com deficiência hídrica. "A tecnologia converte dados visuais brutos em informação prática e estratégica", explica o pesquisador. Futuramente, com o desenvolvimento de sistemas mais leves, será possível processar essas informações em tempo real, diretamente no campo, usando câmeras acopladas a tratores ou até drones, sem depender de conexão com a nuvem. Potencial bilionário O salto tecnológico para o Agronegócio se insere em um movimento econômico muito maior. Um estudo global da consultoria PwC, publicado em abril deste ano, projeta que a Inteligência Artificial tem o potencial de adicionar 13 pontos percentuais ao PIB do Brasil até 2035. No mundo, esse incremento pode chegar a 15 pontos percentuais. Contudo, o relatório "Value in Motion" faz um alerta: esse crescimento não é garantido. Está intrinsecamente ligado à adoção responsável da tecnologia e à construção de confiança pela sociedade. Sem isso, o potencial para o Brasil despencaria para apenas 0,6 ponto percentual. A economia global já está se reconfigurando rapidamente. A PwC identificou que US$ 7,1 trilhões em receitas podem mudar de mãos entre empresas em 2025 – no Brasil, esse valor é de US$ 130 bilhões. Sobre o Lactec – O Lactec é um dos maiores centros de pesquisa, tecnologia e inovação do Brasil. Atua fortemente nos mercados de Energia, Saneamento, Meio Ambiente, Indústria e Infraestrutura em todo o ciclo de inovação, desde P&D, ensaios e análises até a execução de processos complexos para o setor de infraestrutura. Há mais de 65 anos, suas soluções e serviços atendem às demandas atuais dos diversos setores produtivos da economia brasileira, como empresas, indústrias e concessionárias de energia. Ao longo da sua história, consolidou-se com a conclusão de mais de 500 projetos. Possui mais de 300 profissionais, entre mestres e doutores, com sólida experiência de mercado. Sua sede administrativa fica em Curitiba, onde estão instaladas outras quatro unidades tecnológicas com ampla infraestrutura de laboratórios para atendimento a diversos segmentos industriais, além da unidade localizada em Salvador-BA. O Lactec é Unidade Embrapii de Inteligência Embarcada e em 2023 tornou-se Future Grid, o Centro de Competência Embrapii em Smart Grid e Eletromobilidade. Tecnologia aplicada no setor elétrico também pode ser utilizada no agronegócio brasileiro
- CIBiogás Conecta Indústria posiciona o biometano como vetor estratégico para a competitividade e transição energética da indústria brasileira
Evento realizado em Curitiba reuniu lideranças empresariais, especialistas e governo para debater soluções em biogás e biometano voltadas à descarbonização e à geração de valor para o setor produtivo CIBiogás Conecta Indústria posiciona o biometano como vetor estratégico para a competitividade e transição energética da indústria brasileira A competitividade industrial e a descarbonização caminham juntas com o avanço do biogás e do biometano no Brasil. Essa foi a principal mensagem do CIBiogás Conecta Indústria, evento realizado nesta terça-feira (28) na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba. Com realização do Centro Internacional de Energias Renováveis e Biogás (CIBiogás), apoio institucional da Fiep e patrocínio do Sistema Faep, Compagas e BRDE, o encontro reuniu lideranças públicas, especialistas, empresários e representantes de instituições do setor para discutir como transformar resíduos em energia, inovação e economia circular. Para o presidente do CIBiogás, Felipe Marques, o biogás deve ser encarado como fator estratégico e de geração de valor: “ As indústrias estão entendendo que o biogás fortalece o negócio principal, gera segurança energética e contribui para metas ambientais”. Ele destacou que a indústria nacional concentra 167 plantas de biogás em operação, com uma produção total de 974 milhões de Nm³ por ano, sendo que 26 unidades de grande porte respondem por mais de 75% do volume gerado. A distribuição por porte mostra ainda que 87 plantas de médio porte produzem 214 milhões de Nm³/ano (22%), enquanto 54 unidades de pequeno porte geram apenas 2,6% do total. “Esses dados reforçam a maturidade do setor e o papel central que o biogás já ocupa na transição energética e na competitividade da indústria brasileira”, afirmou. Na abertura, o presidente do Conselho de Administração do CIBiogás e conselheiro da Compagas, Rafael Lamastra, destacou o novo posicionamento da instituição diante das demandas do mercado: “Somos uma entidade com mais de 15 anos de atuação, historicamente voltada à pesquisa e à inovação. A partir de 2023 passamos a olhar de forma ainda mais próxima para o mercado, fortalecendo parcerias e nos posicionando como protagonistas no avanço do biogás e do biometano no país”. O coordenador do Conselho de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Fiep, Nilo Cini Júnior, reforçou a relevância estratégica do tema: “Este encontro promove conexões relevantes em prol do desenvolvimento tecnológico e da sustentabilidade industrial, tratando de um tema que já é um diferencial competitivo. Eficiência energética, inovação e geração de novos negócios no Paraná estão no centro dessa pauta”. Representando o governo do Estado, o secretário de Desenvolvimento Sustentável (Sedest), Rafael Greca, defendeu a transição para uma nova matriz industrial: “É hora de consolidar uma bioindústria que promova economia circular, preserve nossos solos e mova as cidades com energia limpa. Precisamos substituir as máquinas do século XIX por soluções éticas e sustentáveis, capazes de garantir um futuro mais saudável e competitivo para o Paraná e o Brasil”. Biogás e biometano como ferramentas de competitividade Gustavo Possetti, gerente de pesquisa e inovação da Sanepar, apresentou o potencial energético do setor de saneamento no Paraná, que já opera com três plantas e terá outras sete até 2027. “O biogás é uma oportunidade concreta para transformar resíduos urbanos em energia limpa, contribuindo para metas de descarbonização e para uma economia mais circular”, afirmou. Segundo a ABEGÁS, atualmente o Brasil possui 45 mil quilômetros de rede de