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  • Curitiba recebe Fórum Regional de Geração Distribuída e reforça protagonismo do Sul na transição energética

    Entre os dias 29 e 31 de julho de 2026, Curitiba (PR) será o centro das discussões estratégicas sobre geração distribuída (GD) no Brasil. Curitiba recebe Fórum Regional de Geração Distribuída e reforça protagonismo do Sul na transição energética A capital paranaense sediará a 31ª edição do Fórum Regional de Geração Distribuída – Sul/Sudeste, consolidado como um dos principais encontros técnicos e institucionais do setor elétrico nacional. Promovido pelo Grupo FRG Mídias & Eventos, o evento reunirá executivos, investidores, representantes do poder público, integradores, fabricantes e especialistas para debater os rumos da GD em um cenário de expansão acelerada e mudanças regulatórias estruturais. A edição de 2026 acontece em um momento decisivo para o setor, marcado por amadurecimento regulatório, consolidação de modelos de negócio e avanço tecnológico especialmente em armazenamento e digitalização da rede. Geração distribuída supera 43 GW e mantém ritmo de crescimento De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, o Brasil já ultrapassou 43,5 GW de potência instalada em geração distribuída solar, com cerca de 3,8 milhões de sistemas conectados à rede elétrica. O número representa aproximadamente 21 milhões de brasileiros beneficiados pela modalidade, consolidando a energia solar como principal vetor da descentralização da matriz elétrica. As projeções para 2026 indicam crescimento adicional de 15%, impulsionado por: Maior previsibilidade regulatória pós-Lei 14.300 Expansão do crédito e novas estruturas de financiamento Consolidação do modelo de geração compartilhada Avanço dos sistemas híbridos com armazenamento Sul e Sudeste concentram liderança estratégica As regiões Sul e Sudeste desempenham papel central nessa expansão. Estados como Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul figuram entre os líderes nacionais em potência instalada, sustentados por: Infraestrutura elétrica mais robusta Ambiente regulatório estadual favorável Maior densidade industrial e comercial Forte presença de integradores e desenvolvedores A escolha de Curitiba como sede reforça o posicionamento da cidade como polo de inovação, sustentabilidade urbana e planejamento energético inteligente. Integração com a Feira ReciclAção amplia agenda ESG A edição de 2026 será realizada de forma integrada à Feira ReciclAção 2026, evento voltado à indústria da reciclagem, saneamento ambiental e energias alternativas. A convergência entre os dois encontros amplia o debate sobre economia circular, eficiência energética e infraestrutura sustentável, conectando o setor elétrico às demandas reais da indústria, do comércio e das cidades inteligentes. A sinergia reforça uma tendência clara: a transição energética deixou de ser apenas pauta do setor elétrico e passou a ocupar espaço estratégico na agenda industrial e urbana. Temas centrais do Fórum GD Sul/Sudeste 2026 A programação técnica deve abordar questões estruturais para o futuro da GD no Brasil: O papel da geração distribuída na transição energética nacional Segurança jurídica e impactos regulatórios pós-Lei 14.300 Financiamento estruturado e novos modelos de negócio Digitalização, smart grids e inteligência energética Armazenamento e integração com novas fontes renováveis A expectativa é que o evento estimule discussões sobre o equilíbrio entre expansão da GD e sustentabilidade do sistema elétrico, especialmente diante dos desafios de compensação de energia e modernização das distribuidoras. Ambiente de negócios e amadurecimento do setor Com mais de 30 edições realizadas em diferentes regiões do país, o Fórum Regional de Geração Distribuída consolidou-se como plataforma de negócios, networking e construção institucional. Em um cenário de consolidação do mercado marcado por fusões, profissionalização das integradoras e maior presença de fundos de investimento encontros como esse ganham relevância estratégica. Curitiba, ao sediar a edição Sul/Sudeste, posiciona-se no centro do debate sobre descentralização energética, sustentabilidade urbana e desenvolvimento econômico de baixo carbono. Serviço 📅 Data:  29 a 31 de julho de 2026 📍 Local:  Curitiba/PR (local a confirmar) 📧 Informações:   contato@grupofrg.com.br 📞 Telefone:  (41) 99176-2634 A edição de 2026 promete reunir os principais protagonistas da geração distribuída brasileira em um momento-chave para a consolidação da transição energética no país com o Sul e o Sudeste como motores técnicos, econômicos e regulatórios dessa transformação. Curitiba recebe Fórum Regional de Geração Distribuída e reforça protagonismo do Sul na transição energética

  • BYD fecha venda de 10 mil veículos para a Localiza e acelera eletrificação da mobilidade no Brasil