distribuição para integrar o biometano/gás natural à demanda. Marcelo Mendonça, presidente da associação, defendeu a integração entre gás natural e biometano na rede de gás como estratégia de transição: “A criação de uma bioindústria regeneradora depende da interconexão entre redes e da complementaridade entre gás natural e biometano. Essa integração é o caminho para a descarbonização, a segurança energética e o fortalecimento da indústria nacional”. Mendonça afirma que é possível aproveitar a infraestrutura com mais de 1.700 postos instalados (criação de programas de descarbonização para veículos pesados e leves), e que o gás natural será o indutor dessa mudança, permitindo o desenvolvimento imediato do mercado para a chegada do biometano. Autoconsumo e eficiência na prática Daiana Gotardo, diretora técnica do CIBiogás, afirmou que o autoconsumo seguirá sendo essencial para reduzir custos e emissões, especialmente em regiões sem rede de gás. “O biometano tende a ganhar ainda mais espaço nos próximos anos, ampliando as oportunidades de uso, desde o abastecimento de frotas até a substituição de combustíveis fósseis em processos industriais”. O painel “Abordagens para Autoconsumo” apresentou experiências de grandes indústrias com geração e uso interno de biogás, com é o caso da Cooperativa Copacol que desde 2015 faz o uso de biodigestores, alimentados por dejetos suínos, lodo de frigorífico e carcaças trituradas, e permitiu alcançar 80% de autossuficiência elétrica nas granjas. “Biogás é um ser vivo. Exige cuidado, técnica e acompanhamento diário. Quando funciona bem, gera economia e reduz custos de resíduos”, explicou Celso Brasil, gerente de Meio Ambiente da cooperativa. Na Frimesa, o projeto de Medianeira (PR) substitui GLP por biogás no processo de chamuscagem dos suínos, gerando uma economia de R$ 1,7 milhão por ano. “Um projeto verde precisa fechar no verde, e o da Frimesa fecha. Além do retorno econômico, ele traz ganhos ambientais e inspira novos investimentos”, afirmou Flávio Gross, analista ambiental da empresa. A diretora de Estratégias de Mercado e Inovação do CIBiogás, Aline Scarpetta, foi enfática ao afirmar que “o biometano é o combustível do presente, e não apenas do futuro”. Para ela, a valorização ambiental do biometano é chave para impulsionar o setor: “Os benefícios fiscais aplicados aos combustíveis fósseis não podem ser superiores aos dos combustíveis renováveis”. Durante o debate sobre aquisição de biometano, especialistas abordaram temas como a logística, contratos, certificações e tributação. Wanius Medeiros Camargo, da Logás, chamou a atenção para a importância da logística: “É com planejamento e integração que o setor vai conseguir escalar a oferta e consolidar o biometano como energia de baixo carbono”. CIBiogás Conecta Indústria posiciona o biometano como vetor estratégico para a competitividade e transição energética da indústria brasileira
- Standard Solar amplia presença em Illinois com novo projeto comunitário de energia solar
A aquisição de usina de 6,3 MW reforça a estratégia da companhia para acelerar implantação de projetos e ampliar o acesso à energia limpa nos Estados Unidos Standard Solar amplia presença em Illinois com novo projeto comunitário de energia solar A Standard Solar, uma das principais desenvolvedoras e operadoras de sistemas solares comerciais e comunitários dos Estados Unidos, anunciou a aquisição do projeto Plaines II West Community Solar Garden , de 6,3 megawatts (MW) , localizado em Channahon, Illinois . O empreendimento, desenvolvido pela Calvert Energy , marca mais um passo na expansão do portfólio de energia comunitária da empresa no estado e em todo o país. O novo sistema fotovoltaico instalado em estrutura de rastreamento solar de eixo único deve gerar cerca de 9,9 gigawatts-hora (GWh) de energia limpa em seu primeiro ano de operação, o suficiente para abastecer aproximadamente 1.000 residências no estado. A Standard Solar será responsável pela propriedade e operação de longo prazo do projeto, garantindo estabilidade e benefícios contínuos para a comunidade local. Segundo John Finnerty , diretor de desenvolvimento de negócios da Standard Solar, a companhia tem utilizado uma estratégia de “safe harbor” , ou reserva antecipada de módulos solares, que permite acelerar a execução dos projetos e aproveitar incentivos federais com maior eficiência. “Essa abordagem nos dá agilidade para transformar oportunidades de desenvolvimento em ativos operacionais com rapidez, entregando energia limpa e valor real para nossos parceiros e comunidades”, destacou Finnerty. Para a Calvert Energy , responsável pelo desenvolvimento inicial do projeto, a parceria reforça a importância da colaboração entre empresas especializadas no avanço da transição energética. “A Standard Solar é o parceiro ideal para garantir o sucesso de longo prazo do Plaines II West, oferecendo energia renovável confiável para residências e empresas em Illinois”, afirmou Brian Quinlan , CEO da Calvert Energy. Com o novo ativo, o portfólio de energia comunitária da Standard Solar em Illinois passa a incluir mais de 12 projetos , totalizando mais de 30 MW de capacidade instalada. Em escala nacional, a empresa administra quase 500 MW em sistemas solares comunitários em operação ou em construção, consolidando-se como uma das principais forças no mercado solar dos EUA . Além de gerar benefícios ambientais, o projeto Plaines II West permitirá que moradores e empresas locais possam se inscrever para receber energia solar a preços reduzidos , sem necessidade de instalar painéis em suas próprias propriedades um modelo que tem impulsionado a democratização da energia limpa no país. “Parcerias como essa mostram o poder da colaboração para tornar a energia solar acessível e tangível para mais pessoas”, concluiu Finnerty. Sobre a Standard Solar Fundada há duas décadas e com sede em Rockville, Maryland , a Standard Solar é reconhecida por sua atuação em desenvolvimento, financiamento e operação de sistemas solares comerciais e comunitários em todo o território norte-americano. A empresa integra o portfólio da Brookfield , um dos maiores grupos globais de investimento em energia renovável e ativos de transição climática. Quer que eu otimize essa matéria para SEO (título, subtítulo e metadescrição com palavras-chave como energia solar comunitária , Illinois , Standard Solar , transição energética nos EUA )? Posso adaptar para o formato do portal EnergyChannel. Standard Solar amplia presença em Illinois com novo projeto comunitário de energia solar
- APSYSTEMS NOMEADA A EMPRESA DE INVERSORES MAIS SAUDÁVEL FINANCEIRAMENTE DO MUNDO PELA SINOVOLTAICS
A APsystems, líder global em eletrônica de potência em nível de módulo (MLPE) e principal fornecedora de soluções de microinversores solares multiplataforma, alcançou a posição nº 1 como fabricante de inversores solares mais saudável financeiramente do mundo, de acordo com a edição de 2025 do Relatório de Classificação de Fabricantes de Inversores da Sinovoltaics. APSYSTEMS NOMEADA A EMPRESA DE INVERSORES MAIS RENTÁVEL DO MUNDO PELA SINOVOLTAICS Esta distinção cobiçada reforça a reputação da APsystems como fornecedora financeiramente sólida, tecnologicamente inovadora e globalmente confiável de eletrônicos para energia solar, e reflete seu crescimento e desempenho constantes ao longo de mais de 15 anos no setor de energia solar. “A classificação como número 1 no mundo pela Sinovoltaics não é apenas uma honra, é uma validação da nossa visão de longo prazo e do nosso compromisso com a excelência”, afirmou Olivier Jacques, presidente global da APsystems. “Construímos a APsystems com base na inovação, solidez financeira, ecossistema relevante para o mercado e estabilidade, fatores que são muito importantes para nossos clientes, parceiros e financiadores.” O relatório da Sinovoltaics avalia a saúde financeira e a viabilidade financeira dos fabricantes globais de inversores utilizando o modelo Altman Z-score, uma fórmula amplamente reconhecida para prever a probabilidade de uma empresa entrar em dificuldades financeiras. A APsystems não só liderou o setor com a pontuação mais alta, como também demonstrou solidez financeira consistente ao longo do período de análise de três anos, de 2022 a 2025. “A viabilidade financeira é fundamental no setor solar”, afirmou o Dr. Zhi-min Ling, cofundador e presidente da APsystems. Os instaladores, EPCs e financiadores precisam ter certeza de que a tecnologia que implementam hoje terá suporte amanhã. Nossos clientes esperam de nós não apenas desempenho e inovação, mas também confiabilidade a longo prazo. Este relatório confirma que a APsystems estará aqui, ano após ano, cumprindo essa promessa.” Entenda a classificação da Sinovoltaics O Relatório de Classificação dos Fabricantes de Inversores da Sinovoltaics é a classificação financeira independente mais completa do setor com relação às empresas de inversores. Por meio do Altman Z-Score, um modelo preditivo que avalia o capital de giro, os lucros retidos, o EBIT, o valor de mercado e as vendas, é avaliada a estabilidade financeira e a probabilidade de sobrevivência de cada fabricante nos próximos 2 a 10 anos. Os fabricantes são classificados em três zonas: “Segura”, “Cinza” e “Em dificuldades”. A APsystems alcançou a Altman Z-Score mais alta, colocando-a firmemente na Zona Segura e distinguindo-a de dezenas de concorrentes em todo o mundo. Um histórico de força e inovação Desde a sua criação no Vale do Silício em 2010, a APsystems expandiu-se para mais de 150 países, com remessas de produtos MLPE superiores a 6 GW (até ao final de 2024) e mais de 590.000 sistemas de microinversores instalados no mundo inteiro. A empresa tem mantido uma rentabilidade consistente e uma reserva de garantia intacta, com milhões de sistemas de microinversores ainda operando de forma confiável em campo mais de uma década após a instalação. Desde sua série de microinversores de módulo duplo DS3, líder em vendas, até sua avançada plataforma comercial trifásica QT2, unidades plug-and-play EZ1 e sistemas de armazenamento de energia APstorage, a APsystems continua a expandir os limites da tecnologia solar, conquistando a confiança de instaladores, distribuidores, proprietários de imóveis e instituições financeiras em todo o mundo. Mais ainda, ao integrar tecnologias de ponta no setor solar e de armazenamento de energia com inovação impulsionada por IA, a empresa está redefinindo o que é possível fazer em soluções energéticas residenciais, comerciais e DIY. APSYSTEMS NOMEADA A EMPRESA DE INVERSORES MAIS SAÚDÁVEL SAUDÁVEL FINANCEIRAMENTE DO MUNDO PELA SINOVOLTAICS
- Cervejaria artesanal de Santos recebe selo Carbono Neutro, o primeiro do Estado de São Paulo
A certificação reconhece que as operações compensaram as emissões de gases de efeito estufa, neutralizando cerca de 32 toneladas de dióxido de carbono Cervejaria artesanal de Santos recebe selo Carbono Neutro, o primeiro do Estado de São Paulo A Santos Cervejeiros é a primeira cervejaria artesanal do Estado de São Paulo a receber o selo Carbono Neutro, certificação que reconhece empresas que compensam integralmente suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) em suas operações. O reconhecimento é resultado de um processo de auditoria conduzido pela AKVO ESG, startup especializada em medição e compensação de carbono, que confirmou a neutralização de aproximadamente 32 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e) geradas pela operação da cervejaria. Processo criterioso de certificação Desde 2024, a Santos Cervejeiros vem adotando um programa contínuo de sustentabilidade, com ações como o reaproveitamento de resíduos orgânicos e grãos de malte para panificação artesanal e compostagem, reduzindo o envio a aterros sanitários. A fábrica também utiliza parte de energia elétrica de fonte solar por assinatura, o que diminui a pegada de carbono de seu processo produtivo. A validação da neutralização das emissões envolveu análise detalhada do consumo de energia, uso de gás e transporte de insumos e resíduos, abrangendo as emissões diretas e indiretas (escopos 1 e 2) e parte das indiretas do transporte (escopo 3). O levantamento comprovou que a empresa compensou integralmente essas emissões por meio de créditos de carbono certificados, atingindo impacto líquido zero. “Ser carbono neutro vai muito além de obter um selo. É a comprovação de que é possível crescer sem perder a essência artesanal e sem abrir mão da responsabilidade ambiental”, afirma Mariana Nogueira, sócia e gerente de marketing da cervejaria. Santos em destaque nacional em sustentabilidade O reconhecimento ocorre em um contexto favorável para a cidade. Segundo levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP), Santos ocupa a primeira posição no ranking nacional de sustentabilidade, entre 404 municípios avaliados com base em indicadores ESG (ambientais, sociais e de governança). Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade, Glaucus Farinello , o selo Carbono Neutro estimula novas ações governamentais. “Precisamos repensar a forma de viver para deixar um legado para as futuras gerações, e é muito gratificante que, aqui em Santos, tenhamos a primeira cervejaria artesanal do Estado de São Paulo a obter esse certificado, que é muito simbólico não somente para a cidade, como também para o planeta como um todo. Isso provoca uma nova onda de reflexão incentivando os pequenos, médios e grandes empreendedores e até políticas públicas para seguir no mesmo caminho”, diz Farinello . Fábio Tatsubô, Diretor do Departamento de Política dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Prefeitura Municipal de Santos , explica que a certificação encaixa com o movimento ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) “A ação de tornar a cervejaria carbono zero faz parte do manifesto ESG das micro e pequenas empresas. É o protagonismo do empreendedor santista estimulando outras empresas a seguirem o mesmo caminho. O produto ganha valorização pelo valor agregado, por isso, é fantástico ter uma cervejaria carbono neutra”, conclui Fábio . O início da Santos Cervejeiros Fundada pelo mestre cervejeiro Jefferson Omelczuk, em parceria com os sócios Wilber Gadi e Mariana Nogueira , a Santos Cervejeiros nasceu com o propósito de unir inovação, autenticidade e experiência sensorial. A produção mensal varia entre 1.800 e 2.000 litros, com maturações de 30 a 40 dias e um portfólio de mais de 20 estilos, entre eles Pilsen, American IPA, Berliner Weisse, Dortmunder, Maibock, Australian Sparkling Ale, Red Rye Ale, Belgian Blond, English Porter e Weiss. Entre as criações mais recentes, destaca-se o chope de vinho branco, o primeiro do tipo produzido no Estado de São Paulo, além da cerveja Maibock, inspirada na primavera alemã, com notas de malte e aroma equilibrado de lúpulo. "Cada ingrediente abre novas possibilidades. Nenhuma receita é apenas técnica; cada criação nasce com propósito e afeto”, explica Wilber Gadi, químico e responsável técnico pela produção. Expansão e novos produtos Com o selo Carbono Neutro, a empresa pretende fortalecer o posicionamento sustentável e ampliar sua distribuição. A partir de dezembro, lançará novas latas temáticas inspiradas em pontos turísticos de Santos, como a Igreja do Embaré, a Cadeia Velha e a orla da praia, combinando referências medievais à identidade visual da marca. A cervejaria também tem ampliado sua presença em eventos corporativos, casamentos e festivais, reforçando sua atuação no segmento premium. “Nosso objetivo é crescer com coerência: manter o artesanal, inovar nos produtos e avançar em sustentabilidade”, concluí Gadi. Sobre a Santos Cervejeiros Fundada em Santos, no litoral paulista, a Santos Cervejeiros é reconhecida por unir autenticidade, inovação e comunidade. Com uma fábrica-bar de temática medieval, integra a Rota da Cerveja Artesanal de Santos e oferece 11 estilos de chope direto dos tanques. A marca carrega o espírito criativo e independente de quem acredita que tradição e inovação podem fermentar juntas. Com o selo Carbono Neutro, transforma sua rebeldia em legado, mostrando que é possível fazer o artesanal com consciência e propósito. Cervejaria artesanal de Santos recebe selo Carbono Neutro, o primeiro do Estado de São Paulo
- Schneider Electric é nomeada líder em integração de armazenamento de energia distribuída
Companhia ocupa o primeiro lugar no ranking de pesquisa da Guidehouse de 2025 para integradores de microrredes; Imagem ilustrativa: Schneider Electric é nomeada líder em integração de armazenamento de energia distribuída Duplo reconhecimento destaca a liderança global da companhia em infraestrutura de energia resiliente e orientada por software A Schneider Electric , líder global em transformação digital de gerenciamento e automação de energia, foi classificada como nº 1 no Guidehouse Research Leaderboard de 2025 para integradores de microrredes e reconhecida como uma das cinco maiores empresas globalmente no Distributed Energy Storage Systems (DESS) Integrators Leaderboard. Os rankings reafirmam a posição da companhia como pioneira global no fornecimento de soluções energéticas resilientes, sustentáveis e escaláveis. Apoiada pela plataforma EcoStruxure™ , a Schneider Electric disponibiliza um conjunto abrangente de soluções de microrrede, incluindo hardware, software e serviços adaptados a diferentes níveis de complexidade, desde sistemas totalmente personalizados até ofertas modulares padronizadas. O EcoStruxure™ Microgrid Flex , por exemplo, oferece sistemas modulares pré-projetados, como o Centro de Controle de Energia, armazenamento de baterias e controladores de microrrede, que são testados para funcionar perfeitamente em conjunto. Essa padronização agiliza a implementação, reduz o tempo de engenharia e acelera o ROI, tornando as microrredes avançadas mais acessíveis e escaláveis. À medida que organizações em todo o mundo enfrentam desafios crescentes, como interrupções na rede elétrica relacionadas ao clima, elevação dos custos de energia e congestionamento da rede elétrica, impulsionados pelo ritmo acelerado da eletrificação, as microrredes passaram a ser essenciais para garantir a disponibilidade, a resiliência e a sustentabilidade da energia. A liderança da Schneider Electric nesse segmento não é