    Por EnergyChannel | Mobilidade Elétrica & Transição Energética BYD fecha venda de 10 mil veículos para a Localiza e acelera eletrificação da mobilidade no Brasil A expansão da mobilidade elétrica no Brasil ganhou um novo impulso após a parceria estratégica entre a BYD e a Localiza&Co para o fornecimento de 10 mil veículos eletrificados. O acordo, considerado um dos maiores já realizados no país nesse segmento, deve impactar diretamente o acesso da população e das empresas a tecnologias automotivas de baixa emissão. Acordo amplia oferta de veículos elétricos e híbridos O contrato prevê a incorporação gradual dos veículos à frota da Localiza ao longo dos próximos dois anos, com foco em locação tradicional, assinatura automotiva e gestão de frotas corporativas. A iniciativa surge após um período superior a um ano de testes operacionais conduzidos pela locadora para avaliar desempenho, eficiência energética e confiabilidade dos modelos da montadora chinesa. Atualmente, a Localiza opera mais de 630 mil veículos na América Latina, o que transforma a parceria em uma vitrine estratégica para a adoção em larga escala de carros eletrificados no país. Além disso, executivos das duas companhias indicam que o objetivo é ampliar o acesso da população à tecnologia elétrica e híbrida, reduzindo barreiras de entrada por meio de modelos flexíveis de uso, como aluguel e assinatura. Quais modelos fazem parte da negociação O portfólio incluído no acordo combina veículos 100% elétricos e híbridos plug-in, com foco em diferentes perfis de mobilidade. Entre os principais modelos confirmados estão: Song Plus  – SUV híbrido plug-in com foco em desempenho e autonomia combinada elevada Song Pro  – SUV eletrificado voltado ao equilíbrio entre eficiência e custo operacional Dolphin  – Hatch elétrico compacto com maior espaço interno e autonomia ampliada Dolphin Mini  – Subcompacto elétrico, hoje um dos veículos elétricos mais vendidos do Brasil O Dolphin Mini, por exemplo, possui versões com autonomia entre aproximadamente 250 km e 280 km, conforme certificação do Inmetro, posicionando-se como modelo estratégico para operações urbanas e frotas corporativas. Já o Dolphin tradicional amplia o espaço interno e a autonomia, podendo atingir cerca de 291 km com uma única carga, o que o torna mais versátil para deslocamentos urbanos e intermunicipais. Movimento estratégico para o mercado automotivo O acordo também reflete uma mudança estrutural no setor de mobilidade brasileiro. Ao incluir veículos eletrificados em larga escala na frota de locação, a Localiza passa a atuar como um canal de democratização tecnológica, permitindo que consumidores experimentem veículos elétricos antes de optar pela compra. Analistas de mercado apontam que o volume negociado representa cerca de 1,5% das aquisições totais da frota da locadora e aproximadamente 2% das vendas projetadas da BYD no país, indicando impacto relevante, ainda que gradual, na estratégia de expansão das duas empresas. Eletrificação como porta de entrada para novos modelos de negócio Além do aluguel tradicional, os veículos poderão ser utilizados em: Programas de assinatura automotiva Gestão de frotas corporativas Venda posterior no mercado de seminovos Soluções de mobilidade sob demanda Esse modelo contribui para acelerar a adoção da mobilidade elétrica, reduzindo custos iniciais para consumidores e ampliando o ciclo de vida comercial dos veículos eletrificados. Expansão da BYD e consolidação do Brasil como mercado estratégico O Brasil já se consolidou como um dos principais mercados internacionais da BYD. A empresa acumula centenas de milhares de veículos vendidos no país desde sua entrada no segmento de automóveis de passeio e mantém investimentos relevantes em produção local, com expectativa de ampliar a capacidade industrial nos próximos anos. A parceria com a Localiza reforça essa estratégia ao combinar escala industrial com acesso direto ao consumidor final, acelerando a curva de adoção de veículos de baixa emissão. Impactos para a transição energética Sob a perspectiva energética, o acordo vai além do setor automotivo. A ampliação da frota elétrica tende a: Aumentar a demanda por infraestrutura de recarga Estimular investimentos em geração renovável Reduzir emissões no setor de transportes, um dos maiores emissores de carbono Fortalecer o conceito de mobilidade como serviço (MaaS) Com locadoras assumindo protagonismo na eletrificação, o Brasil pode acelerar a transição energética no transporte leve sem depender exclusivamente da venda direta ao consumidor. BYD fecha venda de 10 mil veículos para a Localiza e acelera eletrificação da mobilidade no Brasil

  • Supercondutores entram no radar da Microsoft e podem redefinir a energia dos data centers de IA

    Por EnergyChannel | Especial Infraestrutura & Transição Energética Supercondutores entram no radar da Microsoft e podem redefinir a energia dos data centers de IA A corrida global por inteligência artificial está provocando uma transformação silenciosa, mas profunda, na infraestrutura elétrica dos data centers. No centro desse movimento está a Microsoft, que avalia o uso de supercondutores como alternativa estratégica para aumentar eficiência, reduzir perdas e sustentar o crescimento acelerado de suas operações em nuvem. A nova equação energética da IA Modelos avançados de IA exigem volumes massivos de processamento. Isso significa mais servidores, mais densidade computacional e, principalmente, mais eletricidade. O desafio não é apenas gerar energia limpa, mas distribuí-la internamente com eficiência dentro dos próprios data centers. Hoje, cabos convencionais de cobre e alumínio dissipam parte da energia em forma de calor. Essa perda, embora tecnicamente conhecida e inevitável, torna-se crítica quando aplicada a cargas de múltiplos megawatts por instalação. É nesse contexto que entram os supercondutores de alta temperatura (HTS). O que muda com os supercondutores Supercondutores são materiais que, quando mantidos em temperaturas criogênicas, conduzem eletricidade praticamente sem resistência elétrica. Na prática, isso significa: Transmissão de energia com perdas quase nulas Menor geração de calor Cabos fisicamente mais compactos Maior capacidade de transporte de potência por unidade de espaço Para data centers que operam em altíssima densidade energética, essa combinação pode alterar completamente o desenho da infraestrutura elétrica interna. Da geração à distribuição: eficiência como ativo estratégico A Microsoft tem investido pesado em energia renovável e contratos de compra de energia (PPAs). No entanto, produzir energia limpa é apenas parte da equação. A outra parte está na eficiência da distribuição. Se implementados em escala comercial, supercondutores poderiam: Reduzir a necessidade de grandes corredores de cabos Diminuir perdas térmicas que exigem sistemas adicionais de resfriamento Permitir maior densidade energética em racks de servidores Otimizar o uso de subestações internas Em um cenário onde data centers podem se tornar um dos maiores consumidores individuais de energia em economias desenvolvidas até o final da década, cada ponto percentual de eficiência ganha relevância estratégica. Parcerias e testes em andamento A Microsoft vem apoiando iniciativas tecnológicas focadas em supercondutores aplicados à infraestrutura energética. Testes laboratoriais já demonstram a possibilidade de entregar múltiplos megawatts diretamente a racks de servidores usando cabos supercondutores significativamente menores que os convencionais. O avanço ainda depende de desafios técnicos importantes, especialmente relacionados a: Sistemas de resfriamento criogênico Custos de produção dos materiais Escalabilidade industrial Mas o movimento sinaliza uma mudança de mentalidade: tecnologia digital e tecnologia energética passam a evoluir juntas. Impacto além da Big Tech Embora o foco inicial esteja em data centers de hiperescala, o uso de supercondutores pode extrapolar o universo da computação em nuvem. Aplicações futuras incluem: Linhas de transmissão urbana de alta capacidade Integração de grandes volumes de energia renovável Infraestrutura elétrica para polos industriais de alta densidade Se a curva de custos cair nos próximos anos, supercondutores poderão se tornar uma peça relevante na modernização das redes elétricas globais. Uma nova fase da transição energética digital A transição energética não se limita a trocar carvão por solar ou gás por eólica. Ela também envolve reinventar como a eletricidade circula. Ao explorar supercondutores, a Microsoft aponta para uma tendência maior: a convergência entre infraestrutura digital e inovação energética. A próxima etapa da revolução da IA pode depender menos apenas de chips mais poderosos — e mais de como a energia chega até eles. Para o setor elétrico, isso abre uma pergunta estratégica: estamos preparados para uma era em que eficiência de transmissão interna será tão importante quanto geração limpa? No EnergyChannel, acompanharemos de perto essa fronteira onde tecnologia, energia e geopolítica industrial se encontram. Supercondutores entram no radar da Microsoft e podem redefinir a energia dos data centers de IA

  • China e Índia Redefinem o Futuro da Energia Limpa e Desafiam Velhas Regras do Desenvolvimento

    Por EnergyChannel , 13 de fevereiro de 2026 China e Índia Redefinem o Futuro da Energia Limpa e Desafiam Velhas Regras do Desenvolvimento Num momento histórico para a transição energética mundial, China  e Índia  estão liderando um novo paradigma global na transição para fontes de energia limpas e pela redução da dependência de combustíveis fósseis um movimento que especialistas estão chamando de “era dos eletro-estados”  ( electrostates ). Uma nova fase no crescimento econômico e energético Dados recentes indicam que a geração de energia a partir de fontes limpas na China está crescendo mais rápido do que a demanda por eletricidade , com recordes sucessivos de instalações solares e eólicas em 2025. Ao mesmo tempo, a produção de eletricidade a partir do carvão e gás natural tem diminuído algo que não ocorria simultaneamente nesses dois países há mais de 50 anos. Na prática, isso significa que o crescimento econômico pode estar gradualmente se desacoplando do uso de combustíveis fósseis nesses gigantes asiáticos um desenvolvimento que, até recentemente, muitos analistas consideravam improvável. China: pioneira no modelo electrostate A China é apontada por estudiosos e pela mídia internacional como a nação que está mais próxima de se tornar o primeiro verdadeiro electrostate um país cuja economia é sustentada principalmente por eletricidade limpa, com participação crescente de energia renovável. Nos últimos anos, o país investiu massivamente em indústria solar, eólica e armazenamento de energia, tornando-se também um dos maiores fornecedores globais de tecnologia limpa. Analistas observam que esse modelo não se limita a ações de mitigação climática, mas está também ligado à segurança energética e ao desenvolvimento econômico : ao reduzir sua dependência de combustíveis importados, a China fortalece sua autonomia econômica e constrói um setor industrial de alta tecnologia competitivo globalmente. Índia acelera e pode superar o modelo chinês na mesma etapa de desenvolvimento Enquanto a China estruturou sua transição energética principalmente com base em sua própria trajetória industrial pesada, a Índia está eletrificando sua economia ainda mais rapidamente e com menor intensidade de combustíveis fósseis por pessoa , segundo relatório do think tank Ember e divulgado pela CNN. Ainda que nenhum país tenha alcançado o status formal de electrostate , a Índia demonstra que é possível saltar diretamente para tecnologias elétricas e renováveis sem passar por décadas de dependência de petróleo e carvão , como ocorreu em muitos países industrializados no século XX. Partes desse avanço indiano incluem: expansão acelerada de energia solar, eólica e hidrelétrica; crescimento das vendas de veículos elétricos (EVs) incluindo veículos leves e de transporte público mais eficientes; menor consumo de combustíveis fósseis por pessoa em comparação com a China em estágio similar de desenvolvimento econômico. Impactos globais da transição asiática Essa mudança energética em duas das economias mais populosas e dinâmicas do planeta não apenas reduz emissões potenciais de carbono, mas altera as expectativas globais de como países em desenvolvimento podem crescer com energia limpa . Enquanto economias tradicionalmente desenvolvidas debatem metas de neutralidade de carbono e transições mais lentas, os modelos de China e Índia mostram que: a tecnologia limpa pode se tornar competitiva mais rápido do que se pensava; eletricidade renovável pode ser um motor de crescimento econômico; e novas formas de industrialização verde podem emergir sem repetir os modelos dependentes de combustíveis fósseis do passado. Desafios e limites Mesmo com avanços notáveis, coal ainda representa uma parte significativa da matriz energética em ambos os países , e a transição não é linear nem livre de desafios. Especialistas apontam que a consolidação de sistemas elétricos limpos exigirá investimentos contínuos em armazenamento de energia, infraestrutura de transmissão e integração de mercados. Além disso, a dependência em algumas cadeias de suprimentos como fabricação de painéis solares e baterias ainda coloca lacunas estratégicas que políticas públicas e parcerias globais deverão enfrentar nos próximos anos. O que está em jogo O avanço de China e Índia rumo a economias mais eletrificadas e menos dependentes de combustíveis fósseis representa um capítulo transformador da transição energética global e pode redefinir padrões e estratégias para outras regiões, como América Latina, África e Sudeste Asiático, que buscam crescer com energia mais barata, confiável e limpa. Com esse movimento, o mundo começa a experimentar não apenas uma mudança tecnológica, mas uma mudança estrutural de paradigmas sobre como as nações podem prosperar com neutralidade climática e resiliência energética um passo essencial no combate às mudanças climáticas e na construção de um futuro sustentável. China e Índia Redefinem o Futuro da Energia Limpa e Desafiam Velhas Regras do Desenvolvimento