apenas reconhecida por analistas do setor, mas também demonstrada por meio de soluções transformadoras adotadas em projetos de clientes. Impacto no mundo real: de vinícolas a aeroportos Na Domaine Carneros, renomada produtora de espumantes premium no coração de Napa Valley, na Califórnia (EUA), a Schneider Electric instalou uma microrrede que mantém a vinícola energizada durante interrupções no fornecimento de energia, assim como diminui os custos de energia e as emissões. O sistema engloba painéis solares, armazenamento em bateria e controles avançados gerenciados pelo software EcoStruxure™. A solução economiza mais de US$ 70.000 por ano, reduz o consumo de combustível do gerador em 70% e produz energia limpa suficiente para abastecer mais de 100 residências, propiciando uma produção de vinho ininterrupta e de alta qualidade. Da mesma forma, no Terminal Um do Aeroporto JFK , em Nova York *EUA), a AlphaStruxure – joint venture entre a Schneider Electric e o Carlyle Group – está construindo uma das maiores microrredes aeroportuárias dos Estados Unidos. Esse sistema inovador fornecerá energia resiliente e de baixo carbono ao terminal, assegurando operações ininterruptas para milhões de passageiros e ajudando o aeroporto a atingir suas ambiciosas metas de sustentabilidade. Esses exemplos do mundo real refletem os pontos fortes destacados nas tabelas de classificação da Guidehouse Research, em que a Schneider Electric obteve a maior pontuação geral de 90,5 para integradores de microrrede, com classificações de destaque em Visão (91,8) e Execução (89,3). “Eventos climáticos extremos, infraestrutura de rede obsoleta e volatilidade global dos preços da energia são uma realidade atual, o que aumenta a pressão sobre as empresas para proporcionar a continuidade do fornecimento de energia, diminuir as emissões e controlar os custos. As microrredes são, portanto, essenciais para as operações”, afirma Khaled Fakhuri, vice-presidente Sênior de Microrredes da Schneider Electric. “O reconhecimento da Guidehouse Research comprova que nossa abordagem atende diretamente às necessidades do mercado de fornecer soluções de energia resilientes e baseadas em software que auxiliem os clientes a se manterem energizados, sustentáveis e preparados para a frequência crescente de interrupções.” A liderança da Schneider Electric está ancorada em sua plataforma EcoStruxure™, que integra hardware, software e serviços para fornecer soluções de microrrede escaláveis e padronizadas. Com mais de 400 microrredes implementadas globalmente, a empresa atende clientes comerciais e industriais, agências governamentais e comunidades remotas. “As microrredes não são mais soluções de nicho; elas estão sendo fundamentais para a forma como a infraestrutura crítica e as operações comerciais gerenciam a energia”, explica Grant Samms, analista de Pesquisa da Guidehouse Research. “À medida que as organizações encaram uma pressão crescente para garantir a continuidade, controlar custos e modernizar sistemas legados, a capacidade de instalar microrredes flexíveis e orientadas por software está transformando a estratégia energética de reativa para resiliente.” Sobre a Schneider Electric A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo eficiência e sustentabilidade ao eletrificar, automatizar e digitalizar indústrias, empresas e residências. Suas tecnologias permitem que edifícios, data centers, fábricas, infraestruturas e redes funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, ampliando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas com inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil funcionários e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo . Schneider Electric é nomeada líder em integração de armazenamento de energia distribuída
- CBA conclui processo de aquisição de participação em ativos de energia eólica da Casa dos Ventos
São Paulo, novembro de 2025 A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) – CBAV3 – anuncia a conclusão da aquisição de participação em ativos de autoprodução de energia eólica, que fazem parte do Complexo Serra do Tigre, detidos pela Casa dos Ventos. O acordo entre as partes cumpriu as condições precedentes, incluindo a aprovação, sem restrições, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). CBA conclui processo de aquisição de participação em ativos de energia eólica da Casa dos Ventos O acordo com a Casa dos Ventos prevê o fornecimento de 60 MWm, com suprimento destinado à Fábrica Alumínio (SP), antecipado para 2025. O Complexo Serra do Tigre fica localizado no Rio Grande do Norte (RN) e a gestão da operação e manutenção dos ativos será de responsabilidade da empresa geradora. Com a conclusão desta transação, a CBA dá mais um passo importante na execução da sua estratégia de competitividade por meio de um portfólio de energia resiliente, diversificado e sustentável, capaz de atender às necessidades de curto, médio e longo prazo da Companhia. Fundada em 1955, a CBA tem uma das mais baixas emissões de gases de efeito estufa na indústria do alumínio, cerca de 4 vezes menores do que a média mundial. Ainda assim, tem como meta reduzir em 40% as emissões até 2030, compreendendo desde a etapa da mineração da bauxita até a fundição. Acordos como esses são um dos principais impulsionadores da matriz renovável brasileira. Com leilões do mercado regulado menos frequentes e com menor tamanho, os contratos de longo prazo entre empresas comprometidas com a descarbonização e geradores de energia contribuem para aumentar a participação renovável na matriz elétrica e acelerar a transição energética do país. Sobre a CBA Desde 1955, a CBA - Companhia Brasileira de Alumínio atua de forma integrada, da mineração ao produto final, incluindo a etapa de reciclagem. Com capacidade de gerar 100% da energia consumida por meio de fontes renováveis, a CBA fornece soluções sustentáveis para os mercados de embalagens, transportes, automotivo, construção civil, energia e bens de consumo, além de ser líder em reciclagem de sucata industrial de alumínio. Com a abertura de capital em 2021 (CBAV3), foi a