  • Empresa fundada por brasileiros no Canadá desenvolve soluções para infraestrutura de energia elétrica

    Consultoria especializada atua com software usado por concessionárias e une expertise técnica brasileira aos padrões rigorosos do mercado norte-americano Empresa fundada por brasileiros no Canadá desenvolve soluções para infraestrutura de energia elétrica Fundada por três brasileiros que imigraram para o Canadá, a MagikDev é uma empresa especializada no desenvolvimento e consultoria para a plataforma Geo Network Management Smallworld, sistema de gestão de redes de serviços essenciais, como energia elétrica, água, saneamento, gás e telecomunicações. Sediada em Lethbridge, na província de Alberta, a MagikDev atende concessionárias e empresas no Canadá, nos Estados Unidos e no Brasil. Parceira oficial da GE Vernova, empresa global do setor de energia e proprietária do GNM Smallworld, a MagikDev trabalha com soluções que permitem às empresas mapear, monitorar e gerenciar ativos físicos de redes, como linhas de energia, postes, equipamentos e sistemas de transmissão, garantindo maior segurança operacional e eficiência nos processos de manutenção. Na prática, o GNM Smallworld funciona como uma espécie de mapa inteligente da infraestrutura física e é considerado um software crítico, pois orienta decisões que impactam diretamente a continuidade do fornecimento de serviços essenciais e a segurança de equipes em campo. “O software precisa estar absolutamente correto. Um erro de informação pode levar um técnico a acreditar que uma linha está desligada quando, na verdade, ela está energizada com milhares de volts”, afirma Ronaldo Terra, CEO da MagikDev. “Estamos falando de tecnologia que protege infraestrutura essencial e também vidas humanas.” Situações como as registradas em grandes centros urbanos brasileiros, onde eventos climáticos extremos comprometem redes de distribuição de energia, ajudam a ilustrar a importância de sistemas confiáveis de gestão de infraestrutura. Em cenários desse tipo, a capacidade de identificar rapidamente falhas, isolar trechos da rede e orientar equipes de manutenção com precisão é fundamental para reduzir o tempo de interrupção no fornecimento e aumentar a segurança das operações. Além de atuar com implementação, integração e suporte, a MagikDev se destaca também pelo desenvolvimento de soluções próprias. “Cada concessionária opera de uma forma diferente. Nosso trabalho é implementar o software, customizá-lo de acordo com a realidade do cliente e oferecer suporte contínuo para que ele seja usado da melhor maneira possível, ajudando as empresas a identificar falhas, planejar manutenções e responder com mais rapidez a ocorrências que poderiam resultar em interrupções no serviço”, explica Terra. Dentre essas soluções está um assistente baseado em inteligência artificial criado para operar de forma integrada ao GNM Smallworld, com foco em segurança da informação. A proposta é permitir que usuários façam buscas complexas e gerenciem objetos do sistema por meio de comandos de voz ou texto sem expor dados sensíveis ou comprometer a segurança das informações. Outra solução proprietária da empresa é o Job Orchestrator, que gerencia de maneira automatizada o monitoramento e o balanceamento de carga dos servidores de tarefas do GNM Smallworld para eliminar períodos de inatividade, garantindo eficiência máxima sem intervenção humana e impulsionando a lucratividade. Ronaldo Terra, CEO da MagikDev Divulgação A trajetória da MagikDev está diretamente ligada à experiência de seus fundadores. O time de liderança, formado pelo CIO Walter Cherfem e pelo COO Sergio Rodrigues, além de Ronaldo Terra, reúne décadas de atuação em projetos complexos de tecnologia, com especialização em GIS (Geographic Information Systems), gestão de redes e implementação de softwares para grandes organizações. Antes de fundar a MagikDev, os executivos já haviam participado de projetos estratégicos para concessionárias e empresas de infraestrutura em diferentes países. Como reconhecimento dessa atuação, a MagikDev será expositora e palestrante na conferência internacional Orchestrate 2026, promovida pela GE Vernova, que acontece em junho na cidade de Atlanta, nos Estados Unidos. O evento reúne empresas e especialistas do setor de energia de diversos países para discutir o futuro das redes e da transformação digital. “A participação em um evento global como esse simboliza não apenas o crescimento da empresa, mas também a consolidação de uma história de empreendedorismo internacional”, completa Ronaldo Terra. Empresa fundada por brasileiros no Canadá desenvolve soluções para infraestrutura de energia elétrica

  • ANEEL abre consulta pública para regulamentar armazenamento de energia no Brasil

    A Agência Nacional de Energia Elétrica  deu mais um passo na modernização do setor elétrico ao anunciar a abertura de consulta pública para discutir a regulamentação do armazenamento de energia no país. A iniciativa marca um momento estratégico para a consolidação de baterias e outras tecnologias como ativos estruturais do sistema elétrico brasileiro. ANEEL abre consulta pública para regulamentar armazenamento de energia no Brasil A medida atende a uma demanda antiga do mercado, que vinha cobrando regras claras para enquadramento regulatório, remuneração e conexão desses sistemas à rede. Por que o armazenamento virou prioridade Com o avanço acelerado das fontes renováveis variáveis especialmente solar e eólica cresce a necessidade de mecanismos que garantam estabilidade e flexibilidade ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O armazenamento cumpre papel essencial ao: Suavizar picos de geração e consumo Reduzir despacho térmico emergencial Aumentar confiabilidade da rede Postergar investimentos em transmissão Melhorar qualidade e estabilidade de frequência Sem um marco regulatório definido, porém, projetos enfrentam incerteza jurídica e dificuldades de financiamento. O que está em discussão A consulta pública deverá abordar pontos centrais como: Classificação regulatória dos sistemas de armazenamento Regras de outorga e conexão Modelo de remuneração (serviços ancilares, capacidade, arbitragem de energia) Tratamento tarifário e encargos setoriais Integração com geração distribuída e mercado livre O objetivo é estruturar um ambiente que permita ao armazenamento participar de forma competitiva e transparente do mercado. Impactos para investidores e desenvolvedores A sinalização da ANEEL tende a destravar projetos que aguardavam definição regulatória. Hoje, investidores enfrentam incertezas sobre: Receita recorrente e previsibilidade de fluxo de caixa Elegibilidade para leilões regulados Possibilidade de contratação no Ambiente de Contratação Livre (ACL) Estrutura de financiamento junto a bancos Com regras claras, o Brasil pode acelerar a formação de um mercado relevante de baterias em escala utility e comercial-industrial. Tendência global e oportunidade brasileira Em mercados maduros como Estados Unidos, Europa e China, o armazenamento já é peça-chave da transição energética. O Brasil, com matriz majoritariamente renovável e forte crescimento da solar, reúne condições técnicas para ampliar rapidamente esse segmento. Especialistas avaliam que a regulamentação adequada pode posicionar o país como um dos principais mercados emergentes para armazenamento na América Latina, atraindo capital internacional e novos fabricantes. Próximos passos A consulta pública abre espaço para contribuições de agentes, associações, investidores e consumidores. Após análise das contribuições, a agência deverá consolidar uma resolução normativa definindo as bases regulatórias do setor. Para o mercado, o movimento representa mais do que um ajuste técnico trata-se da construção de um novo pilar estrutural do sistema elétrico brasileiro. O EnergyChannel acompanhará de perto os desdobramentos e os impactos práticos para desenvolvedores, investidores e consumidores de energia. ANEEL abre consulta pública para regulamentar armazenamento de energia no Brasil

  • ANEEL reabre debate sobre preços do LRCAP 2026 após reação negativa do mercado

    A diretoria da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica)  convocou uma reunião extraordinária para esta sexta-feira (13), às 9h, com o objetivo de reavaliar os preços-teto definidos para o LRCAP 2026 (Leilão de Reserva de Capacidade). A movimentação ocorre poucos dias após a divulgação oficial dos valores pelo MME (Ministério de Minas e Energia)  e em meio a forte pressão de investidores e geradores. Imagem Ilustrativa | ANEEL reabre debate sobre preços do LRCAP 2026 após reação negativa do mercado O encontro sinaliza que o governo reconhece a necessidade de recalibrar os parâmetros econômicos do certame, considerado estratégico para garantir segurança energética nos próximos anos. Divergência entre expectativa e realidade de custos Na última segunda-feira (9), o Ministério estabeleceu preços máximos de até R$ 1,6 milhão por MW/ano para novos empreendimentos. O número ficou significativamente abaixo das projeções trabalhadas pelo mercado, que apontavam para uma faixa entre R$ 2,2 milhões e R$ 3,1 milhões por MW/ano. A diferença acendeu um alerta imediato entre desenvolvedores e financiadores. Segundo agentes ouvidos pelo EnergyChannel, o patamar anunciado comprometeria a atratividade econômica dos projetos, especialmente diante de: Custo elevado de capital no Brasil Pressões cambiais sobre equipamentos importados Aumento nos custos de engenharia e construção Exigências ambientais e prazos regulatórios A avaliação predominante é que, nos níveis atuais, a taxa interna de retorno (TIR) ficaria abaixo do exigido por investidores institucionais e bancos. ANEEL reabre debate sobre preços do LRCAP 2026 após reação negativa do mercado