primeira Companhia no segmento a ter ações negociadas na B3 e ingressou na carteira do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial – no seu primeiro ano de elegibilidade. Com receita líquida de R$ 8,2 bilhões em 2024 e R$ 1,4 bilhão de EBITDA ajustado no período, a CBA tem o compromisso de garantir a oferta de alumínio de baixo carbono em parceria com os stakeholders, desenvolvendo as comunidades em que está inserida e promovendo a conservação da biodiversidade. Quer saber mais? Acesse www.cba.com.br Atendimento à Imprensa - CBA - Agência Fato Relevante cba@agenciafr.com.br Ana Claudia Martins – ana.martins@agenciafr.com.br | (15) 99788-0170 Gabriel Ojea – gabriel.ojea@agenciafr.com.br | (13) 99106-8145 Juliana Pedigone – juliana.pedigone@agenciafr.com.br | (11) 99361-4369 Cleide Rodriguez - cleide.rodriguez@agenciafr.com.br | (11) 99935-0102 Fernando Rubino - fernando.rubino@agenciafr.com.br | (11) 98268-2838 Sobre a Casa dos Ventos Somos referência em energia renovável e protagonista na transição energética do Brasil. Com quase duas décadas de atuação, temos conhecimento em todos os elos da cadeia do setor e trabalhamos para que nossos clientes tenham redução de custos e atinjam suas metas de emissão de forma eficiente e sustentável. Para avançar em nossa posição de relevância no setor, possuímos, conjuntamente com empresas do grupo, o maior portfólio de projetos eólicos e solares do País, com mais de 60 GW de projetos desenvolvidos ou em desenvolvimento por empresas do grupo. Somos signatários do Pacto Global da ONU e trabalhamos de forma alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às melhores práticas de ESG; preservamos os biomas locais e desenvolvemos projetos sociais nas comunidades em que estamos presentes, de modo a contribuirmos para impulsionar o Brasil rumo a uma economia de baixo carbono. Conheça os canais oficiais da Casa dos Ventos: www.casadosventos.com.br www.linkedin.com/company/casa-dos-ventos-energias-renov-veis/ www.instagram.com/casadosventos/ Para informações adicionais à imprensa, consulte: SP4 Comunicação Corporativa – Agência de Comunicação da Casa dos Ventos Alessandro da Mata – (11) 99687-4141 – alessandro.damata@sp4com.com.br Lucas Caldini – (15) 98141-1413 – lucas.caldini@sp4com.com.br CBA conclui processo de aquisição de participação em ativos de energia eólica da Casa dos Ventos
- O aquecimento global e o preço da indiferença
O aquecimento global deixou de ser um alerta distante para se tornar o centro das transformações que definem o presente. O aumento da temperatura média da Terra, provocado principalmente pela queima de combustíveis fósseis e pelo desmatamento, tem acelerado de forma preocupante. Desde a Revolução Industrial, a temperatura média global já subiu cerca de 1,5 °C, e os efeitos desse desequilíbrio estão cada vez mais visíveis em todos os continentes e em todos os setores da economia. O aquecimento global e o preço da indiferença O planeta em desequilíbrio Ondas de calor extremas, secas prolongadas, enchentes devastadoras e incêndios florestais não são mais eventos isolados. Eles se tornaram sintomas de um sistema climático que perdeu estabilidade. Em 2024, o mundo registrou recordes históricos de temperatura em mais de 30 países, e a Organização Meteorológica Mundial já alerta que os próximos cinco anos poderão ser os mais quentes da história. Essas mudanças climáticas afetam diretamente a segurança alimentar, a disponibilidade de água, a saúde pública e a infraestrutura urbana. O degelo das calotas polares e o aumento do nível do mar ameaçam cidades costeiras, enquanto a perda de biodiversidade reduz a capacidade dos ecossistemas de regular naturalmente o clima. Impactos econômicos e sociais Os impactos econômicos do aquecimento global já se traduzem em perdas bilionárias anuais. A agricultura, por exemplo, sofre com a redução da produtividade e a escassez hídrica, afetando a oferta de alimentos e elevando preços. O setor energético enfrenta desafios para garantir fornecimento em meio a eventos climáticos extremos. E as empresas precisam lidar com riscos de cadeia de suprimentos, danos a ativos físicos e pressão crescente de investidores e consumidores por práticas sustentáveis. Segundo o relatório The Global Risks Report 2025 do Fórum Econômico Mundial, os riscos ambientais estão entre os cinco maiores desafios globais da próxima década, com potencial de afetar mais vidas e economias do que qualquer crise financeira. No campo social, as consequências são ainda mais profundas: o deslocamento climático já força milhões de pessoas a migrarem anualmente. A desigualdade se amplia, já que os países e comunidades mais pobres são os mais vulneráveis aos efeitos das mudanças do clima, apesar de serem, em tese, os que menos contribuem para o problema. A transição necessária Diante desse cenário, a transição para uma economia de baixo carbono é inevitável e urgente. Não se trata apenas de preservar o planeta, mas de garantir competitividade e sobrevivência. Países e empresas que compreenderam essa nova lógica estão investindo em inovação verde, energia renovável, economia circular e tecnologias limpas. No Brasil, uma das matrizes energéticas mais sustentáveis do mundo oferece uma vantagem estratégica, mas o desafio é ampliar o investimento em inovação climática e em políticas públicas que acelerem a descarbonização da indústria, do transporte e da agricultura. Iniciativas como o Programa MOVER e o Rota 2030 demonstram que é possível alinhar política industrial e sustentabilidade, fortalecendo cadeias produtivas com foco em inovação e transição ecológica. Do discurso à ação O aquecimento global é, antes de tudo, um problema de governança e decisão. Reduzir emissões, proteger florestas, investir em tecnologias limpas e adaptar infraestruturas não são apenas pautas ambientais, são decisões estratégicas. Cada empresa, gestor público e cidadão desempenha um papel fundamental neste processo. Apesar das evidências científicas serem contundentes, ainda existem pessoas e governos que insistem em negar o aquecimento global. O negacionismo