  • Iberdrola impulsiona eletrificação da Austrália na era pós-carvão

    Por Correspondente Internacional EnergyChannel A Espanha vem deixando sua marca no processo de transição energética da Austrália, com a empresa Iberdrola  emergindo como um dos principais protagonistas da eletrificação do país após a era do carvão. Iberdrola impulsiona eletrificação da Austrália na era pós-carvão A atuação da companhia destaca como grandes grupos globais podem acelerar a mudança para fontes limpas e fortalecer a infraestrutura energética de nações em transformação. Nos últimos meses, a subsidiária local Iberdrola Australia  avançou em projetos estratégicos de armazenamento de energia no estado de Nova Gales do Sul , reforçando a integração de fontes renováveis ao sistema elétrico e oferecendo maior flexibilidade e segurança ao fornecimento. Entre essas iniciativas, estão duas usinas de baterias uma com 100 MW e outra com 65 MW que ajudam a equilibrar a oferta de eletricidade em momentos de maior demanda. Essas instalações não apenas aumentam a capacidade de armazenamento no grid, como também desempenham papel vital na estabilidade do sistema elétrico, sobretudo em um momento em que a produção solar e eólica cresce rapidamente na matriz australiana. Ao mesmo tempo, a Iberdrola tem se posicionado como fornecedor de energia renovável para centenas de clientes comerciais e industriais no país. A expansão da empresa no mercado australiano inclui ainda participação em projetos de infraestrutura de transmissão de energia. Um exemplo é o projeto VNI West , que conectará os estados de Victoria e Nova Gales do Sul por meio de uma linha de alta tensão planejada para ser concluída até 2030 um passo significativo para modernizar a rede elétrica e facilitar o fluxo de energia renovável pelo país. Especialistas veem na combinação de energia renovável + armazenamento uma estratégia essencial para substituir gradualmente usinas termoelétricas baseadas em combustíveis fósseis. Esse movimento está alinhado com dados recentes que mostram uma redução da dependência do carvão na geração de eletricidade australiana, impulsionada pelo crescimento de solar e eólica. Com um plano estratégico que prevê investimentos contínuos ao longo da década, a Iberdrola consolida sua presença em um dos mercados mais dinâmicos do setor elétrico global. A iniciativa reflete não apenas uma aposta em tecnologias limpas, mas também uma resposta às demandas por eletricidade confiável, com custos mais estáveis e menor emissão de carbono fatores cruciais no contexto da transição energética mundial. Iberdrola impulsiona eletrificação da Austrália na era pós-carvão

  • Plano de Energias Renováveis da União Europeia Enfrenta Riscos por Escassez de Matérias-Primas

    Bruxelas, Europa  – Um novo relatório oficial revela que os ambiciosos planos de transição energética da União Europeia (UE)  podem estar em risco devido à escassez global de matérias-primas críticas necessárias para construir tecnologias verdes, como turbinas eólicas, painéis solares e sistemas de baterias. Plano de Energias Renováveis da União Europeia Enfrenta Riscos por Escassez de Matérias-Primas Segundo o estudo analisado por órgãos de auditoria europeus, a falta de minerais essenciais como lítio, cobalto, níquel e terras raras está a criar gargalos na cadeia de fornecimento  que podem atrasar a instalação de novas capacidades de energia limpa e comprometer parcialmente as metas climáticas estabelecidas para 2030. Dependência Externa e Problemas de Diversificação A investigação mostra que a UE depende fortemente de importações de países terceiros para obter muitas das 26 matérias-primas consideradas críticas para a transição energética. Em alguns casos, essa dependência ultrapassa 100% do consumo anual , o que significa que a União não possui produção interna significativa para sustentar a própria indústria verde. A situação é agravada pelo fato de que nenhuma das terras raras necessárias componentes fundamentais em ímãs para turbinas e veículos elétricos é transformada dentro das fronteiras da UE , aumentando a vulnerabilidade europeia ao comércio global e à volatilidade de preços. Impacto nas Renováveis e Metas Climáticas Metais estratégicos são vitais para tecnologias que impulsionam a energia renovável: baterias de armazenamento, painéis solares fotovoltaicos, aerogeradores e hidrogénio verde, entre outros. A escassez ameaça não apenas o ritmo de construção desses equipamentos, mas também seus custos e competitividade. Embora a UE tenha aumentado a proporção de energia renovável na matriz, os atuais níveis — cerca de 25,2%  do consumo final de energia registrado em 2024 ainda estão longe das metas estabelecidas de 42,5% até 2030 . Isso significa que a blocos como Suécia e Dinamarca avançam mais rapidamente, mas outros Estados-membros enfrentam desafios maiores para expandir a produção limpa. Iniciativas Europeias para Mitigar o Risco Para enfrentar o problema, a Comissão Europeia lançou recentemente ações políticas e pacotes de apoio que visam fortalecer a segurança econômica e reduzir dependências externas de materiais críticos. Entre as medidas estão: Criação de uma plataforma europeia para agregação de demanda e compras conjuntas  de materiais estratégicos; Incentivos e fundos para atrair investimentos e desburocratizar licenças de projetos de mineração e refino  no continente; Parcerias internacionais com países ricos em recursos minerais para diversificar fontes de aprovisionamento. Essas estratégias integram pacotes como o ReSourceEU  e reforçam as políticas econômicas e industriais europeias para reduzir vulnerabilidades e fortalecer cadeias de suprimento. Desafios pela Frente Especialistas apontam que, mesmo com medidas em andamento, os gargalos não serão resolvidos de imediato , porque a produção de matérias-primas envolve longos ciclos de tempo, investimentos e aprovações regulatórias que variam entre países e regiões. Além disso, a necessidade de reciclagem e reutilização de materiais ainda está em níveis reduzidos, enquanto os investimentos em capacidades de processamento interno na UE ainda não acompanharam a velocidade da demanda crescente . Com isso, apesar de o bloco europeu manter metas ambiciosas para ampliar a geração limpa até 2030 e alcançar a neutralidade climática até 2050, a escassez de materiais críticos representa um dos maiores desafios físicos à implementação desses planos nas próximas décadas . Plano de Energias Renováveis da União Europeia Enfrenta Riscos por Escassez de Matérias-Primas

  • Monitoramento transforma inversores solares em centrais inteligentes de energia

    Por EnergyChannel | 13 de fevereiro de 2026 Monitoramento transforma inversores solares em centrais inteligentes de energia O avanço do monitoramento tornou os inversores solares muito mais do que simples equipamentos de conversão elétrica: eles se tornaram verdadeiras centrais inteligentes, capazes de otimizar o desempenho de sistemas solares residenciais, comerciais e industriais. Até recentemente, proprietários de sistemas fotovoltaicos só descobriam problemas nos equipamentos quando recebiam uma conta de luz inesperadamente alta. Hoje, graças ao monitoramento detalhado e contínuo, os fabricantes conseguem detectar rapidamente qualquer queda de desempenho e acionar soluções proativas. O monitoramento deixou de ser apenas um recurso tecnológico e passou a ser parte essencial de qualquer instalação solar Microinversores e a visão granular da energia Os inversores modernos não se limitam mais à conversão de corrente contínua em alternada. Eles funcionam como plataformas de gerenciamento de energia, capazes de controlar, analisar e otimizar cada componente conectado. No caso dos microinversores, instalados individualmente em cada painel, a tecnologia permite monitoramento em nível de módulo. Isso significa que cada painel solar pode ser avaliado separadamente, identificando rapidamente qualquer irregularidade, seja uma célula degradada ou um componente defeituoso. Além de painéis, os inversores atuais monitoram baterias, sistemas de armazenamento, veículos elétricos e pontos de consumo em edificações, ajustando automaticamente o fluxo de energia para maximizar eficiência e reduzir custos. “Os inversores inteligentes já podem gerenciar tarifas variáveis e armazenamento, garantindo que a energia seja usada da maneira mais estratégica possível” Da manutenção reativa à preditiva O monitoramento detalhado também transformou a manutenção de sistemas solares. Dados coletados em tempo real permitem identificar falhas antes que elas impactem a produção, reduzindo custos e aumentando o tempo de operação. “Não é possível garantir eficiência sem dados precisos”, cada recurso conectado, inclusive o medidor, para tomar decisões de manutenção realmente informadas.” Para lidar com a enorme quantidade de informações geradas, fabricantes estão adotando agentes de inteligência artificial capazes de processar terabytes de dados diariamente. O resultado é manutenção preditiva, redução de falhas e maior retorno financeiro para o proprietário do sistema. Modernização e futuro do gerenciamento de energia Além de otimizar sistemas novos, a tecnologia também abre caminho para modernizar projetos antigos. A SMA, por exemplo, incentiva a substituição de inversores desatualizados por modelos com monitoramento integrado, aumentando a vida útil e a eficiência de instalações já existentes. O futuro aponta para inversores cada vez mais inteligentes, com capacidades avançadas de gerenciamento de carga em prédios e integrações sofisticadas com a rede elétrica. Embora a função básica de converter energia permaneça, o impacto dos inversores modernos vai muito além: eles redefinem como a energia solar é gerida, monitorada e utilizada. “O objetivo final do monitoramento é garantir que cada sistema entregue o retorno esperado ao cliente, com segurança e tranquilidade” Monitoramento transforma inversores solares em centrais inteligentes de energia

  • Raízen: crises recentes acendem alerta e reforçam papel da governança para evitar colapsos empresariais