climático, muitas vezes sustentado por interesses econômicos, ideológicos ou desinformação, mina o avanço de políticas eficazes e retarda a adoção de soluções urgentes. Essa postura não apenas ignora o consenso de mais de 97% dos cientistas do clima no mundo, como também compromete gerações futuras ao adiar decisões que poderiam mitigar os impactos já em curso. Negar o aquecimento global hoje é o equivalente a fechar os olhos diante de uma enchente. Esta atitude não impede que a água suba, apenas atrasa a resposta que poderia salvar vidas e preservar o planeta. A inação tem um custo alto. A transformação, ainda que desafiadora, pode ser uma oportunidade sem precedentes de reconfigurar economias, gerar empregos verdes e atuar como protagonista na agenda climática global. O Brasil assumirá um papel de destaque ao sediar a conferência 2025 Conference of Parties (COP30), que ocorrerá na cidade de Belém (Pará) de 10 a 21 de novembro de 2025 . O evento reunirá líderes mundiais, negociadores, representantes da sociedade civil e setor privado para discutir ações contra o aquecimento global, redução de emissões e outros temas ambientais. Ser a sede de uma COP na Amazônia dá ao Brasil uma oportunidade singular de vincular a conservação florestal, a bioeconomia e o papel estratégico da região à agenda global de clima, ao mesmo tempo em que expõe desafios logísticos e simbólicos relativos à infraestrutura, inclusão internacional e credibilidade ambiental. Em suma, o futuro será definido não por quanto entendemos o problema, mas por quanto agimos diante dele. O aquecimento global não é uma previsão é o presente que insiste em nos cobrar uma resposta. O aquecimento global e o preço da indiferença
- Saiba quem são os vilões da conta de luz: Especialista aponta os cinco aparelhos que mais consomem energia
Com a alta do preço da energia e a estiagem, entenda como reduzir o consumo doméstico e utilizar os equipamentos de forma mais eficiente pode fazer a diferença Saiba quem são os vilões da conta de luz: Especialista aponta os cinco aparelhos que mais consomem energia Os baixos índices de chuva, que impactam a produção hidrelétrica, têm pressionado o preço da energia no país. Nesse contexto, o uso consciente dos aparelhos domésticos é essencial para manter a conta de luz sob controle. Para Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, alguns cuidados básicos podem ajudar a reduzir o impacto na conta de energia e evitar surpresas no orçamento. O especialista listou os cinco equipamentos que mais consomem energia nas residências brasileiras. São eles: Ar-condicionado - É o grande vilão do verão, responsável por até 40% do consumo de uma residência em períodos mais quentes. “O ideal é manter a temperatura entre 23°C e 25°C, realizar a limpeza periódica dos filtros e optar por modelos com selo Procel A. Usar o aparelho em conjunto com ventiladores também ajuda a reduzir a necessidade de resfriamento extremo”, indica Bourscheidt. Chuveiro elétrico - O chuveiro continua sendo um dos campeões de consumo. “Diminuir o tempo de banho e, quando possível, usar a posição "verão" ajuda a reduzir a carga na conta”, orienta o especialista. Geladeira - Ligada 24 horas por dia, representa de 25% a 30% do gasto mensal de energia. “Evitar abrir a porta com frequência, verificar a borracha de vedação e não colocar alimentos ainda quentes no interior são medidas simples que fazem a diferença”, avalia o executivo. Máquina de lavar roupa - “ Concentrar o uso em ciclos completos, evitar lavar pequenas quantidades e utilizar a função ‘economia de água’ são estratégias que reduzem tanto o gasto energético quanto o hídrico", sugere Bourscheidt. Televisores e eletrônicos em stand-by - Mesmo desligados no controle remoto, aparelhos conectados à tomada continuam consumindo energia. “O hábito de tirar da tomada ou utilizar filtros de linha com interruptor ajuda a cortar esse gasto invisível", lembra o especialista. Como dica extra, Rodrigo destaca a importância da energia solar. “Enquanto a energia elétrica sofre impactos diretos de períodos de estiagem, a geração solar cresce justamente nas estações mais quentes, quando a demanda por eletricidade aumenta. O uso da fonte renovável tem se mostrado uma alternativa importante para aliviar o sistema elétrico nacional e oferecer mais previsibilidade nos gastos”, finaliza o CEO da Energy+. Sobre a Energy+ Fundada em 2019, em Toledo no Paraná (PR), a Energy+ é uma rede de tecnologia em energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída. Figurando entre as 50 maiores empresas do segmento no Brasil, a Energy+ atua desde o desenvolvimento e a construção, até o financiamento e operações da cadeia de energia solar. Saiba quem são os vilões da conta de luz: Especialista aponta os cinco aparelhos que mais consomem energia
- América Latina acelera a energia solar e enfrenta novos desafios climáticos e regulatórios
Projetos bem concebidos evitam emissões de CO₂, reduzem dependência de combustíveis fósseis e contribuem para metas climáticas nacionais. por Diego Silva, diretor Latam da Enertrack Tech 04/11/2025 América Latina acelera a energia solar e enfrenta novos desafios climáticos e regulatórios O sol já deixou de ser promessa para virar realidade energética na América Latina e, em países como Brasil, Chile e Colômbia, essa transformação ganha escala. Entre grandes usinas, parques distribuídos e investimento privado, a região vive uma aceleração notável da energia fotovoltaica. Ao mesmo tempo, equipamentos, estruturas e políticas precisam se adaptar a realidades climáticas extremas e a gargalos regulatórios para que o potencial seja plenamente aproveitado e traduza-se em benefício climático e socioeconômico. No Brasil, a expansão é marcada tanto por grandes projetos quanto por um boom na geração distribuída (telhados e pequenos parques próximos ao consumo). O país vem consolidando sua matriz renovável com forte presença de hidrelétricas e crescimento firme de solar e bioenergia e dados institucionais apontam avanços na penetração das renováveis no mix energético nacional. Esse dinamismo, entretanto, convive com desafios: necessidade de reforço de redes, custo de conexão em áreas remotas e regras que ainda geram incertezas para investidores. No Chile, a combinação de um recurso solar excepcional em regiões como Antofagasta e o desenvolvimento de projetos utility-scale e com armazenamento colocaram o país como referência na região. Em 2024 o Chile adicionou gigawatts de capacidade fotovoltaica e segue atraindo investimentos para projetos de grande porte, inclusive acoplados a baterias, o que melhora a integração com a rede e a previsibilidade da oferta. A Colômbia, que até pouco tempo era vista como tardia na agenda solar, vem acelerando. Em 2024 observou-se forte crescimento de capacidade instalada e empresas locais anunciaram aportes relevantes para ampliar parques solares movimentos que colocam o país como um ator em ascensão na região. Além disso, utilities colombianas já planejam investimentos expressivos em projetos solares para a próxima temporada. Clima e geografia: do deserto à neve, a engenharia responde O mapa climático da América Latina é um fator central na construção e operação de usinas solares. Enquanto o Deserto do Atacama (Chile) oferece raios solares entre os mais intensos do planeta ideal para alta geração outras áreas enfrentam extremos opostos: altitude forte, variações térmicas intensas, neve em regiões andinas, umidade e chuvas persistentes na Amazônia e solo instável em áreas tropicais. Essas condições tornam a logística e a engenharia mais complexas: fundações reforçadas, estruturas com maior tolerância a cargas de vento e neve, painéis e caixas de junção com proteção contra umidade, além de trackers e inversores desenvolvidos para operar em faixas de temperatura e condições extremas. Fabricantes e integradores têm adaptado designs e certificações para tornar equipamentos mais resilientes e reduzir custos operacionais em ambientes adversos. (Observação: há ganhos claros quando se combina tecnologia de ponta com projeto adequado ao microclima local.) Principais entraves que ainda travam projetos Burocracia e licenciamento: trâmites longos e estudos ambientais e de impacto territorial atrasam obras — especialmente para grandes parques e em regiões sensíveis. Integração à rede e capacidade de transmissão: muitas regiões com excelente recurso solar carecem de linhas de transmissão ou subestações com capacidade para levar energia aos centros de consumo. Financiamento e risco regulatório: mudanças de regras, eventuais tarifas de conexão e incertezas em leilões impactam o custo de capital e a atratividade. Custos logísticos e operacionais em áreas remotas: transporte, montagem e manutenção em altitude, frio extremo ou áreas de difícil acesso elevam o Custo Nivelado de Energia (LCOE) efetivo do projeto. Esses pontos são observados por investidores e agências que acompanham o setor. Como os governos podem destravar o setor — medidas concretas Acelerar e simplificar licenças ambientais e de ocupação , com prazos máximos e procedimentos digitais que preservem acesso à justiça ambiental sem paralisar investimentos. Planejar e investir em reforço da transmissão e interconexão regional , priorizando corredores elétricos onde há maior concentração de projetos solares. Modelos de apoio financeiro (garantias, linhas de crédito verdes, mecanismos de seguro de receita) para reduzir o custo de capital, especialmente para projetos que incluam armazenamento ou soluções híbridas com outros geradores renováveis). Políticas de estímulo à inovação e à indústria local : incentivos para fabricação nacional de estruturas, trackers e componentes, estimulando conteúdo local e cadeia produtiva. Mecanismos regulatórios estáveis e previsíveis , com regras claras para leilões, contratos de longo prazo (PPA) e tratamento da geração distribuída, para dar confiança a investidores. Essas ações não só aceleram projetos, mas ampliam empregos e desenvolvimento regional. Mais do que economia: energia solar e sustentabilidade Os benefícios do solar vão além da redução imediata na conta de energia. Projetos bem concebidos evitam emissões de CO₂, reduzem dependência de combustíveis fósseis e contribuem para metas climáticas nacionais. Investimentos em energia renovável projetam um modelo de desenvolvimento com menor impacto atmosférico e melhor qualidade de vida para populações locais sobretudo quando acompanhados por programas de inclusão social, capacitação e investimento em infraestrutura local. Mesmo quando o retorno econômico direto demora, o retorno ambiental e social tem valor permanente: ar mais limpo, menor risco de mudanças climáticas severas e ativos energéticos que duram décadas. O futuro próximo: integração e armazenamento de forma eficiente serão chave À medida que a capacidade solar aumenta, era das soluções pontuais dá lugar a arquiteturas integradas, inteligentes e mais eficientes: usinas com baterias, híbridos solar-eólico, gestão inteligente de demanda e digitalização maximizam a geração de forma eficiente, fazendo mais com menos de forma assertiva para previsão e operação. A tendência global mostra desaceleração relativa em algumas projeções, mas a região latino-americana conserva fatores favoráveis recurso solar, espaço, e interesse de capital doméstico e internacional que podem sustentar crescimento robusto se acompanhados de políticas coerentes. Brasil, Chile e Colômbia exemplificam diferentes ritmos e trajetórias, mas partilham um cenário promissor: recurso abundante, empresas e projetos em expansão, e uma demanda por soluções que casem tecnologia com realidade climática e social. Para que a energia solar deixe de ser apenas uma opção e se torne a espinha dorsal de um futuro com menos CO₂ e mais equidade, é preciso política pública clara, investimentos em rede e armazenamento, e inovação contínua nas estruturas e equipamentos que enfrentam desde a neve andina até o calor dos desertos. Assim, a região poderá transformar sua maior riqueza natural o sol em desenvolvimento durável para milhões. América Latina acelera a energia solar e enfrenta novos desafios climáticos e regulatórios