    "O anúncio feito pela companhia, isoladamente, aponta mais para reorganização preventiva do que para uma crise instalada", diz especialista Luís Garcia | Raízen: crises recentes acendem alerta e reforçam papel da governança para evitar colapsos empresariais Os recentes episódios envolvendo empresas do setor financeiro, como os casos Banco Master e Fictor, voltaram a acender o sinal de alerta no mercado sobre a saúde financeira de grandes grupos empresariais. Nesse ambiente mais sensível, anúncios de revisão estratégica e reforço de liquidez, como o feito pela Raízen, passaram a ser acompanhados com atenção redobrada por investidores e analistas. A companhia informou que contratou assessores financeiros e jurídicos para avaliar alternativas estratégicas com foco em reforçar liquidez, otimizar a estrutura de capital e aprimorar a interlocução com o mercado. O movimento, porém, não significa automaticamente que a empresa esteja em crise. Para o  tributarista e especialista em Governança e Compliance Luís Garcia , empresas de grande porte costumam buscar esse tipo de apoio justamente para evitar que pressões financeiras se transformem em problemas mais graves. “O mercado já aprendeu que esperar o caixa acabar é o caminho mais curto para uma recuperação judicial. Quando a empresa fala em diagnóstico e reforço de liquidez, o sinal predominante é de gestão preventiva de risco”, afirma. Segundo ele, a decisão costuma indicar que houve alguma mudança no equilíbrio financeiro da companhia, seja por aumento do custo da dívida, pressão sobre o capital de giro ou necessidade de reduzir alavancagem. Nesse cenário, governança e compliance assumem papel decisivo para impedir que tensões financeiras evoluam para crises jurídicas e reputacionais. Boas práticas ajudam a assegurar transparência, proteger administradores e manter diálogo estruturado com credores e investidores. “Boa governança pode evitar que uma tensão financeira vire uma crise jurídica ou até uma recuperação judicial”, explica Garcia. O especialista destaca que investidores e empresas devem observar menos o discurso e mais os sinais concretos. Comunicação clara, revisão estratégica de ativos e atuação ativa do conselho indicam reorganização saudável. Por outro lado, venda apressada de ativos, renegociações emergenciais de dívida e descumprimentos financeiros podem indicar deterioração. Na avaliação dele, o anúncio feito pela Raízen, isoladamente, aponta mais para reorganização preventiva do que para uma crise instalada. “O desfecho dependerá da qualidade da governança, da disciplina financeira e da transparência com o mercado”, conclui. Fonte : Luís Garcia, advogado tributarista pela USP/SP, sócio do Tax Group, administrador de empresas pela FGVe, especialista em Governança e Compliance. Raízen: crises recentes acendem alerta e reforçam papel da governança para evitar colapsos empresariais

  • Grupo SV expande fronteiras e entra no mercado português de mobilidade elétrica

    Entrada da ME - Mobilidade Eléctrica na corporação amplia a presença do grupo brasileiro em soluções sustentáveis, unindo energia solar e mobilidade elétrica para transformar cidades em Portugal Grupo SV expande fronteiras e entra no mercado português de mobilidade elétrica O Grupo SV, uma das maiores companhias de energia solar fotovoltaica do Brasil, com sede em Blumenau (SC), anuncia sua expansão internacional com a aquisição da ME – Mobilidade Eléctrica, marca portuguesa de motos elétricas. A ME passou a integrar oficialmente o grupo empresarial brasileiro no final de 2025, marcando o início da sua atuação no mercado europeu. Com sede em Leiria, Portugal, a ME tem como missão oferecer soluções práticas, acessíveis e sustentáveis de mobilidade urbana. Segundo a empresa, a associação com o Grupo SV traz solidez financeira, investimento estratégico e know-how de uma das líderes do setor solar brasileiro, impulsionando a expansão rápida da marca em Portugal. O plano inclui a abertura de mais de 20 lojas no país, fortalecendo a presença da ME e promovendo a mobilidade elétrica sem necessidade de carta de condução. “Para o Grupo SV, essa parceria é uma extensão natural da nossa estratégia de internacionalização e diversificação de portfólio. A ME é uma marca inovadora, com forte potencial de crescimento, e essa integração permite unir nossa experiência em soluções sustentáveis a um mercado em expansão, contribuindo para consolidar nossa presença global”, destaca Thomas Knoch, CEO do Grupo SV. Para Bruno Werner Kuipers, fundador da ME, a integração ao grupo brasileiro abre novas oportunidades de crescimento e consolida a marca no mercado português. “Com o apoio do Grupo SV, poderemos acelerar nossa expansão, oferecer mais opções de mobilidade elétrica e contribuir diretamente para cidades mais sustentáveis e inteligentes em Portugal”, pontua. A ME – Mobilidade Eléctrica conta com motos 100% elétricas, zero emissões, estrutura logística própria, estoque nacional de peças de reposição e atendimento B2C e B2B, para empresas, frotas e parceiros institucionais. A união com o Grupo SV fortalece a atuação da marca no mercado português e reforça o compromisso de ambas as empresas com soluções inovadoras, sustentáveis e de alto impacto urbano. Sobre a Solar Vale Com matriz administrativa, sede comercial e centro de distribuição em Blumenau (SC), a Solar Vale é especializada em soluções de energia renovável, fornecendo equipamentos de energia solar para indústrias, agronegócios, comércios, residências, condomínios e usinas. A empresa já ultrapassou a marca de 7 mil sistemas instalados. Entre seus diferenciais estão a oferta de um serviço completo desde a elaboração do projeto até a manutenção realizado por equipe própria. Em 2023, a marca passou por um processo de expansão de portfólio e de atuação territorial, com a criação do Grupo SV, que incorporou outras empresas complementares em soluções de energia solar. Mais informações:  www.solarvale.com.br Grupo SV expande fronteiras e entra no mercado português de mobilidade elétrica

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